Autor: Leandro Amorim

  • LeBron e Smart fazem milagre nos últimos 28 segundos contra os Rockets

    LeBron e Smart fazem milagre nos últimos 28 segundos contra os Rockets

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Lakers estavam mortos e enterrados — perdendo por 6 pontos faltando menos de 30 segundos pro fim do jogo 3 contra os Rockets. 97% de chance de vitória pra Houston. Noventa e sete por cento!

    Aí o Marcus Smart resolve virar o Mago Houdini.

    O roubo que mudou tudo

    Com 27.8 segundos no relógio, o Smart simplesmente roubou a bola do Jabari Smith Jr. como se estivesse pegando doce de criança. Sofreu a falta, foi pra linha dos 3 lances livres e converteu todos. Friozinho na veia.

    “Foi uma jogada inteligente”, disse o Smart depois, e olha, com 12 anos de liga nas costas, o cara sabe mesmo o que tá fazendo. “Minha experiência de veterano. Aprendi alguns truques ao longo dos anos.”

    Mas o show ainda não tinha acabado.

    LeBron sendo LeBron aos 39 anos

    Faltando 13.6 segundos, o King pressionou o Reed Sheppard no fundo da quadra, roubou a bola, tocou pro Rui Hachimura e recebeu de volta pra enterrar uma bomba de 3 que empatou o jogo. Monstro demais.

    Na prorrogação, os Lakers dominaram 11-7. Smart terminou com 21 pontos, 10 assistências e 5 roubos de bola — números de gente que veio pra jogar mesmo. O Hachimura contribuiu com 22 pontos (8/14 nos arremessos) e ainda pegou um rebote ofensivo crucial que virou bandeja na prorrogação.

    E o LeBron? 45 minutos de quadra, 29 pontos, 13 rebotes e 6 assistências. Aos 39 anos, o cara ainda joga como se fosse moleque.

    Feito histórico (e sem as estrelas)

    Olha só que absurdo: os Lakers viraram um jogo perdendo por 6+ pontos nos últimos 30 segundos dos playoffs. Isso só tinha acontecido uma vez nos últimos 30 anos de pós-temporada, segundo a ESPN. É coisa de filme mesmo.

    E o mais impressionante? Fizeram isso sem o Luka Dončić (lesão no posterior da coxa) e sem o Austin Reaves (oblíquo esquerdo) há três semanas. São quase 60 pontos por jogo a menos no plantel. Como o próprio LeBron disse: “Não temos o luxo de ser passivos ou complacentes.”

    Agora é 3-0 na série. O jogo 4 é domingo em Houston, e pasmem: os Rockets ainda são favoritos por 4.5 pontos mesmo perdendo por 3-0. O Kevin Durant pode voltar da entorse no tornozelo esquerdo — será que consegue salvar a temporada deles?

    Sinceramente, depois do que vi ontem, acho que os Lakers vão fechar a série mesmo. E vocês, acham que Houston ainda tem chance de reagir?

  • Dupla jovem do Spurs faz história nos playoffs sem Wembanyama

    Dupla jovem do Spurs faz história nos playoffs sem Wembanyama

    Olha, eu nunca imaginei que veria o Spurs fazendo uma virada dessas sem o Wemby em quadra. Mas Harper e Castle simplesmente resolveram fazer história na sexta-feira, liderando San Antonio numa vitória épica por 120-108 sobre o Portland na Game 3.

    Os dois moleques — Harper com 20 anos e Castle com 21 — se tornaram apenas a segunda dupla de companheiros com 21 anos ou menos a marcar 25+ pontos cada um em um jogo de playoff. A última vez que isso aconteceu foi com Durant e Westbrook em 2010. Ou seja, estamos falando de algo bem raro mesmo.

    Castle explodiu e Harper saiu do banco voando

    Castle foi o cestinha da partida com 33 pontos e 5 assistências — um recorde pessoal em playoffs. Mas o que me impressionou mesmo foi o Harper saindo do banco e metendo 27 pontos com 10 rebotes. Cara, 22 desses pontos vieram só no segundo tempo!

    E tem mais: Harper se tornou o reserva mais jovem da história da NBA a marcar 25+ pontos em playoffs. Enquanto isso, Castle quebrou um recorde da franquia como o mais jovem Spur a fazer 30+ pontos e 5+ assistências nos playoffs.

    A virada que ninguém esperava

    A coisa estava feia no terceiro quarto. Portland abriu 15 pontos de vantagem e eu já tava pensando “acabou”. Mas aí veio uma parcial absurda de 18-3 que virou o jogo completamente. Harper fechou essa sequência com dois lances livres que empataram o placar em 85-85.

    Sinceramente, foi a maior virada do Spurs em playoffs desde o Game 5 das Finais de 2014 — aquela série histórica contra o Miami Heat. Dá pra imaginar a emoção?

    Harper deu crédito ao Manu Ginóbili, que agora é consultor especial do time, por ajudá-lo a aceitar o papel de reserva. “Ele meio que colocou na minha cabeça que você tem que impactar o jogo de qualquer jeito que conseguir”, disse Harper.

    Castle também elogiou o companheiro: “Super talentoso, jogou de forma agressiva. O cara chegou nos seus pontos favoritos. A gente não espera nada menos dele pelo tanto que ele treina, pela confiança que tem.”

    Com essa vitória, San Antonio lidera a série por 2-1 e já é favorito por 5,5 pontos para o Game 4 em Portland no domingo. Vocês acham que os Blazers conseguem empatar ou o Spurs fecha logo essa série?

  • Joe Ingles vai voltar pra casa: assinou com time da Austrália

    Joe Ingles vai voltar pra casa: assinou com time da Austrália

    Olha só que notícia interessante que chegou até nós: Joe Ingles, aquele australiano cascudo que todo mundo conhece da NBA, decidiu que chegou a hora de voltar pra casa. O cara vai assinar com o Melbourne United pra temporada 2026-27 da NBL australiana.

    Pra quem não conhece muito o Ingles, ele é um daqueles jogadores que você não espera muito mas que sempre entrega. Aos 37 anos, o cara ainda tá jogando os playoffs pelos Timberwolves — e jogando bem, diga-se de passagem. Mas parece que a saudade de casa falou mais alto.

    Uma carreira que deu voltas no mundo

    A história do Ingles é bem louca quando você para pra pensar. O maluco começou lá na NBL australiana em 2006, foi pra Espanha, depois Israel, até que finalmente chegou na NBA em 2014. Doze temporadas por lá, passando pelo Jazz (onde fez o melhor trabalho dele), Bucks, Magic e agora os Wolves.

    E sinceramente? Sempre achei ele subestimado. O cara nunca foi um craque, mas sempre foi aquele jogador inteligente que você quer no seu time. Arremesso de 3 certeiro, boas assistências, defesa sólida. Um sexto homem clássico, sabe?

    Melbourne United ganhou a disputa

    Segundo as informações que chegaram até nós, os dois times de Melbourne estavam interessados no Ingles. No final das contas, o United levou a melhor sobre o South East Melbourne Phoenix. Deve ter pesado o fato de ser um time mais tradicional e com melhores condições.

    O mais legal dessa história é que o cara sempre quis encerrar a carreira jogando na Austrália. Imagina a emoção de voltar pra casa depois de tanto tempo rodando o mundo? Ainda mais depois de uma carreira tão sólida na melhor liga de basquete do planeta.

    Vocês acham que ele ainda tem lenha pra queimar, ou é realmente a hora certa de dar uma desacelerada? Eu, particularmente, acho que ele ainda pode contribuir muito — mesmo que seja numa liga “menor”. Experiência não se compra, né?

  • Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    E lá se vai o time campeão da NCAA de 2026. Michigan acabou de perder quatro peças fundamentais pro Draft da NBA, incluindo três que devem sair na primeira rodada. Sinceramente? Era esperado, mas dói ver um elenco tão dominante se desmanchando assim.

    O trio de ouro — Aday Mara, Morez Johnson Jr. e Yaxel Lendeborg — tá entre os primeiros 25 prospects da ESPN. Mara aparece em 13º, Johnson em 24º, e Lendeborg em 12º lugar. Ou seja: primeira rodada garantida pra todos.

    Aday Mara: o gigante de 2,20m que assombrava o garrafão

    Cara, esse Mara é um monstro mesmo. Com seus 2,20m de altura, o pivô espanhol foi titular em 39 dos 40 jogos que disputou como junior. Os números dele são absurdos: 12.1 pontos, 6.8 rebotes, 2.4 assistências e 2.6 tocos por jogo.

    O que mais impressiona é a versatilidade — um cara dessa altura distribuindo quase 2.5 assistências por partida não é comum. E aqueles 2.6 bloqueios? Pure intimidação no garrafão. Na minha opinião, ele tem tudo pra ser uma surpresa positiva na NBA.

    Johnson Jr. e Cadeau: a dupla que completava o quebra-cabeça

    Morez Johnson Jr., o ala-pivô de 2,05m, foi um dos mais consistentes do time. Titular absoluto em todos os 40 jogos como sophomore, fechou a temporada com 13.1 pontos e 7.3 rebotes por partida. Double-double praticamente garantido a cada jogo.

    Já Elliot Cadeau traz uma história interessante — veio transferido de North Carolina e se adaptou perfeitamente ao esquema de Michigan. O armador de 1,85m comandou a orquestra Wolverine com 10.5 pontos e 5.8 assistências por jogo. Apesar de estar “só” em 68º na lista da ESPN, o cara tem jogo de sobra.

    O que isso significa pro futuro de Michigan?

    Olha, perder quatro jogadores fundamentais de um time campeão nacional nunca é fácil. Michigan vai ter que praticamente reconstruir o elenco do zero pra próxima temporada. A pergunta que fica é: como diabos eles vão substituir um pivô de 2,20m que tocava quase 3 bloqueios por jogo?

    Vocês acham que Michigan consegue manter o nível competitivo mesmo perdendo tanto talento de uma vez? Na minha visão, vai ser um teste de fogo pro coaching staff dos Wolverines. Recruiting pesado nas transferências vai ser fundamental.

    Uma coisa é certa: esses quatro caras fizeram história em Ann Arbor. Agora é torcer pra que brilhem tanto na NBA quanto brilharam no college.

  • KD pode perder mais um jogo e Rockets já tão na UTI

    KD pode perder mais um jogo e Rockets já tão na UTI

    Olha, se você é fã dos Rockets, melhor preparar o coração porque a situação tá feia mesmo. Kevin Durant pode perder mais um jogo da série contra os Lakers, e sinceramente? Com o time já perdendo por 3-0, cada jogo que o KD fica de fora é mais um prego no caixão.

    Ime Udoka, técnico dos Rockets, foi direto quando perguntaram sobre o Durant pro Jogo 4: “Incerto”. Traduzindo: ninguém sabe se o monstro vai conseguir entrar em quadra.

    O problema não é só um

    A parada tá complicada porque o Durant não tá lidando só com uma lesão, são duas. Primeiro ele perdeu o Jogo 1 por causa de uma pancada no joelho que levou no treino — dessas que você pensa “poxa, logo agora?”. Depois, no meio da série, ele torceu o tornozelo esquerdo tentando bloquear um arremesso do Luke Kennard.

    E cara, não é qualquer machucado. Entorse no tornozelo é daquelas lesões traíras que, se você força, pode virar coisa séria. O KD já tem um histórico, então a cautela faz sentido… mas com o time 3-0 pra baixo?

    Ataque dos Rockets tá perdido

    Sem o Durant, o ataque de Houston virou uma bagunça total. Eles tão fazendo só 100 pontos por jogo na série — incluindo o único jogo que o KD jogou. Pra você ter ideia de como tá ruim: 39,6% nos arremessos de quadra e apenas 28,7% de três.

    Mano, 28,7% de três pontos é de chorar. Num jogo moderno onde todo mundo vive da linha dos três, os Rockets tão errando quase 7 em cada 10 tentativas. Como que ganha jogo assim?

    A real é que sem o Durant, os Lakers podem tranquilamente focar toda a defesa no resto do time dos Rockets. E olhando os números, tá funcionando perfeitamente pra eles.

    Vocês acham que vale a pena o KD forçar pra tentar salvar a série, ou é melhor preservar pro futuro? Porque do jeito que tá, parece que os Rockets já tão de férias mesmo.

  • Udoka detona Rockets após colapso épico: ‘Cresçam!’

    Udoka detona Rockets após colapso épico: ‘Cresçam!’

    Cara, o que aconteceu com o Houston Rockets ontem à noite foi de doer no coração. Seis pontos de vantagem nos últimos 28 segundos e conseguiram entregar o jogo pro Lakers de bandeja. 112-108 na prorrogação, e agora tão praticamente eliminados dos playoffs.

    Ime Udoka não teve papas na língua depois do jogo. O técnico mandou a real pros seus jogadores: “Cresçam. Vocês não são mais tão jovens assim”.

    A bronca veio na lata

    O mais louco é que o Udoka foi tão pistola que fez o time assistir os últimos 30 segundos da partida ALI MESMO, logo após o apito final. Imaginem a cena: os caras ainda suados, desanimados, e tendo que rever o pesadelo que acabaram de viver na quadra.

    “Erros horrendos”, foi como ele definiu. “Não sei se é juventude, medo do momento ou sei lá o que mais.” Sinceramente, eu entendo a revolta do cara. Com uma vantagem dessas, você simplesmente NÃO pode entregar o jogo.

    O que rolou foi surreal: 101-95 pro Rockets após duas perdas de bola consecutivas do LeBron. Parecia que tava ganho, né? Aí o Marcus Smart fez três lances livres numa falta em tentativa de três, e pra fechar com chave de ouro, o King roubou a bola do Reed Sheppard e cravou uma bomba de três pra empatar com 13 segundos no cronômetro.

    Sengun fez a parte dele, mas não foi suficiente

    O Alperen Sengun jogou pra caramba – 33 pontos e 16 rebotes, números de monstro. Mas perdeu o arremesso que poderia ter decidido o jogo nos segundos finais. Na prorrogação, o Lakers foi superior e fechou 11-7.

    E olha, a situação ficou ainda pior: o Kevin Durant perdeu o segundo jogo seguido por causa de uma torção no tornozelo esquerdo. Pra domingo não se sabe se ele joga. Sem o KD, fica muito mais difícil mesmo.

    Agora é aquela pressão absurda: ou ganham domingo em casa ou vão pra casa. As odds não ajudam – de favoritos a -315 no começo da série, agora tão sendo dados como zebras completas (+900) pra virar a série.

    “Agora vocês têm que buscar uma vitória no domingo e não deixar essa derrota bater duas vezes”, disse Udoka. E aí, galera – acham que os Rockets conseguem reagir em casa ou já era pra essa temporada deles?

  • Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Hawks fazem história: dois MIP seguidos é coisa nunca vista na NBA

    Cara, o que os Hawks fizeram é absolutamente surreal. Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu da NBA, e com isso Atlanta se tornou o PRIMEIRO time na história a ter dois jogadores diferentes ganhando esse troféu em anos consecutivos. Nunca tinha acontecido isso desde que o prêmio foi criado lá em 1985-86.

    Ano passado foi o Dyson Daniels, agora é o Alexander-Walker. Dois caras que chegaram nos Hawks e simplesmente explodiram. Coincidência? Eu acho que não.

    De coadjuvante em Minnesota para protagonista em Atlanta

    A transformação do Alexander-Walker foi de outro mundo, pessoal. O cara saiu do banco dos Timberwolves — onde era só mais um jogador de rotação — e virou titular absoluto em Atlanta. Os números não mentem: saltou de uma média mixuruca para incríveis 20.8 pontos por jogo. Isso representa um aumento de 121% na pontuação!

    E olha só que absurdo: ele praticamente dobrou o número de arremessos por partida comparado à temporada passada, mas AUMENTOU a porcentagem de acertos. Como assim? 45.9% nos arremessos de quadra e 39.9% nas bolas de três — carreira melhor nos três pontos tentando mais de 8 por jogo.

    Vocês conseguem dimensionar isso? É como se um cara que jogava 15 minutos no Palmeiras fosse pro Flamengo e virasse artilheiro do Brasileirão.

    O timing perfeito que salvou a temporada

    Tem um detalhe que eu acho fundamental nessa história toda. No All-Star break, os Hawks estavam com 26-30, meio perdidos na tabela do Leste. Aí o Alexander-Walker resolveu pegar fogo na segunda metade da temporada — sinceramente, o cara não fez menos de 14 pontos em NENHUM jogo depois do break.

    Resultado? Atlanta fechou com 20-6 nos últimos 26 jogos, terminou 46-36 e garantiu o 6º seed nos playoffs. Agora estão liderando os Knicks por 2-1 na primeira rodada. Coincidência? Claro que não.

    Família que joga unida, permanece unida

    Aqui tem uma curiosidade que eu adoro: o Shai Gilgeous-Alexander, atual MVP da liga, é primo do Nickeil. E cara, que orgulho deve ser ver o primo explodindo assim na NBA. O Shai até declarou publicamente que o Alexander-Walker merecia o prêmio semanas antes do anúncio oficial.

    “Ele é melhor que ganhe”, disse o astro do Thunder. “O mais impressionante é como ele persistiu… estamos sempre conversando sobre estar pronto quando a oportunidade chegar, e estou orgulhoso de como ele aproveitou esse momento.”

    Que história inspiradora, não acham? Dois primos que cresceram juntos, ambos chegaram na NBA por caminhos diferentes, e agora o mais novo está brilhando no momento certo.

    Os outros finalistas foram Deni Avdija (Blazers) e Jalen Duren (Pistons) — ambos All-Stars pela primeira vez. Mas Alexander-Walker conseguiu mais votos mesmo sem ir pro All-Star Game. Às vezes o reconhecimento vem de outras formas, né?

  • Steve Kerr vai ficar ou vai sair? O dilema que tá mexendo com o Warriors

    Steve Kerr vai ficar ou vai sair? O dilema que tá mexendo com o Warriors

    Olha, eu não imaginava que ia rolar esse suspense todo com o Steve Kerr. O cara simplesmente falou que vai levar “uma ou duas semanas” pra decidir se continua no Golden State Warriors ou se vai curtir a aposentadoria. E sinceramente? Tá todo mundo na expectativa.

    Depois da eliminação pros Suns na sexta passada, Kerr deixou no ar se volta ou não pra próxima temporada. E cara, isso tá criando uma situação bem interessante lá no Warriors.

    O emprego tá garantido (mas com condições)

    Vamos aos fatos: o Warriors NÃO quer se livrar do Kerr. É o contrário — eles tão esperando pra ver se ele quer continuar. E isso faz todo sentido quando você pensa que o Curry ainda tem mais um ano de contrato e já falou que quer jogar “múltiplas” temporadas ainda.

    Na real, enquanto o Curry quiser o Kerr por perto (e ele já deixou isso claro), a vaga tá garantida. O problema é que não é um cheque em branco.

    A diretoria quer algumas mudanças no esquema tático. Os Warriors foram o 4º time que mais perdeu bola na liga essa temporada — e olha que times bons até perdem bola, mas os melhores normalmente não. Boston, Oklahoma City, Denver e San Antonio ficaram no top 5 dos que MENOS perderam posse.

    Além disso, tem a dependência excessiva do arremesso de 3 pontos. Primeiro lugar em tentativas de três na NBA, mesmo com o Curry perdendo 39 jogos e o time ficando só em 19º em aproveitamento. Meio paradoxal, né?

    A questão do compromisso a longo prazo

    Aqui que a coisa fica interessante. O Warriors quer estabilidade. Esse stress de “vai ficar ou não vai” já cansou todo mundo por lá. Se o Kerr topou voltar, provavelmente vai ser pra um contrato de múltiplos anos — talvez três anos pra ele e uma extensão de dois pro Curry.

    E vocês sabem como é: quando você tem o Curry ainda jogando em alto nível, não dá pra ficar de frescura com treinador. O cara ainda é monstro, mesmo aos 38 anos que vai fazer.

    Será que ele ainda tá se divertindo?

    Olha, se fosse alguns meses atrás, eu apostaria que o Kerr ia vazar porque o trabalho não tava mais sendo prazeroso pra ele. Ser técnico na NBA é uma pressão absurda, e até os caras mais tranquilos se desgastam.

    Mas uma coisa me chamou atenção: mesmo com todas as frustrações da temporada, o Kerr ainda parece estar curtindo o processo. Ainda ri nas coletivas, ainda tem aquela energia. Isso pode ser decisivo.

    Sinceramente acho que ele fica. O Warriors é praticamente a casa dele há mais de uma década, tem uma relação muito forte com o Curry, e ainda tem chance de brigar por mais um título. Por que largar isso agora?

    E aí, vocês acham que ele aguenta mais alguns anos de pressão ou vai preferir uma vida mais tranquila longe das quadras?

  • Cavs ganham presente dos céus: Quickley fora dos playoffs

    Cavs ganham presente dos céus: Quickley fora dos playoffs

    Olha, eu não vou mentir — quando soube que o Immanuel Quickley ia ficar fora do resto da série contra o Cavs, pensei: que sorte danada pros caras de Cleveland. Os Raptors anunciaram na sexta que o armador não volta mais nestes playoffs por causa de uma lesão no posterior da coxa que se complicou durante a reabilitação.

    E por que isso é um alívio gigantesco pros Cavaliers? Simples: Quickley é praticamente o cara que faz o ataque de Toronto funcionar. O moleque teve sua melhor temporada em anos, jogando 70 partidas (a primeira vez desde que estava no Knicks), e é o principal especialista de 3 pontos do time — 37% de aproveitamento e o maior volume de tentativas da equipe.

    O que o Cavs ganha com isso

    Cara, vamos ser realistas aqui. Toronto já tá perdendo a série por 2×1, e agora perde seu principal criador de jogadas? É praticamente um presente. O Quickley estava fazendo 16.4 pontos e 5.9 assistências por jogo, números que fazem TODA a diferença numa série acirrada como essa.

    No lugar dele, os Raptors tão tendo que improvisar com Jamal Shead e Ja’Kobe Walter — caras que, com todo respeito, não chegam nem perto do que o Quickley oferece. O rookie Collin Murray-Boyles até fez um jogo monstro no Game 3 (22 pontos saindo do banco), mas substituir a criatividade e o arremesso de longa distância do Quickley? Complicado.

    Cleveland não pode vacilar

    Mas olha, mesmo com essa vantagem extra, os Cavs não podem relaxar. O ataque deles foi horroroso no Jogo 3, e só não perderam porque conseguiram se manter vivos na primeira metade e chegaram no quarto período com chances. Toronto acertou absurdos 61% das bolas de 3 naquele jogo — muito acima da média da temporada.

    O que me preocupa é justamente isso: Cleveland tem um dos melhores ataques da NBA desde o All-Star break, mas nos primeiros dois jogos da série já mostrou do que é capaz. Toronto, por outro lado, vem sofrendo ofensivamente nesse mesmo período.

    Vocês acham que os Cavaliers vão conseguir aproveitar essa oportunidade de ouro? Porque sinceramente, com Quickley fora, ficou bem mais fácil fechar essa série. O Jogo 4 é domingo à tarde, e tudo indica que Cleveland vai ter uma trilha bem mais tranquila rumo ao segundo round.

    Na minha opinião, essa lesão do Quickley pode ter definido a série. Toronto já tinha uma margem de erro minúscula perdendo por 2×1, e agora sem seu principal armador? Vai ser muito difícil segurar os Cavs.

  • Rockets perderam o jogo que era impossível perder – 6 pontos na frente!

    Rockets perderam o jogo que era impossível perder – 6 pontos na frente!

    Mano, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Os Rockets estavam ganhando por 6 pontos dos Lakers faltando 30 segundos pro fim do jogo. TRINTA SEGUNDOS! Era só segurar a bola, fazer as jogadas básicas e pronto — primeira vitória na série. Mas não. Eles conseguiram entregar de bandeja o que parecia impossível de perder.

    O resultado? Derrota por 112-108 na prorrogação e agora estão praticamente eliminados dos playoffs. Sinceramente, dói só de pensar.

    O que diabos aconteceu naqueles 30 segundos?

    Olha, vou tentar explicar essa tragédia em câmera lenta. O LeBron tinha acabado de dar duas bolas perdidas seguidas — coisa rara pra ele —, os Rockets fizeram 101-95 e eu já tava comemorando aqui em casa. Aí começou o pesadelo.

    Primeiro, os caras dão uma bola perdida besta e o Marcus Smart é foulado numa tentativa de três. Converteu os três lances livres: 101-98. Beleza, ainda dava pra segurar, né? Que nada.

    Reed Sheppard, que tava jogando bem a série toda, resolve tentar algo “inteligente” e perde a bola pro LeBron. O cara simplesmente não perdoa — três pontos pra empatar em 101. Treze segundos no relógio. Eu já tava com as mãos na cabeça.

    “Foi uma perda de bola estúpida”, admitiu o próprio Sheppard depois. “O homem do Sengun subiu na marcação, eu devia ter passado pra ele simples. Tentei dividir entre dois defensores.” Pelo menos assumiu o erro, né?

    Ime Udoka não poupou ninguém

    O técnico dos Rockets foi direto: “Erros horrendos. Não sei se é juventude ou medo do momento, seja lá o que for.” E olha que ele fez os jogadores assistirem os últimos 30 segundos do jogo logo depois da partida. Terapia de choque pura.

    Mais tarde ele mandou um “cresçam” pros caras. “Vocês não são mais tão jovens assim”, disse. E tá certo, cara! Essa é a segunda temporada seguida que eles chegam nos playoffs. Não dá pra usar inexperiência como desculpa.

    O pior é que isso virou padrão. Durante a temporada regular, os Rockets já tinham problema pra fechar jogos no quarto período. Parece que na hora H, quando a pressão aumenta, eles travam.

    E agora? Ainda dá tempo?

    Alperen Sengun fez um jogaço — 33 pontos e 16 rebotes —, mas de que adianta se a equipe não consegue segurar uma vantagem dessas? “Vamos ficar chateados hoje à noite, com certeza”, ele disse. “Mas temos que superar. Ninguém vai desistir.”

    O Kevin Durant continua machucado (dessa vez o tornozelo), então não sabemos se volta pro Jogo 4. Sem ele, os Rockets até conseguiram chegar perto, mas faltou maturidade na reta final.

    Vocês acham que rola uma reação histórica? Porque agora é ganhar ou ir embora. E depois de uma entregada dessas, não sei se o psicológico aguenta…

    Jogo 4 é domingo à noite em Houston. Se perder, acabou a temporada. Simples assim.