Autor: Leandro Amorim

  • Jazz manda Keyonte George pro Draft Lottery — que sacada genial!

    Jazz manda Keyonte George pro Draft Lottery — que sacada genial!

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Utah Jazz fez uma jogada que eu achei simplesmente perfeita para representar eles no Draft Lottery de 2026. Em vez de mandar qualquer veterano aleatório, eles escolheram o Keyonte George. E cara, que decisão mais acertada!

    Para quem não lembra, o George foi escolhido na 16ª posição do draft de 2023 — justamente quando o Jazz começou essa reconstrução depois da treta toda entre Gobert e Mitchell. Três anos depois, o moleque já tá quase num nível All-Star. Absurdo como ele evoluiu rápido.

    O cara que simboliza a reviravolta do Jazz

    Sinceramente, eu acho que não podiam ter feito escolha melhor. O Keyonte é literalmente a prova viva de que essa rebuild deu certo. Sabe aquela coisa de “construir pelo draft”? Pois é, o Jazz mostrou que funciona mesmo quando todo mundo achava que eles iam ficar anos no fundo do poço.

    E o Will Hardy? O cara soube usar o George como nenhum outro técnico conseguiu usar os outros calouros que chegaram em Salt Lake City desde 2023. O armador simplesmente comanda o ataque como se já fosse veterano de 10 anos na liga.

    Agora imaginem a cena: o Keyonte lá no palco representando um time que literalmente renasceu das cinzas. É poético demais.

    As chances do Jazz no lottery

    Bom, vamos aos números que interessam. O Jazz tem a quarta melhor probabilidade de ganhar a primeira escolha — 11,5% de chance. Não é muito, mas também não é pouco. Eles terminaram com o quarto pior recorde da liga, plus um coin flip que pode colocar eles na frente do Sacramento.

    E olha, eu não vou mentir pra vocês: tô rezando aqui para que essa primeira pick não vá para Golden State ou Dallas. Pelo amor, qualquer time menos esses dois, né? Os Warriors já ganharam demais, e Dallas… bem, vocês sabem por quê.

    O que vocês acham? O Jazz consegue dar sorte e pegar uma pick alta? Ou vão ter que se contentar com uma escolha mais para o final da loteria? Eu tenho um pressentimento que pode rolar alguma surpresa aí.

    Ah, e só para avisar: cancelem os planos do Dia das Mães porque o Draft Lottery vai ser no domingo, 10 de maio, às 15h (horário de Brasília). Vai ser imperdível!

  • Jaylen Brown quer ficar 10 anos no Celtics e manda a real

    Jaylen Brown quer ficar 10 anos no Celtics e manda a real

    Olha, eu sempre achei que o Jaylen Brown tinha mais a falar do que a galera imaginava. E ontem à noite, numa live no Twitch (sim, ele estava literalmente jogando videogame), o cara mandou a real sobre todo esse drama que tava rolando com o Celtics.

    “Eu odeio que nosso presidente de operações de basquete teve que responder isso”, disparou o Brown. E continuou: “Eu e o Brad [Stevens] temos uma relação ótima. Eu amo Boston. E se dependesse de mim, eu jogaria aqui pelos próximos 10 anos.”

    A confusão toda começou com Tracy McGrady

    Pra quem perdeu o contexto: o lendário T-Mac foi lá no podcast “Cousins” e soltou que o Brown tava frustrado “lá no fundo” com a organização dos Celtics. Cara, imagina só — você é All-Star, acabou de fazer sua melhor temporada da carreira, e aí vem alguém inventar que você tá revoltado com o time?

    O Brad Stevens teve que sair publicamente pra dizer que a conversa dele com o Brown na segunda-feira foi “só positiva”. Mano, quando o presidente da franquia precisa desmentir especulação na mídia, é porque a coisa já saiu do controle.

    “Esta foi minha temporada favorita” — e ele explica o porquê

    Agora vem a parte que eu achei mais interessante. O Brown manteve firme aquele comentário dele de que esta foi sua “temporada favorita” — mesmo depois da eliminação bizarra pros Sixers na primeira rodada. E olha, eu entendo a revolta de alguns fãs com isso.

    Mas a explicação dele faz sentido: “Vocês puderam ver todos esses caras, todos os meus companheiros, crescerem. Eu pude vê-los superarem adversidades como grupo, de perto e pessoalmente.”

    Sinceramente? Eu consigo entender. O cara viu o Tatum se lesionar (aquela porra do Aquiles), assumiu mais responsabilidade, postou números absurdos (28.7 pontos, 6.9 rebotes, 5.1 assistências — tudo recorde pessoal), e ainda assim ajudou o time a fazer 56 vitórias na temporada regular.

    Obviamente eles não ficaram satisfeitos com o resultado final — quem ficaria depois de cair pros Sixers? Mas dá pra entender o orgulho do processo.

    E aquela multa de $50 mil? Ele tá nem aí

    O Brown também defendeu suas críticas à arbitragem no pós-jogo (que custaram 50 mil dólares do bolso dele). “A inconsistência da arbitragem entre playoffs e temporada regular não é algo que só eu falo”, mandou. “Podem me multar, podem continuar me multando, mas eu me importo com essa merda. Eu amo o jogo de basquete. Caramba, me multem por isso.”

    Cara, eu meio que respeito isso. O moleque tá ganhando uma fortuna (e ainda pode assinar uma extensão de 2 anos por 142 milhões em julho), mas ainda se importa o suficiente pra falar o que pensa, mesmo sabendo que vai doer no bolso.

    E aí, vocês acham que ele fica mesmo em Boston pelos próximos 10 anos? Ou isso é só papo pra acalmar a torcida?

  • Reaves assume a bronca após jogo histórico de ruim nos playoffs

    Reaves assume a bronca após jogo histórico de ruim nos playoffs

    Olha, eu já vi muito jogador passar vergonha nos playoffs, mas o que o Austin Reaves fez no Jogo 1 contra o Thunder foi de outro nível. E não estou exagerando — foi literalmente histórico de tão ruim.

    O cara acertou apenas 3 de 16 arremessos. Três! De dezesseis! Isso dá uns míseros 18,8% de aproveitamento, que é o PIOR desempenho de um Laker nos playoffs nos últimos 35 anos (considerando pelo menos 15 tentativas). Trinta e cinco anos, gente. Isso inclui todas aquelas zebras e jogos bizarros que a gente já viu.

    A honestidade brutal do Reaves

    Mas aqui que mora o diferencial do Reaves. Enquanto muito jogador ficaria arrumando desculpa, ele foi direto ao ponto: “Ninguém quer saber disso. Eu tenho que jogar melhor.”

    E olha, ele até tinha desculpas válidas, viu? O Thunder tem a melhor defesa da NBA — eles fazem qualquer um parecer amador. Além disso, Reaves ainda está se recuperando de uma lesão no oblíquo grau 2. Voltou só no Jogo 5 contra os Rockets, então claramente não está 100%.

    Mas o monstro assumiu a bronca toda. “Obviamente, o mais fácil é acertar mais arremessos. Cheguei nas minhas posições várias vezes e errei algumas bolas fáceis. Mas principalmente, tenho que diminuir as bolas perdidas.”

    Pressão no principal jogador dos Lakers

    Porque vamos combinar — Reaves é o cara número 1 dos Lakers agora no ataque. Tem que carregar esse time nas costas. Durante a temporada regular, o maluco fazia média de 23,3 pontos por jogo. Aí chega nos playoffs e faz… isso.

    Quatro bolas perdidas também não ajudaram nada. O Thunder pressiona muito a bola, e ele claramente sentiu.

    Sinceramente? Eu gosto dessa postura dele. Nada de mimimi, nada de “ah, mas eu estava machucado”. Assumiu que jogou mal e pronto. É assim que se constrói respeito no vestiário e com a torcida.

    E agora? Pode dar a volta por cima?

    A boa notícia é que numa série de sete jogos, os caras geralmente voltam às suas médias. E convenhamos, seria bizarro demais se o Reaves continuasse errando tudo assim.

    Ele mesmo falou que vai estudar o filme, ver o que o jogo oferece e seguir em frente. “Não vai adiantar nada ficar pensando nisso.”

    E aí, vocês acham que ele consegue se recuperar no Jogo 2? Porque se não conseguir, essa série vai ser bem curtinha para os Lakers. O Thunder não é time de dar moleza, e com Reaves jogando assim, fica difícil sonhar com qualquer coisa.

    Espero que o cara apareça no próximo jogo, porque senão vai ser mais uma temporada frustrante para LA. E olha que depois desse desempenho, ele ainda quer receber uma bolada nas negociações de contrato do verão que vem…

  • KAT salvou o dia no MSG depois que Drummond não conseguiu tirar a bola

    KAT salvou o dia no MSG depois que Drummond não conseguiu tirar a bola

    Olha só que situação bizarra rolou no jogo 2 das semifinais da Conferência Leste entre Knicks e 76ers. A bola ficou presa atrás da tabela — daquelas situações que você vê uma vez na vida — e virou um showzinho à parte no Madison Square Garden.

    O Andre Drummond dos 76ers tentou algumas vezes tirar a bola de lá com aquela vassoura que usam pra limpar a quadra, mas não rolou. A torcida do MSG começou a vaiar o cara, que deve ter ficado uma fera. Imagina a pressão?

    KAT resolveu na primeira tentativa

    Aí que entra o nosso Karl-Anthony Towns. O cara simplesmente saiu da linha do lance livre — porque tinha sido falta nele e ele ia cobrar — e falou “deixa comigo”. Primeira tentativa: bola liberada. O Madison Square Garden explodiu. Até o Timothée Chalamet, que tava assistindo na arquibancada, foi à loucura.

    Sinceramente, essa é uma daquelas situações que só mostram como o basquete às vezes tem suas peculiaridades. KAT tem 2,13m contra 2,08m do Drummond — não é uma diferença absurda de altura, mas às vezes é questão de ângulo, jeito de pegar, sei lá. O importante é que resolveu.

    E a coisa ficou ainda mais maluca

    Mas espera que não acabou. Alguns minutos depois, a bola voltou a ficar presa no EXATO mesmo lugar. Só que dessa vez foi por causa de um torcedor que tava tentando ganhar 75 mil dólares acertando um arremesso do meio da quadra. O cara mandou a bola tão longe que ela passou por cima da tabela e ficou presa lá atrás de novo.

    Cara, 75 mil dólares! Se fosse eu, ia ficar louco de raiva. Imagina ter a chance da sua vida de ganhar essa grana e a bola ir parar atrás da tabela? O universo conspirando contra, né?

    No final das contas, foi mais um daqueles momentos que fazem da NBA um espetáculo único. Entre as jogadas absurdas e as situações bizarras como essa, sempre tem algo pra gente comentar. E vocês, já viram algo parecido nos jogos que assistiram? Porque eu confesso que é a primeira vez que vejo uma situação dessas acontecer duas vezes no mesmo jogo.

  • Knicks ganham duelo épico sem Embiid e abrem 2-0 nos playoffs

    Knicks ganham duelo épico sem Embiid e abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse ontem à noite no Madison Square Garden! Os Knicks venceram os 76ers por 108-102 em um jogo que teve absolutamente tudo — 25 trocas de liderança, drama até o último segundo e um Joel Embiid assistindo tudo do banco.

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse ser tão emocionante assim. Depois daquela lavada histórica no Jogo 1, onde os Knicks ganharam por mais de 30 pontos, todo mundo imaginava que seria mais uma goleada fácil. Mas não, meu amigo. Os Sixers vieram pra guerra mesmo sem o Processo.

    25 mudanças de líder — é recorde!

    Vinte e cinco trocas de liderança. Vinte e cinco! A última vez que a gente viu isso nos playoffs foi lá em 2015, no épico Spurs x Clippers. E olha que jogaço aquele foi, né?

    O que mais me impressionou foi como os Sixers jogaram sem o peso do Embiid machucado em quadra. O cara claramente tava limitado no Jogo 1 — dava pra ver na cara dele que algo não estava certo. Sem ele, o Philadelphia correu, voou, e o Tyrese Maxey assumiu as responsabilidades como um veterano.

    Mas aí que tá — os Knicks também sabem correr. E quando quatro caras fazem mais de 16 pontos cada, fica difícil parar esse time, viu?

    Brunson lidera, mas com ajuda de peso

    O Jalen Brunson fez mais 26 pontos e 6 assistências. Não foi tão eficiente quanto no Jogo 1 (9/21 nos arremessos), mas quando você tem o Mikal Bridges acertando 9 de 13 e o OG Anunoby mandando 24 pontos com 4 roubadas de bola… é isso aí.

    E o Karl-Anthony Towns? Monstro! O cara tomou a terceira falta logo no primeiro minuto do segundo quarto, ficou praticamente todo o primeiro tempo no banco, e mesmo assim: 20 pontos, 10 rebotes e 7 assistências em apenas 27 minutos. Em oito tentativas de arremesso! Como é que faz isso, bicho?

    Philadelphia desperdiçou a chance

    Olha, eu torço para ver séries longas e equilibradas, mas os Sixers se sabotaram nos momentos decisivos. Dezoito desarmes sofridos é demais para um jogo de playoffs. E justo quando eles precisavam de cada posse de bola…

    A real é que sem o Embiid 100%, fica muito difícil. O Maxey até que se virou bem, mas sozinho não dá. Agora a série vai pra Philadelphia 2-0 atrás no placar — vocês acham que conseguem reagir jogando em casa?

    Porque se os Knicks ganharem mais um, aí já era. Ninguém volta de 3-0 nos playoffs. E esse time de Nova York tá com uma confiança absurda — cinco vitórias seguidas nos playoffs, sendo quatro por mais de 19 pontos de diferença.

    Sexta tem jogo 3 na Filadélfia. Se eu fosse apostar… bem, vamos ver se o Embiid volta e como volta.

  • Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Olha, essa situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O co-proprietário dos Bucks, Jimmy Haslam, veio a público dizer que quer resolver o futuro do Greek Freak antes do Draft da NBA do mês que vem. E cara, pelo tom da conversa, parece que não é só o Giannis quem vai decidir se fica ou não.

    Durante a apresentação do novo técnico Taylor Jenkins (que inclusive já trabalhou com o Giannis quando era assistente), Haslam foi bem direto: “Se o Giannis vai jogar em outro lugar, a gente precisa de muitos assets. Se ele fica, construímos o time de forma diferente.” Meio óbvio, né? Mas o que me chamou atenção foi ele falar como se a decisão fosse tanto dos Bucks quanto do próprio jogador.

    A pressão tá aumentando

    Giannis sempre deixou claro que gosta de Milwaukee, mas quer jogar numa franquia comprometida com o título. E depois de uma temporada 32-50 — que quebrou uma sequência de nove playoffs consecutivos — é compreensível que ele esteja questionando se os Bucks ainda têm esse comprometimento.

    O monstro de 31 anos pode assinar uma extensão de quatro anos e 275 milhões de dólares em outubro. Se não assinar, vira agente livre na temporada que vem. Mas Haslam não quer esperar até lá. “Nas próximas seis ou sete semanas, vamos decidir se o Giannis vai assinar um contrato máximo e ficar conosco, ou se vai jogar em outro lugar”, disse o dirigente.

    Jenkins no meio da turbulência

    Imagina a situação do Taylor Jenkins? Cara chega pra ser o quarto técnico dos Bucks em cinco temporadas (sem contar interinos) e já tem que lidar com essa bomba. Ele vem do Memphis Grizzlies, onde fez um trabalho legal mas foi demitido no final da temporada passada.

    Jenkins disse que já conversou com o Giannis desde que assumiu e que o jogador demonstrou “tremenda empolgação” por ele e sua família. Pelo menos isso é um bom sinal, né? Os dois já tinham uma boa relação de quando Jenkins era assistente em Milwaukee na temporada 2018-19, quando Giannis ganhou seu primeiro MVP.

    Sinceramente, acho que essa pressão toda antes do Draft faz sentido. Se o Giannis sair mesmo, os Bucks precisam se preparar pra uma reconstrução completa. Eles têm uma escolha de loteria este ano (a própria ou a de New Orleans, seja qual for a pior), e isso pode ser crucial dependendo da decisão do Greek Freak.

    E vocês, acham que o Giannis aguenta mais uma temporada de incerteza em Milwaukee? Ou será que é hora dele procurar novos ares mesmo? Uma coisa é certa: essa definição vai mexer com todo o mercado da NBA.

  • Brandon Miller fez cirurgia no ombro e fica fora por tempo indefinido

    Brandon Miller fez cirurgia no ombro e fica fora por tempo indefinido

    Poxa, que notícia ruim pra galera do Hornets. Brandon Miller, o cara que tava carregando o time nas costas essa temporada, teve que passar pela faca pra resolver um problema no ombro esquerdo. A cirurgia rolou na quarta-feira e agora ele fica fora por tempo indefinido.

    Olha, eu já tava vendo que o garoto tava sofrendo com essa lesão há um tempão. Lembram que ele ficou 13 jogos parado lá no final de outubro? Era exatamente esse problema de instabilidade no ombro que tava incomodando. Depois voltou, mas jogando com aquela proteção no ombro — dava pra ver que não tava 100%.

    Miller jogou no sacrifício a temporada toda

    E mesmo assim, o moleque foi um monstro! 20.2 pontos por jogo sendo o cestinha do time, 4.9 rebotes, 3.3 assistências. Cara, 38.3% de aproveitamento do perímetro — uma evolução absurda pro segundo ano dele na liga. Fez 204 bolas de três!

    Mas o que mais me impressionou foi ele acertar 89.2% dos lances livres. Nono melhor da NBA inteira! Com um ombro zuado, imaginem se tivesse 100%.

    Hornets perde sua principal peça

    Sinceramente, não sei como Charlotte vai se virar sem o Miller. O cara era literalmente o motor ofensivo do time. E olha que estamos falando da segunda escolha geral do draft de 2023 — uma aposta altíssima da franquia que tava rendendo muito bem.

    A boa notícia é que os médicos esperam recuperação total. Mas vocês sabem como é cirurgia de ombro, né? Pode demorar uns meses bons pra voltar ao nível anterior. E aí, acham que o Hornets consegue se manter competitivo sem seu principal pontuador?

    Torcer pra que o garoto volte ainda mais forte. Com 21 anos só, tem muito basquete pela frente ainda.

  • KAT vira herói improvável e salva bola presa no MSG

    KAT vira herói improvável e salva bola presa no MSG

    Cara, só a NBA mesmo pra entregar esse tipo de momento. No meio da tensão total do jogo 2 entre 76ers e Knicks, no Madison Square Garden, aconteceu uma das cenas mais engraçadas que eu já vi nos playoffs.

    A bola simplesmente resolveu emperrar embaixo do relógio de posse, aquele lugar clássico que todo mundo que joga basquete já viu acontecer pelo menos uma vez. 7:54 no terceiro quarto, Sixers na frente por 74-71, e do nada… parou tudo.

    Drummond tentou, mas quem salvou foi o KAT

    Primeiro chamaram o Andre Drummond dos Sixers — 2,11m de altura, né? Deveria ser moleza. Deram um rodo pra ele e… nada. O homem tentou, tentou, mas a bola continuou lá, zombando de todo mundo.

    Aí que entra o nosso Karl-Anthony Towns. O cara pegou o rodo das mãos do Drummond e — primeira tentativa — RESOLVEU. A torcida do MSG foi ao delírio, como se ele tivesse enterrado em cima do Shaq.

    Sinceramente? Adoro esses momentos. No meio de toda a pressão dos playoffs, com os Sixers jogando sem Joel Embiid (que falta faz, né?), rola essa pausa cômica que quebra a tensão. O Timothée Chalamet, que tava lá assistindo, ficou mais empolgado com isso do que com qualquer jogada do jogo.

    O clima no Madison Square Garden

    Olha, quem conhece o MSG sabe que o público de lá é diferenciado. Eles sabem valorizar um bom momento, mesmo que seja algo simples como tirar uma bola emperrada. E o KAT, que já é querido pela torcida dos Knicks, ganhou ainda mais pontos.

    No final do terceiro quarto, os Sixers ainda lideravam por 90-89. Mas cara, aposto que todo mundo vai lembrar mais dessa cena do rodo do que de qualquer outra jogada desse período.

    E vocês? Já viram algo parecido nos jogos que acompanham? Esses momentos engraçados são ouro puro pra quem ama basquete de verdade.

  • Dono dos Bucks quer decidir futuro do Giannis até o Draft

    Dono dos Bucks quer decidir futuro do Giannis até o Draft

    Olha, a situação do Giannis Antetokounmpo em Milwaukee tá pegando fogo mesmo. O dono dos Bucks, Jimmy Haslam, falou essa semana que quer uma decisão sobre o futuro do Greek Freak até o Draft de junho. Ou seja: nas próximas seis semanas a bomba vai explodir.

    “Se o Giannis for jogar em outro lugar, então devemos conseguir muitos assets”, disse Haslam. E olha, faz todo sentido. Com apenas um ano garantido de contrato restante (US$ 58,5 milhões na próxima temporada), é agora ou nunca pra Milwaukee conseguir algo em troca do cara que carregou a franquia nas costas por mais de uma década.

    A treta que ninguém esperava

    Sinceramente, eu não imaginava que chegaria nesse ponto com o Giannis. O cara que trouxe o primeiro título da NBA pra Milwaukee em 50 anos agora pode estar de saída. E a situação ficou bem feia na temporada passada mesmo.

    O pivô (literalmente) da confusão foi quando o time quis poupar o Giannis no final da temporada por conta de uma lesão no joelho, mas ele queria continuar jogando. Imagina a pressão: o cara vendo o time afundando e querendo ajudar, mas a organização dizendo “não”.

    Resultado? Giannis jogou apenas 36 partidas na temporada – muito pouco pra um MVP do calibre dele. E pela primeira vez em 10 anos, os Bucks ficaram fora dos playoffs. Doeu até em mim, que sou fã do cara desde os tempos de magrelo.

    Reset completo em Milwaukee?

    A franquia já contratou Taylor Jenkins como novo técnico pra substituir o Doc Rivers. E pasmem: quando entrevistaram o Jenkins, o Haslam foi direto ao ponto. “Olha, o Giannis pode ficar ou não. Então não venha por causa dele.”

    Cara, que transparência brutal. E talvez seja isso que Milwaukee precisa mesmo – um reset completo. Com Giannis chegando aos 32 anos e claramente insatisfeito, trocar ele por uma carga de jovens talentos e picks pode ser o caminho.

    Mas vou ser sincero com vocês: ver o Giannis saindo de Milwaukee seria meio que o fim de uma era. O cara transformou aquela franquia de irrelevante em campeã. E agora pode estar indo embora do jeito mais estranho possível.

    E aí, vocês acham que o Haslam vai ter coragem de trocar o maior ídolo da história dos Bucks? Ou será que essa pressão toda é só pra forçar uma renovação? A próximas seis semanas vão ser tensas demais.

  • Drummond vira piada no MSG após KAT resolver problema em 1 segundada

    Drummond vira piada no MSG após KAT resolver problema em 1 segundada

    Cara, tem situação que você simplesmente não pode passar. E o Andre Drummond passou por uma daquelas que vão virar meme eterno na NBA ontem à noite.

    A cena foi no Madison Square Garden, durante o segundo jogo entre 76ers e Knicks. A bola ficou presa atrás da tabela — coisa que acontece, né? O Tyrese Maxey tentou tirar com a vassoura mas não conseguiu. Aí ele passou pra o Drummond, que tem 2,11m de altura. “Ó, grandão, resolve aí”, deve ter pensado.

    O pesadelo do pivô

    Mano, o Drummond tentou ONZE VEZES tirar essa bola. Onze! A bola quicava de um lado pro outro, mas não saía de jeito nenhum. E o pior: quanto mais ele tentava, mais a torcida do MSG zuava. As vaias foram crescendo, crescendo…

    Sinceramente? Eu até senti pena do cara nessa hora. Imagina você sendo humilhado na casa do rival enquanto tenta fazer uma coisa que deveria ser simples pra um cara do seu tamanho.

    KAT resolve tudo em 1 cutucada

    Aí que vem o melhor (ou pior, se você é o Drummond): o Karl-Anthony Towns se aproxima, o Drummond joga as mãos pro alto tipo “desisto” e entrega a vassoura pro adversário. O Towns pega, dá UMA cutucada na bola e pronto. Resolvido.

    A torcida do MSG foi à loucura. Explodiu em gritos de alegria como se o KAT tivesse enterrado na cara do adversário. E de certa forma, foi exatamente isso que aconteceu — só que com uma vassoura.

    O coitado do Drummond teve que ficar em quadra assistindo o Towns bater o primeiro lance livre. Pelo menos conseguiu fugir pro banco no segundo, mas o estrago já estava feito. Essa vai ficar marcada pra sempre, pode ter certeza.

    Vocês acham que o Drummond consegue esquecer essa? Porque eu acho que vai ser difícil viu…