Autor: Leandro Amorim

  • Nick Nurse manda a real após goleada histórica pros Knicks

    Nick Nurse manda a real após goleada histórica pros Knicks

    Cara, que pancada os 76ers levaram ontem à noite. 137 a 98 pro New York Knicks no primeiro jogo da semifinal do Leste. Quarenta pontos de diferença! Eu vi muita coisa na NBA, mas essa doeu até em mim aqui do sofá.

    O Nick Nurse, técnico da Filadélfia, podia ter começado a chorar ou inventar mil desculpas — mas não. O cara foi direto ao ponto depois do jogo e soltou uma que mostra por que ele já ganhou um anel: “É 0-1. Não importa se perdemos por 6 pontos ou por 36, seja lá quantos foram”.

    Ressaca boa ou ruim demais?

    Olha, talvez os 76ers ainda estivessem meio zonzos da série épica contra os Celtics. Sete jogos, virada de 1-3 pra 4-3, eliminando os favoritos na casa deles no jogo 7… Sinceramente? Eu achei que eles iam chegar voando contra os Knicks.

    Mas o basquete não perdoa. Os caras tiveram só um dia de descanso e chegaram em Nova York parecendo que ainda estavam em Boston. Os Knicks meteram 41 pontos só no segundo quarto — QUARENTA E UM! — enquanto os Sixers fizeram míseros 26.

    E não foi só um quarto ruim não. Os Knicks ganharam os quatro períodos por pelo menos 8 pontos cada. Foi uma dominação completa, daquelas que você vê e pensa: “Poxa, esses times são do mesmo nível mesmo?”

    Embiid sumiu quando mais precisavam

    Paul George até tentou segurar a onda com 17 pontos (acertou 4 de 6 do perímetro, que é o PG que a gente conhece). Mas o Joel Embiid? Apenas 14 pontos, mano. Quatorze! O cara que deveria ser o protagonista da série ficou meio perdido.

    Tyrese Maxey colaborou com 13, Kelly Oubre Jr. e VJ Edgecombe fizeram 12 cada… Cinco caras em dois dígitos e mesmo assim tomaram 39 pontos de diferença. Isso aí é problema de sistema, não de individual.

    A real é que o Nurse tem razão — uma derrota é uma derrota, não importa a margem. Lembram quando eles perderam o primeiro jogo pros Celtics também de goleada? E olha no que deu.

    Vocês acham que os 76ers conseguem dar a volta por cima como fizeram na primeira rodada? Ou os Knicks são uma pedra no sapato diferente? Jogo 2 é quinta-feira, e sinceramente, acho que vai ser bem mais equilibrado. Nurse não deixa time dele levar duas pancadas seguidas assim.

  • Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Olha, o Draymond Green simplesmente não engoliu toda essa empolgação em torno da performance do Joel Embiid no Jogo 7 contra os Celtics. E cara, ele não tá errado não.

    O Embiid mandou bem pra caramba — 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências na vitória por 109-100 que levou os Sixers pra segunda rodada dos playoffs. Mas o Draymond foi direto ao ponto: “Galera tá perguntando se esse foi um jogo histórico pro Embiid, e eu falo não, de jeito nenhum”.

    A bronca do veterano faz sentido

    Sinceramente? O Draymond tem razão. Como que um cara do calibre do Embiid — MVP da liga, medalhista olímpico, All-Star perene — vai ter um “jogo histórico” na primeira rodada? Não faz sentido.

    “Joel Embiid é um jogador incrível por todas essas razões que eu mencionei. Mas justamente por isso, um jogo de primeira rodada, não importa se é Jogo 7 ou Jogo 2… continua sendo primeira rodada”, disparou o veterano do Warriors no seu podcast.

    E aí, vocês concordam com essa? Porque na minha visão, o Draymond tocou num ponto crucial: pra um cara do nível do Embiid ter jogos realmente históricos, ele precisa chegar nas finais de conferência e quem sabe nas Finais da NBA.

    O histórico que pesa

    Aqui que a coisa fica complicada pro gigante dos Sixers. Em oito aparições de primeira rodada pela franquia da Filadélfia, o cara tem médias absurdas: 26.4 pontos, 10.7 rebotes e 3.6 assistências. Os Sixers têm um record de 6-2 nessas séries.

    Mas aí vem o problema: 0-5 na segunda rodada. Zero e cinco! Desde que entrou na liga em 2014, o Embiid nunca chegou nas finais de conferência.

    “Eu odeio quando tentam armar cilada pros caras, falando ‘ah, esse é um jogo histórico pro Joel Embiid’, só pra depois tentar derrubar ele nas próximas semanas”, continuou o Draymond. E cara, ele tá certo — essa narrativa é meio cruel mesmo.

    O mais interessante é que essa foi a primeira vez que os Sixers do Embiid conseguiram bater os Celtics nos playoffs depois de perder três vezes antes. Agora eles encaram os Knicks na segunda rodada, e aí sim a coisa fica séria.

    Draymond fechou com chave de ouro: “Se a Filadélfia perder essa série, ninguém vai falar no verão ‘ah, mas o Joel teve um jogo histórico na primeira rodada’. A conversa vai ser ‘Joel Embiid não consegue ganhar de novo, Sixers precisam desmanchar o time’.”

    Duro, mas real. O que vocês acham — o veterão foi muito cruel ou só falou a verdade?

  • Wemby quebra recorde histórico com 11 tocos em jogo dos playoffs

    Wemby quebra recorde histórico com 11 tocos em jogo dos playoffs

    Cara, eu sabia que o Victor Wembanyama era especial, mas isso aí foi de outro mundo. O francês simplesmente fez ONZE TOCOS no Jogo 1 contra o Minnesota Timberwolves e quebrou um recorde que estava parado há mais de uma década na NBA.

    Eleven blocks, pessoal. Onze tocos em um jogo de playoff. Para vocês terem noção da maluquice, só três caras na história da liga tinham conseguido chegar aos dois dígitos de bloqueios em playoffs: Hakeem Olajuwon, Mark Eaton e Andrew Bynum (que foi o último em 2012). Agora o Wemby tá sozinho no topo.

    A evolução do monstro francês

    O mais impressionante? Era só o SEXTO jogo de playoff da carreira dele. Sexto! Eu lembro quando ele chegou na liga e todo mundo falava que seria especial, mas sinceramente não esperava que ele evoluísse tão rápido assim.

    O Anthony Edwards voltou depois de nove dias parado por causa de uma contusão no joelho, saindo do banco com restrição de minutos. Mas mesmo assim, foi justamente ele que sofreu o toco histórico que quebrou o recorde no início do quarto período. Imagina a frustração do Ant-Man – volta lesionado e ainda vira estatística histórica na pior.

    Domínio total no garrafão

    O francês começou destruindo logo de cara: dois tocos nas duas primeiras posses de bola dos Wolves. No segundo quarto, bloqueou o Julius Randle duas vezes seguidas e ainda forçou uma violação dos 24 segundos. Aos três quartos, já tinha igualado o recorde com 10 bloqueios.

    E olha, defensivamente foi um show à parte, mas no ataque ele sofreu um pouco. Apenas 6 pontos no primeiro tempo e errou todos os cinco arremessos de três que tentou. Mas quem liga? O cara estava transformando o garrafão numa zona proibida absoluta.

    A abertura do segundo tempo foi simbólica: uma enterrada canhota por cima do Rudy Gobert, que não é qualquer um não. E aí veio aquele momento histórico no quarto período – mais um toco no Edwards e pronto, recorde quebrado.

    Vocês acham que esse é só o começo do que o Wemby pode fazer nos playoffs? Porque se for, a NBA vai ter que repensar alguns recordes aí. O moleque tem só 22 anos e já tá reescrevendo os livros de história defensiva da liga.

    Agora é torcer pra que ele mantenha esse nível e mostre que não foi só um jogo especial. Mas conhecendo o Wembanyama, acho que ainda vamos ver muito mais loucura pela frente.

  • 65% dos fãs dos Rockets querem trocar Kevin Durant — e eu concordo

    65% dos fãs dos Rockets querem trocar Kevin Durant — e eu concordo

    Olha, vou ser bem direto com vocês: Kevin Durant virou um problema em Houston. E não sou só eu dizendo isso não — uma pesquisa do SB Nation mostrou que 65% dos torcedores dos Rockets querem que o cara seja negociado na offseason. Sessenta e cinco por cento!

    E sinceramente? Eu tô nessa também.

    O drama por trás das cestas

    Durant teve números monstros na temporada 2025-26, isso ninguém pode negar. Média de 26 pontos, 5.5 rebotes e 4.8 assistências em 78 jogos — o cara é uma máquina de fazer cestas. Mas aí que tá o problema: basquete não é só sobre estatística individual.

    Segundo fontes da ESPN, KD foi um verdadeiro ‘resmungão’ no vestiário a temporada inteira. A galera mais nova do time não tava aguentando mais o astral pesado que ele criava. E pior: quando chegaram os playoffs — momento em que mais precisavam dele — o mano simplesmente desapareceu. Literalmente não apareceu.

    Cara, imagina você sendo um jovem talento dos Rockets, todo empolgado pra jogar ao lado de uma lenda, e o cara fica o tempo todo de mau humor? Deve ser frustrante demais.

    A química perdida

    Quem acompanha os Rockets sabe que o time tinha uma vibe muito melhor antes do Durant chegar. Claro, talvez não fossem tecnicamente melhores, mas a química e a união eram absurdas. Agora parece que todo mundo anda pisando em ovos.

    A ESPN ainda relatou que houve algumas reuniões pra tentar resolver os problemas do vestiário, e que supostamente tá tudo resolvido agora. Mas, convenhamos, quantas vezes já vimos esse filme? Reunião resolvendo problema de ego raramente funciona a longo prazo.

    E aqui vai uma pergunta que não quer calar: será que os Rockets não estariam melhor trocando o KD por alguns assets jovens e tendo um pouco mais de paciência com o processo? Eu acho que sim. O cara ainda tem valor de troca altíssimo — por que não aproveitar?

    Rockets decidem manter Durant

    Infelizmente pra galera dos 65%, parece que a diretoria dos Rockets não tá nem aí pra opinião da torcida. Eles consideram Durant parte do ‘core’ do time e pretendem mantê-lo na próxima temporada.

    Olha, eu entendo a lógica: o cara é Kevin Durant, né? Hall of Fame garantido, um dos melhores de todos os tempos. Mas às vezes você precisa saber quando é hora de seguir em frente. E pra mim, essa hora já chegou.

    Claro, como disse o pessoal do SB Nation, 25 anos cobrindo NBA te ensina que sempre pode rolar o inesperado. Quem sabe numa dessas o próprio KD não pede pra sair? Ou algum time faz uma proposta que Houston não consegue recusar?

    E vocês, o que acham? Os Rockets deveriam mesmo trocar Kevin Durant ou deveriam tentar mais uma temporada com ele? Comenta aí!

  • Wembanyama virou uma parede – 10 tocos e quase um triplo-duplo absurdo

    Wembanyama virou uma parede – 10 tocos e quase um triplo-duplo absurdo

    Gente, o Wemby simplesmente decidiu que ninguém ia fazer cesta perto dele ontem. Dez tocos. DEZ! E olha que ainda faltava um quarto inteiro para acabar o jogo.

    Na semifinal de conferência contra os Timberwolves, o fenômeno francês fez uma coisa que eu nunca tinha visto: 7 bloqueios só no primeiro tempo. Pra vocês terem ideia do que isso significa – é o recorde de um jogador do Spurs nos playoffs desde 1997. E ficou apenas UM toco atrás do recorde absoluto do Dwight Howard para qualquer tempo de playoff (8 tocos em 2010).

    O monstro não parou por aí

    Mas aí que vem a parte mais louca da história. Wemby estava literalmente caçando um triplo-duplo de pontos-rebotes-bloqueios. Coisa que quase nunca acontece na NBA, galera. Quando faltavam 2:36 no terceiro quarto, ele tinha: 8 pontos, 10 rebotes e 10 tocos.

    Vocês conseguem imaginar? Um cara de 2,24m correndo pela quadra, pegando rebote, bloqueando tudo que vê pela frente E ainda marcando pontos. É surreal demais.

    E o maluco começou o segundo tempo do mesmo jeito que terminou o primeiro – passou pelo Rudy Gobert (que não é qualquer um no garrafão, né?) pra uma enterrada e depois bloqueou o Jaden McDaniels numa bandeja.

    Isso é coisa de videogame

    Sinceramente, eu tô assistindo esse cara jogar e às vezes não acredito que é real. Primeira semifinal de conferência da carreira dele e já tá quebrando recordes históricos do próprio time.

    O que mais me impressiona é a naturalidade. Não é sorte nem jogada ensaiada – é puro instinto e físico absurdo. Quando você tem quase 2,30m de altura com movimentação de ala, essas coisas acontecem.

    E aí, vocês acham que ele conseguiu fechar o triplo-duplo? Porque se conseguiu, vai entrar pra história de uma forma que pouquíssimos jogadores conseguiram. Estamos vendo o futuro da NBA acontecendo em tempo real, pessoal.

  • Hukporti salvou os Knicks quando a coisa apertou nos playoffs

    Hukporti salvou os Knicks quando a coisa apertou nos playoffs

    Olha só que jogada dos Knicks ontem à noite. O Ariel Hukporti — sim, aquele pivô que mal vinha jogando nos playoffs — entrou quando tudo estava dando errado e simplesmente mandou ver contra o Joel Embiid. E eu achando que ia ser um massacre…

    A situação tava feia mesmo. Karl-Anthony Towns tomou duas faltas logo cedo (contra o Embiid, né, não dá pra relaxar), Mitchell Robinson entrou e também se complicou com falta. Aí o Philadelphia começou com aquela estratégia chata do Hack-A-Mitch pra bagunçar o ritmo dos Knicks.

    O jovem alemão não tremeu na pressão

    Foi aí que o técnico Mike Brown teve que apostar no Hukporti. E cara, o moleque não decepcionou nem um pouco. Três minutos no primeiro tempo e saiu com +10 no placar. Isso contra o Embiid, gente! Não é qualquer um que aguenta a pressão de marcar um dos caras mais dominantes do garrafão na NBA.

    O mais impressionante foi a maturidade dele. Nos playoffs, principalmente na segunda rodada, não tem espaço pra erro. Hukporti entendeu perfeitamente o que precisava fazer: não necessariamente parar o Embiid (porque né, quase impossível), mas dificultar a vida dele sem cometer faltas bobas.

    Números que falam por si só

    No final das contas, o alemão de 22 anos terminou o jogo com 5 pontos, 9 rebotes (melhor da partida!) e um +22 brutal. Sinceramente, não esperava esses números de um cara que jogou apenas três vezes na primeira rodada.

    “Tenho que dar crédito pro Ariel”, disse Mike Brown depois do jogo. “Estávamos com problemas de falta cedo e ele saiu do banco sem estar programado pra jogar. Fez um trabalho bem sólido.”

    E agora? Vocês acham que o Hukporti consegue manter esse nível contra o Embiid pelo resto da série? Porque uma coisa é certa: os Knicks vão precisar dele de novo. Quando você tem que enfrentar um monstro como o Embiid, não dá pra contar só com duas opções no garrafão.

    Essa é a beleza dos playoffs, né? Sempre aparece alguém pra ser herói quando menos esperamos. E ontem foi a vez do jovem alemão brilhar no Madison Square Garden.

  • Chalamet largou Kylie no Met Gala pra ver Knicks massacrar os 76ers

    Chalamet largou Kylie no Met Gala pra ver Knicks massacrar os 76ers

    Olha só que dilema delicioso: você vai no Met Gala, um dos eventos mais chiques do mundo, ou fica no Madison Square Garden vendo seu time do coração nos playoffs? Ben Stiller escolheu o glamour. Timothée Chalamet escolheu o basquete.

    E cara, que escolha acertada do Chalamet! Enquanto o ator de ‘Zoolander’ desfilava de laranja e azul (pelo menos homenageou o time) no tapete vermelho, o protagonista de ‘Duna’ estava lá na arquibancada vip vendo os Knicks DESTRUÍREM o Philadelphia 76ers por 137 a 98 no Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste.

    A prioridade tá certa

    Pensa na situação: Chalamet literalmente deixou a namorada Kylie Jenner sozinha no Met Gala pra não perder o jogaço. Isso é amor ao basquete ou é loucura? Na minha opinião, é paixão de verdade mesmo.

    O mais engraçado é que isso não é novidade pro cara. Ano passado ele já tinha furado o Met Gala pra assistir Knicks x Celtics na TV. Imagina você dispensar um dos eventos mais exclusivos do planeta duas vezes seguidas por causa de basquete. Respeito total!

    Stiller aposta tudo no hexa

    Enquanto isso, Ben Stiller tava lá no Met Gala meio dividido, né? O cara admitiu que se não pudesse estar no MSG vendo os Knicks, “essa é uma ótima segunda opção”. E ainda disse que confia que o time vai fechar a série em seis jogos.

    Sinceramente, depois dessa goleada de quase 40 pontos de diferença no primeiro jogo, eu também tô acreditando. Os Knicks tão voando, cara! 137 pontos é coisa de outro mundo.

    E aí, o que vocês acham? Fariam como o Chalamet e largariam um evento desses pelo seu time? Eu confesso que no meu caso seria difícil escolher, mas ver uma surra dessa ao vivo no MSG deve ser inesquecível mesmo.

    O que mais me impressiona é como o basquete consegue competir com Hollywood pelos corações dos fãs. Chalamet podia estar cercado de celebridades e fotógrafos, mas preferiu os gritos da torcida e o barulho da bola quicando. Isso é ser fã de verdade!

  • Brunson mete 35 pontos e os Knicks massacram os 76ers no Jogo 1

    Brunson mete 35 pontos e os Knicks massacram os 76ers no Jogo 1

    Cara, eu sabia que os Knicks estavam jogando bem, mas 137 a 98? Isso não é vitória, é massacre mesmo.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu jogar videogame na vida real ontem à noite. O cara fez 27 pontos só no primeiro tempo, acertando 10 de 14 arremessos. Vinte e sete pontos. No primeiro tempo. E o mais absurdo? Parecia que ele tava jogando contra crianças, tamanha facilidade.

    Quando você sabe que o jogo acabou cedo

    Sabe quando você percebe que não tem mais jogo? Quando Joel Embiid e Tyrese Maxey saem de quadra faltando mais de 6 minutos pro terceiro quarto acabar e o técnico Nick Nurse nem se dá o trabalho de colocá-los de volta. Foi exatamente isso que aconteceu.

    Os 76ers pareciam uma galera que tinha virado a madrugada jogando Game 7 — completamente sem gás. Embiid começou errando tudo (1 de 6), Maxey também não conseguia acertar nada (1 de 4). Se não fosse o Paul George salvando a pátria com algumas bolas de 3, o massacre teria sido ainda pior.

    E olha que já estava feio: 74 a 51 no intervalo. Madison Square Garden em êxtase total. Tão tranquilo que até deu tempo pro Josh Hart desamarrar o tênis do Jimmy Fallon na beirada da quadra. Imagina o nível de domínio…

    Knicks em modo destruição total

    Essa vitória faz parte de uma sequência absurda dos Knicks. Três jogos seguidos ganhando por pelo menos 29 pontos de diferença! Nas últimas duas partidas, o time acertou 61% dos arremessos e 44% das bolas de 3. Sinceramente, com números assim qualquer um vira o Dream Team.

    OG Anunoby teve uma noite perfeita: 18 pontos acertando 7 de 8 arremessos. Karl-Anthony Towns distribuiu 5 assistências além dos 17 pontos dele. Mikal Bridges também meteu 17. Era tipo aqueles dias no NBA 2K quando você simplesmente não consegue errar.

    Do lado de Philly, só o Paul George apareceu pra jogo — 17 pontos em apenas 26 minutos (porque nem precisou ficar mais tempo). Embiid fez só 14 pontos errando quase tudo (3 de 11), e Maxey também não conseguiu embalar (13 pontos, 3 de 9).

    Vocês acham que os 76ers conseguem se recuperar pro Jogo 2? Porque se os Knicks mantiverem esse nível de acerto, vai ser complicado…

  • Knicks destroem 76ers por 39 pontos e fazem história nos playoffs

    Knicks destroem 76ers por 39 pontos e fazem história nos playoffs

    Cara, que atropelo foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente destruíram o Philadelphia 76ers por 137 a 98 no Jogo 1 da segunda rodada dos playoffs. 39 pontos de diferença. Trinta e nove! Sinceramente, eu não esperava uma diferença tão absurda assim.

    O show foi do Jalen Brunson, que fez 35 pontos com 12 de 18 arremessos. O cara tá numa forma monstruosa nesses playoffs – e olha que ele foi relativamente “quieto” no terceiro quarto porque o time todo tava jogando demais. Na primeira metade, ele fez 27 pontos, que é o segundo maior número de um jogador dos Knicks em uma única metade de playoff desde que começaram a registrar essas estatísticas.

    Defesa de outro planeta

    Mas o que mais me impressionou foi a defesa de Nova York. Eles seguraram o Joel Embiid e Tyrese Maxey – que são o coração ofensivo dos Sixers – em apenas 27 pontos combinados. Quinze desses pontos vieram de lance livre! Os dois fizeram apenas 6 de 20 arremessos de quadra e erraram todos os cinco tentativas de três pontos.

    É surreal ver uma dupla tão talentosa ser completamente anulada assim. O Embiid ainda colocou Towns e Mitchell Robinson em problemas de falta no início, mas mesmo assim não conseguiu aproveitar.

    Ataque implacável

    OG Anunoby foi certeiro (7 de 8 arremessos, 18 pontos), Mikal Bridges e Karl-Anthony Towns contribuíram com 17 cada. Como time, os Knicks acertaram 63% dos arremessos de quadra e 51% das bolas de três. É um número absurdo para playoffs!

    Aliás, vocês viram o susto que o Towns deu no começo? Caiu feio tentando um rebote ofensivo e ficou no chão com dores. Por alguns segundos pensei “lá vamos nós de novo com lesão”, mas ele se recuperou e jogou bem.

    O mais louco de tudo? Os Knicks fizeram história. Eles se tornaram o primeiro time na história da NBA a vencer três jogos consecutivos de playoff por 25+ pontos de diferença. Isso é coisa de time que tá voando alto mesmo.

    Philadelphia só conseguiu seus primeiros pontos vindos do banco quando faltavam 4 minutos para o fim do terceiro quarto. Imaginem a desorganização ofensiva que foi isso! No quarto período, os dois times já tinham esvaziado o banco porque não tinha mais o que fazer.

    Tyler Kolek e Ariel Hukporti aproveitaram os minutos de “lixo” e mostraram serviço. O Hukporti ainda tinha entrado antes por causa dos problemas de falta dos titulares.

    Game 2 vai ser interessante. Será que os Sixers conseguem se recuperar dessa pancada ou os Knicks vão continuar nesse ritmo maluco? Eu tô curioso para ver como o Philadelphia vai responder a essa humilhação em casa.

  • Pablo Torre ganha Pulitzer por investigar esquema dos Clippers

    Pablo Torre ganha Pulitzer por investigar esquema dos Clippers

    Cara, que história absurda. O Pablo Torre acabou de ganhar um Pulitzer — sim, PULITZER — por desvendar o que pode ser um dos maiores escândalos da NBA moderna. O podcast dele, “Pablo Torre Finds Out”, levou o prêmio por investigar um suposto esquema dos Clippers pra burlar o salary cap usando uma empresa terceirizada.

    E olha só o tamanho da coisa: estamos falando de 28 milhões de dólares que teriam sido “lavados” pro Kawhi Leonard através de uma empresa chamada Aspiration. Uma empresa que, pasme, o Steve Ballmer (dono dos Clippers) tinha investido 50 milhões.

    O Esquema (Supostamente) Funcionava Assim

    A investigação do Torre revelou que a tal da Aspiration — que hoje nem existe mais — assinou um contrato de marketing de 28 milhões com o Kawhi. Só que aqui tá o pulo do gato: esse dinheiro seria um jeito do Ballmer passar grana pro seu craque sem contar no teto salarial da NBA.

    Pensa bem na engenharia financeira: Ballmer investe 50 milhões na Aspiration em 2021. Os Clippers assinam um acordo de patrocínio de 300 milhões com a mesma empresa. E “coincidentemente” a empresa faz um deal de marketing de 28 milhões com o Kawhi. Meio suspeito, né?

    Na minha visão, se isso for verdade mesmo, é uma das jogadas mais sujas que já vi na NBA. E olha que eu já vi muita coisa nessa liga.

    Todo Mundo Nega, Mas…

    Claro que tanto o Ballmer quanto o Kawhi negaram tudo. O dono dos Clippers até disse que foi “enganado” pela Aspiration. Kawhi, no media day de setembro, foi direto: “Nenhum de nós fez nada errado”.

    Mas aqui tem um detalhe interessante: o co-fundador da Aspiration, Joseph Sanberg, se declarou culpado de fraude federal em 2025. O cara defraudou investidores em 248 milhões de dólares. E Ballmer disse que perdeu seus 60 milhões investidos na empresa.

    Coincidência? Eu não acredito muito em coincidência quando falamos desse nível de dinheiro.

    E Agora, José?

    A NBA abriu uma investigação há oito meses e até agora nada. O Adam Silver disse em fevereiro que o caso é “enormemente complexo” — traduzindo: tá uma bagunça total pra investigar.

    Vocês acham que vai dar em alguma coisa? Porque se comprovarem que os Clippers realmente burlaram o salary cap dessa forma, a punição pode ser devastadora. Estamos falando de picks de draft perdidos, multas pesadas, e quem sabe até suspensões.

    O mais louco de tudo isso é que um jornalista esportivo ganhou um Pulitzer — o prêmio mais prestigioso do jornalismo americano — investigando basquete. Isso mostra o tamanho da bomba que o Torre descobriu.

    Enquanto isso, os Clippers seguem jogando como se nada tivesse acontecido. Mas cara, se eu fosse torcedor deles, taria preocupado. Muito preocupado.