Autor: Leandro Amorim

  • KD fora do jogo 3 — que azar danado pros Rockets!

    KD fora do jogo 3 — que azar danado pros Rockets!

    Olha, se tem uma coisa que eu não esperava é ver Kevin Durant virando um hospital ambulante nos playoffs. O cara que passou a temporada inteira saudável agora tá colecionando contusões como se fosse Pokémon.

    Depois de perder o jogo 1 com uma pancada no joelho, agora o KD vai ficar fora do jogo 3 contra os Lakers por causa de uma torção no tornozelo que ele sofreu na vitória do jogo 2. Sinceramente? Que timing horrível.

    A sequência azarada do Durant

    Primeiro foi aquela contusão no tendão durante o treino que o tirou do primeiro jogo. Agora essa torção no tornozelo — que rolou no meio do quarto período do jogo 2 — deixou o pé dele inchado que nem um balão. Os Rockets tentaram de tudo: tratamento 24 horas, gelo, fisioterapia… nada.

    O mais bizarro? Durante toda a temporada regular, o cara não perdeu praticamente nada por lesão. Aí chegam os playoffs e parece que alguém jogou uma praga nele. Essa é daquelas situações que fazem você acreditar em zica mesmo.

    Rockets sem opções, Lakers de volta

    Com o Durant fora, Houston vai apostar de novo no Reed Sheppard no quinteto titular — que, vamos ser honestos, não tá rendendo nada. O garoto fez 6 de 20 no jogo 1 e errou TODOS os quatro arremessos no jogo 2. Doloroso de assistir.

    A mudança interessante é tirar Josh Okogie e colocar Tari Eason, que pelo menos mostrou que sabe acertar a cesta (7 de 7 no jogo 1, mesmo que tenha despencado para 4 de 14 no jogo 2).

    E do outro lado? Os Lakers podem ter Austin Reaves de volta justamente no jogo 3. Se o cara voltar enquanto o Durant tá no departamento médico, é praticamente um swing de 40 pontos por jogo na balança. Não dá nem pra comparar.

    Vocês acham que os Rockets conseguem segurar os Lakers em Houston sem o KD? Porque eu tô vendo uma série que pode acabar em 4-0 se essa situação não melhorar rápido. E olha que eu torcia pra ver uma série mais equilibrada…

    O pior é que quando você vê o replay da lesão, nem foi nada absurdo. Só uma pisada errada, daquelas que acontecem mil vezes por jogo. Mas no playoff, qualquer bobeira vira drama.

  • Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Most Improved Player da NBA e sinceramente? Era mais que merecido. O cara simplesmente explodiu nesta temporada pelo Hawks, e olha que ele venceu uma disputa difícil contra Deni Avdija e Jalen Duren.

    Vocês lembram quando ele era só “o primo do Shai”? Pois é, agora ele tem nome próprio na liga.

    Os números não mentem

    Alexander-Walker teve a temporada da vida dele. Média de 20.8 pontos por jogo — mais que o DOBRO da média das seis primeiras temporadas na carreira. Absurdo, né?

    Mas não para por aí. O monstro acertou 46% dos arremessos de quadra, 40% das bolas de três (com 251 cestas do perímetro) e impressionantes 90% dos lances livres. Ah, e ainda melhorou nos rebotes (3.4), assistências (3.7) e roubadas de bola (1.3).

    Claro que parte disso veio com o aumento de minutos — ele jogou 2.603 minutos nesta temporada, 530 a mais que o recorde anterior da carreira. Mas convenhamos: ele CONQUISTOU esses minutos.

    Do banco para titular absoluto

    A história dele nesta temporada é interessante, viu. Começou como sexto homem no primeiro ano de um contrato de quatro anos e US$ 62 milhões com o Hawks. Quando o Trae Young se machucou no joelho, Alexander-Walker assumiu a titularidade.

    E depois daquela trade maluca em janeiro — Hawks mandou o Trae Young para Washington e trouxe CJ McCollum e Corey Kispert — ele se consolidou de vez como titular. Uma mudança que mudou completamente o rumo da franquia.

    O mais legal? Dyson Daniels, que ganhou o prêmio no ano passado, já tá elogiando o sistema de desenvolvimento do Hawks. “Atlanta tem um caminho muito bom de desenvolvimento”, disse ele. E tem razão — dois Most Improved Players em dois anos não é coincidência.

    Saindo da sombra do primo

    Falando em Shai Gilgeous-Alexander (sim, eles são primos), o cara tá arrebentando também. Atual MVP e finalista de novo este ano pelo Thunder. Mas agora o Alexander-Walker finalmente tá sendo reconhecido por ser ele mesmo.

    “Quando você é primo do Shai, muitas vezes te chamam de ‘primo do Shai’”, ele disse. “Ser reconhecido como Nickeil Alexander-Walker é incrível.”

    E olha, com essa família de jogadores monstruosos, quem sabe não rola um duelo entre primos nos playoffs? Seria um jogaço épico.

    Essa temporada de premiações tá sendo louca mesmo. Wembanyama virou o mais jovem DPOY da história (e o primeiro unânime), Keldon Johnson levou o Sixth Man… E ainda tem MVP, Coach of the Year e Rookie of the Year pra anunciar.

    Mas por hoje, é hora de celebrar o Alexander-Walker. De sexto homem a Most Improved Player — essa é a definição de evolução na NBA.

  • Tatum deita e rola no último quarto e Celtics abrem 2-1 contra os 76ers

    Tatum deita e rola no último quarto e Celtics abrem 2-1 contra os 76ers

    Cara, o Jayson Tatum é um monstro quando a coisa aperta. Depois de praticamente uma temporada inteira fora por causa de uma lesão no tendão de Aquiles, o cara volta nos playoffs e simplesmente resolve o jogo no último quarto. Boston bateu Philadelphia por 108-100 e agora lidera a série por 2-1.

    E olha, não foi um jogo fácil não. Foi aquela briga de cachorro grande do começo ao fim, mas quando chegou na reta final, Tatum mostrou por que é considerado um dos melhores da liga.

    O show de Tatum e Brown no último quarto

    Primeiro foi o Jaylen Brown que tomou conta do jogo. No meio do quarto período, com tudo empatado, o cara simplesmente decidiu que ia resolver sozinho. Roubou uma bola do Tyrese Maxey, achou o Derrick White em transição, e depois marcou os próximos 8 pontos praticamente sozinho. Absurdo.

    Mas aí que o Tatum entrou no modo playoff dele. Cara, 11 pontos só no último quarto! E a jogada que fechou o caixão foi um arremesso de 3 por cima do Adem Bona que foi de uma frieza impressionante. 106-100 e game over. “Eu já estive aqui antes”, disse ele depois do jogo. E realmente, né? O cara respira playoffs.

    Os dois terminaram com 25 pontos cada um. Que dupla, meu Deus.

    Boston voltou a acertar de 3

    Sinceramente, depois do vexame do Jogo 2 (37 erros em 50 tentativas de 3!), eu tava meio preocupado. Mas os Celtics mostraram por que são o segundo seed da conferência. Converteram 20 de 47 tentativas de longa distância – uma diferença brutal comparado ao jogo anterior.

    Oito jogadores diferentes acertaram pelo menos uma de 3. Cinco deles acertaram múltiplas. Isso que é profundidade, galera. E olha que os Sixers não jogaram mal de 3 não (12 de 35), mas quando Boston está acertando assim, é difícil acompanhar.

    O dilema Maxey

    E aí, como você para o Tyrese Maxey? Esse cara é um problema real. Ele fez 31 pontos, mas precisou de 31 arremessos pra isso. Boston decidiu deixar ele tentar resolver sozinho em vez de mandar ajuda e deixar outros jogadores livres.

    É uma estratégia arriscada, mas funcionou. Maxey é rápido demais pra você colar, mas se você manda ajuda, ele acha o cara livre na hora. Os Celtics apostaram que conseguiriam viver com ele fazendo uns pontos, desde que cortassem as assistências dele.

    Vocês acham que essa estratégia vai funcionar no Jogo 4? Porque o Maxey não vai ficar errando pra sempre, né não. O cara tem qualidade demais pra isso.

    Agora é torcer pra que Tatum continue nesse nível absurdo. Quem diria que depois de ficar praticamente a temporada toda fora, ele voltaria voando desse jeito nos playoffs. Domingo tem Jogo 4 em Boston, e se os Celtics fecharem 3-1, fica muito difícil pros Sixers reagirem.

  • Wemby fora do jogo 3: protocolo de concussão segue

    Wemby fora do jogo 3: protocolo de concussão segue

    Olha, não é a notícia que a gente queria ouvir. Victor Wembanyama ficou fora do jogo 3 contra o Portland Trail Blazers na sexta-feira, ainda seguindo o protocolo de concussão da NBA. E sinceramente? Era de se esperar.

    O francesão saiu machucado no segundo quarto do jogo 2, depois de bater a cabeça no chão numa chegada forte na cesta. Foi daquelas pancadas que você vê e já sabe que não vai ser coisa simples. Portland acabou levando aquele jogo por 106-103, em San Antonio mesmo.

    Como o Spurs se vira sem o fenômeno?

    “Victor não vai jogar hoje à noite. Obviamente, tem muita coisa envolvida nisso, mas ele está bem e progredindo”, falou o técnico Mitch Johnson. Luke Kornet assumiu a posição de titular no garrafão – veterano que jogou 68 jogos na temporada regular com 25 como titular, com médias de 6.5 pontos e 6.1 rebotes.

    Não é o Wemby, né? Mas o cara é profissional. E olha só esse dado interessante: San Antonio teve campanha de 12-6 nos jogos da temporada regular sem o francês. Doze vitórias em dezoito jogos! Isso dá uma esperança de que o time consegue se virar enquanto o monstro não volta.

    Protocolo rigoroso, e está certo

    Wembanyama viajou com o time para Portland na quinta e até participou do treino de arremesso na sexta de manhã no Moda Center. Mas concussão não é brincadeira – os jogadores precisam passar por uma série de testes neurológicos, comparados com avaliações feitas no pré-temporada, antes de receberem liberação.

    Johnson disse que mais detalhes sobre o estado do Wemby vão ficar internos, o que é padrão nesses casos. Mas a real é que ninguém quer ver esse cara de 2,24m forçando volta. Aos 21 anos, ele tem uma carreira inteira pela frente.

    E aí, vocês acham que o Spurs aguenta mais alguns jogos sem o alien francês? Pelo histórico de 12-6, parece que sim. Mas é claro que todo mundo quer ver o fenômeno de volta às quadras logo.

  • Playoffs esquentando: 4 jogaços neste sábado que vão definir tudo

    Playoffs esquentando: 4 jogaços neste sábado que vão definir tudo

    Cara, que sábado de playoffs da NBA nos espera! Quatro séries rolando ao mesmo tempo e cada jogo mais decisivo que o outro. Sinceramente, não sei nem qual assistir primeiro.

    A grande surpresa até agora? Os Minnesota Timberwolves estão metendo o pau no Denver Nuggets. 2×1 na série, gente! E olha que estamos falando do time do Jokic, tricampeão de MVP. Mas o Minnesota simplesmente resolveu jogar o basquete que todo mundo sabia que eles tinham potencial pra jogar.

    Wolves mostrando as garras

    No Jogo 3, foi um massacre defensivo: 113 a 96. O Denver fez apenas 11 pontos no primeiro quarto – ONZE PONTOS! Isso não é nem warm-up de treino. Chris Finch, técnico dos Wolves, mandou a real: “Tratamos o Jogo 1 como se fosse o jogo 83 da temporada regular”.

    Agora o negócio é diferente. Mentalidade de playoffs. E funcionou.

    O problema é que o Aaron Gordon tá com problema na panturrilha e pode desfalcar o Denver no Jogo 4. Peyton Watson já tá fora há três jogos. Complicou pra caramba pro time do Jokic.

    Thunder dominando no deserto

    Enquanto isso, o Oklahoma City Thunder tá fazendo a festa contra o Phoenix Suns. 2×0 na série e já vão jogar fora de casa como favoritos por quase 10 pontos. Absurdo isso.

    O Devin Booker até tomou multa de 35 mil dólares por reclamar da arbitragem no Jogo 2. Cara tá pistola mesmo. Mas o Thunder tem jogado um basquete muito sólido, mesmo sem o Jalen Williams que machucou.

    Leste pegando fogo

    No Leste, duas séries equilibradas demais. Detroit Pistons e Orlando Magic empatados 1×1, e vai ser jogaço em Orlando. Os dois times estão sedentos – Detroit não passa da primeira rodada há 18 anos, Orlando há 16. Imagina a pressão!

    E tem New York Knicks visitando Atlanta Hawks com os donos da casa na frente por 2×1. Agora é tudo ou nada pros Knicks. Uma pressão danada.

    Vocês acham que o Denver consegue empatar a série? Ou os Wolves vão mesmo pra segunda rodada? Eu tô impressionado com o nível defensivo do Minnesota, não vou mentir. Eles parecem um time completamente diferente dos playoffs.

    Preparem a pipoca porque este sábado vai ser histórico!

  • Hawks fazem história: Alexander-Walker é o MIP de 2026!

    Hawks fazem história: Alexander-Walker é o MIP de 2026!

    Cara, os Hawks simplesmente fizeram história na NBA. Nickeil Alexander-Walker acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu (Most Improved Player) da temporada 2025-26, e o mais absurdo é que Atlanta se tornou o PRIMEIRO time da história a ter dois MIPs consecutivos!

    Ano passado foi Dyson Daniels, agora é o Alexander-Walker. Que trabalho monstruoso da organização dos Hawks, né não?

    Os números não mentem

    O canadense de 27 anos simplesmente explodiu nesta temporada. Olha só esses números: 20.8 pontos, 3.7 assistências, 3.4 rebotes e 1.3 roubos de bola por jogo. Tudo recorde pessoal na carreira dele!

    Mas o que mais me impressionou foi na linha dos três pontos. O cara quebrou o RECORDE HISTÓRICO dos Hawks com 251 bolas de três convertidas na temporada, acertando 39.9% dos arremessos. Sinceramente, eu não esperava essa explosão toda quando ele foi trocado pelos Timberwolves em julho passado.

    Alexander-Walker começou como titular em 71 dos 78 jogos que disputou. Isso mostra a confiança que o técnico depositou nele — e cara, deu super certo.

    Votação foi tranquila

    Na votação não teve nem discussão: 66 votos de primeiro lugar e 396 pontos no total. O segundo colocado foi Jalen Duren, dos Pistons, com 23 votos de primeiro lugar e 254 pontos. Uma diferença considerável.

    E olha que lista ilustre de vencedores anteriores! Giannis, Ja Morant, Pascal Siakam, Jimmy Butler… Alexander-Walker tá em boa companhia agora.

    O que vocês acham? Esse salto de qualidade dos Hawks vai continuar nos playoffs? Eles já estão liderando os Knicks por 2-1 na primeira rodada do Leste, então parece que a evolução não foi só individual — o time todo cresceu junto.

    Pra mim, isso mostra como uma boa troca pode transformar completamente a carreira de um jogador. Alexander-Walker encontrou seu lugar perfeito em Atlanta, e agora os Hawks têm um backcourt que promete dar muito trabalho no futuro.

  • Wemby machucado e série empatada: Spurs x Blazers esquenta nos playoffs

    Wemby machucado e série empatada: Spurs x Blazers esquenta nos playoffs

    Olha, eu não esperava que essa série fosse ficar tão quente assim tão cedo. Spurs e Trail Blazers estão 1-1 nos playoffs, e agora vem o jogo 3 em Portland — aquele clima de decisão que a gente ama nos playoffs da NBA.

    O que mais me preocupa como fã do basquete é a situação do Wemby. O francesão saiu do jogo 2 no segundo quarto com uma concussão e tá listado como “questionável” pro jogo de hoje. Cara, concussão não é brincadeira. E sem ele, os Spurs ficam bem mais limitados lá dentro.

    A virada histórica de Portland no jogo 2

    Vocês viram aquela virada absurda dos Blazers no jogo 2? Estavam perdendo por 14 pontos no último quarto e conseguiram buscar a vitória por 106 a 103. Eu tava assistindo e pensei “acabou” quando vi San Antonio abrindo essa vantagem. Mas aí você lembra que playoffs é outro campeonato mesmo.

    Portland jogando em casa vai ser outro nível de pressão. O Moda Center ferve quando a coisa esquenta, e com a série empatada, pode ter certeza que a torcida vai empurrar o time.

    O que esperar do jogo 3

    As odds estão dando Portland como favorito por 2,5 pontos — faz sentido, né? Jogando em casa, série empatada, e ainda tem a dúvida sobre o Wembanyama. Sinceramente acho que se o francesão não jogar, os Blazers levam essa.

    O over/under tá em 220,5 pontos. Considerando que os dois primeiros jogos ficaram abaixo disso (209 e 209 também), pode ser uma boa apostar no under. Defesas playoff são diferentes mesmo.

    A série tá programada pra ir até o jogo 7 se necessário, mas quem levar hoje sai com uma vantagem psicológica enorme. Jogo 3 em casa depois de empatar fora é sempre crucial — os Blazers sabem disso.

    E aí, vocês acham que Wemby aguenta jogar mesmo machucado? Ou os Spurs vão ter que se virar sem o seu maior trunfo? Vai ser interessante ver como Pop vai ajustar o esquema tático se o gigante francês não estiver 100%.

  • Reaves fora do Jogo 3 — Lakers sentem falta da estrela em Houston

    Reaves fora do Jogo 3 — Lakers sentem falta da estrela em Houston

    Olha só que situação complicada para os Lakers. Austin Reaves aqueceu normalmente antes do Jogo 3 em Houston, botou até a faixa na cabeça como nos velhos tempos, mas na hora H foi cortado do time. O cara que virou estrela nos playoffs passados ainda não conseguiu estrear nesta temporada pós-temporada.

    A lesão que não passa

    Reaves machucou o oblíquo esquerdo no dia 2 de abril contra Oklahoma City — eu lembro dessa partida, foi um massacre de 36 pontos de diferença. O mais louco é que ele continuou jogando no primeiro tempo mesmo claramente sentindo dor, sempre puxando o lado esquerdo. Só saiu no intervalo quando o staff médico finalmente disse “chega”.

    Lesão de grau 2 no oblíquo normalmente demora de 4 a 6 semanas para sarar. Três semanas depois, o fato de ele ter sido listado como “questionável” na quinta já era uma surpresa. Quer dizer, o cara evoluiu rápido, mas ainda não o suficiente.

    Durant também está fora — coincidência?

    Do outro lado, os Rockets também têm problemas. Kevin Durant, que já havia perdido o Jogo 1 por causa de uma contusão no joelho, agora está fora com uma torção no tornozelo esquerdo que aconteceu no quarto período do Jogo 2. Ime Udoka confirmou que o tornozelo inchou nos últimos dois dias.

    É interessante como Durant, que foi super durável esta temporada (segundo em minutos jogados na liga, só atrás do companheiro Amen Thompson), está tendo esses problemas justamente nos playoffs. Timing ruim demais.

    Lakers precisam resolver isso logo

    Sinceramente, eu não esperava que Reaves ainda estivesse fora. O cara é peça fundamental no esquema do JJ Redick, especialmente em jogos decisivos como este. Com os Lakers já liderando por 2-0, seria o momento perfeito para ele voltar e ajudar a fechar a série.

    Enquanto isso, Luka Dončić (que se machucou no mesmo jogo que Reaves, mas foi no posterior da coxa) até voltou aos treinos leves, mas ainda está longe de jogar. O esloveno foi até a Espanha fazer tratamento especializado — quando um cara vai até outro continente se tratar, você sabe que a coisa é séria.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem fechar em Houston sem o Reaves? Ou os Rockets vão aproveitar que ambos os times estão desfalcados para empatar a série?

  • Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cara, era questão de tempo mesmo. Cameron Boozer, filho do nosso conhecido Carlos Boozer, acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026 depois de apenas uma temporada em Duke. E olha, pelo jeito que o garoto jogou, não dá pra culpar ele não.

    Números que impressionam até quem não entende nada

    O pivô de 2,05m fez uma temporada ABSURDA pelos Blue Devils. Médias de 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências por jogo. Ah, e ainda acertou 39% dos arremessos de 3 — em 138 tentativas! Pra um cara da altura dele, isso é simplesmente monstruoso.

    E não é só estatística não. O moleque ganhou o prêmio de melhor jogador universitário do país (Naismith Player of the Year) e foi unanimidade no time ideal da temporada. Com 18 anos de idade. Imagina só.

    Genética não nega mesmo

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do pai, Carlos Boozer. O cara jogou 13 temporadas na liga, passou por Cavaliers, Jazz, Bulls e Lakers, sempre fazendo seus pontos e rebotes. Média de carreira? 16.2 pontos e 9.5 rebotes. Nada mal pra quem foi escolhido só na segunda rodada do Draft de 2002.

    E agora o filho pode muito bem ser a primeira escolha geral do Draft — coisa que o pai nunca conseguiu. A vida dá voltas mesmo, né?

    O que me chama atenção é como o Cameron joga. Não é só um grandão que fica embaixo da cesta esperando a bola. O cara sabe arremessar de longe, passa bem a bola, corre pick-and-roll… É um jogador completo mesmo. Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, disse que ele “não precisa de briga física pra fazer a diferença” — e isso é fundamental na NBA moderna.

    E o irmão gêmeo fica

    Agora vem a parte mais interessante da história. Cameron tem um irmão gêmeo, o Cayden, que também joga em Duke e vai ficar mais um ano na universidade. A resposta do cara no Instagram foi de partir o coração: “Acho que temos muito o que conversar hoje à noite”.

    Imagina só a situação? Os dois sempre jogaram juntos, foram recrutados juntos, chegaram em Duke juntos… e agora vão se separar pela primeira vez. Deve ser tenso demais.

    Duke teve uma temporada fantástica com os gêmeos. 35 vitórias e apenas 3 derrotas, campeões da ACC regular e do torneio da conferência. Chegaram até a final regional do March Madness antes de perder pro UConn num daqueles finais de filme — cesta no último segundo.

    E aí, vocês acham que o Cameron aguenta a pressão de ser possivelmente a primeira escolha do Draft? Uma coisa é jogar no universitário, outra é enfrentar LeBron James, Giannis e companhia logo de cara. Mas pelo que vi da temporada dele, o moleque tem talento e cabeça pra coisa.

    Sinceramente, acho que fizeram a escolha certa. Com o nível que ele mostrou, não faz sentido ficar mais um ano correndo o risco de se machucar ou ter uma temporada ruim. É partir pra cima e realizar o sonho de qualquer garoto que pega numa bola de basquete.

  • Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Cara, que coisa absurda está rolando em Atlanta! Pelo segundo ano consecutivo, um jogador dos Hawks leva o prêmio de Most Improved Player da NBA. Depois de Dyson Daniels no ano passado, agora é a vez de Nickeil Alexander-Walker brilhar.

    E olha, eu confesso que não esperava isso quando a temporada começou. O cara veio dos Timberwolves sendo basicamente um “3&D player” – aquele jogador que fica ali no cantinho, acerta umas bolas de três e marca bem na defesa. Média de 9.4 pontos por jogo, saindo do banco. Nada demais, né?

    A transformação foi surreal

    Mas aí os Hawks decidiram apostar pesado no Alexander-Walker, especialmente com toda aquela movimentação da saída do Trae Young. O técnico Quin Snyder botou a bola na mão dele e falou: “Agora é contigo, parceiro.” E o monstro respondeu à altura!

    Os números são de dar inveja em qualquer um: 20.8 pontos por jogo (recorde pessoal), 3.4 rebotes, 3.7 assistências, 1.31 roubos de bola. E não para por aí – 45.9% nos arremessos de quadra, 39.9% nas bolas de três e impressionantes 90.2% nos lances livres. Sinceramente, esses percentuais são de All-Star, não é brincadeira.

    O que mais me impressiona é que o cara conseguiu fazer essa evolução aos 27 anos, na sétima temporada dele na liga. Quantas vezes a gente não vê jogador “estagnar” nessa idade? Mas o Alexander-Walker provou que nunca é tarde para dar aquele salto gigantesco.

    Dupla defensiva de outro planeta

    E tem mais – junto com o Dyson Daniels (que já ganhou esse prêmio antes), os dois formaram provavelmente o melhor backcourt defensivo da NBA inteira. Imagina ser atacante e ter que enfrentar esses dois caras na marcação? Deve ser um pesadelo!

    Na votação, Alexander-Walker recebeu 66 votos de primeiro lugar dos 100 jornalistas que participaram. Jalen Duren, do Detroit, ficou em segundo, e Deni Avdija, do Portland, completou o pódio. A diferença foi bem clara mesmo.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada de revelar talentos? Porque dois MIP seguidos não é coincidência não, é trabalho sério da organização. E aí, será que o Alexander-Walker consegue manter esse nível absurdo na próxima temporada?