Autor: Leandro Amorim

  • Knicks estão construindo algo especial rumo às Finais da NBA

    Knicks estão construindo algo especial rumo às Finais da NBA

    Cara, eu não esperava isso dos Knicks quando eles estavam perdendo de 2-1 para o Hawks há duas semanas. Todo mundo querendo demitir o Mike Brown, colocando o Mikal Bridges no banco… e olha onde estamos agora.

    Os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade. Seis vitórias consecutivas – três para virar contra Atlanta e agora estão 3-0 contra o Philadelphia 76ers depois de ganhar fora de casa por 108-94 na última sexta. Isso é coisa de time grande, gente.

    Brunson virando lenda em Nova York

    O Jalen Brunson tá jogando um absurdo. 33 pontos no jogo 3, sendo 18 só no segundo tempo quando a coisa apertou. Sinceramente acho que ele pode virar o melhor jogador da história dos Knicks – e olha que isso não é pouco. O cara simplesmente resolve nos playoffs, é um monstro.

    E não é só ele não. O Karl-Anthony Towns distribuiu 46 assistências nessa sequência de seis jogos! Towns fazendo assistência, meu amigo. Isso abriu um leque completamente novo para o ataque dos Knicks que não precisa mais depender só do Brunson.

    Bridges calou os críticos

    Falando em reviravolta, o Mikal Bridges tava sendo massacrado pelos torcedores há pouco tempo. Zero pontos no jogo 3 contra o Hawks – zero mesmo. Mas aí o cara virou a chave: 20,5 pontos de média nos últimos quatro jogos, acertando 68% dos arremessos. Na moral, isso é coisa de gente grande.

    Ontem foram 23 pontos contra um Sixers desesperado jogando em casa. O Paul George fez 15 pontos só no primeiro quarto e depois… sumiu. Não marcou mais nada. A defesa dos Knicks grudou nele que foi uma beleza.

    Esse time tem cara de Final

    Olha, eu tô começando a acreditar seriamente nesse time. Eles têm identidade, todo mundo sabe seu papel, e a defesa tá funcionando que é uma maravilha. O Josh Hart dando energia, o OG Anunoby (quando não tá machucado) sendo um two-way player de elite, e até o banco rendendo com Landry Shamet e Mitchell Robinson.

    O mais impressionante? Eles não entraram em desespero quando o Sixers veio com tudo no primeiro quarto. Time maduro faz isso – mantém o curso, aperta a defesa e vai buscar a vitória profissional.

    E aí, vocês acham que os Knicks chegam mesmo nas Finais? Porque pelo que eu tô vendo, seja Detroit ou Cleveland que vier pela frente na final da Conferência Leste, Nova York vai ser favorito. E merecidamente.

  • Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Olha só que história maluca a do Mike Conley. O cara foi negociado pelos Timberwolves no deadline, passou por Chicago, chegou em Charlotte e… voltou pra Minnesota. Parece roteiro de novela, né?

    Aos 38 anos, o veterano armador sabe muito bem que não é mais o mesmo jogador de antes. E tá tudo bem com isso. “Eu sei que não pego mais a bola como antigamente. Não tenho energia pra fazer 40 pontos ou sei lá o quê. Mas ainda posso ditar muita coisa que acontece com nosso time, nosso ritmo, a forma como encaramos o jogo”, disse Conley em entrevista recente.

    A volta por cima (literalmente)

    Sinceramente? Achei que a carreira do Conley em Minnesota tinha acabado quando os Wolves o trocaram. A diretoria queria limpar espaço salarial — provavelmente sonhando com o Giannis — mas no final das contas o destino trouxe Mike de volta. E que sorte a deles.

    Com Edwards, Dosunmu e DiVincenzo machucados nos playoffs, Conley virou peça fundamental de novo. No Jogo 1 contra o Spurs, o cara meteu quatro bolas de três e ajudou Minnesota a vencer por 104-102. Monstro mesmo.

    Veterano que ainda faz a diferença

    Vocês já viram como é importante ter um cara experiente no time? Conley é tipo uma extensão da comissão técnica em quadra. Ele pode não estar mais fazendo aqueles jogos absurdos de antigamente, mas o impacto dele vai muito além dos números.

    O legal é a maturidade do cara em aceitar essa nova função. Muitos jogadores veteranos ficam remoendo o passado, querendo ser protagonistas a qualquer custo. Conley não — ele entendeu que pode contribuir de outras formas, ditando o ritmo, orientando os mais novos, sendo aquele ponto de equilíbrio que todo time precisa.

    Na minha opinião, essa humildade é o que separa os grandes profissionais dos que ficam pelo caminho. E olha que sorte dos Timberwolves ter esse cara de volta justamente quando mais precisavam dele nos playoffs.

    E aí, acham que Conley ainda tem mais uma temporada boa no tanque? Ou essa deve ser mesmo a despedida do veterano?

  • Naz Reid pegou um bebê no colo antes do jogo — e foi hilário

    Naz Reid pegou um bebê no colo antes do jogo — e foi hilário

    Gente, tem coisa que só acontece na NBA mesmo. O Naz Reid, aquele monstro do Minnesota Timberwolves, estava se aquecendo antes do Jogo 3 contra o San Antonio Spurs quando rolou uma das cenas mais inusitadas que eu já vi.

    Um casal de torcedores chegou perto do túnel dos jogadores e… não pediu autógrafo não. Queriam que o Naz segurasse o bebê recém-nascido deles pra tirar uma foto. Sim, vocês leram certo. Um bebê!

    O pedido mais inusitado da temporada

    Na boa, eu já vi de tudo nessa vida de acompanhar NBA, mas pedir pro jogador segurar teu filho recém-nascido é novidade até pra mim. E o melhor? O Naz topou numa boa! O cara é simplesmente sensacional — não é à toa que os torcedores de Minnesota são apaixonados por ele.

    O vídeo viralizou nas redes sociais e, sinceramente, mostra o porquê do Naz ser tão querido. Atual Sexto Homem do Ano (2023-24), ele sempre teve esse perfil mais próximo da torcida. É daqueles jogadores que você torce até quando não está jogando no seu time.

    Desempenho em quadra tá na mesma sintonia

    E por falar em performance, o cara tá jogando muita bola nesses playoffs. Contra os Spurs, está fazendo 11,5 pontos e 8 rebotes por jogo, com impressionantes 60% nos arremessos de quadra e 71,4% nas bolas de três. Absurdo!

    Na temporada regular, Reid teve médias sólidas: 13,6 pontos, 6,3 rebotes e ainda contribuindo em todos os fundamentos. É exatamente esse tipo de jogador completo que faz a diferença numa série de playoffs.

    Olha, eu não sei se esse bebê vai virar torcedor dos Wolves ou se vai seguir carreira no basquete, mas uma coisa é certa: já começou a vida com uma história incrível pra contar. E vocês, já viram algum pedido mais maluco de torcedor pro seu jogador favorito?

  • Embiid lutou como pôde, mas os Sixers tão quase fora dos playoffs

    Embiid lutou como pôde, mas os Sixers tão quase fora dos playoffs

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: ver o Joel Embiid em quadra ontem foi ao mesmo tempo inspirador e doloroso. O cara voltou machucado, claramente limitado, mas mesmo assim quis dar a cara pra bater no Jogo 3 contra os Knicks. Resultado? Derrota por 108-94 e os Sixers agora tão 3-0 atrás na série.

    Nick Nurse, técnico dos Sixers, foi direto ao ponto depois do jogo: “Eu acho que ele deu tudo que podia. Realmente acho. Ele tentou dar tudo que conseguia essa noite, e isso foi tudo que ele conseguiu fazer.”

    O Gigante Machucado

    Cara, deu pra ver que o Embiid não tava 100%. Tornozelo direito torcido, quadril dolorido — e mesmo assim jogou 35 minutos! Fez 18 pontos com 41% de aproveitamento nos arremessos, mas vocês viram como ele tava se movendo? Parecia que cada passo doía.

    O pior foi quando ele esbarrava com o Karl-Anthony Towns ali no garrafão. Dava pra ver a cara de dor do gigante. E olha que ironia: quando o Embiid tava em quadra, os Sixers foram superados por 9 pontos. Não é culpa dele — é que o cara simplesmente não conseguia ser o monstro dominante que a gente conhece.

    Vocês lembram da saga dessa temporada? Primeiro foi a apendicite de emergência no final da temporada regular, aí perdeu o início dos playoffs. Quando voltou no Jogo 5 contra o Celtics, foi herói na virada histórica de 3-1. Mas agora… sinceramente, parece que o corpo não aguenta mais.

    Brunson Destruindo Sonhos

    Enquanto isso, do outro lado, o Jalen Brunson tava jogando videogame. 33 pontos e 9 assistências — o cara tá simplesmente imparável nessa série. E não foi só ele: Mikal Bridges com 23 pontos e o Landry Shamet saindo do banco pra fazer 15 pontos em 5 de 6 arremessos. Absurdo!

    Os números não mentem: Knicks dominaram no rebote (57-41), conseguiram 20 pontos de segunda chance. Isso é o básico do basquete, pessoal. Quando você não pega rebote, não tem como ganhar jogo de playoff.

    Paul George até começou bem — 15 pontos só no primeiro quarto. Mas aí? Zero de nove nos outros três quartos. ZERO DE NOVE! Kelly Oubre foi o cestinha dos Sixers com 22 pontos, Maxey fez 17, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que ainda tem volta? Domingo tem o Jogo 4 e os Sixers precisam de um milagre. Honestamente, com o Embiid nesse estado físico, fica difícil. Mas se tem algo que essa temporada me ensinou é que nunca se deve subestimar o coração desse time.

  • Knicks amassam os 76ers e ficam a uma vitória da final do Leste

    Knicks amassam os 76ers e ficam a uma vitória da final do Leste

    Cara, que noite foi essa em Filadélfia! Os Knicks simplesmente desmontaram os 76ers por 108 a 94 e agora estão a uma vitória de voltar para a final da Conferência Leste. E o mais legal? Fizeram isso na casa do adversário, com Spike Lee, Tracy Morgan e até o Timothée Chalamet na arquibancada torcendo.

    Olha, eu não esperava essa dominância toda depois de um primeiro quarto complicado. Os 76ers começaram voando, abriram 12 pontos de vantagem logo de cara e eu já tava pensando “lá vamos nós de novo”. Mas aí que a magia aconteceu.

    A virada épica no segundo quarto

    O segundo quarto foi simplesmente absurdo. Os Knicks fizeram uma corrida de 27-11 que mudou completamente o jogo. A câmera pegou o Embiid no banco secando a testa com a toalha, cara de poucos amigos, enquanto a torcida dos Knicks gritava alto na Filadélfia mesmo. Que cenário!

    E que atuação coletiva, meu amigo. Brunson com 33 pontos e 9 assistências comandando o ataque, Josh Hart e Mikal Bridges completando o trio de Villanova com 68 pontos combinados. Sinceramente, esses caras de Villanova têm uma química especial — campus fica a só 27 quilômetros de Philly, então conhecem bem o território.

    Mitchell Robinson foi outro que brilhou saindo do banco. O cara fez 4 de 8 lances livres (melhorou muito nesse fundamento) e ainda deu uma enterrada histórica na cabeça do Embiid que tá rodando todas as redes sociais. Que humilhação!

    Defesa sufocante decide o jogo

    Mas o que mais me impressionou foi a defesa. Os Knicks fizeram os 76ers engasgarem completamente no terceiro e quarto quartos. Paul George começou voando com 15 pontos no primeiro quarto, mas depois sumiu do mapa. Terminou com 15 pontos em 18 arremessos — terrível.

    A ausência do OG Anunoby por lesão no tendão se fez sentir no começo, mas Miles McBride entrou no lugar e deu conta do recado defensivamente. Landry Shamet foi uma surpresa saindo do banco com 15 pontos e +20 de eficiência em 26 minutos.

    KAT teve uma noite mais discreta ofensivamente com 8 pontos, mas distribuiu 12 rebotes e 7 assistências. Às vezes o cara não precisa pontuar muito para impactar, né?

    A um passo da glória

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Knicks conseguem fechar a série no próximo jogo? Porque olha, essa chance de voltar para a final do Leste depois de tanto tempo tá aí na cara.

    O Nick Nurse praticamente desistiu do jogo faltando dois minutos, tirando os titulares com 16 pontos de diferença. Isso mostra como os Knicks dominaram do meio do segundo quarto em diante.

    Vocês acham que os 76ers vão conseguir reagir em casa ou os Knicks fecham de uma vez? Eu tô com um pressentimento muito bom sobre esse time. Essa defesa tá jogando em outro nível e quando o ataque engata assim, fica difícil parar.

    Se continuar assim, logo logo estaremos vendo esses caras brigando pelo título da NBA. Que fase!

  • Wemby meteu 39 pontos e botou os Spurs na vantagem dos playoffs!

    Wemby meteu 39 pontos e botou os Spurs na vantagem dos playoffs!

    Gente, eu ainda tô processando o que o Victor Wembanyama fez ontem à noite. 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos. TRINTA E NOVE PONTOS em um jogo de playoff! O cara tá virando uma lenda bem na nossa frente.

    Os Spurs venceram os Timberwolves por 115-108 no Jogo 3 e agora lideram a série por 2-1 nas semifinais da Conferência Oeste. E olha, não foi moleza não — Minneapolis não entregou os pontos de bandeja.

    Wemby entrou no clube dos monstros históricos

    Vocês sabem quem mais fez pelo menos 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos em um jogo de playoff? Shaq, Hakeem Olajuwon, Kareem Abdul-Jabbar e Wilt Chamberlain. Só isso. O francesão de 2,24m entrou no clube mais seleto da NBA aos 22 anos — absurdo demais.

    Eu sinceramente não esperava que ele fosse dominar assim já nos playoffs. Claro, a gente sabia que o potencial era gigantesco, mas ver ele convertendo 13 de 18 arremessos sob pressão total dos Wolves? Diferenciado.

    Target Center pegou fogo (literalmente)

    O jogo começou com tudo pro lado dos Spurs — abriram 18-3 e eu já tava pensando “vai ser massacre”. Mas aí os Wolves lembraram que tavam jogando em casa e responderam com uma sequência de 19-5 pra fechar o primeiro período. A torcida de Minneapolis simplesmente explodiu.

    O negócio ficou físico mesmo. 48 faltas no total! Os Wolves tinham uma estratégia clara: não deixar ninguém de San Antonio confortável, principalmente o Wemby. Cada vez que ele encostava na bola, vinha pressão de todo lado.

    Mas o que mais me impressionou foi como o jovem francês não se intimidou nem um pouco. Pelo contrário — parecia que quanto mais pressão, melhor ele jogava.

    Stephon Castle também deu show

    E não posso esquecer do Stephon Castle, que distribuiu 12 assistências além dos 13 pontos. O garoto tá crescendo nos momentos certos, exatamente o que os Spurs precisavam.

    Agora vem o Jogo 4 no domingo, às 19h30 (horário de Brasília), e os Spurs podem praticamente selar a classificação. Vocês acham que Minnesota consegue reagir em casa ou o Wemby vai continuar esse show absurdo? Eu tô hypado pra ver!

  • Knicks dominam Sixers fora de casa e abrem 3-0 nos playoffs

    Knicks dominam Sixers fora de casa e abrem 3-0 nos playoffs

    Mano, que noitaça dos Knicks! Eles foram lá na Filadélfia e simplesmente DESTRUÍRAM os Sixers por 108-94, abrindo uma vantagem de 3-0 na série. E olha, sem o OG Anunoby ainda por cima — o cara tá machucado com um problema no posterior da coxa.

    O que mais me impressionou foi a torcida. A Xfinity Arena parecia o Madison Square Garden, com uma galera absurda de torcedores dos Knicks que foram até lá apoiar o time. Isso é paixão, pessoal!

    Brunson mais uma vez sendo monstro

    E o Jalen Brunson? Cara, esse maluco não tem limites mesmo. 33 pontos, 9 assistências e 5 rebotes. Ele simplesmente fez picadinho da defesa dos Sixers a noite inteira. Sinceramente, acho que ele tá num nível que poucos armadores da liga conseguem chegar nos playoffs.

    Mas não foi só ele não. O Mikal Bridges tá voltando a ser aquele jogador que a gente conhece — 23 pontos com 8/14 nos arremessos de quadra. Que eficiência, né? Depois de uns jogos meio apagados no começo da série, o homem resolveu aparecer quando mais precisava.

    Todo mundo contribuiu

    O que mais me chamou atenção foi como TODOS os caras dos Knicks entraram no clima. O Karl-Anthony Towns fez um jogo completíssimo: 8 pontos, 12 rebotes e 7 assistências. Josh Hart pegou mais um double-double (12 pontos e 11 rebotes) e ainda incomodou demais na defesa.

    E tem o Landry Shamet saindo do banco e metendo 15 pontos em 26 minutos! Plus-20 no jogo. Mitchell Robinson deixou a vida do Joel Embiid um inferno lá embaixo. Essa profundidade do elenco dos Knicks tá sendo fundamental.

    Vocês sabem o que isso significa, né? NENHUM time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Zero times. Os Sixers até conseguiram uma remontada histórica contra o Celtics depois de estar perdendo por 3-1, mas agora seria literalmente fazer algo inédito.

    E o melhor de tudo: ganharam sem o Anunoby. Agora podem trazer ele de volta com calma total, sem pressa. Série praticamente decidida, galera. Os Knicks tão voando!

  • Randle ‘posterizou’ Wembanyama com enterrada monstruosa

    Randle ‘posterizou’ Wembanyama com enterrada monstruosa

    Mano, vocês viram essa jogada? O Julius Randle simplesmente decidiu que não ia mais ter medo do Wembanyama e mandou uma enterrada ABSURDA por cima do francês no terceiro jogo da série entre Timberwolves e Spurs.

    Olha, eu entendo o Randle. Os dois primeiros jogos foram um show de horror para quem tentava atacar o garrafão dos Spurs. O Wemby tava voando por ali, tocando em tudo, mudando arremesso, mandando bola pra arquibancada… Era tipo ter uma girafa raivosa defendendo a cesta.

    A jogada que mudou tudo

    Aí no meio do terceiro quarto, o Randle tentou um arremesso de 3 do canto – não rolou. Mas o Jaden McDaniels pegou o rebote e tocou de volta pro Julius. E foi aí que o cara tomou uma decisão: “Vou pra cima desse gigante mesmo”.

    E foi. Randle cortou pro garrafão, recebeu a bola e… CATAPÁ! Enterrada de uma mão só por cima do Wembanyama. O francês até tentou contestar, mas não teve jeito. Foi poster na veia.

    Sinceramente, acho que essa jogada vai entrar pro highlight reel da carreira do Randle. Não é todo dia que você vê alguém posterizar um cara de 2,21m que bloqueia tudo que vê pela frente.

    Os números não mentem

    O Randle até tá tendo uma temporada sólida – 21.1 pontos, 6.7 rebotes e 5.0 assistências por jogo na temporada regular. Mas nos playoffs? Tá sofrendo um pouco com os arremessos (42.3% de aproveitamento geral).

    Já o Wemby tá tendo uma estreia de playoffs dos sonhos. 19 pontos, 10.8 rebotes e CINCO tocos por jogo. O moleque já quebrou o recorde de pontos numa estreia de playoffs pelos Spurs (35) e ainda mandou 12 bloqueios no primeiro jogo – recorde da NBA.

    Mas nessa jogada específica? O Julius mostrou que mesmo contra os maiores monstros da liga, sempre dá pra reagir. E vocês, acham que essa enterrada pode ser o ponto de virada da série pros Wolves?

  • D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.

    O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.

    A lista dos ‘pit bulls’ da NBA

    Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.

    Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.

    Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.

    Wade sabia o que era sofrer na defesa

    Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.

    Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.

    E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…

    No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.

  • 76ers na UTI: Nurse ainda acredita depois do 0-3 contra os Knicks

    76ers na UTI: Nurse ainda acredita depois do 0-3 contra os Knicks

    Olha, eu não sei se o Nick Nurse tá sendo corajoso ou meio ingênuo, mas o cara ainda acredita. Depois de tomar uma surra de 108-94 dos Knicks no jogo 3 e ficar numa situação praticamente impossível (0-3 na série), o técnico dos 76ers mantém o discurso de ‘vamos um jogo de cada vez’.

    “Numa situação dessas, tudo que você pode fazer é tentar ganhar o próximo e ver o que acontece”, disse Nurse. Cara, eu admiro o otimismo, mas vamos aos fatos: NENHUM time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0. Zero. Nada. Nunca aconteceu.

    Embiid voltou, mas não era o mesmo monstro

    O Joel Embiid finalmente conseguiu jogar depois de ficar fora do jogo 2 por causa de lesões no tornozelo e quadril. E sinceramente? Dava pra ver que o cara não estava 100%. 18 pontos, 6 rebotes, 5 assistências – números até ok, mas quem acompanha sabe que não era o Embiid dominante que a gente conhece.

    Ele claramente estava limitado fisicamente, principalmente depois de levar uma pancada no terceiro quarto. Arremessou 7/17 do campo, e você podia sentir que cada movimento doía. É frustrante ver um cara desse calibre jogando machucado numa situação tão crítica.

    Paul George começou pegando fogo total – 15 pontos só no primeiro quarto, acertando tudo que jogava pra cesta. Parecia que ia ser a noite dele. Aí veio a realidade: zerou o placar pelo resto do jogo. Terminou 6/18 geral. Isso dói na alma de qualquer torcedor.

    Knicks fazendo o básico (e bem feito)

    Enquanto isso, os Knicks continuam fazendo aquele basquete raiz que tá funcionando perfeitamente. Ganharam na raça, dominaram os rebotes ofensivos e – pasmem – tinham 16 pontos de banco contra 0 dos Sixers no primeiro tempo. Dezesseis a zero, gente!

    Jalen Brunson tá simplesmente absurdo nestes playoffs. Mais 33 pontos e 9 assistências ontem. O cara virou uma máquina de fazer cestas quando importa. Mikal Bridges ajudou com 23, e o Josh Hart fez mais um double-double (12 pontos, 11 rebotes).

    Kelly Oubre Jr. foi praticamente o único que apareceu pelos Sixers com 22 pontos – recorde da carreira dele em playoffs. Tyrese Maxey fez 17, mas de novo ficou muito quieto no primeiro tempo. Quando acordou, já era tarde demais.

    E aí, vocês acham que rola o milagre histórico ou os 76ers vão acabar varridos no domingo? Porque olha, por mais que eu torça por jogos emocionantes, essa série tá com cara de que vai acabar em 4. Seria a 17ª vez que os Sixers levariam uma vassourada nos playoffs. Pesado demais.