Autor: Leandro Amorim

  • Thunder vence jogo 1, mas Daigneault admite: ‘podíamos ter jogado melhor’

    Thunder vence jogo 1, mas Daigneault admite: ‘podíamos ter jogado melhor’

    Cara, o Thunder conseguiu a vitória no Jogo 1 contra os Lakers por 108-90, mas sinceramente? Não foi aquela apresentação que a gente esperava, principalmente no primeiro tempo.

    O técnico Mark Daigneault foi bem honesto no pós-jogo — admitiu que o time ‘podia ter sido melhor’ na hora de reagir às duplas marcações que os Lakers fizeram no Shai Gilgeous-Alexander. E olha, ele não tá errado não.

    SGA sentiu a pressão dos Lakers

    O Shai, que é praticamente imparável quando tá no ritmo, claramente sentiu a marcação mais dura dos Lakers. Foram apenas 15 arremessos tentados e sete turnovers — números bem abaixo do que ele vinha fazendo na primeira rodada contra os Suns, onde tinha média de 33,8 pontos com 55,1% de aproveitamento.

    ‘Coletivamente, podíamos ter sido melhores. Obviamente não foi limpo, ficou meio travado’, disse Daigneault. E realmente, dava pra ver que o Thunder demorou pra se ajustar quando os Lakers começaram a apertar o cerco no SGA.

    O próprio Shai admitiu que tava meio ‘enferrujado’ — coisa que acontece mesmo nos playoffs, né? A intensidade é outra.

    Holmgren salvou a pátria

    Mas olha, se o SGA não teve sua melhor noite, o Chet Holmgren mais uma vez mostrou porque é um dos jovens mais promissores da liga. O cara fez 24 pontos, 12 rebotes e ainda botou 3 tocos. Monstro.

    E aqui tá o ponto: quando um jogador não tá 100%, outro precisa aparecer. Foi exatamente isso que rolou. O Thunder como um todo conseguiu se impor na defesa, segurando os Lakers em apenas 42% de aproveitamento nos arremessos.

    Vocês acham que o Daigneault vai mudar a estratégia para o Jogo 2? Na minha visão, ele não vai mexer drasticamente no esquema — é mais questão de executar melhor mesmo. Afinal, na temporada regular o Thunder varreu os Lakers por 4-0, com uma diferença média absurda de 29,3 pontos.

    O Jogo 2 é na quinta-feira, e aposto que vai ser bem diferente. Os Lakers vão tentar alguma coisa nova, e o Thunder precisa estar preparado pra responder melhor às duplas marcações no SGA. Vai ser interessante!

  • Chet Holmgren destroçou os Lakers enquanto SGA teve noite apagada

    Chet Holmgren destroçou os Lakers enquanto SGA teve noite apagada

    Olha, eu esperava que o SGA fosse arrasar no Jogo 1 contra os Lakers, mas quem decidiu virar o monstro da partida foi o Chet Holmgren. E que atuação, meu amigo!

    O Thunder ganhou de 108 a 90 em casa, e o mais impressionante? Fizeram isso mesmo com Shai Gilgeous-Alexander tendo uma das piores noites da temporada. Sete turnovers do cara que é candidato a MVP. Sete! Mas sabe o que é mais louco? Nem precisou dele no modo destruição.

    Holmgren assumiu as responsabilidades

    Chet Holmgren simplesmente decidiu que ia carregar o time nas costas. 24 pontos (líder da equipe), 12 rebotes e ainda por cima 3 tocos. Jogou apenas 31 minutos e fez essa barbaridade toda. Acertou 9 dos 17 arremessos e mostrou por que é um dos jovens mais promissores da liga.

    Na minha visão, essa é exatamente o tipo de performance que separa times bons de times campeões. Quando sua estrela principal não está no melhor dia, alguém precisa aparecer. E Holmgren não só apareceu — ele dominou dos dois lados da quadra.

    LeBron fez a parte dele, mas não adiantou

    O LeBron até tentou. 27 pontos com 70,6% de aproveitamento nos arremessos — números absurdos para qualquer jogador, quanto mais para alguém de 39 anos. Mas convenhamos, os Lakers estão com problemas sérios de elenco.

    E olha que o artigo original cometeu uma gafe bizarra falando que os Lakers sentem falta do Luka Doncic (que joga pelo Mavericks, né pessoal). Mas enfim, mesmo com todos os problemas, dá pra ver que esse Thunder está num nível diferente.

    Sinceramente, acho que Oklahoma City está mostrando exatamente por que terminou como primeira colocada no Oeste. Mesmo cometendo 16 turnovers e com o SGA fora do ritmo, conseguiram uma vitória tranquila. Isso é sinal de time maduro.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem reagir no Jogo 2? Ou o Thunder vai abrir 2 a 0 na série? Pelo que vi ontem, vai ser difícil parar essa dupla Holmgren-SGA quando os dois estiverem voando junto.

  • Pistons surpreende e vence Cavs no jogo 1 dos playoffs

    Pistons surpreende e vence Cavs no jogo 1 dos playoffs

    Cara, que jogo foi esse dos Pistons! Sinceramente, eu não esperava que Detroit conseguisse sair na frente contra Cleveland logo no primeiro jogo da série, mas os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade e saíram com a vitória por 111-101.

    A coisa começou bem ruim pros Pistons — Cavaliers abriram 5-0 no placar. Mas aí que você viu a magia acontecer. Detroit respondeu com uma sequência absurda de 30-9 que deixou todo mundo de queixo caído. Javonte Green ainda fechou o primeiro quarto com uma bomba de três no estouro do cronômetro: 37-21 pros visitantes.

    Ausar Thompson fez o que com o Keon Ellis?

    Monstro, a enterrada que o Ausar Thompson deu foi de outro mundo. O cara correu atrás do Keon Ellis numa transição e aplicou uma dessas bloqueadas que você guarda na memória pra sempre. Defesa pura, do tipo que faz o estádio inteiro ficar em silêncio.

    Donovan Mitchell até tentou carregar Cleveland nas costas — terminou com números decentes —, mas James Harden tava completamente perdido contra a defesa organizada dos Pistons. O Cade Cunningham tava colado nele, não deixava o barbudo respirar. Resultado? Onze bolas perdidas só no primeiro tempo.

    A conexão Cade-Duren que decidiu tudo

    No último quarto, quando Cleveland empatou o jogo em 93-93, eu pensei: ‘pronto, acabou a festa de Detroit’. Mas aí que o Cade mostrou por que é estrela. O cara encontrou o Jalen Duren em três posses consecutivas para enterradas monumentais. Duas foram passes lindos depois que Cade quebrou a defesa dos Cavs.

    Vocês viram aquela conexão? É coisa de dar inveja em qualquer dupla da liga. Cunningham terminou com 23 pontos (mesmo sem acertar muito bem os arremessos) e Duren, além dos 11 pontos, pegou 12 rebotes e ainda deu 4 assistências. O impacto do pivô vai muito além dos números — defesa no garrafão e presença de quadra impressionantes.

    Tobias Harris continuou firme como segundo cestinha do time com 20 pontos e 8 rebotes. Duncan Robinson meteu 19 pontos com cinco bombas de três, e até o Daniss Jenkins saiu do banco pra contribuir com 12 pontos.

    E aí, quem aqui apostava que Detroit ia conseguir essa vitória fora de casa? Porque eu confesso que tava desconfiado. Agora a série tá 1-0 e os Pistons mostraram que vieram pra brigar de verdade. Esse time tem cara de quem pode incomodar muito mais gente nos playoffs.

  • Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Wolves dominam Wemby e Knicks atropelam os Sixers nos playoffs

    Cara, que início de semifinais da NBA! Os playoffs estão pegando fogo e eu já tô viciado em assistir cada jogo. Ontem rolaram dois jogaços que mexeram com o psicológico de todo mundo — principalmente dos fãs dos Spurs e dos Sixers.

    Vamos começar pelo Oeste, onde os Minnesota Timberwolves conseguiram fazer algo que poucos times fizeram essa temporada: incomodar Victor Wembanyama. E olha, não foi pouco não. O pivô francês de 2,24m simplesmente não conseguiu impor seu jogo como de costume.

    Como os Wolves ‘resolveram’ Wemby?

    A estratégia de Minnesota foi genial, na minha opinião. Eles não tentaram enfrentar o monstro de frente — isso seria burrada. Em vez disso, forçaram o Wemby a sair do garrafão constantemente, usando muito pick-and-roll e obrigando ele a defender na linha de 3 pontos.

    Jaden McDaniels teve uma atuação defensiva absurda, e o Karl-Anthony Towns aproveitou cada momento em que Wembanyama não estava protegendo o aro. Foi uma aula tática dos Wolves, que mostraram que experiência em playoffs conta muito.

    Sinceramente? Eu não esperava que seria tão ‘fácil’ assim para Minnesota no Jogo 1. Os Spurs ainda são um time muito jovem e isso fica evidente em momentos de pressão como esse.

    Knicks massacram os Sixers sem dó

    No Leste, a situação foi ainda mais brutal. Os New York Knicks simplesmente atropelaram os Philadelphia 76ers e nem deu pra chamar aquilo de jogo competitivo depois do primeiro quarto.

    Jalen Brunson tá jogando num nível absurdo nesses playoffs. O cara virou uma máquina de fazer cestas difíceis e ainda por cima distribui assistências como se fosse coisa mais natural do mundo. E o Julius Randle? Meu amigo, esse cara ressuscitou na pós-temporada.

    Os Sixers pareciam cansados, sem energia. Joel Embiid até tentou, mas o joelho dele claramente ainda incomoda. Tyrese Maxey sozinho não consegue carregar o piano — e olha que ele é craque.

    A pergunta que fica é: será que Philly consegue se recuperar ou já era? Na minha visão, se eles não ganharem o Jogo 2 em casa, pode arquivar essa série.

    OKC: o time que ninguém consegue gostar?

    E teve uma discussão interessante no podcast do Kevin O’Connor e do Russillo sobre o Oklahoma City Thunder. Eles levantaram uma questão curiosa: por que diabos esse time não consegue conquistar o coração dos fãs neutros?

    Olha, eu entendo o ponto deles. O Thunder tem jovens talentosos, joga um basquete bonito, mas tem algo ali que não ‘clica’ com o público geral. Talvez seja porque eles acumularam tantas escolhas de draft que parece meio artificial, sabe?

    E se eles terminarem com uma pick no top 4 ainda? Cara, seria o pesadelo da liga. Um time que já tem Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren e Josh Giddey ganhando mais uma peça de elite via lottery…

    Vocês acham que o Thunder consegue se tornar mais carismático? Ou eles vão continuar sendo esse time tecnicamente perfeito mas sem alma?

    De qualquer forma, essas semifinais prometem muito. Wolves mostrando que podem incomodar qualquer um, Knicks fazendo Nova York sonhar alto de novo, e o drama todo dos times veteranos tentando se segurar. Que playoffs, meus amigos!

  • Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Cara, tem coisas que são maiores que basquete. Nick Nurse, técnico do Philadelphia 76ers, teve que se ausentar da equipe na reta final dos playoffs para o funeral do irmão Steve, que morreu de forma inesperada na semana passada aos 62 anos.

    O timing não podia ser pior — ou melhor dizendo, essas coisas nunca têm timing bom mesmo. Os Sixers acabaram de levar uma surra histórica dos Knicks no primeiro jogo da segunda rodada (137 a 98, um massacre), e agora o técnico precisou viajar para Iowa no meio da série.

    A solidariedade em quadra

    O que me impressionou foi a classe do Mike Brown, técnico dos Knicks. O cara podia ter só dado uma resposta protocolar, mas foi além: “Gostaria de expressar minhas condolências ao Nick Nurse e sua família. A vida é preciosa e você não deseja isso para ninguém”.

    Isso mostra o lado humano do esporte que às vezes a gente esquece. Rivalidade é uma coisa, mas na hora que a vida real bate na porta, todo mundo se une. É basquete, galera, não guerra.

    Steve Nurse morreu na quarta-feira passada, de forma completamente inesperada. Nick deixou a equipe logo após aquela derrota constrangedora na segunda e foi para Ankeny, Iowa, onde aconteceu o funeral na terça.

    Voltará para o Jogo 2?

    A expectativa é que Nurse esteja de volta para comandar os Sixers no Jogo 2, que rola na quarta à noite no Madison Square Garden. Sinceramente, espero que sim — não só pelo time, mas porque trabalho às vezes ajuda a processar esse tipo de dor.

    Imaginem a cabeça do cara. Acabou de perder o irmão mais novo de forma súbita e ainda tem que lidar com uma equipe que levou 39 pontos de diferença em casa. Se eu fosse jogador dos Sixers, faria questão de dar uma resposta em quadra pelo técnico.

    Vocês acham que situações pessoais assim afetam o rendimento de um time? Às vezes pode até unir mais o grupo, né? Vamos ver como os Sixers vão reagir — porque depois daquela pancada no Jogo 1, eles precisam de um milagre mesmo.

  • Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Cara, vocês acreditam que o Oklahoma City Thunder — atual campeão da NBA — pode ganhar a loteria do draft? Pois é, essa loucura é possível graças ao pick do Los Angeles Clippers que eles herdaram na troca do Paul George lá em 2019.

    A loteria acontece no domingo, dia 10 de maio, às 16h (horário de Brasília), e vai passar na ABC antes do jogo 4 entre Knicks e Sixers nos playoffs. Três times estão empatados com 14% de chance cada um para a primeira escolha: Washington Wizards (17-65), Indiana Pacers (19-63) e Brooklyn Nets (20-62).

    A ironia do Thunder na loteria

    Olha só que situação absurda: o Thunder teve a MELHOR campanha da temporada regular pelo segundo ano consecutivo, é o atual campeão, e ainda assim pode ganhar a loteria. Como? Simples — eles têm o pick do Clippers (42-40) por causa daquela negociação histórica do Paul George.

    Sinceramente, se isso acontecer, vai ser o negócio mais injusto da história da NBA. Imaginem só: time campeão ganhando mais um talento de primeira linha no draft. Os outros 29 times devem estar torcendo contra com todas as forças.

    Os favoritos e as surpresas possíveis

    Washington, Indiana e Brooklyn são os azarões que mais precisam dessa primeira escolha. O Wizards especialmente — 17 vitórias apenas! É de dar dó, mas pelo menos agora têm uma boa chance de conseguir um futuro astro.

    Mas cuidado com as surpresas. Ano passado o Dallas Mavericks (que também estava mal) ganhou a loteria e pegou o Cooper Flagg, que virou Rookie of the Year. Esses saltos de posição acontecem mais do que a gente imagina.

    Utah Jazz e Sacramento Kings também têm chances interessantes (11,5% cada), e olha que curioso: os Kings continuam nessa de nunca conseguir se organizar direito. Será que dessa vez dá certo?

    O fim de uma era

    Esta deve ser a última loteria no formato atual. A NBA tá planejando mudar o sistema para reduzir o famoso “tanking” — aquela estratégia nojenta de perder de propósito para ter melhores chances no draft.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai levar? Eu torço para não ser o Thunder, porque convenhamos, seria sacanagem demais. Os Wizards merecem uma alegria depois desse sofrimento todo.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 promete ser carregado de talentos, então quem conseguir uma escolha no top 5 vai estar muito bem servido.

  • Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Cara, tem notícias que te lembram que por trás de todos esses jogos e estatísticas existem pessoas reais, né? O Nick Nurse, técnico dos Philadelphia 76ers, teve que se afastar do time ontem (5 de maio) para ir ao funeral do irmão mais velho, Steve Nurse, que morreu aos 62 anos.

    O mais pesado de tudo? Steve morreu no dia 29 de abril — bem no meio dos playoffs, antes do Jogo 6 entre Sixers e Celtics na primeira rodada. Imagina a cabeça do Nick tentando focar nos jogos enquanto passava por isso. O cara é um profissional absurdo mesmo.

    Uma perda inesperada

    Steve Nurse trabalhava há anos como gerente de equipamentos esportivos na Universidade do Norte de Iowa. Segundo os relatos, a morte foi “inesperada” — esse tipo de notícia que ninguém tá preparado pra receber, ainda mais em plenos playoffs.

    Nick voou pra Iowa logo depois da derrota pros Knicks no Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste. Os Sixers fizeram só uma sessão de vídeo ontem, sem treino mesmo. Totalmente compreensível.

    De volta aos negócios

    O técnico deve se juntar ao time hoje à noite em Nova York. O Jogo 2 contra os Knicks é amanhã às 21h no Madison Square Garden, pela ESPN.

    Olha, eu admiro muito a força mental que esses caras têm. Nurse está na terceira temporada à frente dos Sixers (desde 2023-24) e já levou o time aos playoffs duas vezes. Antes disso, fez história em Toronto — pegou os Raptors em 2018-19 e logo de cara conquistou o primeiro título da franquia. Monstro.

    Vocês acham que essa situação pode afetar o time emocionalmente? Às vezes essas adversidades unem ainda mais o grupo. De qualquer forma, fica aqui nossa força pro Nick Nurse e família nesse momento difícil.

  • Thunder massacra Lakers em casa e LeBron não consegue impedir

    Thunder massacra Lakers em casa e LeBron não consegue impedir

    Cara, que paulada foi essa que o Thunder deu nos Lakers ontem à noite. 108-90. E olha que no primeiro quarto a coisa estava equilibrada, mas aí o Oklahoma City mostrou porque é o atual campeão da NBA.

    O LeBron até começou bem, marcando 12 pontos no primeiro período. Mas sabe como é, 39 anos nas costas e enfrentar essa máquina que é o Thunder atual? Complicado demais.

    A lesão que mudou tudo

    E aí que aconteceu uma parada bizarra. O Jarred Vanderbilt foi tentar bloquear o Chet Holmgren e bateu a mão na tabela com uma força absurda. O cara literalmente deslocou o dedo mindinho direito — daquelas lesões que você vê e já sente dor só de olhar.

    Segundo o Shams Charania, foi deslocamento completo mesmo. O banco do Thunder fez cara de nojo quando viu a mão dele. Imagina perder uma peça importante assim no primeiro jogo dos playoffs?

    Os Lakers até conseguiram diminuir pra 4 pontos no terceiro quarto, mas aí o Thunder mostrou categoria de campeão. Lu Dort meteu uma bola de três, o Cason Wallace roubou e converteu numa bandeja rápida… Foi um 7-0 que acabou com qualquer esperança de Los Angeles.

    Holmgren domina, Reaves some

    O Chet Holmgren foi simplesmente monstro: 24 pontos e 12 rebotes. O cara tem 2,13m e joga como se fosse um armador às vezes. Surreal.

    Já o Austin Reaves teve uma das piores noites da vida dele. 3 de 16 nos arremessos de quadra, 0 de 5 do perímetro. Oito pontos míseros. Quando seu segundo principal jogador some assim, não tem jeito.

    O LeBron fez o que pôde — 27 pontos e 6 assistências —, mas sozinho não dá. O Rui Hachimura ajudou com 18, mas não foi suficiente pra segurar essa avalanche do Thunder.

    Seis vitórias consecutivas nos playoffs pro Oklahoma City, igualando um recorde da franquia. E vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar dessa? Porque sem o Vanderbilt e possivelmente sem o Luka Dončić (que continua machucado), a situação tá bem complicada.

    Sinceramente, eu já estava esperando que o Thunder fosse longe nos playoffs, mas dominar assim os Lakers com LeBron em quadra… isso mostra que eles não tão brincando de defender o título.

  • Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cavs desperdiçam Game 1 contra Pistons com 20 turnovers

    Cara, que frustração ontem à noite. Os Cavaliers tinham tudo pra roubar o primeiro jogo da série contra Detroit, jogando fora de casa, mas conseguiram entregar de bandeja — literalmente. Vinte turnovers. VINTE. É pedir pra perder mesmo.

    Olha, eu tava assistindo o jogo e não conseguia acreditar no que tava vendo. James Harden e Donovan Mitchell, que deveriam ser os caras que organizam o ataque, combinaram 10 turnovers contra apenas 9 assistências. Isso é de doer, gente.

    Harden precisa parar de entregar a bola

    O Harden foi o maior vilão da noite — perdeu a bola 7 vezes só nesse jogo. Pra vocês terem uma ideia do absurdo: já são 43 turnovers só nestes playoffs. Cara, o maluco tá jogando como se fosse pelada de domingo no parque.

    E o Mitchell? Rapaz, desde o Game 2 contra Toronto que ele tá sumido. Não é possível que o principal jogador do time termine a partida com mais turnovers que assistências. Os Cavs precisam URGENTE de alguém que saiba controlar o jogo, e nem Harden nem Mitchell tão entregando isso.

    Max Strus salvou o que dava pra salvar

    Pelo menos teve uma luz no fim do túnel: Max Strus jogou pra caramba. 19 pontos em 7 de 13 arremessos, sendo 4 de 8 do perímetro. O cara mostrou por que é importante ter um arremessador de volume na equipe.

    Sinceramente, prefiro Strus em quadra do que Dean Wade nesses momentos decisivos. Wade até defende melhor, mas ofensivamente ele trava o ataque dos Cavs. Com Strus, pelo menos a defesa adversária tem que grudar nele lá no perímetro, abrindo espaço pros outros.

    Kenny Atkinson perdeu a mão nas rotações

    Agora vem a parte que me deixou mais irritado: Kenny Atkinson usou 11 jogadores. ONZE! Nos playoffs, cara! Isso não faz sentido nenhum.

    Tá certo que Sam Merrill se machucou logo no começo e Jarrett Allen pegou 4 faltas. Mas começar o último quarto com Thomas Bryant, Keon Ellis e Dennis Schroder juntos em quadra? Isso é pedir pra entregar o jogo de mão beijada.

    E aí, vocês acham que Allen não conseguia jogar mais que 18 minutos mesmo com 4 faltas? O cara foi herói no Game 7 contra Toronto e fica no banco vendo Bryant tentar fazer milagre. Enquanto isso, Cunningham jogou 43 minutos pelos Pistons. Essa é a diferença entre querer ganhar e facilitar pro adversário.

    Os Cavs desperdiçaram uma oportunidade de ouro de largar na frente da série. Com essa quantidade absurda de turnovers e essas rotações malucas, não dá pra competir nos playoffs. Espero que aprendam pra o Game 2, porque senão essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.

  • Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Cara, mal passou um mês dos Nets renovando com o Jordi Fernández e toda a comissão técnica, e já tem time querendo roubar nosso pessoal. É o mundo NBA mesmo — não dá pra relaxar.

    Steve Hetzel, assistente técnico do Brooklyn, virou finalista para a vaga de técnico principal do New Orleans Pelicans. E olha que concorrência pesada: ele tá disputando com Darvin Ham (que era o cara do lado do Doc Rivers no Milwaukee), Sean Sweeney (do Spurs) e pasmem… Rajon Rondo, que agora tá na área de coaching.

    Quem é esse Hetzel que o Pelicans quer tanto?

    O cara não é qualquer um, não. Começou lá embaixo em 2005 como assistente de vídeo do Popovich no Spurs (imagina só o tanto de coisa que aprendeu ali), e desde então rodou por Cleveland, Detroit, Charlotte, Orlando, Portland e agora Brooklyn. Trabalhou com Mike Brown, Lawrence Frank, Steve Clifford, Chauncey Billups… é currículo pra caramba.

    E sabe qual foi o momento que mostrou que o Hetzel manja mesmo? Em dezembro passado, quando o Fernández não pôde dirigir o time contra o Milwaukee, ele assumiu e os Nets DESTRUÍRAM os Bucks por 127-82. Foi uma das 19 vitórias do ano (sim, foi uma temporada complicada), mas que vitória! Empatou o recorde de maior diferença da franquia.

    O que isso significa pros Nets?

    Sinceramente? Mais uma dor de cabeça numa offseason que já prometia ser interessante. O Brooklyn mal conseguiu montar uma base sólida com o Fernández, e agora pode perder uma peça importante da comissão técnica.

    Por outro lado, é até um bom sinal, né? Mostra que o trabalho que tá sendo feito no Barclays Center não tá passando despercebido pela liga. Quando outros times vêm atrás do seu pessoal, é porque alguma coisa vocês estão fazendo direito.

    Vocês acham que o Hetzel vai topar a aventura em New Orleans? Primeira oportunidade como técnico principal na NBA… é difícil recusar uma chance dessas, ainda mais depois de tanto tempo como assistente. E os Pelicans, com Zion e CJ McCollum, não é um projeto ruim pra começar.