Autor: Leandro Amorim

  • Barrett manda tabela maluca e força jogo 7 contra os Cavs

    Barrett manda tabela maluca e força jogo 7 contra os Cavs

    Mano, que jogaço maluco rolou em Toronto ontem à noite! O RJ Barrett simplesmente decidiu que a temporada dos Raptors não ia acabar ainda — e fez isso da forma mais absurda possível.

    Imagina a cena: Raptors perdendo por 110-109 na prorrogação do jogo 6, com 1.2 segundo no relógio. A temporada praticamente enterrada, né? Aí o Barrett pega a bola, arremessa um triplo meio desesperado e… a bola quica QUATRO VEZES na tabela antes de cair dentro da cesta.

    A mesma tabela mágica de 2019

    E olha que louco: foi exatamente na mesma cesta onde o Kawhi Leonard fez aquele arremesso histórico contra o Philadelphia em 2019. Quatro quiques também! Parece que tem alguma mágica rolando naquele aro do Scotiabank Arena, sinceramente.

    O Tyrese Haliburton até zoou no Twitter falando que “parecia familiar” — lembrando da bola maluca dele no ano passado contra os Knicks nas finais do Leste. Quando até os outros jogadores da liga ficam impressionados, você sabe que foi coisa de outro mundo.

    Cavs entregaram de bandeja

    Mas vamos falar sério: os Cavaliers meio que se auto-sabotaram nessa última jogada. Dennis Schröder com a bola, 18 segundos no relógio, só precisava segurar… aí vai e faz um passe maluco pro Evan Mobley na lateral da quadra. Mobley perde a bola, Toronto recupera, e o resto é história.

    Cara, Cleveland tinha TUDO pra fechar a série em casa. Tinham uma vantagem de 11 pontos entrando no último quarto! Mas playoff é isso aí — qualquer bobeira pode custar a temporada inteira.

    Agora é tudo ou nada em Cleveland

    Jogo 7 de volta em Cleveland, e sinceramente? Vai ser um teste mental gigantesco pros Cavs. Como você recupera psicologicamente depois de perder um jogo desses? E os Raptors vão com aquela confiança de quem já morreu e ressuscitou.

    Uma curiosidade: todos os jogos dessa série foram vencidos pelo time da casa até agora. Se a lógica se mantiver, Cleveland leva. Mas depois de um milagre desses… sei lá, vocês acham que os Raptors conseguem quebrar essa sequência?

    Barrett fez 28 pontos no jogo, mas foram esses três que vão ficar pra história. Às vezes o basquete é inexplicável mesmo — e foi exatamente isso que rolou em Toronto.

  • Orlando simplesmente DESMORONOU: 24 pontos de vantagem viraram derrota

    Orlando simplesmente DESMORONOU: 24 pontos de vantagem viraram derrota

    Cara, eu já vi muita coisa estranha na NBA ao longo dos anos, mas o que rolou em Orlando na sexta-feira foi de outro planeta. E não no bom sentido.

    O Magic estava tranquilo, dominando o Detroit Pistons por 22 pontos no intervalo. 60-38. A torcida já estava comemorando a classificação para as semifinais da Conferência Leste. Aí veio o segundo tempo e… cara, foi traumático de assistir.

    O time perdeu por 93-79. Sim, você leu certo. Saíram de uma vantagem de 22 pontos no intervalo e perderam por 14.

    Os números que fazem você questionar a realidade

    Olha, eu vou te contar os números porque senão ninguém acredita. O Magic fez apenas 19 pontos no segundo tempo inteiro. DEZENOVE PONTOS EM 24 MINUTOS! Um time profissional, em casa, com vaga nas semifinais em jogo.

    Quer saber o mais absurdo? Eles erraram 23 arremessos consecutivos durante o segundo tempo. Vinte e três seguidos! É um recorde de playoffs na era moderna. Eu sinceramente não sei como isso é fisicamente possível.

    E não era só erro não — era erro feio mesmo. Bola batendo no ferro, na tabela, algumas nem chegando perto do aro. Foi constrangedor de assistir.

    Detroit fez história (e Orlando virou piada)

    Os Pistons se tornaram apenas o terceiro time desde 1997 a virar um jogo depois de estar perdendo por 20+ pontos no intervalo quando estava enfrentando eliminação. Coisa rara, viu?

    O mais impressionante é que Detroit precisou de apenas 16 minutos e 24 segundos do segundo tempo para empatar o jogo. Dezesseis minutos! Na minha opinião, isso mostra mais a desgraça do Magic do que o mérito dos Pistons — embora tenham jogado muito bem, claro.

    No quarto período, Orlando acertou apenas 1 de 20 arremessos. Um de vinte. E esse um foi uma enterrada do Paolo Banchero. Ou seja: zero cestas de fora no último quarto. Zero.

    Vocês conseguem imaginar a pressão psicológica? O Magic passou 45 minutos de tempo real sem acertar uma bola na cesta. Quarenta e cinco minutos! Eu ficaria maluco se fosse jogador.

    Agora é Game 7 em Detroit

    E olha só a situação: Orlando tinha 3-1 na série. Estava praticamente classificado. Agora vai ter que jogar o jogo 7 fora de casa, depois dessa humilhação toda.

    Sinceramente, eu não sei como esse time se recupera mentalmente disso em 48 horas. É muita pancada para digerir. O Paolo Banchero vai ter que ser um monstro absoluto para levar esse Magic abalado para as semifinais.

    Na real, essa pode ter sido a pior zebra que eu já vi nos playoffs. Não pela virada em si, mas pela forma como aconteceu. Foi um desmoronamento completo, total, em todos os aspectos do jogo.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar disso? Ou já era para eles?

  • Barrett enterra arremesso de 3 milagroso e Raptors forçam jogo 7!

    Barrett enterra arremesso de 3 milagroso e Raptors forçam jogo 7!

    Gente, eu ainda tô processando o que acabei de ver. RJ Barrett simplesmente decidiu que ia salvar a temporada do Toronto Raptors com UM DOS ARREMESSOS MAIS ABSURDOS que eu já vi na minha vida. O cara acertou um de 3 na prorrogação que bateu no aro, subiu pro céu e desceu direto na cesta pra dar a vitória por 112-110 sobre os Cavaliers e forçar o jogo 7.

    Olha, não vou mentir — eu achei que o Toronto tava morto quando o Donovan Mitchell fez aquela bandeja com 33 segundos restantes na prorrogação. Cara botou Cleveland na frente, 110-108, e parecia que era isso. Mas aí veio o Barrett com essa bomba de 3 que até hoje eu não acredito que entrou.

    A bola quicou igual ao lance histórico do Kawhi

    Sério, essa jogada me lembrou na hora do arremesso do Kawhi Leonard em 2019 contra o Philadelphia — aquela que quicou umas quatro vezes na beirada antes de entrar e que levou os Raptors pro título. A mesma energia, o mesmo drama, a mesma sorte absurda que só existe nos playoffs.

    Barrett fechou com 24 pontos e 9 rebotes, acertando 4 de 12 de três. Ok, não foi a melhor noite dele de longe, mas quando importou ele apareceu. Scottie Barnes foi o monstro da noite com 25 pontos, 14 assistências e 7 rebotes — um verdadeiro triple-double que quase foi.

    Cleveland quase conseguiu a virada épica

    O que me impressiona é como Cleveland conseguiu voltar pro jogo depois de ficar atrás praticamente o tempo todo. Donovan Mitchell estava sumido no primeiro tempo (só 7 pontos), mas acordou no quarto período e terminou com 24. Evan Mobley foi ainda melhor: 26 pontos, 14 rebotes e fez a cesta que empatou o jogo no tempo regulamentar.

    James Harden adicionou 16 pontos, mas tava claramente sofrendo — 5 de 14 nos arremessos. Vocês acham que a idade tá pesando? Sinceramente, eu acho que sim.

    Toronto começou muito bem, especialmente no segundo quarto quando abriu 13-2 na parcial e chegou a liderar por 10 pontos no intervalo. Os caras acertaram 9 de 18 de três no primeiro tempo (50%!), enquanto Cleveland só conseguiu 5 de 18 (28%). A diferença tava gritante.

    Agora é tudo ou nada no jogo 7

    O mais louco dessa série é que o mando de quadra tá sendo respeitado religiosamente — todos os jogos foram vencidos pela equipe da casa. Se a lógica continuar, Cleveland tem a vantagem no domingo jogando em casa.

    Mas eu tô com uma sensação que Toronto pode quebrar essa sequência. Barrett mostrou personalidade quando a pressão apertou, Barnes tá jogando num nível absurdo e o time todo parece acreditar que pode surpreender.

    E aí, quem vocês acham que leva esse jogo 7? Eu tô genuinamente curioso pra ver se os Raptors conseguem repetir a magia de 2019 ou se Cleveland vai mostrar que veio pra ficar nos playoffs.

  • RJ Barrett salva os Raptors na prorrogação e força o jogo 7!

    RJ Barrett salva os Raptors na prorrogação e força o jogo 7!

    Gente, que partida foi essa ontem em Toronto! O RJ Barrett simplesmente resolveu ser o herói da noite e acertou uma bomba de 3 pontos com 1,2 segundos restantes na prorrogação. Os Raptors venceram os Cavaliers por 112-110 e forçaram o jogo 7 da primeira rodada dos playoffs. Meu coração não aguenta mais essa série!

    O mais louco? Evan Mobley teve a chance de acabar com tudo para Cleveland, mas o arremesso de 3 bateu na frente do aro. Imagina a dor do cara… Jogou pra caramba a noite toda (26 pontos e 14 rebotes), mas na hora H não rolou.

    Scottie Barnes comandou o show

    Scottie Barnes foi simplesmente monstro: 25 pontos e 14 assistências. Cara, esse mlk tá jogando como um veterano! Junto com Barrett (24 pontos) e Ja’Kobe Walter (também 24), formaram um trio que os Cavs não conseguiram parar.

    O que me impressiona é como o Barnes chegou no intervalo já com 14 pontos e 10 assistências. Desde 1997, apenas 8 jogadores conseguiram isso em um tempo de jogo de playoff. Absurdo demais!

    Cleveland não soube aproveitar

    Os Cavaliers até que começaram bem com Donovan Mitchell (24 pontos) e o próprio Mobley dominando, mas 18 turnovers? Sinceramente, isso não dá pra ganhar jogo de playoff não. Toronto converteu essas bobeiras em 25 pontos – praticamente um quarto inteiro de vantagem.

    E o James Harden… olha, 16 pontos tá longe de ser ruim, mas 5/14 nos arremessos e apenas 1/4 do perímetro? Esperava mais do cara em um jogo decisivo desses. Nove rebotes e nove assistências salvaram a performance, mas não foi suficiente.

    Agora é jogo 7 em Cleveland no domingo. E olha que dado curioso: o time da casa ganhou TODOS os seis jogos até agora. Será que essa estatística vai continuar? Eu tenho minhas dúvidas… Toronto mostrou que tem sangue nos olhos e Barrett parece ter acordado na hora certa.

    Vocês acham que os Raptors conseguem quebrar essa maldição jogando fora de casa no jogo mais importante da série?

  • Mitchell Robinson vira animal em briga na NBA e quase sai no braço

    Mitchell Robinson vira animal em briga na NBA e quase sai no braço

    Gente, o Mitchell Robinson quase virou o Hulk ontem à noite em Atlanta. O pivô do Knicks foi expulso no segundo quarto depois de partir pra cima do Dyson Daniels, do Hawks, e cara… o vídeo que saiu das arquibancadas é simplesmente INSANO.

    Olha, eu já vi muita confusão na NBA, mas essa aqui foi diferente. Robinson, com seus 2,13m e 109kg, tentou atravessar qualquer um que aparecesse na frente dele pra chegar no Daniels. Foi um caos total no State Farm Arena, e dá pra ouvir a galera gritando “meu deus, tô com medo” no vídeo.

    A confusão que quase virou pancadaria

    A treta começou faltando 4:39 pro fim do primeiro tempo, logo depois do OG Anunoby converter um lance livre que deixou o Knicks com CINQUENTA pontos de vantagem. Cinquenta! Imagina a humilhação que tava sendo pros Hawks…

    O negócio escalou rápido. O Onyeka Okongwu tentou separar os caras, o Jalen Brunson segurou o Mitchell, um árbitro até caiu no chão (coitado), e por pouco a briga não foi parar nas arquibancadas. Se isso tivesse acontecido, meu amigo, a NBA ia dar uma penalização pesada pro Knicks.

    Sorte que o Rick Brunson (pai do Jalen e assistente técnico) conseguiu controlar a situação antes de virar uma guerra campal. Porque convenhamos – ninguém quer ver jogador trocando porrada com torcedor, né?

    Robinson desabafou nas redes depois

    Depois do jogo, que o Knicks ganhou de 140-89 (uma surra histórica), o Mitchell não quis falar com a imprensa. Mas aí foi no Facebook e soltou o verbo: “Sabia que alguma coisa ia acontecer. Minha mente não tá a mesma, tô meio perdido no mundo no momento.”

    Sinceramente? Dá pra entender o cara. Quando você tá ganhando de tanto assim e alguém vem com gracinha, é difícil manter a calma mesmo. O técnico Mike Brown até comentou: “É complicado quando você tá ganhando de tanto, essas coisas acontecem.”

    E vocês, acham que o Robinson vai levar suspensão? Na minha opinião, pelo menos uns 2-3 jogos ele não escapa. A NBA não perdoa esse tipo de coisa, principalmente quando vira viral nas redes.

    Robinson teve 6 pontos (100% nos arremessos), 3 rebotes e 2 tocos em apenas 9 minutos antes de ser expulso. Imagine se tivesse ficado o jogo todo com aquele humor…

  • Rockets podem forçar Jogo 7 contra os Lakers? A decisão é hoje!

    Rockets podem forçar Jogo 7 contra os Lakers? A decisão é hoje!

    Mano, chegamos no momento da verdade. Os Rockets estão com a faca no pescoço contra os Lakers e hoje à noite pode rolar aquele Jogo 7 que todo mundo quer ver — ou o fim da temporada em Houston. E sinceramente? Eu tô nervoso só de pensar.

    A coisa tá assim: eliminação ou vai-ou-racha no Toyota Center. Os caras de Houston precisam ganhar de qualquer jeito pra forçar o sétimo jogo, e olha, não vai ser moleza não. Do outro lado tem LeBron James fazendo LeBron James things — mesmo aos 41 anos o cara ainda é um monstro absurdo.

    O que esperar dos Rockets hoje?

    Reed Sheppard na armação vai ter que mostrar que aguenta a pressão dos playoffs. O moleque tem talento, mas playoffs é outro nível, galera. Amen Thompson e Tari Eason vão ter que aparecer na defesa — esses dois são energia pura quando tão ligados.

    Jabari Smith Jr. precisa acertar os arremessos de 3. Simples assim. E o Alperen Sengun? Cara, esse turco é muito técnico, mas vai ter que se virar contra o Deandre Ayton no garrafão. Não vai ser fácil.

    Lakers com veteranos experientes

    Do lado dos Lakers, além do King James, tem Austin Reaves que tá jogando demais nesses playoffs. Marcus Smart na defesa é sempre um problema pra qualquer armador. E o Rui Hachimura? Japonês tá consistente, não dá mole.

    O negócio é que playoff é isso aí — ou você aparece ou vai pra casa. Houston jogando em casa tem que usar a torcida a favor. Toyota Center lotado fazendo barulho pode ser o diferencial que eles precisam.

    Vocês acham que os Rockets conseguem forçar esse Jogo 7? Eu confesso que tô meio cético, mas futebol… digo, basquete é uma caixinha de surpresas. Se o Sengun resolver destruir por dentro e o Smith acertar umas bombasde 3, quem sabe?

    O jogo rola às 21h30 (horário de Brasília) e vai passar no Amazon Prime. Já prepararam a pipoca? Porque ou vai ser uma noite histórica em Houston ou o fim da linha mesmo.

  • Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu ontem em Orlando. O Magic tinha TUDO na mão — 24 pontos de vantagem, jogando em casa, com a chance de eliminar o primeiro colocado da conferência. E conseguiu entregar da pior forma possível.

    Os Pistons viraram o jogo por 93 a 79 e agora temos jogo 7 em Detroit no domingo. Mas olha, não foi só uma virada qualquer não. Foi um colapso histórico mesmo.

    O pesadelo do Magic no segundo tempo

    Vocês não vão acreditar nos números: o Magic ERROU 23 arremessos consecutivos no segundo tempo. Vinte e três! E no último quarto? Acertaram apenas 1 de 20 tentativas. Um de vinte, gente!

    O resultado? Fizeram apenas 19 pontos no segundo tempo — o MENOR número de pontos em qualquer tempo da história dos playoffs da NBA. Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha nessa liga, mas isso aí foi de outro mundo.

    Paolo Banchero, que a gente sabe que é craque, ficou perdido: 4 de 20 nos arremessos. O único lance que deu certo pro Magic no último quarto foi uma enterrada dele faltando 2:24. Uma enterrada só. Em 12 minutos de jogo.

    Cade Cunningham virou a chave

    Do outro lado, Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. O cara fez 19 pontos só no segundo tempo, terminando com 32 pontos e 10 rebotes. Quando a coisa apertou mesmo, ele assumiu a responsabilidade.

    Na minha visão, essa é a diferença entre um jogador comum e um craque de verdade — saber a hora de pegar o jogo pra si. E o Cade fez exatamente isso.

    Detroit fez uma corrida absurda de 18-1 no último quarto pra empatar o jogo em 72-72. Dali pra frente, foi só administrar e aplicar a pressão que o Magic não conseguiu aguentar.

    Agora é jogo 7 em Detroit

    A virada dos Pistons foi a maior de um time visitante enfrentando eliminação nos últimos 40 anos. Quarenta anos! E olha que coisa louca: no placar final, Detroit ganhou o segundo tempo por 55 a 19. É quase impossível de acreditar.

    O Magic ainda jogou sem Franz Wagner (lesão na panturrilha), mas isso não explica errar 23 arremessos seguidos. Isso é coisa da cabeça mesmo.

    E aí, quem vocês acham que leva no jogo 7? Eu tô achando que depois de uma entregada dessa, vai ser difícil pro Magic se recuperar mentalmente. Mas é jogo único, né? Qualquer coisa pode acontecer.

    Uma coisa é certa: quem for pro Little Caesars Arena no domingo vai ver um jogaço. Tomara que o Magic consiga esquecer esse pesadelo e fazer um último jogo digno.

  • Paul George tá mostrando por que vale cada centavo nos Playoffs

    Paul George tá mostrando por que vale cada centavo nos Playoffs

    Cara, eu vou admitir uma coisa: quando os Sixers assinaram com o Paul George, fiquei meio cético. Contrato máximo pra ser “terceira opção”? Parecia meio forçado. Mas olha só o que esse cara tá fazendo contra os Celtics nos playoffs…

    A série estava 3-1 pro Boston — praticamente acabada. Aí o PG13 resolve aparecer e mostrar exatamente por que Philadelphia pagou tanto por ele. O cara não tá só jogando bem, ele literalmente virou o jogo da série inteira.

    A defesa que mudou tudo

    Sabe qual era o problema dos Sixers contra Boston nos últimos anos? Não tinha ninguém pra marcar o Tatum e o Jaylen Brown de igual pra igual. Esses caras simplesmente destruíam Philadelphia toda vez que se encontravam nos playoffs.

    Agora é diferente. George e Kelly Oubre Jr. têm o físico e a velocidade pra ficar colado nesses monstros. E o mais importante: eles não precisam mais mandar ajuda dupla o tempo todo. Resultado? Menos chutes livres de três pra Boston.

    “Esses dois caras são alas excepcionais e ele tem uma batalha a cada posse”, disse o técnico Nick Nurse sobre George após o Jogo 6. “Eles estão pontuando, estão mesmo, mas ele está fazendo eles ralarem muito pra conseguir.”

    Sinceramente? Ver o PG guardando o Tatum é como assistir duas feras se enfrentando. Puro basquete raiz.

    O ataque também despertou

    Não é só na defesa que George tá mandando bem. No Jogo 6, o cara simplesmente explodiu: 23 pontos com 5 de 9 do perímetro. Cinco bolas de três! E o mais louco é que ele começou a série tímido, tentando só 8 arremessos no primeiro jogo.

    “Eu falo pras pessoas que fui abençoado pra pontuar e ter essa suavidade no ataque”, disse George, “mas defensivamente, sempre apreciei esse lado da quadra.”

    Tyrese Maxey também elogiou a liderança do veterano: “Desde que ele voltou da suspensão de 25 jogos, ele tinha uma missão, e acho que está cumprindo essa missão.”

    E olha, quando George, Maxey e Embiid estão todos jogando no mesmo nível… esse time dos Sixers fica assustador. Não é à toa que conseguiram empatar a série em 3-3.

    Valeu cada centavo?

    Cara, eu ainda acho cedo pra cravar, mas os sinais são positivos. George chegou em Philadelphia falando que queria ser a terceira opção, que ia fazer as paradas defensivas necessárias. Muita gente duvidou — incluindo eu.

    “Quando cheguei aqui, disse a eles que conseguiria as roubadas de bola que precisássemos”, explicou PG. “Fiquei mais que tranquilo vindo aqui pra ser a terceira opção e permitir que esses caras fossem eles mesmos ofensivamente.”

    Entre uma temporada de 24 vitórias e estar perdendo de 3-1 na série, demorou um tempão pro investimento nos Sixers em George mostrar algum retorno. E olha, ainda não tem garantia de que vão conseguir completar a virada histórica.

    Mas mesmo se os Celtics ganharem no final das contas, Paul George pelo menos mostrou que pode ser exatamente o jogador que Philadelphia pagou pra ter. E vocês, acham que os Sixers conseguem fechar essa série no Jogo 7? Porque depois dessa performance toda, eu tô começando a acreditar…

  • Wolves na semi e novatas da WNBA já mostram estrelas

    Wolves na semi e novatas da WNBA já mostram estrelas

    Cara, que primeira rodada dos playoffs da NBA, hein? Os Timberwolves eliminaram os Nuggets e tão mostrando que vieram pra incomodar mesmo. Eu não esperava essa consistência deles, mas Anthony Edwards tá jogando um basquete absurdo — parece que cresceu 10 anos em uma temporada só.

    E os Knicks? Meu Deus, que série contra os Hawks! Brunson tá jogando como se fosse o cara que sempre sonhamos que ele fosse. Nova York tá vivendo um sonho e, sinceramente, acho que podem ir longe nestes playoffs.

    Wolves x Spurs: duelo de gerações

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Timberwolves contra Spurs na semifinal. De um lado, Edwards no auge da forma, do outro, Wembanyama provando que não é hype — é realidade. Vai ser um jogaço entre duas filosofias completamente diferentes.

    Os Wolves chegam com aquela confiança de quem eliminou o atual campeão. Já os Spurs… cara, o Victor tá fazendo cada coisa em quadra que dá até arrepio. Aquele bloqueio dele na série passada foi de outro planeta.

    Vocês acham que a experiência dos playoffs vai pesar contra os Spurs? Porque Edwards parece que nasceu pra esse momento.

    WNBA já esquentando os motores

    Mas olha, não vou mentir — tô até mais animado com o que rolou na WNBA essa semana. Azzi Fudd estreou pelo Dallas Wings e, mano, que jogo! Ela junto com a Paige Bueckers formaram uma dupla que promete muito barulho.

    O Wings atacou com um ritmo alucinante, e dá pra ver que apostaram pesado no up-tempo. A defesa ainda precisa ajustar, mas com essas duas comandando, vai ser divertido de acompanhar.

    Do outro lado, Caitlin Clark pelo Indiana Fever mostrou que não veio pra brincadeira. A menina tá confortável demais atacando o garrafão, e quando a Aliyah Boston voltar… cara, esse time pode ser assombração.

    Angel Reese também fez a estreia dela pelo Atlanta Dream, voltando pra Chicago onde fez história na faculdade. Contexto totalmente diferente agora — ela tá numa posição mais livre pra criar, e deu pra perceber como isso pode potencializar o jogo dela nos dois lados da quadra.

    Ah, e finalmente vimos Toronto Tempo e Portland Fire em ação! As duas franquias novas já mostraram identidade própria. Portland apostou pesado no espaçamento, enquanto Toronto focou na intensidade defensiva. Promete temporada boa demais na WNBA.

    E aí, quem vocês acham que leva nos playoffs da NBA? Tô sentindo que essa pode ser a temporada dos azarões…

  • Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Olha, quando eu vi essa lista do Draft Combine da NBA, quase cuspi o café. Arizona com SEIS ex-jogadores convidados? Isso é coisa de programa universitário sério mesmo.

    Os veteranos Tobe Awaka e Jaden Bradley conseguiram o convite, junto com os calouros Brayden Burries e Koa Peat. Mas o que me impressiona é que ainda tem Kylan Boswell (que foi pra Illinois) e Henri Veesaar (que acabou em North Carolina) na lista. Seis caras de um programa só — isso não é coincidência, é trabalho bem feito.

    O Draft Combine é praticamente um ‘passa ou repassa’

    Pra quem não sabe, ser convidado pro Combine (que rola de 10 a 17 de maio em Chicago) é tipo receber um selo de ‘você tem chance real de ser draftado’. São só 73 jogadores no total, então estar ali já significa que os scouts da NBA tão de olho.

    Ano passado só o Carter Bryant tinha ligação com Arizona e foi convidado. E olha no que deu: 14ª escolha geral pro San Antonio Spurs. Nada mal, né?

    O Bradley, aliás, já passou por esse processo antes. Declarou pro Draft ano passado, mas voltou pra Arizona pra temporada senior. Agora tá de volta tentando de novo — e sinceramente acho que dessa vez ele não volta.

    Koa Peat pode surpreender (ou não)

    Tem uma informação interessante sobre o Koa Peat. Os scouts da ESPN acham que ele pode acabar voltando pra faculdade, mesmo sendo projetado como escolha do final da primeira rodada. Cara, se eu fosse ele, ficava maluco com essa indecisão.

    Final da primeira rodada significa contrato garantido de vários milhões. Voltar pra faculdade é apostar que vai melhorar a posição no Draft seguinte — e isso nem sempre acontece. Quantos jogadores já se ferraram fazendo essa aposta?

    O prazo pra desistir do Draft e voltar pra faculdade é 27 de maio. Vai ser interessante ver quantos desses caras vão realmente seguir em frente.

    Ah, e tem um que ficou de fora: Anthony Dell’Orso. O cara provavelmente vai jogar na Austrália, que é de onde ele veio mesmo. Às vezes é melhor assim do que ficar forçando uma barra que não vai rolar.

    E aí, vocês acham que Arizona vai ter quantos jogadores draftados esse ano? Eu chuto pelo menos três ou quatro. Esse programa tá numa fase monstro mesmo.