Autor: Leandro Amorim

  • 76ers desmoronaram de novo e as estatísticas tão de dar dó

    76ers desmoronaram de novo e as estatísticas tão de dar dó

    Olha, eu vou começar com a única coisa boa que sobrou pra gente: os Sixers já estiveram 3-0 pra baixo sete vezes na história da franquia, e em cinco dessas conseguiram pelo menos ganhar o jogo 4. Não é lá grandes coisas, mas pelo jeito que as coisas andam, qualquer migalha de esperança já serve.

    Porque sinceramente? O que rolou no jogo 3 contra os Knicks foi de dar vergonha alheia mesmo. 108-94 e pareceu até pouco. Os caras perderam por 14+ pontos pela quarta vez nesses playoffs — isso empata um recorde negativo da franquia. Monstro… no pior sentido da palavra.

    O quarto período virou pesadelo

    Cara, vocês viram o que aconteceu no último quarto? Depois de fazer só 12 pontos no quarto período do jogo 2, os Sixers conseguiram a proeza de fazer apenas 18 no jogo 3. Olha só que absurdo: em 498 jogos de playoffs na história (contando a época de Syracuse), NUNCA — repito, NUNCA — eles fizeram 30 pontos ou menos em dois quartos períodos consecutivos.

    É o tipo de estatística que faz você questionar se realmente vale a pena acordar cedo no fim de semana pra ver jogo, sabe?

    Embiid e o arremesso de 3 que não entra

    E o Joel? Meu amigo, 0/4 de três pontos no jogo e agora tá com uns catastróficos 3/26 nesses playoffs. Onze vírgula cinco por cento! Só sete caras na história da NBA foram piores numa única pós-temporada.

    O mais louco é que no Philadelphia mesmo, só o Charles Barkley foi pior — 2/20 em 90-91. Na carreira toda dos playoffs, Embiid tem 27,1% de três pontos, que é o 5º pior entre todos que tentaram pelo menos 200 arremessos. Nos últimos 20 anos, só o Giannis é pior que ele.

    (Seriously, será que não é melhor ele parar de tentar essas bolas de três e focar no que sabe fazer?)

    Brunson tá numa de Jordan

    Enquanto isso, do outro lado, o Jalen Brunson fez 33 pontos e agora emendou sete jogos consecutivos com 25+ pontos contra o Philadelphia. Sabe quando foi a última vez que alguém fez isso? Michael Jordan, há 35 anos.

    Só o Wilt e o próprio Jordan fizeram mais pontos em sete jogos seguidos contra os Sixers do que os 261 do Brunson. O cara simplesmente resolveu virar o Michael Jordan contra a gente. Que sorte a nossa, né?

    E olha o Paul George — fez 15 pontos no primeiro quarto (6/9 do campo, 3/4 de três), aí sumiu. Literalmente sumiu: 0/9 nos próximos 28 minutos e não marcou mais nenhum ponto. Primeiro cara na história dos Sixers a fazer 15 no primeiro quarto dos playoffs e não pontuar mais.

    O Tyrese Maxey tá com -39 na série toda. Menos trinta e nove! E os Knicks? Ah, os Knicks tão acertando tudo: 63%, 51% e 50% de campo nos três jogos. Fazia 21 anos que ninguém acertava 50%+ em três jogos seguidos contra o Philadelphia nos playoffs.

    Vocês acham que ainda dá pra virar essa série, ou é melhor começar a planejar as férias mesmo?

  • Embiid volta, mas não evita vexame: Sixers tomam 3×0 dos Knicks

    Embiid volta, mas não evita vexame: Sixers tomam 3×0 dos Knicks

    Olha, eu já vi muito vexame na NBA ao longo dos anos, mas isso que os Sixers estão fazendo nos playoffs é de cortar o coração. Perder de 108-94 para os Knicks no Game 3 e ficar atrás por 3×0 na série? Cara, isso dói até em quem não torce pro Philadelphia.

    A volta do Embiid era pra ser a salvação da pátria. O cara tinha perdido o jogo 2 e todo mundo esperando que ele chegasse cuspindo fogo. Mas não, né? 18 pontos em 7 de 17 arremessos, 6 rebotes, 5 assistências. Números até decentes no papel, mas quem viu o jogo sabe — ele não estava 100%. E quando seu melhor jogador não está inteiro nos playoffs, já era.

    Maxey sumiu quando mais precisavam

    Tyrese Maxey fez 17 pontos com 7 assistências, mas cara… 8 de 12 nos arremessos e mesmo assim a sensação é que ele ficou tímido demais no primeiro tempo. Nos playoffs não dá pra ficar esperando a bola chegar, tem que ir buscar. O moleque tem talento pra caramba, mas ainda precisa entender que às vezes você tem que ser egoísta no bom sentido.

    Paul George? Ah, o PG-13 fez jus ao apelido — sumiu após o primeiro quarto. 15 pontos em 6 de 18 arremessos. Pra um cara que veio justamente pra resolver esses jogos grandes, tá devendo muito. Kelly Oubre Jr. foi o cestinha do time com 22, mas não adianta nada quando o Jalen Brunson do outro lado faz 33 e comanda o show.

    Knicks dominaram de cabo a rabo

    Os Knicks começaram meio perdidos, levaram uma corridinha de 9×0 logo no início, mas depois foi só paulada. O Mitchell Robinson metendo uma enterrada por cima do Embiid deixou o Madison Square Garden pegando fogo. E quando a torcida de Nova York embala assim, complica.

    O mais frustrante? Os Sixers começaram bem defensivamente, forçaram 4 turnovers cedo, estavam fazendo o dever de casa. Mas aí relaxaram e os Knicks aproveitaram. Pegaram 4 rebotes ofensivos só no primeiro quarto e converteram em 10 pontos de segunda chance. É isso que diferencia time playoff de time que vai pescar em maio.

    Karl-Anthony Towns e Embiid estavam brigando tanto no garrafão que mais parecia luta livre. Pelo menos o KAT pegou 3 faltas cedo, mas não adiantou muito porque o Mitchell Robinson entrou e fez a festa também.

    E agora, dá pra virar?

    Sinceramente? 3×0 na NBA é praticamente sentença de morte. Só uma vez na história alguém conseguiu reverter um 3×0 nos playoffs (valeu, Celtics de 2008… ou era outra modalidade? Enfim, vocês entenderam o ponto). Os Sixers vão ter que fazer história se quiserem evitar a varrida.

    Nick Nurse tentou de tudo — colocou Adem Bona, Dominick Barlow, mexeu no quinteto. Mas quando seus principais jogadores não aparecem, não tem muito o que o técnico fazer. O Embiid claramente não estava 100%, o George some nos momentos decisivos e o Maxey ainda está aprendendo a ser a estrela que precisa ser.

    Vocês acham que ainda dá tempo de uma reação histórica? Ou já podem começar a planejar as férias em Philadelphia? Uma coisa é certa: se não conseguirem pelo menos ganhar o Game 4 em casa, vai ser uma das maiores decepções da temporada.

  • Torcedor dos 76ers cria plano genial pra sacanear fãs dos Knicks

    Torcedor dos 76ers cria plano genial pra sacanear fãs dos Knicks

    Olha, já vi muito fanatismo por NBA na minha vida, mas esse cara aqui superou tudo. Um torcedor dos 76ers chamado Matt teve uma ideia que é ao mesmo tempo genial e completamente maluca: comprar passagens de trem reembolsáveis pra inflacionar os preços e dificultar a vida dos fãs dos Knicks que querem ir à Filadélfia.

    O esquema é simples mas brilhante. O cara postou no Reddit dos 76ers pedindo pra galera comprar passagens da Amtrak com reembolso total antes do Jogo 4 de domingo, e cancelar pouco antes da partida. Resultado? Os nova-iorquinos vão ter que pagar mais caro pra viajar.

    A guerra Philly x New York esquentou

    E sinceramente, eu entendo o desespero desse Matt. Na temporada passada, quando os Knicks eliminaram os Sixers na primeira rodada, foi constrangedor ver como o Xfinity Mobile Arena virou praticamente uma extensão do Madison Square Garden. Os torcedores de Nova York dominaram completamente.

    O próprio Joel Embiid implorou pros fãs da Filadélfia não venderem seus ingressos. “Da última vez que jogamos contra os Knicks, parecia que [Filadélfia] era o Madison Square Garden Leste”, disse o pivô. “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês.”

    Cara, quando um cara do nível do Embiid precisa praticamente implorar pros próprios torcedores comparecerem, você sabe que a situação tá séria. E o pior? Ele até ofereceu dinheiro pra quem precisasse mas não quisesse vender o ingresso!

    Os números são assustadores

    Pra vocês terem uma ideia do tamanho da “invasão” nova-iorquina: 59% dos ingressos vendidos no TickPick para o Jogo 3 vieram de contas ligadas a Nova York e New Jersey. Cinquenta e nove por cento! É praticamente um mando de campo invertido.

    O mais engraçado é que os ingressos em Philly estão saindo por $159-170, enquanto os jogos no Garden custam mais de $500. Então faz sentido economicamente pros fãs dos Knicks viajarem. Mas agora, com as passagens de trem a quase $300 (se o plano do Matt der certo), a conta fica menos atrativa.

    A rivalidade chegou num nível que até os restaurantes de Nova York mudaram o nome do “Philly Cheesesteak” nos cardápios durante os playoffs. É guerra mesmo!

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia? Genial ou coisa de maluco? Uma coisa eu sei: se isso vingar, vai virar case de estudo pra outras torcidas. O cara basicamente hackneou o sistema de transporte pra defender seu time – isso sim é dedicação nivel monstro.

  • Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Shamet salvou os Knicks quando ninguém esperava

    Cara, tem coisa mais bonita no basquete do que um cara que tava esquecido no banco aparecer na hora H e salvar o time? Landry Shamet fez exatamente isso no Jogo 3 dos Knicks contra o 76ers, e olha — foi lindo de ver.

    O moleque saiu do banco e meteu 15 pontos com 5/6 nos arremessos, incluindo 2/3 do perímetro. Detalhe: ele teve +20 de eficiência na vitória por 108-94 que deixou os Knicks com uma vantagem de 3-0 na série. Praticamente acabou com os Sixers ali.

    “Landry não jogou nem um minuto nos playoffs até agora”, disse o técnico Mike Brown depois do jogo. “No primeiro jogo ele tava na rotação, no segundo um pouquinho, depois sumiu. Seis, sete jogos sem ver a quadra direito. Hoje ele foi gigante pra gente.”

    A virada que mudou tudo

    Com OG Anunoby machucado (lesão no posterior), Shamet ganhou uma chance inesperada. E quando os Sixers abriram 31-27 no primeiro quarto, foi ele quem começou a virada.

    O cara entrou no segundo quarto junto com Karl-Anthony Towns como único titular em quadra e participou de praticamente toda a corrida que transformou uma desvantagem de 12 pontos numa vantagem de 12. Absurdo.

    “A gente já sabia que eles iam vir com tudo”, explicou Shamet. “Voltando pra casa perdendo de 2-0, claro que iam ter desespero. Eles jogaram muito bem no começo, fizemos alguns ajustes e aumentamos nossa intensidade defensiva.”

    Quando a oportunidade aparece

    Nos últimos minutos do primeiro quarto e durante todo o segundo, Shamet marcou 9 pontos em apenas 13 minutos combinados. Foi ele quem acertou a bola de três que cortou a diferença pra apenas 4 pontos.

    “Precisávamos de uma faísca quando eles nos atingiram na boca e o Landry nos deu isso”, disse Brown. “Foi um jogaço fora de casa e não o abalou. Foi muito divertido de assistir.”

    Na sexta, Shamet jogou 26 minutos — mais do que nos dois primeiros jogos da série somados (20). E olha, não é fácil pegar um cara que tava praticamente fora da rotação e jogar ele numa situação de playoff decisivo. Mas deu certo.

    Josh Hart resumiu bem: “Landry é o profissional definitivo. Ficar fora da rotação e nos dar minutos importantes tanto no ataque quanto na defesa.”

    “É só se manter pronto”, disse o próprio Shamet. “Quando seu número é chamado, você tem que estar pronto. Foi bom estar lá com meus companheiros. Foi bom conseguir a vitória.”

    Com Anunoby ainda incerto pro Jogo 4, Shamet pode ter mais oportunidades. E se a performance de sexta serve de indicação, o cara vai estar preparado. Às vezes o basquete é isso mesmo — quando você menos espera, alguém aparece e vira herói.

  • Wemby vs Ant-Man: duelo de titans no jogo 3 tá insano!

    Wemby vs Ant-Man: duelo de titans no jogo 3 tá insano!

    Gente, que primeira metade de jogo foi essa entre Spurs e Wolves? Eu tô aqui assistindo e sinceramente não consigo parar de sorrir com o nível absurdo de basquete que Victor Wembanyama e Anthony Edwards estão jogando.

    51 a 51 no intervalo do jogo 3 das semifinais de conferência. Simplesmente perfeito para quem ama NBA de verdade.

    Wemby fazendo coisa de outro mundo

    O francês tá com 16 pontos em apenas 16 minutos de quadra – isso é eficiência pura. 6 de 9 nos arremessos de quadra, 4 de 6 nos lances livres, nove rebotes e ainda bloqueou duas bolas. Cara, esse garoto não é normal não.

    O que mais me impressiona no Wembanyama é como ele consegue dominar o jogo sem forçar nada. Parece que tudo flui naturalmente pra ele. E olha que os Spurs chegaram a abrir 15 pontos de vantagem no primeiro tempo – grande parte por causa dele dominando o garrafão.

    Ant-Man não tá pra brincadeira

    Do outro lado, Anthony Edwards tá carregando Minnesota nas costas. 19 pontos, 7 de 13 nos arremessos, incluindo duas bombas de três. E o mais impressionante? Nove rebotes também! O cara tá disputando cada bola como se a vida dependesse disso.

    Vocês viram como os Wolves conseguiram empatar depois de estar 15 pontos atrás? Isso é mentalidade de campeão. Edwards simplesmente decidiu que não ia deixar o time morrer na praia.

    Detalhes que fazem diferença

    Os números contam uma história interessante: Spurs dominando a pintura (28 a 18 em pontos no garrafão), mas os Wolves controlando os rebotes (33 a 26). San Antonio só conseguiu 19% nas bolas de três, enquanto Minnesota acertou 30%.

    Na minha opinião, quem conseguir ajustar melhor no vestiário vai levar essa. Os Spurs precisam continuar explorando a vantagem interna com Wemby, mas têm que melhorar de longe. Já os Wolves… cara, se o Edwards continuar nesse nível, vai ser muito difícil parar.

    E aí, quem vocês acham que leva essa batalha? Porque do jeito que tá indo, pode ser que a gente tenha um clássico nas mãos!

  • Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Olha, depois daquela eliminação vexatória na primeira rodada dos playoffs, o Denver Nuggets finalmente admitiu o óbvio: precisa mexer no time. Josh Kroenke, presidente da franquia, foi bem direto na coletiva de sexta-feira: “tudo está na mesa”, exceto uma coisa — trocar o Nikola Jokic.

    “Não quero disfarçar minha frustração com o fim da temporada”, disse Kroenke em uma coletiva de 45 minutos. E sinceramente, era sobre tempo alguém assumir que aquele vexame contra o Minnesota foi inaceitável para um time que tinha o melhor jogador do mundo.

    O núcleo intocável (quase)

    Segundo Kroenke, o núcleo do time são Jokic, Jamal Murray e Aaron Gordon. Interessante que Michael Porter Jr., que antes estava nesse grupo seleto, já virou moeda de troca e foi trocado pelo Cam Johnson no verão passado. Isso me faz pensar: será que o Murray também não está tão seguro assim?

    Fontes da liga já estão falando que pelo menos um titular vai ser negociado nesta offseason. E olha, faz todo sentido — o time precisa de uma reformulada depois daquela performance patética nos playoffs.

    A matemática cruel do salary cap

    Aqui que a coisa complica. Os Nuggets estão numa sinuca de bico com o teto salarial. Se renovarem com Peyton Watson (que é agente livre restrito), Aaron Gordon e Christian Braun, o time vai direto para o segundo nível da luxury tax. E isso traz restrições absurdas para montar o elenco.

    O time conseguiu evitar a luxury tax esta temporada trocando Hunter Tyson pro Brooklyn antes do deadline de fevereiro. Mas agora, com as renovações batendo na porta, vai ser difícil fugir dessa conta salgada.

    Se Murray e Gordon ficarem, pelo menos um entre Braun, Cam Johnson ou Watson vai ter que dar tchau. É matemática pura — alguém tem que sair para aliviar a folha salarial.

    Jokic blindado com supercontrato

    Enquanto isso, o sérvio monstro deve assinar uma extensão de quatro anos por US$ 278 milhões nesta offseason. E olha, é o mínimo que ele merece depois de carregar esse time nas costas por tanto tempo.

    A real é que Denver precisa urgentemente encontrar peças que complementem o Jokic de verdade. Porque ter o melhor centro do mundo e sair na primeira rodada dos playoffs é simplesmente inadmissível.

    Vocês acham que o Murray ainda tem espaço nesse time, ou chegou a hora dele também virar moeda de troca? Porque depois daquela série contra o Timberwolves, tenho minhas dúvidas se ele ainda é a resposta como armador titular ao lado do Jokic…

  • Torcida dos Knicks grita ‘MVP’ pra Brunson na Filadélfia

    Torcida dos Knicks grita ‘MVP’ pra Brunson na Filadélfia

    Cara, que cena foi essa na Filadélfia! Os Knicks acabaram de destruir os 76ers por 108-94 no jogo 3, e agora estão com o pé na semifinal — falta só uma vitória pro sweep. Mas o que mais me chamou atenção foi a torcida gritando ‘MVP! MVP!’ pro Jalen Brunson enquanto ele saía de quadra. Na casa do adversário, hein!

    Brunson fez um jogaço absurdo

    O cara simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 33 pontos, 11/22 nos arremessos, 5 rebotes e 9 assistências. Esses números são de craque mesmo, não tem como negar. Brunson tá carregando esse time nas costas nos playoffs, e ontem ele mostrou por que a galera tá falando em MVP pra ele.

    Olha, eu confesso que no começo da temporada não apostava muito nele como candidato a MVP. Afinal, tem o Shai Gilgeous-Alexander e o Jokic brigando lá em cima. Mas o maluco tá fazendo uma campanha absurda — foram 26 pontos e 6.8 rebotes de média na temporada regular, e ainda foi MVP do NBA Cup em dezembro quando os Knicks bateram o Spurs.

    Miles Bridges também meteu a mão na massa

    Não posso esquecer do Miles Bridges, que fez 23 pontos com 8/14 nos arremessos. Essa dupla tá funcionando demais, cara. Os Knicks encontraram uma química que tá dando muito certo nos momentos decisivos.

    Sinceramente? Acho que domingo eles fecham a série em casa. Se conseguirem o sweep, vão pras finais da Conferência Leste pelo segundo ano seguido. E vocês, acham que o Brunson tem chances reais de MVP? Porque olhando esses números dos playoffs… tá difícil ignorar esse cara.

    Uma coisa é certa: essa torcida dos Knicks não tá brincando. Ver eles gritando MVP pro Brunson na quadra do adversário foi de arrepiar. Charles Barkley até chamou o cara de GOAT esses dias — exagerou um pouco, mas entendi o recado (risos).

  • Celtics com $27.7 mi na mão: 5 pivôs que podem mudar tudo

    Celtics com $27.7 mi na mão: 5 pivôs que podem mudar tudo

    Cara, os Celtics estão com uma baita oportunidade nas mãos. Depois daquela eliminação traumática no primeiro round dos playoffs de 2026 — perderam uma vantagem de 3-1 para os Sixers, imagina a dor —, a diretoria botou o dedo na ferida.

    Brad Stevens foi direto ao ponto: “Precisamos de mais impacto no garrafão”. E olha, não é pra menos. Quando o Embiid voltou, simplesmente massacrou o Celtics no paint. Foi brutal de assistir.

    O Problema é Real

    Neemias Queta e Luka Garza até se viraram durante a temporada, mas na hora do vamo ver nos playoffs… bem, vocês viram no que deu. O Vucevic? Sinceramente, não foi a resposta que esperavam.

    Mas aqui vem o plot twist: os Celtics têm uma traded player exception de $27.7 milhões guardada desde a troca do Anfernee Simons/Vucevic em fevereiro. É grana pra caramba pra buscar um pivô que faça a diferença.

    Os Alvos na Mira

    Nic Claxton (Brooklyn Nets) – $23.1 mi

    Esse cara é interessante demais. 6’11”, defende qualquer posição, e o Nets tá em reconstrução — ou seja, vai querer fazer negócio. Teve uma temporada meio irregular, mas num time contender como os Celtics? Pode voltar ao nível que já mostrou.

    P.J. Washington (Dallas Mavericks) – $19.8 mi

    Ok, 6’8″ não é exatamente o gigante que vocês tão pensando, mas o cara é versátil pra caramba. Consegue jogar de pivô quando o time vai small, arremessa de 3, e não passa vergonha na defesa. É um desses jogadores completos que fazem a diferença.

    Wendell Carter Jr. (Orlando Magic) – $18.1 mi

    O Magic pode querer se livrar dele por questões financeiras — luxury tax é osso. Carter Jr. é sólido na defesa, consegue trocar marcações de boa, e ainda colabora no ataque. Não é um monstro, mas é confiável.

    Daniel Gafford (Dallas Mavericks) – $17.2 mi

    Se os Celtics querem um pivô mais tradicional, Gafford é interessante. Protege o aro como poucos — 1.3 tocos por jogo não é brincadeira. No ataque não oferece muito, mas pra tapar um buraco defensivo…

    A Pergunta que Não Quer Calar

    E aí, qual desses vocês acham que encaixaria melhor no sistema dos Celtics? Pessoalmente, eu apostaria no Claxton — tem tudo pra dar certo em Boston.

    Uma coisa é certa: depois daquela eliminação vexatória, os Celtics PRECISAM fazer alguma coisa. Têm dinheiro, têm necessidade, e têm opções no mercado. Agora é questão de não vacilar na escolha.

  • Rockets podem ir atrás de Donovan Mitchell dos Cavaliers

    Rockets podem ir atrás de Donovan Mitchell dos Cavaliers

    Olha só que bomba pode estar vindo por aí: os Houston Rockets estão de olho em Donovan Mitchell, dos Cleveland Cavaliers. E cara, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    Os Rockets ficaram de fora da segunda rodada dos playoffs de novo, e isso deve mexer com a diretoria. Eles têm assets pra caramba — picks dos Suns de 2027 e 2029, pick dos Mavs de 2029, swap com o Brooklyn em 2027… é muita munição pra fazer uma troca grande mesmo.

    Por que Mitchell faria sentido em Houston?

    Sinceramente? O cara tem exatamente o que os Rockets precisam: experiência em playoffs. Desde 2018, o Mitchell jogou 72 jogos de pós-temporada. Setenta e dois! Isso é muito basquete de pressão nas costas.

    E não é só quantidade — é qualidade também. Nos últimos três anos com os Cavs, ele sempre passou da primeira rodada. Compare isso com o que Houston tem hoje: muito talento jovem, mas ainda falta aquela vivência de quem já brigou por títulos de verdade.

    O Fred VanVleet e o Kevin Durant (quando estava lá) trouxeram isso pro time, mas imagina ter um cara como Mitchell — que já foi All-Star várias vezes e sabe o que é carregar um time nas costas quando a coisa aperta.

    E os Cavaliers, vão querer trocar?

    Essa é a questão. O contrato do Mitchell vai até 2028, então se Cleveland não conseguir ir longe nos playoffs de novo e ele não quiser renovar… aí a coisa muda de figura. Ninguém quer perder um jogador dessa categoria de graça.

    Na minha visão, os Cavs vão tentar mais uma temporada com o grupo atual. Mas se não rolar, Houston tem o que ofertar. Esses picks todos podem virar uma proposta bem atrativa, ainda mais pensando no rebuild que Cleveland pode precisar fazer.

    E aí, vocês acham que Mitchell encaixaria bem no esquema dos Rockets? Seria o missing piece que eles precisam pra finalmente dar o salto? Eu tô curioso pra ver se essa negociação vai mesmo rolar…

  • Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Finalmente! Joel Embiid voltou para o Sixers no jogo 3 contra os Knicks, depois de ficar de fora da derrota por 108-102 no jogo 2. O cara estava sofrendo com lesões no tornozelo e quadril direito, mas conseguiu voltar para o quinteto titular na sexta à noite.

    Olha, sinceramente eu achei que ele ia demorar mais pra voltar. Essas lesões do Embiid sempre me deixam preocupado — o monstro já passou por tanta coisa na carreira que a gente nunca sabe se é algo simples ou se vai complicar.

    Sixers precisam reagir urgente

    A situação tá complicada pra Philadelphia. Eles já estão perdendo por 2-0 na série, e jogar sem o Embiid nos playoffs é praticamente impossível. No jogo 2, tentaram usar Andre Drummond, Adem Bona e Dominick Barlow no garrafão, mas não deu muito certo não.

    O técnico Nick Nurse disse que o Embiid estava “melhorando o tempo todo” e até participou do treino na manhã de sexta. Cara, espero que ele aguente o tranco, porque os Sixers dependem demais dele pra ter alguma chance nessa série.

    O quinteto titular ficou com Embiid, Tyrese Maxey, VJ Edgecombe, Kelly Oubre Jr. e Paul George. No papel é um time que briga, mas vamos ver se conseguem funcionar juntos sob pressão.

    Knicks perdem peça importante

    Agora do lado dos Knicks, eles vão sentir a falta do OG Anunoby, que ficou fora com lesão no isquiotibial direito. E olha que o cara estava jogando muito nestes playoffs — 21.4 pontos e 7.5 rebotes de média. Isso é coisa de monstro!

    O próprio Nick Nurse, que treinou o Anunoby no Toronto, falou que nunca viu o jogador tão bem: “Ele tem estado incrível, tanto na série contra o Atlanta quanto agora. Está no melhor momento que já vi dele.”

    Sem o Anunoby, os Knicks colocaram Miles McBride no quinteto titular, junto com Jalen Brunson, Mikal Bridges, Josh Hart e Karl-Anthony Towns. É um lineup menor, mas que ainda tem qualidade.

    Josh Hart jogou mesmo com uma entorse no polegar esquerdo, e Mitchell Robinson estava disponível depois de se recuperar de uma doença.

    E aí, vocês acham que o retorno do Embiid vai ser suficiente pros Sixers reagirem na série? Porque perder por 3-0 seria praticamente um atestado de óbito pros playoffs deles.