Autor: Leandro Amorim

  • Cavs viram jogo épico no 4º período e abrem 3-2 contra Toronto

    Cavs viram jogo épico no 4º período e abrem 3-2 contra Toronto

    Cara, que virada foi essa dos Cavaliers ontem à noite! Eu tava vendo o jogo e sinceramente achei que Toronto ia fechar a parada no primeiro tempo. Mas aí veio o quarto período e… meu deus, que show!

    Dennis Schroder simplesmente resolveu o jogo. Dos 19 pontos dele, 11 vieram no último quarto — e que 11 pontos foram esses! O alemão tava inspirado, fazendo jogada atrás de jogada quando mais precisava.

    Mobley com as bombas de três

    Mas se tem alguém que merece destaque especial é Evan Mobley. O cara fez 23 pontos no total e acertou duas bolas de três CRUCIAIS no final do jogo. Mobley de três pontos, galera! Quem diria que o pivô alto ia ser decisivo do perímetro?

    A situação era essa: Toronto tava ganhando 103-100 entrando no último período. Parecia que os Raptors iam empatar a série. Mas aí os Cavs fizeram algo absurdo — abriram o quarto com 8-0 e viraram completamente o jogo.

    Toronto derreteu na hora H

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi um time derreter tanto quanto Toronto derreteu no quarto período. Os caras erraram as primeiras 11 tentativas de arremesso! Onze seguidas, meu amigo. Enquanto isso, Cleveland acertou 7 dos primeiros 11 e simplesmente tomou conta da parada.

    James Harden fez 23 pontos (o barba tá voando neste playoff) e Donovan Mitchell contribuiu com 19. Do lado dos Raptors, RJ Barrett liderou com 25 pontos, Ja’Kobe Walter fez 20 e Jamal Shead saiu do banco para fazer 18.

    O problema é que Brandon Ingram — que é peça-chave do Toronto — saiu machucado no segundo quarto com uma inflamação no calcanhar direito. Isso complicou demais a vida dos Raptors.

    Resultado: Cavaliers 125 x 120 Raptors, série 3-2 para Cleveland. Sexta-feira tem jogo 6 em Toronto, e vocês acham que os Raptors conseguem forçar o jogo 7? Sinceramente, depois dessa derretida no quarto período, acho difícil…

  • Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Ex-executivo do Hawks roubou US$ 3,7 mi e vai preso por 3 anos

    Olha só que história absurda saiu hoje: Lester T. Jones Jr., que era executivo de finanças do Atlanta Hawks, foi condenado a 3 anos e 5 meses de prisão por roubar US$ 3,7 milhões da franquia. Cara, US$ 3,7 milhões! É dinheiro pra comprar meio time da G-League.

    O maluco usava o cartão corporativo do Hawks como se fosse o dele próprio. E não era pra comprar um lanche não — eram viagens internacionais, joias, relógios Omega, roupas de grife. Sinceramente, eu não entendo como alguém acha que não vai ser pego fazendo uma coisa dessas numa organização da NBA.

    O esquema era mais elaborado do que parece

    Jones não foi apenas gastando no cartão da empresa. O cara montou um esquema bem pensado: ele criava pedidos falsos de reembolso, como se tivesse gastado dinheiro próprio em despesas de trabalho. Aí o Hawks depositava o dinheiro na conta dele. Genial? Talvez. Burro? Com certeza.

    Entre 2016 e 2025, ele trabalhou no departamento financeiro dos Hawks, e desde 2021 era vice-presidente sênior de finanças. Ou seja, tinha acesso total aos sistemas financeiros da equipe. Era literalmente a raposa cuidando do galinheiro.

    Gastou como se não houvesse amanhã

    Os gastos do cara foram de outro mundo: US$ 80 mil em viagens para as Bahamas e Tailândia, quase US$ 100 mil em roupas na Saks Fifth Avenue, um anel de diamante de mais de US$ 115 mil, relógios Omega de US$ 21 mil, e — pasmem — mais de US$ 160 mil em ingressos para shows e eventos esportivos.

    Gente, US$ 160 mil em ingressos! Dava pra assistir uns 50 jogos dos Hawks na courtside com essa grana. E olha que ele já trabalhava lá — provavelmente tinha acesso a ingressos gratuitos ou com desconto.

    O procurador federal Theodore S. Hertzberg não poupou palavras: disse que Jones transformou o “emprego dos sonhos” numa oportunidade de roubar a equipe. E complementou com uma frase que eu adorei: “o trem da alegria tem como destino final a prisão federal”.

    Os Hawks preferiram não comentar a sentença, o que é compreensível. Imagino o constrangimento da organização — descobrir que um executivo de confiança estava literalmente roubando a casa há quase uma década.

    E aí, pessoal, vocês acham que 3 anos e meio é suficiente pra quem roubou quase 4 milhões de dólares? Na minha opinião, o cara teve sorte — em alguns lugares do mundo, roubo dessa magnitude daria cadeia perpétua.

  • Spurs na California Classic de novo – quinto ano seguido!

    Spurs na California Classic de novo – quinto ano seguido!

    Galera, enquanto todo mundo tá vidrado nos playoffs, chegou uma notícia que já me deixou animado pro futuro: os Spurs vão participar da California Classic Summer League mais uma vez!

    Isso mesmo, quinto ano consecutivo que San Antonio marca presença no evento. Cara, eu gosto dessa consistência — mostra que a franquia leva a sério o desenvolvimento dos garotos.

    Chase Center vai pegar fogo em julho

    O Warriors vai sediar a parada no Chase Center, em San Francisco, de 3 a 6 de julho. Além dos Spurs, vão estar lá o Heat e o Nets. Sacramento também vai rolar uma Summer League paralela com Bucks, Nets e Warriors — mais basquete pra gente acompanhar, né?

    Os jogos dos Spurs já estão definidos: Miami no dia 3, Golden State no dia 5, e Lakers (presumindo que é o Los Angeles mencionado) no dia 6. Sinceramente, esse confronto com o Heat pode ser interessante — dois times que sempre levam a Summer League a sério.

    Quem vai brilhar dessa vez?

    Lembram do David Jones-Garcia no ano passado? Monstro. O cara simplesmente roubou a cena e acabou conseguindo um contrato two-way. Isso que é Summer League — uma oportunidade de ouro pros caras provarem que merecem uma chance na NBA.

    Carter Bryant jogou, o Dyland Harper tava lá mas machucado (que azar, né?). E agora com a pick de primeira rodada do draft 2026, a expectativa é que mais um jovem talento vista a camisa dos Spurs pela primeira vez.

    Vocês acham que essa nova geração vai conseguir impressionar tanto quanto o Jones-Garcia impressionou? Eu tô curioso pra ver se o Popovich vai estar por lá dando aquelas broncas carinhosas nos garotos (risos). A California Classic sempre foi uma prévia legal do que vem por aí na Vegas Summer League — e olha, eu não perco uma!

  • Cade e Banchero fazem 45 pontos cada em duelo épico dos playoffs

    Cade e Banchero fazem 45 pontos cada em duelo épico dos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse ontem à noite! Cade Cunningham e Paolo Banchero decidiram fazer história e botaram 45 pontos cada um numa batalha que vai ficar marcada nos playoffs da NBA. Sinceramente? Eu não esperava um show desse nível num jogo 5 eliminatório.

    O mais louco é que essa foi só a segunda vez NA HISTÓRIA dos playoffs que dois adversários marcaram 45+ no mesmo jogo. E olha que coincidência absurda: os dois caras foram picks número 1 consecutivos – Cade em 2021, Paolo em 2022. Era literalmente o futuro da NBA se enfrentando ali na quadra.

    Cunningham finalmente teve ajuda

    Depois de quatro jogos carregando o Detroit nas costas (e perdendo três), o Cade finalmente recebeu suporte dos companheiros. Tobias Harris colaborou com 23 pontos, mas o mais importante foi que os Pistons ACERTARAM os arremessos como time – 48,8% do campo e 35,7% de três.

    Jalen Duren também acordou pra vida com 12 pontos em 4 de 6 tentativas. Duncan Robinson botou mais 12. Era exatamente o que Detroit precisava pra não ir pra casa mais cedo.

    Paolo respondeu à altura, mas não foi suficiente

    Do outro lado, o Paolo Banchero simplesmente não deixou barato. Seis bolas de três! O garoto tá jogando como se fosse veterano de 10 anos de NBA. E isso com Franz Wagner machucado (lesão na panturrilha, ainda não sabemos se joga o jogo 6).

    Anthony Black saiu do banco e meteu 19 pontos pro Magic, Desmond Bane contribuiu com 18. Orlando até teve um aproveitamento melhor de três pontos (44,7%), mas não conseguiu parar o Cade nos momentos decisivos.

    O resultado? Pistons venceu por 116-109 e forçou um jogo 6 em casa. Orlando ainda lidera a série por 3-2, mas agora tem que fechar em Detroit – e vocês sabem como é difícil eliminar um time em casa, né?

    Olha, eu tô impressionado com o nível desses dois jovens. Cade com 27 só no primeiro tempo (incluindo 8 lances livres) e Paolo respondendo na mesma moeda. Se essa é a nova geração da NBA, o futuro tá garantido!

  • Harden vira protagonista dos Cavs e deixa Mitchell no banco

    Harden vira protagonista dos Cavs e deixa Mitchell no banco

    Cara, quem diria que James Harden aos 35 anos ia virar o motor ofensivo principal dos Cavaliers? Pois é exatamente isso que tá rolando na série contra os Raptors.

    Cleveland venceu por 125-120 no Jogo 5 e abriu 3-2 na série, mas sinceramente? Eles tão suando mais do que eu esperava contra Toronto. E o grande responsável por manter os Cavs vivos não é o Donovan Mitchell — é o Barbudo mesmo.

    O show do Harden

    Olha, eu sempre achei que o Mitchell seria a estrela dessa dupla, mas o Harden tá provando que idade é só número. No primeiro quarto do Jogo 5, o cara simplesmente dominou: 14 pontos, 3 rebotes e 2 assistências, ditando o ritmo como só ele sabe fazer.

    Aqueles step-backs clássicos continuam funcionando, monstro. E a capacidade dele de controlar o tempo de jogo, encontrar os espaços na defesa dos Raptors e criar jogadas pros companheiros… é isso que faz a diferença nos playoffs. Terminou com 23 pontos e acertou 4 de 8 tentativas do perímetro.

    Enquanto isso, Mitchell teve uma noite meio apagada: 19 pontos com 7/17 nos arremessos. Tá claro que ele tá sentindo a pressão da defesa física de Toronto, principalmente o tamanho deles. E aí que o Harden vira fundamental — quanto mais ele consegue controlar o jogo, maiores são as chances dos Cavs no Leste.

    Scottie Barnes é absurdo

    Mesmo perdendo, os Raptors têm um monstro em quadra. Scottie Barnes tá na sua quinta temporada e, cara, o garoto virou um jogador completo mesmo. Dois lados da quadra, jogando com uma maturidade impressionante aos 24 anos.

    No Jogo 5, ele foi agressivo desde o primeiro minuto — seja correndo na transição, fazendo passes rápidos pros companheiros na área ou puxando a defesa pra abrir espaços na linha de três. Na defesa? Um pesadelo de 94 pés de quadra, usando o tamanho e a velocidade lateral pra cobrir meio mundo.

    17 pontos, 11 assistências e 7 rebotes. E olha que o Brandon Ingram saiu lesionado no primeiro tempo (problema no calcanhar). Barnes deve fazer time All-NBA ou All-Defense esse ano, e tá carregando Toronto nas costas. Vocês acham que ele consegue levar a série pro Jogo 7?

    Banco dos Cavs salvou

    Uma coisa que me chamou atenção: o banco de Cleveland fez 36 pontos no Jogo 5. Dennis Schroder contribuiu com 19, Sam Merrill e Jaylon Tyson combinaram 4/6 do perímetro. Essa profundidade vai ser fundamental se quiserem ir longe nos playoffs.

    Porque vamos combinar — com Mitchell oscilando e Jarrett Allen meio sumido, precisam que os reservas apareçam mesmo. E no basquete de playoff, ter opções quando os principais vão pro banco faz toda diferença.

    Agora é torcer pra ver se Cleveland fecha a série fora de casa ou se Toronto consegue forçar o Jogo 7. Uma coisa é certa: ninguém esperava que essa série fosse tão equilibrada assim.

  • Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Gente, eu tô meio perdido aqui. O Steph Curry, que ganhou o prêmio de Melhor Companheiro de Equipe da NBA no ano passado, acabou de perder o título pra… DeAndre Jordan? Sim, você leu certo. O veteranom de 37 anos que jogou apenas 12 jogos pelo New Orleans Pelicans.

    Olha, eu respeito muito o Jordan — cara é uma lenda, três vezes All-NBA, tá na liga há mais de uma década. Mas vamos combinar: 12 jogos e ganhar o prêmio de melhor companheiro? É meio estranho, né não?

    Os Warriors tiveram uma temporada complicada

    Não vou mentir, foi um ano difícil pra Golden State. Jimmy Butler e Moses Moody se machucaram feio no joelho, a situação do Jonathan Kuminga virou uma novela mexicana que durou quase o ano todo, e o Brandin Podziemski conseguiu irritar a torcida com aquela arrogância dele (e aquele cabelo que parece shampoo de R$ 200, sinceramente).

    O resultado? Perderam no play-in. E agora o Curry perdeu esse troféu também.

    O Chef aumentou a pontuação dele pra 26.6 por jogo nesta temporada, mas pelo visto isso não foi suficiente pros eleitores. Enquanto isso, Jordan ajudou um time que fez apenas 26 vitórias em 82 jogos — e nem jogou a temporada toda!

    Prêmio da simpatia ou mérito real?

    Cara, eu fico pensando: será que esse prêmio Twyman-Stokes não virou meio que um troféu de participação? Jordan é querido por todo mundo na liga, isso é fato. O Kyrie Irving e o Kevin Durant fizeram questão de levar ele junto pro Brooklyn Nets em 2019. Mas daí a ganhar esse prêmio jogando só 12 partidas…

    A votação foi apertada — Jordan ganhou por apenas 8 pontos do Jrue Holiday, que já ganhou três vezes e provavelmente foi vítima daquele cansaço dos eleitores. Jeff Green ficou em terceiro, só 25 pontos atrás, lidando com mais um escândalo do Durant nas redes sociais.

    E vocês, o que acham? Faz sentido um cara que jogou 12 jogos ganhar o prêmio de melhor companheiro de equipe? Eu sei que o Jordan tem histórico — cuidou dos rookies dos Pelicans como um pai — mas isso não parece meio injusto com quem jogou a temporada inteira?

    Conhecendo o Curry, ele já tá guardando cada crítica, cada tweet zoando ele por ter perdido esse troféu. Vai voltar ano que vem com sede de vingança, pode ter certeza. A questão é: com quais companheiros de equipe ele vai estar jogando?

  • Ingram machuca o calcanhar e deixa jogo 5 mais cedo

    Ingram machuca o calcanhar e deixa jogo 5 mais cedo

    Cara, que azar do Brandon Ingram. O cara saiu do Jogo 5 contra os Cavaliers com apenas 11 minutos de quadra por causa de uma inflamação no calcanhar direito. Saiu logo no começo do segundo quarto e não voltou mais.

    Olha, eu já achava que os Raptors estavam numa situação complicada sem o Immanuel Quickley (que tá fora por lesão no posterior da coxa), e agora perdem o Ingram também? A coisa ficou feia pra Toronto.

    Números decepcionantes na série

    O mais preocupante é que o Ingram não tava voando mesmo antes da contusão. Entrando no Jogo 5, o cara tava com média de apenas 14.8 pontos – bem abaixo do que a gente esperava dele. A eficiência dele tá deixando a desejar na série toda, sinceramente.

    Lembro quando ele era aquela promessa toda no Lakers, depois se encontrou nos Pelicans… Agora que foi trocado pros Raptors no deadline de 2025, esperava ver o melhor do Ingram nos playoffs. Mas não tá rolando.

    Timing péssimo para Toronto

    Pensa só: você pega um jogador do calibre do Ingram no meio da temporada, apostando que ele vai fazer a diferença nos playoffs, e aí o cara se machuca num momento crucial? É de dar dó.

    Os Raptors já estavam dependendo muito dele pra criar jogadas e pontuar, principalmente com o Quickley fora. Agora vai ser ainda mais difícil conseguir fazer alguma coisa contra Cleveland.

    E aí, galera – vocês acham que Toronto consegue se virar sem essas duas peças importantes? Ou já era pra essa temporada dos Raptors?

  • Knicks e Celtics podem fechar hoje, mas Nuggets querem Game 7!

    Knicks e Celtics podem fechar hoje, mas Nuggets querem Game 7!

    Cara, que noite promete ser essa quinta-feira! Três séries dos playoffs da NBA podem ter seus destinos definidos, e eu já tô aqui ansioso pra ver se os favoritos confirmam ou se teremos mais emoção.

    Vamos começar pelos Knicks, que estão dominando os Hawks por 3-2 e jogam fora de casa hoje. Sinceramente? Depois de ver o Jalen Brunson fazer 39 pontos no último jogo, acho difícil Atlanta conseguir reagir. O cara simplesmente resolveu destruir todo mundo quando Karl-Anthony Towns foi neutralizado.

    Towns virando armador? Tô impressionado

    Olha, uma coisa que me chamou atenção nessa série foi a evolução do KAT como passador. O cara distribuiu 16 assistências nos últimos dois jogos — isso é 2,2 a mais por jogo do que ele fazia na temporada regular. Quem diria que o gigante ia virar quase um point guard, né?

    Do lado dos Hawks, tá complicado. CJ McCollum roubou os jogos 2 e 3 com jogadas clutch absurdas, mas agora os Knicks encontraram a fórmula defensiva. Jalen Johnson e Nickeil Alexander-Walker não conseguem repetir o que fizeram na temporada regular. A defesa de Nova York simplesmente não deixa eles estabelecerem ritmo.

    Embiid voltou pra salvar os Sixers

    Enquanto isso, lá em Boston, Joel Embiid provou que realmente fazia falta pros 76ers. Na volta dele depois da apendicectomia, o monstro fez 33 pontos e liderou uma vitória de 113-97 fora de casa. Tyrese Maxey não escondeu a empolgação: disse que o Embiid foi dominante, especialmente no segundo tempo.

    Agora os Celtics que se cuidem. Com Embiid saudável, essa série pode virar completamente. E olha que Boston estava tranquilo na liderança por 3-1…

    Nuggets brigando pela sobrevivência

    Mas a série mais interessante pra mim é Nuggets x Timberwolves. Minnesota perdeu Anthony Edwards e Donte DiVincenzo por lesão, e no jogo 5 em Denver foi um desastre: 25 turnovers e chegaram a ficar 27 pontos atrás no último período.

    O técnico Chris Finch foi direto: não gostou da postura mental do time. Disse que esperaram demais e não tiveram a agressividade de sempre. Cara, sem Edwards e DiVincenzo (que são os melhores arremessadores de 3 e criadores ofensivos), vai ser muito difícil segurar os Nuggets em casa.

    Vocês acham que Minnesota consegue reagir mesmo desfalcada? Eu tenho minhas dúvidas, mas a defesa sufocante deles nos jogos 2, 3 e 4 mostrou que é possível. Se conseguirem repetir aquela intensidade defensiva, quem sabe…

    Das três séries, acho que só Knicks x Hawks tem desfecho hoje. Celtics x 76ers e Nuggets x Timberwolves prometem mais emoção. Mas né, NBA é NBA — qualquer coisa pode acontecer!

  • Pistons à beira do abismo: chegou a hora de mostrar raça

    Pistons à beira do abismo: chegou a hora de mostrar raça

    Olha só a situação dos Pistons. Tá 1-3 na série contra o Magic e parece que o time já entregou os pontos antes mesmo da bola subir. Sinceramente? Dá uma raiva danada ver um time com tanto potencial se sabotando dessa forma.

    A defesa de Detroit até que tá funcionando — pasmem, eles estão segurando o Magic com o pior percentual de arremessos destes playoffs inteiros. Quatro tocos a mais por jogo que qualquer outro time da pós-temporada. Mas aí você olha pro ataque e… meu Deus do céu.

    O problema não é só errar, é como erram

    Os caras estão com o quarto pior percentual de arremessos dos playoffs E ainda por cima perdendo a bola 18 vezes por jogo. Dezoito! É muita bola perdida, gente. Se o Cade Cunningham e companhia conseguissem parar de se atrapalhar e acertar uns arremessos básicos, essa série já estava 3-1 pro outro lado.

    E o pior de tudo? Você consegue ver que o time tem qualidade. Ausar Thompson na defesa é um monstro, Jalen Duren no garrafão impõe respeito, mas parece que falta aquela pegada, sabe? Aquela vontade de não aceitar a derrota.

    Magic fazendo o básico (e dando certo)

    Do outro lado, Paolo Banchero e o Magic estão fazendo exatamente o que precisam. Nada espetacular, mas aproveitando cada vacilo de Detroit. Jalen Suggs comandando a defesa, Wendell Carter Jr. dominando o rebote… é basquete simples, mas efetivo.

    A linha de apostas ainda favorece Detroit em 10 pontos e meio — o que mostra que todo mundo sabe que eles têm potencial. Mas potencial não ganha jogo, né?

    Vocês acham que os Pistons conseguem virar essa chave no jogo decisivo em casa? Porque se não conseguirem, vai ser mais uma temporada jogada no lixo. E olha que depois de tantos anos de reconstrução, a torcida de Detroit merecia algo melhor que isso.

    O jogo é hoje às 21h, no Little Caesars Arena. Se você for assistir, prepara o coração — porque ou vai ser uma virada épica ou um vexame histórico.

  • Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Clarkson ressuscitou nos Knicks e tá jogando como nunca

    Cara, quem diria que Jordan Clarkson ia dar essa reviravolta nos Knicks? Eu confesso que depois daquela surra que o Dallas deu no MSG em janeiro, achei que o cara tinha acabado. Tipo, literalmente acabado. Saiu da rotação, virou banco de reserva mesmo, jogando só lixo time.

    Mas olha só que história louca. O Clarkson assinou com os Knicks em julho depois de rescindir com o Utah Jazz, começou bem na NBA Cup, mas aí desandou completamente. Virou o novo Evan Fournier — sabe aqueles caras que você torce pra dar certo mas só decepcionam? Era exatamente isso.

    O fundo do poço e a volta por cima

    Durante cinco jogos seguidos, o homem jogou apenas sete minutos TOTAIS. Sete minutos! Eu já tava pensando: “pronto, mais um veterano que veio pro Knicks morrer”. Aí o Deuce McBride se machucou, e mesmo assim o técnico Mike Brown preferiu dar minutos pro Tyler Kolek e pro Landry Shamet.

    A situação ficou ainda pior quando o Jose Alvarado chegou em fevereiro. Clarkson tava completamente fora dos planos. Mas no dia 8 de março, contra os Lakers em LA, algo mudou. O ataque dos Knicks tava travado (mesmo sem o LeBron do outro lado), e o Brown resolveu apostar no veterano.

    E cara, o que aconteceu depois foi surreal. Alguns dias depois, contra o Utah — time onde ele jogou por anos —, o Clarkson simplesmente destruiu: 27 pontos, 5 rebotes ofensivos, aproveitamento absurdo de 10/15 nos arremessos de quadra. Foi tipo ver um cara voltando à vida.

    A reinvenção que ninguém esperava

    Mas aqui que fica interessante, pessoal. Não foi só o ataque que melhorou. O Clarkson sempre foi conhecido como aquele cara que só sabe atirar — não passa, não defende, não faz as “coisas pequenas” do basquete. Lembro até do Mike Breen ficando puto com ele no Utah por isso.

    Só que agora? Monstro, o cara tá defendendo na quadra toda! Tá pressionando o armador adversário, fazendo esforço defensivo que eu nunca vi dele. Parece que finalmente entendeu que, aos 32 anos, precisava se reinventar ou ia aposentar.

    Os números falam por si só: depois que voltou pra rotação em março, ele tava acertando 52,5% dos arremessos (antes era uns miseráveis 42,8%). E o mais importante: começou a distribuir mais, teve vários jogos com pelo menos 4 assistências. Isso é evolução, gente!

    Sinceramente, eu não esperava essa. O Clarkson sempre foi aquele sexto homem clássico — entra, atira, faz ou não faz, e é isso aí. Ver ele virando um jogador mais completo aos 32 anos… é quase um milagre do basquete moderno.

    E vocês, acham que ele consegue manter esse nível na próxima temporada? Porque se conseguir, os Knicks ganharam um baita reforço de graça.