Autor: Leandro Amorim

  • Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Cara, que situação bizarra é essa em Boston. O Joe Mazzulla vai continuar como técnico do Celtics na próxima temporada E ainda pode ganhar o prêmio de melhor técnico do ano. Sim, você leu certo — mesmo depois de fazer história pelo motivo errado.

    Os Celtics foram eliminados na primeira rodada pelos 76ers. Tudo bem, acontece. Mas o jeito que aconteceu foi de doer na alma de qualquer torcedor: eles estavam 3-1 na série e conseguiram entregar tudo de bandeja pro Joel Embiid e cia.

    Uma eliminação que entrou pra história

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi uma coisa dessas. Pela primeira vez na história da franquia, Boston perdeu uma série depois de estar 3-1 na frente. É o tipo de coisa que marca uma temporada de forma negativa pra sempre.

    E o mais louco? Mesmo com essa eliminação constrangedora, tudo indica que Mazzulla não só fica no cargo como ainda pode levar o troféu de Coach of the Year nos próximos dias. Sinceramente, não sei se isso faz sentido ou se é só a NBA sendo a NBA mesmo.

    Situação financeira tranquila

    Pelo menos uma coisa boa: o Celtics tem grana pra se mexer no mercado. Eles estão numa situação financeira confortável, abaixo dos limites de imposto de luxo, o que significa que têm uns $15 milhões pra gastar com um jogador de nível médio e mais alguns milhões em exceções.

    Tatum e Brown continuam sendo os pilares do time, ganhando mais de $115 milhões juntos — e olha que o Tatum nem assinou a extensão máxima ainda. São os caras que precisam carregar esse time nas costas na próxima temporada.

    O Nikola Vucevic, que chegou em fevereiro machucado, é o único free agent importante que eles têm. Aos 35 anos, provavelmente vai ter que aceitar bem menos grana pra continuar.

    Vocês acham que Mazzulla merece mesmo ficar depois dessa? Eu fico dividido. O cara fez um trabalho sólido na temporada regular, mas perder uma série de 3-1 é imperdoável em qualquer nível.

  • Bulls querem roubar assistente dos Celtics mesmo após rejeição

    Bulls querem roubar assistente dos Celtics mesmo após rejeição

    Olha, eu sei que o Dave Lewin não levou a vaga principal nos Bulls, mas a franquia não tá desistindo dele não. Pelo contrário – eles querem trazer o cara de qualquer jeito pra fazer parte do front office.

    E por que será? Cara, o Lewin simplesmente arrasou na entrevista. Tanto que tem fonte lá dentro dizendo: “Precisamos encontrar alguém muito parecido com o Dave Lewin” caso não consigam o próprio. Isso é praticamente uma declaração de amor, né?

    Analytics que impressionaram geral

    O que mais chamou atenção na apresentação do Lewin foi a profundidade das análises e estratégia organizacional. Não é à toa que o cara está há quase uma década nos Celtics construindo uma reputação sólida.

    Começou como scout, virou diretor de pessoal em 2019, e em 2023 foi promovido pra assistente de GM. Hoje ele tá ali na hierarquia, atrás do Brad Stevens e do Mike Zarren. Ou seja: aprendeu com os melhores.

    Graham precisa de reforços urgente

    Pro Bryson Graham – que acabou de chegar dos Hawks pra comandar a bagunça –, ter o Lewin seria perfeito. O cara precisa de suporte analítico pra ontem, ainda mais considerando que vai ter que reestruturar um front office que tava completamente rachado na gestão anterior.

    A boa notícia pro Graham é que Chicago deu carta branca pra ele montar a equipe como quiser. E sinceramente? Se eu fosse ele, faria de tudo pra convencer o Lewin a sair de Boston.

    Vocês acham que ele topa trocar o time campeão pelos Bulls em reconstrução? Vai ser interessante acompanhar essa negociação.

  • Raptors quase pegaram JJJ mas controle do Poeltl estragou tudo

    Raptors quase pegaram JJJ mas controle do Poeltl estragou tudo

    Cara, vocês sabiam que os Raptors quase fecharam negócio com o Jaren Jackson Jr. antes do trade deadline? Pois é, eu também fiquei sabendo agora e tô até meio revoltado com o que rolou.

    Segundo fontes da liga, Toronto fez uma investida pesada no pivô do Memphis, mas não conseguiu fechar por causa do contrato monstro do Jakob Poeltl — quatro anos e 104 milhões de dólares que ninguém queria pegar. Na época, o austríaco tava até machucado com problemas nas costas, o que deixou o negócio ainda mais difícil.

    O pesadelo dos contratos gigantes

    Enquanto Toronto patinava tentando empurrar o Poeltl, Memphis mandou o JJJ direto pro Utah Jazz numa troca que incluiu três picks de primeira rodada. Sinceramente? Dói só de pensar no que poderia ter sido.

    O mais frustrante é que Poeltl voltou a jogar bem depois do All-Star break e até passou pelos playoffs sem problemas físicos. Mas aí, quando chegou na primeira rodada contra os Cavaliers, o cara pareceu completamente perdido. Seis anos longe dos playoffs e na primeira oportunidade… bem, vocês viram.

    E olha que ironia: os Raptors assinaram essa extensão monstro com o Poeltl ano passado mesmo. Agora Bobby Webster tá com as mãos atadas por causa desses contrataços. Não é só o Poeltl não — tem o Immanuel Quickley com quatro anos e 130 milhões, o Brandon Ingram com dois anos e 82 milhões…

    Mais frustrações no mercado

    A coisa fica ainda pior quando você descobre que eles também tentaram o Anthony Davis com Dallas, mas os salários que precisavam mandar de volta tornaram tudo impossível. AD acabou indo pro Washington mesmo, por contratos que expiram.

    Sabe o que mais me irrita nisso tudo? Os Raptors fizeram uma temporada regular sensacional (46-11) e o Scottie Barnes jogou pra caramba nos playoffs — 24.1 pontos, 8.6 assistências e 6.1 rebounds por jogo contra Cleveland. Imagina se tivessem conseguido o JJJ pra fazer dupla com ele?

    A pergunta que não quer calar é: será que Toronto vai conseguir se livrar desses contratos problemáticos nesta offseason? Porque do jeito que tá, eles vão entrar na próxima temporada basicamente com o mesmo time que perdeu pros Cavaliers em sete jogos.

  • Thibs quer voltar e tem os olhos no Bulls – seria épico!

    Thibs quer voltar e tem os olhos no Bulls – seria épico!

    Gente, preparem os corações! Tom Thibodeau quer voltar pra NBA e, pasmem, tem interesse em retornar justamente pro Chicago Bulls. Cara, seria a volta mais cinematográfica da liga, não acham?

    O técnico de 68 anos ficou afastado das quadras nesta temporada depois que os Knicks fizeram aquela loucura de demiti-lo no verão passado — mesmo depois do time ter chegado nas Finais da Conferência Leste! Sinceramente, até hoje não entendo essa decisão de Nova York.

    A nostalgia chamando forte

    Olha, o Bulls seria especial demais pra ele. Foi lá em Chicago que o Thibs construiu toda sua reputação como técnico principal, antes de sair em 2015. O cara transformou aquele time numa máquina defensiva — quem acompanhava na época lembra como era absurdo ver aquela defesa funcionando.

    E tem um detalhe interessante: sempre que o Thibodeau saiu de algum lugar (Bulls em 2015, Timberwolves em 2019), ele voltou pra ativa na temporada seguinte. O homem não consegue ficar parado, é viciado em basquete mesmo.

    Vai rolar mesmo?

    Bom, pra essa reunião acontecer, vai precisar do aval do CEO Michael Reinsdorf e do recém-contratado Bryson Graham, que acabou de chegar vindo do Hawks pra ser vice-presidente executivo de operações de basquete. Imagino as conversas que devem estar rolando por lá.

    O timing até que faz sentido. O mercado de técnicos tá uma loucura total — Bulls, Magic, Trail Blazers e Pelicans todos procurando novo comandante. Até o Steve Kerr ainda não decidiu se continua no Warriors ou não!

    Vocês acham que o Bulls deveria apostar nessa volta do Thibs? Na minha visão, seria uma jogada interessante. O cara sabe trabalhar com defesa como poucos, e Chicago precisa de uma identidade mais sólida. Só espero que dessa vez dê mais certo que nas outras passagens dele!

  • Bulls entregam o poder total pra Bryson Graham reconstruir tudo

    Bulls entregam o poder total pra Bryson Graham reconstruir tudo

    Olha, eu não esperava essa. O Bulls acabou de dar carta branca pro Bryson Graham como novo vice-presidente executivo de operações de basquete, e cara… isso pode ser exatamente o que Chicago precisava.

    Graham, de 39 anos, desbancou vários nomes pesados na disputa pela vaga — incluindo o Matt Lloyd, que todo mundo achava que era certo pro cargo. Lloyd tem história com a franquia (17 temporadas entre 1995 e 2012), mas parece que a diretoria preferiu apostar numa cara nova com experiência diversa.

    Autonomia total pra revolucionar

    E aqui vem a parte interessante: o Michael Reinsdorf, CEO do time, vai dar autonomia total pro Graham reestruturar todo o front office. Autonomia TOTAL, gente. Isso significa que ele pode mexer em tudo — contratar, demitir, mudar processos. É praticamente começar do zero.

    Na minha visão, essa decisão mostra que a direção finalmente entendeu que o problema dos Bulls não era só técnico ou de elenco. Era estrutural. O front office tava uma bagunça há anos, todo mundo sabia disso.

    Graham bateu candidatos como Mike Gansey (Cavaliers), Dave Telep (Spurs) e Dave Lewin (Celtics). Nomes respeitados, mas aparentemente faltava aquela visão de reconstrução completa que Chicago precisa.

    O elenco que ele herdou

    Agora, vamos falar do que Graham tem nas mãos. O elenco atual inclui Josh Giddey (que veio na troca do Caruso), Matas Buzelis, Tre Jones e Noa Essengue — que praticamente perdeu a temporada toda por causa de uma cirurgia no ombro esquerdo.

    Primeira missão? Achar um técnico pra substituir o Billy Donovan, que pediu pra sair depois de seis temporadas. E olha, não vai ser fácil não. Qual técnico top vai querer pegar um projeto de reconstrução total?

    Recursos pra trabalhar

    Mas calma, nem tudo é desespero. Graham vai ter munição pra trabalhar: quase 60 milhões de dólares em espaço salarial, a própria escolha de loteria de 2026 dos Bulls E a pick de primeira rodada do Portland também em 2026.

    Sinceramente? Acho que essa é a melhor situação que Chicago teve em anos pra uma reconstrução de verdade. 31 vitórias e 51 derrotas na última temporada, quatro anos seguidos fora dos playoffs… era hora de mexer mesmo.

    Vocês acham que Graham consegue tirar os Bulls dessa? Porque olha, com Jordan Poole fazendo o que faz no Washington, até parece que reconstruir na NBA virou arte perdida.

  • Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Olha só que interessante: os Pelicans já definiram os quatro finalistas para o cargo de técnico principal, e tem uma cara conhecida aí que pode surpreender muita gente.

    A lista final tem Darvin Ham e Rajon Rondo (ambos assistentes no Milwaukee), Steve Hetzel (assistente no Brooklyn) e Sean Sweeney (assistente no San Antonio). Sim, você leu certo – o próprio Rondo, aquele armador genial que a gente acompanhou por anos, agora tá disputando uma vaga de técnico principal na NBA.

    O que aconteceu com Borrego?

    Aqui tem um detalhe curioso: James Borrego, que terminou a temporada como técnico interino dos Pelicans, não tá nessa lista final. Cara assumiu o time depois que demitiram o Willie Green após apenas 12 jogos, comandou a equipe até o final da temporada (terminaram com 24-46), mas aparentemente não convenceu a diretoria.

    Sinceramente? Acho meio injusto com o Borrego. O cara pegou um time em situação complicada e pelo menos deu uma estabilizada nas coisas. Mas né, NBA é resultado mesmo.

    Jamahl Mosley pode entrar na briga

    Tem mais uma reviravolta nessa história: Jamahl Mosley, que acabou de ser demitido do Orlando Magic depois de cinco temporadas, pode ser adicionado à lista de candidatos. Segundo os bastidores, os Pelicans já vinham de olho nele há meses, meio que esperando que Orlando tomasse essa decisão.

    E vocês, o que acham dessa lista? Eu tô genuinamente curioso pra ver como seria um Rajon Rondo técnico. O cara sempre foi conhecido pela inteligência de jogo absurda, aquele QI de basquete que poucos jogadores têm. Mas uma coisa é ser inteligente como jogador, outra é conseguir passar isso pro time todo como técnico.

    Os Pelicans precisam mesmo de uma mudança. Com Zion Williamson tentando se manter saudável e Brandon Ingram jogando em alto nível, esse time tem potencial pra brigar por uma vaga nos playoffs. A questão é encontrar alguém que saiba extrair o máximo desse elenco – e principalmente, que consiga manter todo mundo focado e comprometido.

  • Ben Stiller escolhe o Met Gala no lugar do Knicks, mas dá sua previsão

    Ben Stiller escolhe o Met Gala no lugar do Knicks, mas dá sua previsão

    Olha só a situação: Ben Stiller, um dos maiores fanáticos do Knicks que a gente conhece, perdeu o Jogo 1 das semifinais contra o 76ers porque estava no Met Gala. Mas o cara não deixou passar em branco — no tapete vermelho mesmo, levantou seis dedos indicando que o Knicks ganha em 6 jogos. Monstro demais!

    O ator foi no evento com a esposa, Christine Taylor, e quando alguém gritou sobre o Knicks, ele não pensou duas vezes. Ali mesmo, de smoking e gravata laranja (claro, nas cores do time), fez a previsão dele para a série. “Knicks in 6” virou trending topic na hora.

    Fã de verdade ou fã de aparência?

    Cara, tem uma coisa que eu admiro no Stiller: o cara é fã MESMO. Não é dessa turminha que só aparece quando o time tá ganhando. Lembro que há dois anos, quando rolou aquela treta com o Kelly Oubre Jr., o ator não deixou passar. O jogador do 76ers criticou a “Celebrity Row” do Madison Square Garden, falando que dão ingressos caríssimos pros famosos que nem ligam pro jogo.

    A resposta do Stiller foi épica: “Eu me importo muito mais do que você acha que eu me importo… Kelly Who-bre?” Savage total. E olha que o cara tem moral pra falar — é fã desde 1973, viveu em LA por 20 anos mas continuou torcendo, e até viajou pra Detroit e Indianapolis quando o Knicks jogou fora nas últimas temporadas.

    Tradição no Garden que vem de longe

    O que mais me impressiona é a dedicação dele. Semana passada mesmo, no Jogo 5 contra o Hawks, tava lá na Celebrity Row sentado entre a esposa e a Kylie Jenner (que por sinal estava com o Timothée Chalamet). Mas não é só de aparecer não — o cara conhece a história do time de cor.

    Quando questionaram ele no Twitter sobre só postar quando o time tá bem, a resposta foi cirúrgica: “Meu amor pelo time não começou quando o Twitter foi inventado. Tweets não significam amor pelo time, pergunte pro Spike [Lee]. Sou fã desde 73.” E ainda citou jogadores obscuros como Ron Baker e Lou Amundsen. Isso é conhecimento de fã raiz!

    Sinceramente, acho que ele fez a escolha certa. O Met Gala é uma vez por ano, mas o Knicks… bem, quando você é fã há 50 anos, às vezes tem que fazer sacrifícios. E pelo menos deu a previsão dele: Knicks em 6. Vocês acham que ele acerta? Eu tô na torcida pro homem não passar vergonha no tapete vermelho da NBA!

  • 76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    Cara, que massacre foi esse ontem? Os 76ers tomaram uma sapatada histórica dos Knicks por 137-98 no primeiro jogo da semifinal de conferência. Dói até de escrever esse placar, mas vou ser sincero: já esperava algo assim depois daquela batalha épica no Jogo 7 contra os Celtics há apenas 48 horas.

    O problema é que enquanto os Knicks estavam descansadinhos em casa, nossos caras mal tiveram tempo de respirar depois daquela guerra em Boston. E isso ficou bem claro na quadra.

    Jalen Brunson destruiu geral

    O cara simplesmente resolveu jogar basquete em um nível absurdo. 35 pontos com 66% de aproveitamento de quadra – esses números são de videogame, galera. E não foi só ele não: Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges e OG Anunoby combinaram 52 pontos acertando 72% dos arremessos. É muito tiro certeiro, impossível competir contra isso quando você tá com as pernas pesadas.

    Do lado dos Sixers, o negócio foi bem complicado. Embiid e Maxey – nossos principais nomes – somaram apenas 27 pontos juntos com uns míseros 30% de aproveitamento. Quando seus astros não aparecem, não tem jeito.

    Paul George salvou a pátria (pelo menos um pouco)

    Se teve alguém que mostrou que veio pra jogar essa série, foi o PG13. O maluco fez 17 pontos com 6 de 11 arremessos e ainda acertou 4 das 6 tentativas do perímetro. Sinceramente, sem ele teria sido ainda pior – se é que isso é possível.

    George começou quente logo no primeiro período, acertando de três após um passe do Embiid que sofreu marcação dupla. Depois meteu outra bomba atacando o Mitchell Robinson na tela, e ainda abriu o segundo quarto com mais um arremesso certeiro da ala esquerda. O cara tava inspirado mesmo.

    E não foi só nos arremessos não. Ele encontrou o Kelly Oubre várias vezes no primeiro tempo – uma vez com um passe perfeito pro Oubre cortar e enterrar, depois numa assistência após uma penetração que resultou numa tripla livre. Jogadas que mostram por que contrataram o veterano.

    Oubre deu o ar da graça também

    Falando no Kelly Oubre Jr., o cara finalmente acertou umas bolas de três e jogou com uma energia boa dos dois lados da quadra. Começou a partida até com um toco no Josh Hart – coisa linda de se ver.

    Teve umas perdas de bola chatinhas, mas mostrou que pode ser um fator importante nessa série cortando pro garrafão. Várias enterradas em cortes bem executados ajudaram a manter o ataque funcionando pelo menos no primeiro tempo. Inclusive liderou o time nos rebotes, o que é meio preocupante pensando nos jogos que vêm por aí.

    Olha, não vou mentir pra vocês: foi feio. Muito feio. Mas às vezes é assim mesmo nos playoffs – você perde um jogo por diferença grande e o mundo não acaba. A questão é como a equipe vai responder no próximo jogo. Vocês acham que os caras conseguem se recuperar dessa ou a fadiga vai pesar muito?

    Uma coisa é certa: se o Embiid e o Maxey não aparecerem no próximo jogo, vai ser bem complicado. A defesa dos Knicks tá consistente demais no meio de quadra, e sem transição rápida fica difícil criar espaços. Mas hey, é isso aí – NBA playoffs é isso mesmo, uma montanha russa de emoções.

  • Knicks atropelam os Sixers e mostram que são candidatos reais no Leste

    Knicks atropelam os Sixers e mostram que são candidatos reais no Leste

    Cara, os Knicks estão jogando um basquete absurdo nestes playoffs. Depois de destruírem os Hawks na primeira rodada, os caras chegaram nas semifinais do Leste e fizeram a mesma coisa com os Sixers: uma surra de 137 a 98 no jogo 1. Quarenta pontos de diferença!

    O técnico Mike Brown até tentou motivar o time antes do jogo, falando que os Sixers com Embiid, Maxey e Paul George saudáveis eram perigosos. “Quando esses três jogaram juntos, ganharam 65% dos jogos”, disse ele. Só que na real, eles foram apenas 11-10 quando jogaram juntos na temporada regular. Mas enfim, né? Técnico tem que vender o peixe dele.

    Brunson comandando e defesa sufocando

    Jalen Brunson foi simplesmente monstro: 35 pontos liderando uma ofensiva que funcionou do primeiro ao último minuto. Mas o que mais me impressiona nesses Knicks é a defesa. Eles fizeram com Maxey a mesma coisa que fizeram com Trae Young na série anterior – sufocaram o cara completamente.

    Maxey, que é All-Star e um dos caras mais rápidos da liga, conseguiu apenas 13 pontos com 3/9 nos arremessos. Quatro turnovers contra apenas duas assistências. Isso é defesa de elite, pessoal.

    E o Embiid? O cara até foi pra linha do lance livre nove vezes (que é onde ele sempre vai bem), mas nos arremessos de quadra foi um desastre: 3/11. Karl-Anthony Towns, Mitchell Robinson e OG Anunoby se revezaram pra incomodar o gigante, e funcionou perfeitamente.

    Profundidade que faz a diferença

    Uma coisa que tá chamando atenção é como esse time do Knicks tem banco. No quarto período, com o jogo já decidido, a torcida do MSG começou a gritar “WE WANT KOLEK!” pro Tyler Kolek entrar. E quando ele entrou, fez oito pontos com quatro assistências. Isso é luxo que poucos times têm nos playoffs.

    Os Sixers, por outro lado, chegaram cansados dessa série. Tinham jogado até sábado em Boston, enquanto os Knicks descansaram. Nick Nurse até tirou os titulares no terceiro quarto com cinco minutos ainda no relógio e perdendo por 31. Imagina a frustração…

    Sinceramente? Eu não esperava que os Knicks chegassem nesse nível. Quando trocaram por OG Anunoby no meio da temporada, todo mundo falou que era uma boa, mas ver eles dominando assim nos playoffs é outra história. E olha que o Brunson ainda falou depois do jogo: “Não vamos ver esse mesmo time do Philadelphia no jogo 2. Eles vão estar prontos.”

    Será mesmo? Porque pelos playoffs até agora, quem tá mostrando ser o time a ser batido no Leste são esses Knicks. E vocês, acham que Philadelphia consegue reagir em casa ou essa série já era?

  • Wemby quebra recorde histórico mas ataque some no playoffs

    Wemby quebra recorde histórico mas ataque some no playoffs

    Cara, que noite maluca foi essa na NBA! O segundo turno dos playoffs começou e já veio com surpresas do tamanho de um prédio. Vou ser sincero: não esperava ver o Wemby quebrando recordes históricos E ao mesmo tempo passando sufoco no ataque.

    O garoto francês fez algo absurdo — 12 bloqueios em um jogo só. DOZE! O recorde anterior era 10, que já era uma loucura. Mas olha só que situação estranha: ele conseguiu um triple-double (11 pontos, 15 rebotes, 12 bloqueios) e mesmo assim saiu como “perdedor” da noite porque o ataque simplesmente não funcionou.

    Minnesota surpreende todo mundo

    Enquanto isso, do outro lado, os Timberwolves fizeram aquilo que só eles sabem fazer: chegar como azarão e meter o louco. Eram dados como 9.5 pontos de desvantagem contra o Spurs em San Antonio, e o que fizeram? Roubaram o Jogo 1 por 104-102.

    E olha que eles estavam sem o Ayo Dosunmu e o Donte DiVincenzo. O Anthony Edwards ainda estava se recuperando de uma lesão no joelho, jogou apenas 25 minutos, mas quando precisou aparecer no último quarto, apareceu. 8/13 nos arremessos — o moleque é diferenciado mesmo.

    O Chris Finch, técnico dos Wolves, merece todos os aplausos. O cara tem uma capacidade impressionante de fazer esse time render mais nos playoffs do que na temporada regular. Terceiro ano seguido que eles ganham uma série como azarões. Isso não é sorte, é competência.

    Knicks atropelam os Sixers

    Mas se você achou que só Minnesota surpreendeu, se enganou. O Jalen Brunson e os Knicks simplesmente massacraram o Philadelphia 76ers por 137-98. Uma surra histórica no Jogo 1 de uma série que todo mundo esperava que fosse equilibrada.

    Brunson dominou completamente a partida. O cara está numa fase impressionante e mostrando por que vale cada centavo que os Knicks investiram nele. Philadelphia nem sabia o que tinha acontecido quando acabou o jogo.

    Wemby precisa encontrar o meio-termo

    Voltando pro Wembanyama, é impressionante como um jogador pode ser dominante defensivamente e ao mesmo tempo ter dificuldades no ataque. Ele diminuiu a quantidade de tentativas de 3 pontos de 47% na temporada passada para 32,4% agora — o que foi uma mudança positiva.

    Mas sinceramente, acho que ele ainda está encontrando seu lugar no ataque dos playoffs. É diferente da temporada regular, a marcação é mais intensa, os esquemas são mais elaborados. O cara tem 2,24m de altura e habilidade técnica absurda, mas precisa ser mais assertivo perto da cesta.

    E aí, vocês acham que Wemby vai conseguir equilibrar melhor ataque e defesa no restante da série? Porque se ele conseguir somar 20+ pontos com essa defesa monstruosa, aí o bicho vai pegar pro Minnesota.

    Os playoffs estão só começando e já temos história pra contar. Que venham os próximos jogos!