Autor: Leandro Amorim

  • Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso dos Hawks. Durante sete temporadas inteiras, Atlanta foi refém do estilo do Trae Young — e não me entendam mal, o cara é craque, mas limitava demais o sistema. Era pick-and-roll todo santo jogo, defesa que não existia e uma movimentação de bola que deixava qualquer purista do basquete de cabelo em pé.

    Aí veio a lesão do Trae no começo da temporada e… cara, foi como se alguém tivesse aberto todas as janelas de uma casa que estava há anos fechada.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Os números não mentem: os Hawks saltaram pro 9º lugar em passes por jogo e — segurem-se na cadeira — chegaram ao top 10 defensivo da liga. DÉCIMO! Um time que nas últimas quatro temporadas com Trae ficou em 22º, 25º, 29º e 30º colocado em defesa.

    E olha que mudança de identidade: eles viraram um time de transição puro. Só os Clippers eram mais eficientes no contra-ataque, e pouquíssimos times corriam mais que Atlanta. Era lindo de ver, sinceramente.

    Tanto que quando a oportunidade apareceu, eles não pensaram duas vezes e trocaram o Young pro Washington. Foi all-in nessa nova filosofia.

    Aí chegaram os playoffs…

    E foi aí que a coisa desandou feio contra os Knicks. Mano, que vexame. No jogo 6 que encerrou a temporada, eles estavam perdendo por 47 pontos no intervalo. QUARENTA E SETE! Fizeram só 36 pontos nos primeiros 24 minutos.

    O que aconteceu? Simples: os Knicks são o tipo de time que mata qualquer tentativa de jogo rápido. Eles não perdem bola, reboteiam ofensivamente como uns monstros e ainda por cima tinham o OG Anunoby pra neutralizar qualquer tentativa de infiltração.

    O Dyson Daniels virou praticamente um fantasma — New York simplesmente não marcava ele no perímetro, forçando Atlanta a jogar 4×5 no ataque. O Jalen Johnson, na sua primeira série de playoffs como titular, não conseguiu criar nada contra o Josh Hart.

    Mas e agora? Por que ainda acredito neles

    Olha, eu sei que essa eliminação foi feia. Mas vocês sabem o que eu acho? Esse Hawks tem potencial absurdo pra crescer. Eles descobriram uma identidade própria, algo que nunca tiveram com Trae.

    O Johnson ainda é jovem e vai aprender com essa experiência. O Okongwu está evoluindo como um center moderno. E agora, com uma eliminação precoce dessas, eles vão ter uma posição boa no draft.

    CJ McCollum mostrou que ainda tem lenha pra queimar — foram 55 pontos dele nos jogos 2 e 3, destruindo o Brunson na defesa. Imaginem se eles conseguem mais uma peça ofensiva no draft ou numa troca?

    Sinceramente, prefiro um Hawks com identidade própria que perdeu feio pros Knicks do que aquele time refém do pick-and-roll eterno. Às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    E aí, o que vocês acham? Atlanta fez certo em trocar o Trae ou foi precipitação demais?

  • Knicks humilham Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Knicks humilham Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Meu amigo, eu vi muita coisa estranha na NBA, mas o que os Knicks fizeram ontem com os Hawks foi simplesmente desumano. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Uma diferença de 51 pontos que entrou pra história como uma das maiores surras dos playoffs.

    OG Anunoby foi um monstro absoluto — 29 pontos em apenas 27 minutos de quadra. O cara fez 26 pontos só no primeiro tempo, praticamente acabou com o jogo antes do intervalo. E o Karl-Anthony Towns? Segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Quando o Towns tá distribuindo bola assim, pode ter certeza que o time tá funcionando.

    Recorde atrás de recorde

    Os números são tão absurdos que eu tive que conferir três vezes. No primeiro quarto, os Knicks já estavam ganhando de 40 a 15 — a maior vantagem do primeiro período na era do relógio de 24 segundos. No intervalo, a diferença era de 47 pontos, a maior da história dos playoffs da NBA.

    Sinceramente? Quando vi que eles chegaram aos 100 pontos ainda no terceiro quarto, com mais de 8 minutos restantes, eu sabia que isso ia virar massacre histórico. Os titulares dos Knicks nem precisaram jogar o último quarto inteiro — saíram de quadra faltando quase 3 minutos pro terceiro acabar.

    Hawks simplesmente sumiram

    Do outro lado, os Hawks pareciam um time de várzea. 12 de 39 nos arremessos do primeiro tempo, 4 de 18 nas bolas de três. Quatorze turnovers só na primeira metade! O Jalen Johnson até tentou, fez 21 pontos, mas era como tentar apagar incêndio com baldinho d’água.

    A situação ficou tão tensa que rolou até briga entre Dyson Daniels e Mitchell Robinson no segundo quarto, quando os Knicks já estavam ganhando de 50 pontos. Os dois foram expulsos, mas o estrago já estava mais que feito.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo contra Boston ou Philadelphia nas semifinais do Leste? Porque depois de uma performance dessas, eu tô começando a sonhar com algo maior em Nova York…

  • Lakers podem virar chacota histórica? Houston força jogo 6!

    Lakers podem virar chacota histórica? Houston força jogo 6!

    Cara, eu tô passando mal aqui. Os Lakers estavam 3-0 na série contra o Houston e agora tão 3-2, com o jogo 6 no Texas. Vocês conseguem acreditar nisso?

    Olha, na NBA, times que abrem 3-0 têm um histórico de 159-0. ZERO derrotas. Apenas quatro equipes na história conseguiram forçar um jogo 7. E agora os Lakers estão correndo o risco de virar piada eterna.

    Houston cresceu de forma absurda

    O que mais me impressiona é como esses meninos do Houston se encontraram no meio da série. Lembra que eles estão sem o Kevin Durant praticamente a série toda? Sem o Fred VanVleet e o Steven Adams também? Mas cara, parece que isso até motivou mais o grupo.

    “Nós somos obviamente o melhor time”, disse o Jabari Smith Jr. depois do jogo 5. A confiança desses garotos tá nas alturas, e sinceramente, eu tô começando a acreditar também.

    O Alperen Sengun tá jogando um basquete lindo de se ver. 14 pontos, 9 rebotes e 8 assistências no jogo 5. O cara entendeu que não precisa forçar, só distribuir o jogo e encontrar os companheiros livres. Resultado? Todos os titulares do Houston terminaram com dois dígitos.

    Lakers parecem velhos demais

    Do outro lado, mano, que tristeza ver os Lakers assim. Nos primeiros 10 quartos da série eles pareciam ter aquele gás extra dos veteranos experientes. Marcus Smart e Luke Kennard acertando tudo, defesa pressionando…

    Mas nos últimos 10 quartos? Cara, eles parecem simplesmente velhos e lentos. Mesmo com a volta do Austin Reaves (que fez 22 pontos saindo do banco), o time não consegue sustentar o ritmo.

    O LeBron ainda tá tentando carregar esse time nas costas, mas aos 42 anos (se é que ele tem 42 mesmo, né?), até o King tem limites. E o JJ Redick tá tentando justificar dizendo que é só falta de arremesso, que perderam apenas 99-92 em casa.

    “Esperamos que 99 pontos seja suficiente para ganhar, mas simplesmente não conseguimos acertar os chutes”, disse o técnico. Mas olha, eu acho que o problema é mais profundo que isso.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar no jogo 6? Ou vamos ver uma das maiores zebras da história dos playoffs? Porque sinceramente, se eles perderem essa série, vai entrar para a história pelos motivos errados.

    Uma coisa é certa: Houston tá jogando sem pressão nenhuma, e isso é perigoso. Time jovem, em casa, com a torcida empurrando… Os Lakers que se cuidem, porque o Sexto Homem aqui tá começando a acreditar no impossível.

  • Knicks massacre Hawks por 51 pontos e avança nos playoffs

    Knicks massacre Hawks por 51 pontos e avança nos playoffs

    Gente, eu já vi muito jogo da NBA na minha vida, mas o que o New York Knicks fez com o Atlanta Hawks ontem foi simplesmente desumano. 140 a 89. CENTO E QUARENTA A OITENTA E NOVE. Uma diferença de 51 pontos num jogo de playoffs eliminatório!

    Eu tava assistindo ao vivo e no começo até pensei que os Hawks iam dar trabalho — fizeram uma corridinha de 9-0 logo no início e chegaram a abrir 4 pontos. Mas cara, foi só isso que eles conseguiram fazer a noite toda.

    OG Anunoby decidiu virar monstro

    O cara que mais me impressionou foi o OG Anunoby. Olha, eu sempre achei ele meio irregular, mas ontem o canadense simplesmente resolveu destruir tudo. 29 pontos em 11 de 14 arremessos, sendo 4 de 6 do perímetro. Ah, e ainda pegou 7 rebotes, fez 4 roubos de bola, deu 2 assistências e meteu 1 toco.

    No primeiro quarto ele já tinha 14 pontos — praticamente o mesmo que o time inteiro do Hawks (que fez 15). Isso é coisa de maluco! E o melhor: ele não forçou nada, os arremessos vieram naturalmente no sistema ofensivo do Knicks.

    Mikal Bridges acordou na hora certa

    Outro que merece destaque é o Mikal Bridges. O cara tava sumido na série, mas ontem decidiu lembrar que sabe jogar basquete. 24 pontos em 10 de 12 arremessos — eficiência absurda!

    Sinceramente, quando vi que ele começou bem no primeiro quarto eu já sabia que ia ser noite difícil pros Hawks. Quando um cara que tava mal na série de repente encontra o ritmo, é sinal de que o time adversário não tá com defesa nenhuma.

    E o Karl-Anthony Towns? Triple-double sem forçar: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências. Dez assistências de um pivô! O cara tá jogando um basquete completamente diferente nesses playoffs.

    Hawks simplesmente sumiram

    Do lado do Atlanta, cara… foi constrangedor. 36 pontos no primeiro tempo. TRINTA E SEIS! Eu já vi defesa melhor em jogo de escolinha.

    O Jalen Brunson nem precisou se matar — 17 pontos e 8 assistências controlando o ritmo. Quando você tem um massacre desses, nem precisa do seu craque principal fazer 30+ pontos.

    O mais louco é que no quarto período o Knicks já tava com o banco todo em quadra e mesmo assim continuou metendo cesta. Todo mundo entrou no livro de pontuação!

    Vocês acham que esse Knicks tem condições de incomodar lá na frente? Porque se mantiver essa intensidade defensiva e o OG Anunoby continuar jogando nesse nível, vai dar trabalho pra qualquer um. A torcida do Madison Square Garden deve ter saído de lá acreditando que é ano de título mesmo.

    Agora é esperar o próximo adversário e ver se conseguem manter esse padrão. Porque 51 pontos de diferença em playoffs é coisa que a gente não vê todo dia, não é mesmo?

  • Knicks massacram Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Knicks massacram Hawks por 51 pontos e fazem história nos playoffs

    Meu deus do céu. O que eu acabei de ver não foi basquete, foi um crime ao ar livre. Os Knicks simplesmente destruíram os Hawks por 140 a 89 no jogo 6, eliminando Atlanta com uma surra histórica que vai ficar marcada para sempre nos anais da NBA.

    E quando eu digo histórica, não é força de expressão não. Os caras estabeleceram o maior intervalo de vantagem da história dos playoffs da NBA: 83 a 36 no primeiro tempo. Quarenta e sete pontos de diferença! Eu tive que ler de novo para acreditar.

    Os números são simplesmente absurdos

    A situação ficou tão feia que os Knicks chegaram a ter 61 pontos de vantagem (101-40) no terceiro quarto. Sessenta e um pontos! Isso é a maior vantagem já registrada em qualquer jogo de playoff da NBA. Sinceramente, eu nem sabia que isso era possível em basquete profissional.

    O placar mais constrangedor? 60 a 19 no primeiro tempo. Um cara no Twitter comparou com aquela cena do Space Jam quando o placar eletrônico mostra “Meio injusto, não acham?” – e olha que não estava longe da realidade.

    Em 37.964 jogos da NBA desde 1996-97, essa foi a primeira vez que o time visitante marcou 100 pontos antes do mandante chegar aos 50. Primeira vez em quase 30 anos!

    Hawks completamente perdidos

    Atlanta simplesmente não existiu em quadra. Dez turnovers em 13 minutos de jogo – oito no primeiro quarto e mais dois logo no início do segundo. O Mouhamed Gueye teve -17 de plus/minus no primeiro tempo e ainda assim foi o MELHOR jogador dos Hawks com mais de cinco minutos. O Jonathan Kuminga teve -40 em apenas 12 minutos. Que massacre.

    O Dyson Daniels ainda foi expulso no segundo quarto depois de uma confusão com o Mitchell Robinson. Saiu com míseros 3 pontos em 1 de 4 arremessos. Pelo menos mostrou mais luta que o resto do time.

    O técnico dos Hawks tirou três titulares – Jalen Johnson, CJ McCollum e Nickeil Alexander-Walker – faltando 9:44 para o fim. Num jogo de playoff eliminatório! Imaginem a humilhação.

    Knicks implacáveis nos fechos

    O mais impressionante é que nos dois últimos jogos para fechar séries, os Knicks estabeleceram recordes de franquia para maior margem de vitória em playoffs. +38 contra Boston no ano passado, +51 contra Atlanta agora. Esse time não tem piedade quando sente o cheiro de sangue.

    Na moral, já vi muito jogo da NBA na minha vida, mas uma surra dessas em playoff é coisa rara. E vocês, já presenciaram algo parecido? Porque eu vou demorar para esquecer essa massacre histórico dos Knicks.

  • California Classic volta em julho com os rookies de 2026

    California Classic volta em julho com os rookies de 2026

    Galera, chegou a época mais gostosa do ano para quem é viciado em basquete — a Summer League tá chegando! E o California Classic, aquele torneio que sempre abre a temporada de verão da NBA, confirmou sua oitava edição para julho.

    Olha, eu sempre fico animado com essa competição porque é onde a gente vê os calouros do Draft tentando provar que merecem uma vaga no roster principal. Esse ano não vai ser diferente — os rookies de 2026 vão estar lá suando a camisa junto com jogadores de segundo ano e outros atletas que estão correndo atrás de um lugar ao sol na NBA ou na G-League.

    Duas cidades, um só objetivo

    O formato continua o mesmo que já deu certo: três dias de jogos divididos entre Sacramento e San Francisco, de 3 a 6 de julho. Sinceramente, acho genial essa ideia de usar as duas arenas — Chase Center e Golden 1 Center ficam lotados e o público californiano ama esse negócio.

    Os times confirmados são Warriors, Lakers, Heat, Spurs, Kings, Nets e Bucks. Ou seja, vai ter show garantido. E olha que clássico: no dia 5, Kings e Warriors se enfrentam em Sacramento pelo Troféu Mitch Richmond. Vocês lembram do Mitch? Que jogador era esse cara.

    Programação completa pra não perder nada

    A briga começa no dia 3 com Heat contra Spurs às 17h no Chase Center, seguido de Warriors e Lakers às 19h30. No sábado (4), a ação migra pra Sacramento com Warriors x Bucks ao meio-dia e Kings x Nets às 14h.

    O domingo (5) promete ser insano — quatro jogos no mesmo dia! Destaque para aquele Kings x Warriors às 14h que eu já mencionei. Na segunda (6), mais quatro partidas fecham o torneio, incluindo Spurs x Lakers que pode ser uma prévia interessante da temporada regular.

    Uma coisa que me incomoda um pouco: os jogos do dia 6 no Chase Center só vão passar na TV, sem público na arena. Meio estranho isso, mas enfim.

    Os ingressos já estão à venda nos sites oficiais dos times. Quem tá pensando em ir, corre atrás porque Summer League sempre lota — principalmente quando tem Lakers e Warriors no meio. E vocês, já estão marcando na agenda? Qual rookie de 2026 acham que vai roubar a cena?

  • Knicks massacram Hawks e fazem história nos playoffs da NBA

    Knicks massacram Hawks e fazem história nos playoffs da NBA

    Gente, eu tive que ver duas vezes pra acreditar no que aconteceu ontem no State Farm Arena. Os Knicks não só golearam os Hawks no jogo 6 — eles literalmente fizeram história da NBA. E olha que história absurda.

    47 pontos de vantagem no intervalo.

    Isso mesmo que vocês leram. Quarenta e sete pontos. 83 a 36 no placar quando as equipes foram pro vestiário. Eu acompanho NBA há mais de 15 anos e nunca, NUNCA vi uma coisa dessas nos playoffs.

    Recorde histórico que ninguém esperava

    Pra vocês terem noção do que isso significa: essa foi a segunda maior vantagem de intervalo da HISTÓRIA da NBA. A maior? Dallas Mavericks em 2020, mas num jogo de temporada regular. Nos playoffs? Essa dos Knicks é imbatível.

    O negócio começou violento logo no primeiro quarto. Knicks 40, Hawks 15. Quarenta a quinze, mano! Em um momento do jogo, Nova York estava numa sequência de 41-4. Quarenta e um a quatro. Eu tô falando isso devagar porque até eu tô tendo dificuldade pra processar.

    Atlanta desmoronou em casa

    O mais doloroso pra torcida de Atlanta? Isso aconteceu na casa deles. Lembrem que uma semana atrás os Hawks estavam ganhando a série por 2-1, e agora vão ver a temporada acabar dessa forma humilhante no próprio ginásio.

    Sinceramente, eu senti até pena dos caras de Atlanta ali pelo segundo quarto. Não tinha mais jogo — era só os Knicks se divertindo em quadra enquanto o Madison Square Garden (ops, State Farm Arena) virava um velório.

    E aí, vocês conseguem lembrar de alguma surra parecida nos playoffs? Porque eu não consigo. Essa vai entrar pros livros de história como uma das maiores humilhações da pós-temporada. Os Knicks não só avançaram — eles mandaram um recado pra toda a NBA.

  • As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    Cara, vocês já pararam pra pensar nas maiores zebras da loteria do Draft da NBA? Eu tava fuçando os números aqui e simplesmente não acredito em algumas dessas viradas — times que praticamente não tinham chance nenhuma e saíram com a primeira escolha geral.

    Olha, desde 1985 quando começou esse sistema e os Knicks pegaram o Patrick Ewing, já rolaram umas histórias malucas. E com a loteria de 2026 chegando aí em maio (10 de maio em Chicago, marquem na agenda), vale lembrar dessas zebradas históricas.

    As maiores surpresas de todos os tempos

    Orlando Magic em 1993 — a zebra das zebras

    Mano, 1,52% de chance. Um vírgula cinquenta e dois por cento! E os caras ganharam. Pegaram o Chris Webber com a primeira pick — que depois foi parar no Golden State numa negociação com o Penny Hardaway. Imaginem a festa em Orlando naquele dia.

    Chicago Bulls em 2008 — o destino sorriu

    Essa aqui é linda demais. Os Bulls tinham apenas 1,70% de chance, eram o nono pior time da liga. E adivinha só? Ganharam e pegaram o Derrick Rose — que era DE CHICAGO! O cara voltou pra casa, virou Rookie of the Year em 2009 e MVP em 2011. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Na minha visão, essa foi a zebra mais poética da história. Um moleque local sendo draftado pelo time da cidade dele com chances quase zero? Absurdo.

    Outras loucuras que marcaram época

    Cleveland Cavaliers em 2014

    Os Cavs também com 1,70% e ganharam. Pegaram o Andrew Wiggins, que depois virou moeda de troca pra trazer o Kevin Love. Estratégia que funcionou — eles ganharam o título em 2016.

    Dallas Mavericks em 2025

    Essa é recente, galera! 1,80% de chance e ganharam o Cooper Flagg. Imaginem só — logo depois de mandarem o Luka Dončić pros Lakers numa troca envolvendo o Anthony Davis. Flagg acabou de ser eleito Rookie of the Year de 2026. Às vezes o timing é tudo no basquete.

    E vocês sabiam que os Clippers em 2011 tinham só 2,80% de chance, ganharam, pegaram o Kyrie Irving… e trocaram ele pros Cavaliers antes mesmo do draft? Kyrie virou campeão NBA em Cleveland em 2016. Imaginem como os torcedores dos Clippers se sentiram.

    A zebra brasileira que quase foi

    Falando em surpresas, sempre fico pensando: e se um dia um time brasileiro tivesse uma pick alta dessas por algum milagre? Seria loucura total ver um Nenê ou um Varejão sendo draftados em primeiro.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e essas histórias nunca deixam de me impressionar. Às vezes é melhor ter sorte do que ser bom mesmo — pelo menos no dia da loteria! E aí, qual dessas zebras vocês acham mais impressionante?

    A loteria de 2026 tá aí. Quem será que vai surpreender dessa vez?

  • Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Os Bucks finalmente bateram o martelo. Taylor Jenkins é o novo técnico de Milwaukee, e cara… que contratação interessante. O ex-comandante dos Grizzlies chega pra tentar tirar essa franquia do buraco depois de uma temporada desastrosa de 50 derrotas.

    Olha, vou ser sincero com vocês: Jenkins não é exatamente o nome que eu esperava. O cara tem 41 anos, vem de ser demitido no meio da temporada em Memphis (com 9 jogos restantes, imagina a situação), mas também não dá pra ignorar que ele levou os Grizzlies pros playoffs três anos seguidos entre 2021-23.

    O histórico que pesa a favor

    A real é que Jenkins já conhece a casa. Ele foi assistente do Budenholzer em Milwaukee na temporada 2018-19, quando os Bucks fizeram incríveis 60-22 na temporada regular. E adivinha quem ganhou o primeiro MVP naquele ano? Exato, o Giannis. Isso pode ser um fator importante pra chemistry entre os dois.

    Antes de Memphis, Jenkins rodou por Atlanta também como assistente do Bud, então experiência ele tem. O recorde de 250-214 nos Grizzlies não é de chorar não – são números sólidos, principalmente considerando que ele pegou um time em reconstrução e transformou numa força no Oeste.

    A pressão do Giannis

    Mas vamos ao que realmente importa: essa contratação consegue convencer o Greek Freak a ficar? Porque o elefante na sala tem 2,11m e pode virar agente livre depois da próxima temporada se não assinar a extensão de 4 anos e US$ 275 milhões em outubro.

    Giannis já deixou claro que vai “sentar com a família” pra decidir o futuro. Sinceramente? Se eu fosse ele, também estaria pensando duas vezes depois de ver o time fazer apenas 32 vitórias e quebrar uma sequência de nove playoffs consecutivos.

    Jenkins tem tudo pra dar certo – é jovem, conhece a organização, tem experiência com estrelas (Ja Morant que o diga), e os próprios donos elogiaram sua “atenção aos detalhes” e “habilidades de comunicação”. Mas também pode dar muito errado se não conseguir recuperar o time rapidamente.

    E aí pessoal, acham que foi uma boa? Ou os Bucks erraram a mão de novo? A coletiva dele é na quarta-feira no Museu de Arte de Milwaukee – pelo menos vão fazer bonito na apresentação.

  • Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Mano, que massacre foi esse dos Knicks ontem à noite? 72 a 22 no primeiro tempo. Setenta e dois a vinte e dois! Eu tive que ler duas vezes porque pensei que tinha algum erro no placar.

    E como se não bastasse essa humilhação histórica, ainda rolou briga entre Mitchell Robinson (Knicks) e Dyson Daniels (Hawks). Os caras se agarraram depois de uma falta boba na disputa de rebote, e olha que nem tinha mais o que disputar — o jogo já tava decidido desde o primeiro quarto.

    A briga que ninguém esperava

    A confusão começou com 4:39 restando no segundo quarto. Robinson foi chamado para uma falta na bola solta, e o Daniels deve ter falado alguma coisa que não agradou. Na hora do lance livre, os dois começaram a se empurrar na marcação de rebote e aí foi ladeira abaixo.

    Se agarraram de tal jeito que precisou de uns cinco caras pra separar. Banco inteiro em quadra, aquela confusão clássica da NBA. Por sorte não rolou soco — senão ia dar suspensão e multa pesada pra todo mundo. No final, os dois levaram técnica dupla e foram expulsos.

    Sinceramente? Entendo a frustração do Daniels. Tomar 50 pontos de diferença no primeiro tempo deve ser desesperador. Mas partir pra briga quando seu time tá perdendo feio assim só piora a situação.

    Knicks na segunda fase?

    Com essa vitória absurda, os Knicks abriram 3-2 na série e estão praticamente classificados para a segunda rodada dos playoffs. E vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação no Jogo 7?

    Olha, eu não vou mentir: depois de tomar 50 pontos de diferença em casa, o psicológico do Atlanta deve ter ido pro espaço. Os Knicks tão jogando um basquete monstruoso e parecem ter encontrado o timing perfeito nos playoffs.

    Mitchell Robinson pode até ter sido expulso, mas antes disso já tinha dominado o garrafão completamente. E o ataque dos Knicks? Simplesmente imparável. Quando um time consegue abrir 50 pontos de vantagem no primeiro tempo dos playoffs, é porque tá funcionando TUDO.

    Agora é aguardar o próximo jogo e ver se os Hawks conseguem pelo menos tornar a série competitiva — porque do jeito que foi ontem, deu até dó de assistir.