Autor: Leandro Amorim

  • LeBron e Bronny fazem jogada histórica juntos nos playoffs

    LeBron e Bronny fazem jogada histórica juntos nos playoffs

    Gente, eu sei que já falei isso antes, mas continuo sem acreditar que estamos vendo pai e filho jogando juntos na NBA. E ontem contra o Rockets foi simplesmente mágico — LeBron achou o Bronny no contra-ataque para uma bandeja no alley-oop que me arrepiou todo.

    Olha, quando eu vi aquela jogada ao vivo, pensei: “cara, isso aí vai entrar pra história”. O LeBron já tinha 39 anos e ainda tá fazendo dessas. E o Bronny? O garoto tá cada vez mais solto em quadra. Longe vão os tempos em que todo mundo zoava ele depois do Draft de 2024.

    O Rei virou jovem de novo

    O mais impressionante é como o LeBron tá rejuvenescido jogando com o filho. Sério mesmo. Às vezes parece que ele voltou 10 anos no tempo. Nos playoffs, o cara tá fazendo quase 40 minutos por jogo e sustentando médias absurdas: 23.5 pontos, 10 assistências e 8 rebotes. Monstro.

    E vocês acham que é coincidência? Eu sinceramente acho que ter o Bronny ali do lado dá uma energia extra pro Rei. Desde que eles fizeram aquela primeira assistência pai-filho da história da NBA na temporada regular, a química só melhorou.

    Bronny crescendo devagar mas crescendo

    Claro, o Bronny ainda não é peça fundamental na rotação dos Lakers — tá fazendo apenas 3.5 minutos por jogo nos playoffs. Mas cara, comparado com o que era no começo da temporada (8.9 minutos em 42 jogos), o garoto evoluiu demais.

    O timing perfeito veio com as lesões do Doncic e do Austin Reaves. Não que eu queira ver jogador machucado, mas isso abriu espaço pro duo pai-filho ganhar mais minutagem juntos. E olha, os Lakers não sentiram nada a ausência dos caras — principalmente porque o LeBron decidiu que ia carregar o time nas costas mesmo.

    Com o Kevin Durant também machucado pelo lado do Houston, os Lakers tiveram vida fácil nessa série. Mas se quiserem ir longe mesmo nessa pós-temporada, vão precisar do Doncic e do Reaves 100%.

    E aí, vocês acham que ainda vamos ver mais momentos históricos entre pai e filho antes do LeBron se aposentar?

  • Tatum resolve no clutch e Celtics abrem 2-1 contra os Sixers

    Tatum resolve no clutch e Celtics abrem 2-1 contra os Sixers

    Cara, que jogaço foi esse! Jayson Tatum simplesmente decidiu que não ia perder ontem à noite e carregou os Celtics nas costas para uma vitória crucial sobre o Philadelphia 76ers. O cara tá voltando com tudo depois daquela lesão no Aquiles que nos deixou preocupados na temporada passada.

    Nos minutos finais, quando o jogo tava pegando fogo e qualquer erro podia ser fatal, o Tatum fez aquilo que já esperamos dele: virou o monstro. Duas bolas de três pontos absurdas que praticamente selaram a vitória. É isso que separa os caras normais dos superstars — essa capacidade de decidir quando mais importa.

    Os Jays mandaram ver

    O que mais me impressiona é a sintonia entre Tatum e Jaylen Brown. Os dois terminaram com 25 pontos cada um, como se tivesse sido combinado. Brown ainda pegou 7 rebotes e mostrou que quando os dois estão ligados no 220V, é muito difícil parar Boston.

    Mas olha só essa estatística: Celtics fizeram 20 bolas de três contra apenas 12 dos Sixers. Vinte! Isso é muita pancada de fora do garrafão. E no rebote também dominaram, 45 a 37. Quando você ganha nesses dois fundamentos contra um time forte como Philadelphia, a vitória fica mais fácil.

    O clutch do Tatum

    Sinceramente, eu já esperava uma performance assim do Tatum. O cara terminou com 25 pontos, 7 assistências e ainda acertou 5 das 9 tentativas de três. Eficiência de craque mesmo. E o mais legal? Fez isso jogando coletivo, distribuindo bola e não forçando arremesso difícil.

    Payton Pritchard também merece destaque com seus 15 pontos saindo do banco. Esse garoto tem se tornado uma peça importante para os Celtics, principalmente quando precisa dar aquele gás extra vindo da reserva.

    Agora Boston tem uma vantagem de 2-1 na série e pode praticamente matar o jogo no próximo confronto. Vocês acham que os Sixers conseguem reagir jogando em casa, ou os Celtics vão fechar a série rapidinho? Na minha opinião, se o Tatum continuar nesse nível, vai ser muito difícil para Philadelphia reverter essa situação.

  • Iverson pirou com arremesso clutch do Maxey nos playoffs

    Iverson pirou com arremesso clutch do Maxey nos playoffs

    Cara, teve um momento no Jogo 3 entre 76ers e Celtics que me deu arrepio só de ver. O Tyrese Maxey pegou a bola, olhou pro aro e mandou um arremesso de 3 que literalmente fez o Allen Iverson quase pular da cadeira. E não foi exagero não — o cara subiu da arquibancada como se fosse ele mesmo fazendo o lance!

    A situação era tensa: Sixers perdendo por 84-82 no último quarto, torcida em casa nervosa, e aí o Maxey resolve mostrar porque é considerado o futuro da franquia. Mandou aquele três gelado que só os grandes fazem. E o AI? Simplesmente perdeu a compostura total.

    Quando a lenda encontra o futuro

    Olha, eu já vi o Iverson animado com o Maxey outras vezes, mas isso foi diferente. Era como se ele estivesse vendo um pouco de si mesmo naquele lance. Aquela coragem de assumir o jogo nos momentos decisivos — isso é DNA Philadelphia, não tem jeito.

    O Maxey fez uma partida absurda: 31 pontos em 12 de 31 arremessos, mais 6 assistências e 4 rebotes em 42 minutos. O moleque não descansou! Mesmo com a defesa sufocante dos Celtics, ele continuou atacando. Sinceramente, acho que ele tá amadurecendo na velocidade da luz nesses playoffs.

    A derrota que dói, mas ensina

    Infelizmente, nem sempre o herói individual ganha o jogo. Os Sixers perderam por 108-100 e ficaram atrás por 2-1 na série. Boston soube controlar os momentos finais e não deixou Philadelphia completar a virada.

    Mas sabe o que mais me impressiona? É ver como o Maxey não se intimida com a pressão. Ele joga com aquele “coração acima de tudo” que o próprio Iverson pregava. E com o AI ali do lado, incentivando cada jogada, parece que temos uma passagem de bastão acontecendo em tempo real.

    E aí, vocês acham que o Maxey consegue equilibrar a série no Jogo 4? Porque se ele continuar jogando nesse nível, com o Iverson como seu maior torcedor, os Celtics vão ter que suar muito mais pra fechar essa série.

  • Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Olha, quando eu vi as estatísticas do Hannes Steinbach pela primeira vez, pensei: ‘mais um europeu alto que vai apanhar na NBA’. Mas cara, depois de assistir alguns jogos do alemão de 2,11m em Washington, mudei completamente de ideia. O moleque pode ser um dos melhores reboteiros que chegam na liga nos últimos anos — e isso não é pouca coisa.

    O monstro dos rebotes que veio da Alemanha

    11,8 rebotes por jogo liderando o Big Ten? Absurdo. Mas o que mais me impressiona no Steinbach não são só os números — é COMO ele pega esses rebotes. O alemão tem umas mãos de manteiga que grudam em qualquer bola que passa perto dele. Uma vez que ele encosta o dedo na bola, pode ter certeza que vai ser dele.

    Com apenas 20 anos e pesando ‘só’ 100kg (aposto que ele está mais pesado agora), Hannes se movimenta pela quadra de um jeito fluido que não é comum para caras da altura dele. Não é um atleta explosivo tipo Giannis, mas tem essa pegada de gazela que funciona muito bem em transição. E sinceramente? Acho que é exatamente isso que muitos times da NBA estão procurando.

    A comparação que fizeram com um tight end do futebol americano faz todo sentido. Se o cara tivesse nascido nos EUA e crescido jogando football, provavelmente seria uma lenda. Mas sorte nossa que ele escolheu o basquete, né?

    Mais que só rebotes: tem jogo ofensivo também

    18,5 pontos por jogo como calouro em uma universidade forte não é brincadeira. Claro que a maioria dos pontos vem de jogadas oportunistas — rebotes ofensivos, transições, essas coisas. Mas cara, ele é TÃO bom nessas situações que nem parece defeito.

    O arremesso ainda está em desenvolvimento (34% de três é prometedor), mas a forma é limpa e o percentual de lance livre de 76% me deixa esperançoso. Quando você junta isso com os 70% que ele acerta dentro do garrafão, dá pra ver que o moleque tem toque. Só precisa de tempo para desenvolver o arremesso de longa distância.

    Na defesa, muita gente vai subestimar ele por não ser um gigante de 2,20m. Mas olha, o cara é inteligente, tem mobilidade boa e consegue acompanhar até os armadores em algumas trocas. Não vai ser o Dennis Rodman da vida, mas também não vai ser um buraco defensivo.

    Vale a pena apostar?

    Vocês acham que um especialista em rebotes ainda tem valor na NBA moderna? Eu acho que sim. Times como Denver e Boston mostraram que ter caras que fazem o trabalho sujo ainda é fundamental. E o Steinbach não é só rebote — ele traz outras coisas também.

    Claro, não espero que ele seja uma estrela. Mas um sexto homem sólido que resolve o problema dos rebotes do seu time e ainda contribui ofensivamente? Isso vale uma escolha na loteria, na minha opinião.

    O alemão ainda tem muito a evoluir, especialmente no arremesso. Mas com essa base sólida e essa idade, eu apostaria nele. Às vezes é melhor ter um cara que faz UMA coisa excepcionalmente bem do que um que faz várias coisas de forma mediana.

  • Tatum mete bronca no clutch e Celtics abrem 2-1 nos playoffs

    Tatum mete bronca no clutch e Celtics abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o Jayson Tatum simplesmente decidiu que ia acabar com o jogo ontem à noite. E olha, quando esse moleque entra no modo “clutch”, é praticamente impossível parar. Os Celtics bateram os 76ers no Jogo 3 e agora lideram a série por 2-1 — e muito disso tem a ver com os dois arremessos de três que o Tatum acertou nos últimos dois minutos.

    “Eu já estive aqui antes… só dou pro jogo o que ele precisa, contanto que a gente ganhe, é isso que importa”, disse o cara depois da partida. Mano, essa frieza é absurda. 25 pontos, 7 assistências, 4 rebotes em 42 minutos de quadra. Converteu 9 de 17 arremessos, incluindo 5 de 9 do perímetro. Simplesmente monstro.

    Dupla dinâmica funcionando

    E o Jaylen Brown não ficou atrás, não. O cara também cravou 25 pontos, pegou 7 rebotes, deu 4 assistências e ainda meteu 3 tocos. Essa dupla quando tá funcionando é coisa de louco — eles se complementam de um jeito que dá até inveja.

    O que mais me impressionou foi a eficiência do perímetro dos Celtics. Cara, 20 bolas de três convertidas! Os Sixers só conseguiram 12. Na minha visão, essa diferença no arremesso de longa distância foi o que definiu o jogo. Sem contar que Boston dominou nos rebotes também: 45 contra 37.

    Experiência fazendo a diferença

    Sinceramente, o que mais me chama atenção no Tatum é essa maturidade que ele desenvolveu nos momentos decisivos. O cara tem só 26 anos mas joga como se fosse veterano de guerra nos playoffs há 15 anos. Aqueles dois arremessos de três nos minutos finais? Pura classe.

    Payton Pritchard também merece destaque — 15 pontos saindo do banco. E vocês viram como o Derrick White tá jogando nesta série? 11 pontos, sempre no lugar certo na hora certa. Esse time tem profundidade de dar inveja em qualquer franquia.

    Agora é torcer pro Jogo 4 amanhã (26 de abril, 21h). Se os Celtics conseguirem ganhar fora de casa e abrirem 3-1, praticamente acabou a série. E aí, acham que Philadelphia consegue reagir em casa ou os Celtics vão meter pressão e fechar logo?

  • LeBron e Bronny fazem história: o alley-oop que emocionou o mundo

    LeBron e Bronny fazem história: o alley-oop que emocionou o mundo

    Cara, eu já vi muito lance histórico na NBA, mas o que rolou no Game 3 entre Lakers e Rockets foi de arrepiar. LeBron e Bronny James fizeram o primeiro alley-oop entre pai e filho na história dos playoffs da NBA — e mano, que momento absurdo!

    A cena aconteceu no segundo quarto da vitória dos Lakers por 112-108 na prorrogação. LeBron armou um contra-ataque, viu o Bronny correndo em direção à cesta e mandou uma bola perfeita no ar. O garoto pegou e finalizou com uma bandeja de costas. Simples assim, história feita.

    “Eu falei: vai buscar!”

    O mais legal foi ver o LeBron todo empolgado depois do jogo explicando a jogada: “Ele tava pedindo a bola. Eu conheço os passos dele há tanto tempo, vi que ele tava se posicionando e pensei: ‘vai buscar essa bola!’”

    Véi, imagina você sendo pai e vivendo um negócio desses? O cara com 41 anos, quatro anéis no dedo, todos os recordes de longevidade quebrados, mas esse lance com o filho claramente mexeu com ele de um jeito diferente.

    E o Bronny não parou por aí. Quando a defesa dos Rockets resolveu desrespeitar e passou por baixo no pick and roll, o moleque mandou uma bomba de três. “Esse foi outro momento especial”, disse o pai orgulhoso.

    Lakers precisaram suar a camisa

    Mas olha, não foi moleza não. Sem Luka Doncic e Austin Reaves, o LeBron teve que carregar o piano sozinho — 29 pontos, 13 rebotes e 6 assistências em 45 minutos de quadra. Absurdo pra idade dele.

    Os Rockets, com Kevin Durant jogando muito, levaram pros Lakers até a prorrogação. Mas no final das contas, LA conseguiu abrir 3-0 na série e tá a uma vitória de uma varrida histórica.

    Sinceramente? Esse momento entre pai e filho vai ficar marcado pra sempre. Quantas pessoas podem dizer que fizeram história com o próprio filho nos playoffs da NBA? E aí, vocês acham que os Lakers fecham a série no próximo jogo?

  • Quickley fora pelo resto da série – Raptors na bronca sem seu armador

    Quickley fora pelo resto da série – Raptors na bronca sem seu armador

    Olha, eu já esperava que os Raptors iam sofrer nos playoffs, mas não imaginava que seria assim. Immanuel Quickley, que tinha se firmado como o armador titular de Toronto, vai ficar fora pelo resto da série contra os Cavaliers depois de agravar a lesão no músculo posterior da coxa direita.

    E não é de hoje que o cara tá sofrendo com lesões. Quickley já tinha perdido os três primeiros jogos da série por conta dessa mesma lesão, que ele pegou no último jogo da temporada regular contra o Nets. Antes disso, tinha ficado várias partidas fora por causa de fascite plantar no pé direito. Cara, que temporada complicada.

    O que Toronto perde sem Quickley

    Sinceramente? Perde MUITO. O armador de 26 anos tinha feito uma temporada sólida, com médias de 16.4 pontos, 4.0 rebotes e 5.9 assistências, acertando 44.3% dos arremessos em 70 jogos. Na minha opinião, ele era uma das peças mais importantes do esquema dos Raptors.

    O técnico Darko Rajakovic não escondeu a frustração: “Sentimos muito a falta do Quickley, principalmente pela forma como ele organiza nosso jogo e como seus arremessos ajudam o time.”

    No lugar dele, está jogando Jamal Shead, um calouro que tá fazendo o que pode. Médias de 7.3 pontos e 2.3 roubos de bola na série. O garoto tem garra na defesa, mas convenhamos – não é a mesma coisa.

    Scottie Barnes carregando o piano

    Mas nem tudo é desgraça no Canadá. Na quinta-feira, os Raptors conseguiram quebrar uma sequência de 12 derrotas consecutivas nos playoffs contra Cleveland – pasmem, desde a época do LeBron James por lá. E quem comandou essa vitória por 126-104? Scottie Barnes, que simplesmente resolveu fazer o jogo da vida dele.

    O cara cravou 33 pontos e 11 assistências – recordes pessoais em playoffs – acertando 11 de 17 arremessos. Que atuação monstruosa! “Sabíamos que precisávamos de todo mundo para essa vitória e vocês viram grandes performances de todos”, disse Barnes depois do jogo.

    Rajakovic elogiou muito: “Ele fez tudo por nós hoje à noite.” E olha, concordo totalmente. Com Quickley fora, alguém tinha que assumir a responsabilidade.

    Agora a série tá 2-1 para Cleveland, e a pergunta que não quer calar é: conseguem os Raptors manter esse nível sem seu armador principal? Na minha visão, vai ser dureza. O que vocês acham – dá pro Scottie Barnes seguir carregando esse time nas costas?

  • McDaniels destruiu o Denver com palavras e na quadra

    McDaniels destruiu o Denver com palavras e na quadra

    Cara, vocês viram o que o Jaden McDaniels fez? O maluco simplesmente chamou MEIO TIME do Denver de defensor ruim — na lata, sem medo — e depois saiu de quadra provando que não era só conversa fiada.

    “Vai pro Jokić, pro Jamal [Murray], todos os defensores ruins. Tim Hardaway, Cam Johnson, Aaron Gordon. O time todo. Só vai pra cima deles… São todos defensores ruins”, disse McDaniels depois do jogo 2. E olha, ele falou isso com uma cara séria que dava até medo.

    Na minha opinião, isso aí é trash talk de altíssimo nível. Porque uma coisa é falar que o cara não sabe arremessar — beleza, acontece. Agora chamar alguém de defensor ruim? Isso mexe com o ego, meu brother. É questionar a raça do cara, a disposição pra batalha no garrafão.

    Provou na quadra que não era só papo

    Aí que tá o X da questão: McDaniels poderia ter passado vergonha no jogo 3 se tivesse jogado mal. Mas o monstro foi lá e meteu 20 pontos e 10 rebotes, acertando 9 de 13 arremessos. E na defesa? Rapaz, foi uma clínica.

    O Murray ficou perdidinho — terminou com 5/17 nos arremessos. E não é só culpa do McDaniels não, porque o Donte DiVincenzo e o Ant Edwards também estão pressionando a bola. Mas cara, ver o McDaniels colado no Murray foi coisa linda. Parecia chiclete grudado.

    Sinceramente, eu já sabia que o garoto era bom, mas ver ele humilhar o Denver assim depois de falar tudo aquilo… isso aí é mentalidade de campeão. Porque é fácil falar quando tá ganhando — difícil é sustentar a conversa quando a pressão aperta.

    O jogador perfeito pros playoffs

    McDaniels é exatamente aquele tipo de jogador que todo time sonha ter nos playoffs. Com 2,06m, defende qualquer posição, não some em momento algum e ainda tem esse arsenal ofensivo que muita gente subestima.

    Tá, ele não tá acertando muito de 3 nessa série (só 1 em 10 tentativas), mas o maluco terminou a temporada regular com mais de 41% do perímetro. E aquela enterrada por cima do Jokić? Meu Deus, que violência foi aquela.

    O Edwards é a estrela de um lado, o Gobert do outro. Mas o McDaniels? Ele é a cola que gruda tudo. É o cara que faz as conexões funcionarem, que permite ao Minnesota jogar qualquer esquema contra qualquer time.

    E aí, vocês acham que ele consegue sustentar essa conversa toda até o final da série? Porque se conseguir, Minnesota pode muito bem eliminar o atual campeão. E olha que quase ninguém apostava neles no começo dessa disputa.

  • Os Jays mandaram bem! Celtics batem os Sixers e abrem 2-1 na série

    Os Jays mandaram bem! Celtics batem os Sixers e abrem 2-1 na série

    Cara, que jogaço ontem à noite na Filadélfia! Os Celtics precisavam muito dessa vitória depois daquela pancada no jogo 2, e os caras entregaram. Tatum e Brown com 25 pontos cada um, comandando a vitória por 108-100 sobre os Sixers. Agora é 2-1 na série e o clima mudou completamente.

    Os Jays salvaram o dia no clutch

    Olha, eu tava nervoso no quarto período. Os Sixers empataram o jogo e eu já tava vendo tudo desandando de novo. Mas aí que os Jays mostraram porque são All-Stars. Tatum metendo aquela bomba de três nos minutos finais que praticamente selou o jogo — foi de arrepiar.

    E o Brown? Monstro demais. Liderou a pontuação a maior parte do jogo, sempre aparecendo nos momentos certos. 25 pontos cada um, jogando como dupla que se entende de olho fechado. É isso que a gente quer ver nos playoffs.

    Payton Pritchard também merece destaque aqui. O cara saiu do banco e fez 12 pontos, +15 de eficiência. Sinceramente, ele tem sido uma das surpresas mais positivas dessa temporada dos Celtics.

    Embiid fez falta, mas Maxey quase virou o jogo

    Os Sixers jogaram sem o Embiid de novo, mas cara, o Tyrese Maxey quase carregou o time nas costas. No início do último quarto ele fez 8 pontos em 3 minutos e empatou a parada. Por um momento pensei: “Será que esse moleque vai decidir o jogo sozinho?”

    Paul George também teve seus momentos, principalmente no terceiro quarto. Mas na hora H, quando a pressão apertou, faltou aquela frieza que os Jays têm de sobra.

    E vocês viram os 17 turnovers dos Celtics? Isso me deixou maluco! Deu 21 pontos pros Sixers, quase entregaram o jogo de bandeja. Sorte que na reta final capricharam no arremesso.

    Agora é não relaxar

    Jogo 4 é domingo à noite, ainda na Filadélfia. Com essa vitória, os Celtics podem respirar um pouco mais aliviados, mas todo mundo sabe que série de playoff não se ganha com 2-1. Os Sixers vão jogar como se fosse a última chance deles — e provavelmente vai ser mesmo se perderem.

    O que mais me preocupa é o Derrick White no ataque. O cara é um monstro na defesa, mas tá 3/12 nos arremessos e 1/8 de três. Nos playoffs, todo mundo tem que contribuir ofensivamente.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem fechar em casa no jogo 5? Ou os Sixers vão empatar essa série e deixar tudo em aberto? Uma coisa é certa: depois de hoje, acredito mais nesse time de Boston para ir longe nesses playoffs.

  • Tatum admite não estar 100%, mas destruiu os Sixers no jogo 3

    Tatum admite não estar 100%, mas destruiu os Sixers no jogo 3

    Cara, o Jayson Tatum disse que ainda não tá no seu melhor após a cirurgia no tendão de Aquiles. Mas olhando ele jogar ontem à noite na Filadélfia… sinceramente? Se isso não é o melhor dele, eu nem sei o que esperar quando ele voltar completamente.

    O cara meteu 25 pontos em 42 minutos de quadra, acertou 5 de 9 tentativas do perímetro e — pasmem — junto com o Jaylen Brown marcou 19 dos 29 pontos do Celtics no último período. Aquela enterrada de três no final foi simplesmente absurda. O barulho da rede rasgando do outro lado da quadra, Tatum batendo no peito… cinema puro.

    A volta de um monstro

    Gente, vamos contextualizar aqui. O Tatum ficou quase 10 meses fora depois de romper o Aquiles direito nos playoffs do ano passado contra o Knicks. Dez meses! Para um cara que vive e respira basquete, deve ter sido uma eternidade.

    “Pode não parecer porque eu tô jogando, mas foi muito, muito tempo sem fazer o que eu amo”, falou o cara após a vitória por 108-100. E olha, dá pra sentir a emoção na fala dele. Tem algo diferente quando um jogador volta de uma lesão dessas — parece que valoriza cada minuto em quadra de uma forma especial.

    O que mais me impressiona? Ele voltou em março, jogou apenas 16 partidas da temporada regular com média de 21.8 pontos, e já tá dominando nos playoffs. Na minha opinião, isso mostra o quanto o cara é especial mesmo.

    Brown também meteu o loco

    Não posso falar do Tatum sem mencionar o Jaylen Brown. Os dois juntos são um problema sério para qualquer defesa. Brown também fez 25 pontos e marcou 8 consecutivos no final do quarto período que praticamente mataram o jogo.

    Aliás, uma curiosidade massa: com esses pontos, Brown passou Robert Parish e Bill Russell na lista de maiores pontuadores da história do Celtics em playoffs. Agora tá em 7º lugar com 2.695 pontos. Respeito!

    E vocês viram a química dos dois no clutch? “Momentos grandes não são grandes demais”, disse Brown depois do jogo. “Jogadores grandes fazem jogadas grandes.” Cara, essa dupla já ganhou um anel juntos e sabe como é a pressão dos playoffs.

    Sixers lutando sem Embiid

    Do outro lado, tenho que dar crédito ao Tyrese Maxey. O cara fez 31 pontos tentando carregar os Sixers nas costas com o Embiid ainda fora (apendicite). Aquele arremesso de 28 metros no quarto período que colocou Philly na frente por 85-84 foi de outro mundo.

    A torcida da Filadélfia tava elétrica — Allen Iverson e Julius Erving na arquibancada, galera de pé o tempo todo. Mas no final das contas, experiência é experiência. Tatum e Brown já passaram por isso antes, sabem como controlar as emoções em momentos decisivos.

    Agora o Celtics vai com vantagem de 2-1 na série para o jogo 4, domingo. E se o Tatum continuar nesse ritmo “ainda não estou 100%”… cara, imaginem quando ele realmente estiver no seu melhor. Os outros times da conferência que se cuidem!

    O que vocês acham — Tatum já voltou ao nível All-Star ou ainda tem mais lenha pra queimar?