Autor: Leandro Amorim

  • Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Cara, que dor no peito deve ter sido aquele final do jogo 2 pros Knicks. Liderando tranquilo no último quarto e ver os Hawks virarem nos minutos finais… É de dar vontade de quebrar a TV.

    Mikal Bridges perdeu a cesta no último segundo que daria a vitória, mas não tá com papinho de derrotado não. Na coletiva de quarta-feira, antes da equipe embarcar pra Atlanta, o cara foi direto ao ponto sobre o que precisa rolar no jogo 3.

    A lição da derrota dolorida

    “Você sempre quer melhorar numa vitória, mas às vezes você precisa de uma derrota pra mergulhar fundo nas coisas que não tá fazendo bem”, falou Bridges. E olha, ele tem razão. Os Knicks dominaram dois tempos e meio, aí relaxaram completamente.

    O problema foi claro: perderam completamente a intensidade física no segundo tempo. Josh Hart, que fez um double-double massa com 15 pontos e 13 rebotes, botou o dedo na ferida: “Sinto que não tivemos aquela fisicalidade que tivemos no jogo 1 e no primeiro tempo.”

    Quando você perde essa pegada na NBA, meu amigo, o bicho pega. Os Hawks conseguiram ditar o ritmo do próprio ataque em vez de serem pressionados. Hart foi certeiro: “Esse é um jogo que devíamos ter ganhado.”

    Fogo na estrada pode ser a solução

    Agora a parada fica interessante. Com a série empatada 1-1, os Knicks perderam a vantagem de casa que tanto lutaram pra ter durante a temporada regular. Mas Hart tem uma visão diferente sobre jogar fora de casa nos playoffs.

    “Quando você vai pra estrada, são só os caras do vestiário e mais ninguém. Às vezes jogar fora de casa meio que ajuda vocês se unirem mais”, explicou Hart. E faz sentido — sem a pressão da torcida em casa, às vezes o time consegue se concentrar melhor no básico.

    O que mais me impressiona é a mentalidade desse grupo dos Knicks. Hart deixou claro que ninguém tá pensando em estatística individual: “Não ligamos pra pontos, toques na bola, minutos, nada disso. Estamos focados em ganhar o jogo.”

    Bridges prometeu que vão levar “aquele fogo” pro próximo jogo. E precisa mesmo, porque os Hawks mostraram que sabem como fazer uma virada. Basquete é um esporte de corridas, como Hart mesmo disse — você pode estar ganhando de 12, 14 pontos e de repente tá perdendo.

    O jogo 3 rola quinta-feira às 19h em Atlanta. Vocês acham que os Knicks conseguem recuperar a vantagem, ou os Hawks vão aproveitar a casa cheia pra abrir 2-1 na série?

  • Lakers sufocam os Rockets e abrem 2-0 nos playoffs

    Lakers sufocam os Rockets e abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, o que os Lakers estão fazendo com os Rockets é de dar pena. E olha que eu não esperava isso não — achei que com o Kevin Durant voltando pro jogo 2, a coisa ia ficar mais complicada pros caras de Los Angeles.

    Mas não. Os Lakers simplesmente decidiram que ia ser defesa, defesa e mais defesa. E está funcionando absurdamente bem.

    Durant falou, mas não acertou tudo

    Lembra que há um mês o KD disse que aquela versão da defesa dos Lakers que ele enfrentou na temporada regular era o melhor que eles tinham? Pois é, o cara errou feio. Porque nos playoffs eles subiram ainda mais o nível.

    Os números não mentem: os Rockets estão arremessando apenas 39% dos chutos do campo e 29% das bolas de 3. Isso é pior que os Nets, que tiveram o PIOR ataque da liga na temporada regular. É muita humilhação, gente.

    Durant voltou no jogo 2 depois de perder o primeiro por causa de uma contusão no joelho, e até que jogou bem — 23 pontos com 7/12 nos arremessos. Mas aqui está o detalhe: o cara cometeu 9 turnovers! Nove! E no segundo tempo praticamente sumiu, fazendo apenas 3 pontos.

    A estratégia que está matando Houston

    O que mais me impressiona é como o JJ Redick (técnico dos Lakers) está variando as marcações. Hora faz switch, hora manda dupla marcação no Durant, hora deixa a cobertura tradicional. E está funcionando porque eles estão forçando a bola a sair das mãos do KD.

    A aposta é simples: vamos deixar os outros caras de Houston tentarem resolver. E adivinha? Os “outros caras” não estão conseguindo. Sem o Durant, o resto do time dos Rockets chutou 37,7% no jogo 2. Patético.

    O Alperen Sengun, que é All-Star e deveria ser o segundo cara mais perigoso deles, simplesmente travou. Quando marcado pelo trio Ayton-Hayes-Hachimura, o turco acertou apenas 2 de 12 arremessos. Contra outros marcadores? 6 de 8. A diferença é gritante.

    Marcus Smart resumiu bem: “A palavra para nós é ‘elevar’, e é isso que estamos tentando fazer, elevar nosso jogo nos dois lados da quadra.” E olha, está dando certo.

    Sinceramente? Eu não via os Lakers como um time defensivo no início da temporada. Mas nos playoffs eles viraram uma muralha. E agora têm a chance de praticamente matar a série jogando em Houston. Quem diria, né?

  • Smart voltou a ser MONSTRO e os Lakers estão voando nos playoffs

    Smart voltou a ser MONSTRO e os Lakers estão voando nos playoffs

    Cara, eu não esperava isso do Marcus Smart quando ele chegou nos Lakers. Sinceramente, achei que seria mais um veterano ali só pra agregar experiência no vestiário. Mas o homem está DESTRUINDO nos playoffs — e olha que estou falando de um cara que já foi Defensor do Ano da NBA.

    Na vitória por 99 a 92 sobre o Houston na segunda partida, Smart foi simplesmente absurdo. Defendeu o Kevin Durant como se fosse uma sombra grudenta, forçou NOVE turnovers do cara (sim, nove!), e ainda meteu 25 pontos com cinco bolas de três. Cinco! O homem virou cestinha na hora que mais importa.

    “Eu poderia estar fora da liga”

    O que mais me impressiona é a humildade do Smart. Depois do jogo, ele disse uma parada que me arrepiou: “Sou muito grato por estar fazendo isso. Agradeço a Deus todo dia porque eu poderia estar fora da liga, né? Lesões e essas coisas. Então poder estar de volta nesse palco fazendo as jogadas que estou fazendo com esses caras, com esse time, essa organização, eu só sou grato.”

    Mano, isso é de arrepiar. O cara passou perrengue no Memphis e no Washington, todo mundo achava que ele tava acabado fisicamente. E agora? Tá mandando ver nos playoffs como se tivesse 25 anos.

    LeBron sabia o que estava fazendo

    O mais legal é que o LeBron já conhecia o trabalho do Smart de tanto enfrentar ele quando jogava no Cleveland contra o Boston. “O cara é testado em batalha”, disse o King. “Chegou na Final, jogou muitos playoffs, jogos grandes na carreira. Obviamente não tem medo do momento e sempre marcou alguns dos melhores jogadores que já jogaram.”

    E é isso mesmo! Quem acompanha NBA há tempo sabe que o Smart sempre foi aquele cara chato de marcar, que incomoda todo mundo. Agora imagina ter ele DO SEU LADO nos playoffs?

    Três roubos de bola por jogo na pós-temporada (terceiro melhor da NBA), sete assistências no último jogo, e aquela enterrada que ele armou pro LeBron no final… O homem tá jogando um basquete completo que dá gosto de ver.

    Lakers sem Dončić? Não tem problema

    Olha, com o Luka e o Austin Reaves fora, muita gente (eu inclusive) achou que os Lakers iam penar. Mas com o Smart jogando nesse nível, o time tá 2-0 na série e com cara de quem vai longe.

    Sério, vocês acham que esse Lakers com Smart nessa pegada aguenta uma segunda rodada? Porque do jeito que o cara tá jogando, não duvido nada que role uma surpresa boa aí…

    É isso que eu mais amo na NBA — esses arcos de redenção que ninguém vê vindo. Smart merece cada segundo dessa nova chance.

  • 76ers descobriu a fórmula: spam de três pontos contra Boston

    76ers descobriu a fórmula: spam de três pontos contra Boston

    Cara, eu não acreditei quando vi o jogo 2 dos Sixers contra o Celtics. Depois daquela porrada que tomaram no primeiro jogo, todo mundo já tava cavando a cova da temporada da Filadélfia — e olha, eu tava junto nesse velório.

    Mas aí veio aquela piscadinha do VJ Edgecombe e de repente todo mundo voltou a acreditar que Philadelphia não é só cidade de hockey não, viu?

    A matemática dos três pontos

    O que rolou foi basicamente isso: os Sixers acertaram 19 de 39 tentativas de três (48,7%) enquanto Boston converteu apenas 13 de 50 (26%). Uma inversão total do jogo 1, quando Philly acertou só 4 de 23 (17,4%) e os Celtics cravaram 16 de 44 (36,4%).

    Pra ter uma ideia, durante a temporada regular Boston tinha 36,7% de aproveitamento de três (8º na liga) e os Sixers 35,3% (23º). Então sim, foi variance mesmo — aquela loteria dos arremessos que às vezes sorri pra você.

    Mas aqui que fica interessante: não foi só sorte. Os caras mudaram a estratégia.

    O plano é simples: screen e arremessa

    Olha só o mapa de arremessos do Maxey e do Edgecombe juntos no jogo 2. Chuva de tentativas de três acima da linha! A dupla de armadores tentou quase tantos três dessa região quanto o time todo tentou no jogo 1.

    E não foi só o Maxey quebrando tornozelos (embora tenha tido isso também). Foi coisa básica do basquete: pega um pivô, manda ele fazer screen pro armador lá em cima e deixa voar.

    Boston joga com drop coverage nos screens altos — basicamente deixa os armadores arremessarem do meio da quadra pra não dar arremessos mais eficientes no garrafão ou no corner. O problema é que o ataque dos Sixers normalmente não consegue gerar essas cestas “fáceis” mesmo. Eles ficam no iso ou esperando o cronômetro acabar pra jogar uma oração pro alto.

    Por que não fazer isso o tempo todo?

    Sinceramente? Eu acho que os Sixers deveriam usar essa jogada até enjoar. Bota o Andre Drummond ou o Adem Bona pra fazer screen pro Maxey e pro Edgecombe e manda bala. Spam total.

    É tipo criança de 10 anos no videogame tentando fazer o máximo de pontos possível com o personagem criado. Se esses dois não tentarem pelo menos dez três por jogo daqui pra frente, tem algo errado.

    Olha, como azarão, os Sixers precisam aumentar a variação das partidas. E não tem jeito melhor de fazer isso do que chovendo bolas de três. Talvez force Boston a sair da zona de conforto defensiva, ou talvez a gente pegue carona nessa variance de amostra pequena até a terra prometida.

    E qual é a terra prometida? Segunda rodada dos playoffs da Conferência Leste. Não é pouco não, viu?

    Vocês acham que Nick Nurse vai ter coragem de apostar tudo nessa estratégia? Eu tô torcendo pra que sim.

  • LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    LeBron cutucou, mas Adam Silver defende Memphis (e dá ideia genial)

    Olha só que treta interessante rolou essa semana. O LeBron James soltou uma dessas dele em abril, falando que os jogadores da NBA não curtem ir pra Memphis e que Nashville seria um lugar muito melhor pro Grizzlies. E agora o comissário Adam Silver resolveu responder — de um jeito bem diplomático, mas que pode mudar tudo.

    No podcast “Pardon My Take” do Barstool, Silver foi direto ao ponto: não tem plano nenhum de tirar o Grizzlies de Memphis. O dono do time, Robert Pera, não quer sair de lá nem pintado de ouro. Mas aí que vem a jogada de mestre do comissário.

    A ideia que pode ser genial

    “Nashville é uma cidade em ascensão”, disse Silver. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que fossem o time do Tennessee inteiro, na medida do possível.”

    Cara, isso faz MUITO sentido. Nashville tem uma cena esportiva incrível — NHL com os Predators, NFL com os Titans — e tá crescendo pra caramba. Seria tipo expandir a torcida sem precisar mexer toda a estrutura do time.

    O San Antonio Spurs já faz isso há quatro anos, jogando duas partidas da temporada regular em Austin. Claro que lá são só 123 quilômetros de distância, enquanto Memphis e Nashville ficam a uns 340 km. Mas ainda assim é viável.

    LeBron falou besteira?

    Silver discordou completamente da opinião do LeBron sobre os jogadores odiarem Memphis. “Os jogadores com quem eu converso o tempo todo gostam de jogar em Memphis”, rebateu. “Memphis sempre foi um grande mercado pra NBA, com uma história incrível, uma cultura incrível.”

    Sinceramente? Eu meio que entendo os dois lados. Memphis tem uma energia única, uma torcida que apoia mesmo, e uma tradição do basquete que é respeitada. Mas Nashville… cara, Nashville tá bombando. É uma cidade que respira esporte e entretenimento.

    O timing dessa discussão é curioso. O contrato do FedExForum (casa do Grizzlies desde 2004) vence depois da temporada 2028-29. Será que isso não é o Silver plantando uma sementinha pra criar pressão por melhorias na arena? Ou realmente testando as águas pra uma mudança maior?

    “Do meu ponto de vista, não tem razão nenhuma pra Memphis Grizzlies não ter sucesso”, finalizou Silver.

    E vocês, o que acham? Seria massa ver uns jogos do Grizzlies em Nashville, ou isso seria o primeiro passo pra uma mudança definitiva que ninguém quer admitir ainda?

  • Rogers vai criar gigante esportivo de R$ 100 bi com os Raptors

    Rogers vai criar gigante esportivo de R$ 100 bi com os Raptors

    Olha, quando eu li essa notícia quase cuspi meu café. A Rogers Communications, empresa que controla 75% do Toronto Raptors, anunciou planos pra comprar a fatia restante da franquia e criar uma das maiores entidades esportivas do mundo — estamos falando de mais de 18 bilhões de dólares, pessoal. Isso é coisa de R$ 100 bilhões!

    O CEO Tony Staffieri confirmou na chamada de resultados da empresa que eles pretendem comprar os 25% restantes da MLSE (Maple Leaf Sports & Entertainment) que ainda pertencem ao Larry Tanenbaum. A ideia é fechar essa compra na segunda metade de 2025.

    Um império do esporte canadense

    Sinceramente, eu não esperava uma jogada dessas. A Rogers já tem uma posição absurda no mercado esportivo canadense — além dos Raptors da NBA, a MLSE controla o Maple Leafs (hockey) e o Toronto FC (futebol). E olha que a Rogers ainda tem o Blue Jays do baseball por fora.

    “Após o fechamento, planejamos combinar nossos ativos em uma das entidades de propriedade esportiva, mídia e entretenimento mais significativas globalmente”, disse o Staffieri. Cara, imagina só o poder que essa galera vai ter no esporte norte-americano.

    O mais interessante é que eles querem trazer investidores minoritários depois pra ajudar a reduzir a dívida da empresa. O CFO Glenn Brandt falou que esse processo de recapitalização deve rolar lá pro final de 2026 ou início de 2027.

    Quanto vale essa bagaça toda?

    Vamos aos números que fazem a gente ficar de boca aberta. Segundo a Sportico, os Raptors valem 4,66 bilhões de dólares hoje — nosso time brasileiro favorito tá valendo mais que muito PIB por aí. O Maple Leafs vale 4,25 bi, o Blue Jays 2,9 bi e o Toronto FC uns 730 milhões.

    Somando tudo isso dá 12,5 bilhões só nos times. Mas a entidade maior ainda vai incluir os ativos de mídia da Sportsnet, que é a rede de TV esportiva da Rogers.

    E olha, o mercado gostou da notícia — as ações da Rogers subiram quase 14% na quarta-feira, fechando em 37,48 dólares. Os caras devem estar comemorando pra caramba lá no Canadá.

    Vocês acham que isso vai mudar alguma coisa pro nosso Raptors? Eu tô curioso pra ver se eles vão investir ainda mais pesado no time de basquete. Quem sabe não rola uma contratação bombástica por aí…

  • LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    Olha, o LeBron simplesmente mandou a real sobre Memphis e causou um baita rebu na NBA. Aos 41 anos, o Rei não tá mais com paciência pra certas coisas — e jogar no Tennessee contra os Grizzlies é uma delas.

    “Vocês acham que eu quero fazer essa m*rda, ficar em Memphis numa quinta-feira qualquer?”, disparou LeBron durante uma gravação no canal “Bob Does Sports” enquanto jogava golfe. E não parou por aí: “Vocês têm que mudar esse time… já vão logo pra Nashville.”

    O Rei não tá sozinho nessa?

    Segundo o próprio LeBron, ele não é o primeiro jogador da NBA a reclamar disso. “Todo mundo fica tipo, ‘vocês têm que se mudar’”, continuou o astro. E sinceramente? Até faz sentido o argumento dele. Nashville tem estrutura de sobra — Vanderbilt, NASCAR, estádios, time de hockey (Nashville Predators), NFL (Tennessee Titans)… A cidade realmente oferece mais.

    Mas aí que entra Adam Silver pra apagar o incêndio. O comissionário da NBA foi direto ao ponto no podcast “Pardon My Take”: os Grizzlies não vão sair de Memphis tão cedo, não.

    Silver joga água no fogo

    “Memphis sempre foi um mercado incrível pra NBA. A cidade tem uma história e cultura fantásticas”, defendeu Silver. E olha, ele tem razão — Memphis respira basquete, é berço de lendas e tem uma torcida apaixonada que não merece perder o time.

    Agora, aqui fica interessante: Silver não fechou completamente a porta pra Nashville. Ele sugeriu que os Grizzlies poderiam jogar “alguns jogos por ano” na capital do Tennessee, meio que virando o time de todo o estado. Estratégia inteligente, né?

    “Obviamente Nashville é uma cidade em ascensão. Coisas incríveis estão acontecendo lá”, admitiu o comissionário. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que se tornassem o time do Tennessee.”

    Eu, particularmente, acho que o LeBron exagerou na dose. Cara, Memphis tem uma atmosfera única na NBA! Lembra daqueles times do Grit and Grind com Gasol, Randolph e companhia? A torcida de lá é de arrepiar.

    E vocês, o que acham? LeBron tem razão sobre Nashville ter mais estrutura, ou Memphis merece manter seus Grizzlies? Uma coisa é certa: aos 41 anos, o Rei tá cada vez mais sem filtro — e isso torna tudo mais divertido.

  • Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano da NBA!

    Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano da NBA!

    Olha só que notícia absurda chegou hoje de San Antonio! Keldon Johnson, o coração pulsante dos Spurs, acabou de ser eleito o Sexto Homem do Ano da NBA. E cara, eu não podia estar mais feliz por esse cara.

    KJ saiu do banco em TODOS os 82 jogos da temporada e ainda quebrou um recorde histórico da franquia: 1.081 pontos saindo do banco. Monstro, né?

    De titular a reserva de luxo

    O mais impressionante é a mentalidade do cara. Em entrevista à ESPN, Johnson foi direto ao ponto: “Eu fui titular por muito tempo. Agora é hora de sair do banco. Continuo analisando o jogo, entrando e fazendo minha função.”

    Essa humildade me impressiona, sinceramente. Quantos jogadores você conhece que aceitariam sair do quinteto titular sem criar drama? KJ não só aceitou como abraçou a função de uma forma espetacular.

    As médias dele foram de 13.2 pontos e 5.4 rebotes por jogo, mas números não contam a história toda. Johnson é o veterano da casa em San Antonio, o cara que mantém o clima leve no vestiário mas sabe ser sério quando a situação pede.

    Votação não foi nem disputada

    Na votação dos 100 jornalistas especializados, KJ arrasou com 63 votos de primeiro lugar. Jaime Jaquez Jr., do Miami Heat, ficou em segundo com 34 votos — uma diferença considerável.

    Tim Hardaway Jr. (Denver) completou o pódio, seguido por Naz Reid (Minnesota) e Ajay Mitchell (Oklahoma City Thunder).

    E aí, vocês acham que Johnson merecia mesmo esse prêmio? Na minha opinião, poucos caras têm a energia e o profissionalismo que ele demonstrou essa temporada. Sair do banco e quebrar recorde da franquia não é pra qualquer um não!

  • Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cara, assistindo esse Pistons x Magic ontem, uma coisa ficou cristalina: Detroit é o tipo de time que ou atropela todo mundo ou sofre pra caramba. Não tem meio termo com essa galera.

    O Pistons venceu por 98 a 83 no Jogo 2, empatando a série em 1-1, mas sinceramente? Continuo com a pulga atrás da orelha sobre esse time de Detroit. Sim, eles foram a primeira seed do Leste na temporada regular, mas essa inconsistência me mata.

    Cade fazendo a diferença (de novo)

    O moleque Cade Cunningham foi simplesmente monstro no segundo jogo. Acertou 11 de 19 arremessos e carregou o time nas costas — de novo. É impressionante como esse cara evoluiu, mas aí que tá o problema: cadê o resto do elenco?

    Jalen Duren, que é All-Star, começou mal pelo segundo jogo consecutivo. 11 pontos e 9 rebotes tá longe de ser ruim, mas pra um cara do calibre dele, esperava mais. E olha que não é só ele — ninguém além do Cade consegue criar jogada própria de forma consistente nesse time.

    Na minha visão, isso deixa uma pressão absurda na movimentação de bola. Funcionou no segundo tempo (onde eles destruíram Orlando), mas dá pra sustentar isso numa série longa? Tenho minhas dúvidas.

    Magic continua um mistério ofensivo

    Agora, sobre o Magic… meu Deus do céu. Esse time às vezes parece que não entende que basquete é sobre fazer mais pontos que o adversário. 16 pontos no terceiro quarto? DEZESSEIS!

    Paolo Banchero tem estrelas nos olhos, mas assim como o Cade, ainda peca na eficiência. Os dois estão acertando pouco mais de 40% dos arremessos e são fracos na linha de três. A diferença é que Detroit pelo menos consegue criar um sistema ofensivo de vez em quando.

    Jamahl Mosley tá com os dias contados se continuar assim. Billy Donovan livre no mercado aí, né? Só digo isso.

    E vocês, acham que o Pistons consegue manter esse nível inconsistente até o final? Porque eu tô vendo esse time oscilando entre parecer candidato ao título e dar uma de jovem demais pros playoffs. Essa série vai ser decidida por quem conseguir acordar o próprio astro primeiro — e até agora, Cade tá levando essa.

  • Nuggets ignoram provocação: ‘Deixa eles falarem’

    Nuggets ignoram provocação: ‘Deixa eles falarem’

    Cara, os playoffs da NBA sempre rendem umas tretas incríveis, né? E dessa vez foi o Jaden McDaniels, dos Timberwolves, que resolveu cutucar a onça com vara curta. Depois da vitória por 119-114 sobre o Denver Nuggets no Jogo 2, o cara simplesmente chamou TODO MUNDO do time adversário de “defensores ruins”. E olha, ele não economizou na petulância não.

    McDaniels foi lá e citou nome por nome: Tim Hardaway Jr., Cam Johnson, Aaron Gordon… aí quando perguntaram se eram todos ruins mesmo, ele confirmou: “É, são todos defensores ruins”. Mano, isso é jogar gasolina na fogueira ou não é?

    A resposta gelada dos Nuggets

    Agora, a reação do Denver foi interessante. Christian Braun manteve a classe e disse que isso faz parte da rivalidade entre os times. Na minha opinião, foi a resposta mais madura — falou que não precisam de combustível extra nos playoffs, que já deveriam estar ligados no 220V naturalmente.

    Cam Johnson, um dos citados nominalmente, foi ainda mais frio: “Eles andam falando muito. A temporada toda, toda a série. Deixa eles falarem. Deixa eles tirarem tudo do peito”. Sinceramente, essa postura me lembrou aqueles veteranos que já viram de tudo e sabem que no final das contas é no garrafão que se resolve.

    Técnico manda a real com números

    Mas quem deu a melhor resposta foi o técnico David Adelman. O cara simplesmente destruiu McDaniels com dados: perguntou qual era o rating defensivo dos Nuggets na série (109), se era bom (sexto melhor dos playoffs), e depois disse “Mal posso esperar pelo podcast dele”. SAVAGE.

    E o Aaron Gordon? Quando soube que estava na lista dos “ruins”, respondeu com um “Irmão, eu não me importo” que foi simplesmente perfeito. Essa é a mentalidade de quem já ganhou um anel, né?

    Olha, eu entendo a empolgação dos Wolves depois de empatar a série em 1-1, mas chamar time campeão de ruim defensivamente pode ser tiro no pé. E vocês, acham que essa provocação vai motivar ainda mais o Denver no Jogo 3? Porque uma coisa eu sei: quando você cutuca jogadores experientes assim, eles costumam responder onde dói mais — no placar.

    O próximo jogo é quinta-feira em Minnesota. Vai ser interessante ver se os Nuggets vão usar isso como combustível extra ou se vão continuar nessa postura de “deixa falarem”. Uma coisa é certa: a série ficou ainda mais temperada!