Autor: Leandro Amorim

  • 76ers vs Knicks no MSG: onde assistir o duelo das semifinais do Leste

    76ers vs Knicks no MSG: onde assistir o duelo das semifinais do Leste

    Olha só que jogaço nos espera hoje à noite! Philadelphia 76ers e New York Knicks se enfrentam no lendário Madison Square Garden para abrir as semifinais da Conferência Leste. E cara, essa série promete ser um verdadeiro espetáculo.

    Os Sixers chegaram aqui depois de uma batalha épica contra o Boston Celtics — sete jogos, suor, sangue e muita pancadaria no garrafão. Já os Knicks despacharam o Atlanta Hawks em seis partidas, mostrando que estão com fome de título em casa.

    O que esperar do confronto

    As casas de apostas estão dando os Knicks como favoritos com 7.5 pontos de vantagem. Sinceramente? Acho meio arriscado subestimar esse time dos Sixers, principalmente depois do que fizeram contra Boston. O over/under está em 212.5 pontos, o que sugere um jogo equilibrado mas não necessariamente uma chuva de cestas.

    A diferença nas odds da moneyline é brutal: Knicks -294 contra +235 dos Sixers. Isso significa que as casas veem 71.4% de chance dos donos da casa levarem, contra apenas 28.6% da Filadélfia. Mas vocês sabem como é playoff — favorito no papel nem sempre favorito na quadra.

    Onde assistir e horários

    O jogo rola às 21h (horário de Brasília) desta segunda-feira, 4 de maio. Para quem está nos EUA, passa na NBC e no Peacock. Aqui no Brasil, a galera pode acompanhar pelo NBA League Pass — vale cada centavo pra ver essa guerra no MSG.

    Na minha opinião, essa série vai ser decidida nos detalhes. Os Knicks jogam em casa e têm a torcida mais barulhenta da NBA ao seu favor. Mas os Sixers vêm com aquela confiança de quem eliminou um gigante como o Celtics. E aí, quem vocês acham que leva essa primeira batalha? Eu tô dividido, mas meu coração diz que vai dar Sixers por 3 pontos. Podem me cobrar depois!

  • Brunson mete 35 e Knicks atropelam 76ers no MSG: que show!

    Brunson mete 35 e Knicks atropelam 76ers no MSG: que show!

    Cara, eu sabia que ia ser jogaço quando vi o Madison Square Garden em polvorosa ontem à noite, mas o que o Jalen Brunson fez com os 76ers foi simplesmente absurdo. O cara meteu 35 pontos em apenas 31 minutos e ainda assistiu o quarto período do banco — isso que é dominar!

    Os Knicks golearam por 137-98 no primeiro jogo da série, e olha, não foi nem perto de ser competitivo. Foi a quarta vitória seguida nos playoffs por mais de 16 pontos. Quatro seguidas! Esse time tá jogando um basquete de outro mundo.

    Brunson virou o dono do MSG

    O pivô da noite foi mesmo o Brunson. O cara começou metendo 14 dos primeiros 21 pontos dos Knicks, acertando 6 de 7 arremessos. No intervalo já tinha 27 pontos com 10/14 do campo — e ainda fechou o primeiro tempo marcando os últimos 11 pontos do time, incluindo uma bomba de 3 no apito.

    Sinceramente, foi lembrando daqueles playoffs de 2024 quando ele meteu três jogos seguidos de 40+ contra esses mesmos 76ers. Só que dessa vez ele nem precisou se esforçar tanto — terminou com 12/18 do campo, 3/6 de três e 8/8 nos lances livres. Clínica pura.

    Time todo jogando junto

    Mas não foi só show individual não. Os Knicks como equipe foram um rolo compressor: 64% de aproveitamento geral e uns surreais 54% do perímetro (19/35). Karl-Anthony Towns, mesmo com problema de faltas cedo, fez 17 pontos em apenas 20 minutos. OG Anunoby acertou 7 de 8 arremessos pra 18 pontos. Mikal Bridges contribuiu com 17 também.

    Do outro lado, o Joel Embiid até tentou no primeiro quarto — conseguiu tirar o Towns de quadra cedo com duas faltas bobas. Mas cara, deu pra perceber que o cara tá cansado. Quinta partida seguida depois daquela apendicite, e mostrou no corpo: só 3/11 do campo, 14 pontos totais.

    Os 76ers como um todo pareciam um time que tava correndo no vapor. Vindo daquela série épica contra os Celtics (ganharam de 3-1 no sábado), deu pra ver que não tinham mais gás. 41% de aproveitamento e ainda por cima perderam no rebote por 39-28.

    E aí, vocês acham que Philadelphia consegue se recompor pro jogo 2? Porque se os Knicks continuarem nesse nível, vai ser passeio mesmo no playoffs.

  • Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Olha, eu sei que o mercado da NBA é sempre uma loucura e todo mundo fica doido imaginando jogadores nos seus times preferidos. Mas essa história do Aaron Gordon no Phoenix Suns? Vou ser sincero com vocês: tá mais pra sonho de fã do que realidade.

    O Gordon é um baita jogador, não vou negar. Ex-Arizona, joga de ala-pivô, tem físico, defende bem… É exatamente o que o Suns precisa, né? O time sofre há tempos na posição 4, sempre parece pequeno demais, e isso aparece principalmente no garrafão. Os caras terminam sempre entre os piores da liga tanto pra finalizar quanto pra defender perto da cesta.

    Por que não vai rolar?

    A matemática é simples, galera. O que o Suns tem pra oferecer pro Denver que realmente faça diferença? Fora mandar alguns jovens promessores, não tem muito. E convenhamos, trocar os poucos prospectos que você tem por um veterano não é exatamente o movimento mais inteligente agora.

    Mas o que me chama atenção mesmo é essa classificação do Suns como time “win now”. Gente, com todo respeito, mas os Suns NÃO estão em modo “ganhar agora”. Modo “win now” é o que o próprio Nuggets vive – você tem um MVP (o Jokić), tem chances reais de título, cada movimento é pensado pra maximizar essa janela.

    O Phoenix não está nesse patamar. Dói falar isso? Dói. Mas é a realidade.

    O que os Suns deveriam fazer então?

    Na minha opinião? Continuidade, meu amigo. Esse time levou uma pancada das lesões na temporada passada e nunca conseguiu ter dados suficientes pra entender quem realmente é. Eu apostaria em manter o núcleo e ver o que rola com saúde.

    Pessoalmente, eu traria o Collin Gillespie de volta pro banco, colocaria o Rasheer Fleming no cinco titular e moveria o Dillon Brooks pra ala – onde ele pode ser o demônio defensivo que a gente sabe que ele é. Mas esses são movimentos de reconstrução, não de “win now”.

    Assistindo aquele documentário dos Jail Blazers na Netflix (recomendo, por sinal), fica claro como química é algo frágil. Aquele time de Portland quase eliminou os Lakers em 2000, mas bastou mexer nas peças certas pra tudo desabar.

    E aí, vocês acham que o Suns deveria mesmo ir atrás do Gordon ou focar em desenvolver o que já tem?

  • Lakers x Thunder: LeBron tem chance ou é massacre anunciado?

    Lakers x Thunder: LeBron tem chance ou é massacre anunciado?

    Cara, vou ser sincero com vocês: quando vi o matchup Lakers x Thunder nos playoffs, minha primeira reação foi “coitado do LeBron”. E olha que eu não sou pessimista não, mas os números dessa temporada regular foram de dar dó.

    O Thunder varreu a temporada regular contra os Lakers. VARREU. E não foi só ganhar os quatro jogos – foi humilhar mesmo, com uma média de vitória de 32.3 pontos por jogo. Trinta e dois pontos de diferença! É quase o que eu marco jogando NBA 2K no easy.

    A realidade nua e crua dos Lakers

    O próprio LeBron admitiu depois de uma derrota em fevereiro: “Vocês querem que eu compare a gente com eles? Aquele ali é um time de championship. Nós não somos.” Doeu até em mim ouvir isso, mas o King tava sendo realista.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, foi ainda mais longe: disse que considera o Thunder “um dos maiores times da história da NBA”. Olha, pode ser exagero de técnico tentando motivar o time, mas o Oklahoma City realmente tá monstruoso – 64 vitórias na temporada regular, melhor defesa da liga, MVP defendendo título.

    E aqui que fica interessante (e triste ao mesmo tempo): estamos vendo o LeBron aos 41 anos carregando esse time nas costas. Contra o Houston na primeira rodada, ele meteu 26 pontos, 9 rebotes e 8.5 assistências por jogo, acertando 43% dos arremessos de 3. Monstro.

    A volta de Luka pode mudar tudo?

    Agora, a grande pergunta que tá na cabeça de todo mundo: quando Luka Doncic volta? Porque sem ele, sinceramente, acho que os Lakers não têm nem 20% de chance nessa série.

    O problema é que mesmo com Luka saudável, ele não jogou bem contra o Thunder nesta temporada – apenas 15.5 pontos por jogo com 33% de aproveitamento. Lu Dort simplesmente grudou nele como chiclete. Mas playoffs é outra história, né? E o Luka tem esse histórico de aparecer nos momentos grandes.

    Austin Reaves também precisa voltar ao nível All-Star que mostrou no começo da temporada. Sem ele criando jogadas, fica tudo muito pesado pro LeBron.

    Será que rola outro milagre dos Lakers?

    Olha, eu quero muito que role uma zebra histórica aqui. Ver o LeBron eliminando o favorito ao título aos 41 anos seria épico demais. Mas a matemática não tá ajudando não.

    Os jogos começam terça-feira (5 de maio) às 20h30 no Paycom Center, em Oklahoma City. E vocês, acham que os Lakers conseguem pelo menos levar pra 6 jogos? Ou vai ser 4-0 mesmo?

    Uma coisa é certa: pode ser uma das últimas chances de ver o maior de todos os tempos nos playoffs. Independente do resultado, vou assistir cada minuto desse LeBron em quadra. Porque lendas como ele a gente não vê todo dia.

  • Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Cara, uma das lendas do basquete americano nos deixou. Adrian “Odie” Smith morreu aos 89 anos no dia 28 de abril, e sinceramente, é o fim de uma era pra quem acompanha a história da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do monstro que esse cara era: campeão universitário com Kentucky em 1958, medalha de ouro nas Olimpíadas de 1960 em Roma, e ainda uma década inteira na NBA. Não é qualquer um que tem um currículo desses, né?

    Do sítio sem luz elétrica para o Hall da Fama

    A história do Smith é dessas que parecem filme. O cara cresceu numa fazenda no interior do Kentucky, numa casa sem energia elétrica nem banheiro interno. E sabe como começou a jogar basquete? Arremessando uma bola caseira numa cesta de pêssegos pregada numa árvore. Absurdo como o destino funciona às vezes.

    Depois de passar por um junior college no Mississippi, conseguiu uma bolsa pra Kentucky. Lá, fez parte do grupo que eles chamavam de “Fiddlin’ Five” — os cinco que trouxeram o título nacional de 1958 pros Wildcats. Média de 10.2 pontos, nada mal pra época.

    NBA e aquela parceria histórica

    Em 1961, Smith chegou na NBA pelo Cincinnati Royals (que hoje é o Sacramento Kings) e teve a sorte de jogar ao lado de Oscar Robertson. Imaginem só essa dupla em quadra! O cara ficou nove temporadas em Cincinnati antes de ser trocado pro Golden State Warriors em 1970.

    Mas aqui que fica interessante: Smith foi MVP do All-Star Game de 1966. Pra um cara de 1,85m numa época que o jogo já estava ficando mais físico, isso mostra o nível técnico que ele tinha.

    Depois da NBA, ainda deu uma passada pela ABA no Virginia Squires, onde foi companheiro de um tal de Julius Erving no primeiro ano do Dr. J como profissional. Vocês conseguem imaginar os treinos desse time?

    Legado de um verdadeiro pioneiro

    Smith foi pro Hall da Fama em 2010, junto com toda aquela equipe olímpica de 1960 que dominou em Roma. E olha, não é todo mundo que consegue ser campeão olímpico, universitário e ainda brilhar por uma década na NBA.

    O que mais me impressiona na história dele é como saiu literalmente do nada — uma fazenda sem energia elétrica — e chegou ao topo do basquete mundial. Isso mostra que talento e determinação realmente não conhecem fronteiras, né?

    Smith deixa o filho Tyler e o irmão Kenny. Aos 89 anos, viveu pra ver o basquete evoluir de uma forma que provavelmente nem imaginava quando arremessava naquela cesta de pêssegos lá no Kentucky rural.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Olha só, enquanto todo mundo está vidrado no sorteio da loteria do Draft da NBA no domingo, os caras que vão realmente fazer a festa começam suas avaliações oficiais como prospectos da liga nos próximos dias. E tudo vai rolar em Chicago a partir de domingo mesmo.

    O Draft Combine da NBA vai acontecer de 10 a 17 de maio na Wintrust Arena e no Marriott Marquis. Sinceramente? Essa é sempre uma das épocas mais empolgantes do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da liga.

    Os “Sete Magníficos” do Brooklyn

    A NBA convidou 73 jogadores pro evento, mas vou focar nos sete monstros que estão sendo cotados na faixa de pick do Brooklyn – que pode ser desde a primeira escolha até a sétima posição:

    AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer, Caleb Wilson, Darius Acuff Jr., Keaton Wagler e Kingston Flemmings. Cara, que geração absurda essa, não acham?

    Todos esses caras vão estar em Chicago fazendo de tudo: drills, scrimmages, medições corporais, exames médicos e entrevistas. Lembro que ano passado dois jogadores que acabaram no Brooklyn dominaram nas estatísticas físicas – Drake Powell no salto vertical e Grant Nelson na corrida, com o gigante de 2,13m até quebrando o recorde do combine.

    A magia dos “Agent Days”

    Além do combine oficial, no final da semana que vem os agentes vão organizar os famosos “agent days” onde os clientes deles fazem mais drills. Foi num desses eventos ano passado que Egor Demin simplesmente explodiu depois de acertar 16 cestas de três consecutivas em 35 segundos. Absurdo demais!

    E vocês acham que algum desses prospects vai conseguir uma performance parecida esse ano?

    Segundas escolhas também importam

    O Brooklyn também tem duas picks de segunda rodada – a própria (33ª) e a do Los Angeles Clippers (43ª), que veio na troca do Mikal Bridges. Com essas escolhas bem depois da loteria, o leque de opções fica bem mais amplo.

    Pra pick 33, os mocks estão projetando nomes como Luigi Suigo (pivô de 2,18m), Joshua Jefferson do Iowa State, Tounde Yessoufou de Baylor e Tyler Tanner de Vanderbilt. Já pra 43ª posição, aparecem Malachi Moreno de Kentucky, Trevon Brazile do Arkansas e outros caras interessantes.

    Mas né, tudo isso pode mudar completamente depois que soubermos quem pega qual posição no sorteio de domingo. Na minha opinião, essa é uma das classes de Draft mais imprevisíveis dos últimos anos – e isso deixa tudo ainda mais emocionante pra nós que acompanhamos cada detalhe dessa maluquice toda.

  • Semifinais 2026: Detroit x Cavs e Knicks x Sixers prometem pegar fogo!

    Semifinais 2026: Detroit x Cavs e Knicks x Sixers prometem pegar fogo!

    Galera, chegamos nas semifinais dos playoffs de 2026 e olha só que confrontos deliciosos temos pela frente! A primeira rodada já acabou e agora é que a coisa esquenta de verdade.

    No Leste, dois clássicos que prometem guerra

    Detroit contra Cleveland? Cara, isso vai ser um negócio absurdo. Os Pistons conseguiram a primeira seed — quem diria, né? Depois de tantos anos no fundo do poço, ver Detroit brigando pelo título é emocionante demais. Mas os Cavaliers não vieram pra passear não. Essa série pode muito bem ir pro jogo 7, e sinceramente, eu não faço ideia de quem leva.

    Do outro lado, temos Knicks e Sixers. Mano, essa rivalidade entre Nova York e Filadélfia é histórica! Os Knicks estão com a segunda seed, mas vocês sabem como é playoff — seed não significa nada quando a coisa aperta. Philadelphia como sétima colocada chegou até aqui, então claramente tem time pra incomodar qualquer um.

    Oeste promete ser ainda mais louco

    Oklahoma City Thunder pegou a primeira seed no Oeste e vai enfrentar os Lakers. Caramba, que confronto! OKC tem uma molecada absurda que joga um basquete lindíssimo, mas os Lakers… bom, são os Lakers, né? Experiência de playoff conta muito, e LA sempre sabe como virar a chave na pós-temporada.

    E olha que interessante: San Antonio contra Minnesota. Os Spurs voltaram a ser relevantes (finalmente!), e os Timberwolves continuam sendo aquele time que ninguém quer enfrentar nos playoffs. Minnesota como sexta seed já mostrou que pode surpreender qualquer um.

    Minhas apostas (que podem dar muito errado)

    Olha, vou ser honesto com vocês — fazer previsão de playoff é igual apostar na mega-sena, mas vamos lá. No Leste, acho que Cleveland leva em 7 jogos duríssimos contra Detroit. E os Knicks devem passar pelos Sixers, mas não vai ser moleza não.

    No Oeste? Lakers em 6 sobre OKC (experiência fala mais alto) e San Antonio levando Minnesota também em 7 jogos. Mas cara, qualquer coisa pode acontecer. Playoff da NBA é isso aí — uma loucura total.

    E vocês, o que acham? Quais times vocês acreditam que chegam nas finais de conferência? Comenta aí embaixo que eu quero ver as opiniões de vocês!

  • Ayton pode ser a chave pro Lakers surpreender o Thunder nos playoffs

    Ayton pode ser a chave pro Lakers surpreender o Thunder nos playoffs

    Cara, eu tô vendo muito otimismo em Los Angeles com o Deandre Ayton ultimamente. E olha, depois de ver o que ele fez contra o Houston na primeira rodada, até que dá pra entender o hype.

    O JJ Redick não tá brincando quando fala que o Ayton “muda completamente nosso teto” – traduzindo: é o cara que pode levar os Lakers além do que todo mundo espera. E sinceramente? Acho que ele tem razão.

    Os números não mentem

    Olha só o que o gigante de 2,13m fez contra os Rockets: duplo-duplo em três jogos, média de 11,8 pontos e 10,8 rebotes (terceiro melhor nos playoffs inteiros). Não é absurdo, mas pra quem tava sendo questionado o tempo todo, mostrou serviço.

    “Tudo tem estado sólido, só ficando no meu papel e fazendo mais dentro dele”, disse o Ayton. E essa mentalidade me chama atenção – o cara tá entendendo que nos playoffs todo mundo precisa subir um nível.

    O duelo dos gigantes

    Agora vem o teste de fogo mesmo. Do outro lado da quadra vai ter o Chet Holmgren (2,16m) e o Isaiah Hartenstein (2,13m). O Holmgren tá fazendo 17,3 pontos, 8,5 rebotes e 2,0 tocos por jogo nesses playoffs – números de monstro.

    Mas aqui entre nós: o Ayton tem a experiência que falta pro Chet. Lembram das Finais de 2021 com o Phoenix? O cara já jogou no maior palco que existe. Isso não se compra em loja.

    “Jogar maior… ser implacável no rebote, proteger o aro o máximo possível”, falou o Ayton sobre o plano de jogo. E faz sentido – o Thunder vive de atacar o garrafão. Se eles conseguirem 50+ pontos na área pintada como costumam fazer, era uma vez Lakers.

    A química com o Smart

    Uma parada que me chamou atenção foi a amizade que rolou entre o Ayton e o Marcus Smart. Os caras sentam lado a lado no vestiário e o Smart virou tipo um irmão mais velho, sempre cobrando, sempre incentivando.

    “Não sou irmão mais velho dele, mas sou alguém que ele respeita”, disse o Smart. E olha, essa liderança faz diferença. Quantas vezes não vimos jogadores talentosos que só precisavam de alguém pra acreditar neles?

    Vocês acham que o Ayton consegue dar conta do recado contra essa defesa monstruosa do Thunder? Porque se ele conseguir repetir os números de Houston (ou melhorar), os Lakers podem mesmo dar trabalho pro atual campeão.

    O jogo 1 é amanhã à noite em Oklahoma City, e eu tô curioso pra ver se todo esse papo vai virar realidade na quadra. Porque uma coisa é certa: se o Ayton não aparecer, pode esquecer qualquer chance de zebra.

  • Knicks x 76ers: Playoff começa HOJE e promete guerra no Garden

    Knicks x 76ers: Playoff começa HOJE e promete guerra no Garden

    Gente, chegou a hora! Hoje à noite tem Knicks x 76ers no Madison Square Garden, e eu já tô nervoso aqui desde cedo. É o primeiro jogo das semifinais da Conferência Leste, e sinceramente? Esse confronto tem tudo pra ser épico.

    Os Knicks entraram como cabeça 3 da conferência e têm a vantagem do mando de quadra. Já os Sixers chegaram como 7º colocados, mas olha — todo mundo sabe que playoff é outra história. Time que chega até aqui não tá pra brincadeira.

    Nova York favorita, mas cuidado com Philly

    As casas de apostas colocaram os donos da casa como favoritos por 7 pontos. Faz sentido: melhor campanha na temporada regular, jogando em casa, e com um elenco mais profundo. Mas mano, 76ers na estrada em playoff é sempre perigoso.

    O único problema mesmo é o quadril do Embiid que tá incomodando. Fora isso, os dois times chegam praticamente com força máxima. E isso que deixa tudo mais interessante — vai ser decisão no talento puro e na estratégia.

    Garden vai pegar fogo

    Cara, eu amo playoff NBA justamente por isso. Madison Square Garden em noite de playoff é outra dimensão. A torcida dos Knicks é maluca, e os caras de Philly vão ter que mostrar muita personalidade pra roubar o primeiro jogo.

    Na minha visão, quem sair na frente nessa série leva uma vantagem psicológica absurda. Vocês acham que os Sixers conseguem surpreender logo de cara? Ou os Knicks vão impor o ritmo em casa mesmo?

    O jogo rola às 21h (horário de Brasília) e vai passar na NBC. Prepare a pipoca porque essa série promete!

  • Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Bulls contratam Bryson Graham: será que ele salva Chicago?

    Cara, os Bulls finalmente tomaram uma decisão! Depois de tanto tempo patinando, a franquia de Chicago acaba de anunciar a contratação de Bryson Graham, que vinha fazendo um trabalho monstro no Atlanta Hawks, para comandar o front office como vice-presidente executivo de operações de basquete.

    Olha, sinceramente acho que foi uma baita contratada. O cara tem uma trajetória impressionante — começou como estagiário no New Orleans há 15 anos e subiu até virar gerente-geral. E não foi sorte não, viu? Graham teve participação direta no draft de caras como Trey Murphy III, Herb Jones e Dyson Daniels. Nomes que qualquer fã de NBA conhece bem.

    O que ele fez em Atlanta foi absurdo

    Em Atlanta, o trabalho dele foi sensacional. Ajudou a montar um time que fez 46-36 na temporada e chegou nos playoffs — resultado que os Bulls sonham em ter há anos. E tem um detalhe interessante: foi Graham quem trouxe Nickeil Alexander-Walker pro Hawks, e o cara simplesmente explodiu, fazendo 20.8 pontos por jogo e ganhando o prêmio de Most Improved Player. Coincidência? Eu acho que não.

    “Esta é uma das franquias mais históricas da história do basquete profissional, e sinto uma tremenda responsabilidade de entregar resultados para esta cidade e esses fãs”, disse Graham no comunicado oficial. E olha, ele tem razão em sentir essa pressão toda.

    Chicago precisa de milagre urgente

    Vamos falar a real aqui: os Bulls estão um caos há tempos. A demissão de Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril foi inevitável depois de seis anos e apenas UMA aparição nos playoffs. Uma! E ainda terminaram em 12º no Leste com 31-51 na última temporada. É de dar dó.

    A situação ficou ainda mais complicada quando Billy Donovan, técnico experiente e membro do Hall da Fama, decidiu pular fora depois de seis temporadas. Agora Graham vai ter que encontrar um novo treinador também — mais um desafio na lista já extensa dele.

    Mas nem tudo são trevas. O time tem algumas peças interessantes como Josh Giddey e Matas Buzelis, duas escolhas de primeira rodada no próximo draft e espaço salarial pra fazer movimentos grandes nesta offseason. A matéria-prima existe.

    Será que rola uma reconstrução de verdade?

    Uma coisa que me chamou atenção foi como Karnisovas resistiu por anos a fazer uma reconstrução completa. O cara insistia em “não pular etapas” até que finalmente cedeu este ano e fez sete trades antes do deadline, mandando embora Nikola Vucevic (pro Boston), Kevin Huerter (pro Detroit) e até mesmo Coby White e Ayo Dosunmu.

    Graham herda essa bagunça toda, mas também a oportunidade de começar do zero. E vocês acham que ele vai conseguir trazer Chicago de volta ao mapa? Porque desde aquela lesão terrível do Derrick Rose em 2012, os Bulls nunca mais foram os mesmos.

    A única vez que chegaram perto de algo decente foi na temporada 2021-22 com Zach LaVine e DeMar DeRozan, quando fizeram 46-36 e foram eliminados pelo Milwaukee na primeira rodada. Mas aí o Lonzo Ball se machucou e ficou dois anos fora, e lá se foi o projeto.

    Minha impressão? Graham tem tudo pra dar certo. O currículo dele é sólido, tem experiência de sobra e sabe como desenvolver talento. Agora é torcer pra que os Reinsdorf deixem o homem trabalhar em paz e não fiquem interferindo. Chicago merece voltar a sonhar alto!