Autor: Leandro Amorim

  • Brunson domina, Knicks abrem 2-0 contra os 76ers sem Embiid

    Brunson domina, Knicks abrem 2-0 contra os 76ers sem Embiid

    Olha, eu não esperava que os 76ers fossem dar trabalho depois daquela surra de 39 pontos no jogo 1, mas que susto eles deram nos Knicks! O negócio foi decidido no sufoco mesmo, 108 a 102, com direito a 25 trocas de liderança e 14 empates. Jogo de playoffs raiz!

    Jalen Brunson mais uma vez mostrou por que é o cara dessa equipe dos Knicks. 26 pontos e aquelas cestas decisivas que só ele sabe fazer. O cara simplesmente não treme quando a coisa aperta — fez a cesta do desempate faltando pouco mais de 5 minutos e ainda cravou mais uma pra dar folga no placar.

    Sem Embiid, mas com muita raça

    Os Sixers jogaram sem Joel Embiid de novo (que situação complicada essa lesão dele), mas dessa vez mostraram que têm sangue nas veias. Tyrese Maxey meteu 26 pontos e o time inteiro jogou com uma intensidade que não tinha aparecido no primeiro jogo. Sinceramente, achei que iam dar uma de mortos depois daquela goleada histórica.

    A diferença é que quando a pressão aumentou, os Knicks tinham mais opções. OG Anunoby colaborou com 24 pontos, Karl-Anthony Towns fez um double-double (20 pontos e 10 rebotes) e ainda distribuiu 7 assistências. É esse elenco equilibrado que pode fazer a diferença nessa série.

    Spurs atropelam os Wolves de Edwards

    Cara, se o jogo dos Knicks foi suado, o que rolou em San Antonio foi o completo oposto. Os Spurs destruíram os Timberwolves por 133 a 95 — a PIOR derrota dos Wolves em playoffs na história da franquia. Absurdo!

    Victor Wembanyama fez mais um jogo monstro: 19 pontos e 15 rebotes. O francês tá mostrando que veio pra ficar nos playoffs da NBA. Stephon Castle ainda foi o cestinha do time com 21 pontos, enquanto Anthony Edwards (voltando de lesão) ficou limitado a 12 pontos saindo do banco.

    Agora as duas séries ficaram interessantes — Knicks com 2-0 mas os jogos voltam pra Filadélfia, enquanto Spurs e Wolves estão empatados em 1-1. Vocês acham que os 76ers conseguem reagir jogando em casa sem Embiid? E os Wolves, será que Edwards volta com tudo nos próximos jogos?

  • Mike Brown mete o dedo na ferida após vitória dos Knicks

    Mike Brown mete o dedo na ferida após vitória dos Knicks

    Olha, os Knicks ganharam mais uma dos 76ers ontem à noite (108-102), tá bom, mas o técnico Mike Brown não tá nem um pouco satisfeito. E olha que o cara tem razão de sobra pra reclamar.

    O homem foi direto no ponto: “Temos que parar de mandar eles pra linha do lance livre, cara. Eles tão nos destruindo de lá.” E não é só impressão não — Brown fez as contas ali mesmo na coletiva (adoro quando técnico vira professor de matemática).

    A conta não fecha

    “Olha só esses números: eles foram 34 vezes na linha no Jogo 1, mais 28 hoje à noite. Isso dá 62. Nós? 17 e 25. Ou seja, 42 contra 62 deles.” Mike Brown não é bobo não.

    E sinceramente, ele tá certíssimo. Como é que você vai bater de frente com um time bom tomando essa surra nos lances livres? Impossível. Ainda mais considerando que os 76ers tão sem o Joel Embiid machucado — imagina quando ele voltar.

    Vitória suada no Garden

    Diferente da primeira partida (que foi uma lavada de 39 pontos), dessa vez os Knicks tiveram que suar a camisa. Os Sixers chegaram a abrir 99-96 no último quarto, mas aí que o negócio ficou bom.

    Jalen Brunson, Josh Hart e Mikal Bridges resolveram mostrar serviço e meteram uma sequência de 7-0 que decidiu o jogo. Nos últimos três minutos, foi só administrar. Os Knicks converteram 21 dos 25 lances livres (84%) e aproveitaram bem as 18 bolas perdidas dos adversários pra fazer 23 pontos.

    Agora é série 2-0 e o negócio vai pra Filadélfia na sexta-feira. Vocês acham que os 76ers conseguem reagir jogando em casa? Porque se continuarem mandando os Knicks pra linha assim, vai ser complicado mesmo sem o Embiid em quadra.

    Uma coisa é certa: Mike Brown já deixou o recado. Agora é ver se os jogadores conseguem ser mais espertos defensivamente no Jogo 3.

  • Brunson elogia Bridges após travada épica em Maxey nos playoffs

    Brunson elogia Bridges após travada épica em Maxey nos playoffs

    Olha, eu sei que todo mundo tá falando dos 26 pontos do Jalen Brunson no Jogo 2 contra os Sixers. Mas o cara que realmente roubou a cena foi o Mikal Bridges — e até o próprio Brunson admitiu isso depois da partida.

    A mudança que definiu o jogo

    A situação tava feia no segundo quarto. O Tyrese Maxey tinha simplesmente explodido, fazendo 18 pontos em apenas um período. Aí que entra o plot twist: os Knicks colocaram o Bridges pra marcar o garoto dos Sixers. E cara… foi um show à parte.

    Maxey, que tinha começado destruindo, conseguiu fazer apenas 8 pontos pelo resto do jogo. Oito! E não foi sorte não — Bridges literalmente anulou o cara, forçando 4 turnovers no processo. Sinceramente, foi uma das melhores exibições defensivas que vi nos playoffs até agora.

    “Eles me marcaram de forma agressiva. Muito, muito agressiva. Não foi… uma marcação mole”, admitiu o próprio Maxey após a derrota. Dá pra sentir a frustração do rapaz.

    Brunson reconhece o trabalho do companheiro

    E aqui que entra a classe do Brunson. Mesmo tendo feito um jogaço, ele desviou toda atenção pra performance defensiva do Bridges. “O que tem sido mais consistente nele é sua rotina diária, fazendo as coisas que precisa fazer para estar pronto”, disse Brunson.

    Não é só papo furado não. Bridges terminou o jogo com números impressionantes: 18 pontos (quarto maior pontuador dos Knicks), 5 rebotes, 2 assistências, 1 toco e 1 roubo de bola. Completíssimo.

    O mais impressionante? Os Knicks conseguiram limitar os Sixers a apenas 12 pontos no último quarto. Doze pontos! Isso é defesa de playoff raiz, pessoal.

    E aí, vocês acham que os Knicks encontraram a fórmula pra parar o Maxey no restante da série? Porque se conseguirem manter essa intensidade defensiva, os Sixers vão ter problemas sérios.

  • VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    Olha, eu não vou mentir — ver os 76ers saindo de Nova York perdendo por 2-0 na série não é exatamente o que eu esperava depois daquele comeback insano contra o Celtics. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando essa liga é que nunca se deve subestimar o coração de um time que já fez o impossível uma vez.

    E quem deixou isso bem claro foi o rookie VJ Edgecombe, que mandou um recado direto após a derrota por 108-102 no Game 2 contra os Knicks no Madison Square Garden: “Não desistam. Nós não vamos desistir”.

    O garoto não tá de brincadeira

    Cara, eu preciso admitir que esse Edgecombe me impressionou demais nessa temporada. O moleque chegou de Baylor e já mostrou que veio pra ficar. Nos playoffs então? Absurdo. Chegou aos dois dígitos em oito dos nove jogos da pós-temporada dos Sixers.

    E não é só pontuação não — o cara teve aquele jogaço contra o Celtics no Game 7, com 23 pontos numa pressão danada. Mas o que mais me marcou foi aquele 30 pontos e 10 rebounds no Game 2 contra Boston. Double-double decisivo numa vitória fora de casa. Monstro.

    No Game 2 contra os Knicks, ele não teve sua melhor noite (17 pontos, 6/13 nos arremessos), mas sinceramente? Depois do que vi contra o Celtics, não duvido de mais nada desse garoto.

    Celtics que o digam — comeback é possível

    Vocês acham que é loucura acreditar numa virada? Porque eu lembro muito bem do que aconteceu na série anterior. Os caras estavam 3-1 pra baixo contra um Celtics que todo mundo dava como favorito. E o que aconteceu? Três vitórias seguidas e classificação histórica.

    Claro, os Knicks jogaram o fino da bola na temporada regular e têm a vantagem de casa nos primeiros dois jogos. Mas basquete é isso aí — você nunca sabe o que pode acontecer quando a série volta pra Filadélfia.

    “Eles fizeram o que tinham que fazer, protegeram a casa deles”, disse Edgecombe. “Então nós não vamos desistir. Vamos continuar jogando com intensidade independente de qualquer coisa.”

    E aí, galera? Acham que os Sixers conseguem repetir o milagre? Porque se tem uma coisa que aprendi nestes anos todos acompanhando NBA é que jogador rookie com essa mentalidade pode fazer qualquer coisa acontecer. E Edgecombe tá provando que tem o coração de um veterano.

    A série volta pra Filadélfia agora, e eu já tô ansioso pra ver se esse time consegue fazer a torcida do Wells Fargo Center explodir mais uma vez.

  • Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Cara, depois do susto no Jogo 1, os Spurs simplesmente resolveram mostrar quem manda. 133 a 95. Cento e trinta e três a noventa e cinco! Uma surra histórica nos Timberwolves que deixou todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu não esperava uma resposta tão avassaladora assim dos Spurs, mas faz sentido né? Time com 62 vitórias na temporada regular não ia ficar quieto depois de perder em casa. E o Wemby? O monstro simplesmente decidiu que ia dominar dos dois lados da quadra.

    Wembanyama comandou a defesa

    O francês não repetiu os 12 bloqueios do primeiro jogo (Minnesota reclamou que vários foram goaltending mesmo), mas a defesa dos Spurs foi simplesmente absurda. Os Wolves acertaram apenas 5 de 21 arremessos no garrafão nos três primeiros quartos. No perímetro? Mesma coisa: 5/21 nas bolas de três.

    É impressionante como o Wemby mudou totalmente a dinâmica defensiva dessa franquia. Primeiro jogador unânime para DPOY do ano e tá provando que merece mesmo. O cara tem 2,24m e se move como se fosse um ala – é de outro planeta literalmente.

    Champagnie pegou fogo do perímetro

    Mas não foi só defesa não. O ataque dos Spurs fluiu de uma forma linda, com todos os cinco titulares chegando aos dois dígitos antes mesmo do último quarto começar. E aí que entra a loucura do Julian Champagnie – o cara acertou QUATRO bolas de três seguidas e praticamente enterrou o jogo ali no segundo quarto.

    Sinceramente, quando vi aquela sequência do Champagnie eu já sabia que não tinha mais jogo. Os Wolves tavam claramente sem ritmo, ainda se ajustando com o Anthony Edwards vindo do banco (ele voltou de lesão mas ainda não tá 100%), e o Ayo Dosunmu ainda saiu machucado cedo.

    Stephon Castle liderou a pontuação com 21, enquanto Dylan Harper contribuiu com 11 pontos, 7 rebotes e 5 assistências saindo do banco. Do lado de Minnesota, Edwards fez só 12 pontos em 24 minutos – dá pra ver que ele ainda tá se readaptando ao ritmo de playoffs.

    Agora é guerra em Minneapolis

    A série tá empatada 1 a 1 e vai pra Minnesota na sexta-feira. Os Wolves ainda têm a vantagem de jogar em casa, mas essa surra deve ter mexido com o psicológico. Como que você recupera de uma derrota de 38 pontos?

    Por outro lado, os Spurs mostraram que quando tão ligados, são praticamente imbatíveis. A defesa é sufocante, o ataque tem múltiplas opções, e o Wemby… bom, o Wemby é o Wemby né.

    Vocês acham que Minnesota consegue se recuperar jogando em casa? Ou os Spurs vão manter esse nível e passar de fase? Jogo 3 vai ser crucial – quem ganhar vai ter uma vantagem psicológica enorme no resto da série.

  • Maxey perdeu a confiança no momento que mais precisava dos 76ers

    Maxey perdeu a confiança no momento que mais precisava dos 76ers

    Cara, que situação complicada essa do Tyrese Maxey. O garoto carregou os 76ers nas costas por praticamente a temporada toda, e agora, no momento que mais precisava mostrar serviço — sem o Joel Embiid em quadra — ele admitiu que perdeu a confiança.

    Foi no Jogo 2 contra os Knicks, uma partida que o Philadelphia tinha que roubar jogando fora de casa. Maxey jogou absurdos 47 minutos (isso mesmo, quarenta e sete!), fez 26 pontos, mas quando a coisa apertou no último quarto, conseguiu apenas 5 pontos. O resultado? Derrota por 108 a 102 e série empatada.

    O dedo machucado que mudou tudo

    O problema é que o Maxey machucou o dedo da mão direita durante o jogo, e isso mexeu completamente com a confiança dele. Depois da partida, ele foi honesto: admitiu que perdeu a segurança na hora de atacar a cesta e lidar com as marcações duplas dos Knicks.

    Olha, eu entendo a situação do garoto. Seis erros de ataque na noite, arremessando mal (9/23), com o time dependendo totalmente dele… É muita pressão pra um cara de 24 anos, por mais talentoso que seja.

    Cadê o apoio do elenco?

    Sinceramente, acho que os 76ers estão colocando uma responsabilidade desproporcional nos ombros do Maxey. Paul George precisa aparecer mais na criação das jogadas, o VJ Edgecombe tem que ajudar mais com a bola, e o Quentin Grimes precisa acordar urgente se quiser ver o time avançar.

    Com o Embiid fora (e nem sabemos quando volta), é impossível esperar que o Maxey resolva tudo sozinho. O Jogo 3 vai ser decisivo — literalmente vida ou morte para a temporada dos Sixers.

    E vocês, acham que o Maxey consegue se recuperar mentalmente a tempo? Porque só um dia de descanso entre os jogos não é suficiente pra curar machucado nem na confiança, nem no dedo.

  • Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Mano, às vezes o que acontece na arquibancada é quase mais divertido que o jogo em si. Ontem, no Jogo 2 entre Timberwolves e Spurs, rolou uma das cenas mais aleatórias que eu já vi nos playoffs.

    Uma torcedora de San Antonio decidiu que ia desconcentrar o Rudy Gobert de um jeito bem criativo: pegou um cartaz gigante com a cara do Keldon Johnson e ficou abanando o francesão durante o jogo. Sério, quem pensa nisso? A criatividade da torcida americana não tem limites mesmo.

    Gobert nem aí pra zoação

    O mais engraçado é que o Gobert nem ligou. O cara tava tão concentrado na missão de parar o Wembanyama que nem percebeu a performance teatral da tia na primeira fileira. Profissionalismo puro — ou talvez ele só não entendeu por que diabos estavam abanando ele com a cara do Johnson.

    Olha, eu admiro essa frieza do Gobert. No Jogo 1, ele já tinha mostrado serviço: segurou o Wemby em apenas 5 de 17 arremessos, incluindo um 0 de 8 do perímetro. Simplesmente anulou o fenômeno francês. Sete pontos, 10 rebotes, três assistências e quatro roubadas de bola. O monstro não precisa pontuar pra dominar.

    O duelo franco-francês continua

    É bonito ver o respeito que o Wembanyama tem pelo Gobert. Antes da série, o garoto falou que se inspirou muito no veterano, principalmente na dedicação aos cuidados com o corpo. “Ele deveria ser modelo para todos os pivôs”, disse o Wemby.

    Sinceramente? Essa admiração mútua deixa tudo mais especial. Dois franceses se enfrentando nos playoffs da NBA, um passando conhecimento pro outro mesmo sendo adversários. É isso que o basquete tem de lindo.

    Mas no final das contas, parece que a zoação da torcida surtiu algum efeito. Os Wolves acabaram perdendo o Jogo 2, com o Wembanyama fazendo 19 pontos e 14 rebotes contra os 5 pontos e 10 rebotes do Gobert.

    E aí, vocês acham que a torcedora merece crédito pela vitória dos Spurs? Porque eu tô começando a acreditar que essa brincadeira com o cartaz do Keldon Johnson foi o fator decisivo mesmo.

  • Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Cara, o Paul George estava indo tão bem nos playoffs… E aí vai lá e faz uma dessas. Sinceramente, eu achava que ele tinha deixado essas zebras no passado, mas o último quarto contra o Knicks foi de doer os olhos.

    Olha só a situação: sem Joel Embiid, o 76ers precisava que todo mundo aparecesse no jogo 2. E o PG13 estava cumprindo sua parte — 17 pontos com 7/13 nos arremessos até o terceiro quarto. Philly ainda liderava por 90 a 89 entrando no último período.

    O pesadelo do último quarto

    Foi aí que a coisa desandou. George simplesmente travou. Zero de cinco nos arremessos no quarto período. ZERO. Incluindo uma bola de três que nem chegou perto da cesta — aquela que o Mike Breen narrou com um “way off” que virou meme instantâneo.

    E o pior? Era exatamente quando o time mais precisava dele. Tyrese Maxey também estava frio, o ataque do 76ers tinha empacado, e era ali que o veterano deveria assumir as rédeas. Mas não conseguiu. Philadelphia perdeu por 108 a 102 e agora está em desvantagem na série.

    “Playoff Pee” — o apelido que ninguém quer

    Skip Bayless, que nunca perde uma oportunidade de alfinetar, já sacou um apelido novo (na verdade antigo) para o George: “Playoff Pee”. É uma variação cruel do antigo “Playoff P” que ele mesmo criou anos atrás, mas agora no sentido pejorativo.

    Olha, eu entendo a frustração. George tem histórico de sumir em momentos decisivos dos playoffs, e essa performance trouxe tudo de volta à tona. As redes sociais já estão pegando fogo com memes e zoações — você sabe como é essa galera.

    Mas vamos ser justos aqui: na defesa, o cara foi um monstro. Marcou o Karl-Anthony Towns no último quarto e ainda protegeu o aro várias vezes. O problema é que isso não aparece no placar quando você erra tudo no ataque.

    Hora da redenção

    Agora é aquela pressão absurda no jogo 3. Com Embiid ainda machucado, a temporada do 76ers pode estar nas mãos do George. Será que ele consegue se redimir, ou vai ser mais uma decepção nos playoffs?

    Vocês acham que o PG13 aguenta essa pressão? Porque sinceramente, aos 34 anos, as chances de redenção não são infinitas. E se ele entregar mais uma dessas, pode esquecer — vai ser lembrado como o cara que nunca conseguiu dar o salto quando mais importava.

  • Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Sam Merrill machuca e vira dor de cabeça pro Cavs nos playoffs

    Olha, não é assim que você quer começar uma série de playoffs. Sam Merrill, um dos caras mais importantes do banco do Cleveland Cavaliers, machucou o posterior da coxa esquerda no Jogo 1 contra o Detroit Pistons e agora virou preocupação real pra equipe.

    O veterano de 29 anos fez uma ressonância magnética na perna e ficou de fora do treino desta quarta-feira. Sinceramente? Não é o timing que ninguém queria, principalmente depois daquela derrota feia pro Pistons no primeiro jogo da segunda rodada.

    Lesão no pior momento possível

    Merrill jogou apenas seis minutos no Jogo 1 — tempo suficiente pra uma assistência, uma bola perdida e… uma lesão que pode complicar os planos dos Cavs. E vocês sabem como é: nos playoffs, cada peça importa. Principalmente quando você é um cara que vem do banco e precisa dar conta do recado quando chamado.

    Durante a temporada regular, o cara teve números sólidos: média de 12,8 pontos por jogo. Nada espetacular, mas consistente. Na primeira rodada contra o Toronto Raptors — que durou sete jogos sangrentos — ele pontuou em dois dígitos duas vezes. Ou seja, quando precisava aparecer, aparecia.

    Cavs precisam se reinventar

    A questão agora é: como Cleveland vai se virar sem ele? O time já não está numa situação confortável depois de perder em casa, e perder uma peça do banco justamente agora pode ser o tipo de problema que transforma uma série equilibrada numa dor de cabeça gigante.

    Amanhã tem Jogo 2 em Detroit, e os Cavs precisam empatar a série. Sem Merrill disponível (pelo menos não a 100%), vai ser interessante ver como o técnico vai mexer na rotação. E aí, vocês acham que dá pra compensar a ausência dele ou isso vai pesar mesmo nos playoffs?

    Uma coisa é certa: lesão nos playoffs é sempre drama. Torcer pra não ser nada grave e o cara voltar logo, porque Cleveland vai precisar de todo mundo se quiser sonhar grande nesta pós-temporada.

  • Draymond Green mete o pau no Charles Barkley ao vivo na TV

    Draymond Green mete o pau no Charles Barkley ao vivo na TV

    Cara, o Draymond Green não perdoa ninguém mesmo. O cara foi no programa “Inside the NBA” ontem e simplesmente destruiu o Charles Barkley na frente de todo mundo. E olha que não foi por acaso não — tinha contexto por trás.

    A coisa começou quando o Barkley sugeriu que o Green e o Stephen Curry talvez devessem considerar sair do Golden State Warriors se quisessem continuar brigando por título. Aí o Draymond não aguentou e soltou essa pérola:

    “Acho que o objetivo é não ficar parecendo você no uniforme do Houston Rockets. É basicamente isso.”

    DESTRUIÇÃO TOTAL.

    A alfinetada que doeu onde tinha que doer

    Olha, eu entendo perfeitamente o lado do Draymond aqui. O cara passou a carreira INTEIRA no Warriors — 14 temporadas, quatro títulos, uma dinastia construída tijolo por tijolo. Aí vem o Chuck, que passou por Sixers, Suns e Rockets (sem título, aliás), falando que talvez seja hora de vazar?

    O Barkley teve uma carreira incrível, não vou mentir. MVP em Phoenix, Hall da Fama merecidíssimo. Mas aquela passagem pelo Houston no finalzinho da carreira? Meio forçada mesmo. Foi uma tentativa desesperada de conseguir o anel que nunca veio.

    E é exatamente isso que o Draymond não quer. Sinceramente? Eu concordo com ele.

    Warriors em momento delicado

    Não é que a situação do Golden State tá fácil não. A temporada 2025-26 foi complicada, com lesões do Jimmy Butler e Moses Moody que vão afetar boa parte da próxima temporada também. Sem contar que ainda tem dúvidas sobre o futuro do Steve Kerr como técnico.

    Mas cara, será que é hora de desmontar tudo mesmo? O núcleo Curry-Green-Thompson (quando saudável) ainda tem lenha pra queimar. Foram quatro títulos em oito anos — isso não é brincadeira não.

    Vocês acham que o Green tem razão em ficar firme no Warriors? Ou será que o Barkley tá certo e é hora de buscar novos ares? Eu, particularmente, prefiro ver jogadores sendo leais aos times que os criaram. Mas sei lá, às vezes a ambição fala mais alto mesmo.

    De qualquer forma, uma coisa é certa: o Draymond continua sendo aquele cara que fala o que pensa, na cara e sem filtro. E o Chuck? Bom, tomou um banho de realidade ao vivo na TV nacional.