Autor: Leandro Amorim

  • Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Pistons fazem o IMPOSSÍVEL: virada histórica de 3-1 nos playoffs!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os Detroit Pistons estavam praticamente eliminados, perdendo por 3-1 na série, e simplesmente viraram o jogo. VIRARAM! Em sete jogos, com direito a uma volta histórica no segundo tempo do jogo 6.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Quando vi eles perdendo por 3-1, pensei “pronto, acabou a temporada dos caras”. Mas esse time tem uma garra que é absurda. Durante toda a temporada regular, 82 jogos, a gente viu essa raça deles de nunca desistir. E nos playoffs foi a mesma coisa — só que com a pressão lá em cima.

    Cade Cunningham virou um monstro

    O destaque óbvio vai pro Cade Cunningham. O moleque simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. A evolução dele de quando chegou na liga pra agora é coisa de maluco. Lembra quando todo mundo duvidava se ele tinha o que precisava pra ser a cara de uma franquia? Pois é, agora ninguém mais duvida.

    E não posso esquecer do Tobias Harris — veterano fazendo o que veterano tem que fazer: liderar nos momentos cruciais. O cara trouxe uma experiência que esse time jovem precisava desesperadamente.

    JB Bickerstaff merece todos os créditos

    Olha, eu sempre achei o JB Bickerstaff meio subestimado como técnico. O cara conseguiu fazer ajustes durante a série que foram fundamentais. Não deve ser fácil comandar um time jovem numa situação dessas, mas ele soube exatamente quando apertar e quando afrouxar.

    Agora vem o Cleveland Cavaliers pela frente na segunda rodada. E aí que a coisa fica interessante mesmo. Os Cavs têm um esquema defensivo que pode dar muito trabalho — parecido com o que o Magic tentou fazer, só que mais consistente.

    A grande pergunta é: será que os Pistons conseguem manter esse nível de intensidade? Porque uma coisa é fazer uma virada heroica, outra coisa é sustentar isso contra um time mais experiente como Cleveland.

    O que esperar da próxima fase?

    Na minha visão, Detroit tem algumas vantagens. Primeiro, o momentum tá todo com eles — time que vem de uma virada dessas chega confiante pra qualquer jogo. Segundo, eles já provaram que não desistem mesmo quando tudo parece perdido.

    Mas os Cavaliers não são bobos. Eles viram o que aconteceu com o Magic e certamente vão se preparar melhor. A defesa deles no garrafão é sólida, e isso pode complicar a vida dos Pistons no ataque.

    E vocês, o que acham? Os Pistons conseguem manter essa pegada e chegar nas finais da Conferência Leste, ou foi só um momento mágico que não se repete? Uma coisa eu garanto: depois dessa virada histórica, ninguém pode subestimar esse time nunca mais.

  • Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Malachi Moreno pode ser primeira rodada no Draft da NBA

    Cara, vocês viram isso? O Malachi Moreno, pivô de 2,13m do Kentucky, tá sendo cotado na posição 31 no novo mock draft do Bleacher Report. Praticamente primeira rodada, galera!

    Olha, eu não esperava isso não. O garoto de 19 anos estava meio que “garantido” de volta pra temporada 2026-27 dos Wildcats, mas agora as coisas mudaram de figura. Jonathan Wasserman, que manja muito de draft, botou ele indo pro New York Knicks na 31ª posição — uma escolha da segunda rodada que tá quase virando primeira.

    O que tá chamando atenção dos scouts

    A comparação que fizeram foi com Nick Richards, outro ex-Kentucky que deu certo na NBA. E faz sentido: ambos são pivôs altos, bons de bloqueio e com fundamentos sólidos. Moreno tem 2,13m, bloqueia bem, passa a bola e tem um toque interessante pro garrafão.

    “Tem interesse suficiente em torno de um pivô de 19 anos, 2,13m, com boas métricas de bloqueio e passe, além de alguns indicadores de toque”, disse Wasserman. Ele ainda completou que certos times preferem apostar num calouro com as ferramentas do Moreno do que num veterano de 23 anos nesse draft que tá meio fraquinho mesmo.

    Combine vai ser decisivo

    O moleque foi chamado pro NBA Draft Combine em Chicago na próxima semana. Mano, essa é A oportunidade dele. Os scrimmages vão passar na TV e todo mundo do Kentucky (incluindo o técnico Mark Pope) vai estar grudado na telinha.

    Sinceramente? Acho que se ele mandar bem no Combine, pode sim ser primeira rodada. Com alguns caras desistindo do draft por causa do NIL, tem espaço se abrindo. E convenhamos: um pivô de 2,13m que joga basquete de verdade não cresce em árvore não.

    Vocês acham que ele fica no draft ou volta pro college? Eu tô meio dividido, mas se aparecer uma garantia de primeira rodada…

  • 76ers vs Celtics foi o Jogo 7 mais assistido da história na 1ª rodada

    76ers vs Celtics foi o Jogo 7 mais assistido da história na 1ª rodada

    Onze milhões de pessoas. ONZE MILHÕES. Esse foi o número de espectadores que grudaram na TV pra ver os Sixers virarem uma série impossível contra os Celtics no Jogo 7 mais épico que eu já vi na minha vida.

    E olha, eu acompanho NBA há anos, mas essa virada dos 76ers de 3-1 pra baixo foi algo que nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginaria. A NBA confirmou que esse foi o Jogo 7 de primeira rodada mais assistido da história — e não é pra menos, né?

    A virada que ninguém esperava

    Vamos contextualizar essa loucura: Boston saiu na frente, Philadelphia empatou, aí veio aquele clássico 3-1 dos Celtics. Cara, depois do Jogo 4 — com aquela surra de 32 pontos em Philly — eu já tava dando como morta a série. Quem diria que os Sixers iam ressuscitar?

    O que mais me impressiona é o dado: Philadelphia tinha 0-18 quando estava perdendo por 3-1 em séries. Zero e dezoito! E Boston? Perfeitos: 32-0 quando tinham essa vantagem. Era praticamente matemático que a temporada dos Sixers tinha acabado.

    Mas o basquete é lindo justamente por isso — às vezes os números simplesmente vão pro espaço.

    Números que falam por si

    A primeira rodada inteira foi um sucesso de audiência, com média de 4 milhões de espectadores por jogo — a maior em 33 anos. Sinceramente, não me surpreende nada. Os playoffs de 2026 tão sendo absurdos desde o começo.

    Entre NBC e Peacock, aquele Jogo 7 com vitória por 109-100 dos Sixers em Boston quebrou todos os recordes. E pensar que foi apenas a 14ª vez na história da NBA que um time conseguiu virar de 3-1…

    Philadelphia ainda quebrou outro jejum: seis séries consecutivas perdidas pros Celtics nos playoffs. Imagina a pressão psicológica que era isso? Mas dessa vez foi diferente.

    E agora?

    Bom, os Sixers avançaram pra enfrentar os Knicks — que já mostraram as garras com aquela surra de 137-98 no primeiro jogo da semifinal. Será que Philadelphia consegue manter essa energia maluca da virada histórica?

    Vocês acham que os Sixers têm gás pra mais uma série complicada? Porque os Knicks tão parecendo famintos, e depois de uma montanha-russa emocional dessas, é natural que venha uma queda de rendimento.

    Uma coisa é certa: se essa primeira rodada já foi histórica em audiência, imagina o que vem pela frente. A NBA tá vivendo um momento especial, e nós como fãs só podemos agradecer por estar acompanhando isso ao vivo.

  • Rich Paul revela: ódio por LeBron já fez Klutch Sports perder clientes

    Rich Paul revela: ódio por LeBron já fez Klutch Sports perder clientes

    Cara, quando eu li essa declaração do Rich Paul, quase cuspi meu café. O cara simplesmente soltou uma bomba que todo mundo suspeitava mas ninguém tinha coragem de falar: jogadores da NBA têm um ódio genuíno pelo LeBron que vai muito além do que a gente vê na superfície.

    No podcast “Game Over”, Paul foi direto ao ponto — e olha que ele não é de falar à toa. O fundador da Klutch Sports Group revelou que já perdeu clientes por causa do “desprezo” que alguns jogadores têm pelo King. Pensa só: jogadores veteranos se metendo no processo de recrutamento de garotos jovens (que nem são filhos deles!) só pra empurrar esses caras pra outra agência. Tudo isso só porque não suportam o LeBron.

    O tratamento duplo que ninguém quer admitir

    E aí que vem a parte mais interessante da história. Paul comparou como a mídia e os próprios jogadores tratam o Jokic versus o LeBron quando perdem nos playoffs. Segundo ele, quando o sérvio perde (como aconteceu pros Wolves), todo mundo passa pano. Mas quando é o LeBron? Aí vira festa nacional.

    “Quando o LeBron perde, as pessoas ficam felizes em vê-lo perder. Especialmente os colegas dele”, disse Paul. E sinceramente? Depois de anos acompanhando essa liga, eu meio que concordo com ele. Vocês já repararam como alguns ex-jogadores que hoje são comentaristas parecem ter um prazer especial em criticar o cara?

    Vai além da inveja normal

    Aqui que a coisa fica pesada mesmo. Paul disse que não é só inveja comum — é “mais profundo” que isso. Ele mencionou algo sobre a “DNA das nossas comunidades”, sobre como as pessoas se sentem melhor quando veem alguém bem-sucedido sendo derrubado.

    Olha, eu não vou mentir pra vocês: isso me lembrou muito do que acontece aqui no Brasil também. Quantas vezes a gente não viu jogador brasileiro de sucesso sendo massacrado por coisas que outros passariam batido? É como se o sucesso extremo gerasse uma reação quase que automática de rejeição.

    O mais louco é que Paul admitiu que isso afeta diretamente os negócios da Klutch. Imagina perder clientes não por incompetência, mas porque jogadores veteranos fazem campanha contra você por birra pessoal com seu cliente mais famoso. É de doer.

    E aí, o que vocês acham? Será que o LeBron realmente desperta esse ódio todo, ou é só o preço de ser o rei por tanto tempo? Uma coisa é certa: essa revelação do Rich Paul jogou mais lenha numa fogueira que já vinha queimando há anos silenciosamente.

  • Vanderbilt sofre lesão horrorosa no dedo contra o Thunder

    Vanderbilt sofre lesão horrorosa no dedo contra o Thunder

    Cara, o azar dos Lakers não tem fim mesmo. Agora foi a vez do Jarred Vanderbilt se machucar feio — e quando eu digo feio, é FEIO mesmo.

    A parada aconteceu no segundo quarto do jogo contra o Thunder, nas semifinais da conferência. Vanderbilt foi tentar fazer um bloqueio no Chet Holmgren e acabou batendo os dedos da mão direita na lateral da tabela. Resultado? Uma lesão que foi classificada como “horrorosa” pela transmissão da NBC.

    A reação diz tudo

    O momento foi tão tenso que até os jogadores do Thunder ficaram chocados quando viram a mão do Vanderbilt. Os caras literalmente reagiram no banco quando ele passou por eles sendo levado pra fora de quadra. Quando até os adversários fazem essa cara, você sabe que a coisa tá feia.

    Os médicos dos Lakers tiveram que cobrir a lesão com uma toalha pra esconder. Isso mesmo — cobrir com toalha. Imagina o estado que tava aquilo.

    Mais um problema na enfermaria

    E olha, sinceramente? Os Lakers não precisavam disso. O time já tá sem o Luka Dončić por causa de uma lesão no posterior da coxa, e o Austin Reaves acabou de voltar de uma contusão no oblíquo há pouco mais de uma semana.

    Vanderbilt foi descartado pro resto do jogo, obviamente. O cara desceu gritando e segurando a mão — dá pra imaginar a dor que deve ter sido.

    Na minha opinião, essa série contra o Thunder já tava difícil, e agora ficou ainda mais complicada pros Lakers. Vanderbilt é importante na defesa e no rebote, principalmente numa série de playoffs onde cada posse conta.

    Vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar dessa sequência de lesões ou a temporada vai acabar mais cedo do que esperavam?

  • Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Celtics. Sinceramente, parecia montanha-russa — um dia você tava achando que eles iam tankar, no outro você via o Jaylen Brown carregando o time nas costas, depois veio aquele trade maluco pra economizar dinheiro e, quando menos esperávamos, o Tatum voltou antes do previsto.

    E no final? Eliminação na primeira rodada pros 76ers. Em sete jogos. Pros caras que eles sempre davam surra.

    O que deu errado mesmo?

    Olha, na minha visão a temporada teve tudo pra dar certo. Os Celtics terminaram em segundo no Leste com 56 vitórias — nada mal pra um time que muita gente (eu incluído) achava que devia tankar enquanto esperava o Tatum voltar da lesão no tendão de Aquiles.

    Mas aí veio aquela decisão estranha de trocar metade do elenco no deadline só pra ficar abaixo do luxury tax. Cara, você tá brigando por título e vai economizar dinheiro? Não fez muito sentido.

    A volta do Tatum foi absurda, não vou mentir. Em 16 jogos na temporada regular: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.3 assistências. Nos playoffs, mesmo perdendo o jogo 7 por causa de dor no joelho, ele mostrou que tá inteiro: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo.

    E agora, qual é a real?

    O time tem uma folha salarial de quase 173 milhões de dólares — ou seja, tá no luxury tax até o pescoço. Tem as picks 27 e 40 no draft e precisa desesperadamente de um pivô decente. O Vučević tá free agent, então eles podem ficar sem ninguém no garrafão.

    O que mais me incomoda? Eles têm o Tatum e o Brown — duas estrelas no auge — e tão perdendo tempo preciosa tentando economizar dinheiro. Vocês acham que isso faz sentido? Championship window não dura pra sempre, galera.

    A realidade é que os Celtics ainda podem brigar pelo título no ano que vem, mas vão precisar tomar decisões difíceis. Ou gastam pesado pra reforçar o elenco (principalmente no garrafão) ou aceitam que talvez não seja o ano deles.

    Uma coisa é certa: depois de perder pros 76ers na primeira rodada, não dá mais pra fingir que tá tudo bem. Mudanças são necessárias, e elas precisam vir rápido.

  • Vanderbilt se machuca feio tentando parar enterrada do Chet Holmgren

    Vanderbilt se machuca feio tentando parar enterrada do Chet Holmgren

    Cara, que cena triste no primeiro jogo da semifinal do Oeste entre Lakers e Thunder. Jarred Vanderbilt tentou fazer uma defesa heróica numa enterrada do Chet Holmgren e acabou se machucando no dedo mindinho da mão direita.

    A jogada foi no segundo quarto, com o Thunder já abrindo vantagem (48-39). Holmgren veio com tudo pra cima da cesta e o Vanderbilt — que é desses caras que não desiste de nenhuma jogada — foi tentar bloquear por trás. Só que na hora de esticar o braço, bateu o dedo na tabela. Resultado? Holmgren fez a enterrada mesmo assim e o Vanderbilt ficou no chão segurando a mão.

    A cena que ninguém queria ver

    Olha, eu vi a transmissão e foi daquelas imagens que você torce o rosto só de olhar. O cara dobrou o corpo de dor e saiu direto de quadra. Até os jogadores do Thunder no banco viraram o rosto — e olha que eles são adversários, né? Quando o próprio time rival demonstra preocupação, é porque a coisa foi séria mesmo.

    Sinceramente, essa é uma das partes mais difíceis de ser fã de basquete. Você quer que seu jogador dê o sangue pela vitória, mas ao mesmo tempo não quer ver ninguém se machucar tentando fazer uma jogada impossível. O Vanderbilt é exatamente esse tipo de jogador — sempre disposto a sacrificar o corpo pela equipe.

    Lakers em apuros nos playoffs?

    Com o Thunder fechando o primeiro tempo na frente por 61-53 e ainda por cima perdendo um jogador importante, a situação ficou bem complicada pros Lakers. O Vanderbilt pode não ser o cara dos pontos, mas é fundamental na defesa — especialmente numa série contra um time jovem e explosivo como Oklahoma City.

    E aí, vocês acham que essa lesão pode definir a série? Porque uma coisa é certa: nos playoffs da NBA, qualquer detalhe pode fazer a diferença entre avançar ou ir pra casa. Espero que seja só um susto e que o cara volte logo, porque basquete sem intensidade defensiva não é a mesma coisa.

  • Pistons x Cavaliers: Jogo 1 dos playoffs promete ser um show

    Pistons x Cavaliers: Jogo 1 dos playoffs promete ser um show

    Cara, eu tô ansioso demais pra esse confronto. Detroit Pistons contra Cleveland Cavaliers no Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste — e olha, tem matchup interessante pra caramba nessa série.

    Vamos começar pelo óbvio: Jarrett Allen contra Jalen Duren no garrafão. Duren foi uma decepção ofensiva contra o Orlando Magic, não vou mentir. Mas agora é playoff de verdade, e o cara pode explodir. Do outro lado, Allen foi o herói do Jogo 7 pros Cavs, mas convenhamos — Toronto não tem o tamanho que Detroit pode colocar em quadra.

    Os matchups que vão decidir tudo

    Ausar Thompson defendendo James Harden (ou Donovan Mitchell)? Isso vai ser cinema. Todo mundo sabe que o Ausar pode marcar qualquer um na liga, mas será que ele consegue ficar longe das faltas quando essas estrelas de Cleveland forçarem as jogadas?

    E o Duncan Robinson? Aposto que os caras de Cleveland tão doidos pra conseguir uma troca e cair em cima dele na defesa. Vai ser interessante ver como o cara vai se virar.

    Sinceramente, eu tô curioso pra ver se alguns heróis inesperados vão aparecer por Detroit. Será que Ron Holland consegue fazer a diferença nessa série? E o Isaiah Stewart — com Cleveland jogando com dois pivôs grandes, ele pode ter um papel muito maior.

    Cade Cunningham é a chave de tudo

    Os armadores de Cleveland não conseguem parar o Cade, isso é fato. Mas o Kenny Atkinson não é bobo — com certeza já preparou Dean Wade e um monte de outras opções pra tentar neutralizar nosso cara. Como o Cade vai responder? Essa é a pergunta de um milhão de dólares.

    Olha, eu já cansei de ver jogaços feios nos playoffs. Espero que esse confronto seja diferente e que a bola role solta. Detroit jogando em casa, favoritismo de 3.5 pontos — vocês acham que os Pistons conseguem aproveitar a vantagem de casa no Jogo 1?

    Horário: 19h (horário de Brasília)
    Local: Little Caesars Arena, Detroit
    Onde assistir: Peacock e NBC
    Odds: Pistons -3.5

  • Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Ujiri assume os Mavericks e já mira em transformar Cooper Flagg em rei

    Cara, que reviravolta nos Mavericks. Masai Ujiri — o cara que trouxe o título pra Toronto em 2019 — agora é o novo presidente de operações de basquete de Dallas, e já chegou com papo reto: é hora de focar em Cooper Flagg.

    “Na África, dizemos que quando reis saem, reis chegam. Um rei foi embora e temos um pequeno príncipe aqui. Agora vamos transformá-lo em rei”, disse Ujiri na coletiva de apresentação. Mano, que declaração!

    O caos que virou Dallas

    Pra quem não lembra (como esquecer né?), os Mavs viveram 15 meses absolutamente insanos. Primeiro perderam pro Boston nas finais de 2024. Aí o Nico Harrison teve a brilhante ideia de trocar o Luka Dončić pelo Anthony Davis — que mal jogou por lesão. Result? 56 derrotas na temporada.

    Mas olha só a ironia do destino: mesmo sendo um dos piores times da liga, Dallas teve apenas 1,8% de chance na loteria do Draft e… PEGOU A PRIMEIRA ESCOLHA! Cooper Flagg caiu no colo deles como um presente dos céus.

    O garoto teve uma temporada rookie difícil — normal pra quem carrega um time nas costas aos 19 anos — mas ainda assim levou o prêmio de Calouro do Ano. Sinceramente, acho que foi merecido considerando a bagunça que ele herdou.

    Ujiri sabe o que tá fazendo

    E aí que entra o Ujiri. O cara tem experiência em transformar caos em título — lembram do que ele fez em Toronto? Trocou pelo Kawhi Leonard por uma temporada e conquistou o primeiro título da franquia. Em Denver, mandou o Carmelo Anthony embora e dois anos depois foi eleito Executivo do Ano.

    “Espero trazer calma”, disse Ujiri. E olha, Dallas precisa MUITO disso. A torcida tá revoltada (com razão), o time precisa de direção, e o Flagg merece uma estrutura decente ao redor dele.

    O que mais me chamou atenção foi ele não cravar se o Jason Kidd continua como técnico. “Vou ouvir o coach Jason Kidd, seus pensamentos sobre tudo”, disse. Traduzindo: nada tá garantido, pessoal.

    O futuro começa agora

    Vocês acham que o Ujiri consegue consertar essa bagunça? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara já provou que sabe montar times campeões, e ter o Cooper Flagg como base é um ponto de partida bem melhor do que muita gente imagina.

    A questão agora é: que peças vão colocar ao redor do prodígio? Porque uma coisa é certa — depois de toda essa novela com Luka e Anthony Davis, Dallas precisa urgentemente voltar a ser relevante. E com Ujiri no comando, eu acho que as coisas podem esquentar de vez na próxima temporada.

    O que vocês acham dessa contratação? Ujiri é o cara certo pra transformar Flagg no próximo grande astro da NBA?

  • Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Pistons derrubam os Cavs e quebram jejum histórico nos playoffs

    Galera, vocês viram o que aconteceu em Detroit na terça? Os Pistons simplesmente destruíram os Cavaliers no primeiro jogo da série, ganharam de 111 a 101 e quebraram um jejum que já tava ficando constrangedor.

    Doze jogos. DOZE. Era o que os Pistons tinham perdido seguido pros Cavs nos playoffs desde 2007 — todas essas derrotas vieram quando o LeBron tava lá dominando tudo. Mas ontem não tinha King James pra salvar Cleveland, e Detroit mostrou que essa nova geração não tem medo de nada.

    Detroit saiu voando no primeiro quarto

    Os Pistons começaram o jogo como se fossem um foguete. Pressão na defesa, forçaram 6 roubos de bola só no primeiro quarto e abriram 37 a 21. Eu tava vendo e pensando: “Cara, vai ser goleada”. O ataque dos Cavs, que é normalmente uma metralhadora, travou completamente.

    Mas aí você já sabe como é playoff, né? Nada é fácil. O Detroit esfriou no ataque e Cleveland começou a roer a vantagem aos poucos. No quarto período, os Cavs fizeram uma sequência absurda de 11 a 0 — com o James Harden metendo 9 pontos nessa corrida — e empataram o jogo em 93 a 93.

    Mano, que sufoco. Imagina a tensão na Little Caesars Arena nessa hora.

    Cade Cunningham salvou a pátria

    Mas aí que entra o diferencial: Cade Cunningham. O garoto saiu do banco e puxou uma corrida de 6 a 0 que definiu o jogo. É isso que separa os bons dos grandes — saber aparecer na hora que o time mais precisa.

    E olha, os números mostram por que Detroit ganhou: 19 turnovers dos Cavaliers. Dezenove! Os Pistons transformaram essas bobeiras em 31 pontos. Mesmo Cleveland acertando mais arremessos (45% contra 44%) e sendo muito melhor nos lances livres (94% contra 77%), as perdas de bola custaram caro demais.

    Harden virou vilão da própria história

    Sinceramente? O James Harden foi o grande responsável pela derrota. O cara fez 22 pontos, pegou 8 rebotes e deu 7 assistências — números até bons. Mas perdeu a bola SETE vezes. Sete! Pra você ter noção, ele errou mais arremessos (9) do que acertou (6).

    E não é a primeira vez que isso acontece com ele nos playoffs — já é a terceira vez só nesta pós-temporada que ele tem mais turnovers que cestas convertidas. Na carreira toda, já aconteceu 29 vezes. Cara, isso não é sorte, é padrão.

    Harden representou quase 37% de todas as 19 perdas de bola de Cleveland. Em playoff, contra uma defesa organizada como a do Detroit, você não pode dar essas bobeiras de graça.

    Agora é esperar o jogo 2. Será que os Cavs conseguem se recuperar, ou os Pistons vão confirmar que essa nova fase do time é pra valer? Eu tenho a impressão de que Detroit tá com fome de fazer história neste playoff. E vocês, o que acham?