Autor: Leandro Amorim

  • Blazers querem ‘grande jogada’ na offseason, mas só pelo preço certo

    Blazers querem ‘grande jogada’ na offseason, mas só pelo preço certo

    Olha, o Joe Cronin finalmente abriu o jogo sobre os planos dos Blazers pra próxima temporada. E cara, pelo que ele falou na coletiva de fim de temporada, Portland tá querendo fazer barulho na offseason — mas sem jogar o futuro pela janela.

    “Grande jogada é definitivamente algo que nos interessa, mas apenas pelo preço certo. Não vamos sacrificar completamente nosso futuro por uma tentativa de curto prazo”, disse o GM. Sinceramente, achei essa fala bem madura dele. É fácil se empolgar e fazer besteira no mercado, né?

    Dame volta, mas o problema é maior

    A esperança número um dos Blazers é óbvia: ter Damian Lillard saudável pra temporada toda. O cara praticamente não jogou este ano, e quando jogou, não era o mesmo monstro de sempre. Cronin também apostou no desenvolvimento do Vit Krejci — que tá com cara de quem pode surpreender se tiver oportunidade.

    Mas vamos ser honestos aqui. O problema dos Blazers vai muito além de ter o Dame de volta. A série contra o Spurs escancarou a realidade: esse time não consegue arremessar de três pra salvar a vida.

    Arremesso de 3 é prioridade zero

    “Acho que a série contra os Spurs nos mostrou isso — na verdade, a temporada toda — nós simplesmente não arremessamos bem o suficiente”, admitiu Cronin. E mano, que admissão dolorosa mas necessária.

    Vocês viram os números dos Blazers no arremesso de longa distância? É de chorar. Não adianta ter o Dame voltando se o resto do time continua errando três como se fosse competição pra ver quem acerta menos.

    A questão agora é: quem tá disponível no mercado que pode resolver esse problema? E mais importante: Portland tem assets suficientes pra conseguir alguém relevante sem hipotecar o futuro? Porque olhando os últimos anos da franquia, eles já fizeram várias trocas questionáveis tentando acelerar o processo.

    Na minha visão, Cronin tá certo em ser cauteloso. É melhor fazer movimentos menores e inteligentes do que apostar todas as fichas numa jogada desesperada. E aí, vocês acham que os Blazers conseguem dar esse salto só com desenvolvimento interno, ou vão precisar mesmo de uma “grande jogada”?

  • Tatum com problema na panturrilha, mas garante: ‘vou jogar o jogo 7’

    Tatum com problema na panturrilha, mas garante: ‘vou jogar o jogo 7’

    Olha, a galera do Celtics quase teve um ataque do coração ontem. O Jayson Tatum saiu do Jogo 6 contra o Philadelphia 76ers no terceiro quarto com uma contratura na panturrilha esquerda, e todo mundo já começou a imaginar o pior cenário possível pro Jogo 7.

    Mas calma aí. O cara foi direto ao ponto depois da derrota: “Eu espero jogar”, disse Tatum. E completou com uma informação que aliviou todo mundo em Boston: “Foi na outra perna, não na que eu machuquei ano passado. Não fiquei muito preocupado”.

    A diferença que faz todo sentido

    Pra quem não lembra — e como esquecer né —, Tatum rompeu o tendão de Aquiles DIREITO nos playoffs da temporada passada. Agora o problema é na panturrilha ESQUERDA. Pode parecer detalhe bobo, mas faz toda diferença do mundo quando você tá falando de um astro que carrega o time nas costas.

    Durante o jogo, dava pra ver ele alongando a perna várias vezes. Depois que saiu, foi direto pra bike ergométrica — aquela cena clássica de jogador tentando manter o sangue circulando e não endurecer o músculo.

    Jogo 7 em casa pode mudar tudo

    Sinceramente? Mesmo com o Tatum meio manco, eu ainda boto fé no Celtics jogando em casa. O TD Garden em jogo 7 é outro nível, é aquela energia que pode carregar qualquer um. Mas não vou mentir: ver o principal jogador do time saindo mancando no meio de uma série tão equilibrada dá um frio na barriga.

    E aí, galera do Celtics, vocês acham que o Tatum aguenta jogar 40+ minutos com essa contratura? Ou será que o Joe Mazzulla vai ter que ser mais criativo com as rotações? Uma coisa é certa: sábado vai ser de parar o coração.

    O que mais me impressiona é a frieza do cara. “Não fiquei muito preocupado” — mano, é jogo 7 de playoffs e você sai mancando, mas tá suave. Essa mentalidade de campeão que separa os grandes dos muito grandes.

  • Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Mavs querem Tim Connelly, mas Wolves não vão largar o osso

    Olha só que situação interessante rolando na NBA: o Dallas Mavericks tá de olho no Tim Connelly, presidente de operações de basquete do Minnesota Timberwolves, pra assumir o comando do front office deles. Só que tem um probleminha — os Wolves não estão nem um pouco interessados em facilitar as coisas pros texanos.

    E sinceramente? Eu entendo perfeitamente.

    Por que os Wolves não querem soltar Connelly

    Cara, é só olhar os números. Desde que Connelly assumiu o comando em Minnesota, os Wolves ganharam quase 60% dos jogos na temporada regular. Sessenta por cento! Pra uma franquia que vivia brigando pra não ficar na última colocação, isso é praticamente um milagre.

    Mas o mais impressionante mesmo foram essas últimas duas temporadas. O Minnesota chegou nas duas últimas finais da Conferência Oeste e — pasmem — acabou de eliminar o Denver Nuggets na primeira rodada dos playoffs de 2024. Os mesmos Nuggets que foram campeões em 2023. Absurdo, né?

    E tem mais um detalhe que deixa tudo mais irônico: Connelly foi GM do Denver por nove temporadas e ajudou a montar aquele time campeão de 2023. Ou seja, o cara literalmente construiu um time, saiu, e agora voltou pra eliminar a própria criação. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Dallas fica na mão

    Como Connelly tem contrato com os Wolves, Dallas precisa de permissão pra nem sequer conversar com ele. E pelo jeito, Minnesota vai dar um sonoro ‘não, obrigado’ pra essa solicitação.

    Pensando bem, se eu fosse dirigente dos Wolves, faria exatamente a mesma coisa. O cara pegou uma franquia que era piada pronta e transformou em candidato real ao título. Por que diabos eles iriam facilitar pra um rival da própria conferência?

    Os Mavericks vão ter que partir pro plano B — e olha que eles precisam mesmo de alguém competente depois de algumas temporadas meio apagadas. Vocês acham que Dallas consegue achar alguém do nível do Connelly disponível no mercado?

    Uma coisa é certa: a NBA continua sendo um negócio onde lealdade e sucesso andam de mãos dadas. Connelly construiu algo especial em Minnesota, e os Wolves não vão deixar essa peça-chave escapar fácil assim.

  • McDaniels brilha e Wolves eliminam os Nuggets mesmo sem 3 titulares

    McDaniels brilha e Wolves eliminam os Nuggets mesmo sem 3 titulares

    Olha, eu não esperava isso não. O Minnesota Timberwolves eliminou o Denver Nuggets por 110 a 98 no jogo 6 ontem, mesmo jogando sem TRÊS armadores titulares machucados. Edwards, DiVincenzo e Dosunmu todos no departamento médico, e mesmo assim os Wolves conseguiram a classificação pra segunda rodada dos playoffs de 2026.

    O destaque da noite foi Jaden McDaniels — cara simplesmente decidiu que não ia pra casa hoje. 32 pontos e 10 rebotes. Trinta e dois pontos! E o mais impressionante foi como ele fechou o jogo: uma cesta de meia distância gelada faltando 1:06 no relógio pra abrir sete pontos de vantagem, seguida de um roubo de bola crucial no Jokic.

    Garrafão foi a casa dos Wolves

    Sem os armadores, Minnesota apostou pesado no front court. Gobert, Julius Randle e Naz Reid dominaram completamente o garrafão — 64 a 40 em pontos na área pintada e 50 a 33 no rebote. Foi um massacre físico mesmo.

    “Isso é o que você realmente não ensina. É sobre vontade, é sobre coração, e foi assim que conseguimos superar esse grande desafio”, falou Gobert depois do jogo. E realmente, o cara teve razão. 10 pontos, 13 rebotes e 8 assistências. Gobert fazendo de tudo um pouco.

    Murray sumiu na marcação do McDaniels

    Enquanto isso, Jamal Murray teve uma das piores noites da temporada. McDaniels grudou no cara o jogo inteiro e limitou Murray a apenas 12 pontos em 4 de 17 arremessos. Pra vocês terem noção, o Nuggets como um time acertou só 10 de 27 bolas de três — Cameron Johnson sozinho tentou quase metade disso.

    Jokic até que jogou bem (28 pontos, 10 assistências e 9 rebotes), mas não teve ajuda suficiente quando mais precisava. O MVP sérvio até tentou forçar algumas jogadas no final, mas foi aí que McDaniels apareceu com aquele roubo de bola que selou o jogo.

    Agora os Wolves vão encarar o San Antonio Spurs na segunda rodada, começando na segunda-feira. E olha, não vai ser fácil — os Spurs são favoritos por 14.5 pontos no jogo 1. Mas depois do que eu vi ontem, sinceramente acho que esse time do Minnesota pode incomodar qualquer um quando joga com essa garra toda.

    “Estou feliz que acabou, feliz que conseguimos sair por cima”, disse McDaniels no pós-jogo. “Algumas coisas foram ditas. Estou feliz que pudemos provar nosso ponto, conseguir a vitória e seguir pra próxima rodada.”

    E aí, acham que os Wolves conseguem fazer barulho contra San Antonio também?

  • Embiid desabafa após forçar jogo 7: ‘Cansei de perder pros Celtics’

    Embiid desabafa após forçar jogo 7: ‘Cansei de perder pros Celtics’

    Cara, que noite foi essa dos Sixers! Depois de um 106-93 arrasador sobre os Celtics no jogo 6, Philadelphia forçou o que todo mundo quer ver: um jogo 7 decisivo no sábado. E olha, o que mais me chamou atenção não foram nem os 30 pontos do Maxey (que jogou como um monstro), mas o desabafo sincero do Embiid no pós-jogo.

    “Eu jogo contra esses caras há tanto tempo. Cansei de perder pra eles. Agora temos a chance de fazer algo especial”, disse o pivô camaronês. E ele tem razão de estar puto — os Celtics já eliminaram o Embiid TRÊS VEZES nos playoffs da carreira dele. Três! Imagina a frustração acumulada.

    Maxey brilhou, mas defesa foi o diferencial

    Tyrese Maxey simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. 30 pontos do armador, com Paul George colaborando com 23. Já o Embiid fez um double-double sólido (19 pontos, 10 rebotes) e ainda distribuiu 8 assistências. Nada mal pra quem vinha sendo criticado nos últimos jogos.

    O próprio Embiid reconheceu que andava forçando arremessos ruins: “Se vocês olharem todos os chutes que eu tentei, tudo bateu na borda, entrou e saiu”. Pelo menos ele tem noção, né?

    Do lado dos Celtics, até o Jaylen Brown admitiu que a defesa dos Sixers tava ditando o ritmo. “Acho que estamos jogando do jeito que eles querem. O tipo de arremesso, as coisas que eles querem que façamos — isso não é o que fazemos o ano todo”, desabafou Brown.

    Tatum preocupa, mas deve jogar

    Teve um momento tenso no terceiro quarto quando o Jayson Tatum saiu de quadra com uma aparente lesão na perna. Mas o astro dos Celtics tranquilizou todo mundo depois: “Vocês viram quando fui pro vestiário, me viram na bike. Minha perna só tava um pouco dura quando voltei no terceiro período”.

    O técnico Joe Mazzulla confirmou que Tatum não se machucou e vai estar 100% pro jogo 7. Ainda bem, porque imagina um jogo decisivo sem o cara?

    E aí, galera — vocês acham que os Sixers finalmente conseguem quebrar essa escrita contra Boston? As casas de apostas ainda favorecem os Celtics por 7.5 pontos, mas depois do que vi ontem… sei não. O Embiid tá com aquela cara de quem não vai aceitar mais uma eliminação pros mesmos caras.

    Sinceramente? Tô ansioso pra sábado. Jogo 7 sempre entrega, e com essa rivalidade toda, vai ser imperdível.

  • Jokic quer ficar em Denver ‘para sempre’, mas admite: estamos longe

    Jokic quer ficar em Denver ‘para sempre’, mas admite: estamos longe

    O Jokic falou aberto demais essa semana, e sinceramente? Adorei a honestidade brutal do cara. Depois da eliminação vexatória pros Timberwolves na primeira rodada, o sérvio foi direto ao ponto: quer terminar a carreira em Denver, mas o time tá “longe” de um título.

    “Ainda quero ser um Nugget para sempre”, disse o três vezes MVP. “A gente acabou de perder na primeira rodada. Acho que estamos longe.”

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Denver chegou nos playoffs como um dos candidatos reais ao título – 54 vitórias na temporada regular, time equilibrado, experiência de campeão. E o que aconteceu? Tomaram um 4-2 dos Wolves que ainda jogaram os dois últimos jogos SEM o Anthony Edwards e o DiVincenzo.

    Jokic assumiu a culpa toda

    E aqui que o monstro mostrou por que é diferente de qualquer outro superstar da liga. Quando perguntaram quanto da culpa ele assumia, a resposta veio na lata: “Muito. Precisava ter jogado melhor. Devo jogar melhor.”

    Os números não mentem mesmo. O cara que tem 56% de aproveitamento na carreira converteu apenas 39% dos arremessos nos primeiros quatro jogos da série. Isso é absurdamente baixo pro padrão dele. E o Jamal Murray? Nem se fala – 33% na série toda, errando 13 de 17 tentativas no jogo decisivo contra o Jaden McDaniels.

    Vocês acham que essa autocrítica pesada é o que o Denver precisa pra se reerguer? Porque pra mim, mostra maturidade, mas também uma pressão interna gigante.

    Contrato milionário em jogo

    A questão financeira pesa também. Jokic ainda tem dois anos e 121,9 milhões de dólares restantes no contrato atual, sendo o segundo ano uma opção do jogador. E neste verão, ele pode assinar uma extensão de até quatro anos por aproximadamente 293 milhões.

    293 milhões. Trezentos milhões de dólares. É dinheiro suficiente pra comprar metade dos times brasileiros, mas o cara tá mais preocupado em ganhar título que em faturar. Essa mentalidade de campeão que fez ele levar Denver ao topo em 2023.

    As lesões complicaram a situação – Aaron Gordon perdeu três jogos por lesão na panturrilha, Peyton Watson ficou fora da série toda com problema no posterior. Mas convenhamos: não dá pra usar isso como desculpa quando você tem o melhor jogador do mundo no seu time.

    E aí, pessoal – vocês acham que Denver consegue montar um elenco competitivo ao redor do Jokic nas próximas duas temporadas? Ou vai ser mais uma daquelas situações onde um craque genial fica preso num time mediano?

  • Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Vou ser sincero com vocês: no momento que o Atlanta Hawks do Jonathan Kuminga enfrentou o New York Knicks nos playoffs, todo mundo da Dub Nation pegou a pipoca e ficou colado na TV. E olha, foi exatamente o que a gente esperava — para o bem e para o mal.

    Os Hawks caíram ontem à noite num 140-89 que foi menos jogo de basquete e mais uma aula de como NÃO jogar playoffs. Atlanta acertou míseros 37,8% dos arremessos, perdeu 19 bolas e tomou 35 pontos em contra-ataque. Estavam perdendo de 47 no intervalo — o maior déficit do primeiro tempo na história dos playoffs da NBA.

    O Kuminga? 11 pontos em 3/7 nos arremessos, 23 minutos. Foi basicamente um “estive aqui mas não consegui fazer nada”.

    A montanha-russa que já conhecíamos

    Mas vamos olhar a série toda, porque aí sim a história fica interessante. Jogo 1: 8 pontos, 3/7. Jogo 2 no Madison Square Garden: 19 pontos, 7/12, dois roubos de bola, um toco. O tipo de performance que fez Atlanta pensar “nossa, pegamos um monstro na trade deadline”.

    No Jogo 3 veio o melhor Kuminga: 21 pontos acertando 9 de 14 arremessos. 64,3% de aproveitamento. Os Hawks ganharam de novo e todo mundo no Twitter postando “era só o Kerr que não deixava o moleque jogar 😭”.

    Aí chegaram os Jogos 4, 5 e 6. Realidade bateu na porta.

    Jogo 4: 3/10 nos arremessos, 0/6 de três, apenas 10 pontos. Jogo 5: 17 minutos, 13 pontos, mais uma surra. E fechou com esse 11 pontos do último jogo.

    Os números contam a história que já sabíamos

    As médias da série até parecem OK no papel: 13,7 pontos por jogo, 49,1% de aproveitamento, 3,3 rebotes em 25,8 minutos. Números decentes para um sexto homem de um time que chegou como sexta colocada nos playoffs.

    Mas tem um detalhe que mata: 19% nas bolas de três. Quatro em 21 tentativas. E é exatamente isso que impedia as defesas de respeitarem ele totalmente. Toda vez que Atlanta precisava que ele resolvesse um jogo apertado, a inconsistência aparecia — do mesmo jeito que aparecia em Golden State.

    Nós da Dub Nation já conhecemos esse filme de cor. A experiência Kuminga sempre foi essa: dois ou três jogos onde você vê o teto e já começa a calcular quanto custaria uma extensão máxima, seguidos de dois ou três jogos onde o piso te lembra por que os Warriors tinham dúvidas.

    O talento não está em questão. O moleque é atlético pra caramba, machuca na transição e deu muito trabalho pros Knicks no garrafão nas vitórias. Mas essa série confirmou que o debate que tivemos por dois anos em Golden State não foi resolvido em seis jogos de playoff.

    Todo mundo saiu com suas convicções confirmadas. Quem achava que ele era mal aproveitado pegou os Jogos 2 e 3 como prova. Quem achava que a inconsistência era o problema real ficou com os Jogos 4, 5 e 6.

    E aí, vocês acham que o Kuminga vai conseguir encontrar essa consistência que falta? Ou é isso mesmo que ele é — um jogador de altos e baixos que vai deixar qualquer torcida louca?

  • KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    KAT finalmente entendeu seu papel e os Knicks voaram

    Cara, que transformação foi essa do Karl-Anthony Towns? Durante cinco meses ficamos discutindo se o cara sabia jogar basquete ou se os Knicks não sabiam usar ele direito. Agora, depois de dominar os Hawks nos playoffs, acho que a conversa mudou completamente.

    Olha só os números: nas últimas três vitórias contra Atlanta, KAT teve média de 8,7 assistências e 11,6 rebotes por jogo. Dois triple-doubles nesse período. Ah, e detalhe importante: o time fez +62 pontos com ele em quadra nos jogos 4, 5 e 6. Sessenta e dois pontos de diferença! É absurdo.

    A virada veio no momento certo

    A mudança começou depois do jogo 3, quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 na série. O técnico Mike Brown mexeu no esquema tático e começou a colocar o Towns no topo do garrafão para distribuir jogo. Sinceramente? Demorou pra caralho para descobrir isso, mas funcionou perfeitamente.

    “Ele jogou fenomenal”, disse o Jalen Brunson sobre o companheiro. E não é papo furado não – KAT distribuiu 10 assistências no jogo 4 e seguiu achando os companheiros livres pelo resto da série. Virou um verdadeiro facilitador.

    O Josh Hart também elogiou a defesa do Towns no jogo 6: “KAT foi incrível. Começou o jogo pressionando, protegendo o aro, teve uns tocos grandes, a energia dele foi gigante pra gente”. Ver o cara defendendo com essa intensidade é algo que a gente não via há muito tempo.

    De perdido a protagonista

    Lembram lá em outubro quando perguntaram pro Towns sobre o papel dele no time e ele respondeu: “Honestamente, não sei. Não sei mesmo”? Pois é, que diferença seis meses fazem na vida de um jogador.

    Agora ele fala com toda confiança: “Nunca duvidei da minha capacidade. É só questão de se adaptar, especialmente quando te pedem pra fazer coisas que nunca pediram consistentemente na sua carreira”.

    E olha, essa humildade do KAT é impressionante. O cara podia estar pistola por ter demorado tanto tempo pra encontrar seu lugar no sistema, mas não. Ele abraçou as mudanças e virou peça fundamental nos playoffs.

    Mike Brown acertou na mosca

    Depois da série, Brown fez questão de agradecer toda sua comissão técnica pelos ajustes táticos. E cara, que ajustes foram esses! Depois das mudanças implementadas no jogo 4, os Knicks fizeram +96 pontos contra os Hawks. Noventa e seis!

    “Tivemos que mudar porque cada posse era um sofrimento nos três primeiros jogos”, explicou o técnico. “Precisávamos encontrar formas de colocar nossos jogadores em suas forças, chegando lá rapidamente”.

    A jogada foi simples mas genial: usar o Towns como um ponto-pivô, distribuindo bola do alto e criando vantagens pro time todo. Por que ninguém pensou nisso antes?

    O que vocês acham? KAT finalmente encontrou sua identidade nos Knicks ou ainda é cedo pra comemorar? Eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe nos playoffs se mantiver esse nível.

  • Lakers podem fechar hoje contra Houston — LeBron quer mais um

    Lakers podem fechar hoje contra Houston — LeBron quer mais um

    Olha só a situação: Lakers 3×2 no Rockets, jogo 6 em Houston hoje à noite. Sabe o que isso significa? O Velho Rei tem mais uma chance de mostrar que idade é só um número mesmo.

    LeBron fez 25 pontos no jogo passado, mas os Rockets conseguiram empatar a série com uma vitória por 99-93. Jabari Smith Jr. foi o cara da noite com 22 pontos. Sinceramente? Eu não esperava que Houston conseguisse segurar a pressão em casa, mas aqui estamos.

    A matemática não mente

    Os números mostram que vai ser guerra. Os Lakers estão arremessando 50.2% de quadra — isso é absurdo para playoffs. Mas Houston não tá brincando: 47.9% também não é pouca coisa. A diferença pode estar nos detalhes mesmo.

    E que detalhes, hein? Los Angeles é 8-3 em jogos decididos por 3 pontos ou menos. Experiência de playoffs conta, e com LeBron em quadra, esses momentos decisivos geralmente penderam para o lado dele.

    Alperen Sengun é o problema

    Vamos falar a real: Sengun tá sendo monstro nessa série. 20.4 pontos, 8.9 rebotes e 6.2 assistências por jogo. O cara tá fazendo de tudo — pivô que distribui, pega rebote e ainda marca. Houston lidera a conferência oeste em rebotes (48.1 por jogo) basicamente por causa dele.

    Do lado dos Lakers, Rui Hachimura tem acertado os arremessos de 3 quando precisa. Nas últimas 10 partidas, são 2.3 bolas de três por jogo. E Amen Thompson? 19.7 pontos de média recentemente. Esse garoto tem futuro.

    A questão é: será que Houston consegue fazer isso de novo em casa? Porque uma coisa é ganhar um jogo de desespero, outra é repetir a dose sabendo que qualquer deslize elimina o time.

    Lakers favoritazos? Nem tanto. A linha de aposta dá Houston como favorito por 3.5 pontos. Faz sentido — jogo em casa, série empatada, pressão toda em cima de Los Angeles.

    Mas convenhamos: quantas vezes a gente já viu LeBron em situação parecida? O cara tem mais finais que muito time tem temporadas. Aos 41 anos (sim, ele ainda tá jogando em 2026!), continua sendo o cara que você quer do seu lado nos momentos que definem temporada.

    E aí, vocês acham que os Lakers fecham hoje ou Houston força o jogo 7? Eu tenho um palpite, mas quero ver se vocês pensam igual…

  • Franz Wagner fora do jogo 6 — Magic pode fechar sem seu astro

    Franz Wagner fora do jogo 6 — Magic pode fechar sem seu astro

    Olha, não é a notícia que a gente queria ouvir. O Franz Wagner tá fora do jogo 6 contra o Detroit Pistons por causa de uma lesão na panturrilha direita. E pelo jeito que a coisa tá andando, é bem provável que ele não volte mais nessa série.

    O cara tava andando com aquela bota ortopédica na quarta-feira, sabe? Quando você vê um jogador assim, já sabe que a coisa não tá nada boa. Vai ser o segundo jogo consecutivo que ele perde, e sinceramente, acho que o Orlando Magic vai ter que se virar sem ele pra fechar essa série.

    Os números que vão fazer falta

    E que números, né? O Franz tava voando nessa série: 16.8 pontos por jogo, 5.5 rebotes, 3.5 assistências e — pasmem — 2.8 roubadas de bola por partida. Isso é coisa de jogador que tá em todos os lugares da quadra, defendendo e atacando.

    Pra quem acompanha o Magic, sabe que o Wagner é muito mais que números. Ele é aquele cara que aparece nos momentos decisivos, que faz a jogada que ninguém espera. Perder um jogador assim numa reta final de série é de doer o coração.

    Magic ainda na frente, mas…

    A boa notícia é que Orlando ainda tá na frente por 3-2. Ou seja, eles só precisam de mais uma vitória pra fechar. Mas cara, sem o Franz? A pressão aumenta absurdamente pros outros caras.

    Paolo Banchero vai ter que carregar o piano nas costas — e olha que o moleque já tava jogando muito. Cole Anthony precisa aparecer também. É agora que a gente vê do que esse time é feito de verdade.

    Vocês acham que o Magic consegue fechar em casa sem o Wagner? Ou será que o Detroit vai conseguir forçar um jogo 7 aproveitando essa baixa? Uma coisa eu posso garantir: sexta-feira vai ser de apertar o coração pra torcida do Magic.