Autor: Leandro Amorim

  • Dennis Schröder salvou os Cavs com discurso no intervalo

    Dennis Schröder salvou os Cavs com discurso no intervalo

    Cara, quando o Cleveland fez aquelas trocas no deadline, todo mundo ficou falando do James Harden. Mas ontem à noite quem salvou mesmo foi o Dennis Schröder — e de que forma!

    O alemão fez 11 pontos só no último quarto e ainda deu um discurso épico no vestiário que mudou completamente o jogo. Os Cavs viraram e venceram os Raptors por 125-120, no Jogo 5 da primeira rodada dos playoffs.

    O discurso que mudou tudo

    Imagina a cena: intervalo, Cleveland perdendo por 74-67. Aí o Schröder, veterano de 13 anos de NBA, resolve dar uma bronca construtiva de 2-3 minutos nos caras. E funcionou!

    “Eu só queria ver o basquete dos Cavs, como jogávamos quando chegamos aqui. Precisamos dos nossos caras grandes. Jarrett Allen e Evan Mobley são a chave do nosso time”, disse Schröder depois do jogo.

    Sinceramente? Esse tipo de liderança é o que separa veterano de jogador comum. O cara não é nem titular — veio do Sacramento em fevereiro junto com o Keon Ellis — mas na hora do aperto mostrou por que tem 17 jogos com pelo menos 19 pontos nos playoffs.

    O show do quarto período

    No último quarto foi um espetáculo. Schröder jogou os 16 minutos finais e simplesmente resolveu. Teve uma assistência linda pro Mobley fazer uma bomba de 3 que deu a liderança pros Cavs (106-103), depois enterrou uma bandeja pra ampliar.

    E olha que coisa linda: o Donovan Mitchell, que é o cara do time, escolheu ficar no banco porque via que o grupo tava funcionando. “Às vezes o melhor ataque é ficar parado ali do lado”, disse Mitchell. Isso é maturidade, pessoal.

    Vocês acham que muitos superstars fariam isso? Eu acho que não. Mas o Mitchell mostrou que entende de basquete — e o próprio Schröder reconheceu: “Nem todo superstar que eu conheci faria isso”.

    O Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, resumiu bem: “Dennis, o Pestinha, hoje à noite”. E realmente foi isso — 19 pontos em 21 minutos, 7/11 nos arremessos, três bombas de 3. Monstro.

    Agora é fechar a série sexta-feira em Toronto. Com um Schröder desses inspirado e liderando, eu não duvido nada que os Cavs avancem. E vocês, acham que Toronto consegue reagir em casa?

  • Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Finch detona Shannon Jr: ‘Única forma de limpar é sentar no banco’

    Olha, quando o Chris Finch fala assim de um jogador publicamente, você sabe que a coisa tá séria. O técnico dos Timberwolves não poupou o Terrence Shannon Jr. depois do Game 5 contra o Denver, e sinceramente? Era de se esperar.

    Shannon Jr. virou peça importante nos Wolves depois que o Anthony Edwards e o Donte DiVincenzo se machucaram — coisa que ninguém esperava acontecer nos playoffs. O cara ficou três jogos inteiros encostado no banco contra os Nuggets, aí de repente teve que entrar em quadra: 7 minutos no Game 4, 14 no Game 5.

    No ataque ele até que vai bem…

    E vamos dar o crédito onde é devido: ofensivamente o Shannon Jr. não decepciona. Fez 15 pontos em 14 minutos no Game 4 — isso é monstro, cara. Mas basquete não é só fazer cesta, né?

    Finch foi direto ao ponto quando perguntaram sobre o que precisa melhorar no jovem: “Eu não limpo isso pra ele. Ele que limpa. Começa com estar pronto, ele tem que estar engajado, tem que estar totalmente comprometido com esse lado da quadra… A única forma que eu posso limpar isso é sentando ele no banco, certo? É a única forma. Ele sabe o que precisamos dele agora.”

    Eita. Isso é basicamente o técnico falando: “se não defender, não joga”. E olha, com o físico e atletismo que o Shannon Jr. tem, realmente não tem desculpa pra não ser um bom defensor.

    Momento delicado nos playoffs

    A situação fica ainda mais tensa porque os Wolves tinham tudo pra fechar a série no Game 5 — e não conseguiram. Agora é Game 6 em casa, aquela pressão de não deixar ir pra um Game 7 em Denver.

    E convenhamos, sem Edwards e DiVincenzo, cada minuto conta. Não dá pra ter jogador em quadra que não contribui dos dois lados. O Finch tá certo em cobrar — até porque a cultura dos Wolves é essa mesmo, next man up.

    Vocês acham que o Shannon Jr. vai conseguir se encaixar defensivamente a tempo? Ou vai ser mais um jovem que não aguenta a pressão dos playoffs? Eu torço pra que dê certo, porque ofensivamente o cara tem potencial de sobra.

    O Game 6 vai mostrar se essa bronca pública do Finch surtiu efeito ou se os Wolves vão ter que encontrar outras alternativas pra fechar essa série em casa.

  • Nuggets acordaram? Adelman vê virada de chave no jogo 5

    Nuggets acordaram? Adelman vê virada de chave no jogo 5

    Olha, eu não sei vocês, mas eu senti uma energia diferente no jogo 5 entre Nuggets e Timberwolves. David Adelman também sentiu — e ele não tá escondendo o otimismo depois da vitória por 125-113 que manteve Denver vivo na série.

    “Quem nós somos foi o jogo 5. É isso que podemos ser consistentemente”, disse o técnico dos Nuggets. E cara, depois de ver o time meio perdido nos primeiros jogos, essa declaração tem um peso enorme.

    Jokic voltou a ser Jokic (finalmente!)

    O sérvio monstro fez o que a gente sabe que ele sabe fazer: 27 pontos, 12 rebotes e 16 assistências. Triple-double dominante. Jamal Murray também acordou pra vida com 24 pontos e 7 assistências — dupla que a gente conhece e ama.

    O mais impressionante? O terceiro quarto foi uma aula. Denver fez 37 contra 24 de Minnesota e simplesmente não deixou o jogo escapar mais. Parecia aquele Nuggets campeão de 2023, sabe?

    A confiança tá voltando no momento certo

    Adelman fez questão de lembrar: “Tem uma razão pela qual esses caras ganharam 54 jogos com formações diferentes. Eles confiam um no outro.” E isso é real. Denver sempre foi um time que se encontra nos momentos mais tensos.

    Sinceramente? Eu tô começando a acreditar numa virada histórica. Minnesota ainda lidera 3-2, mas tá lidando com lesões (Edwards perdeu o jogo 5, DiVincenzo segue fora). Enquanto isso, Denver parece mais saudável e, mais importante, redescobriu sua identidade.

    A pergunta que não quer calar: será que os Nuggets conseguem manter esse nível nos próximos jogos? Se conseguirem, essa série pode virar muito rapidamente. E olha, conhecendo o playoff do Jokic, eu não duvido de nada.

  • Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Olha, quando você menos espera, sempre aparece uma lesão para complicar tudo. Josh Hart está listado como “questionável” para o Jogo 6 contra os Hawks, e sinceramente? Isso pode virar um baita problema para os Knicks.

    O cara saiu de quadra faltando 6:27 para o final do Jogo 5 — que por sinal foi uma surra histórica de 126 a 97 — e não voltou nem para o banco. Deu para ver ele segurando as costas durante o jogo, e agora tá aí: contusão na lombar.

    O problema não é só a ausência do Hart

    Hart pode até estar errando uns arremessos nessa série, mas cara, o que ele tá fazendo defensivamente é absurdo. A grande sacada dos Knicks foi colocar ele para marcar o CJ McCollum — e funcionou perfeitamente. Finalmente conseguiram parar aquele monstro que tava destruindo tudo nos primeiros jogos.

    Se o Hart não jogar, como é que fica? O plano defensivo para o McCollum vira uma dor de cabeça gigante. E vocês sabem como é: numa série de playoffs, essas pequenas mudanças podem decidir tudo.

    Mike Brown até tentou algumas coisas diferentes no Jogo 5. Colocou Towns e Mitchell Robinson juntos em quadra — coisa que ele evitava fazer porque achava que dava problemas defensivos. Mas funcionou: nos cinco minutos que jogaram juntos, os Knicks aumentaram a vantagem.

    Veteranos mandando no pedaço

    Uma coisa que achei interessante foi o Brown falando sobre como deixa os veteranos participarem das decisões. “É um grupo veterano, eles já passaram por muita coisa juntos”, disse ele. “Se eles falam ‘vamos treinar em tal horário’ ou ‘vamos assistir os vídeos agora’, eu escuto.”

    Faz sentido, né? Quando você tem um grupo maduro que já se entende, às vezes é melhor dar essa liberdade mesmo. E pelo jeito tá funcionando — estão a uma vitória de eliminar os Hawks na primeira rodada.

    A real é que os Knicks estão numa situação boa: 3-2 na série, jogando em casa, e com momentum total depois dessa goleada. Mas basquete é basquete — qualquer coisa pode acontecer, ainda mais se ficarem sem uma peça importante como o Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham a série mesmo sem o Hart? Ou os Hawks conseguem forçar um Jogo 7?

  • Raptors perde jogo 5 apertado e volta pra casa na pressão máxima

    Raptors perde jogo 5 apertado e volta pra casa na pressão máxima

    Cara, que dor no peito. O Toronto tinha UMA missão em Cleveland: quebrar essa maldição de não conseguir ganhar fora de casa na série. E olha, chegou perto — bem perto mesmo — mas não rolou. Perdeu por 125 a 120 e agora volta pra casa com a corda no pescoço. Eliminação na mesa.

    Sinceramente? Eu já esperava que seria difícil. Jogar na casa do adversário nos playoffs é sempre osso, a torcida te engole vivo e os caras jogam mais soltos. Mas a forma como perderam dói mais — foi o típico jogo que escapou das mãos.

    Show de pontuação dos dois lados

    Se no jogo 4 a coisa foi mais travada, dessa vez foi pancadaria pura. Os dois times chegaram nos três dígitos antes mesmo do último quarto começar! No segundo período foram 40 pontos só do Toronto. Basquete ofensivo do jeito que a gente gosta.

    O problema é que os Raptors continuaram com os mesmos fantasmas da série toda: não conseguem fechar quartos direito, ajudam demais na defesa (e tomam cestas de três abertas) e continuam errando lance livre. Mano, lance livre é de graça! Como você perde um jogo assim errando tiro livre?

    Performances que deram esperança

    Mas nem tudo foi desespero. Scottie Barnes jogou pra caramba: 17 pontos, 5 rebotes, 9 assistências. O cara tá comandando esse time como um veterano, distribui bola e ainda vai buscar quando precisa. RJ Barrett também apareceu com 22 pontos e 9 rebotes — tá tendo uma série excelente.

    E o Ja’Kobe Walter? Rapaz, depois daquele 0/9 terrível no jogo 4, o garoto voltou com sede de vingança. 17 pontos só no primeiro tempo! Cinco cestas de três. Quando o Ingram machucou (de novo essa inflamação no calcanhar), foi o Walter que segurou a bronca.

    O Murray-Boyles continua sendo um monstro no garrafão. Cara pequeno mas com coração gigante — vi ele indo pro corpo a corpo com o Mobley sem medo nenhum. Essa atitude conta muito nos playoffs.

    O que vem agora?

    Olha, a situação não é das melhores, não vou mentir. Voltar pra casa enfrentando eliminação é pressão pura. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que série só acaba quando acaba. O Toronto tem mostrado que consegue jogar com esses caras de igual pra igual.

    Vocês acham que os Raptors conseguem forçar um jogo 7? Ou Cleveland fecha a série em casa mesmo? Eu tô torcendo pro primeiro cenário — adoro um drama nos playoffs!

  • Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Olha, quando você coloca um cara no segundo time All-NBA e depois ele derrete nos playoffs, dá uma dor no peito, né? É exatamente isso que tá rolando com Bill Simmons e Jalen Duren, do Detroit Pistons.

    O pivô dos Pistons foi um dos grandes nomes da temporada regular — 19.5 pontos e 10.4 rebotes por jogo, um monstro absoluto no garrafão. Eu mesmo fiquei impressionado com a evolução dele. Mas aí chegaram os playoffs contra o Orlando Magic e… cara, simplesmente sumiu.

    A queda livre nos playoffs

    Nos playoffs, Duren tá fazendo apenas 9.8 pontos e 8.3 rebotes. Quase metade da produção da temporada regular! E o Bill Simmons não tá nada feliz com isso.

    “Eu realmente acreditei nele, coloquei no segundo time All-NBA. Queria até escrever pra NBA pra ver se consigo mudar meu voto, mesmo já tendo enviado”, disse Simmons no podcast dele. “Ele tá jogando muito mal nesses playoffs. Alguém que eu achava que era impactante e consistente toda noite… parece uma bagunça.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração. Quando você aposta suas fichas num jogador e ele não entrega na hora que mais importa, é de cortar o coração.

    Duren ainda acredita na virada

    Mas o próprio Duren não baixou a cabeça. Em 3-1 na série (pelo que entendi do contexto), ele ainda tá confiante:

    “Não acabou ainda, mano. Times já voltaram de 3-1 tantas vezes. Não seria a primeira vez na história. Temos que ir um jogo de cada vez, proteger nossa casa e continuar dali.”

    Olha, eu admiro a confiança do garoto. Mas também não posso ignorar os números — ele realmente precisa acordar pra vida se quiser fazer essa virada histórica acontecer.

    E vocês, acham que o Duren consegue se redimir ou a temporada dos Pistons já era mesmo? Porque uma coisa é certa: votar pra All-NBA baseado só na temporada regular pode dar dessas…

  • Ausar manda mensagem ‘agressiva’ pro irmão Amen nos playoffs

    Ausar manda mensagem ‘agressiva’ pro irmão Amen nos playoffs

    Cara, que noite foi essa ontem! O Detroit Pistons conseguiu empatar a série contra o Orlando Magic em 3-2, e o Cade Cunningham simplesmente resolveu jogar basquete. 45 pontos, sendo que acertou TODOS os 14 lances livres. Isso é pressão? Que pressão, meu irmão.

    Mas quem chamou minha atenção mesmo foi o Ausar Thompson. Olha, eu sempre achei que esse garoto tinha potencial gigante, e ontem ele mostrou por quê. Seis pontos só, mas 15 rebotes, 6 assistências, 5 roubos de bola e 2 tocos. É o tipo de estatística que não aparece no placar, mas que decide jogo.

    Mensagem entre irmãos

    E o mais legal de tudo? Depois de resolver a parada em Detroit, o Ausar mandou uma mensagem pro irmão gêmeo Amen, que tava jogando pelo Houston Rockets contra o Lakers no mesmo dia. Quando perguntaram qual foi o texto, ele só disse: “Vou manter privado, mas foi agressiva”.

    Mano, imagina a pressão que é isso. Os dois irmãos Thompson jogando playoffs ao mesmo tempo, cada um lutando pela sobrevivência da sua equipe. O Houston também tava perdendo por 3-1 na série, igual o Detroit antes do jogo de ontem.

    Amen respondendo à altura

    E olha que o Amen não tá decepcionando não. Nos primeiros quatro jogos contra os Lakers, o garoto teve média de 20.5 pontos, quase 7 rebotes e 7 assistências. No Game 4 que eles ganharam, foram 23 pontos e 7 passes. E o mais absurdo? Ele tá sendo escalado pra marcar o LeBron James. Aos 21 anos, cara!

    Sinceramente, eu não sei se existe coisa mais louca no basquete do que irmãos gêmeos jogando playoffs simultaneamente. Deve ser uma mistura de orgulho e nervosismo que nem eles sabem explicar.

    Na época que eles foram draftados — Amen em 4º pelo Houston e Ausar em 5º pelo Detroit — eu já imaginava que ia rolar essa rivalidade saudável. Mas ver isso acontecendo nos playoffs, com os dois times na corda bamba, é outra dimensão.

    Agora é esperar o Game 6 na sexta. O Pistons tem tudo pra fechar a série em casa, mas o Magic não vai facilitar. E vocês, acham que o Detroit consegue avançar de fase? Porque eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Olha, eu sabia que rolava uma tensão entre Draymond Green e Steve Kerr, mas não imaginava que a coisa tinha chegado nesse nível. O próprio Kerr revelou numa entrevista recente que ele e Draymond tiveram uma “discussão pesada” em dezembro — e agora o Green resolveu contar a versão dele da história no podcast.

    E cara, que história!

    O desabafo que ninguém esperava

    No podcast do Draymond, ele contou que depois da briga, foi falar com Kerr e soltou essa bomba: “Eu acho que você não gosta de mim. Na real, acho que nunca gostou”. E aí que vem a parte mais chocante — segundo Draymond, o Steve Kerr chorou. Chorou mesmo.

    Imagina a cena? Dois caras que ganharam quatro títulos juntos, que construíram uma dinastia, tendo esse papo pesado com o técnico chorando. Sinceramente, não sei o que pensar disso.

    “Quando você passa 14 anos com alguém, quando você tem as conquistas que a gente teve, jogando o papel que eu tive que jogar e sendo quem eu tive que ser, algumas coisas assim vão acontecer”, explicou Green. E olha, faz sentido né? Imagina a pressão, os egos, a intensidade de tantos anos juntos.

    Gratidão e mágoa na mesma conversa

    Mas aqui que fica interessante (e meio contraditório, típico do Draymond): ele falou maravilhas do Kerr logo depois de revelar a treta. Disse que o técnico ensinou coisas sobre ser um vencedor que nem Tom Izzo — que foi o técnico dele na faculdade — conseguiu ensinar.

    “O que ele significou na minha vida, o que me ensinou… as coisas que ele me mostrou sobre vencer nesse nível, eu nunca poderia pagar de volta”, confessou Green.

    Só que aí vem o “mas” — porque sempre tem um “mas” com o Draymond, né? Ele soltou que desde 2016, quando o Kevin Durant chegou, não tem uma única jogada no playbook dos Warriors feita especificamente pra ele. Nem uma! Isso deve doer mesmo.

    E aí, galera? Vocês acham que o Green tem razão de se sentir meio de lado, ou é só birra de estrela? Porque olha, o cara sempre foi mais conhecido pela defesa e pela intensidade mesmo, não por ser o cara dos pontos.

    O futuro incerto da dupla

    A questão agora é: será que esses dois conseguem seguir juntos? Kerr tá decidindo se continua treinando os Warriors ou se pendura as chuteiras depois de 12 anos no cargo. São 604 vitórias na temporada regular, quatro títulos da NBA… uma baita parceria que pode estar chegando ao fim.

    “Você tem que aceitar o bom junto com o ruim”, filosofou Draymond. E eu concordo com ele nisso — relacionamentos longos sempre têm altos e baixos, ainda mais no esporte de alto nível.

    Mas confesso que fiquei curioso pra saber o que exatamente aconteceu nessa briga de dezembro. Deve ter sido coisa séria mesmo pra deixar os dois assim. O que vocês acham que rolou?

  • Dwight manda o recado pro Magic: ‘Tem que fechar essa série’

    Dwight manda o recado pro Magic: ‘Tem que fechar essa série’

    Olha, depois de ver o Orlando Magic desperdiçar a chance de fechar a série contra o Detroit ontem à noite, quem apareceu pra dar uma cutucada foi ninguém menos que Dwight Howard. O Superman não tava em quadra, mas mandou o recado direto no X (antigo Twitter): “Vamos Orlando, tem que fechar eles”.

    E cara, ele tem razão. O Magic perdeu de 116-109 num jogaço que teve Paolo Banchero e Cade Cunningham fazendo 45 pontos cada um. Absurdo, né? Mas mesmo com essa performance monstro do Paolo, o time desperdiçou a oportunidade de fechar em Detroit e agora precisa resolver em casa.

    Paolo fez a parte dele, mas não foi suficiente

    Sinceramente, eu não sei o que mais o Banchero poderia ter feito. 45 pontos, 9 rebotes e 7 assistências — o cara tava jogando videogame. Mas do outro lado, Cade Cunningham decidiu que também queria brilhar e cravou os mesmos 45 pontos. Duas performances históricas no mesmo jogo, isso não se vê todo dia.

    O problema é que quando você tem a chance de fechar uma série fora de casa, você tem que aproveitar. Agora o Magic volta pra Orlando com aquela pressão de não deixar escapar em casa.

    Howard sabe o que é pressão de playoff

    E é aí que a mensagem do Dwight faz todo sentido. O cara viveu isso tudo quando levou o Magic até as Finais em 2009. Ele sabe que momento é esse: você tem o adversário na corda, não pode dar bobeira.

    “Vamos Orlando, tem que fechar eles” — simples, direto e certeiro. É exatamente isso que os torcedores do Magic estão pensando agora.

    A verdade é que o Orlando ainda tá com 3-2 na série, jogando em casa no Jogo 6. Mas vocês sabem como é playoff: momentum é tudo, e agora o Detroit vai chegar com aquela confiança de quem ganhou fora de casa.

    Olha, se o Magic conseguir fechar essa série, vai ser a primeira vitória em playoff desde 2010. 2010, gente! Faz 16 anos que esse time não passa de uma série de playoff. É muita coisa em jogo.

    E aí, o que vocês acham? O Magic consegue fechar em casa ou vai rolar aquele Game 7 tenso em Detroit?

  • Banchero faz 45 pontos mas Magic perde chance de fechar série

    Banchero faz 45 pontos mas Magic perde chance de fechar série

    Olha, eu não sei vocês, mas eu tava esperando que o Magic fechasse a série ontem à noite. Paolo Banchero também tava — e cara, que show ele deu em quadra!

    O garoto simplesmente explodiu com 45 pontos no Jogo 5 contra os Pistons, mesmo com a derrota por 116-109. Foi o maior jogo da carreira dele nos playoffs, superando os 39 que tinha feito contra o Cavaliers no ano passado.

    Quando o Banchero pega fogo, é um negócio absurdo

    17 de 31 nos arremessos de quadra e 6 de 11 do perímetro em 41 minutos. Sinceramente, depois daquela exibição horrível no Jogo 4 (18 pontos com 4/18 nos arremessos), eu não esperava essa explosão toda. O moleque de 23 anos vinha sofrendo críticas pela inconsistência na temporada, mas ontem lembrou todo mundo por que foi escolhido em primeiro no draft.

    A questão é que do outro lado tinha o Cade Cunningham fazendo a mesma coisa. 45 pontos também, 13/23 nos arremessos. Foi literalmente um duelo de titãs — daqueles jogos que a gente lembra anos depois.

    Magic ainda tem tudo na mão

    Por mais frustrante que tenha sido perder essa chance de fechar em casa, o Orlando ainda lidera por 3-2. Jogo 6 vai ser na casa deles de novo, e se o Banchero mantiver esse nível, é difícil ver os Pistons escapando.

    O que me chamou atenção foi a mudança de postura do Paolo. Nos três jogos anteriores ele tinha convertido menos de 41% dos arremessos — números bem ruins pra um cara do calibre dele. Mas quando ele acerta a mão igual ontem? Monstro demais.

    Agora é ver se ele consegue repetir a dose no Jogo 6. Vocês acham que o Magic fecha ou os Pistons forçam um Jogo 7? Esse Cunningham tá jogando muita bola também…