Autor: Leandro Amorim

  • Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Cara, domingo rola mais uma Draft Lottery da NBA — a 42ª edição dessa rifa milionária que define o futuro dos times. E olha, se tem uma coisa que nunca muda nessa liga é o seguinte: sempre tem alguém reclamando do formato do draft. Sempre.

    É sério. Pessoal tava pistola em 2017, em 2014, em 1993, em 1984… Basicamente desde que a NBA existe, há 76 anos, a liga nunca conseguiu deixar todo mundo feliz com a forma de distribuir os rookies. E sinceramente? Não é à toa.

    Por que só a NBA tem essa paranoia toda?

    Pensa comigo: a NFL nunca precisou de loteria. A MLB só criou uma em 2022. A NHL tem uma versão menor desde 95 (curiosamente comandada pelo Gary Bettman, que era advogado da NBA antes). Mas é que no basquete a parada é diferente, né?

    Um único monstro pode virar completamente o destino de uma franquia. Imagina o Lakers sem Magic, o Bulls sem Jordan, o Heat sem LeBron. Um cara só muda TUDO. E é por isso que essa distribuição de picks é tão polêmica — porque todos sabem que tankar uma temporada pode garantir uma década de sucesso.

    Foi aí que nasceu a Draft Lottery em 1985. A ideia era simples: os piores times precisam ter mais chances de pegar os melhores calouros, mas não pode ser garantido. Senão vira uma corrida pra ver quem perde mais feio.

    O problema que nunca acaba

    Só que olha só — desde a reforma de 2019, o tanking virou praticamente uma epidemia na liga. Eu diria que umas nove das dez equipes que ficaram fora dos playoffs esse ano tankaram de alguma forma. E isso tá matando a qualidade da temporada regular, cara.

    A NBA tá mexendo nos pauzinhos de novo, preparando mais mudanças pra tentar resolver essa bagunça. Mas aqui entre nós: será que vai dar certo dessa vez? Porque toda vez que eles mudam alguma coisa, aparecem consequências que ninguém esperava.

    Vocês acham que dá pra resolver esse negócio do tanking ou é algo inerente ao sistema? Na minha visão, enquanto um único jogador puder mudar tudo, sempre vai ter time disposto a perder de propósito pra conseguir ele.

    Os anos pré-loteria eram ainda mais selvagens

    Antes de 1985, a coisa era ainda mais doida. Entre 1950 e 1983, tinha essa regra absurda dos “territorial picks” — times podiam furar a fila do draft pra pegar caras que jogaram num raio de 80km da cidade deles, só abrir mão da primeira escolha.

    O Warriors fez isso sete vezes nos anos 50, incluindo com ninguém menos que o Wilt Chamberlain. Imagina se isso existisse hoje? O Lakers pegaria todo mundo da UCLA, o Knicks dominaria os caras de Nova York… seria um caos total.

    Mas enfim, domingo tem mais uma edição dessa rifa. Pacers, Wizards, Jazz, Nets e outros vão torcer pros números saírem. E pode ter certeza: independente de quem ganhe, alguém vai reclamar do sistema. Porque é tradição na NBA — sempre tem como melhorar, sempre tem como piorar também.

  • Morreu Ted Turner, o cara que transformou o Braves em ‘time da América’

    Morreu Ted Turner, o cara que transformou o Braves em ‘time da América’

    Cara, é o fim de uma era. Ted Turner morreu aos 87 anos, e sinceramente, o esporte americano nunca mais vai ser o mesmo. O cara que transformou o Atlanta Braves no ‘Time da América’ nos deixou na quarta-feira — uma notícia que me pegou de jeito.

    Olha, eu sei que muita gente aqui no Brasil conhece o Turner mais pela CNN ou pelo TBS, mas pra nós que acompanhamos MLB há décadas, esse cara foi REVOLUCIONÁRIO. Imagina só: em 1976, ele comprou o Braves por 12 milhões de dólares (uma pechincha hoje em dia) e transformou o time numa máquina de entretenimento.

    O maluco que mudou tudo

    Turner não era só um empresário — era um showman nato. Nos primeiros anos, o Braves era um dos piores times da liga (sem clubismo, era sofrível mesmo), mas o cara conseguiu fazer a galera se apaixonar pelo time através das transmissões na TBS. Foi o primeiro a colocar baseball na TV a cabo 24/7, praticamente inventando o conceito de ‘superstation’.

    E tem uma história absurda: em 1977, o cara literalmente tentou TÉCNICO do próprio time por um jogo! A Liga Nacional teve que intervir e parar a brincadeira. Imaginem se o Galvão Bueno resolvesse técnico do Corinthians por uma partida — foi esse o nível de loucura.

    A dinastia que a gente nunca esquece

    Mas foi nos anos 90 que a mágica aconteceu de verdade. Com Bobby Cox na comissão técnica e John Schuerholz como GM, Turner construiu uma das maiores dinastias da história do baseball. 14 títulos de divisão consecutivos! Quatorze! É como se o Flamengo ganhasse o Carioca 14 anos seguidos — absurdo demais.

    O auge foi em 1995, quando finalmente levaram a World Series. Eu lembro de assistir aqueles jogos na madrugada, e cara, que time monstruoso. Greg Maddux, Tom Glavine, John Smoltz… uma rotação de arremessadores que era pura poesia.

    Vocês conseguem imaginar a pressão que era ser dono de time na TV nacional toda noite? Porque o Braves tava literalmente na casa de milhões de americanos através da TBS. Turner transformou o time local num fenômeno nacional — ‘America’s Team’ não era só marketing, era realidade.

    Muito além do baseball

    Turner também teve os Hawks (NBA) entre 1977-82, mas admito que não foi lá essas coisas. E tinha a WCW, que bateu de frente com a WWE por anos — 83 semanas consecutivas ganhando na audiência! Para quem curtia wrestling nos anos 90, sabe que foi uma guerra épica.

    O cara também era velejador profissional e ganhou a Copa América em 1977. Monstro completo, né? E detalhe: o Turner Field, onde o Braves jogou de 1997 a 2016, levava o nome dele. Merecidíssimo.

    Turner tinha Demência com Corpos de Lewy desde 2018 e estava internado com pneumonia desde 2025. Uma perda gigantesca para o esporte mundial. Sem ele, talvez nunca teríamos visto o baseball se globalizar da forma que aconteceu.

    E aí, galera — quem mais aqui cresceu assistindo os jogos do Braves na madrugada? O legado do Turner é eterno no mundo dos esportes.

  • Embiid fora do Jogo 2: odds dos Knicks disparam após lesão

    Embiid fora do Jogo 2: odds dos Knicks disparam após lesão

    Cara, quando eu vi a notícia que o Joel Embiid estava fora do Jogo 2 contra os Knicks, já sabia que ia dar ruim pros Sixers. E não é que as casas de apostas reagiram na velocidade da luz?

    Os Knicks, que já vinham voando nos playoffs (ganharam os últimos quatro jogos por 16, 29, 51 e 39 pontos de diferença — sim, você leu certo), saltaram de favoritos por 7.5 pontos pela manhã para 10.5 pontos depois que o Shams Charania soltou a bomba sobre a ausência do gigante cameronês. Na linha de dinheiro então? Foi de -294 para -426. Basicamente, as odds gritaram: “sem Embiid, não tem jogo”.

    O histórico sem o MVP é complicado

    Olha, não é segredo que o Embiid vive no departamento médico. Nesta temporada, incluindo os playoffs, os Sixers já jogaram 47 partidas sem ele — e o resultado? 22 vitórias e 25 derrotas. Com ele em quadra, o time tem 27-16. A matemática não mente.

    Mas espera aí. Lembra do que aconteceu contra os Celtics há duas semanas? Philadelphia ganhou o Jogo 2 em Boston sem o Embiid, fazendo 111-97. E depois? O cara voltou e foi fundamental na virada histórica de 3-1 na série, cravando 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências no decisivo Jogo 7.

    Jogo 1 foi um pesadelo

    Sinceramente, depois de ver o Jogo 1, eu já estava desconfiado se o Embiid estava mesmo 100%. O cara fez apenas 14 pontos em 3 de 11 arremessos, pegou só 4 rebotes em 25 minutos. Foi um fantasma em quadra. E o resultado? Massacre de 137-98 para os Knicks.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que os Sixers conseguem repetir a mágica de Boston? O modelo de projeção do SportsLine, que simula cada jogo 10.000 vezes (imagina a dedicação), dava 67% de chance pros Knicks cobrirem o spread antes da notícia. Depois da confirmação da ausência do Embiid? Manteve os mesmos 67%, mesmo com a linha subindo três pontos.

    Cara, eu tô curioso pra ver como o Tyrese Maxey e o resto do elenco vão reagir. Eles já mostraram que sabem jogar sem o Embiid, mas contra esse time dos Knicks que tá voando? Vai ser um teste e tanto. Vocês acham que Philadelphia tem moral pra empatar a série em Nova York?

  • Dono dos Bucks põe prazo para Giannis: 6 semanas pra decidir o futuro

    Dono dos Bucks põe prazo para Giannis: 6 semanas pra decidir o futuro

    Olha, a situação do Giannis em Milwaukee tá ficando séria mesmo. O dono dos Bucks, Jimmy Haslam, finalmente botou as cartas na mesa: eles têm de 6 a 7 semanas pra resolver se o Greek Freak fica ou não na franquia.

    Cara, imagina a pressão. Estamos falando do cara que trouxe o segundo título da história dos Bucks — o primeiro em 50 anos! — e agora pode estar de saída. Sinceramente, eu não esperava que chegasse nesse ponto, mas aqui estamos.

    O novo técnico e a ausência do Giannis

    O que mais me chamou atenção foi saber que o Giannis não participou da escolha do novo técnico, Taylor Jenkins. Gente, isso é meio estranho, não é? Normalmente os astros têm pelo menos uma conversa com os candidatos a treinador. O GM Jon Horst tentou amenizar dizendo que “não foi sobre Giannis ou não Giannis”, mas convenhamos… quando seu melhor jogador não participa de uma decisão dessas, algo tá acontecendo nos bastidores.

    Por outro lado, Jenkins já conversou com o Giannis depois de ser contratado e disse que a comunicação foi “tremendous” (como eles falam por lá). Será que rola uma química entre os dois?

    Rumores de trade que não param

    Os rumores de troca do Giannis já rolam há algumas temporadas, mas essa season foi diferente. A conversa com os Knicks no verão passado — que não deu em nada — acabou virando uma bola de neve. Todo dia era uma especulação nova.

    O mais louco é que o próprio Giannis sempre disse que nunca pediria uma troca. Deixou a decisão totalmente nas mãos da franquia. Na minha visão, isso é até mais complicado pro Milwaukee — imagina ter que decidir se troca ou não o melhor jogador da história da franquia?

    Haslam foi bem direto: “Faremos o que é melhor para o Giannis e o que é melhor para a organização. Não sabemos se ele vai ficar conosco ou não, mas vamos resolver isso com ele nas próximas semanas.”

    O que esperar daqui pra frente?

    Com US$ 121,2 milhões restantes no contrato (incluindo uma player option de US$ 62,7 milhões no verão que vem), o Giannis tem poder de decisão. Mas será que ele quer mesmo sair de Milwaukee?

    Olha, eu tenho minhas dúvidas. O cara construiu um legado lá, ganhou dois MVPs, um título… Mas se a franquia não conseguir montar um time competitivo ao redor dele, é compreensível que queira buscar novos ares.

    E vocês, acham que o Giannis fica em Milwaukee ou é hora de uma mudança radical? Essas próximas semanas vão ser decisivas, e eu tô aqui na torcida pra que seja qual for a decisão, seja a melhor pra carreira de um dos maiores jogadores da atualidade.

  • Embiid fora do Jogo 2: Sixers na corda bamba contra os Knicks

    Embiid fora do Jogo 2: Sixers na corda bamba contra os Knicks

    Mano, o Joel Embiid não consegue ter paz mesmo. O cara acabou de ser cortado do Jogo 2 contra os Knicks por causa de dores no quadril e no tornozelo. E olha que ele tinha sido listado como “provável” — acordou na quarta-feira todo dolorido e nem foi pro treino matinal.

    “Ele acordou com um monte de dor”, disse o técnico Nick Nurse. Sinceramente? Já era meio esperado. O Embiid tá numa montanha-russa de lesões há anos.

    O corpo não aguenta mais

    Cara, vamos ser realistas aqui. O Embiid fez uma apendicectomia de emergência há poucas semanas, perdeu os três primeiros jogos da primeira rodada contra os Celtics, e agora tá lidando com mais duas paradas físicas. É muita coisa pro corpo de qualquer um, ainda mais pra um pivô de 2,13m.

    Nos cinco jogos destes playoffs, ele tá com médias de 25,2 pontos e 8 rebotes. Teve jogos monstros (aquele Jogo 7 contra Boston foi absurdo — 34 pontos na estrada), mas também teve uns bem ruins. No Jogo 1 contra os Knicks? Só 14 pontos, 4 rebotes, 3/11 nos arremessos. Os caras simplesmente colaram nele no pick-and-roll e foi isso aí.

    Histórico preocupante

    Olha só essa estatística bizarra: desde que ganhou o MVP em 2023, o Embiid jogou apenas 96 jogos de temporada regular. Isso em quase três temporadas, cara! E nos playoffs? Só esteve 100% saudável UMA vez — na bolha de 2020, quando foram varridos pelos Celtics na primeira rodada.

    O maluco já perdeu jogos por lesão em seis das suas oito participações nos playoffs. Fratura orbital, concussão, menisco rompido, Bell’s palsy… é uma lista que não acaba. E todas essas campanhas terminaram antes da final da Conferência Leste.

    Agora os Sixers vão ter que se virar com Tyrese Maxey (que tá voando com 25,1 pontos por jogo), Paul George (rejuvenescido com 56,5% nas bolas de três) e o rookie VJ Edgecombe. São jogadores talentosos, mas sem a gravidade do Embiid em quadra, tudo fica mais difícil.

    Os Knicks tão numa sequência de quatro vitórias e quebraram um recorde da NBA nos playoffs — terceira vitória consecutiva por mais de 25 pontos de diferença. Contra um time sem seu astro principal? Pode ser massacrante.

    Vocês acham que os Sixers conseguem dar a volta por cima mesmo sem o Embiid? Porque, convenhamos, sem ele eles tavam perdendo de 3-1 pros Celtics na primeira rodada. Foi só ele voltar que a mágica aconteceu.

  • Stevens nega atrito com Jaylen Brown: ‘Só conversa positiva’

    Stevens nega atrito com Jaylen Brown: ‘Só conversa positiva’

    Cara, que confusão foi essa que rolou nos Celtics essa semana! O Tracy McGrady foi lá no podcast dele e soltou que o Jaylen Brown tava com uns problemas internos na organização de Boston. Aí o Brad Stevens, presidente do time, teve que vir a público desmentir tudo.

    “Ele não expressou essas frustrações pra mim”, disse Stevens sobre o Brown. E olha, pelo contrário — a conversa que os dois tiveram na segunda-feira foi “nada além de positiva”. O próprio JB confirmou isso numa live na Twitch dele, dizendo que adora Boston e que ficaria lá pelos próximos 10 anos se dependesse dele.

    O que o T-Mac falou mesmo?

    O McGrady, que é meio que um mentor do Brown, especulou que o cara pode estar se sentindo desvalorizado. A teoria dele? JB carregou os Celtics pro 2º lugar na conferência praticamente sozinho, já que o Jayson Tatum ficou a maior parte da temporada fora por conta da lesão no tendão de Aquiles.

    “Acho que a frustração dele vem de dentro da organização e outras coisas que a gente não tem detalhes”, disse McGrady. Na visão dele, o Brown meio que provou seu valor como líder e jogador, mas pode não estar recebendo o reconhecimento que merece.

    Sinceramente? Eu entendo a lógica. O cara foi MVP das Finals em 2024, segurou a parada toda temporada com o Tatum machucado, e aí os Celtics caem logo na primeira rodada pros Sixers. Deve doer mesmo.

    Brown também se pronunciou

    Mas o próprio JB tratou de esclarecer as coisas. Na live dele, falou que odeia que o Stevens teve que responder essas especulações: “Eu e o Brad temos um ótimo relacionamento. Eu amo Boston”.

    É engraçado como essas coisas ganham vida própria, né? O Brown até foi multado em $50 mil por falar mal da arbitragem numa live (chamou o Joel Embiid de caidão, basicamente), e aí vira essa bola de neve toda.

    Stevens deixou claro que a porta dele tá sempre aberta pra qualquer papo que os jogadores queiram ter. “Estamos juntos há 10 anos, e eu obviamente amo o JB. Todo mundo aqui ama o JB”, disse o presidente.

    Olha, na minha opinião, isso aí é muito barulho pra pouca coisa. O Brown tá chateado com a eliminação precoce? Óbvio que tá. Mas daí a ter problema sério com a organização… acho que o pessoal tá exagerando. Vocês acham que rola alguma coisa maior por trás ou é só especulação mesmo?

  • McCain desabafa sobre comentário do GM dos Sixers: ‘Machucou’

    McCain desabafa sobre comentário do GM dos Sixers: ‘Machucou’

    Cara, essa história do Jared McCain me deixou meio puto, não vou mentir. O garoto foi trocado pelos Sixers pro Thunder e ainda teve que engolir o GM Daryl Morey dizendo publicamente que eles “venderam alto” o jogador. Que falta de classe, sinceramente.

    “Definitivamente machucou”, disse McCain sobre o comentário. E olha, eu entendo completamente o cara. Imagina você sendo negociado e ainda ouvir o próprio GM da sua ex-equipe falando que te vendeu como se fosse uma commodity qualquer?

    A resposta madura do garoto

    Mas o que mais me impressionou foi a maturidade da resposta do McCain. Em vez de partir pra briga, ele manteve a classe: “Na minha opinião, eu tento provar que as pessoas que realmente acreditam em mim estão certas, seja minha família, meu sistema de apoio. Não é sobre provar que o time ou o GM estão errados. O que ele disse é opinião dele. Eu só tento ser eu mesmo e não me preocupar com isso.”

    Monstro de resposta. Aos 20 anos, o moleque já tem mais maturidade que muito veterano por aí.

    A trade aconteceu porque os Sixers apostaram no VJ Edgecombe como peça principal do futuro e ficaram preocupados com o joelho do McCain. Em troca, receberam uma primeira rodada do draft de 2026 (dos Rockets) e três segundas rodadas. Não é um retorno ruim, mas será que valeu a pena queimar pontes assim?

    Aproveitando a chance no Thunder

    E o McCain? Tá aproveitando pra caramba a oportunidade em Oklahoma City. Desde que chegou, o garoto tá acertando quase 40% das bolas de três — um percentual absurdo pra um calouro. Sam Presti (GM do Thunder) deve estar rindo à toa vendo essa produção.

    “Tem sido incrível, cara”, disse McCain sobre o ambiente no Thunder. “É uma bênção poder aprender com esses caras. Eles já têm campeonatos, e poder absorver tudo que conseguem me passar, fazer perguntas e contribuir o máximo possível.”

    O mais legal é que o Thunder tem uma cultura organizacional fantástica. Diferente de algumas franquias que tratam jogadores como peças de xadrez, lá eles realmente investem no desenvolvimento. E vocês acham que o McCain vai conseguir se estabelecer como titular no futuro?

    Uma coisa é certa: ele terminou em 7º lugar na votação de Novato do Ano na temporada passada jogando apenas 23 partidas por causa da lesão. Isso mostra o potencial que o garoto tem quando está saudável. Os Sixers podem ter se arrependido dessa trade mais cedo do que imaginam.

  • Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Olha, eu sempre respeitei a postura do Christian Braun, mas o que ele falou depois da eliminação dos Nuggets me deixou meio dividido. O cara jogou toda a série contra os Wolves com uma torção séria no tornozelo esquerdo e ainda uma lesão na panturrilha que ninguém sabia — e mesmo assim botou a culpa toda nas costas dele.

    “É inaceitável. Especialmente com o talento que temos neste elenco”, disse Braun após Denver cair por 4-2 na primeira rodada. “Uma eliminação na primeira fase não é aceitável. Temos que nos recuperar. Vocês podem botar isso nas minhas costas.”

    Cara, que maturidade absurda. Mas será que não é maturidade demais?

    Os números contam a história

    Vamos aos fatos: Braun fez média de apenas 8.3 pontos e 3.5 rebotes nos playoffs, bem longe dos números que o fizeram ganhar aquela extensão de cinco anos por US$ 125 milhões. Na temporada passada, o monstro liderou todos os armadores da NBA em eficiência de arremesso (66.5%) e foi o cara que mais fez pontos em contra-ataques.

    Desta vez? A porcentagem de três caiu de 39.7% para 30.1%. Nos últimos quatro jogos da série, fez apenas 5.5 pontos por jogo com 6 acertos em 17 tentativas. O pior é que você via ele recuando nos ataques à cesta — justamente o que fazia dele especial.

    A lesão na panturrilha aconteceu logo no Jogo 1 contra Minnesota, e olha que o tornozelo esquerdo já tinha tirado ele de 38 jogos na temporada regular. Coincidência? O pé esquerdo é o de apoio dele pros saltos.

    Entre a responsabilidade e o bom senso

    “Eu poderia ficar aqui inventando todas as desculpas”, continuou Braun. “Poderia culpar meu tornozelo, poderia culpar lesões que as pessoas nem sabem que existem. Mas isso não importa realmente. Se vou estar em quadra, a expectativa é ganhar.”

    Sinceramente? Eu admiro a postura, mas acho que ele tá sendo duro demais consigo mesmo. Claro que Denver tinha que ir além da primeira rodada — era a primeira eliminação precoce em quatro anos. Mas jogar machucado desse jeito e ainda assim assumir toda a responsabilidade… não sei se é heroísmo ou falta de bom senso da comissão técnica.

    O problema maior é que agora os Nuggets estão numa situação complicada. Trocar Braun significaria mandar assets junto, já que eles não têm picks de primeira rodada disponíveis (usaram a escolha de 2032 pra se livrar do contrato do Michael Porter Jr. no ano passado).

    E aí, vocês acham que Braun consegue se recuperar e justificar aquele contratão na próxima temporada? Ou Denver deveria ter pensado duas vezes antes de apostar tanto num cara que já tinha histórico de lesões?

  • SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    SGA ‘foi OK’ mesmo com 18 pontos e 7 erros no Game 1

    Olha, eu esperava muito mais do Shai Gilgeous-Alexander no primeiro jogo da semifinal do Oeste. O Thunder atropelou os Lakers por 108-90, mas o craque canadense teve uma das piores performances da temporada — e ele mesmo admitiu.

    Dezoito pontos e SETE turnovers. Sete! Para um cara que é candidato a MVP, isso é bem estranho. Foi o menor número de pontos dele na temporada inteira, e também o maior número de erros em um jogo.

    “Eu estava OK”

    A resposta dele no pós-jogo foi bem honesta: “Eu estava OK. Não foi meu melhor. Não foi meu pior.” Cara, adoro essa sinceridade. Nada de desculpa esfarrapada ou drama — só assumiu que foi uma noite estranha mesmo.

    O mais interessante é que o Thunder ganhou fácil mesmo com o SGA meio travado. Isso mostra como esse time evoluiu, né? Não dependem só de uma estrela pra resolver os jogos. É um coletivo monstro.

    LeBron tentando baixar a pressão

    Do outro lado, LeBron foi o cestinha da partida com 27 pontos (claro, né?) e soltou uma frase que virou manchete: “Isso não é Shai contra os Lakers, é Lakers contra Thunder.”

    Traduzindo: o Rei tá tentando tirar a pressão toda das costas do SGA e fazer parecer que é só mais um jogador qualquer. Estratégia inteligente, mas convenhamos — todo mundo sabe que parar o Shai é prioridade número um da defesa dos Lakers.

    O Thunder teve 16 turnovers no total (eles faziam média de apenas 11,8 na temporada regular). SGA assumiu a culpa: “Eu estava descuidado com a bola, tive muitos erros. Acho que é a ferrugem de ficar um tempo parado.”

    E agora, Game 2?

    Os bookmakers já botaram o Thunder como favorito por 15.5 pontos no próximo jogo — quinta-feira, em casa. Isso é MUITA confiança, considerando que os Lakers ainda têm LeBron e AD.

    Mas sinceramente? Se o SGA voltar ao normal (e ele vai voltar), pode ser um massacre mesmo. Imagina se ele resolve fazer 35 pontos no Game 2 pra compensar? Os Lakers que se cuidem.

    Ah, e o Jarred Vanderbilt deslocou o dedinho na partida. Mais uma dor de cabeça pros Lakers, que já não tinham vida fácil.

    E aí, vocês acham que foi só um jogo ruim do SGA ou os Lakers encontraram a fórmula pra incomodá-lo?

  • NBA Europa empaca por causa de transferências de jogadores

    NBA Europa empaca por causa de transferências de jogadores

    Olha, eu sabia que essa história da NBA Europa era boa demais pra ser verdade. As negociações estão travadas e o motivo é bem óbvio: os europeus querem poder “comprar” jogadores da NBA americana, tipo uma janela de transferências igual no futebol.

    Os investidores europeus — muitos ligados ao futebol — propuseram um sistema onde clubes ricos poderiam comprar contratos de astros da NBA. A liga americana simplesmente falou: nem pensar.

    O sonho europeu de ter LeBron no Real Madrid

    Imagina só: o Real Madrid comprando o LeBron, o Barcelona pegando o Curry… Era isso que os caras queriam. Mas a NBA cortou essa ideia pela raiz. E faz sentido, né? Por que diabos eles iriam deixar seus maiores astros saírem pra Europa?

    “Há restrições para times da NBA Europa adquirirem jogadores dos EUA, a menos que sejam agentes livres, e isso obviamente reduz a competitividade do projeto”, disse um representante de clube europeu interessado no negócio.

    Resultado? A NBA Europa viraria basicamente uma liga de desenvolvimento. E ninguém quer isso, principalmente quem vai desembolsar centenas de milhões de dólares.

    Briga também é por dinheiro (claro)

    Mas não para por aí. A divisão de receita também tá pegando fogo. Fontes européias dizem que a NBA propôs uma divisão 52-48, favorecendo a liga americana. A NBA nega esse número específico, mas admite que os times europeus podem faturar bilhões em 10 anos.

    E tem mais: o preço das franquias varia conforme o tamanho do mercado. Londres paga mais que, sei lá, Milão. Os europeus acham isso injusto — “por que um paga menos que o outro?”, reclamou um representante.

    Sinceramente? Acho que os europeus tão sonhando alto demais. A NBA não vai abrir mão do controle dos seus jogadores assim, de bandeja.

    Prazo apertado pra 2027

    Adam Silver ainda quer lançar 16 times em outubro de 2027. As conversas continuam essa semana em Barcelona, com a EuroLeague também na mesa. O fundo soberano da Arábia Saudita aparentemente vai bancar um time em Londres — porque, né, eles têm dinheiro infinito.

    Vocês acham que essa NBA Europa sai do papel? Ou os egos são grandes demais dos dois lados? Eu tô na torcida, mas com essas brigas todas, não tô muito otimista não…