Autor: Leandro Amorim

  • Harden cala críticos e Mitchell brilha na virada histórica dos Cavs

    Harden cala críticos e Mitchell brilha na virada histórica dos Cavs

    Cara, que jogaço foi esse dos Cavs! Donovan Mitchell com 35 pontos e James Harden calando todos os críticos nos minutos finais — os caras viraram o jogo contra o Detroit quando ninguém mais acreditava. 116 a 109 no fim, série agora 2-1 para os Pistons.

    O mais absurdo de tudo? Detroit teve 17 arremessos a MAIS que Cleveland e mesmo assim perdeu por 7 pontos. Isso é coisa de maluco, sinceramente. Mostra que às vezes não é quantidade, é qualidade.

    Harden respondeu na hora H

    Olha, eu vou ser honesto: o Harden estava levando porrada da crítica (e com razão) depois de duas performances horríveis nos primeiros jogos. Mais erros de ataque que cestas convertidas em quatro jogos dos playoffs? Pesado.

    Mas no último quarto, o cara simplesmente lembrou que já foi MVP dessa liga. Primeiro acertou um stepback no meio da área (sim, aquele arremesso que ele odiava no Houston mas agora virou marca registrada). Depois enfiou uma bandeja por cima do Jalen Duren. E pra fechar? Uma bomba de três na cara do Tobias Harris com 25 segundos no relógio.

    “Que crítica?”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre as cobranças. Monstro.

    Spider-Man não decepciona em casa

    Mitchell foi simplesmente perfeito. 35 pontos, 10 rebotes, 13/24 nos arremessos. O cara carregou o time nas costas quando precisava, especialmente no terceiro quarto quando tudo estava desandando.

    A dupla Mitchell-Harden funcionou exatamente como o Cleveland imaginava quando montou esse time. Um criando, o outro finalizando, e vice-versa. Nos minutos finais, eles se revezaram nas jogadas decisivas.

    O engraçado é que Detroit teve muito mais posses de bola, mas Cleveland foi cirúrgico. Cada arremesso importava, cada jogada era pensada. É basquete de playoff no seu melhor.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem empatar a série no jogo 4? Porque se o Harden mantiver esse nível, essa série pode ficar muito interessante. Detroit ainda tem a vantagem, mas agora Cleveland mostrou que pode brigar de igual para igual.

  • Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Mano, os playoffs estão pegando fogo e algumas coisas já estão praticamente definidas. Os Knicks e o Thunder chegaram nos 99% de probabilidade de avançar para as finais de conferência — isso é basicamente certeza matemática no mundo das apostas.

    Os Knicks atropelaram o 76ers por 108-94 no Jogo 3 e agora lideram por 3-0. Sinceramente? Game over. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. É estatística pura: 99% de chance de chegar na final do Leste pelo segundo ano consecutivo.

    Wembanyama está jogando um basquete absurdo

    Mas cara, quem tá me impressionando mesmo é o Wembanyama. O francesinho fez 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos contra o Minnesota. ABSURDO. Os Spurs viraram a série pra 2-1 e agora têm 92% de chance de avançar — uma subida gigantesca nas odds depois dessa performance monstruosa.

    O garoto tá mostrando porque foi a primeira escolha do draft. Aos 20 anos, fazendo o que veteranos não conseguem fazer nos playoffs. É de arrepiar.

    Thunder dominando sem nem forçar a barra

    Já o Thunder… meu Deus. 99% de probabilidade também, mas o mais louco é que o Shai Gilgeous-Alexander nem está jogando no nível MVP dele. E mesmo assim estão massacrando os Lakers (que nem têm o Doncic — peraí, Doncic é dos Mavs, não dos Lakers… enfim, Lakers sem estrelas mesmo).

    Os coadjuvantes como Ajay Mitchell e Jared McCain estão brilhando. Isso mostra a profundidade do elenco que o Sam Presti montou. Quando você não depende só das suas estrelas principais, é sinal de que o time está maduro pra buscar título.

    E olha as odds para o título: Thunder favorito com -165, seguido pelos Spurs (+320), Knicks (+700) e Pistons (+1600).

    Vocês acham que algum time ainda consegue uma virada histórica ou os favoritos vão mesmo confirmar? Eu tô com um pé atrás com essas certezas todas…

  • Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Mano, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Victor Wembanyama simplesmente decidiu fazer história nos playoffs da NBA, e fez isso do jeito mais absurdo possível: 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos na vitória por 115-108 sobre o Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1, e eu tô começando a acreditar que esse menino francês pode levar San Antonio longe mesmo.

    Na companhia dos grandes

    O que mais me impressiona é que Wemby entrou pra um clube seleto. Desde 1973 (quando os tocos viraram estatística oficial), apenas quatro caras conseguiram fazer pelo menos 35 pontos, 15 rebotes e 5 bloqueios em um jogo de playoff. Os outros três? Hakeem Olajuwon, Shaquille O’Neal e Kareem Abdul-Jabbar. Só gigante histórico, cara.

    “É bom ser mencionado junto com os grandes”, disse Wemby depois do jogo. E olha, ele trabalhou diretamente com o Hakeem no verão passado, e dava pra ver isso na quadra. No último quarto, quando a coisa apertou, ele sacou uns movimentos que eram pura escola do Dream Team.

    Destruição total no ataque

    Os números do francesão foram de outro planeta: 72,2% de aproveitamento nos arremessos, incluindo 3 de 5 do perímetro. Ele virou o primeiro jogador desde LeBron James (em 2012) a fazer pelo menos 35 pontos e 15 rebotes acertando mais de 70% dos chutes. Absurdo!

    E na defesa? O cara segurou Minnesota em apenas 4 de 21 nos arremessos contestados. Rudy Gobert, que já foi quatro vezes melhor defensor da liga, virou boneco nas mãos do Wembanyama. Teve até uma enterrada do francês que eu juro que quebrou a cesta do Target Center.

    Anthony Edwards tentou responder com 32 pontos pelos Wolves, e chegou a fazer 12 pontos nos dois minutos finais do primeiro quarto pra virar um 18-3 inicial dos Spurs. Mas não teve jeito — quando Wemby tá assim, não tem quem segure.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me chamou atenção foi a maturidade do garoto depois do jogo. Aos 22 anos, fazendo uma das maiores atuações da história dos playoffs, e o cara falando que “ainda não fizeram nada”. Essa mentalidade me lembra muito o Tim Duncan nos velhos tempos dos Spurs.

    “Às vezes parece que estar em um ambiente mais hostil nos força a elevar nosso jogo”, disse Wembanyama. E sinceramente? Eu acho que ele tá certo. Os Spurs sempre foram assim — quanto maior a pressão, melhor eles jogam.

    Vocês acham que o Wemby consegue sustentar esse nível? Porque se conseguir, essa série tá longe de acabar. O jogo 4 é domingo, e eu já tô contando as horas pra ver se ele consegue repetir a dose.

  • Chris Finch detona árbitro Tony Brothers: ‘Completamente sem profissionalismo’

    Chris Finch detona árbitro Tony Brothers: ‘Completamente sem profissionalismo’

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra na NBA, mas o que rolou entre Chris Finch e o árbitro Tony Brothers no jogo 3 entre Timberwolves e Spurs foi de outro nível. O técnico do Minnesota saiu do jogo pistola e não poupou palavras na entrevista coletiva.

    A confusão toda começou no último quarto, quando Finch tentou pedir tempo técnico com 5:12 restando no cronômetro. O cara estava vendo que a jogada não ia dar em nada e quis parar o jogo. Só que o Brothers simplesmente ignorou o pedido e deixou a bola rolar até os 5:09.

    “Eu quero meus três segundos de volta”

    Depois do jogo, Finch contou exatamente o que aconteceu: “Eu falei pra ele: ‘quero meus três segundos de volta’. O cara me ouviu claramente pedindo timeout, olhou na minha direção, me ignorou e deixou a jogada seguir. Quase custou uma bola perdida pra gente.”

    Sinceramente, três segundos podem não parecer muito, mas na NBA isso é uma eternidade. Qualquer um que acompanha basquete sabe disso. E pior: depois que finalmente concedeu o tempo, o Brothers foi tirar satisfação com o técnico!

    Naz Reid vira pacificador

    A situação esquentou tanto que Naz Reid, o pivô do Minnesota, teve que entrar no meio dos dois pra separar a briga. Imagina a cena: um jogador tendo que apartar técnico e árbitro!

    Mas não parou por aí. Finch disse que depois perguntou pro Brothers de onde seria a reposição de bola — uma pergunta técnica normal, né? Aparentemente isso irritou ainda mais o árbitro.

    “Ele perdeu a linha”, disparou Finch sobre Brothers.

    Tony Brothers é um dos árbitros mais conhecidos da liga, mas também um dos mais polêmicos. O cara já se envolveu em outras confusões ao longo da carreira. Na minha opinião, árbitro tem que manter a compostura sempre, independente da situação.

    E vocês, o que acham? Técnico tem o direito de cobrar quando o árbitro demora pra conceder um timeout óbvio? Ou Finch exagerou na crítica?

  • Giannis quer sair dos Bucks? E olha só onde ele quer jogar…

    Giannis quer sair dos Bucks? E olha só onde ele quer jogar…

    Gente, a bomba já começou a rolar nos bastidores da NBA. O Giannis Antetokounmpo, o Greek Freak em pessoa, aparentemente não está mais satisfeito em Milwaukee. E sinceramente? Depois de ver os Bucks lutando pra se manter relevantes, eu até entendo o cara.

    A informação que chegou até mim é que vários times já estão preparando suas melhores ofertas de troca para o verão. Warriors, Rockets, Trail Blazers… todo mundo quer botar a mão no bicampeão de MVP. Mas aqui vem o plot twist que ninguém esperava.

    O Greek Freak tem preferências bem claras

    Segundo fontes próximas ao jogador, o Giannis não quer ir pra qualquer lugar não. O cara tem uma preferência bem específica: quer continuar no Leste, mas jogando por um time que realmente brigue pelo título. Faz todo sentido, né?

    Olha, depois de ganhar aquele anel em 2021 e ver o time desmoronando aos poucos, eu entendo perfeitamente a frustração dele. O cara deu tudo por Milwaukee, mas basketball é negócio também.

    Na lista dos possíveis destinos estão Celtics, Heat e até os Raptors. Imaginem o Giannis com a camisa verde dos Celtics? Seria absolutamente monstruoso. Ou então no Heat, com a cultura do Pat Riley? Nossa Senhora…

    Knicks e outros times na espreita

    Não para por aí. Os Knicks também podem entrar na briga, assim como Timberwolves e Cavaliers – especialmente se essas equipes não chegarem onde querem nos playoffs deste ano.

    O que me chama atenção é que o Giannis só vira agente livre em 2027, então ele tem bastante poder de negociação pra escolher seu destino. É aquela situação clássica: o jogador manda no próprio futuro.

    Vocês acham que ele realmente sai de Milwaukee? Na minha visão, se os Bucks não conseguirem montar um elenco competitivo ao redor dele até o fim desta temporada, a saída é praticamente certa. O cara já deu o que tinha que dar por lá.

    E aí, qual time vocês acham que seria o encaixe perfeito pro Greek Freak? Eu, particularmente, morro de curiosidade pra ver ele com a camisa do Heat. Seria o casamento perfeito entre talento individual e cultura vencedora.

  • Giannis pode forçar trade e já tem time em mente, diz jornalista

    Giannis pode forçar trade e já tem time em mente, diz jornalista

    Olha, eu sempre achei que essa história de trade do Giannis era mais especulação da mídia americana do que realidade. Mas agora a coisa tá ficando séria.

    Sam Amick, do The Athletic — que é um dos caras que mais entende de bastidores na NBA — foi no programa Run It Back da FanDuel TV e soltou uma bomba: o Greek Freak não só pode ser trocado como provavelmente vai escolher pra onde quer ir.

    Giannis vai meter o pé na porta

    “O Giannis vai ter voz ativa nisso”, disse Amick. “Ele vai colocar o pé na balança e acho que em algum momento vai pressionar por um time específico que ele quer jogar.”

    Cara, isso muda tudo. Uma coisa é o Milwaukee decidir trocar o cara — outra completamente diferente é o próprio Giannis batendo o pé e falando “quero ir pra time X”. Quando um astro desse nível faz isso, a franquia meio que não tem escolha.

    Me lembra muito o que rolou com o Kawhi em San Antonio, o AD em New Orleans… quando o cara quer sair e já tem destino em mente, é praticamente impossível segurar.

    Milwaukee pode usar isso a favor

    Mas tem um lado interessante nisso tudo que o Amick tocou. Se o Giannis realmente empurrar pra um time específico, Milwaukee pode usar essa situação pra “resetar a franquia de uma forma positiva”.

    “Talvez eles consigam o tipo de pacote que realmente faça a diferença — construir com peças jovens promissoras ou até mesmo alguns astros”, explicou o jornalista.

    Sinceramente? Faz sentido. Os Bucks tão numa situação complicada mesmo. Time envelhecido, sem muito futuro no draft, teto salarial estrangulado… Se o Giannis quer sair mesmo, melhor fazer isso direito e receber um pacotão de volta.

    E aí, vocês acham que o Greek Freak realmente vai forçar uma saída? E qual time vocês apostam que ele tem em mente? Miami sempre aparece nessas especulações, mas eu não duvido nada de uma surpresa rolando…

    Uma coisa é certa: se isso acontecer, vai ser o trade da década. Estamos falando de um bicampeão de MVP, cara que levou Milwaukee ao título em 2021. Não é qualquer negociação não.

  • O Jazz pode virar uma bomba se ganhar a loteria do Draft

    O Jazz pode virar uma bomba se ganhar a loteria do Draft

    Olha, eu sei que parece loucura falar isso, mas se o Utah Jazz ganhar a loteria da NBA esse ano, a liga inteira pode ter um problemão nas mãos. E não estou exagerando não.

    A galera não tá prestando atenção no que aconteceu em Salt Lake City essa temporada. Enquanto todo mundo achava que o Jazz tava fazendo tanking igual os outros times, os caras estavam jogando um basquete sério — e ganhando de times grandes.

    Os caras bateram em todo mundo

    Sério, dá uma olhada nessa lista: Clippers, Suns, Celtics, Rockets, Pistons, Spurs, Cavaliers, Timberwolves, Heat e Warriors. Isso mesmo, eles bateram nesses times todos durante a temporada. Cada vitória dessas me deixava mais impressionado, porque mostrava que não era sorte — era time mesmo.

    O Will Hardy tá fazendo um trampo absurdo por lá. O Keyonte George deu um salto gigantesco, o Cody Williams começou a mostrar que pode ser peça importante, e até o Jusuf Nurkic voltou a jogar como gente grande. Sem contar que o Kevin Love ainda tem alguns jogos mágicos no tanque.

    Na minha visão, esse Jazz já seria playoff mesmo sem ganhar a loteria. Mas aí que tá o negócio…

    E se eles ganharem a primeira escolha?

    Cara, imagina só: você pega essa base que já funciona e adiciona um cara tipo Cooper Flagg ou Ace Bailey. De repente, o Jazz não é mais só um time de playoff — vira candidato real ao título.

    A defesa sempre foi a preocupação, mas com Jaren Jackson Jr. chegando pra jogar ao lado do Walker Kessler, e tendo o Lauri Markkanen na frente… mano, é muito tamanho e proteção de aro. Se o Hardy conseguir fazer essa defesa funcionar no top-15 da liga (e pode ser melhor que isso), aí a coisa fica séria mesmo.

    Vocês acham que a NBA tá preparada pra um Jazz brigando pelo título? Porque eu sinceramente acho que não. Todo mundo ainda vê eles como aquele time pequenininho de Utah, mas essa narrativa pode mudar rapidinho.

    O mais louco é que tudo vai se decidir numa única noite. Uma bolinha pode transformar o Jazz de azarão pra candidato legítimo. E olha, depois de tudo que eles mostraram essa temporada jogando com garra e superando expectativas, eu não duvido de mais nada.

  • Wemby com 39 pontos! Spurs dominam Wolves e abrem 2-1 nos playoffs

    Wemby com 39 pontos! Spurs dominam Wolves e abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o Victor Wembanyama tá simplesmente inacreditável nesses playoffs. 39 pontos no último jogo contra o Minnesota — trinta e nove! O francesão tá carregando os Spurs nas costas rumo às finais do Oeste.

    A situação tá assim: San Antonio lidera a série por 2-1 e vai pra Minneapolis amanhã (domingo) tentando abrir 3-1 e praticamente selar a vaga. E olha, do jeito que o Wemby tá jogando, eu não duvido nada que eles consigam.

    O show de Wembanyama vs Edwards

    No último confronto, foi literalmente um duelo de titãs. Wembanyama com seus 39 pontos contra os 32 do Anthony Edwards. Dois monstros da liga se enfrentando nos playoffs — é isso que a gente quer ver, né?

    Mas vamos ser justos: o Edwards tá fazendo a parte dele. 32 pontos não é brincadeira. O problema é que quando você tem um cara de 2,24m fazendo de tudo na quadra (25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos de média), fica difícil competir.

    Os números não mentem

    Os Spurs terminaram a temporada com um baita de um 62-20, segundo melhor do Oeste. Enquanto isso, Minnesota fechou com 49-33 — nada mal, mas a diferença de qualidade tá clara nos playoffs.

    E tem mais: San Antonio tá convertendo mais bolas de 3 (13.6 por jogo) que Minnesota permite (12.1). Isso sem falar que a defesa dos Spurs tá segurando melhor — só 105.5 pontos sofridos nos últimos 10 jogos contra 112.1 dos Wolves.

    Julius Randle até tenta ajudar Minnesota com seus 21.1 pontos por jogo, mas sinceramente? Não tá sendo suficiente contra essa máquina de San Antonio.

    O que esperar do jogo 4?

    Olha, vou ser direto: se eu fosse apostar, ia de Spurs. Eles são favoritos por 4.5 pontos, e com razão. Wembanyama tá numa fase absurda, a equipe tá entrosada, e jogar fora de casa nos playoffs nunca foi problema pra times experientes.

    Minnesota vai tentar forçar um jogo 5 em casa, óbvio. Mas vocês acham que conseguem parar esse francês gigante? Eu tenho minhas dúvidas…

    O jogo rola domingo às 20h30 (horário de Brasília) em Minneapolis. Se os Spurs ganharem, praticamente garantem vaga nas finais do Oeste. Se Minnesota empatar a série, aí a coisa fica interessante de verdade.

  • Blazers batem o martelo: entrevistaram Sullivan e Dudley pra técnico

    Blazers batem o martelo: entrevistaram Sullivan e Dudley pra técnico

    Eita, os Blazers não estão brincando em serviço! A franquia de Portland já está entrevistando candidatos pra assumir o comando da equipe na próxima temporada, e dois nomes chamaram a atenção: Ben Sullivan (assistente do Houston Rockets) e Jared Dudley (assistente do Denver Nuggets).

    O Sullivan até que já tem experiência nessas entrevistas — no verão passado ele concorreu pra vaga no Phoenix Suns. Não rolou, mas pelo menos mostrou que tem nome no mercado. Já o Dudley, que também passou pelos Mavericks como assistente, traz aquela vivência de quem jogou na liga por anos e conhece o vestiário por dentro e por fora.

    E o Splitter? Complicou…

    Agora, aqui vem a parte interessante (e meio triste pra nós brasileiros). Segundo as informações que rolaram na quinta-feira, o Tiago Splitter — que estava comandando o time interinamente — dificilmente vai ficar com a posição de técnico principal em definitivo.

    Cara, eu confesso que torci pro nosso brasileiro dar conta do recado. O Splitter sempre foi um cara inteligentíssimo em quadra, e ver ele crescendo na carreira de treinador seria massa demais. Mas parece que a direção dos Blazers quer mesmo um nome mais experiente.

    A busca por experiência

    Faz sentido a estratégia de Portland. A equipe passou por uma temporada bem complicada, e eles precisam de alguém que consiga reorganizar o time e criar uma identidade. Tanto Sullivan quanto Dudley vêm de organizações sólidas — os Rockets tiveram uma temporada surpreendente, e os Nuggets são os atuais campeões.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que tem mais cara de dar certo em Portland? Eu fico curioso pra ver se vão apostar na experiência como jogador do Dudley ou na trajetória técnica do Sullivan. Uma coisa é certa: seja quem for, vai ter muito trabalho pela frente pra colocar os Blazers de volta nos trilhos.

  • Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Cara, que temporada foi essa do Ben McCollum em Iowa! O técnico acabou de assinar uma renovação de seis anos com a universidade, e sinceramente? Mereceu cada centavo.

    Olha só o que esse cara fez no primeiro ano dele lá: levou Iowa até a Elite Eight pela primeira vez desde 1987. PRIMEIRA VEZ EM 37 ANOS, pessoal. Imagina a pressão que não era? E o maluco entregou.

    De onde veio essa contratação histórica

    Eu lembro quando contrataram o McCollum — muita gente não conhecia muito o trabalho dele. Mas quem acompanha basquete universitário sabia que o cara tinha potencial. E agora tá aí a prova.

    O mais interessante é que a UNC (North Carolina, pros íntimos) estava de olho nele também para a vaga de técnico principal. No final, eles foram de Michael Malone, mas imagina se o McCollum tivesse topado? Iowa provavelmente não teria feito essa campanha absurda.

    Seis anos para construir algo especial

    Essa renovação de seis anos mostra que Iowa tá apostando pesado no cara. E faz todo sentido — depois de décadas sem chegar longe no March Madness, eles finalmente têm alguém que provou que pode levar o programa a outro patamar.

    Vocês acham que ele consegue repetir o feito ano que vem? Ou foi só um ano mágico mesmo? Porque uma coisa é chegar na Elite Eight uma vez, outra é manter esse nível de competitividade.

    O que mais me impressiona é como ele conseguiu organizar esse time logo na primeira temporada. Geralmente técnico novo demora um tempo para encaixar as peças, mas o McCollum parece que já chegou sabendo exatamente o que queria fazer.

    Com essa renovação garantida até 2030, Iowa pode finalmente pensar em construir algo duradouro. E quem sabe não rola uma Final Four nos próximos anos? Depois de 37 anos esperando, os torcedores de Iowa merecem sonhar alto mesmo.