Autor: Leandro Amorim

  • Keldon Johnson prometeu Rolex pros amigos e eles pediram carros!

    Keldon Johnson prometeu Rolex pros amigos e eles pediram carros!

    Cara, essa história do Keldon Johnson é absurda de tão legal. O cara ganhou o prêmio de Sexto Homem do Ano pela primeira vez na carreira e já sabia o que fazer: cuidar dos parceiros de vida toda.

    A promessa original era simples — se ele ganhasse o 6MOY, compraria um Rolex pra cada um dos brothers. Mas aí que tá a parte mais engraçada: na hora H, os camaradas mudaram de ideia e pediram carros no lugar dos relógios! E o KJ? Claro que topou na hora.

    O prêmio que mudou tudo

    Olha, eu acompanho o Johnson há tempo e sempre soube que ele tinha potencial pra ser mais que um coadjuvante. Este ano ele provou isso jogando TODOS os 82 jogos saindo do banco — algo que só aconteceu com mais um jogador na última década.

    Os números falam por si: 13.2 pontos, 5.4 rebotes por jogo, com 51.9% de aproveitamento nos arremessos. Monstro demais. E detalhe: ele quebrou um recorde histórico dos Spurs, superando nada menos que Manu Ginóbili como o reserva que mais pontuou em uma temporada (1.081 pontos).

    Sinceramente, ver um cara que sempre foi subestimado finalmente receber o reconhecimento que merece… é emocionante mesmo.

    E nos playoffs?

    A temporada regular já era história, mas o KJ continuou mandando bem quando mais importa. No jogo 2 contra o Minnesota, ele entrou e fez a diferença: 9 pontos e 10 rebotes em apenas 19 minutos. Ajudou a empatar a série em 1-1.

    Vocês acham que os Spurs conseguem ir longe nos playoffs com o Wembanyama e um banco comandado pelo Johnson? Eu tô começando a acreditar que essa pode ser a temporada em que San Antonio volta a sonhar alto.

    No final das contas, a história dos carros só mostra o tipo de cara que o Keldon é. Ganhou o prêmio individual mais importante da carreira e a primeira coisa que pensou foi em retribuir quem sempre esteve do lado dele. Isso é o que eu chamo de caráter.

  • Tobias Harris vira herói dos playoffs e deixa técnico emocionado

    Tobias Harris vira herói dos playoffs e deixa técnico emocionado

    Cara, eu preciso falar sobre o que o Tobias Harris tá fazendo nos playoffs. O cara simplesmente virou outro jogador quando a temporada regular acabou, e isso tá deixando todo mundo de queixo caído — incluindo o técnico JB Bickerstaff.

    Olha só os números: sete jogos consecutivos com mais de 20 pontos nos playoffs. SETE. E o mais absurdo? Durante toda a temporada regular 2025-26, ele não conseguiu fazer nem dois jogos seguidos com 20+ pontos. É como se alguém tivesse ligado um interruptor no cara quando começaram os playoffs.

    “O mundo” — palavras do próprio técnico

    Bickerstaff não conseguiu nem esconder a emoção quando perguntaram sobre o Harris. “O mundo”, ele disse. “Eu nem consigo colocar em palavras. Já tentei antes, mas nós não estaríamos nessa posição se não fosse por ele.”

    E não é só pelos pontos, não. O técnico destacou a liderança do veterano, como ele ensina os jovens sobre preparação, cuidar do corpo, treinar direito. Harris virou o pai da família ali no vestiário dos Pistons.

    Na vitória de 107-97 sobre o Cleveland na quinta-feira, Harris marcou 21 pontos e mostrou que chegou nos playoffs pra valer. E olha que no meio do jogo ele ainda tomou uma pancada feia do Donovan Mitchell e machucou o quadril.

    Jogou machucado e mesmo assim mandou ver

    Vocês viram aquela jogada do Mitchell passando o Harris pra trás? O cara caiu segurando o quadril e eu pensei “pronto, era isso”. Mas não conhecia o Tobias Harris dos playoffs.

    O monstro voltou e fez uma bandeja acrobática faltando cinco minutos pro fim — daquelas que você assiste três vezes no replay. E ainda ajudou na defesa, com dois tocos na partida.

    Sinceramente, eu não esperava essa transformação toda. Harris sempre foi um jogador sólido, mas nunca pensei que ele seria ESSA peça fundamental numa corrida dos playoffs. Os Pistons trouxeram ele depois daquela temporada horrorosa de 14-68 em 2023-24, e agora o cara tá sendo peça-chave do primeiro seed do Leste.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível absurdo de jogo? Porque se conseguir, Detroit vai longe nessa pós-temporada.

  • JJ Redick explodiu com o árbitro e ganhou técnica – Lakers reagiram!

    JJ Redick explodiu com o árbitro e ganhou técnica – Lakers reagiram!

    Cara, o JJ Redick simplesmente perdeu a cabeça no primeiro quarto do Jogo 2 contra o Thunder. E sabe de uma coisa? Foi lindo de ver.

    A situação tava ficando feia pros Lakers — Thunder já tinha aberto 26 a 16 e fazendo aquela pressão clássica de time campeão. Foi aí que o Redick pediu tempo e… mano, o cara foi tirar satisfação com o árbitro Ben Taylor na lata.

    O momento da explosão

    O técnico dos Lakers começou a gesticular, mostrando onde achava que tinha falta não marcada, e literalmente foi na cara do juiz. Mesmo quando o staff tentou segurar ele, o homem continuou no pé de guerra. Resultado? Técnica na certa.

    Mas olha só — parece que foi exatamente isso que o time precisava. Logo depois da bronca do coach, os Lakers meteram um 7 a 1 no Thunder pra fechar o primeiro quarto e diminuir pra apenas 4 pontos de diferença. Coincidência? Eu acho que não.

    A estratégia por trás da loucura

    Sinceramente, acho que o Redick sabia exatamente o que tava fazendo. Os Lakers são zebras gigantes nessa série — especialmente com o Luka Doncic ainda se recuperando da lesão. Então qualquer vantagem que conseguir nas margens pode fazer a diferença.

    E o cara tem feito um trabalho absurdo até aqui. Conseguiu criar um esquema que tá dando trabalho pro Shai Gilgeous-Alexander, que ainda não encontrou seu ritmo na série. Isso não é pouca coisa contra o atual campeão da NBA.

    A tática de “acordar” a arbitragem pra marcar mais faltas do Thunder pode ser genial. Se conseguir mais lances livres pro Lakers, pode equilibrar um pouco a diferença de talento entre os times.

    Lakers surpreendendo geral

    No intervalo do Jogo 2, pasmem: Lakers na frente por 58 a 57. Quem diria, né? Um time que teve uma temporada regular meio morna tá dando trabalho sério pro Thunder.

    E vocês, o que acham dessa atitude do Redick? Genialidade ou só desespero mesmo? Eu tô achando que pode ser a virada de chave que os Lakers precisavam pra essa série ficar ainda mais interessante.

  • Charles Lee renova e os Hornets vivem o melhor momento em anos

    Charles Lee renova e os Hornets vivem o melhor momento em anos

    Cara, que temporada absurda foi essa do Charlotte Hornets! Sinceramente, eu não esperava que eles fossem fazer essa virada toda — mas Charles Lee simplesmente transformou esse time em uma máquina de vencer jogos.

    Os Hornets acabaram de renovar o contrato do técnico depois de uma temporada que foi de 19 vitórias para 44. Vinte e cinco vitórias a mais! É a maior melhora de uma temporada pra outra na história da franquia. Olha, eu acompanho NBA há anos e esse tipo de salto é coisa de filme.

    A virada começou no meio da temporada

    O mais louco é que o time começou mal pra caramba — 16-28 nas primeiras 44 partidas. Eu já tava pensando “lá vamos nós pra mais um ano de sofrimento em Charlotte”. Mas aí… BOOM. O Lee conseguiu fazer alguma mágica ali e o time emplacou 28-10 no final da temporada.

    E não foi sorte não, viu. A partir de janeiro, os Hornets tiveram o melhor net rating da NBA (+10.5). Primeiro em ataque (120.7) e quinto em defesa (110.2). Quando você consegue ser elite nos dois lados da quadra, o resultado aparece.

    LaMelo Ball e o rookie Kon Knueppel foram simplesmente monstros nos arremessos de 3 — ficaram em primeiro e segundo lugar na liga em cestas de três convertidas. O time liderou a NBA em rebotes ofensivos e pontos de segunda chance. Era um basquete bonito de assistir.

    Quebrou jejum histórico no play-in

    A cereja do bolo foi vencer o Miami Heat no play-in e quebrar um jejum de oito anos sem ganhar um jogo de playoffs. Não foi muito longe — caíram pro Orlando Magic na sequência — mas cara, pra um torcedor dos Hornets isso deve ter sido emocionante demais.

    Charles Lee não é qualquer um não. O cara foi assistente técnico por dez anos no Boston Celtics, Milwaukee Bucks e Atlanta Hawks. Conquistou títulos da NBA com Celtics (2024) e Bucks (2021). Ou seja, ele sabe o que é preciso pra chegar lá.

    “Charles fez um trabalho excepcional estabelecendo uma base para quem queremos ser como equipe”, disse Jeff Peterson, presidente de operações de basquete. E olha, não é papo furado não — os números mostram isso.

    O próximo desafio? Quebrar o jejum de 11 anos sem playoffs — o maior da NBA atualmente. Mas com essa evolução toda e o LaMelo Ball no auge, vocês acham que os Hornets conseguem dar esse próximo passo na temporada que vem?

  • Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Cara, o Michael Porter Jr. soltou umas verdades no podcast Road Trippin’ que me deixaram pensando. O cara foi bem honesto sobre como foi difícil lidar com a temporada dos Nets — e principalmente sobre como reagiu depois de não ser chamado pro All-Star Game.

    Olha, eu sempre respeitei quando um jogador assume os próprios erros, e o MPJ fez exatamente isso. Ele admitiu que “tirou o pé do acelerador” depois do snub do All-Star em fevereiro. Nas palavras dele: “Eu me arrependo de ter tirado o pé do acelerador depois de não conseguir ir pro All-Star Game, porque realmente não tinha mais nada pelo que a gente estava jogando.”

    A temporada difícil em Brooklyn

    E não é que o cara tem razão? A situação dos Nets era complicada mesmo. Porter Jr. contou que nunca tinha perdido tanto na carreira até chegar no Brooklyn. “A gente estava perdendo muito. Éramos jovens. Estávamos construindo algo, mas ainda não chegamos lá”, desabafou pro Kendrick Perkins.

    Sinceramente, dá pra entender a frustração dele. Imagina sair do Denver (onde tinha chances reais de título) pra uma reconstrução total? É osso mesmo. Mas o que me chamou atenção foi a maturidade dele em reconhecer que relaxou depois do snub. Disse que não estava frequentando tanto a academia, não se preparava direito, e o arremesso de 3 despencou.

    Apostando no futuro dos Nets

    Mas aqui vem a parte interessante: mesmo com toda essa dificuldade, o MPJ tá otimista com o futuro. Ele falou que conversou com o front office e acredita que os Nets vão conseguir um bom pick no Draft (que rola no domingo) e ainda têm muito espaço salarial — ele chegou a dizer que têm “o maior dinheiro da NBA” pra contratar um armador ou ala-armador de qualidade.

    Na real, ele exagerou um pouco aí — os Bulls provavelmente têm mais espaço que Brooklyn. Mas os Nets devem ter uns 50 milhões pra gastar, o que não é pouco não.

    O que mais me impressionou foi a comparação que ele fez com o Thunder. “É tipo Oklahoma City — demorou um tempo pra ficarem bons. Acho que vai ser assim aqui também”, disse ele. E olha, faz sentido. O OKC também passou por uma reconstrução longa antes de virar esse monstro que são hoje.

    E aí, vocês acham que o Porter Jr. tem razão em apostar nesse projeto dos Nets? Ou será que ele tá sendo otimista demais? Uma coisa é certa: assumir os próprios erros já é um primeiro passo importante. Agora é ver se ele volta com tudo na próxima temporada.

  • Playoffs esquentando e trade bombástico pode rolar na NBA

    Playoffs esquentando e trade bombástico pode rolar na NBA

    Gente, os playoffs de 2026 estão simplesmente insanos! E não é só pelos jogos — tem drama rolando nos bastidores que pode mudar tudo na liga.

    Vamos começar pelo que tá acontecendo em quadra, porque tá surreal mesmo.

    Sixers sem Embiid? E daí!

    Os caras do Philadelphia conseguiram segurar o Jogo 2 contra os Knicks SEM o Joel Embiid. Isso mesmo, sem o cara que carrega o time nas costas. Sinceramente, eu não esperava que eles aguentariam a pressão — mas ó, me surpreenderam.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que os Knicks são REALMENTE candidatos ao título? Porque uma coisa é jogar bem na temporada regular, outra é provar nos playoffs. E olha, eles tão com cara de quem pode incomodar muito.

    Do outro lado, os Cavaliers tão numa situação meio complicada contra os Pistons. Precisa de mais consistência, sabe? Não dá pra ficar nessa montanha-russa se quiser chegar longe.

    Spurs provando que idade é só número

    Mas quem tá me impressionando MESMO são os Spurs. Bateram nos Timberwolves no Jogo 2 e mostraram uma maturidade absurda pra um time tão jovem. Wembanyama deve estar orgulhoso desse elenco — o cara meio que virou o líder natural desse grupo.

    E os Lakers? Bem, eles têm um joguinho importante contra o Thunder pela frente. Vai ser interessante ver como vão se sair, especialmente depois das últimas performances meio irregulares.

    O drama real: Jaylen Brown pode sair de Boston?

    Agora vem a parte que todo mundo tá falando baixinho: parece que rolou um climão envolvendo o Jaylen Brown em Boston. E não é qualquer climão não — tem gente especulando sobre um possível trade com… pasmem… o Giannis Antetokounmpo!

    Cara, imagina só essa troca. Brown + peças indo pra Milwaukee, Giannis vindo pra Boston. Seria o tipo de trade que muda completamente o cenário da liga. Na minha visão, seria uma loucura total, mas também faria sentido pras duas franquias.

    O próprio dono dos Bucks já fez uns comentários sobre o futuro do Giannis que deixaram todo mundo de orelha em pé. Será que tá na hora do grego mudar de ares?

    E vocês, acham que essa troca faria sentido? Eu tô genuinamente curioso pra ver como isso vai desenrolar — porque se rolar mesmo, vai ser o negócio do ano.

    Ah, e domingo tem Draft Lottery. Sempre um dos dias mais importantes pra quem tá reconstruindo. Quem vocês acham que vai dar sorte na loteria?

  • Lakers precisam soltar as bombas de 3 pra ter chance contra o Thunder

    Lakers precisam soltar as bombas de 3 pra ter chance contra o Thunder

    Olha, vou ser sincero: ver os Lakers jogando assim sem o Luka Dončić me dá uma agonia danada. E o pior é que contra o Thunder, se eles não começarem a chutar de 3 como se não houvesse amanhã, podem ir se despedindo dos playoffs ali mesmo.

    O bagulho é o seguinte — desde que o Luka machucou o posterior da coxa esquerda, os Lakers simplesmente pararam de arremessar de 3. E não é pouca coisa não, mano. A frequência deles de chutes do perímetro despencou pra 30% nos playoffs. Trinta por cento! Isso é último lugar entre todos os times que ainda tão vivos na pós-temporada.

    A matemática não fecha sem as bombas de 3

    Vamos aos números que doem: mesmo antes das contusões do Dončić e do Austin Reaves, os Lakers já não eram lá essas coisas arremessando de 3 — apenas 36% dos arremessos vinham do perímetro, ranking 22º da NBA. Mas o Luka, cara… esse monstro fazia a diferença.

    A frequência de 3 pontos dos Lakers aumentava 5,7% quando o esloveno tava em quadra. Disparado o maior impacto individual do time. Aí você tira ele da equação e… bom, deu no que deu.

    Depois das contusões, os caras despencaram pra 28º lugar em volume de 3 pontos. E mesmo com a volta do Reaves no jogo 5 contra os Rockets, a coisa não melhorou muito — continuaram em 13º lugar entre os 14 times que jogaram desde então.

    Thunder dá mole no perímetro, mas Lakers não aproveitam

    E aqui que fica mais frustrante ainda, pessoal. O próprio JJ Redick falou antes da série: “Eles [Thunder] entregam os 3 pontos mais fáceis da NBA”. O Thunder deixa Chet Holmgren sempre como último homem, priorizando a proteção do garrafão.

    No jogo 1, os Lakers fizeram apenas 8 arremessos de 3 saindo do drible. Oito! Contra uma defesa que praticamente tá pedindo pra ser castigada do perímetro. É de dar nos nervos.

    Reaves e Luke Kennard precisam assumir a responsabilidade de soltar essas bombas quando o Thunder jogar em drop coverage. Não dá pra ficar com medo ou esperar a jogada perfeita — tem que “estar pronto pra lançar”, como disse o próprio técnico.

    A realidade dolorosa dos números

    A eficiência dos Lakers despencou nos playoffs. O true shooting percentage deles caiu de 60,9% (2º lugar) na temporada regular pra 56,6% nos playoffs. Os arremessos de 2 pontos foram de 59,5% pra 50,8%. No jogo 1 contra o Thunder? Assustadores 45,5%.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se reinventar a tempo? Porque sinceramente, eu tô vendo eles cavando a própria cova com essa teimosia de não chutar de 3. O Thunder tem a melhor defesa da liga, não vai facilitar nada no garrafão. A única saída é castigar eles lá de fora.

    Se não conseguirem fazer isso… bem, pode ir preparando as malas pra mais uma temporada frustrada em Los Angeles.

  • Cavs desperdiçam outra: Mitchell voltou, mas Harden afundou tudo

    Cavs desperdiçam outra: Mitchell voltou, mas Harden afundou tudo

    Cara, eu não aguento mais ver isso. Os Cavaliers perderam mais uma no clutch time e agora estão 0-2 na série contra os Pistons. É de arrancar os cabelos, sério.

    Olha, vou ser bem direto aqui: Donovan Mitchell finalmente acordou e mostrou por que ainda é uma estrela nessa liga. 31 pontos, sendo protagonista quando precisava ser. Foi o Mitchell que a gente conhece — atacando o garrafão, criando jogadas, sendo aquele cara que resolve os jogos.

    Mitchell voltou, mas sozinho não dá

    Durante o terceiro quarto, Don praticamente virou armador e foi lindo de ver. Ele entendeu que precisava assumir a responsa e foi pra cima. Enterradas, bandejas, arremessos de média distância — tudo funcionando. Era exatamente isso que os Cavs precisavam desde o jogo contra o Toronto.

    Mas aí chegou o quarto período e… puff. Mitchell sumiu nas jogadas decisivas. E sabe por quê? James Harden.

    O problema Harden está ficando sério

    Gente, eu não queria ter que escrever isso, mas o Harden está sendo um problema GIGANTE. 10 pontos, 4 turnovers e um basquete completamente egoísta. O cara simplesmente não consegue jogar sem a bola na mão.

    É frustrante demais ver o Mitchell pegando fogo e depois ter que ficar parado no canto vendo o Harden driblar por 15 segundos até perder a posse. Isso não é basketball moderno, isso é basquete dos anos 2000!

    E vocês sabem o que me deixa mais nervoso? É que os Cavs construíram o sucesso deles justamente no basquete coletivo. Agora virou one-on-one puro. Dá uma raiva…

    Jarrett Allen salvou as aparências

    Pelo menos o Jarrett Allen tá jogando como um monstro. 22 pontos em apenas 9 arremessos — isso é eficiência pura! O cara tá sendo o mais constante do time nessa série.

    Evan Mobley também fez sua parte na defesa (3 tocos e 3 roubadas!), mas precisa aparecer mais no ataque. O Jaylon Tyson até mostrou algumas coisas legais saindo do banco, mas ainda é pouco.

    E o Max Strus? Depois daquele jogaço no Game 1, voltou a ser aquele jogador inconstante que a gente conhece. 1/6 nos arremessos. É isso aí.

    Sinceramente, eu ainda acredito que os Cavs podem virar essa série. Mas só se o Harden entender que precisa jogar dentro do sistema. Se ele continuar com essa palhaçada de driblar sozinho, pode ir se preparando pras férias.

    O que vocês acham? Dá pra confiar que o Mitchell vai manter esse nível? E o Harden, será que muda ou vai continuar afundando o time?

  • Harden tá fazendo Cavaliers passar vergonha nos playoffs de novo

    Harden tá fazendo Cavaliers passar vergonha nos playoffs de novo

    Olha, eu não queria ter que escrever isso, mas o James Harden tá conseguindo ser pior do que eu imaginava nos playoffs. Depois de prometer que ia cuidar melhor da bola após o Game 1, o cara simplesmente entregou o Game 2 pros Pistons de bandeja.

    Cavaliers perdeu por 107-97 e agora tá 2-0 pra baixo na série — e sinceramente, muito disso é culpa do Harden mesmo.

    Os números que doem na alma

    Vamos aos fatos que deixam qualquer torcedor dos Cavs com vontade de quebrar a TV: 10 pontos com 3/13 nos arremessos, 0/4 do perímetro e 4 turnovers. Mas o pior não são nem os números isolados — é que em dois jogos, o cara tem mais turnovers (11) do que cestas (9) ou assistências (10).

    Mano, como é que um cara que foi MVP da liga consegue atirar 32% de quadra e míseros 9% de três? E olha que eu nem falei da defesa ainda…

    A defesa dele tá sendo descrita como “hilariously bad” — traduzindo: ridiculamente horrível. Teve uma jogada que o Ausar Thompson mal encostou nele e o Harden caiu como se tivesse levado um soco. Vergonha alheia total.

    O histórico assombra

    Aqui que a coisa fica mais triste pra quem torce pelo Barba. Esse foi o 182º jogo de playoffs da carreira dele, e pela 36ª vez ele fez 3 cestas ou menos. Isso dá quase 20% dos jogos de pós-temporada dele!

    Pior ainda: em mais de 25% dos playoffs da carreira, ele teve mais turnovers que cestas. Vinte e cinco por cento, gente. É muita irregularidade pra um cara que deveria ser o segundo melhor jogador do time.

    Os Cavaliers trocaram o Darius Garland por ele em fevereiro justamente pra ter um criador de jogadas consistente ao lado do Donovan Mitchell. Não precisava ser MVP de novo — só alguém confiável nos momentos importantes.

    Será que ainda dá tempo?

    Olha, eu sei que todo jogador pode ter jogos ruins, e o Harden até mostrou algumas coisas boas na primeira rodada contra os Raptors. Mas aos 36 anos, será que ele ainda consegue se reinventar nos playoffs?

    A real é que talvez não exista outro jogador na NBA cuja reputação dependesse tanto de uma boa campanha nos playoffs. E por enquanto, tá acontecendo exatamente o oposto.

    Agora os Cavs precisam de uma virada histórica só pra chegar na final de conferência. E vocês acham que o Harden vai conseguir aparecer quando mais precisam dele? Porque pelo que vi até agora, tô com minhas dúvidas…

  • Cade resolve no último quarto e Detroit abre 2-0 na série

    Cade resolve no último quarto e Detroit abre 2-0 na série

    Cara, que show do Cade Cunningham ontem à noite! O garoto simplesmente decidiu que ia resolver o jogo no último quarto e meteu 12 pontos quando mais precisava. Detroit ganhou por 107-97 e agora tá 2-0 na semifinal do Leste contra Cleveland.

    Olha, durante três quartos os Cavs conseguiram segurar o Cunningham relativamente bem — só 8 arremessos e 13 pontos. Mas aí que tá: o monstro distribuiu 10 assistências! É isso que separa os grandes dos muito grandes, né? Quando não consegue pontuar, ele faz todo mundo jogar melhor.

    O quarto período foi show à parte

    Mas no último quarto… rapaz, não teve jeito. Cunningham simplesmente assumiu o controle da partida. Foram 12 pontos decisivos, e nem o Donovan Mitchell conseguiu responder na mesma moeda. Mitchell até jogou bem (31 pontos), mas não teve ajuda suficiente dos companheiros.

    Vocês viram como Detroit virou essa série? Estavam perdendo por 3-1 pra Orlando na primeira rodada e agora emendaram cinco vitórias seguidas nos playoffs. Isso é mentalidade de campeão, gente!

    O que mais chamou atenção

    O Tobias Harris tá jogando um absurdo — 21 pontos e 7 rebotes, fazendo cestas decisivas quando o jogo apertou. E o Ausar Thompson? Esse cara é um problema pra qualquer time. 8 pontos no primeiro quarto saindo da área restritiva, 7 rebotes no total, e ainda por cima é o melhor defensor perímetro da série (talvez da liga toda).

    Já do lado de Cleveland, o James Harden tá passando um sufoco. O cara tá 9/28 na série e 1/11 do perímetro. Onze erros de ataque! Sinceramente, se ele não melhorar drasticamente em casa, essa série já era.

    Duncan Robinson acertou 5 de 9 do perímetro pro Detroit — 17 pontos que fizeram toda diferença. E o Daniss Jenkins saindo do banco com 14 pontos também foi fundamental.

    Agora a série vai pra Cleveland no domingo, jogo 3 às 15h. Os Cavs jogam muito melhor em casa nos playoffs (mas tão 0-5 fora), então ainda dá pra ter esperança. Mas na minha opinião? Detroit tá com uma confiança absurda e o Cade tá naquele nível que poucos jogadores conseguem alcançar.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue reagir em casa ou Detroit vai fechar a série rapidinho?