Autor: Leandro Amorim

  • Shai elogia Chet: ‘Desde que ele joga aqui, somos os primeiros’

    Shai elogia Chet: ‘Desde que ele joga aqui, somos os primeiros’

    Cara, o Thunder tá voando nos playoffs! Depois de abrir 2-0 contra os Suns com uma vitória por 120-107, o Shai Gilgeous-Alexander não conseguiu conter o elogio ao parceiro Chet Holmgren. E olha, quando o SGA fala, a gente escuta.

    “Eu vou soar como disco arranhado, mas desde o dia que o Chet jogou pelo Thunder, nós somos a primeira colocação no Oeste”, disparou o armador canadense. “Não é coincidência. Ele faz as jogadas e ancora a melhor defesa da liga.”

    O terceiro período que mudou tudo

    E não é que o garoto justificou toda essa confiança? No terceiro quarto, Holmgren simplesmente resolveu o jogo. Oito pontos em quatro minutos — isso mesmo, quatro minutos! — e levou o Thunder de uma vantagem apertada para 14 pontos de diferença.

    Os números finais do pivô foram de respeito: 19 pontos, 8 rebotes e 4 tocos, acertando 7 de 12 arremessos. Ah, e ainda mandou 3 de 6 do perímetro. Monstro.

    De lesionado a estrela

    Vocês lembram da história do Chet, né? Escolhido em segundo lugar no Draft de 2022, perdeu toda a temporada de estreia por lesão no pé. Muita gente duvidou se ele voltaria com a mesma intensidade.

    Spoiler: voltou ainda melhor. Esta temporada foram 17.1 pontos, 8.9 rebotes e 1.9 tocos por jogo, garantindo sua primeira convocação pro All-Star Game. E ainda foi finalista do Defensive Player of the Year — imagina se ganha essa parada ainda.

    Sinceramente, vendo os Suns sem opções no garrafão, o Holmgren deve continuar fazendo a festa. No jogo 1 já tinha mostrado serviço: 16 pontos, 7 rebotes, 2 roubos de bola e 2 tocos.

    E aí, galera, vocês acham que Phoenix consegue reagir jogando em casa no sábado? Porque pelo jeito que o Thunder tá jogando, essa série pode acabar mais rápido do que muita gente imaginava.

  • Booker explode contra árbitros: ‘Parece WWE, não basquete’

    Booker explode contra árbitros: ‘Parece WWE, não basquete’

    Cara, o Devin Booker simplesmente perdeu a linha depois do jogo 2 contra o Thunder. E olha, eu entendo perfeitamente a revolta do cara.

    Os Suns estão perdendo por 2-0 na série, voltando pra casa já praticamente com a corda no pescoço. Mas o que mais irritou o Booker não foi nem a derrota — foi a arbitragem ridícula que rolou na partida.

    O show de horrores da arbitragem

    O jogo teve de tudo: falta ofensiva marcada no Booker por “movimento não natural” no arremesso (sendo que o Alex Caruso tava se movendo pra frente), técnica do nada… Aí quando perguntaram pro Booker se ele recebeu explicação da técnica, o bicho desandou.

    “Eu ainda não recebi explicação nenhuma”, disparou o cara. “Ouvi o Caruso pedindo pros árbitros marcarem a técnica e eles fizeram isso. Em 11 anos de NBA, nunca critiquei um árbitro pelo nome, mas o James Williams foi terrível hoje. É ruim pro esporte, ruim pra integridade do jogo. O pessoal vai começar a ver isso como WWE se eles não forem cobrados.”

    Mano, quando um jogador veterano de 11 anos explode assim pela PRIMEIRA VEZ na carreira, é porque a coisa tá realmente feia.

    A revolta de quem já viu de tudo

    O mais pesado veio depois. Booker deixou claro que tá cansado de ser desrespeitado: “É difícil, mas parece desrespeitoso. Eu sei que não ganhei championship ainda, mas já são 11 anos nessa liga. Chegar nesse ponto e ser tratado assim… pra eu falar algo assim publicamente, é porque tá péssimo mesmo.”

    E o cara ainda emendou: “É minha primeira vez reclamando dos árbitros em 11 anos, mas era necessário. Tanto faz se vou ser multado, todo mundo pode ver os replays e entender de onde vem a frustração.”

    Sinceramente? Eu tô com o Booker nessa. Não dá pra ser sempre o bonzinho quando a arbitragem tá claramente influenciando o resultado. E vocês, acham que ele tá certo em se manifestar ou deveria ter ficado quieto?

    Agora é esperar a multa da NBA (que vai chegar rapidinho) e ver se os Suns conseguem se recuperar no jogo 3, em casa. Praticamente vida ou morte pra eles.

  • Holmgren manda o recado: ‘No playoff nunca pode estar confortável’

    Holmgren manda o recado: ‘No playoff nunca pode estar confortável’

    Mano, o Chet Holmgren tá com a cabeça no lugar certo. Depois de destruir o Phoenix Suns por 120-107 no jogo 2 da série, o pivô do Thunder mandou uma frase que resume tudo sobre mentalidade de playoffs: “No playoff você nunca deve estar confortável. Se você está confortável, significa que seu pé não está pisando fundo o suficiente no acelerador.”

    Cara, isso aí é pura filosofia de campeão.

    Thunder domina e não quer saber de moleza

    Oklahoma City tá 2-0 na série contra o Suns, e olha — não é sorte não. O time tá jogando com uma intensidade absurda desde o primeiro minuto. Shai Gilgeous-Alexander, o atual MVP, fez 37 pontos e 9 assistências no jogo 2. Simplesmente monstro. E o próprio Holmgren contribuiu com 19 pontos, 8 rebotes e 4 tocos. Quatro tocos! O cara é uma muralha no garrafão.

    Sinceramente, eu não esperava que o Thunder fosse dominar tanto assim logo de cara. Tudo bem que eles foram o primeiro seed do Oeste com 64 vitórias na temporada regular, mas playoff é diferente né? Qualquer coisa pode acontecer.

    Suns com a corda no pescoço

    Do outro lado, o Phoenix Suns tá numa sinuca de bico. Entraram como oitavo seed (45-37 na regular season) depois de passar pelo play-in, e agora voltam pra casa precisando vencer tudo pra não ser varrido. E vocês acham que o Thunder vai dar moleza jogando fora de casa?

    A mentalidade que o Holmgren falou é exatamente isso — não pode relaxar nem por um segundo. O cara entendeu que campeonato se ganha com constância, não com momentos esporádicos de genialidade. É aquela coisa: pé no acelerador do primeiro ao último minuto.

    Olha, eu sempre fui fã da forma como o Thunder reconstruiu esse time. Pegaram um pivô que todo mundo duvidava por causa do físico, desenvolveram o Shai como uma das estrelas da liga, e criaram uma cultura vencedora. Agora tá aí o resultado: dominando os playoffs como atuais campeões da NBA.

    Game 3 vai ser no sábado em Phoenix. Será que os Suns conseguem reagir em casa? Ou o Thunder vai continuar pisando no acelerador como o Holmgren disse? Uma coisa eu garanto: vai ser jogaço.

  • SGA simplesmente destruiu os Suns: Thunder abre 2-0 nos playoffs

    SGA simplesmente destruiu os Suns: Thunder abre 2-0 nos playoffs

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo quem manda ontem à noite. Depois de um primeiro jogo meio apagado (pelo padrão dele, né), o cara voltou com sede de vingança e meteu 37 pontos na cara do Phoenix Suns. O Thunder ganhou de 120 a 107 e agora tem 2-0 na série dos playoffs. E olha, tá com cara de que vai ser rápido.

    No primeiro jogo, o atual MVP tinha feito 25 pontos, mas acertando só 5 de 18 arremessos — meio estranho pro padrão do monstro. Ontem? 13 de 25 do campo, 5 rebotes, 9 assistências. Voltou sendo o SGA que a gente conhece.

    Terceiro período foi o show de horrores pros Suns

    O negócio ficou feio mesmo foi no terceiro quarto. O Thunder simplesmente atropelou: 35 a 20 no período. Vinte e duas bolas perdidas forçadas na defesa (que viraram 22 pontos, obviamente). O time de Oklahoma City chegou a abrir 26 pontos de vantagem. Foi um massacre, não tem outra palavra.

    E não foi só o SGA não. O Chet Holmgren fez 19 pontos, 8 rebotes e 4 tocos — esse cara é um problema sério pra qualquer time. O Jalen Williams também colaborou com 19 pontos antes de se machucar na coxa no terceiro período. Espero que não seja nada grave, porque o Thunder precisa dele.

    A defesa que tá fazendo a diferença

    Sinceramente, essa defesa do Thunder tá de outro mundo. Williams, Holmgren, Alex Caruso, Lu Dort, Cason Wallace… é um time que não deixa você respirar. Os Suns tiveram que depender basicamente do Dillon Brooks, Devin Booker e Jalen Green pra fazer alguma coisa ofensivamente.

    No último período, Phoenix até esboçou uma reação com o Brooks comandando, mas o Thunder não se abalou. Manteve a compostura e fechou o jogo. É isso que os campeões fazem, né?

    O técnico Mark Daigneault tinha avisado antes do jogo sobre a “imprevisibilidade” dos playoffs, falando que não dá pra subestimar ninguém. Mas cara, do jeito que o time tá jogando, fica difícil imaginar os Suns conseguindo uma virada histórica.

    E aí, vocês acham que Phoenix consegue pelo menos ganhar um jogo em casa? Porque no sábado tem o Jogo 3 lá no Arizona, e se o Thunder ganhar mais um… pode ir esquecendo essa série.

  • Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Towns some no 4º quarto e Knicks podem dar adeus aos playoffs

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistindo o jogo 2 dos Knicks contra o Hawks segunda-feira, bateu aquela sensação de “lá vamos nós de novo”. Karl-Anthony Towns, o cara que ganha 53 milhões por ano, simplesmente desapareceu no quarto período.

    Nos três primeiros quartos? O homem estava voando. 18 pontos, 8 rebotes, 8 de 10 nos arremessos. Em 25 minutos, os Knicks ganharam por 15 pontos quando ele estava em quadra. Aí chegou a hora da verdade e… duas tentativas de arremesso em oito minutos. Duas! E errou as duas.

    Mike Brown coloca a culpa no Towns

    Depois do jogo, o técnico Mike Brown não poupou o astro. Basicamente disse que Towns precisa se impor mais no jogo. “Ele sabe que precisamos que ele seja agressivo”, falou o treinador.

    Olha, eu entendo a posição do Brown. Towns não é mais um novato – o cara já foi várias vezes All-Star. Mas sinceramente? Acho que o problema vai além da “falta de agressividade”.

    No jogo 1 foi o contrário: Towns começou mal (2 de 9 nos três primeiros quartos) mas explodiu no final – 11 pontos em 7 minutos no último período, acertando tudo que tentou. Essa inconsistência está matando os Knicks.

    O problema é mais profundo

    A real é que os Knicks ainda não descobriram como usar o Towns de forma consistente no ataque. Em 77 jogos com Brown, eles ainda não acharam a fórmula mágica.

    E olhem os números que descobri: quando Towns joga contra alas, ele tem posse de bola 32% do tempo. Contra outros pivôs? Esse número salta para 48%. No jogo 2, os Hawks colocaram Onyeka Okongwu pra marcar ele no meio do terceiro quarto, mas mesmo assim os Knicks não conseguiram explorar essa vantagem.

    O próprio Brown admitiu depois: “Não executamos bem no ataque, começando por mim. Não variamos o suficiente no final do jogo.”

    Vocês acham que os Knicks conseguem resolver isso a tempo? Porque com expectativas de título e o salário que o Towns ganha, não dá pra continuar com ele desaparecendo nos momentos decisivos. Se não resolverem logo, podem dar tchau pros playoffs mais cedo do que esperavam.

  • Pistons quebram jejum histórico e mostram que ainda têm fogo no forno

    Pistons quebram jejum histórico e mostram que ainda têm fogo no forno

    Cara, eu não acreditei quando vi. Depois de levar uma surra no primeiro jogo contra o Magic, o Detroit Pistons resolveu mostrar pra que veio no jogo 2 e quebrou um jejum que já tava virando lenda urbana.

    18 anos. DEZOITO ANOS sem vencer um jogo de playoffs em casa. O último tinha sido lá em 2008, nas finais da Conferência Leste contra os Celtics, quando ainda jogavam no antigo Palace. Na época, o time tinha monstros como Rip Hamilton, Tayshaun Prince e Rasheed Wallace — que inclusive estavam lá na arquibancada ontem pra ver a história sendo reescrita.

    Cade assumiu as rédeas e não brincou em serviço

    O garoto Cade Cunningham simplesmente resolveu fazer um show. Logo nos primeiros nove minutos já tinha nove pontos no placar, incluindo uma enterrada que fez a Little Caesars Arena explodir. 27 pontos e 11 assistências no final — números de quem tá pronto pra carregar esse time nas costas mesmo.

    E olha, não foi só o Cade não. Seis caras diferentes chegaram aos dois dígitos. Tobias Harris contribuiu com 16 pontos e 11 rebotes, Ausar Thompson mandou 11 pontos com 8 rebotes, Jalen Duren quase fechou um double-double… foi um massacre coletivo.

    Defesa que fez Ben Wallace se orgulhar

    Agora, o que mais me impressionou foi a defesa. SETE tocos só no primeiro quarto! Isso iguala um recorde de playoffs, galera. Ben Wallace devia tá sorrindo na arquibancada vendo essa muralha que o time montou.

    Os Pistons dominaram completamente o garrafão, marcando 54 pontos na área contra apenas 34 do Magic. Uma inversão total do que aconteceu no jogo 1, quando Orlando que tinha dominado lá embaixo.

    Sinceramente? Eu tava começando a achar que esse time nunca ia conseguir quebrar essa maldição. 11 jogos seguidos perdendo em casa nos playoffs — o maior jejum da história da NBA. Mas às vezes é isso mesmo: quando você menos espera, o basquete te surpreende.

    E aí, vocês acham que esse foi só um solavanco ou o Pistons realmente acordou pra valer? Porque se for o segundo caso, essa série pode ficar muito mais interessante do que todo mundo imaginava.

  • Cade Cunningham entra pro clube do Isiah Thomas nos playoffs

    Cade Cunningham entra pro clube do Isiah Thomas nos playoffs

    Mano, que noite foi essa do Cade Cunningham! O garoto simplesmente entrou para o clube mais seleto da história dos Pistons — e olha que estamos falando de uma franquia com duas taças da NBA.

    Na vitória por 98 a 83 sobre o Orlando Magic no Jogo 2, Cade fez 27 pontos e distribuiu 11 assistências, se tornando apenas o segundo jogador na história dos Pistons a ter múltiplos jogos de playoffs com pelo menos 25 pontos e 10 assistências. O outro? Nada mais, nada menos que Isiah Thomas — que fez isso 10 vezes na carreira.

    A lenda estava lá pra ver

    E o mais louco de tudo? Isiah Thomas estava nas arquibancadas do Little Caesars Arena assistindo tudo. O cara recebeu uma ovação de pé da galera e deve ter ficado orgulhoso vendo Cade alcançar essa marca histórica.

    Olha, eu sempre achei que Cade tinha potencial pra ser especial, mas depois daquela lesão no pulmão que quase acabou com a temporada dos Pistons, ele voltou ainda mais determinado. No Jogo 1 já tinha metido 39 pontos, e agora essa exibição completa no Jogo 2.

    Domínio total no terceiro quarto

    O jogo estava empatado no intervalo, mas aí os Pistons resolveram mostrar serviço. Terceiro quarto foi um show à parte: 38 a 16 para Detroit. O Magic simplesmente não conseguiu mais reagir.

    A defesa dos Pistons foi monstruosa — limitaram Orlando a apenas 33% nos arremessos de quadra e ridículos 8 de 32 nas bolas de três. Até o técnico do Magic, Jamahl Mosley, teve que reconhecer o esforço ‘operário’ de Detroit nas duas pontas da quadra.

    Vocês acham que Cade consegue manter esse nível no Jogo 3 em Orlando? Porque sinceramente, do jeito que ele tá jogando, não duvido nada que os Pistons façam história nestes playoffs. Quebrar um jejum de 11 derrotas em casa nos playoffs já foi um baita primeiro passo.

    O Jogo 3 rola no sábado no Kia Center, e eu tenho a impressão que vamos ver mais um show do jovem Cunningham. Se continuar nesse ritmo, logo logo vai estar disputando espaço com Isiah Thomas nas discussões sobre os maiores da história da franquia.

  • Cade Cunningham manda bala e Pistons empata série nos playoffs

    Cade Cunningham manda bala e Pistons empata série nos playoffs

    Cara, que noite foi essa em Detroit! Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia perder em casa de novo e mandou uma aula de basquete: 27 pontos, 11 assistências e 6 rebotes na vitória por 98 a 83 sobre o Orlando Magic. E olha, não foi só mais uma vitória — foi o fim de uma maldição histórica.

    Os Pistons estavam com 11 derrotas consecutivas em casa nos playoffs. ONZE! Uma sequência que começou lá em 2008 e virou o maior jejum da história da NBA em jogos de playoff em casa. Sinceramente, eu já estava achando que essa zica nunca ia acabar.

    O show do terceiro quarto

    Mas aí chegou o terceiro quarto e foi simplesmente absurdo. Jogo empatado no intervalo e o Pistons voltou inspirado — 38 a 16 no período! Seis caras diferentes marcando pelo menos 5 pontos cada. Foi um massacre organizado.

    E o mais legal foi ver que o Cade não precisou carregar o piano sozinho dessa vez. No Jogo 1 ele fez 39 pontos (recorde pessoal dele nos playoffs) mas não teve ajuda. Agora? Cinco companheiros marcaram dois dígitos. Tobias Harris com 16, Jalen Duren e Ausar Thompson com 11 cada, Duncan Robertson e Isaiah Stewart com 10.

    Orlando não conseguiu reagir

    Do lado do Magic, Paolo Banchero (18 pontos) e Jalen Suggs (19) até tentaram, mas a dupla errou 14 dos 25 arremessos. O time todo teve apenas 33% de aproveitamento — foi a menor pontuação da temporada deles. Wendell Carter Jr., que tinha feito 17 no primeiro jogo, praticamente sumiu: só 3 pontos em 1 de 6 tentativas.

    Franz Wagner e Desmond Bane conseguiram 12 cada, mas não foi suficiente pra segurar a pressão de Detroit jogando em casa.

    Agora a série tá empatada em 1 a 1 e vai pra Orlando no sábado. Vocês acham que o Magic consegue usar o fator casa pra virar essa situação? Porque se o Cade continuar jogando desse jeito e ainda por cima com ajuda dos companheiros, vai ser complicado segurar essa ofensiva dos Pistons.

    Uma coisa é certa: depois de quebrar essa sequência maldita de derrotas em casa, o Pistons tá com uma confiança renovada. E isso pode fazer toda a diferença numa série que promete ser bem disputada.

  • Jalen Williams machuca isquiotibial e assombra fãs do Thunder

    Jalen Williams machuca isquiotibial e assombra fãs do Thunder

    Cara, não é possível. Jalen Williams machucou de novo — dessa vez foi o isquiotibial esquerdo durante o Jogo 2 contra os Suns. E olha, eu tô meio preocupado com esse garoto, porque ele já tinha passado por duas lesões no isquiotibial direito nesta temporada.

    A cena foi triste de ver: JDub (como chamam por lá) foi pra bandeja no meio do terceiro quarto, errou, e na hora que caiu começou a mancar e colocar a mão na parte de trás da coxa esquerda. Tentou voltar pra defesa mas não rolou. Na jogada seguinte, fez falta no Devin Booker e foi direto pro vestiário.

    Histórico preocupante de lesões

    Sinceramente? Eu já estava com o pé atrás quando vi ele saindo de quadra. Williams perdeu praticamente dois meses da temporada regular por causa de problemas no isquiotibial direito. De 18 de janeiro até 22 de março, o cara jogou apenas DOIS jogos. Duas lesões seguidas na mesma região — uma coisa que todo mundo que joga basquete sabe como é chata de lidar.

    Agora machucou o outro lado. E vocês acham que o Thunder vai arriscar colocar ele em quadra nos playoffs com esse histórico? Eu duvido muito, mesmo com eles falando que era “questionável” pra voltar.

    Thunder precisa da profundidade agora

    O lado positivo é que Oklahoma City foi montado exatamente pra isso — ter banco pra suprir lesões. Mas cara, perder o JDub nos playoffs é osso. O garoto estava tendo uma noite excelente: 19 pontos em apenas 23 minutos, acertando 7 de 11 arremessos. Estava no modo destruição total.

    A ESPN reportou que ele falou “isquiotibial esquerdo” direto pros caras do banco quando saiu. Pelo menos dessa vez não foi o mesmo lado das lesões anteriores, mas lesão de isquiotibial é sempre uma parada séria — principalmente em playoffs, onde o ritmo é mais intenso.

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue seguir firme sem um dos seus principais armadores? A profundidade vai ser testada agora.

  • Isaiah Stewart vira muralha e Cade elogia: ‘Faz tudo em quadra’

    Isaiah Stewart vira muralha e Cade elogia: ‘Faz tudo em quadra’

    Olha, eu sempre falei que o Isaiah Stewart era subestimado, e ontem ele provou isso mais uma vez. Na vitória de 98 a 83 dos Pistons sobre o Magic no jogo 2 dos playoffs, o cara simplesmente virou uma muralha humana no garrafão.

    O Cade Cunningham foi o cestinha da noite com 27 pontos, mas fez questão de dar os méritos pro companheiro de equipe. E não é pra menos — Stewart fez apenas 10 pontos, mas o impacto dele foi absurdo em outras áreas.

    Proteção de aro no mais alto nível

    “Protegendo o aro, dominando por dentro, nos dando rebotes ofensivos… fazendo tudo”, disse Cade sobre o Stewart. “Ele é um jogador muito versátil.”

    E cara, quando você vê os lances do jogo, entende perfeitamente o que o Cade quis dizer. Stewart distribuiu uns tocos monstruosos, incluindo uma enterrada que o Paolo Banchero tentou fazer e simplesmente não passou. O moleque de 1,98m mostrou que tamanho não é documento quando se tem timing e vontade.

    O que mais me impressiona no Stewart é a mentalidade dele. “Estou disposto a colocar meu corpo na linha para fazer essas jogadas”, falou ele após o jogo. Sinceramente, é esse tipo de atitude que separa os bons dos grandes nos playoffs.

    A cultura defensiva dos Pistons

    Não foi coincidência o Ben Wallace estar na arquibancada assistindo. O cara que foi um dos maiores defensores da história da franquia deve ter se orgulhado vendo essa nova geração abraçar a mesma identidade.

    Stewart deixou claro que não sente pressão alguma em carregar essa responsabilidade: “Eu nasci pra isso. Não sinto esse peso porque é quem eu sou, e curto carregar essa identidade pro time”.

    Mano, que mentalidade é essa? Com 24 anos, o cara já entendeu qual é o seu papel e abraça de peito aberto. Não tenta ser o que não é — sabe que pode não ser o maior pontuador, mas pode ser aquele que muda o jogo na defesa.

    Com essa vitória, os Pistons quebraram uma sequência negativa longa de derrotas em casa nos playoffs. E vocês acham que Detroit tem condições reais de incomodar o Magic nessa série? Porque pra mim, com essa dupla funcionando assim, qualquer coisa pode acontecer.