Autor: Leandro Amorim

  • Paul George pede desculpas por teste positivo e volta aos 76ers

    Paul George pede desculpas por teste positivo e volta aos 76ers

    Olha, não é todo dia que um astro da NBA precisa se desculpar publicamente por um teste de doping positivo. Paul George fez exatamente isso ontem, pedindo desculpas aos fãs dos Philadelphia 76ers, à organização e à própria família pela “decisão ruim” que resultou numa suspensão de 25 jogos.

    O cara foi suspenso no final de janeiro por violar o programa antidrogas da NBA, e agora volta justamente quando o time mais precisa dele — nas últimas 10 partidas da temporada regular, com os playoffs se aproximando.

    A explicação que todo mundo queria ouvir

    George não entrou em detalhes sobre qual substância ele usou (e sinceramente, melhor assim), mas foi bem honesto sobre o que o levou a essa situação. Segundo ele, tudo começou com uma lesão no joelho durante a offseason que o limitou fisicamente — e isso acabou afetando seu lado mental.

    “A coisa mais difícil é quando seu corpo não está onde você sabe que precisa estar”, disse George. “Isso afeta o lado mental, sabendo que você está limitado.”

    Cara, eu entendo a pressão que deve ser. O cara assinou um contrato de 212 milhões por 4 anos, chegou na Filadélfia como o grande reforço e teve uma das piores temporadas da carreira. Apenas 16.2 pontos em 41 jogos na temporada passada — o pior desde que era novato.

    O preço da suspensão

    A suspensão custou caro pro PG-13: cerca de 11,7 milhões de dólares do salário de 51,7 milhões. Isso dá quase 470 mil por jogo perdido. Dinheiro que dói no bolso, mas que provavelmente doeu menos que decepcionar os fãs.

    Enquanto George estava fora, os Sixers fizeram campanha de 13-12 — nada espetacular, mas considerando que também jogaram sem Joel Embiid (lesionado há 13 jogos), até que se viraram bem. Estão em 7º no Leste com 39-33.

    E aí, vocês acham que o George consegue realmente fazer a diferença nessa reta final? O cara disse que está se sentindo “explosivo” de novo e pronto pra ser o “cara focal” do time. Considerando que Embiid e Tyrese Maxey também estão machucados, vai ser praticamente tudo nas costas do veterano de 35 anos.

    Eu, particularmente, quero ver se ele consegue voltar ao nível que mostrou naquela partida contra o Milwaukee antes da suspensão — 32 pontos com 9 bolas de três. Aquilo sim foi o Paul George que a gente conhece.

    O primeiro teste é amanhã contra o Chicago Bulls. Vamos torcer pra que essa história toda tenha pelo menos um final feliz nos playoffs.

  • Sindicato dos jogadores detona os Bucks por querer tirar Giannis

    Sindicato dos jogadores detona os Bucks por querer tirar Giannis

    Olha só que situação bizarra rolando em Milwaukee. O sindicato dos jogadores da NBA saiu com tudo contra os Bucks, basicamente acusando a franquia de estar fazendo tanking ao tentar tirar Giannis Antetokounmpo de quadra pelo resto da temporada.

    E o mais absurdo? O Greek Freak tá saudável e querendo jogar, mas o time insiste em segurá-lo. Isso mesmo, galera — um MVP de duas vezes implorando pra entrar em quadra e a própria equipe dizendo “não”.

    A polêmica que tá pegando fogo

    Segundo fontes da ESPN, Giannis se recusou terminantemente ao pedido dos Bucks pra ficar fora pelo resto da temporada. O cara de 31 anos sente que não tá arriscando lesão nenhuma e quer voltar a jogar. Sinceramente? Eu entendo o lado dele.

    O sindicato dos jogadores não poupou palavras na declaração oficial: “A Política de Participação do Jogador foi criada pela liga para responsabilizar os times e garantir que quando um All-Star como Giannis Antetokounmpo está saudável e pronto pra jogar, ele esteja em quadra”.

    Traduzindo: vocês tão fazendo corpo mole e prejudicando o espetáculo, Bucks.

    Milwaukee afundando na tabela

    A situação fica ainda mais tensa quando você olha a classificação. Os Bucks tão com 29-42, em 11º no Leste, oito jogos atrás do Charlotte Hornets na briga pelo play-in. Praticamente sem chances de playoffs pela primeira vez em uma década.

    Giannis já perdeu 35 jogos nesta temporada — recorde da carreira. E olha só que dado revelador: Milwaukee tem apenas 12-23 sem ele e 17-19 com ele em quadra. A diferença é gritante, monstro.

    O técnico Doc Rivers foi questionado se vale a pena o risco de colocar Giannis de volta e respondeu com uma diplomacia suspeita: “É uma boa pergunta. Não tenho a resposta, mas é uma pergunta muito boa”.

    Cara, quando um técnico fala assim, você sabe que a coisa tá feia nos bastidores.

    A lesão atual no joelho esquerdo aconteceu contra o Indiana Pacers no dia 15 de março, depois de uma enterrada. Giannis até queria continuar jogando, mas foi tirado de quadra mesmo assim. Desde então, é essa novela toda.

    E aí, vocês acham que os Bucks tão certos em proteger o investimento ou é tanking descarado mesmo? Uma coisa é certa: ver um jogador do calibre do Giannis sendo impedido de jogar quando tá saudável é de partir o coração de qualquer fã de basquete.

  • Nuggets x Suns: apostas que valem ouro segundo os algoritmos

    Nuggets x Suns: apostas que valem ouro segundo os algoritmos

    Olha só, o que os computadores estão falando sobre o jogo Nuggets x Suns de hoje à noite é de arrepiar. Depois de rodar todos os números possíveis, algumas apostas em jogadores específicos estão praticamente gritando “pega eu!”

    E não é papo furado não — essas projeções vêm de modelos estatísticos que analisam tudo: ritmo de jogo, matchups defensivos, tendências recentes. Vamos ao que interessa.

    Murray vai fazer chover pontos

    A aposta mais interessante? Jamal Murray acima de 23.5 pontos. O cara está projetado para fazer 23.8 pontos, e olha que contexto absurdo: Denver lidera a liga com 120.8 pontos por jogo, enquanto Phoenix tem dado uma mamada permitindo 29.2 pontos por jogo pros armadores adversários nos últimos cinco jogos.

    Murray passou dessa marca em quatro dos últimos 10 jogos. Com essa defesa dos Suns meio perdida contra armadores, é provável que ele tenha uma noite especial.

    E o Jokić nos rebotes? Monstro. Projeção de 13.7 rebotes contra uma linha de 13.5. Denver tem jogado no ritmo mais acelerado da liga nos últimos 10 jogos fora de casa, o que significa mais posses de bola e, consequentemente, mais oportunidades de rebote pro MVP sérvio.

    Do lado dos Suns, Booker pode explodir

    Se tem alguém que pode responder à altura é o Devin Booker. O cara está numa média absurda de 29.8 pontos nos últimos 10 jogos — isso é 5.4 pontos a mais que sua média da temporada. Com Denver jogando nesse ritmo alucinante, Booker vai ter várias oportunidades de atacar.

    A linha está em 25.5 pontos, mas as projeções apontam para 26.3. Em um jogo que promete ser corrido, com muitas posses para ambos os lados, faz todo sentido apostar no talento ofensivo do cara.

    As apostas “under” que podem render

    Nem tudo é sobre fazer pontos, galera. Tim Hardaway Jr. sob 2.5 cestas de três parece uma aposta sólida. O veterano passou por baixo dessa marca em seis dos últimos 10 jogos, e Phoenix tem feito um trabalho decente tirando os arremessadores da linha de três.

    Vocês acham que essas tendências estatísticas realmente fazem diferença na hora H, ou o basquete é muito imprevisível pra confiar só nos números?

    Uma coisa é certa: com esses dois times jogando num ritmo acelerado, vai ser um jogaço independente de qualquer aposta. Mas se eu fosse botar uma fichinha, seguiria essas projeções dos algoritmos — pelo menos desta vez.

  • Calipari babando no contrato milionário do seu pupilo com a Reebok

    Calipari babando no contrato milionário do seu pupilo com a Reebok

    Gente, o John Calipari tá literalmente orgulhoso que nem pai de primeira viagem. E tem motivo pra isso — o Darius Acuff Jr., estrela do Arkansas dele, acabou de fechar um contrato de tênis assinatura com a Reebok. Não é qualquer NIL deal não, é tênis COM O NOME DELE na caixa.

    O mais louco? O garoto ainda nem foi draftado pra NBA e já tem tênis próprio. Isso é absolutamente surreal quando a gente para pra pensar.

    “Eu tenho uns 10 caras com tênis assinatura”

    No Pat McAfee Show, Calipari não conseguiu disfarçar a empolgação. “Ter um tênis assinatura com o AI, que eu treinei quando estávamos na Filadélfia. E eu amo ele. Nós mantivemos contato”, falou o treinador, se referindo ao Allen Iverson — que agora faz parte da Reebok também.

    E aí o cara soltou uma que me deixou de queixo caído: “Eu tenho uns 10 caras com tênis assinatura. E, sabe, eu tenho todos eles no meu escritório. Temos 13 all-stars, dois MVPs, 6 bilhões de dólares em salários”.

    Cara, 6 BILHÕES. Seis bilhões de dólares só dos ex-pupilos dele. O Calipari não é só treinador, é uma fábrica de estrelas da NBA.

    Acuff Jr. é diferenciado mesmo

    Olha, eu acompanho NCAA há anos e posso falar: o que esse garoto fez na temporada foi absurdo. Darius Acuff Jr. se tornou apenas o segundo calouro em 13 anos a ganhar o prêmio de Jogador do Ano da SEC. Treze anos, gente!

    Os números falam por si só — 23.3 pontos, 6.5 assistências e 3.1 rebotes por jogo na temporada regular. Mas nos playoffs? O monstro subiu outro patamar: 30.2 pontos de média entre o torneio da SEC e o March Madness.

    Sinceramente, eu não esperava que ele fosse TÃO dominante logo de cara. Detroit produziu uma joia mesmo.

    Reebok investindo pesado no basquete

    A estratégia da Reebok tá bem clara — eles querem brigar de igual pra igual com Nike e Jordan Brand no basquete. Desde que trouxeram o Shaq e o Allen Iverson em 2023, a marca não para de assinar com estrelas.

    A Angel Reese já lançou o tênis dela em setembro passado, e agora vem o Acuff Jr. Somando com Nate Ament (que tá arrebentando no Tennessee), Matas Buzelis e outros, a Reebok tá montando um time pesado.

    Vocês acham que essa estratégia vai dar certo? Porque olha, concorrer com a Nike no basquete não é brincadeira não. Mas se continuar apostando em talentos como o Acuff Jr., quem sabe a gente não vê uma reviravolta interessante no mercado de tênis de basquete nos próximos anos.

  • Sindicato detona Bucks por querer bancar Giannis até o final

    Sindicato detona Bucks por querer bancar Giannis até o final

    Olha só que confusão tá rolando em Milwaukee. O Giannis quer jogar, tá se recuperando bem da lesão no joelho, mas pelo visto a diretoria dos Bucks quer que ele fique no banco até o final da temporada regular. E não é por cuidado médico, não — é estratégia pura de tanking.

    A coisa ficou feia quando o NBPA (sindicato dos jogadores) resolveu meter o pau na franquia. O comunicado deles foi direto no queixo: “A Política de Participação de Jogadores foi criada justamente pra evitar isso — quando um All-Star como o Giannis tá saudável e pronto pra jogar, ele tem que estar em quadra”.

    Bucks afundando de propósito?

    Vamos ser sinceros aqui. Milwaukee tá com 29 vitórias e 42 derrotas entrando na rodada de hoje. Sobram apenas 11 jogos na temporada regular e as chances de classificação pro play-in são praticamente zero. Mathematicamente ainda dá, mas… né.

    O Giannis só jogou 36 partidas nesta temporada por conta de várias lesões. Agora tá parado desde 15 de março com uma hiperextensão no joelho esquerdo e contusão óssea. Mas segundo os relatos, ele já tá querendo voltar.

    E é aí que fica a pergunta: será que os Bucks tão mesmo preocupados com a saúde do grego, ou tão de olho numa posição melhor no draft? Porque sinceramente, com essa campanha desastrosa, faz sentido do ponto de vista estratégico.

    Sindicato não tá pra brincadeira

    O que mais me chamou atenção foi o tom duro do sindicato. Eles mandaram ver: “As políticas anti-tanking só funcionam se forem aplicadas de verdade. Torcedores, parceiros de transmissão e a integridade do jogo vão continuar sofrendo enquanto os donos de franquia não forem cobrados”.

    É um recado claro pra NBA: ou vocês fazem alguma coisa ou a gente vai propor mudanças mais pesadas. E olha, eu entendo o lado dos jogadores. Imagina você se recuperando de lesão, ansioso pra voltar, e sua própria equipe te segurando no banco por interesse financeiro?

    Vocês acham que o Giannis vai mesmo ficar parado até o final da temporada? Na minha visão, essa história ainda vai render muito pano pra manga.

  • Parlay de R$ 50 que pode virar R$ 5,5 milhões na NBA

    Parlay de R$ 50 que pode virar R$ 5,5 milhões na NBA

    Gente, vocês viram essa loucura? Um modelo de apostas esportivas criou um parlay que pode transformar R$ 50 em R$ 5,5 milhões. Cinco milhões e meio. Eu sei que parece coisa de filme, mas é real.

    A terça-feira da NBA tem só quatro jogos, mas às vezes é justamente nos dias mais “quietos” que rolam as maiores surpresas. E o pessoal da SportsLine montou uma combinação que, sinceramente, me deixou impressionado.

    Denver massacrando Phoenix de novo?

    O destaque vai pra partida entre Nuggets e Suns. Cara, o Denver já ganhou quatro jogos seguidos contra Phoenix, com uma média de vitória de 16 pontos. Dezesseis! É quase uma surra matemática.

    Por isso que o modelo sugere apostar não no spread tradicional do Denver (-5.5), mas sim numa linha alternativa muito mais agressiva: Denver (-15.5). As odds ficam em +980, ou seja, pagamento bem gordinho. É arriscado? Óbvio. Mas olhando o histórico recente, não é tão maluco assim.

    Jokic vai distribuir menos assistências

    Aqui vem uma pick interessante: Under 10.5 assistências pro Nikola Jokic contra o Phoenix. Na minha visão, faz bastante sentido. O Suns tem uma das melhores defesas da temporada — sexta melhor em pontos sofridos — e são especialistas em cortar o jogo de passe.

    Só três times permitem menos assistências por jogo que Phoenix. E contra pivôs especificamente, eles permitem apenas 4,17 assistências por partida. O mais interessante? Jokic não distribuiu mais de 10.5 assistências em seis dos últimos oito jogos contra os Suns.

    O modelo projeta 9,7 assistências pro MVP sérvio. Com odds de +100, é praticamente dinheiro fácil na mesa.

    O parlay milionário

    Agora vem a parte mais louca: o modelo trancou sete picks diferentes, incluindo uma aposta de “primeiro cestinha” que sozinha já paga quase +1000. Quando você junta tudo num parlay, as odds explodem pra esse valor absurdo.

    Olha, eu não costumo recomendar parlays malucos assim — vocês sabem que sou mais conservador. Mas esse modelo tem um histórico impressionante: mais de $10.000 de lucro pros apostadores de $100 nas últimas oito temporadas. E está numa sequência de 44-20 em picks de spread.

    É claro que a chance de acertar tudo é pequena. Mas cara, imaginem só: R$ 50 virando R$ 5,5 milhões. Dá pra comprar um apartamento no Leblon! (risos)

    E aí, vocês teriam coragem de fazer uma dessas? Ou acham que é dinheiro jogado fora? Me contem nos comentários — adoro saber a opinião de vocês sobre essas apostas mais arriscadas.

  • Celtics são os reis do Leste mesmo sem ter o melhor record?

    Celtics são os reis do Leste mesmo sem ter o melhor record?

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: tô meio perdido com essa situação no Leste. Os Pistons lideram a conferência há praticamente a temporada toda, mas as casas de apostas ainda veem o Boston como favorito. E sabe de uma coisa? Talvez elas não estejam erradas.

    A três semanas dos playoffs, é hora de analisarmos quem realmente tem chances de brigar pelo título na Conferência Leste. E cara, que confusão gostosa essa temporada!

    Boston: o gigante que não deveria estar aqui

    Vamos combinar uma coisa — ninguém esperava que o Celtics estivesse nessa posição hoje. Tatum rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs passados, e o Brad Stevens praticamente desmontou o time no verão. Mandaram embora Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford… tudo pra não pagar meio bilhão de dólares numa folha que teoricamente ficaria sem seu melhor jogador a temporada inteira.

    Mas aí que tá — o basquete às vezes é lindo demais. Jaylen Brown teve uma temporada monstro assumindo a responsabilidade. Derrick White continuou sendo aquela máquina defensiva que a gente ama. E o Mazzulla? Cara, o cara virou um mago, rotacionando 11 jogadores com mais de 15 minutos por jogo regularmente.

    Você abre um boxscore do Celtics e pode ver o Luka Garza fazendo um jogaço do mesmo jeito que o Payton Pritchard. É surreal. E agora com o Tatum de volta (depois de só 10 meses fora, que recuperação absurda!), eles viraram os favoritos das casas de apostas por uma razão.

    Sinceramente? Ninguém no Leste quer pegar esses caras nos playoffs. Eles são segundo no ataque, quarto na defesa, e com exceção do Vučević (que quebrou o dedo), estão todos saudáveis. Assustador.

    Detroit merece mais respeito

    Agora vem a parte que me deixa bolado: como que os Pistons lideram a conferência o ano todo e só têm a quarta melhor odd pra chegar nas Finais? Tá, o Cade Cunningham teve um pulmão colapsado (que susto, né?), mas mesmo sem ele ganharam os quatro jogos seguintes.

    E que vitória foi aquela contra os Lakers na segunda! Nove jogos de sequência dos caras e Detroit vai lá e quebra tudo em casa. Agora estão cinco jogos à frente do Boston na liderança do Leste. Cinco! Têm também o segundo melhor saldo de pontos da liga, perdendo só pro Thunder.

    O problema é que, mesmo com o Cade, já dava pra ver algumas rachaduras no sistema. Sem ele controlando o ataque, fica difícil imaginar como vão gerar pontos suficientes nos playoffs. Mas olha, se continuarem jogando desse jeito sem o cara, quem sabe a gente não tá subestimando demais essa turma?

    E aí, pessoal — vocês acham que Detroit consegue manter essa pegada toda nos playoffs? Ou os Celtics vão mostrar que experiência ainda conta muito nessa hora do ano?

  • Jovem monstro do Pirates fecha com Under Armour mesmo rebaixado

    Jovem monstro do Pirates fecha com Under Armour mesmo rebaixado

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Konnor Griffin tinha sido rebaixado pelos Pirates antes da temporada começar, pensei “lá se foi o hype do garoto”. Mas esse moleque de 20 anos acabou de provar que às vezes o timing não importa tanto assim — fechou um contrato multianual com a Under Armour mesmo sem estar nas grandes ligas.

    E cara, que jogada inteligente da Under Armour. Griffin é considerado o prospect número 1 de todo o baseball americano. Vinte anos. Prospect número 1. É tipo pegar o Endrick antes dele estrear no Real Madrid, sacam?

    Por que Under Armour?

    Em uma entrevista rápida, Griffin explicou a escolha: “Under Armour é única. Me ajuda em cada aspecto do meu jogo e fora de campo também. As chuteiras são uma das peças mais importantes que uso, e a Under Armour tem chuteiras fenomenais.”

    Sinceramente? Discurso de manual, mas pelo menos o garoto sabe falar bem. E olhem só a estratégia da marca — em vez de esperar ele chegar nas majors e custar uma fortuna, fecharam agora enquanto ainda dá pra negociar.

    Os números que justificam todo esse hype

    Vocês querem saber por que todo mundo tá de olho nesse Griffin? Os números da temporada passada no minor league são absurdos: .333 de aproveitamento, 21 home runs, 94 RBIs e — pasmem — 65 bases roubadas. Sessenta e cinco! O cara é completo demais.

    Foi escolhido em 9º lugar no Draft de 2024 e em apenas uma temporada no minor já tá batendo na porta das grandes ligas. O Pirates pode ter rebaixado ele agora, mas é questão de tempo até ele aparecer por lá. Aliás, todo mundo espera que ele estreie ainda nesta temporada.

    E aí, acham que a Under Armour fez um bom investimento? Eu tô apostando que sim. Esse Griffin tem cara de quem vai dar o que falar por muito tempo no baseball.

  • Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Cara, que semana estranha foi essa pros fãs dos Sixers, viu? Uma daquelas situações bizarras da NBA onde você torce pra um time que nem é o seu — e por dois motivos completamente diferentes.

    Acontece que os Houston Rockets tiveram uma semana meio “morna”, ganhando duas e perdendo duas. Só que essas duas vitórias foram justamente contra Atlanta Hawks e Miami Heat, dois times que estavam disputando posição diretamente com Philadelphia no Leste. Resultado? Os Sixers ficaram a apenas um jogo da sexta colocação.

    O drama da draft pick dos Rockets

    Mas aí vem a parte mais louca da história: depois de ganhar dessas duas equipes importantes, os Rockets conseguiram a proeza de perder pro Chicago Bulls. Sim, aquele Bulls que tá claramente fazendo tanking. Eu não acredito nessa.

    Com essa derrota, a pick que Houston deve pros Sixers caiu da posição 24 direto pra 21. E olha que essa região tá uma briga de cachorro — os Rockets estão apenas meio jogo na frente do Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves pela 21ª posição.

    Falando em Timberwolves, o próximo jogo dos Rockets é justamente contra eles, numa partida que vai passar na TV nacional. Depois fica mais tranquilo, porque eles vão pra Memphis enfrentar os Grizzlies.

    March Madness e os futuros calouros

    Enquanto isso, o March Madness tá rolando solto e já chegamos no Sweet-16. Alabama e Houston ainda estão vivos no torneio universitário, e ambos têm jogadores que apareceram nos mock drafts dos Sixers.

    Destaque pra Aday Mara, pivô de Michigan, que meteu 19 pontos no primeiro jogo do torneio e 16 no segundo. O companheiro dele Morez Johnson Jr. também não tá pra brincadeira: 21 pontos num jogo, 15 no outro.

    Iowa State continua voando no torneio, mas aí que tá o problema: Joshua Jefferson, um dos caras que pode interessar pros Sixers, machucou o tornozelo logo no primeiro jogo da segunda fase e perdeu a partida seguinte. Ninguém sabe se ele volta a tempo ainda. Uma pena, porque seria massa ver como ele se sai nos jogos grandes.

    Sinceramente? Tô gostando dessa situação dos Sixers terem algo pra torcer além da posição no draft. Faz tempo que o time não tinha essa chance de brigar por alguma coisa no final da temporada. E vocês, acham que eles conseguem sair da zona do play-in?

  • Wolves quebram jejum de 20 anos em Boston sem Ant-Man

    Wolves quebram jejum de 20 anos em Boston sem Ant-Man

    Vocês acreditam que os Timberwolves não ganhavam em Boston há mais de 20 anos? VINTE ANOS, mano! A última vez foi em março de 2005 — eu nem sabia que existia NBA direito naquela época.

    Mas ontem foi diferente. Os Wolves foram lá no TD Garden e meteram um 102 a 92 nos Celtics, sendo que eram zebra total na partida. Entraram como azarão por 10.5 pontos, sem o Anthony Edwards ainda por cima. E sabe o que mais me impressionou? Deram apenas 15 pontos pros Celtics no último quarto. Quinze pontos! Isso é defesa de outro mundo.

    Bones e Ayo mandando ver sem Ant-Man

    O que mais me chamou atenção foi como o Bones Hyland e o Ayo Dosunmu aproveitaram a ausência do Edwards. Os caras simplesmente pegaram a responsabilidade nas costas e mandaram muito bem. Na minha visão, essa pode ser a chave pro sucesso dos Wolves nos playoffs — ter peças de qualidade saindo do banco quando o principal astro não tá 100%.

    E tem um detalhe interessante: durante a melhor parte defensiva do último quarto, o Rudy Gobert tava no banco. Não é que o francesão tá jogando mal, longe disso, mas mostra que esse time tem potencial defensivo absurdo mesmo sem o Dpoy em quadra.

    Ritmo acelerado funcionando

    Uma coisa que tô notando nos Wolves é que eles tão jogando com muito mais velocidade desde o trade deadline. Contra Boston foram 22 pontos de contra-ataque — número monstro. A questão agora é: conseguem manter essa pegada quando o Edwards voltar? Porque sabemos que o Ant-Man às vezes segura demais a bola.

    Ah, e não posso deixar de falar do Kyle Anderson com aqueles dribles “Slo-Mo” clássicos dele. Três dribles seguidos no Luka Garza antes de acertar um arremesso de meia distância. O cara tem 40 anos mas joga como se fosse videogame no modo lento.

    Nem tudo são flores

    Claro que nem tudo foi perfeito recentemente. Na derrota pros Blazers, os Wolves deram 18 rebotes ofensivos pro adversário. DEZOITO! O Chris Finch foi direto ao ponto depois do jogo e citou o Julius Randle como alguém que precisa melhorar nesse aspecto.

    Sinceramente acho que essa vitória em Boston pode ser um divisor de águas na temporada. Quebrar um jejum de duas décadas, sendo azarão, sem o principal jogador… isso cria confiança, né? E vocês, acham que os Wolves conseguem manter esse nível quando o Edwards voltar?