Autor: Leandro Amorim

  • Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Bickerstaff desabafa após derrota: ‘Pistons desperdiçaram chance’

    Cara, que dor de barriga deve ter sido essa para o JB Bickerstaff. O técnico dos Pistons não conseguiu esconder a frustração depois da derrota por 2-1 na série contra os Cavaliers no sábado à noite. Detroit tinha TUDO na mão — estava 2-0 na série, vinha de cinco vitórias seguidas — e simplesmente entregou o jogo 3 de bandeja.

    Na minha opinião, o que mais doeu foi ver um time que estava voando alto cometer erros bobos na hora que mais importava. Bickerstaff foi direto ao ponto na coletiva: defesa mal posicionada e muitos turnovers.

    O que deu errado na defesa

    “A gente precisa diminuir mais o espaço em quadra. Estamos muito grudados no nosso marcador por causa da habilidade deles de arremessar”, explicou Bickerstaff. E olha, ele tem razão. Cleveland aproveitou cada espacinho que Detroit deu e converteu 58% dos arremessos. Cinquenta e oito por cento! É um absurdo de aproveitamento.

    Enquanto isso, os Pistons converteram apenas 45% — uma diferença que pesou demais no resultado final. Quando você está numa semifinal de conferência, esses detalhes fazem toda a diferença entre avançar e ver a série ficar mais complicada.

    Turnovers que custaram caro

    Mas o que mais irritou o técnico foram os 16 turnovers. “Dezesseis é demais. Demos 27 pontos de presente por causa desses erros”, desabafou. E sinceramente, é difícil discordar. Nossa defesa é boa quando conseguimos forçar o jogo de meio-campo, mas se você fica entregando a bola pro adversário…

    O pior é que Detroit chegou a reagir no terceiro quarto. Saíram perdendo por 64-48 no intervalo (um buraco considerável), mas conseguiram diminuir com uma parcial de 33-19. Por um momento, parecia que iam virar o jogo — mas Cleveland mostrou por que joga em casa e fechou melhor.

    Cade brilhou, mas não foi suficiente

    Pelo menos o Cade Cunningham fez a sua parte: 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. Triple-double em jogo de playoff — isso é coisa de craque. Tobias Harris também ajudou com 21 pontos, e Duncan Robinson foi importante com 15 pontos e 5 roubos de bola.

    Mas vocês acham que individual resolve tudo? Claro que não. Basquete é esporte coletivo, e os Pistons sentiram isso na pele quando mais precisavam da consistência do grupo.

    Agora é corrigir os erros e voltar com tudo no jogo 4. A série ainda está 2-1 para Detroit, mas todo mundo sabe que momentum em playoffs é uma coisa real. Será que conseguem fechar em 4-1 ou vão deixar Cleveland crescer ainda mais? A resposta vem no próximo domingo.

  • Austin Reaves teve volta traumática pra casa em Oklahoma

    Austin Reaves teve volta traumática pra casa em Oklahoma

    Cara, imagina só a situação do Austin Reaves. O cara volta pra Oklahoma — praticamente em casa, já que jogou na faculdade ali do lado — e simplesmente despenca nos dois primeiros jogos dos playoffs. É de dar dó.

    O Reaves nasceu no Arkansas, jogou na Universidade de Oklahoma, e galera de lá costumava chamar ele de “Hillbilly Kobe”. Tipo, o Kobe caipira mesmo. E todo mundo foi lá assistir o garoto que saiu do interior jogar nos playoffs da NBA.

    O pesadelo do Jogo 1

    Só que aí veio a realidade. No primeiro jogo, o Austin simplesmente travou. 8 pontos em 3 de 16 arremessos. ZERO de cinco tentativas do perímetro. Mano, 18,8% de aproveitamento nos arremessos — o PIOR da história dos Lakers nos playoffs por um jogador que tentou pelo menos 15 cestas.

    “Eu tinha muita gente aqui”, disse ele depois. “Quando você não joga bem, é uma merda.” E olha, sinceramente, dá pra entender a pressão. Imagina você jogando mal na frente da família inteira, dos amigos da faculdade… Eu morro de vergonha só de pensar.

    A reação no Jogo 2

    Mas o Austin tem uma coisa que ele chama de “confiança delirante”. E no segundo jogo, ele usou exatamente isso. Saiu metendo bala e fez 31 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. Só que mesmo assim os Lakers perderam de 18 de novo.

    O pior? O cara ainda se envolveu numa treta com a arbitragem que viralizou. “Ele virou e gritou na minha cara… achei desrespeitoso”, reclamou o Austin. “Somos homens adultos. Se eu fizesse isso primeiro, teria levado técnica.”

    E não é que ele tá errado? A arbitragem foi um lixo mesmo. 10 faltas só pros Lakers numa sequência onde o Thunder fez 14 lances livres. Os caras perderam várias chamadas óbvias. Foi revoltante de assistir.

    Oklahoma não é mais casa

    O mais interessante é que quando perguntaram se Oklahoma ainda significava “casa” pra ele, o Reaves foi direto: “Na verdade, não”. O cara tá em Los Angeles há cinco anos já. Quando tem folga, volta pro Arkansas mesmo, não pra Oklahoma.

    É engraçado como as coisas mudam, né? Aquele lugar que era tudo na vida dele agora é só mais uma parada no calendário da NBA. Mais uma memória.

    Agora a série volta pra Los Angeles, e os Lakers precisam MUITO que o Austin apareça. Porque tomar 2-0 em casa dos caras é complicado, mas ainda dá pra virar. Vocês acham que ele consegue se recuperar dessa volta traumática pra “casa”?

  • Nuggets em crise: tudo pode mudar, menos Jokic e o técnico

    Nuggets em crise: tudo pode mudar, menos Jokic e o técnico

    Cara, que fase complicada pros Nuggets. Um time que muita gente (inclusive eu) via chegando às Finais simplesmente caiu na primeira rodada pros Timberwolves. E agora? Josh Kroenke, presidente da franquia, foi bem claro: tudo tá na mesa pra mudança — menos trocar o Jokic ou demitir o técnico David Adelman.

    Olha, eu entendo a frustração do cara. “Qualquer coisa que um fã sinta, eu sinto mil vezes mais”, disse Kroenke na coletiva pós-temporada. E não é pra menos — Denver tinha tudo pra fazer barulho nos playoffs, mas Minnesota simplesmente mostrou mais versatilidade no ataque e igualou a intensidade física dos Nuggets.

    Jokic fica, óbvio

    A extensão do Jokic é moleza — ele pode assinar, vai receber o máximo, e já disse que quer ser um Nugget “para sempre”. Sinceramente, ainda bem, né? Imagina perder um cara que é candidato eterno ao MVP por bobeira.

    O técnico David Adelman também tá garantido pro ano que vem. “Tenho total confiança no Coach Adelman”, falou Kroenke. “Ele fez um trabalho do caramba na temporada toda, considerando tudo.” Bom, pelo menos a base técnica continua.

    O problema é o salary cap

    Agora vem a parte complicada. Peyton Watson teve uma temporada absurda — e justamente quando ele se machucou nos playoffs, deu pra ver o quanto faz falta. Só que ele é agente livre restrito e vários times estão de olho. Re-contratar ele provavelmente significa entrar no segundo nível do salary cap, coisa que Denver nunca fez.

    Por isso, tudo indica que vão ter que trocar um titular. Fontes da liga já especulam sobre Christian Braun ou Cameron Johnson saindo. É foda, mas o dinheiro aperta mesmo.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem se reestruturar mantendo a competitividade? Com Jokic no auge, cada ano perdido dói demais. A janela tá aberta, mas o salary cap não perdoa ninguém na NBA.

  • Steve Kerr renovando? Tudo por causa do Curry mesmo

    Steve Kerr renovando? Tudo por causa do Curry mesmo

    Galera, saiu a notícia que o Steve Kerr renovou por mais dois anos com os Warriors. E sinceramente? A motivação por trás disso é até meio romântica.

    O técnico ficou um ano inteiro se questionando se 12 temporadas no comando não seriam suficiente. Cara, imagina a cabeça do homem — 100 milhões de dólares no bolso, quatro anéis, vaga garantida no Hall da Fama. Qualquer um pensaria em aposentar o apito, né?

    “Nunca vou abandonar o Steph”

    Mas aí que tá o lance. Em dezembro passado, Kerr foi direto ao ponto: “Eu nunca vou deixar o Steph Curry”. E cara, parece que ele estava falando sério mesmo.

    Depois da eliminação nos play-ins (que dor), Kerr deixou claro que o Curry é peça fundamental na decisão dele. “Não quero me afastar do Steph”, disse em abril. É como se fosse um casamento profissional que nenhum dos dois quer terminar.

    Olha, eu entendo completamente. Você constrói uma parceria de 12 anos, ganha quatro títulos juntos, e de repente vai embora? Seria meio como um divórcio depois de uma união próspera. O Kerr mesmo admitiu que seria difícil lidar com esse tipo de separação.

    Curry ainda é um monstro

    E não é só sentimentalismo não. O cara de 38 anos ainda mete 35 pontos em 36 minutos, como fez contra os Clippers nos play-ins. Sete bolas de três! O maluco tá voando pela quadra mais que qualquer um na liga.

    “O Steph ainda tem tudo”, disse Kerr depois daquela partida. “Você viu na outra noite. Ele ainda consegue fazer isso.” E realmente, ver o Curry jogando daquele jeito com quase 40 anos é de arrepiar.

    Sinceramente acho que o Kerr tá certo. Por que você largaria um cara que ainda joga desse jeito? É diferente do LeBron ou do Durant — o Steph ainda corre igual um jovem, sai de tela que é uma loucura.

    Mas e o resto do time?

    Agora a real: só o Curry não ganha campeonato. Os Warriors mal conseguiram ficar entre os seis melhores do Oeste na temporada passada. E olhando os playoffs atuais, fica claro que eles precisam de reforços pesados.

    O Kerr sabe disso. Joe Lacob e Mike Dunleavy vão ter que fazer umas jogadas no mercado se quiserem que essa renovação valha a pena. Porque técnico bom eles já têm, craque também — falta o elenco de apoio.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem montar um time competitivo pro Curry e Kerr tentarem mais um título? Ou essa renovação é mais sobre não querer se separar de uma parceria histórica?

    Uma coisa é certa: enquanto o Curry estiver jogando nesse nível absurdo, o Kerr vai estar lá do lado da quadra. E olha, como fã de basquete, eu não reclamo não. Essa dupla ainda pode aprontar muito.

  • Warriors já miram extensão do Curry pro verão — e eu tô aqui pra isso

    Warriors já miram extensão do Curry pro verão — e eu tô aqui pra isso

    Olha, eu já sabia que isso ia rolar. Com o Steve Kerr renovado por mais dois anos, agora é hora dos Warriors correrem atrás do que realmente importa: manter o Stephen Curry vestindo dourado até ele se aposentar.

    O cara tem mais um ano de contrato pela bagatela de 62,6 milhões de dólares pra temporada 2026-27. Sessenta e dois milhões! E a partir de 29 de agosto, Golden State já pode sentar com o Chef pra bater o martelo numa extensão.

    Curry nunca vai sair de lá (e nem deveria)

    Sinceramente, alguém aí tem dúvida de que o Curry vai assinar? O cara É o Warriors. Nunca jogou em outro time na NBA, construiu um império em San Francisco, ganhou quatro títulos… Seria loucura ele ir embora agora.

    E olha que contexto interessante: os Warriors estão desesperados pra melhorar o elenco nesse verão. Ficaram fora dos playoffs este ano — segunda vez nas últimas três temporadas. Isso deve doer no ego de todo mundo lá, principalmente do Curry que tá acostumado a brigar pelo topo.

    A pressão tá gigante

    Vamos combinar uma coisa — os caras não podem mais desperdiçar os anos finais do melhor arremessador da história. O Curry fez 36 anos, ainda joga em alto nível (média de 26.4 pontos na temporada passada, absurdo), mas o relógio tá correndo.

    A diretoria sabe disso. Por isso a correria pra renovar logo com ele e focar em trazer peças que façam sentido. Porque convenhamos, ver o Warriors brigando pra entrar no play-in é meio deprimente pra quem se acostumou com aqueles times monstros de 2015-2019.

    Vocês acham que conseguem montar mais um time competitivo ao redor do Curry? Ou já era a dinastia mesmo?

  • Ingram opera o calcanhar e promete voltar com tudo pros Raptors

    Ingram opera o calcanhar e promete voltar com tudo pros Raptors

    Brandon Ingram passou pela faca. O astro dos Raptors fez uma cirurgia no calcanhar direito e, sinceramente, era algo que já estava incomodando há um tempão.

    A equipe canadense confirmou que o cara removeu um esporão no calcanhar — aquela parada chata que fica cutucando e deixa qualquer um maluco de dor. A cirurgia foi feita pelo Dr. Martin O’Malley em Nova York, no Hospital for Special Surgery (que é tipo o Sírio-Libanês da NBA, só que pra osso).

    O que rolou nos playoffs?

    Olha, deu pra perceber que o Ingram não estava 100% na pós-temporada. O cara que fez média de 21.5 pontos na temporada regular despencou pra apenas 12 pontos por jogo contra os Cavaliers. E aquele aproveitamento de 32.8% nos arremessos? Doeu até em mim vendo.

    Teve um lampejo no Jogo 4 — 23 pontos numa vitória importante — mas no geral ficou claro que algo estava errado. Jogar apenas cinco dos sete jogos da série também não ajudou nada.

    Agora faz sentido, né? Imagina tentar fazer aquelas arrancadas explosivas dele com um esporão cutucando o calcanhar a cada passada. Deve ter sido um inferno.

    E agora, volta quando?

    A boa notícia é que os médicos estão otimistas. A expectativa é que ele esteja 100% recuperado pro training camp em setembro. Ou seja, temporada que vem ele volta com tudo — sem dor, sem limitação.

    E olha, precisava mesmo. Os Raptors têm ainda dois anos e US$ 81.9 milhões investidos nele. É muito dinheiro pra deixar um cara jogar mancando por aí.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível de All-Star que mostrou na temporada regular? Eu tô confiante. Sem dor no calcanhar, o Ingram é um problema sério pra qualquer defesa da liga.

  • Rui Hachimura tá voando nos playoffs dos Lakers

    Rui Hachimura tá voando nos playoffs dos Lakers

    Cara, tem jogador que simplesmente nasce pra playoffs. E o Rui Hachimura tá provando isso de novo — o japonês virou um verdadeiro monstro quando a coisa aperta nos Lakers.

    Olha, vou ser sincero: quando vi os Lakers enfrentando o OKC sem o Luka Dončić, pensei “ó o papai”. Thunder é o time mais profundo da liga, tem o Chet Holmgren que quase levou o DPOY, e os Lakers tão em desvantagem clara. Mas aí o Rui resolve aparecer e lembrar todo mundo porque playoff é outra parada.

    O cara tá automatico de 3

    Não é exagero: Hachimura tá acertando 57.1% das bolas de 3 nesses playoffs. Cinquenta e sete por cento, pessoal! E não são nem tentativas fáceis — são mais de cinco por jogo. Ano passado contra o Minnesota ele já tinha mostrado serviço com 48%, mas agora tá simplesmente absurdo.

    O mais louco é que na temporada regular ele liderou a liga nos arremessos de média distância com 55.6%. Aquela jogada que todo mundo fala que “morreu” no basquete moderno? O Rui tá provando que nos playoffs ela volta com tudo. Principalmente quando os times focam em tirar as bandejas e as bolas de 3 normais.

    No jogo 2 contra o Thunder, com os Lakers perdendo por 11-4 logo no começo, foi o japonês que quebrou o gelo. Pegou um passe do LeBron no canto, Holmgren grudado nele, e meteu a bola limpa. Desses lance que você fala “nossa, que frieza”.

    Histórico dos Lakers e agência livre

    Quer um dado que me impressionou? O cara já é o nono maior arremessador de 3 da HISTÓRIA dos Lakers. Isso mesmo, na frente de uma galera que a gente nem imagina. E detalhe: ele tem o recorde de maior aproveitamento de 3 pontos em playoffs da NBA, com 51%.

    Mas aqui vem o drama: Hachimura tá no último ano de contrato e vai virar agente livre. Os Lakers têm os Bird Rights dele, então podem renovar por qualquer valor, mas a situação financeira do time é complicada. É aquele dilema clássico — você segura um cara que tá voando ou aposta em algo diferente?

    Na minha visão, seria loucura deixar o Rui sair de graça. O cara não é perfeito — a defesa ainda patina, não tem o atletismo ideal pro garrafão — mas olha o que ele tá entregando quando mais precisa. Vocês acham que vale apostar todas as fichas nele?

    Uma coisa é certa: nos playoffs, onde cada posse conta e os times estudam cada movimento seu, ter um cara que simplesmente não erra de 3 é ouro puro. E o Hachimura tá provando que playoff é mesmo o dele.

  • Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Olha, depois da eliminação precoce pros Timberwolves, o Denver Nuggets tá meio que prometendo fazer uma limpa no elenco. Mas calma aí — o Jokic não sai de jeito nenhum.

    Josh Kroenke, presidente do time, foi bem direto quando falou com a imprensa: “Tudo tá em aberto, exceto trocar o Nikola.” Cara, imagina se eles fossem loucos de trocar um tricampeão de MVP? Seria a maior burrice da história da NBA.

    A temporada que nunca aconteceu

    Sinceramente, esse ano foi complicado pro Nuggets. O Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular por causa de lesões. Christian Braun, Cam Johnson, Peyton Watson — todo mundo machucado em algum momento. Como que você monta uma química de time assim?

    E o pior é que mesmo com o Anthony Edwards dos Wolves perdendo dois jogos por lesão no playoff, eles ainda eliminaram Denver em seis. Isso dói, né?

    “Foi uma temporada que nunca existiu de verdade, porque esse grupo nunca teve a chance de mostrar ritmo de jogo”, falou o Kroenke. E ele não tá errado — é difícil desenvolver entrosamento quando metade do elenco tá no departamento médico.

    Murray pode ser o primeiro a vazar

    Agora, quem pode estar com os dias contados? Jamal Murray parece ser candidato número um. Cara fez uma baita temporada — 25.4 pontos de média, primeiro All-Star da carreira —, mas tá ganhando 50 milhões de dólares na próxima temporada. É muito dinheiro, mesmo pra NBA.

    Murray e Jokic são parceiros há 10 anos. Dez! Mas às vezes o negócio é assim mesmo: você precisa mexer pra não ficar parado no tempo. Aaron Gordon também pode entrar nessa dança — ele tá em Denver desde março de 2021 e pode render uma boa troca.

    E vocês acham que tá certo mesmo mexer no elenco? Porque o Jokic não jogou bem contra Minnesota, não vou mentir. 44.6% nos arremessos de quadra, 19.4% do perímetro. O Rudy Gobert fez um trabalho monstro na defesa, neutralizou bastante o sérvio.

    Mas né, o cara tem 31 anos e continua sendo um dos melhores do mundo. O problema não é ele — o problema é que desde o título em 2023, eles só chegaram numa final de conferência. Pra um time com esse talento todo, é pouco.

    Agora é esperar pra ver o que rola na offseason. Jokic vai continuar sendo o rei de Denver, mas o resto do castelo pode mudar bastante.

  • Kenny Atkinson muda o discurso: agora quer que os Cavs se adaptem

    Kenny Atkinson muda o discurso: agora quer que os Cavs se adaptem

    Olha, o Kenny Atkinson mudou completamente o papo esse ano. Lembram dele reclamando dos árbitros nos playoffs do ano passado contra o Pacers? Pois é, esquece isso. Agora ele tá cobrando os próprios jogadores.

    Os Cavs perderam os dois primeiros jogos da segunda rodada contra o Detroit Pistons, e a história é sempre a mesma: o físico pesado dos Pistons tá destruindo Cleveland. Mas dessa vez, Atkinson não quer saber de desculpa.

    “É problema nosso, não dos árbitros”

    “É nossa responsabilidade nos adaptar à forma como o jogo está sendo apitado”, disse o técnico no sábado. “Isso não é culpa dos árbitros. É nosso trabalho nos adaptar e entender como o jogo está sendo chamado.”

    Cara, que diferença de postura, né? Ano passado ele tava pistola com a arbitragem quando o Evan Mobley e o De’Andre Hunter ficaram fora do Jogo 2. Agora ele virou a chave e tá cobrando responsabilidade do time.

    E olha, o J.B. Bickerstaff, técnico do Pistons, não tá nem ligando. O cara foi direto: “Nós simplesmente desgastamos vocês. Batemos legalmente, empurramos legalmente. Somos pegajosos legalmente e simplesmente dificultamos tudo.”

    O trio de estrelas tá sofrendo

    O problema é real. Donovan Mitchell, James Harden e Evan Mobley estão sentindo na pele esse estilo físico. Mitchell teve a taxa de lances livres cortada pela metade comparado à temporada regular. O Harden tá tendo dificuldade pra valorizar as posses. E o Mobley? Nem conseguiu chegar nas suas posições favoritas nos dois primeiros jogos.

    Atkinson fez uma analogia interessante com NBA 2K — disse que a “barra de stamina” do time tava muito baixa no final dos jogos. “Toda vez que você leva uma pancada ou corre um sprint, seu nível de energia desce. Acho que existe essa correlação entre fadiga e arremesso, e é por isso que eles tentam cansar os times.”

    E os números não mentem. Cleveland teve seu terceiro pior jogo de arremessos de 3 da temporada (21.9%), incluindo um 0-11 no quarto período. Muitos desses arremessos estavam livres, cara!

    A pergunta que não quer calar

    Sinceramente, não sei como você prepara um time pra mais físico a essa altura da temporada. Os Cavs nunca foram conhecidos por jogar esse estilo mais pegado desde que foram montados.

    Vocês acham que Cleveland consegue se adaptar rapidamente? O Atkinson tá confiante: “Se pegarmos esse jogo, a série tá aberta. Nós estávamos lá. Não acho que jogamos bem. Vamos jogar bem. Vamos pegar esse.”

    O Jogo 3 vai mostrar se essa mudança de mentalidade do técnico vai funcionar ou se os Pistons vão continuar impondo seu ritmo físico. Uma coisa é certa: não dá mais pra usar os árbitros como desculpa.

  • Kerr fica! Warriors renovam com técnico por mais 2 anos

    Kerr fica! Warriors renovam com técnico por mais 2 anos

    Galera, aconteceu o que eu não esperava mais: Steve Kerr vai continuar no comando dos Warriors! O técnico acabou de assinar um contrato de dois anos com Golden State, mantendo-se como o treinador mais bem pago da liga.

    Olha, depois da temporada decepcionante que os Warriors tiveram — apenas 37 vitórias e eliminação no play-in —, o clima era de que Kerr ia vazar. Todo mundo achava que era hora de mudança, especialmente com o time planejando a era pós-Curry (que tá com 38 anos e perdeu 39 jogos na última temporada por problemas no joelho).

    Por que ele decidiu ficar?

    A resposta é simples: Curry e Draymond Green. Em entrevista, Kerr disse que não conseguia abandonar esses caras. E sinceramente? Eu entendo completamente. Depois de quatro títulos juntos e 12 anos de parceria, deve ser difícil mesmo sair de uma dinastia assim.

    O Draymond foi direto ao ponto depois da eliminação pros Suns: “Espero que ele seja nosso técnico ano que vem… Tivemos muita sorte de ter o Steve como técnico por 12 anos.” Cara, isso aí é lealdade pura.

    E agora, o que vem por aí?

    Bom, com Kerr garantido, a próxima missão é renovar com Curry — que também está no último ano de contrato. Mas vamos ser realistas aqui: esse time precisa de uma reformulação urgente. Golden State como está hoje é velho e pouco atlético.

    O Curry aos 38 anos ainda é um monstro, mas o corpo já não aguenta 82 jogos. E o resto do elenco? Precisa de sangue novo, principalmente considerando que nos últimos quatro anos (desde o último título), os Warriors ou ficaram fora dos playoffs ou caíram no segundo round.

    Com o Draft Lottery rolando no domingo, os Warriors vão ter que começar a reconstruir esse roster — e não só pensando na próxima temporada com Curry, mas no futuro da franquia.

    Vocês acham que Kerr consegue mais um título com essa geração? Ou será que é hora mesmo de passar o bastão? Com um currículo de 604-353 na temporada regular e quatro anéis, o cara já provou seu valor. Agora é ver se consegue um milagre com esse time envelhecido.