Autor: Leandro Amorim

  • LeBron aos 41 anos está intimidando o Rockets na porrada

    LeBron aos 41 anos está intimidando o Rockets na porrada

    Cara, eu preciso falar uma coisa: ver o LeBron James aos 41 anos de idade literalmente intimidando um time inteiro do Houston Rockets é simplesmente surreal. O cara tá jogando como se tivesse 25 anos, só que com a malícia de quem já viu de tudo nessa liga.

    O JJ Redick, técnico dos Lakers, não conseguiu esconder o orgulho depois do Jogo 2. “Ele trouxe um nível de físico que é característico dele durante toda a carreira. Ele tá confortável jogando dessa forma, seja num back down, chegando na cesta ou forçando faltas”, disse o treinador.

    O Rei transformou Şengün no seu saco de pancadas

    Olha, eu até sinto pena do Alperen Şengün. O turco virou alvo preferencial do LeBron nessa série. Toda jogada o Rei tá colocando o pivô do Rockets numa situação impossível — ou vai pra cima dele direto no garrafão, ou cria espaço pro resto do time.

    E quando o Jae’Sean Tate tentou fazer a famosa “pegação” que o Dillon Brooks fazia antigamente? Cara, foi constrangedor. O LeBron simplesmente empurrou o cara pra longe, pegou a bola no perímetro e meteu uma bomba de três por cima do Şengün. Pura humilhação.

    Lakers 2 x 0 e o Rockets sem resposta

    Com Luka Dončić e Austin Reaves machucados, todo mundo esperava que os Lakers tivessem dificuldades. Mas sinceramente? O LeBron tá carregando esse time nas costas como se fosse 2007 de novo. A diferença é que agora ele tem 41 anos e continua fazendo isso parecer fácil.

    O mais impressionante é a variedade do físico que ele tá apresentando. Rebote defensivo, rotações perfeitas, iniciando contato no garrafão pra tirar falta… O cara tá fazendo literalmente tudo que um veterano precisa fazer nos playoffs.

    Os Rockets chegaram nessa série pensando que iam atropelار um time machucado dos Lakers. Resultado? Estão tomando uma surra de um cara que tecnicamente deveria estar aposentado há uns 3 anos. É por isso que eu sempre falo: nunca duvidem do LeBron James.

    E aí, vocês acham que o Rockets consegue reagir em casa ou o Rei vai continuar essa dominação física? Porque pelo que eu tô vendo, parece que essa série já acabou.

  • Suns precisam de milagre no Jogo 2 após massacre do Thunder

    Suns precisam de milagre no Jogo 2 após massacre do Thunder

    Cara, que vexame foi aquele Jogo 1. Os Suns começaram até bem contra o Thunder, chegaram a abrir 12-9 e eu pensei ‘vai que é hoje’. Aí o Oklahoma City simplesmente resolveu mostrar por que são os atuais campeões e meteram um 110-72 no resto da partida. Sim, vocês leram certo — depois daqueles primeiros minutos, foi um massacre completo.

    O que deu errado no primeiro jogo?

    Olha, foi tanta coisa que nem sei por onde começar. Os Suns atiraram apenas 35% dos arremessos de quadra — um número que dói só de olhar. Devin Booker, Dillon Brooks e Jalen Green pegaram 66% dos arremessos do time e foram ineficientes pra caramba. Isso não pode acontecer em playoffs, galera.

    E o pior: Phoenix teve só 16 assistências no jogo inteiro. Sabe qual foi o histórico dos Suns quando tiveram 16 assistências ou menos essa temporada? Perderam TODOS os jogos. É matemática básica — time que não move a bola, não ganha.

    Do lado do Thunder, até o Shai Gilgeous-Alexander teve uma noite estranha. O provável MVP converteu só 28% dos arremessos em 18 tentativas, mas foi 17 vezes à linha de lance livre e acertou 15. Na minha opinião, não contem com ele fazendo outro jogo ruim no Jogo 2.

    O que os Suns precisam fazer para empatar a série?

    Simples: Devin Booker precisa virar o monstro que foi nos playoffs de 2023, quando meteu 34 pontos por jogo com 59% de aproveitamento. Se ele não aparecer, podem ir arrumando as malas porque não tem como competir com esses caras do Oklahoma City.

    Mark Williams pode voltar hoje (está questionável com problemas no pé esquerdo) e seria uma boa. O cara é o melhor reboteiro do time e fez um double-double contra esse mesmo Thunder em novembro. Rebote vai ser fundamental — no Jogo 1 o OKC pegou muito mais rebotes ofensivos e isso matou o jogo.

    Outra coisa: os Suns têm que parar de perder bola como se fosse brincadeira. Foram 17 turnovers contra apenas 6 do Thunder. Resultado? Oklahoma City fez 34 pontos em cima dos erros de Phoenix, enquanto os Suns fizeram míseros 2 pontos com os turnovers adversários.

    Será que rola a virada?

    Sinceramente? Tá difícil. O Thunder tem muito mais profundidade no elenco e estão jogando em casa. Mas basquete é isso — um jogo de cada vez. Se o Booker resolver aparecer do jeito que a gente sabe que ele pode e o time conseguir mover mais a bola, quem sabe não rola uma surpresa?

    O jogo é hoje às 22h30 (horário de Brasília) no Paycom Center. Vocês acham que os Suns conseguem reagir ou vai ser mais uma goleada? Eu tô torcendo pela reação, mas confesso que não tô muito confiante não…

  • Investigação da NBA sobre Kawhi Leonard ganha reviravolta absurda

    Investigação da NBA sobre Kawhi Leonard ganha reviravolta absurda

    Galera, essa história do Kawhi Leonard e os Clippers está virando uma novela mexicana, mas no pior sentido possível. O fundador da Aspiration que ajudou a criar todo esse escândalo resolveu abrir o jogo pra NBA — e as coisas ficaram bem mais sérias do que imaginávamos.

    Joseph Sanberg, um dos caras por trás da Aspiration, decidiu cooperar completamente com a investigação que a liga está fazendo sobre possível burla ao salary cap. Cara confessou culpa por fraude e agora tá cantando tudo que sabe para tentar diminuir sua sentença — que pode chegar a 40 anos de prisão. Quarenta anos!

    O esquema bilionário que deu errado

    Vamos entender direito essa bagunça. A NBA começou a investigar em setembro passado quando surgiram informações de que o patrocínio de 28 milhões de dólares do Kawhi com a Aspiration seria na verdade uma forma dos Clippers pagarem mais pro jogador sem estourar o salary cap.

    E aqui é que a coisa fica interessante (e suspeita): Steve Ballmer, dono dos Clippers, tinha investido 50 milhões na Aspiration em 2021. Logo depois, os Clippers anunciaram um acordo de patrocínio de 300 milhões de dólares com a mesma empresa por 23 anos. Coincidência? Eu acho que não.

    Pra piorar ainda mais, Ballmer fez outro investimento de 10 milhões em março de 2023. Sinceramente, qualquer um que acompanha NBA há tempo sabe que isso tudo cheira mal desde o começo.

    Ballmer se ferrou bonito

    Plot twist que eu não esperava: parece que Ballmer se deu mal nessa história toda. Segundo os documentos do tribunal, ele perdeu todo o investimento de 60 milhões quando a Aspiration declarou falência. Os Clippers perderam quase todos os 300 milhões do patrocínio e mais de 20 milhões que estavam em custódia.

    Agora o cara tá sendo processado por 11 ex-investidores da Aspiration e sua reputação foi pro espaço. Claro que ele nega tudo e tá tentando se livrar dos processos, mas imagina o stress.

    Olha, eu sempre torci contra os Clippers (desculpa, torcedores angelinos), mas nessa situação até dá uma dó do Ballmer. Se ele realmente foi enganado, acabou virando vítima do próprio esquema.

    O investigador da NBA, David Anders, confirmou que Sanberg deu duas entrevistas pessoais, entregou documentos relevantes e forneceu informações que bateram com outras evidências da investigação. “A cooperação do Sr. Sanberg ajudou substancialmente nossa investigação”, escreveu Anders.

    E aí, pessoal? Vocês acham que os Clippers vão levar alguma punição pesada nisso tudo? Porque uma coisa é certa: essa novela tá longe de acabar, e o Kawhi deve estar bem desconfortável com toda essa exposição.

  • Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Keldon Johnson é o melhor sexto homem da NBA! E que temporada!

    Gente, que notícia sensacional! Keldon Johnson dos San Antonio Spurs acabou de ganhar o prêmio de Sexto Homem do Ano da NBA 2025-26. E olha, eu já estava torcendo pra esse cara há tempos — finalmente ele teve o reconhecimento que merece!

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: 13.2 pontos e 5.4 rebotes em apenas 23.3 minutos por jogo. Mas o mais absurdo? O cara jogou TODOS os 82 jogos da temporada regular saindo do banco. Todos. É dedicação ou não é?

    E a eficiência dele foi de outro mundo — 51.9% nos arremessos de quadra, o melhor percentual desde a temporada de rookie em 2019-20. Sinceramente, eu não esperava essa evolução toda quando ele chegou na liga.

    O que mais me impressiona é que ele fez 1.081 pontos saindo do banco, quebrando o recorde da franquia dos Spurs e ficando em segundo lugar em toda a NBA. Segundo! Isso com os Spurs tendo o segundo melhor recorde da liga (62-20). Coincidência? Eu acho que não.

    A votação e a companhia ilustre

    A decisão veio de um painel com 100 jornalistas do mundo todo. Jamie Jaquez Jr. do Miami Heat ficou em segundo lugar (e que jogador promissor também!), seguido por Tim Hardaway Jr., Naz Reid e Ajay Mitchell.

    Mas o que mais me emociona é saber que Johnson se tornou apenas o segundo Spur da história a ganhar esse prêmio. O primeiro? Nada menos que Manu Ginóbili em 2007-08. Que companhia ilustre, né? Manu é praticamente um ídolo aqui no Brasil também.

    O futuro promete

    Olha, eu sempre achei que o Keldon tinha potencial pra muito mais do que mostrava. E agora, vendo ele abraçar completamente esse papel de sexto homem… cara, isso mostra uma maturidade absurda.

    Pra vocês que acompanham os Spurs: acham que ele continua nessa função na próxima temporada ou volta pro quinteto titular? Eu, particularmente, acho que ele encontrou sua casa perfeita saindo do banco. É aquele tipo de jogador que pode mudar o ritmo do jogo quando entra.

    Parabéns, Keldon Johnson! Merecidíssimo esse reconhecimento. E que venham mais prêmios por aí!

  • Steve Kerr pode deixar os Warriors: TV ou nova equipe?

    Steve Kerr pode deixar os Warriors: TV ou nova equipe?

    Olha, eu não esperava essa. Steve Kerr, o técnico que transformou os Warriors numa dinastia, está conversando com agentes de mídia enquanto seu contrato se aproxima do fim. E não é só papo furado não — as três principais emissoras da NBA (ESPN, NBC e Amazon) já estariam de olho no cara.

    Sinceramente? Faz todo o sentido. O homem tem 9 anéis de campeão — cinco como jogador (incluindo três com o Michael Jordan no Bulls) e quatro como técnico dos Warriors. Tipo, que currículo é esse?

    O passado dele na TV

    A galera mais nova talvez não saiba, mas Kerr já arrasou como comentarista na TNT por dois períodos diferentes (2003-07 e 2010-14). Trabalhou com o lendário Marv Albert e mostrou que além de entender o jogo, sabe explicar de um jeito que até minha vó entenderia.

    Entre essas duas passagens na TV, ele ainda foi GM do Phoenix Suns. Ou seja, o cara conhece basquete de todos os ângulos possíveis — jogador, técnico, executivo e comentarista. É monstro em qualquer posição.

    E agora, qual vai ser?

    Por enquanto, Kerr não bateu o martelo sobre o futuro. As conversas com as emissoras não são de agora — vêm acontecendo há alguns anos, focando em projetos de longo prazo. Mas imaginem ele comentando os playoffs conhecendo todos os esquemas táticos modernos?

    Vocês acham que ele deveria continuar como técnico ou partir para a TV? Na minha opinião, seria uma perda absurda para as quadras, mas um ganho gigantesco para quem assiste. O homem tem aquele humor sarcástico perfeito e uma visão tática que poucos têm.

    Uma coisa é certa: seja onde for que ele vá parar, vai ser referência. Depois de revolucionar o basquete dos Warriors com o estilo de jogo baseado no arremesso de 3, Kerr tem moral para fazer qualquer coisa no mundo da NBA.

  • McDaniels provoca e Nuggets fingem que não ligam – mas será?

    McDaniels provoca e Nuggets fingem que não ligam – mas será?

    Olha, eu adoro quando os playoffs esquentam assim. Jaden McDaniels, dos Timberwolves, simplesmente mandou a real depois da vitória por 119-114 no Jogo 2: “Eles são todos péssimos defensores”. Cara, que pancada. E ainda por cima falando do Jokic e do Murray, que erraram 10 dos 12 arremessos no último quarto.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que os Nuggets realmente estão de boa com essa provocação?

    “Não tô comprando essas palhaçadas”

    Cam Johnson foi direto ao ponto – e eu gostei da resposta dele. “Não tô comprando essas palhaçadas, ponto final”, disse o ala dos Nuggets. Sinceramente, é assim mesmo que tem que responder. Mas a verdade é que perder uma vantagem de 19 pontos dói, né? E ainda ouvir esse tipo de comentário…

    O técnico David Adelman foi mais esperto ainda. Quando perguntaram sobre as provocações do McDaniels, ele mandou: “Mal posso esperar pelo podcast dele”. Savage! E completou dizendo que isso vai ajudar as redes sociais do garoto. Monstro de resposta.

    A real é que os Nuggets têm razão quando falam que o problema não foi tanto a defesa, e sim os rebotes. Cara, 20 a 3 em pontos de segunda chance? Isso é absurdo! Como você perde um jogo assim?

    Rivalidade ou desespero dos Wolves?

    Christian Braun chamou as provocações de “parte da rivalidade”, mas deixou claro que acha uma análise furada. E eu tendo a concordar com ele. Os Nuggets têm uma defensive rating decente nos playoffs, então não é bem assim que McDaniels pintou.

    Agora, uma coisa que me chama atenção: os Timberwolves estão falando demais para um time que ainda não ganhou nada, né? Johnson até comentou que “eles têm falado muito a temporada toda, toda a série”. Deixa eles falarem, deixa eles desabafarem.

    Eu já vi isso várias vezes – time que fala demais acaba se prejudicando. Mas também pode ser estratégia para tirar os adversários do sério. E vocês, acham que vai dar certo?

    O jogo 3 vai ser fogo

    Com a série empatada em 1-1 e indo para Minneapolis, a coisa promete esquentar ainda mais. Os Nuggets sabem que precisam igualar a intensidade física dos Wolves se quiserem recuperar a vantagem de jogar em casa.

    Johnson foi cirúrgico: “Não é sobre palavras agora. É sobre jogar”. Exato. E ele tem experiência em playoffs tensos, então sabe do que tá falando. “Isso tira o melhor de você, desperta o competidor”, disse.

    Olha, eu fico curioso para ver como vai ser quinta-feira à noite. Os Nuggets vão usar essas provocações como combustível ou vão deixar passar batido? McDaniels conseguiu mexer com o psicológico ou só deu mais motivação para Jokic e companhia?

    Uma coisa eu sei: quando a série esquenta assim, a qualidade do basquete só melhora. E nós, como fãs, só temos a ganhar com esse clima de playoff raiz.

  • Acuff declara pro Draft: AI disse que lembra ele mesmo

    Acuff declara pro Draft: AI disse que lembra ele mesmo

    Cara, quando Allen Iverson fala que um garoto lembra ele mesmo, você para tudo e presta atenção. E foi exatamente isso que aconteceu com Darius Acuff Jr., o calouro de Arkansas que acabou de declarar pro Draft 2026.

    O menino anunciou ontem no NBA Today da ESPN que vai pro Draft. E sinceramente? Era questão de tempo. Acuff tá sendo projetado como top-10, a maioria dos mocks tem ele entre o 5º e 6º pick — ou seja, grana PESADA esperando por ele.

    Os números que impressionam

    Olha só esses números da temporada dele: liderou toda a SEC com 23,5 pontos por jogo, acertando 44% das bolas de três. QUARENTA E QUATRO PORCENTO! E ainda por cima distribuiu 6,4 assistências por partida.

    O que mais me chama atenção nele é a versatilidade. Pode jogar com a bola na mão como armador clássico ou jogar sem bola criando para si mesmo. É desses jogadores com QI alto que você vê e pensa: “esse cara nasceu pra isso”.

    A comparação com AI não é à toa. Acuff tem aquela pegada de conseguir resolver o jogo quando precisa — seja criando pro time, seja buscando a cesta quando tudo tá difícil.

    Mas nem tudo são flores

    Agora vem a parte que preocupa os scouts (e me preocupa também, não vou mentir). O garoto tá listado com 1,90m, mas a galera espera que ele meça menos no Draft Combine. Já mediram ele descalço em 2023 e deu 1,85m. Na NBA de hoje, isso é pouco pra um armador.

    E tem outro problema: defesa. Pelos relatos, ele seria o pior defensor entre todos os possíveis escolhidos na loteria. E a gente sabe como é… na NBA atual, se você não consegue se virar na defesa sendo baixinho, a coisa complica.

    Lembram do que aconteceu com alguns armadores pequenos que não defendem? A liga não perdoa muito não.

    Decisão acertada mesmo assim

    Mesmo com essas ressalvas, acho que ele fez a escolha certa. Financeiramente falando, é um no-brainer — top-10 pick significa contrato rookie milionário garantido. E o talento ofensivo dele é real, cara tem potencial All-Star.

    Vocês acham que ele consegue superar as limitações físicas? Eu tenho um pé atrás com armadores pequenos que não defendem, mas quando AI diz que o moleque lembra ele… bom, talvez seja diferente mesmo.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante acompanhar onde ele vai parar no Draft de junho. Se algum time apostar pesado nele, pode dar muito certo — ou muito errado.

  • Anthony Edwards virou o líder que o Wolves sempre precisou

    Anthony Edwards virou o líder que o Wolves sempre precisou

    Mano, o Anthony Edwards tá simplesmente jogando numa frequência diferente nesses playoffs. O cara colocou 30 pontos, 10 rebotes e ainda teve que fazer papel de veterano no Jogo 2 contra o Denver — e olha que ele tem só 22 anos, gente!

    O mais impressionante nem são os números (que já são monstruosos). É a postura de liderança que o Ant-Man assumiu. Chris Finch, técnico dos Wolves, falou uma parada que me chamou atenção: mesmo depois daquela performance meio apagada no Jogo 1, Edwards ficou lá no banco motivando todo mundo quando o time estava tomando uma surra.

    A evolução de um craque

    “Ele estava calmo e dava confiança pros caras”, disse Finch. Cara, isso é coisa de veterano mesmo. Ver um moleque de 22 anos tendo essa maturidade… sinceramente, não esperava isso tão cedo dele.

    E tem outro detalhe que me impressiona: Edwards tá jogando no sacrifício, literalmente. O joelho direito dele tá zoado — tanto que ele perdeu 11 dos últimos 13 jogos da temporada regular. Mas nos playoffs? O monstro tá lá, dando tudo de si.

    Julius Randle falou uma coisa que resume bem o impacto do Edwards no vestiário: “Me motiva demais. Sinto que não posso decepcionar ele. Se ele tá lá batalhando machucado, não tem desculpa pra eu não dar meu máximo”.

    Rivalidade que tá esquentando

    Agora vem a parte mais legal: essa rivalidade com o Denver tá ficando absurda de boa. Nos últimos quatro anos, contando temporada regular e playoffs, os dois times têm 15 vitórias cada um nos últimos 30 confrontos. É literalmente 50-50!

    Naz Reid, que é um dos caras que mais entende de basquete no banco dos Wolves, resumiu perfeitamente: “Quem não ama um jogaço? Quem não quer acordar pra um jogo cheio de emoção e de vai-e-vem?”

    E é exatamente isso que temos pela frente. O Jogo 3 vai ser em Minneapolis, e o Denver vai chegar com aquela moral de time campeão. Mas, cara, se o Edwards continuar nesse nível — liderando, motivando e jogando pra caramba —, eu genuinamente acho que os Wolves podem surpreender.

    Vocês acham que o Ant consegue manter esse ritmo a série toda? Porque se conseguir, essa pode ser a temporada da virada definitiva dele de jovem talento pra superstar consolidado da liga.

  • Keldon Johnson leva o Sexto Homem do Ano! Spurs fazendo história

    Keldon Johnson leva o Sexto Homem do Ano! Spurs fazendo história

    Mano, que temporada absurda dos Spurs! Depois do Wemby levar o Defensor do Ano na segunda-feira, agora é a vez do Keldon Johnson conquistar o prêmio de Sexto Homem do Ano. E olha, na minha opinião, foi merecidíssimo.

    Johnson desbancou Jaime Jaquez Jr. do Heat e Tim Hardaway Jr. dos Nuggets para levar o troféu. O cara jogou todos os 82 jogos da temporada regular saindo do banco, com média de 23 minutos por jogo. E que números ele colocou: 13.2 pontos, 5.4 rebotes e 1.4 assistência por partida.

    De titular a estrela do banco

    A história do Keldon é interessante, cara. Escolhido na 29ª posição do Draft de 2019, ele já foi titular dos Spurs na temporada 2020-21. Mas com a chegada do Stephon Castle — que aliás levou o Rookie of the Year —, o Johnson teve que se reinventar saindo do banco.

    E cara, que reinvenção! Aos 26 anos, ele virou peça fundamental no banco dos Spurs. Jogou principalmente como reserva do Castle no perímetro, mas também deu conta do recado como ala e até ala-pivô quando precisou. Versatilidade pura.

    Treze jogos com 20+ pontos na temporada, incluindo duas atuações de 27 pontos (recorde pessoal na temporada). Ainda conseguiu cinco double-doubles em pontos e rebotes. Números de monstro mesmo.

    Quebrando recordes históricos

    Agora vem a parte mais absurda: Johnson fez 1.081 pontos saindo do banco nesta temporada. Isso quebrou o recorde da franquia que pertencia nada mais, nada menos que ao lendário Manu Ginóbili! O argentino havia marcado o recorde anterior na temporada 2007-08, quando também levou o Sexto Homem do Ano.

    Aliás, Johnson e Manu são os únicos jogadores da história dos Spurs a ganhar esse prêmio. Companhia e tanto, né não?

    Sinceramente, acho que esse prêmio simboliza perfeitamente o que os Spurs têm feito nos últimos anos. Pegaram um cara que poderia estar reclamando de ter perdido a titularidade e ele abraçou o papel de sexto homem de uma forma impressionante.

    E vocês, acham que o Johnson pode ajudar os Spurs a fazer barulho nos playoffs? A série contra o Portland está empatada em 1-1, mas com o Wemby machucado (concussão), o papel do banco vai ser ainda mais crucial. Game 3 é sexta-feira em Portland — vai ser decisivo!

  • Johnson ganha Sexto Homem! Primeiro Spur desde Ginóbili

    Johnson ganha Sexto Homem! Primeiro Spur desde Ginóbili

    Gente, que alegria! Keldon Johnson acabou de ser eleito o Sexto Homem do Ano da NBA, e cara, eu não conseguia estar mais orgulhoso desse monstro. É o primeiro Spur a ganhar esse prêmio desde o nosso eterno Manu Ginóbili em 2008 — que saudade daquele argentino maluco que fazia a gente gritar na madrugada.

    O que mais me impressiona no Keldon é a mentalidade. O cara jogou TODOS os 82 jogos da temporada saindo do banco. Todos! E não é qualquer coisa não — só dois jogadores conseguiram fazer isso na última década. Imagina a disciplina que isso exige?

    Números que impressionam

    E os números? Absurdos. Johnson se tornou o primeiro jogador dos Spurs a marcar mais de 1.000 pontos em uma temporada saindo do banco. Mil pontos! E ao longo de duas temporadas, o homem jogou 159 partidas — sempre como reserva. Nenhum outro jogador na liga chegou nem perto disso no mesmo período.

    “Eu queria fazer parte de algo especial aqui em San Antonio”, disse o Johnson na ESPN. “Sabia que para ser o melhor para nosso time, sair do banco era provavelmente minha melhor opção. No começo foi difícil, tive que controlar meu ego e colocar a equipe em primeiro lugar. Depois disso, o céu era o limite.”

    Cara, essa fala me arrepia. Quantos jogadores da NBA teriam essa humildade? É por isso que eu respeito tanto esse cara.

    A concorrência era pesada

    Não foi moleza não. Jaime Jaquez Jr. do Heat ficou em segundo na votação e foi disparado o reserva que mais pontuou na liga. Tim Hardaway Jr., dos Nuggets, ficou em terceiro e acertou 205 bolas de três — liderando os reservas nesse quesito.

    Johnson levou com 63 votos de primeiro lugar contra 34 do Jaquez. Uma diferença considerável, mas que mostra o respeito que ele conquistou pela liga toda.

    E vocês sabiam que o Hardaway já tinha terminado em nono em 2024, quinto em 2021 e décimo em 2017? O cara é consistente demais, mas dessa vez foi a hora do nosso Keldon brilhar.

    O mais legal de tudo isso? Johnson fez parte da seleção americana que ganhou ouro nas Olimpíadas de Tóquio em 2021. Agora tem seu primeiro prêmio individual na NBA. “É um pouco emocional”, confessou ele. “É uma grande conquista. Muito trabalho duro vai num prêmio como esse.”

    Com Wemby ganhando o Defensor do Ano unanimemente e agora o Keldon com o Sexto Homem, os Spurs estão voltando forte. Que temporada histórica para San Antonio, não acham?