Autor: Leandro Amorim

  • SGA meteu 37 pontos e o Thunder tá voando nos playoffs

    SGA meteu 37 pontos e o Thunder tá voando nos playoffs

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu virar monstro ontem à noite. 37 pontos e nove assistências na vitória do Oklahoma City Thunder sobre o Phoenix Suns por 120 a 107. E o melhor? Agora o Thunder tá 2 a 0 na série de primeira rodada dos playoffs do Oeste.

    Olha, eu vou ser sincero: depois daquele jogo 1 onde o SGA fez 25 pontos mas acertou só 5 de 18 arremessos, eu fiquei meio preocupado. Mas o cara é clutch mesmo — não é à toa que ganhou o prêmio de Clutch Player of the Year que foi entregue antes do jogo. Respondeu com 13 de 25 nos arremessos. Isso é resposta de craque.

    Thunder dominando mesmo sem Jalen Williams

    O Chet Holmgren e o Jalen Williams fizeram 19 pontos cada um, mas aí veio aquela notícia que ninguém queria ouvir: o Williams saiu no terceiro quarto com lesão no posterior da coxa esquerda e não voltou mais. Cara, esse garoto não tem sorte com lesão, né? Já tinha perdido 30 jogos na temporada regular por problema no posterior direito, e antes disso ficou 19 jogos fora por cirurgia no pulso.

    Mas sabe o que mais me impressionou? O Thunder conseguiu manter o nível mesmo sem um dos seus principais jogadores. Isso mostra a profundidade desse time jovem — e olha que profundidade é fundamental nos playoffs.

    Suns lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado do Phoenix, o Dillon Brooks foi o cestinha com 30 pontos antes de ser expulso por faltas no último quarto. O Devin Booker fez 22 e o Jalen Green contribuiu com 21. Números até bons, mas não deu pra acompanhar o ritmo do Thunder.

    A verdade é que Oklahoma City dominou do começo ao fim. Foram pra cima 65-57 no intervalo, depois estenderam pra 100-77 no final do terceiro quarto. Chegaram a abrir 26 pontos de vantagem no último período. Os Suns até ensaiaram uma reação no final — o Booker fez aquela jogada clássica dele, converteu a cesta sofrendo falta, errou o lance livre mas pegou o rebote e acertou o arremesso de média distância. Mas só conseguiu diminuir pra 10 pontos de diferença.

    E aí, vocês acham que o Thunder realmente tem condições de ir longe nestes playoffs? Porque sinceramente, vendo esse time jogar assim, com essa confiança e profundidade, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar qualquer um no Oeste. O jogo 3 é sábado em Phoenix — vai ser interessante ver como os Suns vão reagir jogando em casa.

  • 3 culpados pelo vexame do Magic contra os Pistons

    3 culpados pelo vexame do Magic contra os Pistons

    Cara, que vexame foi esse do Orlando Magic ontem à noite. Empate 46-46 no intervalo e aí… BOOM. Os Pistons simplesmente resolveram aplicar um 30-3 no terceiro quarto. Trinta a três! Eu vi e ainda não acredito.

    A série tá empatada 1-1 agora, mas o que ficou claro é que quando a coisa apertou, três caras do Magic simplesmente sumiram de quadra. E olha, não dá pra passar pano: Desmond Bane, Franz Wagner e Wendell Carter Jr foram os principais culpados por essa catástrofe.

    Desmond Bane: cadê o arremesso?

    O trabalho do Bane é simples – abrir espaço, punir quando sobra livre e manter a bola girando. Ele não fez NADA disso. Em 34 minutos de quadra, apenas 12 pontos com 2 de 11 nos arremessos (2 de 7 nas bolas de três). Plus-minus de -22. Monstro… no sentido ruim.

    Durante aquele terceiro quarto apocalíptico, toda vez que a bola chegava na mão dele era desperdício garantido. E aí a defesa dos Pistons podia focar toda a marcação no Banchero e no Suggs. Sinceramente, quando você é o cara que deveria abrir o jogo e não consegue nem acertar arremesso livre, tá complicado.

    Franz Wagner: sumiu quando mais precisava

    O Wagner é aquele jogador que deveria ser a cola do time – pontuar, dar assistência, manter a calma nos momentos tensos. Mas ontem? 12 pontos com 4 de 11 nos arremessos, uma assistência só e QUATRO bolas perdidas. Plus-minus de -22 também.

    Pior ainda: quando o jogo virou, ele simplesmente não respondeu. Não atacou, não organizou, não fez nada. Enquanto isso, do outro lado, o Tobias Harris estava dominando com 16 pontos e 11 rebotes. O alemão parecia perdido em quadra – e olha que ele costuma ser um dos mais consistentes do Magic.

    Wendell Carter Jr: virou fantasma no garrafão

    E o Carter Jr.? Rapaz, esse foi de chorar. Em 24 minutos, conseguiu fazer apenas 3 pontos (1 de 6 nos arremessos), pegou só 5 rebotes e ainda saiu expulso por faltas. Plus-minus de -29 – o pior do time!

    Os Pistons pegaram 57 rebotes contra 42 do Magic. Cinquenta e sete! E o Carter, que deveria ser o âncora lá embaixo, estava mais perdido que cego em tiroteio. O mais bizarro? O Goga Bitadze entrou do banco e fez +11 em 21 minutos. Ou seja, o reserva jogou melhor que o titular.

    Olha, eu sei que o Magic tem problemas além desses três – 33% de aproveitamento nos arremessos, 17 bolas perdidas, e o Cade Cunningham fazendo o que quis em quadra. Mas quando você analisa aquele terceiro quarto fatídico, esses três caras estavam lá no centro do furacão.

    Game 3 vai ser decisivo. Se esses três não aparecerem, pode esquecer – não vai ser culpa de esquema tático ou falta de experiência. Vai ser um core que não aguentou a pressão quando o jogo estava ali, na mão. E aí, vocês acham que eles conseguem se redimir no próximo jogo?

  • Alex Caruso vira ‘sussurador de árbitros’ e arranca técnica do Booker

    Alex Caruso vira ‘sussurador de árbitros’ e arranca técnica do Booker

    Mano, o Alex Caruso é simplesmente genial. O cara conseguiu uma técnica pro Devin Booker sem nem encostar no adversário — só na base da conversa com o juiz. Isso é veteranice pura, galera.

    A cena foi no segundo jogo da série entre Thunder e Suns, com Oklahoma City já desmontando Phoenix dentro de casa. O Booker mergulhou pra salvar uma bola que estava saindo, acabou acertando o Jaylin Williams do Thunder no lance. Jogada normal de esforço, né? Mas aí que entra o mestre Caruso.

    A arte de convencer o árbitro

    O veterano foi direto no ouvido do juiz, argumentando que o contato foi desnecessário. E funcionou! Technical foul no Booker, que ficou com aquela cara de “sério mesmo?”. O banco dos Suns não acreditou no que tinha acontecido.

    Cara, isso aí é inteligência emocional aplicada ao basquete. O Caruso sabe exatamente como e quando pressionar os árbitros. Não é à toa que o Thunder correu atrás dele na trade deadline — experiência de campeão vale ouro em playoffs.

    Thunder dominando a série

    Enquanto isso, o jogo em si era um massacre. Oklahoma City estava goleando por 106 a 89 no último quarto, construindo em cima da vitória de 35 pontos de diferença no Jogo 1. Os Suns entraram desesperados pra empatar a série, mas não conseguiram achar o ritmo contra esse time jovem e rápido do Thunder.

    O Shai Gilgeous-Alexander e o Chet Holmgren continuaram voando nos playoffs, mantendo a torcida de casa em êxtase. Do lado de Phoenix, só o Booker tentando segurar as pontas — e ainda tomou uma técnica “de graça”.

    Com essa vitória, o Thunder vai pra Phoenix com 2-0 na série e todo o momentum do mundo. E o Caruso? Bem, ele provou mais uma vez por que veteranos experientes fazem toda a diferença em playoffs. Vocês acham que os Suns conseguem reagir em casa?

  • Steve Kerr pode estar de saída dos Warriors — e faz sentido

    Steve Kerr pode estar de saída dos Warriors — e faz sentido

    Olha, quando o próprio Steve Kerr disse que havia 50% de chance dele voltar pros Warriors na próxima temporada, eu já sabia que a coisa não tava boa. Mas agora? Monte Poole, que é insider dos Warriors e conhece os bastidores melhor que ninguém, tá falando que as chances despencaram pra 15-20%. Quinze por cento, gente!

    “A probabilidade é que ele saia”, disse Poole no podcast Dubs Talk. “Neste ponto, eu diria que ‘se a porta tá ali, ele tá olhando pra essa porta e caminhando em direção a ela’”.

    Os sinais estavam todos lá

    Cara, não é como se isso fosse uma surpresa total. Já no verão passado o pessoal especulava que esta poderia ser a última temporada do Kerr. Chris DeMarco, que era assistente técnico, já vazou durante a temporada pra virar head coach do New York Liberty. Outros assistentes também estão de olho nas opções — quando até os assistentes desconfiam que o chefe pode não voltar, é sinal de que a situação tá complicada mesmo.

    E sinceramente, dá pra entender o cara. Kerr foi bem direto durante a temporada criticando as limitações do elenco — e essa não é uma área que ele controla, né? O técnico mexe nas rotações e distribui minutos, mas quando ele tá falando publicamente sobre os problemas do roster… bom, parece recado pra diretoria.

    Warriors sem futuro brilhante

    A real é que os Warriors estão numa situação bem complicada. O elenco atual decepcionou, não tem juventude, não tem atletismo, não tem tamanho pra competir com os outros times de playoff. E tanto Kerr quanto a diretoria sabem que “repetir a dose” com esse mesmo time não vai rolar.

    Tem outro detalhe que me chamou atenção: Kerr foi mais vocal este ano sobre querer uma temporada mais curta da NBA. Cara, quando um técnico fica reclamando que a temporada é longa demais, é porque ele não tá curtindo mais treinar e jogar basquete. Meio óbvio, não?

    Vocês acham que o Kerr realmente vai embora? Na minha opinião, faz todo sentido ele querer um novo desafio. O cara já ganhou tudo que podia ganhar com os Warriors — quatro títulos em oito anos é coisa de monstro. Talvez seja hora mesmo de uma mudança pra ambos os lados.

    Se bobear, essas chances de 15% que o Monte Poole falou ainda podem virar 0%. E olha, considerando o estado atual da franquia, pode até ser melhor assim.

  • Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Stephen A. Smith detona KAT: ‘Para de mandar beijinho e joga!’

    Cara, o Stephen A. Smith tá pistola com o Karl-Anthony Towns. E olha, depois do que rolou no jogo 2 contra o Hawks, eu até entendo a revolta do cara.

    Os Knicks estavam dominando, mano. 91 a 79 no último quarto, tranquilão no Madison Square Garden. Aí do nada — PUFF — despencaram e perderam de 108 a 100. Mas o que mais irritou o Stephen A. não foi nem a derrota em si. Foi ver o KAT mandando beijinho depois de acertar umas bolas de 3 enquanto o time tava derretendo.

    O show de horrores do quarto período

    “Esses caras ficam mandando beijinho quando acertam um arremesso de 3”, disse o Stephen A. no First Take. “Eu entendo que o Jalen Brunson faz isso depois de todo arremesso, mas o KAT fica soprando beijinho e fazendo essas coisas todas. Que diabos você tá fazendo?”

    E não é que ele tem razão? O cara tá celebrando enquanto o time despenca 12 pontos de vantagem. No último quarto, o Towns simplesmente sumiu — apenas dois arremessos. DOIS! Enquanto isso, o CJ McCollum dos Hawks meteu 9 de 12 arremessos e destruiu a defesa dos Knicks.

    Cadê a pegada Thibodeau?

    Sinceramente, eu sinto falta daquele Knicks casca-grossa do Tom Thibodeau. Essa defesa “durona” que tanto falavam parece que evaporou junto com ele. O Mike Brown ainda teve a brilhante ideia de colocar o Mitchell Robinson em quadra — um cara que não jogou NEM UM MINUTO na temporada toda.

    O banco também foi uma vergonha total. Só dois reservas fizeram pontos. Dois! Como é que você compete assim nos playoffs?

    Olha, eu gosto do Towns. É um jogador talentoso pra caramba, mas esse comportamento no meio de um colapso foi de dar vergonha alheia. Vocês acham que ele vai acordar pra vida ou vai continuar mais preocupado com as celebrações?

    Agora a série tá empatada 1-1 e vai pra Atlanta. Se os Knicks não se ligarem rapidinho, vão tomar uma surra na casa do Hawks e aí já era. KAT precisa trocar os beijinhos por cestas no quarto período, senão essa temporada vai acabar mais cedo do que todo mundo esperava.

  • Beasley revela: LeBron saiu do Heat por causa de… biscoitos?

    Beasley revela: LeBron saiu do Heat por causa de… biscoitos?

    Cara, toda vez que alguém fala sobre a saída do LeBron do Heat em 2014, sempre pintam aquela história romântica dele voltando pra Cleveland pra conquistar o título que prometeu. Mas a real pode ser bem mais bizarra do que a gente imaginava.

    Michael Beasley foi lá no podcast do Shannon Sharpe e soltou uma bomba sobre o que realmente rolou nos bastidores. Segundo o Beasley, a treta dos biscoitos foi só a ponta do iceberg — e tanto Pat Riley quanto Erik Spoelstra fizeram questão de mostrar quem mandava no pedaço.

    A guerra dos biscoitos que mudou a NBA

    Vocês lembram daquela história maluca? O LeBron tinha o hábito de levar biscoitos especiais nos voos da equipe — feitos pelo chef pessoal dele. Aí o Pat Riley simplesmente proibiu. Assim, do nada. O Dwyane Wade já tinha contado isso antes, mas agora o Beasley deu mais detalhes.

    “O Spo tentou mostrar autoridade, e o Riley também”, disse Beasley. “Tenho certeza de que se tivessem conversado com ele como pessoa, como homem, talvez a história fosse diferente. Mas ele trazia os biscoitos pessoalmente. O chef dele. Essa parte da história eles não contam.”

    Mano, imagina a cena: o cara que acabou de ganhar dois títulos seguidos pro seu time não pode nem levar um biscoito no avião? É de fuder, né?

    O momento que tudo mudou

    O mais interessante é o que o Beasley falou sobre a reação da organização depois disso. “Foi a primeira vez que vi toda a organização com medo. A partir daquele momento, eles andaram na ponta dos pés ao redor dele. Eles sabiam que ele ia embora.”, revelou o ex-jogador.

    E olha, quem acompanhava na época lembra que realmente rolou uma tensão estranha nos últimos meses do LeBron em Miami. Aquela final de 2014 contra o Spurs foi meio esquisita, o time parecia desconectado.

    “Todo mundo sabia. Cem por cento. Se eles não sabiam, eu sabia porque tudo estava diferente”, completou Beasley, que jogou uma temporada com o King em Miami.

    Sinceramente? Essa história faz total sentido. O LeBron sempre foi muito ligado nos detalhes, na preparação, no cuidado com o corpo. Aí você vem e corta uma coisinha besta dessas? É como mexer com a rotina de um atleta de elite — pode parecer besteira, mas psicologicamente faz diferença.

    No fim das contas, o Heat nunca mais ganhou título depois que o LeBron foi embora. Será que valeu a pena essa briga por biscoito? E vocês, acham que uma treta dessas realmente pode influenciar na saída de um jogador do calibre do LeBron?

    Como diz o ditado: às vezes é nas pequenas coisas que a casa cai. Ou melhor, é assim que o biscoito esfarela.

  • SGA zoou o Dillon Brooks depois de acertar na cara dele

    SGA zoou o Dillon Brooks depois de acertar na cara dele

    Cara, tem coisa mais gostosa que ver um jogador zoar o adversário depois de uma jogada dessas? O Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que ia humilhar o Dillon Brooks no primeiro jogo dos playoffs entre Thunder e Suns — e ainda riu na cara do cara.

    Olha só a cena: 4:56 do segundo quarto, SGA pega a bola na meia-distância (aquele spot dele que todo mundo já sabe que é perigoso), o Brooks tenta marcar bem de perto, e o MVP atual simplesmente eleva e enterra um jumper lindo. Aí vem o melhor — enquanto volta correndo pra defesa, o canadense começa a rir e apontar pro Brooks. Mano, que desrespeito gostoso de ver!

    A rivalidade que ninguém esperava

    O mais engraçado dessa história toda é que os dois são canadenses e já jogaram juntos na seleção várias vezes. Imagina só — passaram verões inteiros perseguindo medalha olímpica e título mundial juntos, e agora estão aí se zoando nos playoffs da NBA.

    O Dillon Brooks sempre se vendeu como esse defensor chato, aquele cara que vai te irritar a noite toda. Às vezes funciona, às vezes não. Com o SGA claramente não rolou, né? E o replay em câmera lenta ficou ainda mais hilário — dá pra ver a carinha de satisfação do Thunder enquanto aponta pro Brooks.

    Números não mentem

    No primeiro tempo, o Shai já tinha colocado 17 pontos no placar com 7 acertos em 13 tentativas. Mais 2 rebotes e 3 assistências só pra completar. Do outro lado, o Brooks lutando contra as faltas e conseguindo apenas 7 pontos.

    Sinceramente? Eu adoro quando rola esses momentos de trash talk sutil assim. Não precisa de briga, não precisa de confusão — só a humilhação técnica mesmo, seguida de uma risadinha marota. O Thunder tá começando essa série querendo repetir o título, e pelo visto o SGA tá no modo “vou destruir todo mundo que aparecer na minha frente”.

    E aí, vocês acham que o Brooks vai conseguir se recuperar dessa ou o SGA vai continuar cozinhando ele pelo resto da série?

  • Bickerstaff rasga elogios pro ‘coração’ dos Pistons após vitória

    Bickerstaff rasga elogios pro ‘coração’ dos Pistons após vitória

    Cara, que diferença faz ter um jogador que simplesmente veste a camisa! Os Detroit Pistons finalmente quebraram uma maldição de 11 jogos sem vencer em casa nos playoffs (desde 2008, gente!), e o técnico J.B. Bickerstaff sabe exatamente quem agradecer por essa mudança de mentalidade.

    Depois da vitória dominante por 98-83 sobre o Orlando Magic no Jogo 2, o destaque não foi só o Cade Cunningham com seus 27 pontos e 11 assistências — foi o trabalho duro do Isaiah Stewart que arrancou os maiores elogios do treinador.

    “Beef Stew” é o coração do time

    “Ele é o coração do que fazemos todos os dias”, disparou Bickerstaff sobre o cara que apelidaram de “Beef Stew” (Ensopado de Carne). “Ele carrega o fardo pesado de representar nossa identidade… é isso que o Stew é. É o quanto ele é importante pra gente e o quanto valorizamos ele.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o técnico. Stewart é aquele tipo de jogador que não aparece tanto nas estatísticas, mas que faz toda a diferença na quadra. Sabe aquele cara que põe o corpo, que não foge da briga? É exatamente isso.

    Em apenas 16 minutos de jogo, o homem foi cirúrgico: 4/4 nos arremessos de quadra, 1/1 de três pontos, terminando com 10 pontos, 5 rebotes e 2 tocos. Mas o mais impressionante? A defesa dos Pistons foi tão intensa que eles empataram um recorde de playoffs com 7 bloqueios só no primeiro quarto!

    Terceiro quarto demolidor

    O jogo praticamente acabou no terceiro período, quando Detroit simplesmente atropelou Orlando por 38-16. Foi um massacre. Junto com o show do Cunningham, Tobias Harris cravou um double-double (16 pontos e 11 rebotes), enquanto Jalen Duren e Ausar Thompson contribuíram com 11 pontos cada.

    Do lado do Magic, a coisa não fluiu. Apenas 33% de aproveitamento nos arremessos — é difícil ganhar jogo assim, né? Jalen Suggs foi o cestinha com 19 pontos e Paolo Banchero adicionou 18, mas não deu pra segurar a avalanche dos Pistons.

    Agora a série vai pra Orlando pro Jogo 3 no sábado, e sinceramente? Acho que os Pistons encontraram sua identidade. E vocês, acham que eles conseguem manter essa intensidade jogando fora de casa?

    Uma coisa é certa: quando você tem um cara como Isaiah Stewart ditando o ritmo defensivo e a mentalidade do time, qualquer coisa pode acontecer nos playoffs. O homem pode não ser o maior pontuador, mas é definitivamente o coração pulsante dessa equipe de Detroit.

  • Jalen Williams machuca e deixa Thunder na mão nos playoffs

    Jalen Williams machuca e deixa Thunder na mão nos playoffs

    Que azar, mano. O Jalen Williams, que vinha sendo um dos caras mais importantes do Thunder nesta temporada, teve que sair no terceiro quarto do jogo 2 contra o Suns ontem à noite com uma lesão no posterior da coxa esquerda.

    O cara estava tendo uma noite espetacular — 19 pontos em 7 de 11 arremessos, ou seja, quase 64% de aproveitamento. Aí do nada, na metade do terceiro período, ele segura a perna e vai mancando pra fora de quadra. Dor de ver, sinceramente.

    O fantasma das lesões volta a assombrar

    E olha, não é a primeira vez que o Williams passa por isso. O cara já tinha perdido 30 jogos nesta temporada por causa de uma lesão no posterior direito. Isso mesmo, agora foi do lado esquerdo. Como se não bastasse, ele também ficou fora por 19 jogos no começo da temporada por conta de uma cirurgia no punho direito que ele fez na offseason.

    Cara, eu fico pensando: será que o Thunder não forçou demais a barra com ele? O Jalen foi All-Star na temporada 2024-25 e virou peça fundamental no esquema do técnico. Mas essas lesões musculares são complicadas — quando uma acontece, parece que o corpo fica mais suscetível a outras.

    Thunder em apuros nos playoffs

    A situação fica ainda mais tensa porque estamos falando de playoffs aqui. Cada jogo vale ouro, e perder um jogador do calibre do Williams no meio de uma série é de partir o coração. O Thunder já vinha construindo uma boa campanha, mas agora vai ter que se virar sem um dos seus principais criadores de jogada.

    Vocês acham que o Thunder consegue segurar a onda sem o Jalen? O elenco de Oklahoma City tem profundidade, mas substituir a produção e a versatilidade de um cara que pode jogar tanto de armador quanto de ala não é fácil não.

    Agora é torcer pra que a lesão não seja grave e ele possa voltar logo. Porque, convenhamos, os playoffs ficam mais interessantes quando todos os craques estão em quadra.

  • Luka volta aos treinos em breve, mas Lakers seguem sem previsão

    Luka volta aos treinos em breve, mas Lakers seguem sem previsão

    Olha, eu tô aqui tentando não criar expectativas, mas é difícil quando você vê que o Luka finalmente vai voltar a pisar na quadra para treinar. Não é jogo ainda — calma aí, coração —, mas pelo menos é movimento.

    O JJ Redick deu uma palhinha antes do Jogo 2 contra os Rockets: “Luka vai começar alguns trabalhos em quadra em breve, mas novamente, não temos atualização sobre cronograma para ele.” Cara, esse “em breve” tá me matando de ansiedade. Desde que ele machucou o posterior da coxa contra o Thunder no começo de abril, a gente tá nessa novela.

    A longa jornada de recuperação

    E o cara não tá brincando em serviço, não. Foi até a Espanha buscar tratamento especializado — imagina o desespero. Posterior da coxa é lesão séria, ainda mais para alguém que depende tanto da explosão como o Luka. Ele já tinha lidado com problema parecido mais cedo na temporada, mas esse aqui tá bem mais complicado.

    O Austin Reaves também tá no departamento médico e começou o processo de volta aos jogos, mas também sem prazo definido. Na real, eu prefiro assim. Rush nunca deu certo com lesão muscular, e o Luka é peça fundamental demais para os Lakers arriscarem.

    Lakers brigando por tempo

    A boa notícia? Os Lakers tão fazendo a parte deles. Estão 2-0 na série contra os Rockets, e cada vitória é mais tempo para o sloveniano se recuperar. O Redick foi claro: precisa estender a temporada tempo suficiente para o Luka voltar. E sinceramente, com o jeito que o time tá jogando sem ele, parece que vai rolar.

    Durante o Jogo 2, rolou até uma homenagem meio agridoce — entregaram para ele o troféu de cestinha da temporada e o prêmio de Jogador do Mês da Conferência Oeste em março. Imagina receber esses troféus no banco, vendo o time jogar sem você nos playoffs. Deve doer.

    A importância de ter paciência

    Mano, eu sei que todo mundo tá ansioso para ver o Luka destruindo nos playoffs com a camisa dos Lakers, mas tem que ser paciente mesmo. Ele é o cara que carrega esse time nas costas, foi o maior pontuador da NBA essa temporada. Não dá para voltar com 80%, 90%. Tem que ser 100% ou nada.

    E vocês, acham que os Lakers conseguem segurar essa boa fase tempo suficiente para o Luka voltar? Porque se conseguirem passar dessa primeira rodada, aí sim a coisa pode ficar interessante. Um Luka descansado entrando nos playoffs pode ser o diferencial que eles precisam para uma campanha histórica.

    Por enquanto, é torcer para que o próximo boletim médico traga notícias ainda melhores. E que esse “em breve” chegue logo.