Autor: Leandro Amorim

  • Mavs contrata Mike Schmitz como GM – aposta certeira?

    Mavs contrata Mike Schmitz como GM – aposta certeira?

    Os Dallas Mavericks acabaram de anunciar Mike Schmitz como novo General Manager, e cara, essa contratação me deixou bem empolgado. O cara vai reportar diretamente pro Masai Ujiri (que presidente, né?) e cuidar das operações do dia a dia e planejamento estratégico.

    Schmitz tava como GM assistente no Portland Trail Blazers, onde trabalhou com avaliação de jogadores, scout e estratégia de elenco. E olha, o maluco tem uma reputação absurda quando o assunto é descobrir talento — é considerado um dos melhores avaliadores da liga.

    O que o Ujiri falou sobre a contratação

    “Mike é um dos avaliadores e mentes do basquete mais respeitados da NBA”, disse Ujiri. E sinceramente, vindo dele, isso pesa muito. O cara conhece talento quando vê — só lembrar do trabalho dele em Toronto.

    Ujiri ainda destacou a inteligência, disciplina e ética de trabalho do Schmitz. Mas o que mais me chamou atenção foi ele falar sobre construir uma “cultura colaborativa” em toda a organização. Vocês acham que isso é uma indireta pro que rolou com o antigo front office?

    O histórico impressionante do novo GM

    Antes de ir pro Portland em 2022, Schmitz passou cinco anos na ESPN como analista do Draft. Cinco anos! O cara literalmente vivia respirando Draft da NBA, analisando cada prospecto que aparecia.

    E tem mais: desde 2018 ele é assistente técnico da seleção de Uganda (que história maluca, né?) e trabalha como scout global pro DraftExpress desde 2012. Formado pela Universidade do Arizona em 2012 — ou seja, relativamente jovem mas com uma bagagem gigantesca.

    Na minha visão, essa contratação faz muito sentido. Os Mavs precisavam de alguém que entenda de desenvolvimento de talento e construção de elenco a longo prazo. Com Luka Dončić no auge e Kyrie Irving ao lado, o momento é agora pra montar algo especial.

    O próprio Schmitz disse que é uma “oportunidade incrível” e que tem muito respeito pelo Ujiri e pela visão da franquia. Será que ele vai conseguir encontrar as peças que faltam pros Mavs finalmente chegarem ao título? Eu tô otimista, não vou mentir.

  • Lakers seguram Thunder mas OKC vence sem Shai – e o futuro do LeBron?

    Lakers seguram Thunder mas OKC vence sem Shai – e o futuro do LeBron?

    Cara, que playoffs malucos estamos tendo! Cavs e Pistons de um lado, Lakers e Thunder do outro — e eu tô aqui tentando processar tudo que tá rolando nessas séries.

    Cleveland ainda patinando, Detroit aproveitando

    Os Cavaliers fizeram alguns ajustes no Jogo 2, mas sinceramente? Foi mais do mesmo. O ritmo da partida seguiu praticamente idêntico ao primeiro jogo, e isso me preocupa se você torce pelo Cleveland. Quando um time não consegue mudar o script em casa, geralmente é sinal de que a série vai ser mais complicada do que esperava.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que a mudança de ambiente vai fazer diferença quando a série voltar pra Cleveland? Eu tenho minhas dúvidas. Detroit parece ter encontrado a fórmula, e quando isso acontece nos playoffs…

    Lakers incomodam OKC, mas Thunder vence mesmo sem o MVP

    Do outro lado, temos uma situação absurda: os Lakers estão jogando de igual pra igual com Oklahoma City através de dois jogos. A estratégia de marcar Shai Gilgeous-Alexander em dobro tá funcionando — pelo menos parcialmente.

    Mas aqui vem o dado que me deixou impressionado: o Thunder ganhou o jogo com Shai FORA de quadra. Isso é assustador pra qualquer adversário. Quando seu MVP tá no banco e mesmo assim você consegue controlar a partida, é porque o time tem profundidade de verdade.

    Os Lakers tão fazendo o máximo que podem, mas será que vai ser suficiente? Na minha visão, essa série tende a favorecer OKC conforme avança.

    E o elefante na sala: o futuro do LeBron

    Agora vamos falar do que todo mundo quer saber: o que diabos o LeBron James quer da vida? (risos)

    Se for apenas pela capacidade em quadra — e olha, aos 39 anos o cara ainda joga MUITO —, que tipo de contrato ele deveria receber? É uma pergunta complicada porque estamos falando do LeBron, né. O nome pesa, a marca pesa, mas o corpo também tá pesando.

    E tem mais coisa rolando no mercado de agentes livres. Andrew Wiggins com sua opção de time, Lu Dort e as finanças apertadas do Thunder, Jordan Walsh nos Celtics… Tari Eason deve ter um mercado interessante na agência livre restrita.

    Vocês acham que o LeBron vai priorizar dinheiro ou a chance de ganhar mais um título? Porque pra mim, essas duas coisas nem sempre andam juntas nessa fase da carreira dele.

  • Ingram opera o calcanhar mas deve estar 100% pro camp dos Raptors

    Ingram opera o calcanhar mas deve estar 100% pro camp dos Raptors

    Olha, quando vi a notícia do Brandon Ingram indo pra cirurgia, confesso que bateu um friozinho na barriga. Mas calma aí — não é nada demais, galera.

    O ala dos Toronto Raptors passou por uma cirurgia na sexta-feira pra remover um esporão no calcanhar direito. O procedimento foi feito pelo Dr. Martin O’Malley no Hospital for Special Surgery, em Nova York — um dos melhores hospitais ortopédicos do mundo, então o cara tá em boas mãos.

    Timing perfeito pra recuperação

    A melhor parte? Ingram deve estar completamente recuperado até o training camp em setembro. Sinceramente, é o timing ideal pra fazer esse tipo de procedimento. Dá tempo de sobra pra ele se recuperar e chegar tinindo pro início da temporada.

    E olha que o cara merece descansar mesmo depois da temporada monstro que teve. Ingram foi All-Star pela segunda vez na carreira e liderou os Raptors com 21.5 pontos por jogo. Além disso, pegou 5.6 rebotes e distribuiu 3.7 assistências em 77 jogos como titular. Números absurdos pra um cara que muita gente ainda subestima.

    Investimento pesado dos Raptors

    Os Raptors não brincaram em serviço quando renovaram com Ingram na última offseason — três anos e 120 milhões de dólares. É grana pra caramba, mas depois da temporada que ele fez, tá mais do que justificado.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Na minha visão, Ingram ainda tem muito pra mostrar e pode ser uma peça fundamental pros Raptors voltarem aos playoffs. Com 27 anos, tá no auge da carreira.

    Agora é torcer pra recuperação correr tudo certo e pro monstro voltar ainda mais forte em setembro!

  • Thunder arrasa Lakers sem Shai e mostra que banco é diferenciado

    Thunder arrasa Lakers sem Shai e mostra que banco é diferenciado

    Mano, que aula de basquete coletivo foi essa do Oklahoma City Thunder ontem! 125-107 nos Lakers, 2-0 na série, e o mais impressionante: fizeram isso com o Shai Gilgeous-Alexander praticamente assistindo do banco por causa de faltas bobas.

    A história toda começou no terceiro quarto. Lakers na frente por 5, tudo equilibrado, aí o Shai comete a quarta falta com apenas 1 minuto e 26 segundos de terceiro período. Pronto, tinha que sentar. Na minha visão, qualquer outro time ia desabar nessa hora — mas não esse Thunder.

    Banco que vale ouro

    Enquanto o Shai ficou de escanteio, a galera simplesmente meteu um 22-4 nos caras. Quando ele voltou pro último quarto, o Thunder já tava na frente por 13. Absurdo, né?

    “Foi incrível”, disse o próprio Shai depois do jogo. “Eles conseguiram parar o ataque dos Lakers e jogaram do jeito certo no ataque. Tenho total confiança nesses caras.” E cara, dá pra ver que ele não tava só sendo educado — esses meninos realmente sabem jogar.

    O Ajay Mitchell, que tá substituindo o Jalen Williams machucado, fez 20 pontos e 5 assistências. Detalhe: 7 pontos e 3 assistências vieram justamente naquele terceiro quarto decisivo. O maluco era reserva da reserva ano passado nos playoffs!

    McCain veio pra resolver

    Mas sabe quem me chamou atenção mesmo? O Jared McCain, que veio do Philadelphia no trade deadline. O cara entrou gelado do banco e meteu 18 pontos em 18 minutos, acertando 4 de 5 tentativas do perímetro. Monstro.

    “Toda vez que vejo ele arremessar, acho que vai entrar”, falou o Chet Holmgren sobre o McCain. E olha, dá pra entender — o mlk tem uma confiança diferenciada pra entrar frio e começar a acertar tudo.

    O próprio Holmgren fez a sua parte: 22 pontos (empatou com Shai na liderança), 9 rebotes, 3 assistências, 4 roubos de bola e 2 tocos. Quando os Lakers chegaram perto no último quarto, foi ele que respondeu com uma bomba de três e dois lances livres pra acabar com qualquer esperança angelina.

    Vocês acham que esse Thunder consegue fechar a série em casa? Porque sinceramente, do jeito que o banco tá jogando, eu não vejo como os Lakers vão conseguir reagir. O Thunder é favorito por 8.5 pontos no jogo 3 — e olha que vai ser em Los Angeles!

  • Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Olha, chegou a hora mais tensa do ano na NBA — a loteria do Draft 2026 acontece neste domingo em Chicago, e eu já tô ansioso pra ver quem vai dar sorte (ou azar, dependendo do ponto de vista).

    A briga tá acirrada lá em cima. Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de fisgar a primeira escolha geral. Logo atrás vêm Utah Jazz e Sacramento Kings, ambos com 11,5% de probabilidade.

    O Jazz que nunca dá sorte na loteria

    Tem um dado que me impressiona: o Utah Jazz NUNCA subiu de posição na loteria. Nunca, cara. Imagina a frustração da torcida… Enquanto isso, nas duas últimas temporadas, o time que ganhou a loteria subiu pelo menos nove posições. É muita sorte concentrada!

    Entre 2015 e 2019, antes da reforma na loteria, o time com as melhores odds sempre levava a primeira pick. Agora a coisa mudou — e isso deixa tudo mais imprevisível e emocionante, na minha opinião.

    Quem vai representar cada franquia

    A NBA já anunciou quem vai estar no palco representando cada time, e tem algumas escolhas bem interessantes. O Brooklyn vai com Vince Carter — lenda absoluta e Hall of Famer. John Wall vai representar Washington, o que faz total sentido considerando a história dele na capital.

    Dos Pacers, quem sobe no palco é T.J. McConnell — jogador que eu sempre respeitei pela raça. Charlotte escolheu Kon Knueppel, que é jogador atual. Miami vai com Alonzo Mourning, outro monstro dos anos 90.

    Sinceramente, acho genial quando as franquias colocam lendas pra representar nesses momentos. Traz aquela energia especial, sabe?

    Bastidores da loteria

    O que muita gente não sabe é que tem toda uma operação nos bastidores. Cada time também manda um representante pra “drawing room” — a sala onde acontece o sorteio de verdade. Ali ficam executivos, GMs e até donos como Joe Tsai do Brooklyn.

    A imprensa também vai estar presente na sala do sorteio. Tem nomes pesados como Zach Lowe (The Ringer), Brian Windhorst (ESPN) e até jornalistas internacionais como o Simone Sandri da Gazzetta dello Sport italiana.

    E aí, quem vocês acham que vai levar a primeira pick? Eu tenho um palpite que um desses times que nunca ganha nada vai acabar dando sorte. Seria típico da NBA, não acham?

    Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba. Esses GMs devem estar suando frio pensando no futuro das franquias.

  • Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Cara, que situação mais bizarra essa do Darryn Peterson. O garoto passou a temporada inteira saindo de jogo por câimbras, e agora descobriu que foi culpa da creatina que ele tava tomando. Sinceramente? Nunca vi nada igual.

    Peterson perdeu 11 jogos na sua única temporada em Kansas — onze! — e ainda teve que sair mais cedo de vários outros por causa das câimbras. O problema? Ele começou a usar creatina quando chegou na faculdade, mas os médicos descobriram que o nível base dele já era naturalmente alto.

    O suplemento que virou vilão

    “Eu nunca tinha tomado antes de chegar na faculdade”, explicou Peterson. “Mas depois da temporada eu parei por duas semanas e fizeram exames que mostraram que meu nível básico já era alto. Então quando eu fiz a dosagem [processo de aumentar a dose gradualmente], deve ter deixado os níveis perigosos.”

    Olha, eu entendo a lógica do garoto. Creatina é praticamente padrão no basquete universitário hoje em dia — todo mundo usa pra ganhar força e manter a massa muscular. Mas no caso dele, o tiro saiu pela culatra de uma forma absurda.

    E o mais louco? Mesmo com todos esses problemas, Peterson ainda tá ranqueado como segunda escolha geral no Top 100 da ESPN pro Draft de 2026. Imaginem o que ele não poderia ter feito se tivesse 100% saudável a temporada toda.

    “Tinha outro nível que vocês não viram”

    Peterson mesmo admite que a situação toda mexeu com o psicológico dele. “Eu fiquei fora da bola na maior parte do ano, mas parte disso foi eu não sendo realmente eu mesmo”, disse. “O técnico tentava encontrar jeitos de me manter efetivo sem me esforçar demais.”

    O moleque tem 1,98m e joga de ala-armador — um perfil que a NBA ama. Agora ele tá focando no arremesso e na criação de jogadas pra chegar 100% pro Draft de 2026.

    “Fico pensando como as coisas poderiam ter sido diferentes em Kansas se eu não tivesse me machucado ou tido todos esses problemas”, refletiu Peterson. “Quando eu tava em quadra, sentia que ainda jogava bem. Mas tinha outro nível meu que as pessoas não conseguiram ver.”

    Vocês acham que ele consegue se recuperar totalmente? Porque se o Peterson resolver mesmo, pode ser uma das maiores surpresas positivas do Draft de 2026. O talento tá ali — só falta o corpo colaborar agora.

  • Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Olha, eu não esperava isso. Depois de ver o Austin Reaves completamente perdido no Jogo 1 (3/16 nos arremessos, que sofrimento), achei que os Lakers iam tomar uma surra histórica dos Thunder. Mas o cara simplesmente ressuscitou no Jogo 2 e tá liderando a reação angelina com 16 pontos no primeiro tempo.

    Pra quem não tava acompanhando: Oklahoma City chegou descansadinho nessa série depois de varrer os Suns na primeira rodada. No Jogo 1, foi aquela coisa — Thunder 108 x 90, com Chet Holmgren fazendo um double-double monstro (24 pontos e 12 rebotes). Parecia que iam repetir a dose.

    O despertar dos Lakers

    Mas aí que tá — os Lakers acordaram pra vida. Depois de um primeiro período meio morno (perdendo por 27-23), eles meteram 35 pontos no segundo quarto contra apenas 30 do Thunder. LeBron com 10 pontos e 5 assistências fazendo o que sabe fazer melhor: distribuir o jogo. E o Rui Hachimura contribuindo com 14 pontos.

    Sinceramente, o que mais me impressiona é como o Reaves se recuperou. Cara tinha jogado TÃO mal no primeiro jogo que eu pensei “acabou pro menino”. Mas olha ele aí, liderando ambos os times em pontuação no intervalo.

    Thunder ainda perigoso

    Não vamos nos empolgar demais. Oklahoma City continua sendo aquele time profundo que a gente conhece — quatro caras já em duplos dígitos no primeiro tempo. Shai Gilgeous-Alexander com 13 pontos (controlado pelos Lakers, mas ainda assim produzindo), Chet Holmgren, Isaiah Hartenstein e Ajay Mitchell (que liderava o Thunder com 15) todos contribuindo.

    O problema do Thunder hoje? Os arremessos de 3. Enquanto os Lakers acertaram 9 das 19 tentativas (47,4% — absurdo!), Oklahoma City converteu apenas 6 de 27 (27,3%). É muita diferença pra compensar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem sustentar esse nível ou foi só um lampejo? Porque uma coisa é certa: se o Austin Reaves voltou ao jogo, essa série ficou BEM mais interessante.

  • Jaylen Brown manda Stephen A. Smith se aposentar depois de treta épica

    Jaylen Brown manda Stephen A. Smith se aposentar depois de treta épica

    Mano, a treta entre Jaylen Brown e Stephen A. Smith tá pegando fogo e eu tô aqui pipocando assistindo essa guerra de tweets. O astro do Celtics simplesmente mandou o comentarista da ESPN parar de falar e “se aposentar” — e olha, não vou mentir, tô do lado do Brown nessa.

    Tudo começou quando o Brown disse que a temporada 2025-26 foi a “favorita da carreira” dele. Detalhe: os Celtics foram eliminados na primeira rodada depois de perder uma vantagem de 3-1 para os 76ers. Sim, você leu certo. Stephen A. achou isso um absurdo completo.

    A provocação que virou guerra

    No First Take, Smith soltou aquela pérola: “Ele precisa ficar quieto… a menos que esteja tentando ser trocado”. Cara, você conhece o Brown — o cara não vai engolir isso calado mesmo.

    A resposta veio direto no Twitter (ou X, sei lá como chama agora): “Eu vou ‘ficar quieto’ se você ‘ficar quieto’ e se aposentar. Vamos dar ao povo o que ele quer”.

    Monstro demais! Sinceramente, acho que o Brown tá cansado desses comentaristas ficando sempre em cima dele. O cara teve uma temporada decente, mesmo sem o Tatum no jogo 7 (que perdeu com lesão na perna), marcou 33 pontos com 44% de aproveitamento.

    Por que Brown chamou de temporada favorita?

    Olha, eu entendo a revolta do Stephen A., mas deixa eu explicar o que o Brown quis dizer. Ele falou que foi a temporada favorita porque viu os companheiros crescerem, mesmo com todo mundo apostando contra os Celtics no início.

    E outra coisa — o próprio Brown esclareceu que não tem treta nenhuma com a organização. Ele falou que ama Boston e jogaria lá pelos próximos 10 anos se dependesse dele. Até ficou chateado porque o Brad Stevens teve que responder pergunta sobre suposta briga entre eles.

    “Eu odeio que nosso presidente de operações de basquete teve que responder isso”, disse Brown. “Eu e o Brad temos um ótimo relacionamento”.

    Stephen A. tentou dar uma amenizada depois, falando que tem “amor” pelo Brown e só tava tentando dar conselho. Mas convenhamos — mandar um cara ficar quieto publicamente não é exatamente um conselho carinhoso, né?

    Vocês acham que o Brown exagerou ou tá certo em bater de frente? Eu, particularmente, acho massa quando os jogadores não ficam só engolindo crítica e respondem à altura. Às vezes esses comentaristas se acham donos da verdade mesmo.

  • SGA comete jogada perigosa e pega flagrant contra o Reaves

    SGA comete jogada perigosa e pega flagrant contra o Reaves

    Olha, eu não esperava ver o Shai Gilgeous-Alexander desesperado assim nos playoffs. O cara que foi candidato a MVP a temporada toda tá claramente sentindo a pressão dos Lakers, e ontem à noite as coisas saíram do controle no Jogo 2.

    A situação foi feia: com os Lakers liderando por dois (63-61) no terceiro quarto, o SGA tentou se livrar da marcação do Austin Reaves de um jeito meio… digamos, questionável. Os dois se enroscaram brigando pela posição, e o astro do Thunder simplesmente puxou o braço do Reaves com força demais.

    Flagrant e confusão generalizada

    Primeiro veio a falta ofensiva normal. Aí os árbitros foram no replay — vocês sabem como é, né? — e decidiram que a jogada foi perigosa o suficiente pra virar flagrant foul 1. Sinceramente? Jogada desnecessária do SGA. O cara tá claramente frustrado com a marcação agressiva dos Lakers.

    E não parou por aí. O Alex Caruso (que ironia, ex-Laker) ainda levou uma técnica no meio da confusão. Resultado: três lances livres pro Reaves, que não perdoou e converteu todos. De 63-61 pra 66-61 pros Lakers num piscar de olhos.

    Thunder reage mesmo sem seu astro

    Aqui que a coisa fica interessante, pessoal. Com o SGA no banco (quatro faltas, incluindo a flagrant), todo mundo esperava que o Oklahoma City desabasse. Mas aconteceu exatamente o contrário — eles fizeram um 14-6 de resposta e viraram o jogo!

    É isso que separa os bons times dos grandes. O Thunder foi o melhor da NBA na temporada regular justamente por essa profundidade absurda. Quando o cara principal não tá no seu dia, aparecem outros pra resolver.

    E olha que o SGA tava realmente tendo uma noite complicada: apenas 13 pontos em 4/9 do campo até aquele momento, três turnovers… Dá pra ver que a defesa dos Lakers tá incomodando mesmo. Mas será que essa frustração não vai prejudicar ainda mais o rendimento dele? Vocês acham que ele consegue se recompor pro próximo jogo?

    Uma coisa é certa: playoffs é isso aí. Pressão, nervosismo, jogadas duras. Só espero que não vire uma série suja — basquete bom é muito melhor que pancadaria, né galera?

  • Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Cara, o Joel Embiid deve estar com dor de cabeça — e não é só por causa das lesões. O cara implorou pros fãs do 76ers não venderem os ingressos, mas parece que a invasão laranja e azul na Filadélfia vai rolar mesmo assim.

    Os números são brutais: 59% dos ingressos vendidos no mercado secundário para o Jogo 3 foram comprados por gente de Nova York e Nova Jersey. Só 22% foram pra galera da Pensilvânia. Mano, isso é praticamente um Madison Square Garden 2.0 na casa do Sixers.

    A súplica desesperada do Embiid

    Depois que o Philadelphia passou pra segunda rodada, o Embiid fez um apelo público que até deu pena: “Da última vez que jogamos contra os Knicks, parecia que a Filadélfia era o Madison Square Garden East. Não vendam os ingressos de vocês. Isso é maior que vocês. A gente precisa do apoio”.

    O cara foi além e disse que se alguém precisasse de dinheiro, ele bancaria. Imagina a situação: um MVP da liga tendo que implorar pros próprios fãs não abandonarem o time. Pesado.

    O 76ers até tentou ser esperto, copiando o que os Pistons fizeram ano passado. Limitaram a venda só pra galera da Grande Filadélfia, checando o endereço do cartão de crédito e tudo mais. Cancelaram pedidos de fora sem dó nem piedade.

    A realidade cruel dos números

    Mas quando você tá perdendo por 2-0 na série e seu astro principal tá machucado (Embiid perdeu o Jogo 2 por lesões no tornozelo e quadril), a fé dos torcedores some mesmo. Kyle Zorn, do TickPick, disse que mais de 3.400 ingressos já estão disponíveis pro Jogo 3.

    E olha só que absurdo: o preço mínimo pro Jogo 3 era $272 no começo da série. Agora? $165. Queda livre. “Depois do Jogo 2, vimos um pico enorme na quantidade de ingressos sendo colocados à venda”, explicou Zorn.

    Sinceramente? Não dá pra culpar totalmente os fãs do Sixers. Time perdendo em casa, jogador franquia quebrado de novo, esperança indo pro espaço… É difícil manter a fé nessa situação.

    Madison Square Garden Sul?

    A ironia é que os fãs do Knicks são conhecidos justamente por isso — viajam pra caramba e lotam estádios rivais. É uma das torcidas mais fiéis da NBA, mesmo com décadas de sofrimento (até recentemente).

    Agora imagina a cena: Embiid volta machucado, olha pro público e vê uma onda de laranja gritando “Let’s go Knicks” na casa dele. Deve ser traumático. E vocês acham que ele aguenta a pressão, ou vai ser mais um desses jogos que ele some quando o time mais precisa?

    Uma coisa é certa: se o Knicks fechar a série em 4, vai ser com a torcida deles praticamente em casa. Embiid fez o que pôde, mas parece que nem dinheiro resolve quando a esperança já era.