Autor: Leandro Amorim

  • Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Meu amigo, os Knicks finalmente apareceram no jogo 4! Depois de três jogos apanhando dos Hawks, Nova York decidiu que chega de moleza e partiu pra porrada física em Atlanta. O resultado? Uma surra de 114-98 que empatou a série em 2-2.

    Desde a bola ao alto você via que era outro time. A intensidade defensiva que estava faltando toda a série apareceu de uma vez — e os Hawks simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. Foi como ver o Knicks do ano passado, aquele que chegou nas finais da Conferência Leste.

    KAT comandou a festa com triple-double

    Karl-Anthony Towns finalmente mostrou por que foi a grande contratação da temporada. Triple-double com 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências — números que um pivô não faz todo dia, né? O cara distribuiu bola como um armador e ainda dominou o garrafão.

    Mas não foi só ele. OG Anunoby e Josh Hart jogaram um absurdo no primeiro tempo, combinando 21 pontos em 9 de 16 arremessos. Anunoby terminou com 22 pontos e 10 rebotes. Quando o elenco todo funciona assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Hawks não conseguiram respirar

    Do outro lado, Atlanta teve uma noite para esquecer. CJ McCollum até tentou segurar as pontas com 17 pontos, mas errou todos os quatro arremessos de três que tentou. O resto do time? Nem se fala — 37% de aproveitamento nos três primeiros quartos e 17 bolas perdidas.

    Olha, eu não esperava uma queda de rendimento tão grande dos Hawks. Zero pontos em contra-ataques. ZERO! É como se o Knicks tivesse sugado toda a energia deles com aquela pressão defensiva sufocante.

    Jalen Brunson até machucou o tornozelo no terceiro quarto, foi pro vestiário, voltou enfaixado e ainda bateu o joelho com um jogador dos Hawks mais tarde. Mesmo assim, continuou jogando — é ou não é raça?

    Agora é melhor de três

    A série volta pra Madison Square Garden na terça-feira completamente em aberto. Sinceramente acho que os Knicks encontraram o caminho — quando eles jogam com essa intensidade física, são muito difíceis de parar. A questão é: será que os Hawks vão conseguir responder na mesma moeda?

    Vocês viram como a torcida do Knicks tomou conta da State Farm Arena? “Let’s go Knicks” ecoando em Atlanta é algo que você não vê todo dia. Esse time tem uma energia contagiante quando está no modo playoffs.

    E aí, quem vocês acham que leva essa série agora? Os Hawks vão conseguir se recuperar dessa pancada ou o Knicks embalou de vez?

  • Embiid segue ‘duvidoso’ pro Jogo 4 – será que rola dessa vez?

    Embiid segue ‘duvidoso’ pro Jogo 4 – será que rola dessa vez?

    E lá vamos nós de novo com essa dança do “vai jogar, não vai jogar” com o Joel Embiid. O cara tá listado como duvidoso pro Jogo 4 contra os Celtics, exatamente igual estava pro Jogo 3 — e sabemos como terminou essa história, né? Cortaram ele de última hora.

    Olha, eu entendo a situação. Embiid passou por uma apendicectomia e tá se recuperando, mas sinceramente? Essa indefinição tá deixando todo mundo maluco. O Nick Nurse falou que o Embiid tá fazendo trabalhos individuais na quadra, até treinou com alguns companheiros, mas “ainda não tá pronto”.

    A matemática do “duvidoso” do Embiid

    Aqui vai uma curiosidade interessante que descobriram: das cinco vezes que o Embiid foi listado como duvidoso nesta temporada, ele só jogou duas. E nas duas ocasiões que ele entrou em quadra, mudaram o status dele pra “questionável” ou “provável” algumas horas antes do jogo.

    Então fica a dica aí galera — se até o shootaround da manhã ele continuar como duvidoso, pode ir se preparando pra mais um jogo sem o Big Man dos Sixers. É meio que um código não-oficial já.

    O que me impressiona é como o Philadelphia depende desse cara. Sem ele, a série contra Boston fica bem mais complicada. Tá 2-1 pro Celtics, e sinceramente, sem o Embiid dominando o garrafão, fica difícil competir com aquele time.

    Oubre Jr. também preocupa

    E pra completar o cenário, agora o Kelly Oubre Jr. apareceu no relatório médico também — questionável por dores no adutor direito. Cara jogou quase 40 minutos no Jogo 3, inclusive nos momentos decisivos, então deve ter sentido algo durante a partida.

    É aquela coisa né, playoffs é isso aí mesmo. Todo mundo jogando no limite, machucado, com dor. O próprio Tyrese Maxey confirmou que vai ter que usar aquela tala no dedo até o final da temporada — desde 28 de março com essa história.

    Vocês acham que o Embiid consegue voltar pra esse Jogo 4? Eu tô começando a ficar cético. A recuperação de apendicite não é brincadeira, e forçar a barra pode ser pior ainda. Mas ao mesmo tempo, sem ele, as chances do Philadelphia nessa série ficam bem menores.

    O shootaround da manhã vai ser decisivo. Se ele não subir de status até lá, pode ir preparando o coração pra mais uma decepção da torcida dos Sixers.

  • DiVincenzo se machuca feio e pode estar fora dos playoffs

    DiVincenzo se machuca feio e pode estar fora dos playoffs

    Cara, acabou de rolar uma das cenas mais tensas dos playoffs até agora. Donte DiVincenzo, armador do Minnesota Timberwolves, sofreu uma lesão que pode ser bem séria no Jogo 4 contra o Denver Nuggets.

    A parada aconteceu logo no primeiro quarto, faltando 10:43 para acabar. O DiVincenzo tinha acabado de tentar um arremesso de 3 pontos bem profundo pela lateral esquerda. Quando a bola bateu no aro, ele foi atrás do rebote e… pá. Caiu no chão sem ninguém nem encostar nele.

    O momento da lesão foi de arrepiar

    Quem viu a jogada ao vivo percebeu na hora que a coisa estava feia. DiVincenzo imediatamente segurou a panturrilha direita e chamou o staff médico. Quando os caras chegaram perto dele, o jogador estava se contorcendo de dor no chão.

    O pior de tudo? Os replays em câmera lenta mostraram o tendão de Aquiles dele meio que “pulando” — e isso geralmente não é bom sinal, não. Esse tipo de movimento, que eles chamam de “passo falso” ou “passo negativo”, é exatamente o que mais causa ruptura do Aquiles na NBA.

    Sinceramente, eu já vi essa cena antes e nunca termina bem. As lesões no tendão de Aquiles têm aumentado muito nos últimos anos na liga, e é sempre de cortar o coração ver um cara se machucar assim nos playoffs.

    DiVincenzo vinha jogando muito

    E olha que o cara estava numa temporada monstro. Jogou todos os 82 jogos da temporada regular — coisa rara hoje em dia — com médias de 12.2 pontos, 4.1 rebotes e 3.8 assistências. Nos playoffs contra os Nuggets, estava arrebentando com 51.6% nos arremessos.

    Os Timberwolves tiraram ele do jogo na hora e confirmaram que era lesão na parte inferior da perna. Mas pelo que deu pra ver, a situação pode ser bem mais complicada do que isso.

    Vocês acham que o Minnesota consegue seguir firme nos playoffs sem um dos seus principais armadores? A pressão agora toda vai pra cima dos outros caras do elenco. Espero que seja só um susto e que o DiVincenzo volte logo, mas pela reação dele ali… não sei, não.

  • Shai destruiu os Suns: Thunder a uma vitória da vaga

    Shai destruiu os Suns: Thunder a uma vitória da vaga

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que ia acabar com o psicológico do Phoenix Suns ontem à noite. O cara acertou os primeiros NOVE arremessos da partida como se estivesse treinando sozinho na quadra. Resultado? 42 pontos em 15 de 18 tentativas e o Oklahoma City Thunder agora está 3-0 na série, praticamente carimbando a vaga para a segunda rodada dos playoffs.

    Sinceramente, eu já esperava que o OKC fosse favorito nessa série, mas não imaginava que seria TÃO fácil assim. 121 a 109 e a sensação de que o Thunder nem precisou suar a camisa pra vencer.

    Cadê o Devin Booker que a gente conhece?

    Olha, eu preciso falar sobre o elefante na sala: onde diabos está o Devin Booker? O cara que todo mundo considera um dos melhores cestinhas da liga marcou apenas 61 pontos em TRÊS JOGOS. Isso dá uma média de pouco mais de 20 pontos, o que pra ele é quase uma ofensa.

    Tá, ele até machucou o tornozelo no terceiro quarto, mas voltou pro jogo. O problema não é físico — é mental mesmo. Parece que ele tá com medo de assumir o protagonismo que o Phoenix tanto precisa. Tá armando jogadas, fazendo assistências, mas cadê aquele Booker que resolvia o jogo sozinho?

    Na minha visão, não adianta nada o Suns ter lutado tanto pra conseguir uma vaga nos playoffs se o principal jogador não vai aparecer na hora que mais importa.

    OKC jogando no automático

    A coisa mais impressionante dessa série é como o Thunder parece estar jogando no piloto automático. É como se eles soubessem que não precisam dar 100% pra ganhar — e tão certos disso que realmente não estão dando.

    O banco de reservas do OKC meteu 36 pontos contra apenas 12 do Phoenix. Trinta e seis! Jaylin Williams, Cason Wallace, Jared McCain e Alex Caruso simplesmente destruíram. É um luxo que poucos times têm na NBA.

    E mesmo com a lesão do Jalen Williams (que deve ficar algumas semanas fora), parece que não faz diferença. Esse time tá construído pra ir longe nos playoffs, e eu não ficaria surpreso se chegasse nas finais.

    E aí, vocês acham que o Suns ainda consegue reagir no jogo 4? Porque sinceramente, tá difícil de acreditar. Quando um time tá 3-0 numa série, especialmente dominando desse jeito, é praticamente impossível dar a volta por cima.

    O que mais me impressiona é a tranquilidade do Shai. O cara acabou de ganhar MVP da temporada regular E das finais do ano passado, e continua jogando como se nada tivesse mudado. Essa frieza no sangue é algo que poucos jogadores têm — e é exatamente por isso que ele tá nesse patamar.

  • KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    KAT faz primeiro triple-double nos playoffs e Knicks empatam série

    Olha, eu não esperava que o Karl-Anthony Towns fosse ser ESSE cara nos playoffs, mas o homem simplesmente decidiu que era a hora dele brilhar. No jogo 4 contra o Hawks, KAT mandou o primeiro triple-double da carreira dele nos playoffs (20 pontos, 10 rebotes, 10 assistências) e ajudou os Knicks a empatarem a série em 2-2 com uma vitória de 114 a 98.

    E que atuação, meu amigo! Towns não só pontuou bem — 6 de 10 arremessos —, como distribuiu a bola que nem um armador veterano. Dez assistências! O cara que sempre foi criticado por ser individualista demais mostrou que pode sim fazer os companheiros jogarem melhor.

    Mikal Bridges e Josh Hart acordaram na hora certa

    Depois daquela performance horrorosa no jogo 3 (onde o Bridges nem pontuou), tanto ele quanto o Josh Hart resolveram aparecer. Os dois que fizeram 1 de 12 coletivamente no jogo anterior, mandaram 7 de 11 no primeiro tempo desta vez. Hart inclusive fechou a primeira etapa em grande estilo, anotando 9 dos últimos 11 pontos dos Knicks antes do intervalo.

    Sinceramente, essa dupla estava devendo essa resposta. E que alívio deve ter sido pro Thibodeau ver esses caras voltarem a produzir quando mais precisava.

    Defesa sólida e rebote dominante

    Uma coisa que me chamou atenção foi como os Knicks dominaram no garrafão. Eles pegaram rebote ofensivo o jogo todo, criando segundas chances enquanto não deixavam os Hawks nem chegarem perto da tabela deles. No primeiro tempo, Atlanta fez só 44 pontos — uma pressão defensiva absurda.

    O OG Anunoby também mandou bem com um double-double de 22 pontos e 10 rebotes. E tem o Miles McBride saindo do banco pra fazer 8 dos seus 11 pontos no último quarto, acertando 3 de 6 do perímetro.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade no jogo 5? Porque uma coisa eu garanto: se o Towns continuar jogando assim, distribuindo e pontuando, essa série pode virar rapidinho. O cara mostrou que quando resolve aparecer nos momentos grandes, ele realmente pode ser decisivo.

    Brunson fez 19 pontos mas perdeu 6 bolas — algo que ele precisa melhorar pro próximo jogo. Mas com Towns nesse nível e os outros caras voltando a acertar os arremessos, os Knicks têm tudo pra surpreender nessa série.

  • Rockets podem trocar Alperen Sengun por superstar neste verão

    Rockets podem trocar Alperen Sengun por superstar neste verão

    Olha só que loucura chegou até mim: o Houston Rockets pode estar pensando em trocar Alperen Sengun por uma superstar consolidada neste verão. Sim, você leu certo — o pivô turco que vem fazendo um trabalho monstro nos últimos anos pode estar com os dias contados no Texas.

    Sengun acabou de fechar sua segunda temporada consecutiva como All-Star, com médias de 20.4 pontos, 8.9 rebotes e 6.2 assistências. O cara tá jogando muito, não tem como negar. Foram 34 double-doubles na temporada, empatando com Luka Dončić pelo nono lugar na NBA. Números absurdos para um pivô que ainda nem chegou no auge da carreira.

    Mas aí vem a decepção dos playoffs…

    E aí que a coisa complica. Os Rockets pegaram uma matchup favorável contra os Lakers no primeiro round — Dončić e Austin Reaves machucados, parecia que ia dar zebra. Só que não deu. Estão perdendo de 3-0 e correndo o risco real de levar uma varrida. Em casa, ainda por cima.

    Sengun não vem jogando aquele basquete que a gente esperava. Nas duas primeiras partidas, foram apenas 38.5% de aproveitamento nos arremessos. No Jogo 3, ele até melhorou — 33 pontos, 16 rebotes, 6 assistências em 47 minutos. Mas já era meio tarde, né?

    O que dizem os rumores de trade

    Segundo Will Guillory do The Athletic, se os Rockets forem eliminados dessa forma decepcionante, Sengun pode virar moeda de troca para buscar alguém como Giannis Antetokounmpo, Kawhi Leonard ou Donovan Mitchell. Giannis já foi cotado com Houston antes, então faz sentido o nome dele aparecer de novo.

    Na minha sincera opinião? Acho uma jogada arriscada demais. Sengun tem 25 anos e tá melhorando a cada temporada. Trocar ele por um veterano pode resolver a situação a curto prazo, mas e daqui a 3-4 anos? O que vocês acham — vale a pena sacrificar o futuro pelo presente?

    O problema é que pegar uma superstar dessas vai custar muito mais que só o Sengun. Houston vai ter que abrir mão de profundidade no elenco, e isso pode deixar o time vulnerável. É aquela velha questão: melhor ter três jogadores bons ou um craque e dois ruins?

    Uma coisa é certa — se os Rockets realmente levarem essa varrida, mudanças vão rolar no verão. E Sengun, infelizmente, pode ser o principal nome no mercado.

  • SGA faz 42 pontos e Thunder abre 3-0 contra os Suns nos playoffs

    SGA faz 42 pontos e Thunder abre 3-0 contra os Suns nos playoffs

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente resolveu destruir tudo ontem à noite em Phoenix. 42 pontos. QUARENTA E DOIS. E o mais absurdo? Acertou 15 de 18 arremessos de quadra. Isso não é nem normal mais, é coisa de videogame.

    Mas olha, por incrível que pareça, o SGA não foi nem o grande diferencial do jogo. O que realmente quebrou os Suns foi a profundidade do elenco do Thunder. Enquanto o banco de Oklahoma City marcou 36 pontos, os reservas de Phoenix conseguiram apenas 12. É uma diferença brutal que mostra como esses dois times estão em momentos completamente diferentes.

    Quando o banco faz a diferença

    O Thunder venceu por 121 a 109 e agora tem uma vantagem de 3-0 na série — praticamente uma sentença de morte nos playoffs. Sinceramente, eu não esperava que fosse tão dominante assim. O time de Oklahoma City está com um aproveitamento de 11-0 no primeiro turno dos playoffs nas últimas três temporadas. Onze vitórias seguidas. Isso é monstruoso.

    Do lado dos Suns, o Dillon Brooks mostrou que veio para brigar mesmo, liderando o time com 33 pontos. O Jalen Green também colaborou com 26. Mas aí que tá — o esforço individual não tá conseguindo compensar a superioridade coletiva do Thunder.

    Booker assustou mas tá firme

    Teve um momento tenso no terceiro quarto quando o Devin Booker machucou o tornozelo esquerdo e saiu de quadra. A torcida de Phoenix ficou em silêncio total. Mas o cara voltou — e que ovação ele recebeu! Terminou com 16 pontos e já garantiu que vai jogar no Jogo 4. Inclusive, ele quer marcar o SGA na defesa. Coragem não falta pro Book.

    Alex Caruso contribuiu com 13 pontos para o Thunder, enquanto Chet Holmgren teve 10 pontos e 7 rebotes — nada espetacular, mas fez o suficiente. E olha que Oklahoma City jogou sem o Jalen Williams, que machucou o posterior da coxa no Jogo 2 e deve ficar algumas semanas fora.

    Agora é segunda-feira, Jogo 4 em Phoenix. Os Suns precisam de um milagre para não serem varridos. Vocês acham que eles conseguem pelo menos levar a série pro Jogo 5? Porque na minha opinião, esse Thunder tá voando demais para ser parado agora.

  • Booker se machuca após tropeçar no pé de Dort: foi proposital?

    Booker se machuca após tropeçar no pé de Dort: foi proposital?

    Cara, que situação estranha rolou no jogo entre Suns e Thunder ontem! O Devin Booker torceu o tornozelo depois de tropeçar no pé do Lu Dort, e agora todo mundo tá se perguntando: foi de propósito ou não?

    A parada aconteceu no começo do terceiro quarto. Booker tava cortando pra cesta quando pisou no pé direito do Dort e foi ao chão segurando o tornozelo. O cara ficou visivelmente com dor, mancou até o banco e foi pro vestiário. Eu já pensei “pronto, era o que faltava pros Suns”.

    A polêmica do lance

    Mas aqui que fica interessante — e meio tenso também. Booker disse depois do jogo que viu o Dort esticar um pouco a perna no lance, mas que não sabe se foi intencional. “Não sei se foi proposital ou não — eu vi que ele esticou a perna um pouquinho”, falou o astro dos Suns.

    O mais curioso é que o próprio Dort levantou a mão pedindo falta depois do lance, como se reconhecesse que tinha rolado alguma coisa errada ali. O técnico dos Suns, Jordan Ott, também comentou sobre isso: “Vi ele levantar a mão pedindo falta na hora. Depois olhei rapidamente no filme. Seja falta ou não, ele levanta a mão obviamente indicando que algo aconteceu”.

    Sinceramente? Eu acho que quando o próprio jogador levanta a mão assim, alguma coisa estranha teve. Mas vai saber se foi proposital mesmo…

    Booker volta e Phoenix ainda perde

    O lado bom da história é que o Booker voltou alguns minutos depois pra uma ovação da torcida em Phoenix. E olha, o cara não perdeu tempo: acertou uma de média distância e uma bola de três que colocaram os Suns de volta no jogo, cortando a diferença pra 75-69.

    Mas aí o Thunder fez o que sabe fazer — respondeu com seis pontos seguidos e abriu o jogo de novo. No final das contas, Oklahoma City ganhou por 121-109, com direito a um show do Shai Gilgeous-Alexander: 42 pontos em 15 de 18 arremessos. Que monstro.

    Booker terminou com 16 pontos e 7 assistências, números até modestos pro padrão dele. Depois do jogo, disse que tá “bem” e deve jogar normalmente na segunda-feira. Tomara, né? Porque senão os Suns vão levar uma varrida e acabou a temporada.

    Mais problemas com arbitragem

    E pra completar o drama todo, essa é só mais uma polêmica com arbitragem nessa série. Booker já tinha levado uma multa de 35 mil dólares por criticar publicamente os árbitros após o Jogo 2. A NBA disse que não encontrou evidências de parcialidade, mas cancelou uma falta técnica que tinha sido marcada incorretamente.

    Vocês acham que esse lance do Dort foi proposital mesmo? Eu fico na dúvida, mas numa série de playoffs tão acirrada, qualquer coisinha vira polêmica. O que importa agora é o Booker estar inteiro pro próximo jogo — porque senão a temporada dos Suns acaba na segunda-feira.

  • Gordon volta pros Nuggets no momento certo – será que dá pra virar?

    Gordon volta pros Nuggets no momento certo – será que dá pra virar?

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que timing é tudo. E o Aaron Gordon voltando justamente no Game 4, com os Nuggets perdendo por 2-1 pra Minnesota? Isso pode ser a diferença entre seguir vivo nos playoffs ou ir pra casa mais cedo.

    A volta do monstro da defesa

    O cara ficou de fora do Game 3 por causa de uma tensão na panturrilha esquerda, e caraca, como fez falta. Spencer Jones tentou substituir, mas 6 pontos em 28 minutos? Dá pra ver que não é a mesma coisa. Enquanto isso, o Jokić fez os 27 pontos dele de sempre, mas até o sérvio sentiu a ausência – 2 de 10 do perímetro não é o MVP que a gente conhece.

    Minnesota aproveitou e abriu 2-1 na série com aquela vitória de 113-96. Eu assisti ao jogo e, sinceramente, deu pra ver que os Nuggets estavam perdidos sem a versatilidade do Gordon.

    O que muda com Gordon em quadra

    Agora, com o Gordon de volta, a dinâmica muda completamente. O cara é aquele tipo de jogador que faz tudo um pouco – defende, rebote, arremessa de três quando precisa. E olha, vai ser interessante ver se ele volta com limitação de minutos ou se o técnico vai apostar todas as fichas nele.

    A pergunta que não quer calar é: será que um Aaron Gordon ainda se recuperando consegue dar conta do Anthony Edwards? Porque o Ant tem sido simplesmente absurdo nesta série, e os Nuggets precisam de alguém que consiga pelo menos incomodar ele.

    Agora é tudo ou nada

    Vocês acham que dá pra virar essa série? Eu to meio dividido, pra ser honesto. Por um lado, é o Jokić – o cara é capaz de qualquer coisa. Por outro, Minnesota tá jogando em casa e com muita confiança.

    Uma coisa é certa: com Gordon de volta, pelo menos os Nuggets têm uma chance real de disputar cada posse. E em playoffs, às vezes é só isso que você precisa – uma oportunidade pra mostrar por que foi campeão há algumas temporadas.

    O jogo é hoje à noite, e eu vou estar colado na TV. Essa série pode definir muito coisa pro futuro de Denver.

  • Bronny James brilha e Lakers fazem o impossível nos playoffs

    Bronny James brilha e Lakers fazem o impossível nos playoffs

    Cara, que noite foi essa nos playoffs! Os Lakers fizeram uma das viradas mais absurdas que eu já vi na minha vida — e olha que eu acompanho NBA há muito tempo. Estavam praticamente mortos contra os Rockets e conseguiram a vitória para abrir 3-0 na série. Sinceramente? Achei que Houston ia conseguir pelo menos uma em casa.

    E não foi só isso. Bronny James, o filho do King, finalmente mostrou por que tanto barulho foi feito em torno dele. O garoto entrou no final do terceiro quarto e simplesmente mudou o jogo. Três cestas de três seguidas, uma enterrada que deixou a casa abaixo — monstro demais.

    Celtics fazem a matemática funcionar

    Do outro lado do país, Boston fez exatamente o que todo mundo esperava: choveu bola de três. Vinte cestas do perímetro contra doze dos Sixers. Na minha visão, isso aí é pura matemática mesmo — uma hora a lei dos grandes números ia cobrar.

    O que mais me impressiona nos Celtics é como eles têm dez caras diferentes que podem acertar de longe. Payton Pritchard salvou o jogo com uma tripla absurda quando parecia que Philly ia virar, e depois o Tatum enterrou o último prego no caixão. É isso aí — quando você tem tanto armamento ofensivo, alguém sempre aparece.

    Os Sixers até tentaram. Chegaram a ficar a dois pontos de diferença faltando pouco mais de um minuto. Mas aí que tá — rebote ofensivo do Derrick White, bola pro Tatum, e tchau e benção. Essa é a diferença entre ter profundidade no elenco e depender de dois ou três caras.

    Spurs provam que não são só Wemby

    E os Spurs? Cara, que evolução! Todo mundo fica falando do Wembanyama (e com razão, o cara é um alienígena mesmo), mas ontem a equipe toda jogou. Bateram Portland por 120-108 e agora lideram a série por 2-1.

    O que mais me chama atenção é como San Antonio conseguiu criar uma identidade de jogo que não depende só do Victor fazer tudo. Claro que ele é o cara, mas quando você vê os outros jogadores aparecendo também, aí você sabe que o time evoluiu pra valer.

    Vocês acham que Portland ainda tem chances? Eu tô achando difícil, viu. Os Blazers até jogam bem em casa, mas esse time dos Spurs tá com uma confiança que não dá pra ignorar. E playoffs é isso — quem consegue manter a consistência por mais tempo leva.

    No final das contas, foi uma noite que mostrou por que os playoffs da NBA são simplesmente os melhores do esporte mundial. Drama, reviravolta, estrelas nascendo — tem tudo o que a gente ama nesse jogo.