Autor: Leandro Amorim

  • Brown passa lenda dos Celtics mas time perde chance de fechar série

    Brown passa lenda dos Celtics mas time perde chance de fechar série

    Olha, noite de sentimentos mistos pro Jaylen Brown ontem. O cara conseguiu fazer história individual, mas viu o time desperdiçar uma chance de ouro de fechar a série contra o Philadelphia 76ers.

    Em 28 minutos de quadra, Brown anotou 18 pontos com aproveitamento ok (7/17 dos dois, 2/6 do perímetro). E foi justamente nos arremessos de três que ele fez história — com essas duas bombas convertidas, o ala passou nada menos que Paul Pierce na lista dos maiores arremessadores de três da história dos playoffs da NBA. Agora ele ocupa a 15ª posição all-time. Monstro!

    Mas a noite não sorriu pros Celtics

    Por outro lado, que oportunidade perdida, cara. Boston tinha tudo pra fechar a série fora de casa e partir pro próximo round, mas os Sixers mostraram por que casa é casa. Vitória por 106 a 93 e agora temos jogo 7 pela frente.

    A coisa começou até bem pros visitantes — liderando 23 a 20 no primeiro quarto. Mas aí o bicho pegou. Philadelphia simplesmente dominou os dois quartos seguintes, fazendo 62 a 40 nos períodos. Sinceramente, quando vi esse parcial já deu pra sentir que a coisa ia ficar feia pros Celtics.

    O que mais me chamou atenção? A diferença nos lances livres e na movimentação de bola. Os Sixers acertaram 17 de 19 tentativas da linha (absurdo!) e distribuíram 22 assistências. Já Boston converteu apenas 9 de 17 dos lances livres e teve 18 passes pra cesta. Esses detalhes fazem toda diferença em playoffs, né não?

    Tatum tentou ajudar

    Jayson Tatum fez sua parte com 17 pontos e 11 rebotes — mais um double-double do astro. Payton Pritchard colaborou com 14 pontos saindo do banco (esse cara é peça importante!), e Derrick White completou com 11 pontos mais três roubos de bola.

    Agora é jogo 7 em casa. Vocês acham que os Celtics conseguem se recuperar dessa decepção e fechar em Boston? Porque olha, desperdiçar uma chance dessas pode pesar psicologicamente. Mas se tem algo que aprendi vendo NBA é que jogo 7 em casa tem um peso diferente. Vamos ver se o Garden vai fazer a diferença.

  • Embiid faz flexões no meio do jogo e deixa Philly em delírio

    Embiid faz flexões no meio do jogo e deixa Philly em delírio

    Gente, eu vi muita coisa bizarra na NBA ao longo dos anos, mas Joel Embiid fazendo flexões no meio do Jogo 6 contra os Celtics? Isso aí foi de outro planeta mesmo.

    O cara voltou há três jogos de uma cirurgia de apendicite — TRÊS JOGOS — e já tá trollando os adversários no meio da quadra. Com os Sixers vencendo por 94-78 no quarto período, rolou aquela confusão típica de playoffs: Kelly Oubre Jr. foi pra cesta, Luka Garza fez falta e saiu cambaleando em direção aos joelhos do Embiid.

    A jogada que parou tudo

    Aí que vem o melhor. Embiid, esperto que só ele, pulou por cima do Garza pra evitar a pancada e acabou caindo de bruços no chão. Mas em vez de simplesmente se levantar, o monstro resolveu fazer QUATRO FLEXÕES ali mesmo, com a torcida do Wells Fargo Center indo à loucura total.

    Sinceramente? Só o Embiid mesmo pra ter essa sacada. O cara tá voltando de cirurgia, dominando os playoffs e ainda acha tempo pra fazer academia no meio do jogo. É muita confiança — ou muita falta do que fazer quando você tá ganhando de 16 pontos dos Celtics (risos).

    Os números da noite

    Embiid fechou com 19 pontos, 10 rebotes e 8 assistências em 34 minutos. Não foram números espetaculares, mas a eficiência dele foi crucial. Teve até passe por trás das costas pro Oubre Jr. meter uma enterrada — daquelas que quebram o psicológico do adversário.

    Quem roubou a cena mesmo foi Tyrese Maxey com 30 pontos, enquanto Paul George contribuiu com 23. Do lado de Boston, Jaylen Brown fez 18 (mas em 17 arremessos) e Tatum saiu machucado no terceiro período com dores na panturrilha esquerda.

    E aí, vocês acham que o Tatum vai estar 100% pro Jogo 7? Porque sem ele em quadra no último período, deu pra ver que Boston perdeu completamente o controle da partida. A vitória por 106-93 dos Sixers foi mais tranquila do que eu esperava.

    Agora é aguardar sábado pra ver se Philly consegue fechar essa série em casa ou se Boston vai forçar o impossível jogando fora. Uma coisa eu garanto: se o Embiid continuar nesse ritmo pós-cirurgia, os Celtics vão ter que rezar muito.

  • Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Knicks fazem massacre histórico e Mike Brown explica a conexão absurda

    Cara, eu assisti esse jogo dos Knicks contra o Hawks ontem e ainda tô processando o que aconteceu. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! E olha, Mike Brown não tá exagerando quando fala que a conexão do time dele tá ‘off the charts’ — traduzindo pro português claro: fora de série mesmo.

    “É difícil replicar, duplicar, como vocês quiserem falar”, disse o técnico dos Knicks após a classificação. “A conexão dos nossos caras agora tá fora da realidade. Quando você entra nos detalhes e se conecta assim com um grupo tão talentoso e versátil quanto esse, você tem a chance de fazer isso.”

    O massacre que entrou pra história

    Gente, vamos falar sobre os números porque eles são simplesmente absurdos. Depois de estar perdendo por 12 a 11 no início — tipo, um placar normal de basquete — os Knicks resolveram partir pra cima e fizeram uma sequência de 61 a 10. Sessenta e um a dez, mano!

    No intervalo já era 83 a 36, quebrou o recorde da NBA de maior vantagem no primeiro tempo dos playoffs. O recorde anterior era do Sixers em 2017, com 41 pontos de diferença. Os Knicks foram lá e fizeram 47.

    E não foi sorte não. O time acertou 59% dos arremessos, cravou 13 bolas de três e distribuiu 33 assistências com apenas 9 erros de ataque. Quinze jogadores entraram em quadra porque o jogo virou passeio — seis caras do banco chegaram aos dois dígitos.

    Anunoby e Bridges viraram monstros

    OG Anunoby foi o cestinha com 29 pontos, acertando 11 de 14 arremessos. Mas olha só que eficiência absurda: Mikal Bridges fez 24 pontos convertendo 12 de 14 tentativas. Doze de quatorze! É o tipo de aproveitamento que você vê no 2K no modo fácil.

    Brunson e Karl-Anthony Towns começaram bem, mas o jogo acabou antes do intervalo mesmo. Passaram o segundo tempo curtindo da lateral, merecido demais.

    Sinceramente, eu não esperava uma surra dessas proporções. Os Hawks são um time decente, mas os Knicks simplesmente decidiram jogar basquete perfeito por 48 minutos. Agora vão encarar o vencedor de Sixers e Celtics — Philly ganhou o jogo 6 ontem também, então vai ter jogo 7 em Boston.

    E aí, vocês acham que essa conexão que o Mike Brown falou vai sustentar contra times mais cascudos? Porque se for assim, os Knicks podem ir longe mesmo nestes playoffs.

  • Moussa Diabate ganha prêmio mais subestimado da NBA

    Moussa Diabate ganha prêmio mais subestimado da NBA

    Gente, vou começar falando uma coisa: o Moussa Diabate ganhar o NBA Hustle Award foi uma das coisas mais justas que aconteceu na temporada. Sinceramente, esse prêmio é um dos mais importantes da liga — reconhece aquele cara que faz o trabalho sujo, que não aparece no SportsCenter mas que ganha jogos.

    O pivô do Charlotte Hornets levou o prêmio de 2025-26, e olha só que timing perfeito: a partir do momento que ele virou titular titular de verdade (23 de dezembro), os Hornets simplesmente viraram outro time. Coincidência? Eu acho que não.

    A virada que ninguém esperava

    Os números falam por si só, e são absurdos. Charlotte estava 9-20 até 22 de dezembro — ou seja, praticamente morto na temporada. Aí o Diabate assume a titularidade e… BAM! 35-18 no restante da temporada. Sexta melhor campanha da liga nesse período!

    É aquele tipo de impacto que só quem acompanha basquete de verdade entende. O cara não vai fazer 25 pontos por jogo, mas vai pegar todos os rebotes ofensivos, vai fazer as cortinas que abrem espaço pro LaMelo Ball, vai disputar toda bola dividida. É o tipo de jogador que todo técnico ama e que faz a diferença real.

    Os números do trabalho sujo

    O prêmio é calculado através de uma fórmula que mede deflexões, bolas recuperadas, faltas ofensivas sofridas, assistências em cortina, arremessos contestados e rebotes disputados. Entre 124 jogadores elegíveis, Diabate foi o PRIMEIRO em rebotes ofensivos por minuto e quarto em assistências de cortina.

    Na quarta temporada dele na NBA, os números pessoais também foram de outro mundo: 7.9 pontos com 63.1% de aproveitamento (monstro!), 8.7 rebotes, 1.9 assistências, 1.0 toco e 0.8 roubo de bola em 26 minutos. E olha que dado louco: ele fez 20 double-doubles — quase o triplo de toda sua carreira anterior.

    O top-5 ainda teve Dyson Daniels, Draymond Green, Cedric Coward e Josh Hart. Uma companhia e tanto, né?

    Vocês acham que esse tipo de prêmio deveria ter mais destaque na mídia? Porque na minha opinião, esses caras que fazem o trabalho sujo merecem muito mais reconhecimento do que recebem.

  • Lakers mudam time da G League pra Palm Desert – que jogada é essa?

    Lakers mudam time da G League pra Palm Desert – que jogada é essa?

    Olha só que novidade: os Lakers resolveram dar uma mexida no time da G League deles. O South Bay Lakers vai virar Coachella Valley Lakers e se mudar pra região de Palm Springs, jogando na Acrisure Arena em Palm Desert a partir da temporada 2026-27.

    Sinceramente? Achei meio aleatório no começo, mas pensando melhor faz sentido. Os caras já vinham jogando uns amistosos de pré-temporada por lá desde 2023, então não é como se fosse terra completamente estranha.

    Por que Palm Desert?

    O presidente de operações dos Lakers, Lon Rosen, disse que é uma “oportunidade incrível” pro time. E cara, ele meio que tem razão — a franquia já tinha história na região desde os anos 80, quando o time do Showtime fazia pré-temporada por lá. Magic, Kareem, todo mundo já pisou naquelas quadras.

    A Acrisure Arena comporta umas 11 mil pessoas e já hospeda o Coachella Valley Firebirds, time de hockey afiliado ao Seattle Kraken. Ou seja, a estrutura tá lá, moderna, abriu em dezembro de 2022.

    O que acontece com South Bay?

    Depois de nove temporadas no UCLA Health Training Center, o pessoal tá fazendo as malas. E olha, não foi uma temporada ruim pra se despedir não — terminaram 26-10, conseguiram o primeiro seed da Conferência Oeste, só perderam pros Stockton Kings na final de conferência. Nada mal.

    A história desse time da G League é meio doida mesmo. Começou como Los Angeles D-Fenders lá em 2006, jogava no Staples Center (hoje Crypto.com Arena), depois foi pro Toyota Sports Center em 2011, virou South Bay Lakers em 2017… Agora vai ser Coachella Valley Lakers. Quantas mudanças!

    E aí, vocês acham que essa mudança vai dar certo? Região de Palm Springs não é exatamente conhecida pelo basquete, mas quem sabe não rola uma surpresa? Os ingressos de temporada já tão à venda — depósito de 100 dólares, totalmente reembolsável. Pelo menos não tão pegando o dinheiro e correndo, né?

  • Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Thunder destruiu os Suns e salvou os Warriors de um vexame épico

    Cara, o Thunder acabou de varrer os Suns dos playoffs como quem varre migalha da mesa, e em algum lugar na Califórnia, os torcedores dos Warriors suspiraram aliviados pela primeira vez desde abril.

    Pensa só no que quase rolou. Os Warriors se arrastaram por uma temporada de 37-45 vitórias cheia de lesões, conseguiram chegar no play-in e perderam pra esses mesmos Suns por 15 pontos. O Jalen Green meteu 36 pontos sem nem suar enquanto o Steph passou a noite toda correndo atrás do arremesso e nunca encontrou. Phoenix foi o carrasco. E o carrasco acabou de ser executado.

    Pelo melhor time da liga.

    SGA mostrou quem manda

    O Thunder não só ganhou dos Suns na primeira rodada — eles humilharam, varreram limpo, e fizeram isso com uma tranquilidade que deixa qualquer outro elenco se sentindo constrangido olhando pro próprio espelho. Oklahoma City ganhou 20 dos últimos 27 jogos de playoff por uma diferença combinada de +261 pontos. Esse é o nível dos Warriors de 2017-2018, dos Lakers do Magic e dos Cavs do LeBron. É nessa conversa que o Shai Gilgeous-Alexander tá agora.

    Na minha visão, essa máquina do Thunder é exatamente onde os Warriors teriam se estatelado de cara.

    E olha, eu sei que milagres acontecem. O “We Believe” foi real, Baron Davis sobre o Dallas foi documentado e ainda vive na memória de qualquer fã da NBA. Oitavas cabeças podem ganhar série da primeira rodada. A arquitetura de uma série de sete jogos sempre deixa espaço pro caos.

    Mas esses Warriors não são aqueles de 2007

    Esse elenco de Golden State em 2026 não é a turma de 2007. Baron Davis tinha juventude, raiva e um adversário que não viu eles chegando. Esta versão dos Warriors tinha um Steph machucado, sem Moses Moody, sem Jimmy Butler, e um monte de jogador ainda tentando descobrir quem é quando a pressão aperta.

    Sinceramente? Enfrentar o OKC na primeira rodada não seria um milagre esperando pra acontecer. Seria caixão fechado.

    A filosofia dessa franquia sempre foi sobre saber quando você tá construído pra competir e quando tá só pra sobreviver. Esta foi uma temporada de sobrevivência. Todas aquelas lesões garantiram que os Warriors sempre estiveram jogando pela offseason, pelas decisões de elenco que viriam, pelo que vem depois.

    Ser eliminado no play-in dói. Mas ser varrido pelo Thunder na primeira rodada, na frente de uma audiência nacional dos playoffs? Isso doeria diferente — o tipo de dor que deixa marca na percepção entrando numa offseason decisiva.

    E aí, vocês acham que os Warriors aguentariam a pressão contra esse Thunder monstro? Dub Nation não precisou descobrir. Os Suns levaram essa pela equipe. Quietinhos. Piedosamente. Em quatro jogos.

    Obrigado, Phoenix — vocês se sacrificaram pelo bem maior!

  • Reaves volta com arrepios e salva os Lakers no playoffs

    Reaves volta com arrepios e salva os Lakers no playoffs

    Cara, que volta foi essa do Austin Reaves! O cara ficou quatro semanas fora com uma lesão no oblíquo — daquelas chatas que demoram pra curar — e voltou justamente no Game 5 contra o Houston. E não voltou qualquer jeito não, voltou jogando pra caramba.

    “Quando eu entrei em quadra hoje à noite, pela primeira vez em muito tempo, senti aqueles arrepios com a atmosfera, a torcida”, disse o Reaves depois da partida. Olha, eu entendo perfeitamente o sentimento dele. Ficar longe do que você ama por um mês e depois ser jogado direto no fogo dos playoffs? Deve ser uma mistura de nervosismo e adrenalina absurda.

    O retorno que ninguém esperava

    Sinceramente, ninguém esperava que ele voltasse tão cedo. Lesão de oblíquo grau 2 normalmente demora de 4 a 6 semanas pra curar, e o Reaves voltou antes do prazo. Os Lakers nem contavam com ele na primeira rodada dos playoffs, mas o moleque se matou de treinar e fazer tratamento por Los Angeles inteira.

    “Foi uma luta”, admitiu o próprio jogador. “Eu corri por toda Los Angeles fazendo tudo que era possível pra voltar pra esse momento.” E funcionou. O cara entrou, acertou arremessos, sofreu faltas e trouxe aquela energia de cachorro raivoso que faz toda a diferença nos playoffs.

    Quando o amor pelo jogo fala mais alto

    O que mais me impressiona no Reaves não são só os números — é a paixão mesmo. “Eu amo jogar basquete. É meu lugar feliz”, disse ele. Cara, isso é coisa de quem realmente nasceu pra isso. Lembra do Huertas falando que a quadra era sua casa? Mesma energia.

    Infelizmente os Lakers perderam o Game 5 mesmo com a volta do Reaves, mas agora eles têm uma arma a mais pro Game 6. E olha, se eles conseguirem eliminar esses Rockets teimosos, vai ser muito por causa dessa volta heroica.

    Vocês acham que o Reaves consegue manter esse nível no jogo decisivo? Eu acho que sim. O cara que se mata pra voltar antes do tempo e ainda joga bem no primeiro jogo de volta tem mentalidade de campeão.

  • Lakers mudando de cidade? Calma, é só o time da G-League mesmo

    Lakers mudando de cidade? Calma, é só o time da G-League mesmo

    Olha, quase que eu tenho um infarto quando vi a manchete “Lakers estão se mudando”. Por um segundo pensei: será que a franquia mais icônica da NBA tá deixando Los Angeles? Respira fundo. É “só” o time da G-League deles mesmo.

    Os Lakers anunciaram que o South Bay Lakers — o time afiliado na liga de desenvolvimento — vai sair de El Segundo e se mudar pra região de Palm Springs. E não é só mudança de endereço não: agora vão se chamar Coachella Valley Lakers. Bonitinho, né?

    Nova casa, novo nome

    A partir da temporada 2026-27, eles vão jogar na Acrisure Arena, em Palm Desert. É uma arena de 11 mil lugares que normalmente recebe shows e jogos de hockey — inclusive é a casa do time afiliado do Seattle Kraken no hockey.

    “Tenho um relacionamento de longa data com Jerry e Jeanie Buss”, disse Irving Azoff, um dos caras por trás da arena. Cara, imagina ter essa intimidade com a família Buss? Deve ser o sonho de qualquer fã dos Lakers.

    E olha que não é novidade total: os Lakers já fizeram uns jogos de pré-temporada lá em 2024, contra Timberwolves e Suns. Testaram as águas e gostaram.

    Por que essa mudança faz sentido

    Sinceramente, eu acho essa jogada inteligente pra caramba. A região de Coachella Valley não tem muita opção de esporte profissional, então os Lakers vão chegar como reis da cocada preta. E ainda tem toda essa história dos Lakers com a região — o time dos anos 80 (aquele Showtime absurdo) fazia treinos por lá.

    Lon Rosen, presidente de operações dos Lakers, disse que é uma oportunidade incrível. E não tá mentindo não. Expandir a marca Lakers pra outras regiões da Califórnia? Genial.

    Os ingressos de temporada já tão sendo vendidos, com depósito a partir de 100 dólares. Baratinho pra padrão americano, na moral.

    A máquina de fazer jogadores continua funcionando

    E vocês sabem o que mais me impressiona? A capacidade desse programa da G-League dos Lakers de revelar talento. Em 20 anos, foram 60 promoções pra NBA com 38 jogadores diferentes. Isso é trabalho de formiguinha bem feito.

    Austin Reaves, que hoje é peça-chave dos Lakers? Veio de lá. Alex Caruso, aquele defensive player monstro que todo mundo ama? Também. Brandon Ingram, que hoje é All-Star no Pelicans? Idem. Josh Hart, Lonzo Ball, Kyle Kuzma… a lista não para.

    E mais recentemente? Bronny James Jr. passou por lá (obviamente), junto com Dalton Knecht e outros jovens promissores. Na última temporada, aliás, eles foram o primeiro lugar da Conferência Oeste com 26-10. Nada mal, né?

    Vocês acham que essa mudança vai ajudar ainda mais no desenvolvimento dos jogadores? Eu tenho a sensação de que jogar numa arena menor, mais íntima, pode ser bom pra alguns garotos ganharem confiança antes do salto pra NBA.

  • Maxey destruiu Boston: Sixers forçam Jogo 7 com show de 30 pontos

    Maxey destruiu Boston: Sixers forçam Jogo 7 com show de 30 pontos

    Cara, o que o Tyrese Maxey fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. O garoto meteu 30 pontos no Boston Celtics e praticamente carregou o Philadelphia 76ers nas costas para forçar um Jogo 7 na primeira rodada dos playoffs. 106 a 93 para os Sixers, e agora é tudo ou nada em Boston no sábado.

    Sinceramente, eu não esperava ver o Maxey tão dominante assim. 21 pontos só no primeiro tempo! O moleque tava com o dedo quente e não perdoava — 3 de 5 do perímetro. E o Paul George? Apareceu na hora certa com 23 pontos, sendo 10 no terceiro quarto que decidiu o jogo.

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Foi no terceiro período que os Sixers realmente mostraram por que ainda estão vivos nessa série. Olha só: 24 a 14 no placar parcial, saindo de uma vantagem apertada para abrir 82 a 63. Duas enterradas seguidas do VJ Edgecombe e do Kelly Oubre Jr. botaram o Xfinity Mobile Arena abaixo.

    E o George? Monstro. Acertou uma bomba de três que esticou pra 74 a 57, e ali você via que o Boston tava sem resposta. O cara fez 5 de 8 do perímetro na noite — números de gente que tá confiante no próprio arremesso.

    Joel Embiid quase fez um triple-double (19 pontos, 10 rebotes, 8 assistências), provando que tá jogando de forma mais coletiva. Já vi o cara forçar muito mais em situações parecidas.

    Boston perdeu o Tatum no pior momento

    Aqui que a coisa ficou complicada para os Celtics. Jayson Tatum saiu do jogo no último período com desconforto na panturrilha esquerda. Lembram que ele rompeu o tendão de Aquiles direito nas finais da Conferência Leste ano passado? Pois é, qualquer problema muscular com esse cara vira motivo de preocupação.

    Com 17 pontos e 11 rebotes antes de sair, o Tatum tava até que conseguindo produzir. Mas com a diferença grande no placar, não fazia sentido forçar a barra. Jaylen Brown tentou carregar o time com 18 pontos, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que o Tatum vai conseguir jogar no Jogo 7? Porque sem ele, fica muito difícil para Boston em casa.

    O Payton Pritchard saiu do banco para fazer 14 pontos — sempre aparece esse cara quando o Celtics precisa. Mas o time como um todo errou muito de três: apenas 12 de 41 tentativas. Não dá para ganhar jogo de playoff errando tanto assim.

    Agora é aquela pressão toda em cima dos dois times. Jogo 7 em Boston, sábado à noite. Quem não aguenta a pressão, volta pra casa assistindo os playoffs pela TV. E pelo jeito que o Maxey tá jogando, os Sixers acreditam que podem causar o maior upset da primeira rodada.

  • Maxey mete 30 e força jogo 7 contra os Celtics

    Maxey mete 30 e força jogo 7 contra os Celtics

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem à noite. O Tyrese Maxey simplesmente resolveu virar super-herói no momento mais importante da temporada do Philadelphia 76ers. 30 pontos para forçar um jogo 7 contra os Boston Celtics? Absurdo demais!

    E olha que começou tudo torto para os Sixers nessa série — tomaram duas surras de 32 pontos! Duas! Mas aí o Joel Embiid voltou mais cedo que o esperado de uma cirurgia de apendicite (imagina a dor que esse cara estava sentindo) e mudou tudo. Na minha visão, foi o ponto de virada da série toda.

    Paul George acordou no momento certo

    Vocês lembram do Paul George? Pois é, eu também tinha esquecido um pouco dele. O cara de 35 anos, que levou uma suspensão de 25 jogos por reprovar no exame antidoping (que situação bizarra, né?), decidiu mostrar porque o Philadelphia pagou 212 milhões de dólares por ele em 2024.

    23 pontos e cinco cestas de três — todas estendendo a vantagem. E a jogada da noite? Uma assistência por trás das costas pro VJ Edgecombe que terminou com uma enterrada monstruosa. O ginásio veio abaixo! Depois que o Kelly Oubre Jr. fez um toco no Jaylen Brown, o Maxey pegou a sobra, tocou pro George e… magia pura. 69-54 no placar.

    Celtics sentiram o golpe

    Sinceramente? Eu esperava os Celtics reagirem. Time experiente, acostumado com pressão. Mas não rolou. O Jaylen Brown ficou limitado com três faltas no primeiro tempo e fez só 18 pontos. O Jayson Tatum machucou a panturrilha no terceiro período e saiu de quadra — 17 pontos apenas.

    Os caras ficaram mais de quatro minutos sem pontuar no fim do terceiro quarto. Quatro minutos! Numa série de playoffs da NBA, isso é uma eternidade. Os Sixers abriram 82-63 e não olharam mais para trás.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem completar essa virada histórica no TD Garden? Jogo 7 em Boston é sempre especial, mas depois dessa performance… quem sabe, né? O Embiid com 19 pontos ainda se recuperando da cirurgia, o Maxey voando e o Paul George lembrando que ainda sabe jogar basquete.

    Uma coisa eu garanto: não vou perder esse jogo 7 nem amarrado. Vai ser épico!