Autor: Leandro Amorim

  • NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    Cara, essa história do Cade Cunningham tá me deixando revoltado. O cara faz a temporada da vida dele, leva o Pistons pro topo do Leste, e agora pode ficar de fora de todas as premiações por causa de uma regra ridícula.

    O problema? Cade jogou 61 partidas esta temporada, mas um pneumotórax (pulmão colapsado — que situação bizarra) pode impedir ele de chegar nos 65 jogos obrigatórios para concorrer ao MVP e fazer o All-NBA Team. E olha só que ironia cruel: ele também fica de fora da exceção de 62 jogos para lesões que encerram a temporada.

    A revolta da NBPA faz todo sentido

    A associação dos jogadores não poupou palavras na crítica: “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham para prêmios de fim de temporada depois de uma campanha que define carreira é uma clara acusação contra a regra dos 65 jogos”.

    E tem mais — eles chamaram a regra de “arbitrária e excessivamente rígida”. Sinceramente? Concordo 100%. Como você pode ignorar uma temporada de 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo só porque o cara se machucou?

    Jeff Schwartz, agente do Cade, foi direto ao ponto: “Cade entregou uma temporada de primeiro time do All-NBA. Se ele ficar pouco abaixo de um limite arbitrário devido a uma lesão legítima, isso não deveria desqualificá-lo do reconhecimento que claramente conquistou”.

    Pistons dominando sem reconhecimento?

    Olha a situação absurda: Detroit tem o melhor recorde do Leste com 52-19. Cinco jogos na frente do Boston, oito à frente do Cleveland na divisão. E o cara que comandou essa reviravolta histórica pode não ganhar nada?

    Lembro quando o Pistons era piada na liga há poucos anos. Agora o Cade, escolha número 1 do draft de 2021, transformou completamente a franquia. Nos últimos dois anos foram duas seleções pro All-Star, sétimo lugar na votação de MVP na temporada passada…

    E aí, vocês acham justo um jogador perder todas as premiações por uma lesão? Na minha visão, a NBA precisa urgentemente rever essa regra dos 65 jogos.

    O que vem por aí

    O técnico J.B. Bickerstaff resumiu bem: “É difícil para o Cade passar pelo que está passando agora. O quão importante ele é para o time, o quão importante estar com seu time é para ele, não torna isso fácil”.

    A reavaliação do Cade acontece em duas semanas, mas as chances de ele voltar a tempo de chegar nos 65 jogos parecem bem remotas. Uma pena gigantesca — talvez a melhor temporada da carreira dele resulte em zero reconhecimento oficial.

    Essa regra precisa mudar. Ponto final.

  • Brunson destruiu no clutch time e salvou os Knicks contra os Pelicans

    Brunson destruiu no clutch time e salvou os Knicks contra os Pelicans

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo. Os Knicks estavam meio perdidos contra os Pelicans ontem à noite no Madison Square Garden, e aí o cara resolveu mostrar por que é All-Star.

    Olha só a situação: New Orleans com apenas 25 vitórias na temporada, mas chegou em Nova York querendo zoar a festa. E quase conseguiu, hein! Com 4 minutos e meio pro final, os Knicks ganhavam por apenas dois pontos (109-107). Eu tava aqui pensando “não é possível que vão perder pra esse time”.

    O show do clutch time

    Mas aí que o Brunson lembrou que é monstro no final de jogo. O cara fez 15 dos seus 32 pontos só no último quarto — 4 de 5 nos arremessos de quadra e perfeito da linha do lance livre (7/7). Sinceramente? Foi uma aula de como assumir o controle quando o bicho pega.

    Com 7 minutos restando e os Knicks ganhando por apenas 5, Brunson anotou 10 pontos consecutivos. Dez! E ainda fez 5 dos últimos 7 pontos do time pra cravar a vitória. Esse é o tipo de performance que separa os bons dos grandes.

    “É isso que os grandes fazem”, disse o técnico Mike Brown depois do jogo. “Quando a pressão é maior, eles aparecem.” E olha, comparou o cara com Steph Curry e Jaylen Brown — não é qualquer um que entra nessa lista.

    Quando os outros pararam, ele acelerou

    O mais louco é que OG Anunoby (21 pontos) e Karl-Anthony Towns (16 pontos e 8 rebotes) estavam jogando bem durante a partida. Mas quando o ataque travou e as bolas perdidas começaram a se acumular no quarto final — coisa que todo mundo que assiste NBA conhece —, Brunson assumiu as rédeas.

    Josh Hart resumiu perfeitamente: “É uma posição que ele quer estar. Nós queremos ele nessa posição. Os últimos 3-4 minutos são o ‘winning time’, é quando os superstars mostram por que estão nesse nível.”

    E vocês sabem que Hart não fala à toa, né? O cara conhece basquete e sabe reconhecer quando vê grandeza acontecendo.

    Brunson foi o Clutch Player of the Year na temporada passada, e performances como essa mostram exatamente o porquê. Quando o jogo fica tenso e todo mundo começa a tremer, ele fica mais calmo ainda. Fez 9 pontos nos últimos 4 minutos, incluindo 5 lances livres consecutivos pra cravar a vitória por 121-112.

    Esse é o tipo de jogo que define uma temporada, sabe? Não era pra ser difícil contra os Pelicans, mas acabou sendo — e ter um cara como Brunson pra resolver essas paradas é o que separa times bons de times campeões. E aí, vocês acham que os Knicks têm chances reais nos playoffs com o Brunson jogando assim?

  • O magnetismo do Wemby: como ele cria cestas sem tocar na bola

    O magnetismo do Wemby: como ele cria cestas sem tocar na bola

    Cara, o Victor Wembanyama não para de me surpreender. A gente já sabia que o cara é um monstro na defesa — lidera a liga em tocos e muda completamente o jogo dos adversários só por estar em quadra. Mas agora ele tá fazendo a mesma coisa no ataque, e de um jeito que eu nunca tinha visto antes.

    Olha só que louco: Wemby tá fazendo 24 pontos por jogo, mas apenas 3 assistências. Pelos números tradicionais, ele “só” cria uns 8 pontos com seus passes. Mas aí que tá — os números não mostram nem metade da história.

    A gravidade que ninguém vê

    Vocês já ouviram falar de gravidade no basquete? É quando um jogador atrai tanto a atenção da defesa que cria oportunidades para os companheiros sem nem tocar na bola. E o Wembanyama tem isso no nível mais absurdo que eu já vi.

    No jogo contra o Heat deu pra ver isso claramente. Toda vez que o francês fazia um movimento em direção à cesta, magicamente aparecia um arremesso de 3 livre no canto da quadra. E não era coincidência — os Spurs lideram a liga em tentativas de arremesso de canto!

    Sinceramente, eu não esperava que um pivô de 2,24m pudesse ter essa influência no perímetro também. Mas os caras da NBA criaram uma estatística oficial de gravidade (meio complicada, mas enfim), e adivinha? O Wemby lidera entre todos os pivôs tanto na gravidade interior quanto na do perímetro.

    Todo mundo se beneficia do fenômeno

    E o mais impressionante é que TODO MUNDO do elenco dos Spurs melhora quando joga com ele. Todos os jogadores da rotação (exceto o Castle) tentam mais arremessos de canto quando Wembanyama está em quadra. E não é só quantidade não — eles convertem melhor também!

    Isso acontece porque quando Wemby faz um bloqueio e não mergulha para a cesta, o defensor dele fica colado nele. Aí sobra espaço para os companheiros penetrarem. Quando ele fica parado no perímetro, o cara que marca ele não se afasta muito — imagina tentar chegar a tempo de contestar um arremesso de um gigante de 2,24m?

    O resultado? Os Spurs criam o sexto maior número de pontos em penetrações da liga.

    Um talento raro de se ver

    Olha, pivôs que atraem a defesa sempre existiram. Mas um cara que faz isso tanto no garrafão quanto na linha de 3? Isso aí é coisa de outro planeta mesmo. E não é exagero meu — literalmente nunca vimos um jogador com essa combinação de tamanho, habilidade e inteligência tática.

    O que vocês acham? Esse cara vai revolucionar a posição de pivô na NBA ou já tá revolucionando? Porque pela forma como ele tá jogando, parece que estamos vendo o futuro do basquete acontecendo agora, em San Antonio.

  • Mitchell faz 42 pontos e salva os Cavs contra o Magic em jogaço maluco

    Mitchell faz 42 pontos e salva os Cavs contra o Magic em jogaço maluco

    Cara, que jogo foi esse? Os Cavaliers conseguiram segurar o Orlando Magic por 136 a 131 numa partida que não foi nada fácil. E quem salvou a pátria? Donovan Mitchell com 42 pontos — simplesmente monstro.

    Olha, vou ser sincero: os Cavs passaram um sufoco danado. O Magic chegou fazendo 39 pontos só no primeiro quarto! Pra vocês terem ideia, Orlando é uma equipe mediana no ataque — 15º em pontos por jogo na liga, 20º em aproveitamento de quadra. Mas ontem eles resolveram jogar como se fossem o Warriors dos anos dourados.

    Mitchell e Harden carregaram o piano

    A dupla de armadores dos Cavs foi absurda. Mitchell com seus 42 pontos (63% de aproveitamento) e James Harden contribuindo com 26, somando 68 pontos juntos. Mas o lance que definiu tudo foi uma bandeja gelada do Mitchell faltando 13 segundos — puro sangue frio.

    Harden tá mostrando por que ainda é diferenciado. O cara dobrou o Goga Bitadze várias vezes e foi direto pro garrafão. Aqueles passes impossíveis dele continuam funcionando — teve um passe de touchdown pro Dean Wade que eu ainda tô tentando entender como ele enxergou aquilo.

    Defesa dos Cavs preocupa

    Agora, preciso falar a real: a defesa de Cleveland deixou muito a desejar. Paolo Banchero fez 36 pontos quase sem ser incomodado, e o Magic como um todo arremessou 52% de quadra. Pra uma equipe que quer brigar pelos playoffs, isso é preocupante.

    Evan Mobley teve uma noite equilibrada com 19 pontos, 9 rebotes e 6 assistências, mas ainda falta aquela agressividade que esperamos dele contra times físicos como Orlando. Ele começou bem, mas meio que sumiu no decorrer do jogo.

    E aí, pessoal — vocês acham que os Cavs vão conseguir manter esse ritmo nos playoffs com essa defesa instável? Porque talento ofensivo eles têm de sobra, mas basquete de abril e maio é outra história completamente.

    O próximo desafio é logo hoje contra o Miami Heat, no segundo jogo de sequência. Vai ser interessante ver como eles respondem com pouco descanso.

  • Harden e Mitchell detonam Magic: 136-131 com show ofensivo

    Harden e Mitchell detonam Magic: 136-131 com show ofensivo

    Cara, que jogaço foi esse entre Cavs e Magic! Cleveland saiu com a vitória por 136-131, e foi basicamente um festival de cestas. A defesa? Bom, deixa quieto — mas quando você tem Donovan Mitchell fazendo 42 pontos e James Harden comandando o ataque como um maestro, quem precisa de defesa mesmo?

    Mitchell tá voltando ao nível dele depois daquela lesão no olho contra os Bucks. E olha, 42 pontos com 14-22 nos arremessos é coisa de monstro. O Magic simplesmente não conseguiu parar ele de chegar no garrafão, e quando o Spider consegue espaço pra soltar o arremesso de fora… é impossível segurar.

    O cara fechou o jogo com uma bandeja linda aos 40 pontos. Sinceramente, quando o Mitchell tá nesse ritmo, é um dos espetáculos mais bonitos da NBA.

    Harden fazendo escola no comando

    James Harden mostrou por que os Cavs têm o terceiro melhor ataque da liga desde que ele chegou. 26 pontos e 7 assistências, mas o mais impressionante foi como ele gerenciou o jogo. Cada posse parecia calculada, cada passe no tempo certo.

    Teve até aquele passe absurdo que viralizou no Twitter — vocês viram? O cara simplesmente inventou um ângulo que não existia. É por isso que o Barbudo ainda é um dos melhores armadores da liga, mesmo aos 36 anos.

    Claro que na defesa ele sofreu um pouco contra Paolo Banchero, mas quando você tá comandando um ataque que fez 136 pontos, dá pra relevar algumas falhas defensivas, né?

    Mobley perfeito, mas cadê a defesa?

    Evan Mobley teve uma noite perfeita nos arremessos: 8-8 da quadra. Dezenove pontos, 9 rebotes e 6 assistências. O processo ofensivo dele tá cada vez mais refinado — caçou os descasamentos e aproveitou cada oportunidade.

    Mas cara, como é que você deixa o Magic — que tem um dos ataques mais irregulares da liga — fazer 131 pontos? Mobley é o Defensor do Ano, mas parece que todo mundo relaxou na marcação ontem.

    No fim das contas, foi vitória. E que vitória! Cleveland tá mostrando que quando o ataque engata, eles conseguem vencer qualquer um. Agora a pergunta que não quer calar: será que conseguem manter esse nível ofensivo nos playoffs? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho pra qualquer um no Leste.

    Max Strus voltou a acertar as bolas de três (3-8), Dennis Schroder tá meio perdido ainda, e Keon Ellis precisa contribuir mais no ataque se quiser ter minutos na pós-temporada. Mas quando Mitchell e Harden tão nesse nível, o resto é só complemento mesmo.

  • Mitchell destruiu o Magic com 42 pontos – Cavs embalaram de vez

    Mitchell destruiu o Magic com 42 pontos – Cavs embalaram de vez

    Meu Deus, que show do Donovan Mitchell! O cara simplesmente decidiu que ia meter 42 pontos no Magic ontem à noite e pronto — Cleveland venceu por 136 a 131 e emplacou a quarta vitória seguida. Quarenta e dois pontos, pessoal. E o mais impressionante? É que isso já virou rotina pro Mitchell.

    Já é a sexta vez na temporada que ele passa dos 40 pontos. Sexta! O cara tá empatado em quarto lugar na NBA nesse quesito. E olha, tem um detalhe interessante: Mitchell simplesmente AMA jogar contra o Orlando. Essa foi a terceira vez em 23 jogos contra o Magic que ele fez mais de 40 pontos. A média dele contra Orlando? 27,2 pontos. É a sexta maior média individual contra um time específico na história da NBA.

    Harden também resolveu aparecer

    E o James Harden? Cara, depois daquela primeira etapa horrorosa contra o Pelicans no sábado (zero pontos no primeiro tempo), o barbudo veio com sede de vingança. 22 pontos e três bolas de 3 só no primeiro tempo! Foi a melhor primeira metade dele desde que chegou em Cleveland. No final, terminou com 26 pontos e mostrou que ainda tem muito basquete pra dar.

    Evan Mobley também não ficou atrás — 19 pontos com 100% de aproveitamento nos arremessos de quadra (8/8). Oito de oito! Mais nove rebotes e seis assistências. O garoto tá cada vez mais completo.

    Magic não conseguiu sustentar o ritmo

    Do lado do Orlando, Paolo Banchero fez o que pôde com seus 36 pontos, mas não foi suficiente. O Magic (38-34) perdeu a sexta seguida e agora tá numa situação complicada — empatado em oitavo no Leste com Charlotte e Miami. Sinceramente, esse time do Orlando tinha tudo pra estar brigando mais em cima, mas essas sequências ruins custam caro.

    Banchero começou destruindo no primeiro quarto (16 pontos), mas depois esfriou. Foram 5/7 nos primeiros 12 minutos e 5/12 no resto do jogo. É assim mesmo — quando você depende muito de um cara, às vezes dá nisso.

    Cleveland (45-27) tá a apenas 2,5 jogos do Knicks pela terceira posição no Leste. Com Mitchell jogando nesse nível e Harden finalmente encaixando, vocês acham que os Cavs podem incomodar nos playoffs? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

    O final foi tenso! Orlando conseguiu encostar depois de estar perdendo por 114-103, mas Mitchell resolveu do jeito que só ele sabe — penetrou e acertou uma bandeja flutuante faltando 13 segundos. Frieza total.

  • NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos: ‘Cade não merece isso’

    NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos: ‘Cade não merece isso’

    Olha, eu não consigo entender como a NBA ainda insiste nessa regra dos 65 jogos. Cade Cunningham tava voando na temporada — terceiro lugar nas pesquisas de MVP, praticamente garantido no First Team All-NBA — e aí se machuca mergulhando numa bola dividida. Pulmão colapsado, gente. O cara literalmente se machuca dando a vida pelo time e pode perder todas as premiações por causa de uma regra burocrática.

    A NBPA não engoliu essa e soltou uma nota pesadíssima hoje. Basicamente falaram que a regra dos 65 jogos tem que ser abolida ou pelo menos reformada pra criar exceções quando o jogador se machuca de verdade. E olha, concordo 100%.

    Quando a regra vira injustiça

    Cunningham precisa jogar mais cinco partidas pra se qualificar pros prêmios. Cinco jogos entre ele possivelmente ficar de fora pro resto da temporada regular por conta da lesão. É absurdo, cara.

    O agente dele, Jeff Schwartz, não poupou críticas: disse que Cade fez uma temporada de First Team All-NBA e que cair fora por uma “cota arbitrária” é ridículo. E tem razão — o cara tá carregando Detroit nas costas, os Pistons provavelmente vão ser cabeça de chave número 1 no Leste.

    Mas não é só com Cade que isso acontece. Há algumas semanas a gente tava com o coração na mão vendo se Jokic e Wembanyama iam conseguir voltar a tempo de bater os 65 jogos. Anthony Edwards ainda tá fora com lesão no joelho e precisa jogar sete dos próximos dez jogos do Minnesota.

    Load management virou problema maior

    Sinceramente? Eu entendo o que a NBA quis fazer com essa regra. Load management tava virando bagunça, estrelas faltando jogo por qualquer coisa. A liga usou os prêmios como “chantagem” — sem All-NBA, sem Super Max pro jogador.

    Mas aí que tá: os jornalistas que votam já levavam em conta quantos jogos o cara jogou! Se Cunningham não voltasse essa temporada, talvez ele saísse do First Team mas ainda mereceria um Second ou Third Team pelo impacto que teve. Agora essa discrição foi tirada das mãos de quem vota.

    E o pior: os jogadores reclamam que tão se arriscando a voltar cedo demais de lesão só pra bater a cota. Isso não deveria acontecer nunca.

    E aí, vocês acham que a NBA vai mudar essa regra? Porque na minha opinião, casos como o do Cade mostram que ela precisa de pelo menos uma reforma urgente. Ver um cara que fez uma temporada histórica ficar de fora dos prêmios por causa de uma lesão legítima é de partir o coração.

  • Ja Morant tá fora pelo resto da temporada – de novo

    Ja Morant tá fora pelo resto da temporada – de novo

    Cara, eu nem sei mais o que falar do Ja Morant. O Memphis Grizzlies anunciou ontem à noite que o armador vai ficar fora pelo resto da temporada por causa de uma lesão no ligamento do cotovelo esquerdo. Sinceramente? Já era meio que esperado.

    O moleque jogou apenas 20 partidas nesta temporada. Vinte! Pra vocês terem uma ideia, isso é menos que um quarto da temporada regular. E olha que ele já voltou de uma ausência de duas semanas por causa de dor na panturrilha, jogou dois jogos, e se machucou de novo no segundo. É de amargar mesmo.

    Memphis tentou trocar, mas ninguém quis

    Aqui fica mais interessante (e triste ao mesmo tempo). Os Grizzlies tentaram negociar o Ja antes do prazo limite das trades em fevereiro, mas não rolou interesse dos outros times. Imagina a situação: um cara que já foi All-Star duas vezes, com apenas 24 anos, e ninguém quer? É o reflexo de tudo que aconteceu nos últimos anos.

    A lesão aconteceu no dia 21 de janeiro – exatamente no segundo jogo depois que ele voltou da tal dor na panturrilha. Agora os médicos recomendaram uma injeção de plasma rico em plaquetas pra ajudar na cicatrização do ligamento. Pelo menos dizem que ele vai estar pronto pro início da próxima temporada.

    Três anos perdidos

    Vamos fazer as contas aqui, que fica assustador: nas últimas três temporadas, Ja Morant jogou apenas 79 partidas. Setenta e nove! Isso por causa de suspensões múltiplas e um monte de lesões diferentes. O cara ainda tem dois anos de contrato pela frente, com direito a 87 milhões de dólares.

    E aí, vocês acham que o Ja consegue se recuperar completamente na próxima temporada? Porque sinceramente, tô começando a achar que aquele armador explosivo que a gente conheceu nas primeiras temporadas pode não voltar mais. As lesões e os problemas fora de quadra parecem ter cobrado um preço alto demais.

    Memphis tá numa situação complicada. Apostaram todas as fichas no Morant, construíram o time ao redor dele, e agora? Três anos praticamente perdidos. É de partir o coração de qualquer torcedor dos Grizzlies.

  • Brunson fecha o jogo e Knicks chegam à 7ª vitória seguida

    Brunson fecha o jogo e Knicks chegam à 7ª vitória seguida

    Mano, o Jalen Brunson simplesmente decidiu que ontem não era dia de perder. O cara meteu 15 pontos no último período e carregou os Knicks pra mais uma vitória — a sétima seguida! — contra os Pelicans por 121 a 116 no Madison Square Garden.

    Olha, eu tava assistindo e por um momento pensei: “Será que os Knicks vão entregar esse jogo?” Porque depois de começarem voando no primeiro quarto, eles quase jogaram tudo pro alto com uns arremessos horríveis. Mas aí que entra a magia do Brunson. O cara entrou nos minutos finais e disse: “Deixa comigo.”

    Anunoby também mandou bem demais

    E não foi só o Brunson não, viu? O OG Anunoby teve uma noite absurda: 21 pontos, sendo 5 bolas de três em 13 tentativas. O maluco tava com a mira calibrada! Além disso, 4 rebotes, 4 assistências e 3 roubos de bola. Sinceramente, quando o OG tá jogando assim, os Knicks ficam bem mais perigosos.

    Do banco, Jordan Clarkson deu uma forcinha importante com 10 pontos e 5 assistências. E o Mitchell Robinson? 11 pontos e 8 rebotes, sendo 4 ofensivos — o cara tava sugando todos os rebotes que apareciam pela frente.

    Montanha-russa emocional

    Cara, que jogo maluco! Os Knicks começaram destruindo no primeiro quarto — 42 a 28 no placar. Acertaram 15 de 21 arremessos (71,4%), uma coisa de louco. Parecia que ia ser passeio.

    Mas aí veio o segundo período e… puts. Os caras erraram os primeiros cinco arremessos! Os Pelicans fizeram uma corrida de 18 a 2 nos primeiros cinco minutos do segundo quarto. Eu tava vendo e pensando: “Lá vamos nós de novo com esses altos e baixos.”

    O Karl-Anthony Towns teve uma primeira parte estranha — 11 pontos mas com -12 de mais/menos. Vocês viram como ele perdeu aquelas duas finalizações fáceis embaixo da cesta? E ainda tomou duas faltas em 14 segundos. Desses momentos que você fica se perguntando o que tá acontecendo.

    Brunson decidiu na reta final

    No último quarto, quando o jogo tava pegando fogo mesmo, o Brunson simplesmente assumiu o protagonismo. Quinze pontos no período final! O cara foi cirúrgico nos momentos que mais importavam.

    E olha que os Pelicans não facilitaram não. O Zion Williamson e companhia fizeram os Knicks suarem até o final. Mas quando você tem um armador que sabe fechar jogos como o Brunson, faz toda a diferença.

    Agora são sete vitórias consecutivas pros Knicks (47-25). Eu tô começando a acreditar mesmo nesse time — quando eles jogam focados pelos quatro períodos, podem incomodar qualquer um nos playoffs. E aí, vocês acham que essa sequência vai continuar?

  • Dobes vira herói e Canadiens busca vaga nos playoffs com vitória épica

    Dobes vira herói e Canadiens busca vaga nos playoffs com vitória épica

    Olha, eu não esperava isso mas o Montreal Canadiens tá me fazendo acreditar de novo. Ontem à noite, os caras fizeram uma das maiores viradas da temporada contra o líder da Conferência Leste, Carolina Hurricanes, vencendo por 5-2 depois de estar perdendo por 2-0.

    O grande protagonista? Jakub Dobes. O moleque fez 41 defesas — quarenta e uma! — numa performance que vai ficar marcada na memória de quem tava no Bell Centre. Carolina chegou com tudo, bombardeando o gol canadense, mas esbarraram numa muralha tcheca.

    Caufield na briga pela artilharia

    Cole Caufield marcou seu 44º gol da temporada e tá apenas dois gols atrás de Nathan MacKinnon na liderança da liga. Sinceramente? Acho que poucos apostavam que um cara de 1,70m ia brigar pela artilharia da NHL, mas aqui estamos.

    O mais louco é que nenhum jogador do Canadiens liderou a NHL em gols desde Guy Lafleur em 1977-78. Quarenta e sete anos! Vocês conseguem imaginar a pressão que deve ser carregar essa expectativa?

    Juraj Slafkovsky e Ivan Demidov também brilharam, cada um com gol e assistência. O Demidov, aliás, tá mostrando por que foi uma das escolhas mais esperadas do draft. Oliver Kapanen completou a festa, e Jake Evans selou a vitória com um gol de portão vazio.

    Virada histórica em números

    Essa foi a 24ª virada do Canadiens na temporada — empatando o recorde da franquia (que era dividido entre 1992-93 e 1975-76). Cara, isso mostra uma mentalidade diferente desse time jovem.

    O começo foi terrível, não vou mentir. Nikolaj Ehlers abriu o placar num power-play bizarro — o próprio Mike Matheson desviou o passe dele para o próprio gol. Aí Jordan Staal ampliou aos 7 minutos, e eu já tava pensando “lá vamos nós de novo”.

    Mas Kapanen descontou ainda no primeiro período, e no segundo tempo foi show total do Montreal. A torcida no Bell Centre deve ter saído rouca de tanto gritar.

    Com essa vitória, o Canadiens chegou aos 88 pontos e segue na terceira posição da Divisão Atlântica. O New York Islanders, que perdeu na rodada, ficou três pontos atrás na briga pela última vaga dos playoffs.

    E aí, vocês acham que Montreal consegue se classificar depois de tantos anos no deserto? Essa temporada tá sendo uma montanha-russa emocional pra qualquer fã dos Habs!