Autor: Leandro Amorim

  • Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Cara, chegou o dia. A loteria do Draft da NBA acontece domingo e eu tô aqui mordendo as unhas pensando se finalmente os Nets vão conseguir uma pick alta decente.

    Olha, não vou mentir — não é o dia mais importante da franquia desde que se mudaram pro Brooklyn. Isso seria aquele junho de 2019 quando pegaram Durant, Kyrie e DeAndre Jordan de uma vez só. (Melhor nem falar do que rolou depois…)

    Mas é gigante mesmo assim. Os Nets têm 14% de chance de pegar a primeira escolha geral, empatados com Wizards e Pacers. Vocês acham que finalmente a sorte vai sorrir pra gente?

    Como funciona essa história toda

    A coisa toda rola em Chicago, no McCormick Place. A ESPN começa a cobertura às 15h (horário de Brasília vai ser 17h). O negócio funciona assim: 14 times na sala, bolinhas de ping pong sendo sorteadas numa sala super segura.

    Vince Carter vai estar lá representando os Nets — e cara, que escolha perfeita. Hall da Fama, jogou quatro anos com o time quando ainda era em New Jersey. Aliás, ele vai ser o único Hall of Famer na mesa, junto com John Wall pelos Wizards.

    Joe Tsai, o dono, vai estar na sala onde a coisa realmente acontece. Vai ser o único dono lá dentro. Até o famoso Mr. Whammy (Bruce Reznick) vai estar presente como convidado.

    As chances dos Nets (e porque eu tô nervoso)

    Então, matematicamente: 14% pra primeira pick, 13,4% pra segunda, 12,7% pra terceira e 12% pra quarta. Somando tudo, são 52,1% de chances de ficar no top 4. Não é ruim, mas também não é garantia de nada.

    O que me deixa meio bolado: os Nets NUNCA ganharam a loteria desde que estão no Brooklyn. A última vez que pegaram a primeira escolha foi em 2000, quando tinham apenas 4,4% de chance e escolheram Kenyon Martin.

    Nos últimos 15 anos, eles tiveram apenas UMA pick de loteria — a oitava do ano passado, que virou o Egor Demin. Antes disso? Derrick Favors em 2010, que foi trocado quatro meses depois no negócio do Deron Williams.

    Sinceramente, depois de tantos anos vendo esse time trocar picks por veteranos que não deram em nada, seria monstro ter uma escolha alta de verdade. Uma chance de pegar um cara que pode mudar a franquia.

    E agora?

    Olha, eu sei que odds são odds e no final das contas são só bolinhas numa máquina. Mas cara, depois de tudo que esse time passou — as trocas malucas, os veteranos caros, os playoffs frustrados — seria absurdo finalmente ter sorte na loteria.

    O que vocês acham? Será que domingo é o dia da virada? Ou vamos ver os Nets caindo pra sexta ou sétima pick de novo, como sempre parece acontecer?

    Uma coisa é certa: vou estar colado na TV domingo, torcendo pra que essas malditas bolinhas finalmente sorriam pros Nets. Afinal, depois de tanto sofrimento, a gente merece pelo menos uma alegria no Draft, não é mesmo?

  • Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Cara, parece que o Steve Hetzel virou a sensação do momento no mercado de técnicos da NBA. O assistente do Brooklyn Nets, que já tava na disputa pela vaga do New Orleans Pelicans, agora tem mais um time correndo atrás dele: o Portland Trail Blazers.

    E olha, não é qualquer interesse não. Segundo o Jake Fischer, que sempre tem as informações quentes, Hetzel tá na mira dos Blazers caso não role com os Pelicans. Pra quem não lembra, ele já trabalhou três temporadas em Portland antes de vir pro Brooklyn — então conhece a casa.

    Dame tem voz ativa na escolha

    A situação fica ainda mais interessante quando você descobre que o próprio Damian Lillard tá dando pitaco na busca pelo novo técnico. E convenhamos, se o Dame quer você como técnico, é porque confia no seu trabalho. Isso tem um peso absurdo na decisão.

    O timing é perfeito pra Hetzel também. Portland parece estar alguns passos à frente do Brooklyn na reconstrução, especialmente depois daquela temporada surpreendente onde conseguiram vaga nos playoffs com 42 vitórias no Oeste competitivo pra caramba.

    Tiago Splitter pode sair

    Por mais que o Tiago Splitter tenha feito um trabalho monstro levando os Blazers aos playoffs — algo que ninguém esperava no começo da temporada —, tudo indica que Portland quer partir pra uma contratação mais definitiva. Splitter, que também passou quatro anos no banco do Brooklyn, foi a chave certa na hora certa, mas parece que foi só uma solução temporária.

    Sinceramente, não dá pra culpar Hetzel se ele escolher Portland. A franquia tem uma estrutura mais sólida no momento, um craque como o Lillard endossando, e aquele clima de time que tá subindo na vida. E vocês, acham que ele vai aceitar a primeira proposta que aparecer ou vai esperar todas as opções?

    Uma coisa é certa: depois de anos como assistente, chegou a hora do cara mostrar do que é capaz como técnico principal. E pelo visto, não vai faltar oportunidade.

  • Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Steve Kerr renova com Warriors por mais 2 anos – aposentadoria fica pra depois

    Olha, eu confesso que achei que o Steve Kerr ia pendurar as chuteiras depois dessa última temporada meio morna dos Warriors. Mas não — o cara acaba de renovar por mais dois anos com Golden State e vai continuar sendo o técnico mais bem pago da NBA.

    Aos 60 anos, Kerr claramente ainda tem fogo no rabo pra continuar comandando a franquia que ele transformou numa dinastia. E sinceramente? Faz todo sentido. Quatro títulos desde 2014-15 não é brincadeira, mesmo que os últimos anos tenham sido meio decepcionantes.

    O contrato que mantém tudo na família

    A renovação por dois anos significa que Kerr vai poder treinar o Steph Curry por pelo menos mais uma temporada completa — já que o Baby Faced Assassin tem contrato até 2026-27. Essa dupla simplesmente não pode se separar ainda, né não?

    O valor exato do novo contrato não foi divulgado, mas a ESPN confirmou que Kerr vai continuar sendo o técnico mais bem pago da liga. Na temporada passada, ele embolsou US$ 17,5 milhões. Monstro, né? Mas convenhamos, com quatro anéis no currículo, o cara merece.

    Entre altos e baixos, ainda é referência

    Não vou mentir — os Warriors perderam um pouco do brilho nos últimos anos. Ficaram fora dos playoffs em duas das últimas três temporadas, coisa que ninguém imaginava acontecer com essa geração dourada. Mas cara, 957 vitórias em 604 derrotas na carreira? Oito aparições nos playoffs em 12 temporadas?

    Esses números não mentem. Kerr construiu algo especial em San Francisco, e mesmo com o time envelhecendo, ainda tem muito a oferecer. O cara estudou na escola do Phil Jackson como jogador e absorveu tudo — sabe como lidar com estrelas e como manter um vestiário unido.

    E aí, vocês acham que Kerr consegue levar os Warriors de volta ao topo? Ou essa renovação é só pra dar uma última chance pro core histórico do time? Uma coisa é certa: com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr comandando, nunca dá pra descartar Golden State completamente.

  • Kerr renova com os Warriors por mais 2 anos como técnico mais bem pago da NBA

    Kerr renova com os Warriors por mais 2 anos como técnico mais bem pago da NBA

    Steve Kerr vai continuar na Golden State por mais duas temporadas! O técnico que transformou os Warriors numa dinastia assinou renovação até 2027 e, pasmem, vai se manter como o treinador mais bem pago da NBA inteira.

    Olha, eu não tô nem um pouco surpreso com essa renovação. O cara simplesmente entregou 4 títulos em 10 anos — incluindo aquela campanha absurda de 2015-16 com 67 vitórias na temporada regular. Quem larga um currículo desses?

    A dinastia que mudou o basquete

    Lembram quando Kerr chegou em 2014? Era seu primeiro trabalho como técnico principal e o Warriors não ganhava nada há décadas. Aí o monstro chega e revoluciona o jogo com aquele basquete de 3 pontos que todo mundo copia hoje.

    Cinco finais consecutivas de 2015 a 2019. Quatro títulos. Aquele time do Curry, Klay, Draymond e Durant (quando ele tava lá) simplesmente dominava todo mundo. Era absurdo de assistir — e olha que eu torcia contra na maioria das vezes!

    Depois veio aquela seca de dois anos fora dos playoffs quando o Klay se machucou, mas em 2022 eles voltaram por cima. Curry finalmente ganhou o MVP das Finais que tanto mereceu.

    E agora, o que esperar?

    A situação é interessante: o contrato do Kerr vai um ano além dos contratos do Curry, Draymond e… espera, Jimmy Butler? Acho que rolou uma confusão no texto original aí, deve ser o Klay Thompson mesmo.

    De qualquer forma, a expectativa é que Curry e Draymond também renovem pra ficar além desta temporada. Faz sentido — esses caras construíram algo especial juntos e ninguém quer ver essa parceria acabar de qualquer jeito.

    Sinceramente? Acho que os Warriors ainda têm gás pra mais uma ou duas campanhas sérias. O Curry continua absurdo (aquele arremesso de 3 não envelhece), e com o Kerr comandando, sempre pode rolar uma surpresa.

    Vocês acham que esse time consegue mais um título antes do Curry pendurar as chuteiras? Eu tô na torcida — seria lindo ver o Chef levantar mais uma taça em casa.

  • Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Cara, eu preciso falar uma coisa: Austin Reaves é simplesmente um monstro mental. O que esse cara fez no Jogo 2 contra o Thunder foi uma aula de como responder às críticas da forma mais bonita possível — jogando basquete de altíssimo nível.

    Vamos contextualizar aqui. No Jogo 1, o Reaves teve uma das piores noites da vida dele: 8 pontos, 3/16 nos arremessos, 0/5 do perímetro. Foi de dar dó. E aí, vocês sabem como é né? A imprensa americana desceu o martelo. “Ele não consegue jogar nos momentos decisivos”, “não merece contrato máximo”, “é só mais um que desaparece nos playoffs”.

    Sinceramente? Eu entendo a pressão. Jogar ao lado do LeBron já é tenso, imagina ser Laker nos playoffs. Cada arremesso que você erra vira notícia nacional.

    A resposta veio no jogo seguinte

    Mas olha só como esse cara respondeu: 31 pontos (recorde pessoal nos playoffs), 10/16 nos arremessos, 3/6 de três. Contra a MELHOR DEFESA da liga, hein. Não foi contra qualquer time não.

    O mais impressionante? Ele literalmente dançou em cima do Chet Holmgren e do Isaiah Hartenstein — dois caras de mais de 2 metros que vivem tampando arremesso. E ainda driblou o Cason Wallace, que é uma das melhores defesas individuais da NBA.

    LeBron resumiu tudo perfeitamente: “Austin sendo Austin”. Traduzindo: ninguém ali ficou surpreso. Eles conhecem o cara.

    De jogador dispensado a estrela dos Lakers

    Gente, a história desse moleque é absurda. Em 2021, NENHUM TIME o draftou. Zero. Os Lakers deram uma chance com um contrato two-way (que é basicamente um “vamos ver no que dá”).

    Hoje? O cara tá elegível para assinar um contrato de quase 250 MILHÕES de dólares. Virou o segundo principal pontuador dos Lakers, passando até o LeBron na hierarquia ofensiva. Média de 23.3 pontos na temporada com 49% de aproveitamento geral.

    Na minha visão, isso mostra que o Reaves tem algo que nem todo jogador tem: confiança “delirante” (palavras dele mesmo). O cara simplesmente não deixa as críticas entrarem na cabeça.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, falou uma parada interessante: Reaves é “um dos jogadores menos conectados nas redes sociais da NBA”. Ou seja, o cara nem vê o hate. Esperto demais.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me impressiona é a capacidade de reset dele. Jogo 1 foi terrível? Esquece. Jogo 2 é uma nova oportunidade. Isso é mentalidade de grande jogador.

    Claro que os Lakers perderam o jogo mesmo assim (125-107) e estão atrás 2-0 na série. Mas o Reaves fez a parte dele e calou muita boca por aí.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível pelo resto da série? Porque se conseguir, esses Lakers podem dar muito trabalho pro Thunder ainda.

  • Giannis quer ficar no Leste – mas onde ele se encaixa mesmo?

    Giannis quer ficar no Leste – mas onde ele se encaixa mesmo?

    Galera, a novela do Giannis Antetokounmpo tá esquentando de vez. Os donos do Milwaukee Bucks já deixaram claro: ou renovam com o Greek Freak até o Draft (23 de junho), ou vão trocar ele. E agora saíram mais detalhes sobre as preferências do cara — e olha, faz todo sentido do mundo.

    Segundo o pessoal do The Athletic, o Giannis tem duas exigências bem claras: quer jogar num time que REALMENTE pode brigar pelo título, e prefere ficar na Conferência Leste. Mano, eu entendo perfeitamente. O cara tem 31 anos, acabou de passar por uma temporada frustrante em Milwaukee, e não tem tempo pra ficar esperando projeto crescer.

    A lógica por trás das escolhas

    Ficar no Leste faz sentido por várias razões. Primeiro, é mais perto da Grécia (onde ele tem casa) e de Milwaukee. Segundo — e isso é crucial — significa que ele só enfrentaria UM dos monstros do Oeste (Thunder ou Spurs) nos playoffs, não os dois.

    E sinceramente? Depois de ver como foi difícil pro Milwaukee competir ano passado, entendo a exigência dele de ir só pra um “true contender”. O cara já perdeu tempo demais tentando carregar time nas costas.

    Mas quem realmente se encaixa?

    Aí que a coisa fica interessante (e complicada). Vamos aos candidatos:

    Detroit Pistons: São um time em ascensão meteórica, mas o fit é meio esquisito. Eles já têm muito talento no garrafão, e adicionar o Giannis significaria reformular o elenco inteiro. Por enquanto, não rolou interesse deles.

    Indiana Pacers: Chegaram no jogo 7 das Finais ano passado — impressionante. Se o Tyrese Haliburton voltar 100%, podem ser uma opção real. Mas cara, aquela rivalidade Bucks vs Pacers dos últimos anos… será que o Giannis toparia mesmo? Eu tenho minhas dúvidas.

    Boston Celtics: Agora SIM estamos falando sério. Os Celtics ganharam 56 jogos, são bicampeões recentes, e o próprio Giannis já elogiou o técnico Joe Mazzulla publicamente. Uma troca centrada no Jaylen Brown? Faria sentido pra ambos os lados.

    O Boston tem um probleminha: eles vivem de arremesso de 3, mas sofrem pra criar pressão na cesta. Imagina o Giannis resolvendo isso? E ainda liberaria mais espaço pro Tatum trabalhar.

    E aí, o que vocês acham?

    Na minha opinião, Boston faz MUITO sentido. Tem estrutura, tradição, e o Giannis complementaria perfeitamente o que eles já fazem bem. Claro que perder o Jaylen Brown doeria, mas pô… é o Giannis Antetokounmpo que estamos falando.

    Resta saber se Milwaukee vai mesmo abrir mão do cara que trouxe o primeiro título da franquia. E vocês, onde acham que o Greek Freak deveria parar? Comentem aí!

  • Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, que noitada do Wembanyama! O francês simplesmente resolveu mostrar por que é considerado o futuro da NBA. 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos numa vitória por 115-108 sobre os Timberwolves em Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1 e, sinceramente, depois dessa performance absurda do Wemby, eu tô começando a acreditar que San Antonio pode ir longe nestes playoffs.

    Foi daqueles jogos que a gente vai lembrar pra sempre. O garoto de 2,21m jogou como um veterano de 10 anos de NBA, dominando dos dois lados da quadra. Atacou no garrafão, acertou de três (3/5, nada mal!), fez enterradas monstruosas e ainda protegeu o aro como se fosse dono dele. E olha que os Wolves tentaram de tudo — seguraram, empurraram, fizeram de tudo pra tirar ele do ritmo. Mas o Wemby não amoleceu.

    O jogo da vida do francês

    Eu assisto NBA há anos e posso dizer: essa foi a primeira “performance de legado” do Wembanyama. Sabe aqueles jogos que definem uma carreira? Foi isso aí. Principalmente no quarto período, quando o jogo tava pegando fogo, ele assumiu a responsabilidade e carregou o time nas costas.

    O mais impressionante foi a variedade. Não foi só um jogão de uma forma só — ele fez de tudo. Bandejou forte no garrafão, pegou passes altos pro alley-oop, abriu o jogo de três quando precisava e ainda rotacionou perfeitamente na defesa. Jogou 37 minutos levando pancada e ainda terminou com +16 no plus/minus. Monstro total.

    Spurs estão voando

    E não foi só o Wemby, né? Stephon Castle distribuiu 12 assistências (que duplo-duplo lindo), De’Aaron Fox contribuiu com 17 pontos nos momentos certos, e Julian Champagnie pegou 12 rebotes pra ajudar na batalha dos boards.

    O que mais me impressiona neste time dos Spurs é como eles cresceram durante a temporada. Lembram do início difícil? Agora olha onde estão — ganhando em Minnesota, que não é brincadeira, e com o Wemby jogando num nível que poucos caras de 22 anos conseguem alcançar.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem fechar a série em casa no jogo 4? Com o Wembanyama jogando desse jeito e a torcida de San Antonio empurrando, eu não duvido de nada. O garoto tá pronto pra grandes momentos, e isso é só o começo.

  • Kerr fica! Warriors renovam com o técnico mais caro da NBA

    Kerr fica! Warriors renovam com o técnico mais caro da NBA

    Olha, eu vou ser sincero: depois daquela cena emocionante no final da temporada, com o Kerr se despedindo do Curry e do Draymond quase chorando, eu achei que era tchau mesmo. Mas não! Steve Kerr acaba de renovar por mais dois anos com os Warriors e continua sendo o técnico mais bem pago da NBA.

    A informação veio do Shams Charania, da ESPN, e cara… que reviravolta. O homem vai para a sua 13ª temporada em Golden State, mesmo depois de toda aquela especulação de que ele podia vazar após os Warriors ficarem de fora dos playoffs.

    O salário que faz qualquer um babar

    O contrato mantém o Kerr como o técnico mais caro da liga. Estamos falando de algo em torno de 17,5 milhões de dólares por ano no contrato anterior — um absurdo de grana que só mostra o quanto os Warriors valorizam o cara.

    E faz sentido, né? Desde que chegou em 2014 (seu primeiro trampo como técnico principal), o homem simplesmente transformou os Warriors numa dinastia. Quatro títulos da NBA, seis Finals em oito anos, incluindo cinco seguidas no começo. Sem contar aquela temporada histórica de 73-9 em 2015-16, quebrando o recorde dos Bulls de 95-96. Detalhe: ele jogava naquele time dos Bulls também. Monstro.

    Mas e agora? A dinastia tá mesmo no fim?

    Vamos combinar uma coisa — os tempos áureos meio que já eram. Temporada passada foi sofrida: 37-45, fora dos playoffs pelo segunda vez em três anos. Aquela eliminação no play-in foi de partir o coração, principalmente vendo o Kerr chorando com Curry e Draymond.

    “Eu não sei o que vai acontecer, mas amo vocês”, disse ele pros dois na quadra. Cara, ver isso mexeu comigo. Parecia mesmo uma despedida.

    O próprio Kerr admitiu que mudança podia vir. Disse que todos esses trabalhos têm prazo de validade e que às vezes é hora de “sangue novo e ideias novas”. Até o Draymond apostou que ele não ficaria para a próxima temporada.

    A aposta dos Warriors

    Mas os Warriors queriam uma extensão de vários anos, não uma temporada de despedida. E conseguiram. A questão agora é: será que conseguem dar ao Kerr um elenco competitivo novamente?

    Porque uma coisa é certa — o cara ainda ama treinar e ainda tem muito a oferecer. A pergunta que fica é: vocês acham que os Warriors conseguem montar mais um time de título ao redor do Curry, que já tá com 38 anos, ou essa renovação é mais sobre respeito e gratidão?

    Seja como for, é bom ver que a parceria continua. Pelo menos por mais dois anos, vamos ter Steve Kerr gritando com os árbitros e fazendo aquela cara de desespero que a gente já conhece tão bem.

  • Harden calou a boca dos críticos e salvou Cleveland no jogo 3

    Harden calou a boca dos críticos e salvou Cleveland no jogo 3

    Olha só que reviravolta! James Harden, que vinha sendo criticado pelos erros bobos nos dois primeiros jogos, simplesmente resolveu aparecer quando mais precisava. No último período do jogo 3 entre Cavaliers e Pistons, o Barba mostrou porque ainda é um dos melhores clutch players da liga.

    Cleveland venceu por 116-109 e diminuiu a desvantagem na série para 2-1. Donovan Mitchell foi o cestinha da noite com 35 pontos (cara, esse cara não para nunca), mas quem roubou a cena foi mesmo o Harden nos momentos decisivos.

    O show do Barba nos minutos finais

    Nos últimos dois minutos, Harden acertou três arremessos fundamentais. Primeiro um step-back de média distância que é a marca registrada dele. Depois um floater no garrafão para manter a vantagem. E por último? Um step-back de três que praticamente selou o jogo com 25 segundos no cronômetro.

    Sinceramente, depois das críticas que ele recebeu pelos erros nos jogos anteriores, ver o veterano de 37 anos respondendo assim foi emocionante. É isso que separa os grandes dos demais — aparecer quando o time mais precisa.

    Mitchell faz história e Cunningham quase rouba o show

    Enquanto isso, Spida Mitchell continuou sua temporada absurda. Com os 35 pontos de ontem, ele chegou aos 2.000 pontos em playoffs na carreira em apenas 73 jogos. É o terceiro mais rápido entre os jogadores ativos e nono na história da NBA. Monstro demais!

    Do lado de Detroit, Cade Cunningham fez um triple-double com 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. O problema? Oito turnovers que custaram caro no final. Tobias Harris ajudou com 21 pontos, mas não foi suficiente.

    O jogo estava empatado em 104 a 104 quando Max Strus interceptou um passe de Cunningham no meio da quadra e fez uma bandeja fácil. A partir daí, Cleveland assumiu o controle e não soltou mais.

    Agora vem o jogo 4 na segunda-feira em Cleveland, onde os Cavs estão invictos nos playoffs (5-0 em casa). Vocês acham que eles conseguem empatar a série? Porque depois dessa performance do Harden, eu tô começando a acreditar numa virada épica!

  • Wemby explodiu! 39 pontos mostram como Spurs destravaram o alien

    Wemby explodiu! 39 pontos mostram como Spurs destravaram o alien

    Cara, eu ainda tô processando o que o Victor Wembanyama fez ontem à noite. 39 pontos, 15 rebotes, 5 tocos — e tudo isso arrebentando 13 de 18 arremessos. O moleque simplesmente destruiu o Minnesota e colocou os Spurs na frente da série por 2-1.

    Mas olha só o plot twist: nos dois primeiros jogos, Wemby tava forçando demais o arremesso de 3. Quase metade dos chutes dele vinham de trás da linha, onde ele acertou apenas 2 de 15 tentativas. Resultado? Só 30 pontos SOMADOS em duas partidas. Não dava, né?

    A fórmula que funcionou

    Aí que entra o lance genial dos Spurs. No jogo 3, mudaram completamente a estratégia: botaram o alien perto do garrafão primeiro. As cinco primeiras cestas dele vieram todas de dentro da área restritiva. Depois que ele tava quentinho, aí sim liberaram o verde de três.

    É tipo aquela história do quarterback que começa com passes fáceis antes de soltar as bombas, sabe? Wemby destruiu por dentro primeiro, ganhou confiança, e quando partiu pros chutos de longe (3 de 5), já era tarde demais pro Minnesota.

    E vocês viram os números históricos? Ele se tornou apenas o quarto jogador NA HISTÓRIA dos playoffs a fazer pelo menos 35 pontos, 15 rebotes e 5 bloqueios num jogo. Os outros três? Hakeem, Kareem e Shaq. Pequenos detalhes. Ah, e ele é o ÚNICO a conseguir isso com 70% de aproveitamento nos arremessos. Em sete jogos de playoffs na carreira. Aos 22 anos.

    Por que isso muda tudo

    Sinceramente? Eu tô começando a acreditar que os Spurs podem levar essa toda. Não é só pelo Wemby (que é um monstro, obviamente), mas porque eles finalmente entenderam como usar ele da forma certa.

    O cara altera a geometria da quadra igual o Curry fez em 2015. Lembram quando todo mundo duvidava que os Warriors tavam prontos? Eram, porque o Stephen mudou tudo — inclusive o cronograma tradicional que um time demora pra chegar ao título.

    Com o Wemby é a mesma coisa. Chute que antes precisava de 60 centímetros de espaço agora precisa de metro e meio. Mesmo quando ele tá do outro lado da quadra, os caras ficam com medo de penetrar. Tu nunca tá seguro passando por ele — o maluco te bloqueia de dois metros de distância.

    E agora, Minnesota?

    O Anthony Edwards fez a parte dele (32 pontos, 14 rebotes), mas quando o Wemby tá jogando assim, é quase impossível parar. O momento que definiu tudo? Quando o Naz Reid acertou um triple e deixou o jogo em 3 pontos de diferença, faltando pouco mais de 3 minutos. O que o alien fez? Respondeu na lata com outro triplo.

    Minnesota nunca mais chegou perto, e olhando como o Wemby tá jogando agora que os Spurs destravaram ele… não sei se conseguem voltar pra série. E vocês, acham que dá pra parar esse moleque quando ele tá inspirado assim?