Autor: Leandro Amorim

  • Luka frustrado: ‘Não sabem como é ver o time jogando sem poder ajudar’

    Luka frustrado: ‘Não sabem como é ver o time jogando sem poder ajudar’

    Olha, se tem uma coisa que eu entendo é a frustração do Luka Doncic neste momento. O cara está vendo os Lakers brigando nos playoffs — literalmente o melhor momento do ano no basquete — e ele ali, machucado, só assistindo da lateral. Pura tortura.

    O astro esloveno abriu o jogo sobre como tem sido difícil ficar de fora desde que se machucou no início de abril. “É muito frustrante. Acho que as pessoas não entendem o quão frustrante isso é”, disparou Luka antes do Jogo 2 contra o Oklahoma City Thunder. “Tudo que eu quero é jogar basquete, especialmente nesta época. É a melhor época para jogar basquete.”

    Tratamento de primeira na Espanha

    Para tentar acelerar a recuperação dessa lesão no posterior da coxa — que tem um prazo de oito semanas —, Doncic foi até a Espanha fazer injeções de plasma rico em plaquetas (PRP). E olha, não foi só um pulo lá e voltar não. O monstro ficou semanas por lá.

    “Fui à Espanha fazer PRP. Todo mundo sabe que é um dos melhores países para isso”, explicou o campeão de pontuação da NBA. Entre cada injeção, ele precisava de quatro dias de descanso. Foram quatro aplicações no total. Conta aí: 4 x 4 = 16 dias só de intervalo, fora o tempo dos procedimentos.

    A escolha da Espanha não foi aleatória. Luka tem conexões de longa data por lá — lembram que ele jogou no Real Madrid antes de vir pra NBA? “Conheço e confio em muitas pessoas na Espanha com quem costumava trabalhar antes”, disse.

    LeBron carregando o piano nas costas

    Enquanto isso, quem está salvando a pátria é o velho LeBron James. Aos 41 anos (isso mesmo, 41!), o Rei assumiu a responsabilidade de carregar o ataque dos Lakers. Na primeira rodada contra o Houston Rockets, foi ele quem segurou as pontas para garantir a vitória por 4-2.

    Mas sinceramente? Dá para perceber a diferença. No Jogo 1 contra o Thunder, os Lakers tomaram uma surra de 108-90. E sem o Luka para criar jogadas e meter aqueles triplos impossíveis, fica bem mais difícil.

    Aprendendo com os erros do passado

    O que mais me impressiona é a maturidade do Luka em relação à lesão. Ele mesmo admitiu que já voltou cedo demais de outras contusões e se ferrou. “É difícil para mim. Já voltei de lesões cedo demais antes, e não foi o melhor resultado”, confessou.

    E ele tem razão para ser cuidadoso. Lesão no posterior da coxa não é brincadeira — é diferente de outras contusões. Uma recaída agora poderia acabar com toda a temporada dele e dos Lakers.

    Vocês acham que ele vai conseguir voltar a tempo de ajudar os Lakers nestes playoffs? Porque se depender só do LeBron, vai ser muito difícil passar do Thunder. E olha que eu sou fã do Rei, mas até ele tem limites aos 41 anos…

  • Tracy McGrady detona: Jaylen Brown tá pistola com os Celtics

    Tracy McGrady detona: Jaylen Brown tá pistola com os Celtics

    Olha, quando o Tracy McGrady fala, a gente escuta. E cara, o que ele soltou no podcast dele sobre o Jaylen Brown deixou todo mundo de queixo caído. Segundo T-Mac, o astro dos Celtics está profundamente frustrado com a organização — e isso pode mudar tudo em Boston.

    “A frustração dele é profunda com a organização e outras coisas que a gente realmente não tem os detalhes. É muita coisa que eu tô ouvindo rolar com a organização de Boston com o JB”, disparou McGrady no podcast “Cousins” com o Vince Carter.

    O outro lado da moeda

    Enquanto isso, o Brad Stevens (presidente de operações dos Celtics) tá falando que não sabe de nada. Em entrevista coletiva, ele disse que conversou com Brown na segunda e foi “só coisa positiva”. Sinceramente? Parece conversa pra boi dormir.

    “Estamos aqui há 10 anos juntos, e eu amo o JB assim como todo mundo aqui ama o JB”, disse Stevens. Cara, 10 anos é muito tempo mesmo — Brown foi draftado em 2016 e nunca jogou por outra franquia.

    McGrady acredita que parte da frustração do Brown vem do fato dele ter carregado o time nas costas com o Tatum machucado a temporada toda. E olha, o cara jogou MUITO — 28.7 pontos por jogo, recorde da carreira!

    A bomba pode estourar

    Agora vem a parte que dói: os Celtics eram favoritos absolutos contra os 76ers e tomaram uma virada histórica, perdendo uma série que lideravam por 3-1. Desde o título de 2024, já são duas eliminações precoces seguidas como favoritos. Isso machuca.

    E aqui entre nós — será que o Brown não tá se sentindo subestimado? O cara mostrou que consegue ser o cara do time, liderou os Celtics pro 2º lugar no Leste sem Tatum, e ainda assim todo mundo fica falando que ele é o “segundo violino”.

    Stevens já mostrou antes que não tem medo de fazer mudanças drásticas. Se rolar uma troca mesmo, imagina o Jaylen Brown no mercado? Com o Giannis Antetokounmpo disponível, pode rolar uma negociação monstruosa.

    O mais louco é que Brown chamou essa temporada de sua “favorita da carreira” e elogiou o grupo. Mas como diz o Tracy McGrady, uma coisa é o que se fala publicamente, outra é o que rola nos bastidores.

    E vocês, acham que o Brown realmente vai sair de Boston ou é só mais um drama de fim de temporada? Eu tô aqui torcendo pra ele ficar, mas no mundo da NBA nunca se sabe né…

  • De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    Cara, tem histórias na NBA que parecem roteiro de filme, e a do Daniss Jenkins é uma delas. O cara foi desprezado por TODAS as 30 franquias no Draft de 2024, assinou um contrato two-way (aqueles meio vagabundos) com Detroit e agora tá sendo peça fundamental nos playoffs dos Pistons. Absurdo mesmo.

    No Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste contra Cleveland, Jenkins jogou 29 minutos — quase um titular — e contribuiu com 12 pontos, 7 rebotes (recorde pessoal nos playoffs) e 4 roubadas. Nos últimos 3 minutos da partida, o moleque simplesmente resolveu: 6 pontos, 3 rebotes e mais um roubo para selar a vitória de Detroit.

    A jornada mais maluca que eu já vi

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo, mas a trajetória desse Jenkins é surreal. O cara passou por QUATRO faculdades diferentes — incluindo um junior college no Texas —, foi ignorado no Draft e passou a maior parte da temporada de estreia na G League jogando pelo Motor City Cruise.

    Na minha visão, o que mais impressiona é a mentalidade do garoto. “Minha jornada toda não foi bonita, mas é sobre lutar contra a adversidade”, disse ele. E cara, que luta! Começou a temporada nem jogando metade dos primeiros 10 jogos, aí em novembro pegou uma sequência boa e nunca mais parou.

    Em fevereiro — pasmem — ele jogou seu 42º jogo da temporada, o que automaticamente converteu seu contrato two-way em um acordo de verdade: US$ 8 milhões por dois anos. De zero a herói em questão de meses.

    O momento que mudou tudo

    Quando Cade Cunningham ficou fora por causa de um pulmão colapsado (que susto, né?), Jenkins assumiu a responsabilidade e fez 30 pontos contra o Lakers. Trinta pontos! Um cara que há poucos meses tava na G League.

    Duncan Robinson, companheiro de equipe, resumiu bem: “Ele tem uma confiança inabalável para alguém que foi desprezado a carreira toda, e usa isso como combustível”.

    Sinceramente, acho que essa história do Jenkins prova como o sistema da NBA às vezes falha. Quantos talentos não passam despercebidos? O técnico Kenny Atkinson dos Cavs até reconheceu: “Esse time não ganhou 60 jogos só por causa do Cunningham. Eles têm jogadores muito bons ao redor dele”.

    E vocês, acham que Jenkins vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Eu tô torcendo muito por esse cara. É impossível não vibrar com uma história dessas — de rejeitado a protagonista em menos de dois anos. Isso é NBA pura, galera.

  • Vanderbilt quebra dedo de forma bizarra e Lakers ficam no sufoco

    Vanderbilt quebra dedo de forma bizarra e Lakers ficam no sufoco

    Cara, eu vi muita coisa feia no basquete, mas o que aconteceu com o Jarred Vanderbilt ontem foi de arrepiar mesmo. O cara literalmente quebrou o mindinho da mão direita de um jeito que até os jogadores do Thunder ficaram com nojo.

    Foi no segundo quarto do Jogo 1 contra Oklahoma City. Vanderbilt tentou fazer um bloqueio épico num alley-oop do Chet Holmgren, só que na hora de disputar a bola, o mindinho dele bateu na tabela e… rapaz, o osso furou a pele. Bizarro demais.

    A reação foi de pânico total

    O Jaxson Hayes não conseguiu nem disfarçar o quanto foi grotesco: “Cara, o osso do mano estava pra fora da pele!”. E olha que o Hayes já viu coisa pra caramba na NBA, né? Ele disse que já deslocou vários dedos na carreira, mas nunca tinha visto algo tão nojento assim.

    Vanderbilt foi direto pro chão segurando a mão, bem ali perto do banco do Thunder. Os próprios jogadores adversários ficaram impressionados quando viram a situação. Aos 5:51 do segundo quarto, ele foi carregado pro vestiário e os Lakers já descartaram qualquer possibilidade dele voltar no jogo.

    JJ Redick tenta passar confiança

    O técnico JJ Redick disse que conseguiram “juntar tudo de volta” – aparentemente chamam isso de “redução” no meio médico. Vanderbilt está sendo avaliado dia a dia, o que sinceramente é mais otimismo do que eu esperava vendo aquelas imagens.

    Redick até contou uma história engraçada (e nojenta ao mesmo tempo): Vanderbilt tirou umas fotos da lesão e mandou pro técnico, que repassou pra esposa. Resultado? Chelsea mandou ele nunca mais mandar esse tipo de foto! Imagino a cena…

    Olha, eu torço muito pro Vanderbilt conseguir voltar logo. O cara é daqueles jogadores casca grossa que fazem a diferença na defesa dos Lakers. Mas, convenhamos, depois de ver o osso literalmente sair da pele, qualquer tempo de recuperação já seria uma vitória.

    Vocês acham que ele aguenta voltar ainda nessa série? Porque, sinceramente, só de imaginar pegar uma bola com essa lesão recente já me dá calafrios.

  • Reinsdorf pede desculpas e Bulls finalmente admitem o rebuild total

    Reinsdorf pede desculpas e Bulls finalmente admitem o rebuild total

    Olha, eu não acreditei quando vi. Michael Reinsdorf, CEO do Chicago Bulls, subiu no palco ontem e fez algo que eu nunca pensei que veria: pediu desculpas públicas para a torcida e assumiu a responsabilidade pelo vexame que o time virou nos últimos anos.

    “A responsabilidade sobe até mim, e eu aceito”, disse Reinsdorf. Cara, depois de uma década desperdiçada, era o mínimo mesmo.

    Bryson Graham não veio pra enganar ninguém

    O novo VP de operações de basquete, Bryson Graham, de 39 anos, foi direto ao ponto — e eu adorei a sinceridade dele. “Não vou ficar aqui inventando que estamos quase lá, que é só adicionar algumas peças”, mandou a real. “Porque não é verdade.”

    Graham veio do Atlanta Hawks e New Orleans Pelicans, onde subiu de estagiário a GM. Reinsdorf elogiou ele como um avaliador de talentos elite que nunca pegou atalhos na carreira. Bom sinal, porque os Bulls precisam de alguém que entenda de basquete de verdade.

    A situação é pesada mesmo: o time não ganha uma série de playoffs desde 2014-15. Uma década inteira jogada fora! Só chegaram nos playoffs duas vezes em dez anos. É de chorar.

    Rebuild completo com recursos de verdade

    Mas agora vem a parte interessante. Graham herda um cenário não tão ruim assim: duas primeiras rodadas do Draft 2026 (incluindo a própria pick do Bulls, que provavelmente vai ser boa) e cerca de 60 milhões de dólares livres no salary cap.

    A busca por um novo técnico começa semana que vem, e Graham já avisou que vai pescar em águas profundas. “Vamos encontrar as pessoas mais competentes e talentosas”, disse. “Pode ser um técnico que vocês nunca ouviram falar, e eu posso ser criticado por isso. Mas se eu acreditar nele, vou contratá-lo.”

    Sinceramente? Adorei essa postura. Chega de nomes famosos que não entregam nada.

    Reinsdorf promete abrir o cofre (finalmente)

    E aqui vem a cereja do bolo: Reinsdorf garantiu que vai bancar um time competitivo de verdade, incluindo pagar luxury tax quando necessário. Os Bulls só passaram do limite uma vez na história da franquia — em 2012-13.

    “Se estivermos competindo por títulos, esperamos provavelmente estar na luxury tax e estamos totalmente OK com isso”, disse o CEO. “Não quero estar na luxury tax por um time que nem nos playoffs chega.”

    Cara, se isso for verdade mesmo, pode ser o começo de uma nova era em Chicago. O que vocês acham? Será que os Bulls finalmente vão fazer as coisas direito, ou é só mais uma promessa vazia? A torcida do United Center merece muito mais do que esses últimos dez anos de sofrimento.

  • Sixers lutam sem Embiid mas perdem pros Knicks: série fica 2-0

    Sixers lutam sem Embiid mas perdem pros Knicks: série fica 2-0

    Cara, que jogo doloroso pros fãs dos Sixers. O time foi lá no Madison Square Garden, lutou pra caramba sem o Joel Embiid, mas no final das contas perdeu por 108-102 e viu os Knicks abrirem 2-0 na série. E olha, eu tava torcendo pra essa virada sem o gigante…

    O Tyrese Maxey fez o que pôde — 26 pontos, jogou quase 50 minutos! Monstro. Paul George também apareceu com 19, assim como o Kelly Oubre Jr. O VJ Edgecombe, aquele rookie, contribuiu com 17. Mas sinceramente? Não foi suficiente contra um time dos Knicks que tá jogando um basquete coletivo absurdo.

    George começou voando, mas…

    O PG13 simplesmente resolveu começar o jogo em chamas — marcou 11 dos primeiros 13 pontos dos Sixers, acertando tudo que arremessou. Duas bolas de três seguidas do canto esquerdo, com aquela frieza que só ele tem. Aliás, o cara tá numa sequência impressionante: acertou pelo menos uma de três em TODOS os nove jogos dos playoffs. Na pós-temporada inteira, ele tá com 52,5% do perímetro. Absurdo.

    O Oubre também entrou quente no primeiro quarto, acertando duas de três do canto. Por um momento ali, pensei: “Será que rola a zebra?”

    Maxey fez ajustes, mas não bastou

    O que mais me impressionou foi ver como o Maxey mudou a postura depois daquele Game 1 apagado. O garoto foi mais agressivo, procurou mais o arremesso e até fez uns posts contra o Jose Alvarado — que tem só 1,83m, né? (risos)

    Ele também tentou algumas coisas diferentes quando os Knicks vinham com aquela pressão dupla no pick and roll. Às vezes rejeitava a tela, às vezes tentava passar no meio dos defensores. Arriscado? Sim. Mas quando você tá sem seu pivô estrela, tem que improvisar.

    O problema é que o Maxey não conseguiu manter o nível alto o jogo todo, e ainda cometeu 6 turnovers dos 18 do time. Os Knicks, espertos, tiveram só 13.

    A real sobre jogar sem Embiid

    Olha, vou ser sincero: não dá pra competir no mais alto nível sem o Joel. O cara tava fora por lesões no tornozelo e quadril direitos, e fez uma falta danada. O Andre Drummond começou no lugar dele, mas logo cedo tanto ele quanto o Adem Bona estavam cheios de faltas.

    Os Sixers agora têm 1-3 de aproveitamento nos playoffs sem o Embiid. E contra um time dos Knicks que tá com quatro caras marcando pelo menos 18 pontos — Jalen Brunson (26), OG Anunoby (24), Karl-Anthony Towns (20) e Mikal Bridges (18) —, fica praticamente impossível.

    Agora é torcer pra que o Joel volte pro Game 3, sexta à noite na Filadélfia. Porque sem ele, essa série pode acabar rápido demais. E aí, vocês acham que os Sixers conseguem reagir em casa?

  • OG Anunoby se machuca e preocupa os Knicks nos playoffs

    OG Anunoby se machuca e preocupa os Knicks nos playoffs

    Cara, só os Knicks mesmo pra conseguir transformar uma vitória incrível numa dor de cabeça gigantesca. O time de Nova York bateu os Sixers por 108 a 102 ontem à noite e abriu 2-0 na série dos playoffs, mas agora todo mundo tá preocupado com o OG Anunoby.

    O cara estava tendo uma noite monstro — 24 pontos, 4 rebotes, 2 assistências e ainda por cima 4 roubadas de bola. Tava literalmente carregando o time nas costas. Aí quando você acha que vai ser só alegria, o pesadelo: OG se machuca nos minutos finais.

    O que aconteceu exatamente?

    Foi numa jogada aparentemente simples. O OG fez uma mudança de direção, uma dessas cortadas que ele faz mil vezes por jogo, e na sequência foi visto segurando a perna direita. Tentou ainda fazer uma enterrada depois, errou completamente (o que já era um sinal de que algo tava errado), e pediu substituição.

    Mike Brown colocou o Miles McBride no lugar dele faltando 2:31 pro fim do jogo. Sinceramente, ver o OG pedindo pra sair de quadra numa situação dessas é de arrepiar — o cara é durão demais pra fazer isso por bobagem.

    E agora, José?

    O técnico não deu muitas informações depois do jogo (típico dos Knicks, né?). A torcida tá rezando pra não ser nada sério, porque sem o Anunoby fica muito mais difícil sonhar com uma chegada às finais do Leste.

    O timing é terrível. Os Knicks estavam finalmente encontrando um ritmo bom nos playoffs, com OG sendo uma peça fundamental na defesa e no ataque. Perder ele agora seria um baque gigante.

    Vamos torcer pra ser só um susto e que os exames não mostrem nada grave. Vocês acham que os Knicks conseguem segurar essa vantagem mesmo com OG machucado? A sensação é que essa franquia sempre encontra um jeito de complicar as coisas quando tudo parece estar dando certo…

  • Knicks destroem 76ers no 4º período e abrem 2-0 na série

    Knicks destroem 76ers no 4º período e abrem 2-0 na série

    Cara, que jogaço ontem no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente resolveram virar a chave no último período e massacraram os 76ers por 108 a 102, abrindo 2-0 na semifinal da Conferência Leste.

    E olha, não foi fácil não. O jogo foi equilibrado por três quartos inteiros – aquele tipo de partida que deixa qualquer fã roendo as unhas. Mas aí chegou o quarto período e os Knicks mostraram por que jogam em casa.

    A defesa que decidiu tudo

    Os 76ers simplesmente desmoronaram no final. Sem o Joel Embiid (que continua machucado), eles fizeram apenas 4 de 19 arremessos no último quarto. Quatro de dezenove! Isso é 21% de aproveitamento, meu amigo. Um desastre total.

    Os Knicks fizeram 19 a 12 no período final e fecharam com uma corrida de 12 a 3 nos últimos 6 minutos e meio. Foi daquelas defesas sufocantes que a gente adora ver nos playoffs – quando o time da casa aperta mesmo e a torcida vai à loucura.

    Brunson e os caras apareceram na hora H

    O que mais me impressiona nesse time dos Knicks é como os caras sempre aparecem nos momentos decisivos. O Jalen Brunson fez aquelas jogadas típicas de craque – arremesso virado, lance livre na pressão. Terminou com números sólidos e comandou a equipe quando mais precisava.

    O OG Anunoby também deu show, especialmente considerando que teve que jogar de pivô várias vezes por causa das faltas do KAT. E o Josh Hart? Tava sofrendo a noite toda, mas quando precisou, encaixou uma bola de três fundamental que quebrou uma sequência de 5 a 0 dos Sixers.

    Ah, e o Mikal Bridges teve uma noite excelente – 18 pontos no final das contas. O cara tá se encaixando perfeitamente no sistema.

    As faltas que quase complicaram

    Sinceramente, achei que os Knicks iam se complicar com as faltas dos grandes. O Karl-Anthony Towns pegou a terceira falta bem no começo do segundo quarto – numa dessas bobas que você vê de longe que vai dar problema.

    O Ariel Hukporti entrou e também se enrolou todo com faltas bobas. Uma delas foi a 80 metros da cesta! Cara, isso me lembrou aquelas faltas desnecessárias que a gente vê no NBB às vezes (risos).

    Mas sabe o que é impressionante? O OG Anunoby jogando de pivô e se virando bem. Claro que os Sixers tentaram explorar isso com o Adem Bona pegando rebotes ofensivos, mas a defesa dos Knicks se ajustou.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem reagir jogando em casa? Sem o Embiid fica muito difícil, mas o Tyrese Maxey é daqueles caras que podem explodir a qualquer momento. Vai ser interessante ver como o Nick Nurse vai mexer no time.

    O que eu sei é que os Knicks estão com uma confiança absurda agora. Duas vitórias em casa, defesa funcionando nos momentos decisivos… Tá pintando uma classificação tranquila para as finais da conferência!

  • Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Cara, eu tô vendo os Knicks jogarem agora e é impossível não ficar empolgado. Esse time é um absurdo. Mas ao mesmo tempo… é frustrante pra caramba. Por quê? Porque literalmente a única coisa que pode parar esses caras no Leste são eles mesmos.

    A cena que mais me marca do jogo contra o Sixers é essa: segundo quarto, Karl-Anthony Towns sentado no banco com a toalha na cabeça, balançando negativamente. Cara em foul trouble de novo. Aí no terceiro quarto ele volta destruindo tudo – não errava um arremesso, fazendo assistência, enterrando bola de 3. E então… quarta falta. Banco outra vez.

    O paradoxo dos Knicks 2026

    É exatamente isso que define esse time. Eles acabaram de bater o recorde histórico da NBA – ganharam quatro jogos de playoffs seguidos por uma diferença combinada de 135 pontos. Cento e trinta e cinco! Nunca ninguém fez isso na história da liga.

    E não para por aí. Foram também o primeiro time da história a ganhar três jogos consecutivos de playoffs por 25+ pontos de diferença. Ou seja: quando esses caras decidem jogar bola, ninguém segura.

    O elenco é perfeito no papel. Towns virou um point-center que é uma loucura de assistir. Jalen Brunson segue sendo aquele monstro clutch que a gente conhece. E a defesa? OG Anunoby, Mikal Bridges e Josh Hart formam um trio que simplesmente não deixa ninguém respirar no perímetro.

    Mas aí vem o “mas”…

    O problema é que eles cometem faltas demais. Muitas mesmo. No jogo contra o Sixers, até os 5:47 do segundo quarto, New York já tinha 5 faltas de equipe – colocando Philly no bonus. Os Sixers? Zero faltas até então. Zero!

    E tem outro ponto: às vezes a bola empaca nas mãos do Brunson nos momentos decisivos. Não que ele seja ruim – muito pelo contrário. Mas o ataque fica meio previsível quando deveria estar fluindo.

    Mesmo assim, olha que loucura: com todas essas faltas bobas, eles foram pro intervalo perdendo só de um ponto. No segundo tempo se ajeitaram, jogaram mais esperto, e fecharam o jogo 108-102.

    Towns terminou com 20 pontos em apenas 8 arremessos (acertou 6), quase fez o terceiro triple-double dos playoffs com 10 rebotes e 7 assistências. Brunson liderou com 26 pontos, Anunoby meteu 24.

    A real sobre esse time

    Sinceramente? Esse é o melhor time dos Knicks em 25 anos. E olha que eu já vi muita coisa. Eles têm tudo pra quebrar o jejum de 52 anos sem título – mas só se pararem de se sabotar com essas faltas bobas.

    Agora a série vai pra Philadelphia, onde o Joel Embiid pode voltar. Mas cara, do jeito que os Knicks estão jogando quando não se atrapalham… eu tô começando a sonhar alto mesmo.

    E vocês, acham que eles conseguem manter esse nível sem se prejudicar tanto? Porque se conseguirem, esse título tá mais perto do que imaginamos.

  • Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Os Mavs precisam renovar com Moussa Cissé — seria burrada deixar escapar

    Olha, quando o Moussa Cissé chegou nos Mavericks como two-way player no começo da temporada, ninguém esperava grande coisa do pivô novato. Mas cara, que surpresa agradável esse mlk foi!

    Sinceramente, toda vez que ele entrava em quadra você sentia a diferença na energia e na proteção do garrafão. E agora vem a pergunta que não quer calar: os Mavs devem renovar com ele pra próxima temporada? A resposta é óbvia — seria uma burrada monumental não trazer ele de volta.

    A temporada do garoto foi uma montanha-russa

    No início, Cissé era praticamente esquecido no banco. Mas aí as lesões começaram a castigar o elenco dos Mavs e — BAM! — o menino foi jogado no holofote.

    Os minutos dele eram inconsistentes pra caramba. Tinha jogo que nem pisava na quadra, mas quando entrava… monstro! A raça no rebote e aquele atletismo absurdo sempre apareciam.

    Aí que vem a parte mais doida: depois do trade deadline, os Mavs tiveram que escolher entre converter o Cissé ou o Ryan Nembhard do contrato two-way. Escolheram o Nembhard. Resultado? Cissé só jogou 8 partidas depois disso por causa do limite de jogos.

    Os números não mentem

    Tá, os números básicos do Cissé não são de outro mundo, mas os avançados contam uma história diferente. O RAPM dele foi de +0.8, que tá no percentil 70 da liga toda. Não é brincadeira não!

    Mas sabe o que mais me impressiona nesse mlk? O rebote ofensivo. 16.2% de taxa de rebote ofensivo — percentil 96! Com posse extra sendo tão importante hoje em dia, ter um cara desses é ouro puro.

    Lembro do melhor jogo dele contra os Knicks em janeiro: 15 pontos, 9 rebotes, 4 tocos. E olha que ele fez isso contra Karl-Anthony Towns e Mitchell Robinson — não é qualquer um não.

    E agora, José?

    Como os Mavs não converteram o contrato dele, Cissé vai ser agente livre restrito. Ou seja, Dallas pode igualar qualquer oferta que aparecer. Provavelmente vão oferecer algo próximo do salário mínimo por 4 anos.

    Olha, eu sei que ele ainda é meio cru no ataque e às vezes persegue muito os tocos (e acumula faltas que é uma beleza). Mas essas são coisas que se corrigem com tempo e experiência.

    O Cissé me lembra muito o Neemias Queta e o Moussa Diabaté — pivôs de energia que dominam o rebote ofensivo. Ele encaixa perfeitamente como terceiro centro na rotação. E se der aquela evoluída no ataque? Pode virar até titular de qualidade.

    Na minha visão, foi nota B+ a temporada dele. Mostrou potencial real e suas qualidades estão em alta na liga. Os Mavs precisam renovar com ele — principalmente se o Dwight Powell se aposentar.

    Vocês acham que Dallas vai fazer a coisa certa e segurar o garoto? Ou vão deixar essa joia escapar?