Autor: Leandro Amorim

  • Vanessa Bryant emociona ao homenagear Gigi no que seria seu aniversário de 20 anos

    Vanessa Bryant emociona ao homenagear Gigi no que seria seu aniversário de 20 anos

    Cara, teve um momento ontem que simplesmente parou minha timeline. Vanessa Bryant postou uma homenagem linda pra Gianna no Instagram — e olha, não tem como não se emocionar quando a gente lembra que a Gigi faria 20 anos.

    “Feliz aniversário pro meu doce anjinho, Gianna”, escreveu a Vanessa. “Palavras não conseguem expressar o quanto eu te amo e sinto sua falta, mamacita. A mamãe te ama muito!”

    Mano, seis anos já. Seis anos desde aquele acidente de helicóptero que levou a Gigi, o Kobe e mais sete pessoas. Eles estavam indo pra Mamba Sports Academy, onde o Mamba ia treinar o time da filha. Uma tragédia que ainda dói demais na gente que acompanha a NBA.

    A família do basquete se une

    O que mais me chamou atenção foi ver como a galera reagiu ao post. LeBron James — que tinha uma relação especial com o Kobe — deixou emojis de coração. A Sabrina Ionescu, que é praticamente a versão feminina do Mamba na WNBA, também mostrou carinho.

    E não foram só os jogadores não. Olivia Munn, Ciara, Kelly Rowland… todo mundo se mobilizou pra mostrar apoio pra Vanessa. É impressionante como o legado do Kobe e da Gigi ainda une as pessoas, sabe?

    Memória eterna

    Vocês lembram da estátua que inauguraram em 2024 lá no Crypto.com Arena? Kobe e Gianna juntos, eternizados. Toda vez que eu vejo aquela imagem, bate uma nostalgia absurda. A Gigi tinha tudo pra ser monstruosa no basquete feminino — o pai sempre dizia que ela era ainda mais obcecada pelo jogo que ele.

    Sinceramente, é difícil imaginar como seria o mundo do basquete hoje se eles ainda estivessem aqui. A Gigi estaria terminando a faculdade, quem sabe já dominando a WNBA. E o Kobe? Provavelmente seria o técnico mais respeitado do basquete feminino.

    O que vocês acham — será que a Gianna teria sido a GOAT do basquete feminino? Eu não tenho dúvida nenhuma. Mamba Mentality era questão de DNA naquela família.

  • Boosie vira meme após ser ‘atropelado’ por Brunson nos playoffs

    Boosie vira meme após ser ‘atropelado’ por Brunson nos playoffs

    Cara, só nos playoffs da NBA mesmo pra rolar uma situação dessas. O rapper Boosie, que é fã roxo do Hawks, estava na primeira fila assistindo o time dele tomar uma surra histórica do Knicks quando… BOOM! Jalen Brunson literalmente passou por cima dele tentando salvar uma bola.

    E o melhor de tudo? O Boosie não perdeu tempo e já transformou a parada em rap!

    O “atropelo” que virou hit

    “Jalen Brunson passou por cima de mim, foi uma colisão real”, cantou o rapper no vídeo que bombou nas redes sociais. O cara literalmente improvisou uma música sobre ter sido derrubado pelo armador dos Knicks. Genial ou patético? Eu voto em genial.

    A situação foi hilária: Brunson mergulhou atrás da bola quando o Knicks já estava massacrando por 83-34 (sim, vocês leram certo), colidiu com o Boosie e ainda brincou de WWE com o cara, puxando ele pro chão antes de sair correndo. O rapper entrou na brincadeira, segurando o joelho no chão como se tivesse levado uma falta dura.

    Knicks fazem história com goleada

    Mas vamos falar sério: o que realmente importou foi a atuação monstruosa dos Knicks. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! A maior vitória da história da franquia nos playoffs, cara. Os Hawks simplesmente derreteram.

    OG Anunoby liderou a artilharia com 29 pontos, enquanto Karl-Anthony Towns cravou seu segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Brunson, o “algoz” do Boosie, contribuiu com 17 pontos numa noite em que nem precisou forçar muito.

    Quando o show é fora de quadra

    O engraçado é que depois da confusão, Brunson voltou pra verificar se o Boosie estava bem e os dois deram risada da situação. O rapper até aproveitou pra fazer um pedido no Instagram: “EU QUERO UM ASSENTO NA PRIMEIRA FILA NO GARDEN… NUNCA FUI NO MADISON SQUARE GARDEN”.

    Sinceramente? Depois dessa performance cômica, o cara merece um ingresso. E quem sabe não rola uma nova música se ele for assistir um jogo em Nova York? “Brunson me convidou pro Garden” já tá praticamente pronto!

    É isso que eu amo na NBA — às vezes o entretenimento fora das quatro linhas é tão bom quanto o jogo em si. E vocês, acham que o Knicks vai mesmo dar um ingresso pro Boosie?

  • Ishbia derruba rumores: ‘Booker não vai ser trocado nunca’

    Ishbia derruba rumores: ‘Booker não vai ser trocado nunca’

    Cara, o Mat Ishbia foi direto ao ponto ontem. Na coletiva de imprensa do Phoenix Suns, o dono simplesmente metralhou qualquer especulação sobre uma possível troca do Devin Booker. E quando digo metralhou, é porque ele repetiu o nome do cara umas cinco vezes numa resposta só — parecia até estratégia de SEO, não vou mentir.

    “Devin Booker é nosso jogador franquia. Eu amo o Devin Booker. Devin Booker ama estar aqui”, disse Ishbia, praticamente gritando pros jornalistas que parem de inventar moda. E olha, depois da temporada que eles tiveram — sendo eliminados mas superando todas as expectativas — fez sentido ele querer deixar as coisas bem claras.

    O Suns surpreendeu todo mundo (inclusive eu)

    Vamos ser honestos aqui: quem apostava alguma coisa no Phoenix depois que eles trocaram um dos maiores cestinhas da história? Eu certamente não. As expectativas estavam lá embaixo, e o Ishbia sabe disso. Por isso ele tava todo orgulhoso na coletiva, e com razão.

    “Isso é só o começo”, foi a frase que mais ouvi do cara. E sinceramente? Começando a acreditar. Mesmo com a eliminação meio amarga (levaram uma varredinha), o time mostrou evolução clara ao longo dos playoffs contra o Thunder. Perderam o primeiro jogo feio, mas foram melhorando a cada partida.

    Gregory tá confiante no trio Booker-Brooks-Green

    O GM Brian Gregory também subiu no palco pra defender o trabalho da temporada. Primeira temporada dele no cargo e o cara tá falando que “superaram todas as situações” que enfrentaram. Meio ousado, mas considerando de onde vieram, até que faz sentido.

    A pergunta que não quer calar é se o trio Booker, Dillon Brooks e Jalen Green realmente funciona junto. Gregory disse que tem “100% de certeza” que conseguem equilibrar melhor as coisas na próxima temporada. Eu tenho minhas dúvidas, especialmente com o Green — o encaixe dele no sistema ainda tá meio forçado, na minha opinião.

    Mas vai saber, né? Se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que química de time às vezes demora pra aparecer. E com mais uma offseason pra trabalhar, quem sabe eles não conseguem fazer essa combinação dar certo?

    O que vocês acham? O Suns tá no caminho certo ou ainda tem peça que não encaixa nesse quebra-cabeça?

  • NBA multa Robinson em $50 mil após treta épica no playoff

    NBA multa Robinson em $50 mil após treta épica no playoff

    Irmão, que confusão foi aquela no Jogo 6 entre Knicks e Hawks! Mitchell Robinson dos Knicks levou uma multa de $50 mil, enquanto Dyson Daniels dos Hawks pagou $25 mil pela briga que rolou na quinta-feira. E olha, não foi só qualquer tretinha não — foi daquelas que você lembra por anos.

    A coisa toda começou no segundo quarto, depois de um lance livre. Robinson e Daniels se enroscaram e — pow! — a briga se espalhou que nem rastilho de pólvora. Os dois times se meteram, a confusão foi parar na arquibancada… aquele caos total que a gente adora ver (admite que você pausou o stream pra ver de novo).

    Por que Robinson pagou mais caro?

    A NBA deixou claro: Robinson levou multa maior por causa de um post “inapropriado” no Instagram depois do jogo. A liga não especificou qual, mas pelo jeito ele repostou um vídeo bem salgado nos stories. Cara, você ganha milhões, toma uma expulsão feia e ainda vai zoar nas redes sociais? Às vezes o emocional fala mais alto mesmo.

    Daniels ficou só nos $25 mil — praticamente um desconto de Black Friday comparado ao que o Robinson pagou. Sinceramente, acho que ele se deu bem.

    O massacre histórico dos Knicks

    Mas vamos falar do que realmente importou: os Knicks DESTRUÍRAM os Hawks. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Chegaram a abrir 61 pontos de vantagem numa partida de playoff. É o tipo de coisa que você conta pros netos.

    No intervalo já eram 47 pontos de diferença — a maior da história dos playoffs da NBA. Os Hawks devem estar até hoje tentando entender o que aconteceu naquela quadra. Foi uma surra tão grande que até quem torceu pro Hawks teve que aplaudir de pé.

    E aí, vocês acham que essa multa vai fazer o Robinson pensar duas vezes antes de postar nos stories? Porque pelo jeito ele preferiu pagar os 50 mil e manter a zoeira no ar. Tem jogador que nasceu pra polêmica mesmo.

    Esses playoffs estão chegarados de multas — Jokić e Randle também levaram punição na semana passada, além de Luke Kennard e Marcus Smart por discutir com os árbitros. A liga tá de olho em tudo, galera. Melhor maneirar na empolgação.

  • Alarme falso interrompe coletiva do Magic — bad omen pro jogo 6?

    Alarme falso interrompe coletiva do Magic — bad omen pro jogo 6?

    Olha só que parada bizarra aconteceu ontem no Kia Center! O técnico do Orlando Magic, Jamahl Mosley, tava dando sua coletiva de imprensa antes do jogo 6 contra o Detroit Pistons quando… BIP BIP BIP! O alarme de incêndio da arena começou a disparar bem na hora que perguntaram sobre o Franz Wagner jogar um possível jogo 7.

    “Esse não é um bom sinal”, disse o Mosley — e olha, eu concordo com ele!

    Mano, imagina a cena: o cara tá lá explicando se o Wagner vai conseguir voltar da lesão, falando sobre tratamento e tal, quando do nada aquela voz robótica começa a dar instruções de evacuação. Tipo filme de terror mesmo.

    Quando até o prédio não quer papo de jogo 7

    Sinceramente, se eu fosse supersticioso (e quem não é no basquete?), ficaria preocupado. O alarme tocou EXATAMENTE quando falaram de um possível jogo 7. Será que até o Kia Center tá torcendo pro Magic fechar a série em casa?

    O mais engraçado é que o Mosley tentou continuar respondendo normalmente, como se nada tivesse acontecendo. Profissional demais esse cara. Mas quando o alarme voltou uns segundos depois, ele decidiu que era hora de vazar: “Tá bom pessoal, obrigado e tchau!”

    Plot twist: era alarme falso

    Claro que depois descobriram que foi alarme falso. E o J.B. Bickerstaff, técnico do Detroit, deu sua coletiva uns 10 minutos depois sem problema nenhum. Coincidência? Eu acho que não…

    O Magic tava liderando a série por 3-2 entrando no jogo 6. E aí, vocês acham que o alarme foi um sinal dos céus ou só azar mesmo? Eu tô rindo, mas se fosse meu time ficaria meio paranóico não vou mentir.

    Uma coisa é certa: essa vai ser mais uma daquelas histórias malucas que só acontecem na NBA. Pelo menos agora o Mosley tem uma desculpa perfeita se alguém reclamar que ele fugiu das perguntas difíceis!

  • Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Olha, eu sempre fico animado quando vejo jogadores universitários conseguindo essas chances de mostrar serviço para a NBA. E dessa vez são três caras de Gonzaga que estão no radar: Graham Ike, Isiah Harwell e Jack Kayil.

    O interessante é que cada um deles está em situações bem diferentes. Ike e Harwell foram convidados pro G-League Combine (que rola de 8 a 10 de maio em Chicago), enquanto Jack Kayil já foi direto pro NBA Combine — que é o evento principal, de 10 a 17 de maio.

    A estratégia do G-League Combine

    Sinceramente, eu acho essa divisão super inteligente da NBA. O G-League Combine virou tipo uma “peneira” — quem se destaca lá ganha o direito de participar do evento principal. Foi exatamente isso que aconteceu com Ryan Nembhard ano passado, que hoje está no Dallas Mavericks.

    Graham Ike é um cara que eu acompanho há um tempo. Forward sólido, joga duro no garrafão e tem um arremesso decente de média distância. Já o Harwell chegou como transfer de Houston e mostrou que tem potencial pra jogar nas duas posições (armador e ala). Vocês acham que eles conseguem se destacar o suficiente pra subir pro NBA Combine?

    Jack Kayil e o dilema alemão

    Agora, o caso do Kayil é mais complicado. O moleque foi convidado direto pro NBA Combine — o que já mostra que alguém lá em cima está de olho nele. Mas tem um porém: ele tem compromissos com o Alba Berlin, na Alemanha.

    Na minha opinião, isso pode até ser bom pros fãs de Gonzaga. Se ele não participar do Combine por causa dos compromissos na Europa, as chances dele ficar mais um ano na universidade aumentam bastante. E olha, pra um time como Gonzaga, ter um cara com potencial NBA no elenco não é pouca coisa.

    O prazo pra jogadores universitários desistirem do Draft vai até 27 de maio. Pros internacionais, como o Kayil, é até 13 de junho. Vai ser interessante acompanhar essas decisões.

    A temporada de Draft sempre traz essas histórias fascinantes. Desde caras lutando pra conseguir uma chance no G-League até outros que já estão no radar direto da NBA. E o bacana é que dá pra acompanhar tudo isso — o G-League Combine rola no site oficial da G-League, enquanto o NBA Combine vai passar na ESPN2.

    O Draft 2026 vai ser no Barclays Center, no Brooklyn, nos dias 23 e 24 de junho. Duas noites de sonhos se realizando e corações se partindo. Enfim, é isso que a gente ama no basquete, não é?

  • Robinson leva multa pesada após confusão com Daniels nos playoffs

    Robinson leva multa pesada após confusão com Daniels nos playoffs

    Olha só que coisa mais desnecessária. Mitchell Robinson, do New York Knicks, levou uma multa de 50 mil dólares da NBA — isso mesmo, cinquenta mil — por causa de uma briga besta com Dyson Daniels, do Atlanta Hawks, no Jogo 6 dos playoffs. Daniels também dançou, mas “só” 25 mil.

    A confusão rolou faltando 4:39 para acabar o segundo quarto na vitória avassaladora dos Knicks por 140-89 na quinta-feira. Os dois estavam brigando por posição durante um lance livre quando a coisa esquentou. Resultado? Técnica para os dois e rua.

    Robinson piorou a situação nas redes

    Agora vem a parte mais idiota da história. A liga disse que Robinson levou multa mais pesada não só pela confusão em si, mas porque o monstro ainda foi nas redes sociais depois do jogo fazer gracinha sobre o lance. Cara, você acabou de ser expulso de um jogo de playoff eliminatório — que a sua equipe ganhou de lavada, diga-se de passagem — e ainda vai provocar no Instagram? Sinceramente, não dá pra entender.

    É aquela coisa: às vezes o jogador faz uma cagada pequena e transforma numa grande. Robinson podia ter saído como herói da classificação histórica dos Knicks, mas preferiu virar manchete por motivo errado.

    Pelo menos não vai desfalcar o time

    A boa notícia pros fãs dos Knicks é que nem a multa nem a expulsão vão afetar a disponibilidade do Robinson para o Jogo 1 da semifinal da Conferência Leste. Eles vão enfrentar Boston ou Philadelphia — dependendo de quem avançar — e vão precisar de todo mundo disponível.

    Mas imagina só: 50 mil dólares jogados fora por causa de uma bobagem dessas. Dava pra comprar um Corolla zero! E tudo porque não conseguiu controlar o ego depois de uma vitória que já estava encaminhada desde o primeiro quarto.

    E aí, vocês acham que o Robinson aprendeu a lição ou vai continuar fazendo esse tipo de besteira? Porque sinceramente, com os Knicks sonhando alto nestes playoffs, é o tipo de distração que eles não precisam.

  • Sixers x Celtics no Jogo 7: a rivalidade mais insana da NBA

    Sixers x Celtics no Jogo 7: a rivalidade mais insana da NBA

    Cara, quando eu vi que Philadelphia e Boston iam decidir tudo num Jogo 7 no domingo, não pude deixar de sorrir. Não existe rivalidade mais maluca que essa na NBA — e os números provam isso.

    Esses dois times já se enfrentaram em OITO Jogos 7 ao longo da história. Oito! E agora vem o nono. Sinceramente, parece que o destino sempre conspira pra esses caras se encontrarem no momento mais tenso possível.

    O mais louco? Boston lidera por 6-2 nesses confrontos decisivos. Mas olha só que estatística bizarra: os Celtics têm o RECORDE de vitórias em Jogos 7 na história da NBA (27), enquanto os Sixers… bem, eles têm o recorde de derrotas (12). Meio cruel, né?

    1965: O roubo mais famoso da história

    Teve um lance em 1965 que até hoje os torcedores do Celtics ficam arrepiados só de lembrar. Boston ganhando por um ponto, cinco segundos no relógio, Philadelphia com a posse. Aí o John Havlicek — monstro — intercepta o passe e o locutor quebra tudo gritando: “Havlicek roubou a bola! Havlicek roubou a bola!”

    E o Wilt Chamberlain? O cara fez 30 pontos e 32 rebotes na DERROTA. Imagina a frustração.

    1981: Bird começando a lenda

    Aqui é onde a coisa fica interessante pra nós que acompanhamos essa rivalidade. Philadelphia estava ganhando por 3-1 na série — praticamente com um pé na final. Mas os Celtics não desistiram nunca.

    Larry Bird simplesmente resolveu virar protagonista de filme. No Jogo 7, 23 pontos, 11 rebotes, 5 assistências e a cesta da vitória. Boston ganhou por 91-90 e foi campeão naquele ano. Que jogador era esse Bird, meu Deus.

    A única vez que deu certo pros Sixers

    Em 1982, finalmente os Sixers conseguiram a revanche. Mesma situação: perdendo por 3-1, forçaram o Jogo 7. Só que dessa vez, jogando em Boston — no famoso Boston Garden —, Philadelphia destruiu.

    Andrew Toney meteu 34 pontos e 6 assistências, Dr. J adicionou mais 29. Foi a ÚNICA vez na história que Philadelphia ganhou um Jogo 7 fora de casa contra Boston. A única!

    Vocês acham que domingo pode ser a segunda? Porque olha, depois de décadas acompanhando essa rivalidade, eu aprendi uma coisa: quando esses dois se encontram num Jogo 7, prepare o coração. Vai ser guerra até o último segundo.

    E o mais engraçado é que não importa como chegaram até ali — se foi uma temporada dominante ou uma classificação apertada. No Jogo 7, tudo vira pó. É mano a mano, raça pura. Por isso que essa é a rivalidade mais insana da NBA.

  • Knicks mostraram versatilidade monstruosa contra Hawks – e isso pode ser a chave

    Knicks mostraram versatilidade monstruosa contra Hawks – e isso pode ser a chave

    Cara, depois daquela derrota dolorosa no Jogo 3 em Atlanta que deixou o New York em desvantagem por 2-1, muita gente pensou “pronto, era isso mesmo que esperávamos desse time”. Zero química, ataque perdido, defesa furada. Sabe como é, né?

    Mas aí veio a reviravolta mais absurda que eu já vi nos playoffs. Os Knicks destruíram os Hawks nos três jogos seguintes — ganharam por 16, 29 e incríveis 51 pontos para fechar a série. Cinquenta e um! Eu ainda não acredito nessa diferença.

    O que mudou do nada pra tudo

    Olha, pode ser só primeira rodada contra um time jovem, mas os Knicks mostraram uma coisa que pode ser decisiva nesses playoffs: versatilidade pura. E vocês sabem como é — playoffs são sobre ajustes, sobre encontrar o que funciona contra cada adversário.

    O grande problema nos três primeiros jogos foi o ataque completamente travado. O Jalen Brunson, que normalmente é nosso maestro, tava sofrendo demais depois do primeiro quarto. E ninguém conseguia pegar as sobras dele.

    A solução? Mike Brown tirou o Brunson da bola e começou a rodar tudo pelo Karl-Anthony Towns no garrafão. Cada posse passava por ele, criando espaço pra todo mundo se movimentar. Genial.

    Isso deu oportunidades muito melhores pro Brunson e — aqui que fica interessante — abriu espaço pro OG Anunoby explodir na série. O cara aproveitou o físico dele pra dominar, porque os Knicks precisavam urgente de mais pontos com os armadores lentos.

    Towns finalmente entendeu o recado

    Sinceramente, eu achei que ia demorar mais pro Towns se encaixar nesse sistema. Durante a temporada regular ele e o Brown bateram cabeça várias vezes, tentando encontrar o timing certo.

    Mas contra os Hawks? Monstro. Triple-double, série da carreira dele, e o OG fazendo 22 pontos e 9 rebotes de média. É isso aí que a gente queria ver desde o começo da temporada.

    Brown também mexeu no banco, colocando o Jose Alvarado pra ter mais criação quando o Brunson não tava em quadra. E na defesa, tirou o Brunson de cima do CJ McCollum (que tava comendo ele vivo) e botou o Josh Hart na marcação.

    E agora? Vai funcionar contra Boston ou Philly?

    Aqui que fica a dúvida, né pessoal. Essa fórmula funcionou perfeitamente contra Atlanta, mas Boston e Philadelphia são outros quinhentos. O Towns não vai ter a mesma moleza contra o Joel Embiid, isso eu garanto.

    Se pegar o Boston, pode ser mais uma série pro Mikal Bridges brilhar — lembram do ano passado quando ele fez mais de 20 nos Jogos 4 e 6? E o OG vai ter que se virar contra alas muito mais cascudos.

    Mas olha só — e se essa versatilidade for exatamente o diferencial dos Knicks? Durante a temporada toda, a galera ficou reclamando que o time não tinha identidade fixa. Talvez essa SEJA a identidade deles: se adaptar pra ganhar de qualquer jeito necessário.

    Que vocês acham? Essa versatilidade vai ser suficiente nas próximas fases, ou eles vão precisar de algo mais sólido quando a coisa apertar de verdade?

  • 76ers fazem história contra Celtics — será que quebram a maldição?

    76ers fazem história contra Celtics — será que quebram a maldição?

    Olha, eu confesso que não esperava isso. Ninguém em Boston, ninguém na Filadélfia, e muito menos a imprensa acreditava que os Sixers iam dar trabalho pros Celtics nos playoffs. Mas aqui estamos — jogo 7 neste sábado em Boston. É surreal.

    Se você conhece alguma coisa sobre os 76ers (eu sinto muito por você), provavelmente sabe que eles são especialistas em decepcionar há décadas. Principalmente contra os Celtics. Como o próprio Joel Embiid falou há uns anos atrás: isso nem é rivalidade, é humilhação pública mesmo.

    A maldição dos números

    Os dados são brutais, cara. A última vez que a Filadélfia ganhou uma série dos Celtics foi em 1982. Mil novecentos e oitenta e dois! Reagan era presidente dos Estados Unidos. Na história TODA da franquia, eles nunca bateram Boston sem ter Wilt Chamberlain ou Dr. J no elenco. Estamos em 2026. É constrangedor demais.

    Os Sixers viraram praticamente os Washington Generals nessa história — existem só pra apanhar dos caras de verde e branco. Todo mundo pensou que ia rolar de novo, porque sempre rola. Só que dessa vez… cara, eles tão fazendo Boston suar a camisa.

    Embiid ressuscitou no momento certo

    E o mais absurdo? Joel Embiid voltou poucas semanas depois de tirar o apêndice. O maluco fez cirurgia e já tava lá mergulhando atrás da bola solta, fazendo flexão de braço comemorando double-double. Em três jogos, ele tá com média de 26 pontos, 8 rebotes e 7.3 assistências. Jogando quase 36 minutos por partida!

    Sinceramente, se tem uma coisa que o Embiid sempre quis foi jogar basquete. O problema é que ele vive machucado. Jogou só 38 partidas essa temporada e perdeu 150 jogos nos últimos três anos. A lista de contusões dele parece prontuário médico: paralisia de Bell, duas fraturas orbitais, dois meniscos rompidos, ligamento do polegar… e agora um apêndice que ficou lá em Houston.

    Mas ele tá lá, inteiro. “Tô cansado de perder pra eles”, disse depois do jogo 6. E olha, eu acredito. O cara chamou Boston de “supertime” — e não tá errado não.

    Jogando sem pressão (finalmente)

    A real é que os Sixers tão jogando com dinheiro da casa agora. Ninguém esperava nada, então qualquer coisa é lucro. Já ganharam duas em Boston — imagina o choque nas duas cidades! É irreconhecível do que a gente normalmente vê dessa franquia nos playoffs.

    Vocês acham que eles conseguem quebrar essa maldição de 44 anos? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir. Se o Embiid conseguir manter esse nível e o resto do time não travar (como sempre trava), pode rolar o impensável.

    Sábado vai ser histórico de qualquer jeito. Ou os Sixers finalmente vencem essa parada e fazem a Filadélfia explodir de alegria, ou mantêm a tradição de quebrar o coração dos fãs. Knowing them… bom, vocês sabem como é.