Autor: Leandro Amorim

  • Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano! Spurs fazendo história

    Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano! Spurs fazendo história

    Gente, que momento absurdo pros Spurs! Keldon Johnson acabou de ser nomeado o Sexto Homem do Ano da NBA 2025-26, e sinceramente, não podia ter escolha melhor. O cara simplesmente abraçou o papel de reserva e virou uma máquina saindo do banco.

    Olha só que números monstruosos: Johnson jogou TODOS os 82 jogos da temporada regular sem começar nenhum como titular. E quebrou um recorde histórico da franquia com 1.081 pontos saindo do banco — um recorde que antes pertencia nada menos que ao lendário Manu Ginóbili. Cara, falar que superou uma marca do Manu já diz tudo, né?

    De titular a reserva estrela

    O mais impressionante dessa história toda é a maturidade do Johnson. O maluco foi titular em 232 jogos na carreira pelos Spurs, mas nas últimas duas temporadas aceitou sair do banco pelo bem do time. Na entrevista pós-premiação, ele foi bem honesto sobre como foi difícil no começo:

    “Eu tive que realmente remover meu ego e colocar o time em primeiro lugar”, disse Johnson. E olha, isso aí é papo de veterano mesmo. Quantos jogadores você conhece que topam abrir mão do status de titular pra ajudar o time? Poucos, muito poucos.

    Johnson fechou a temporada com médias de 13.2 pontos por jogo, arremessando 51.9% dos chutos gerais e 36.3% das bolas de três. Nada mal pra alguém jogando apenas 23.3 minutos por partida, né não?

    Spurs em grande fase

    E não para por aí — esse é o segundo prêmio individual que os Spurs levam nesta temporada. Victor Wembanyama já tinha sido eleito o Defensor do Ano (e foi unânime, pasmem!). Dois prêmios individuais numa temporada? Os caras estão montando algo muito especial em San Antonio.

    Vocês acham que essa dupla Johnson-Wembanyama pode levar os Spurs longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que sim. Johnson trazendo energia e pontos do banco, Wemby dominando a defesa… receita pra incomodar qualquer um.

    Uma coisa que me chama atenção é como o Johnson, aos 26 anos, encontrou seu papel perfeito na NBA. Drafted em 2019 como 29ª escolha (praticamente fim da primeira rodada), ele poderia ter ficado revoltado por “perder” a titularidade. Mas não. O cara entendeu que às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    Na hora da premiação, cercado da família, Johnson ficou emocionado: “É um grande feito. É muito trabalho duro que vai por trás de um prêmio como esse.” E realmente é. Ser o melhor reserva da liga inteira não é brincadeira não.

  • LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    Olha só que história louca: o LeBron James simplesmente sugeriu que os Memphis Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville. Isso mesmo, o Rei deu pitaco sobre onde um time deveria jogar. E vocês sabem o que o Adam Silver respondeu? “Não, obrigado, mas talvez alguns jogos por lá né…”

    Na minha opinião, o LeBron às vezes exagera mesmo. Cara quer opinar sobre tudo na NBA, desde Draft até onde os times deveriam ficar. Mas dessa vez o comissário foi esperto na resposta.

    Silver defendeu Memphis mas deixou Nashville no radar

    O comissário foi bem claro: “Os jogadores que converso adoram jogar em Memphis. Nunca ouvi isso de não quererem estar lá”. Queimou o filme do LeBron de uma forma educada, mas queimou.

    Mas aí vem o plot twist. Silver falou que adoraria ver os Grizzlies jogando “alguns jogos por ano” em Nashville, pra virarem “o time de todo o Tennessee”. Cara, isso é genial ou perigoso? Porque a gente já viu essa história antes.

    O dono do time, Robert Pera, nem quer saber de mudança. Tá tranquilo em Memphis mesmo. Mas imaginem os torcedores de Memphis ouvindo que o comissário quer levar jogos pra outra cidade… Eu ficaria nervoso, não vou mentir.

    Já aconteceu com outros times

    Os Spurs fazem algo parecido com Austin, então não seria a primeira vez. Mas sempre fico com o pé atrás quando times começam a “experimentar” outras cidades. É assim que começa, né? Primeiro são alguns jogos, depois vem aquele papo de arena nova, incentivos públicos…

    Sinceramente, Memphis tem uma história absurda com basquete. A cultura da cidade, a torcida, aquela energia única do FedExForum quando tá lotado. Seria uma pena perder isso.

    E vocês, acham que o LeBron deveria dar pitaco sobre localização de franquias? Pra mim, jogador tem é que focar em jogar bem, mas sei lá… talvez ele tenha um ponto sobre atrair mais fãs pra certas regiões.

    Por enquanto os Grizzlies ficam em Memphis. Mas fiquem de olho nessa história de Nashville, porque quando a NBA quer alguma coisa, ela geralmente consegue. E com a expansão da liga vindo aí (Seattle e Las Vegas na fila), quem sabe Nashville não entra no radar também?

  • McDaniels mete o pau na defesa dos Nuggets e time responde na ironia

    McDaniels mete o pau na defesa dos Nuggets e time responde na ironia

    Cara, eu já vi muito trash talk nos playoffs da NBA, mas o Jaden McDaniels dos Timberwolves passou dos limites na segunda-feira. Depois da vitória por 119-114 sobre o Denver, o cara simplesmente DETONOU a defesa dos Nuggets — e não foi só uma alfinetada genérica, não. O maluco citou nome por nome!

    “Eles são todos defensores ruins”, disparou McDaniels, citando Jokić, Jamal Murray, Tim Hardaway Jr., Cam Johnson e Aaron Gordon. Todos. De uma vez só. Olha, eu entendo que o clima de playoffs esquenta mesmo, mas isso aí foi pesado demais.

    A resposta gelada de Denver

    Os Nuggets não deixaram barato, óbvio. O técnico David Adelman veio com uma das respostas mais friasdo ano: “Mal posso esperar pelo podcast dele”. Destruição total em poucas palavras — adorei essa.

    Quando os repórteres insistiram no assunto, Adelman foi ainda mais cirúrgico. O cara perguntou qual era o rating defensivo dos Nuggets nos playoffs (109.6, sexto melhor), e quando um jornalista acertou, simplesmente disse “OK. Próximo”. Que frieza, monstruoso!

    “Ele é um ótimo jogador. Todo mundo tem uma caixa de som hoje em dia. Vai ajudar as redes sociais dele”, completou Adelman. Sinceramente, achei genial essa abordagem — muito melhor que entrar numa briga verbal.

    Jogadores também entraram na brincadeira

    Cam Johnson, que foi um dos citados, manteve a classe: “Não vou dar corda pra essas palhaçadas. Eles falam muito. A temporada toda, a série toda. Deixa eles falarem”.

    Já o Christian Braun foi mais direto: “Você não deveria precisar de motivação extra nos playoffs”. E ainda complementou que não ficou surpreso — aparentemente é só mais um capítulo dessa rivalidade que tá esquentando.

    Agora, vamos ser justos aqui: o McDaniels exagerou MUITO. Aaron Gordon defensor ruim? O cara é um dos melhores defensores versáteis da liga! Jokić pode não ser o Hakeem Olajuwon na defesa, mas chamar ele de “ruim” é sacanagem.

    Por outro lado, os números não mentem completamente. Denver terminou a temporada regular como 21ª defesa da NBA — não é exatamente uma muralha. E no jogo que perderam, os Wolves fizeram 142.2 pontos por 100 posses quando o Gobert saiu de quadra. Isso é absurdo de ruim.

    Vocês acham que esse tipo de provocação funciona ou só serve pra motivar ainda mais o adversário? Na minha visão, McDaniels pisou na bola — playoff já é guerra por si só, não precisa dessa lenha extra na fogueira.

    O que me impressiona é como os Nuggets reagiram com classe e ironia. Essa postura madura pode ser exatamente o que eles precisavam pra focar no que importa: resolver os problemas defensivos reais que têm pela frente.

  • Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano e quebra recorde do Manu!

    Keldon Johnson é o Sexto Homem do Ano e quebra recorde do Manu!

    Cara, que história linda! Keldon Johnson acabou de ser eleito o Sexto Homem do Ano da temporada 2025-26, e olha, eu não podia estar mais feliz por esse cara. Não só ganhou o prêmio como ainda quebrou um recorde sagrado do Manu Ginóbili nos Spurs. Isso é coisa de filme mesmo.

    De starter revoltado a sexto homem campeão

    A jornada do Keldon até aqui foi uma montanha-russa total. O cara foi pick 29 do Draft 2020, virou titular rapidinho e até ganhou ouro olímpico com o Team USA em Tóquio. Imaginem só — estava fazendo média de 22 pontos por jogo como titular, se achando o dono da parada.

    Aí chegou Wembanyama em 2023 e mudou tudo. Popovich chamou o Johnson no meio da temporada 2023-24 e falou: “Meu filho, você vai pro banco”. E o Keldon? Ficou pistola. Admitiu que sulcou, deixou as críticas entrarem na cabeça e não jogou nada pelo resto daquela temporada.

    “Eu não conseguia entender”, contou ele no Player’s Tribune. “E no final, eu não levei bem. Fiquei de cara amarrada. Deixei o barulho externo afetar meu jogo.” Sinceramente? Entendo ele perfeitamente. Quem é que gosta de sair da titularidade?

    1.081 pontos saindo do banco — recorde quebrado

    Mas olha que maturidade. O menino engoliu o orgulho e virou peça fundamental nos Spurs. Esta temporada fez média de 13.2 pontos saindo do banco, mais 5.4 rebotes e uma defesa sólida. Jogou todos os 83 jogos da temporada (incluindo a final da NBA Cup) — isso é dedicação, pessoal.

    E o mais legal? Seus 1.081 pontos saindo do banco quebraram o recorde da franquia que pertencia ao lendário Manu Ginóbili (927 pontos na temporada 2007-08, quando também ganhou o prêmio). Quebrar um recorde do Manu é tipo quebrar um recorde do Pelé no futebol — você sabe que fez algo especial.

    Johnson recebeu 63 dos 100 votos de primeira colocação, totalizando 404 pontos na votação. Jaime Jaquez Jr. ficou em segundo com 331 pontos. Só o Jaquez marcou mais pontos totais saindo do banco que o Keldon, e só o Naz Reid pegou mais rebotes.

    Agora é candidato ao título

    Os Spurs fizeram 62-20 na temporada regular — números de candidato real ao título. E o Johnson virou uma das peças mais importantes tanto em quadra quanto no vestiário. Imaginem o crescimento mental desse cara: de jogador revoltado com a mudança para líder emocional de um time que briga pelo anel.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Wembanyama (que ganhou o DPOY de forma unânime) a levar os Spurs de volta ao topo? Porque eu tô começando a acreditar nesse time texano. E ver um cara como o Johnson abraçar o papel de sexto homem assim… isso é basquete do jeito que a gente gosta.

    Parabéns, Keldon! De coração quebrado a campeão moral — que exemplo pra todos nós.

  • Smart humilha Durant e Lakers abrem 2-0 contra Houston

    Smart humilha Durant e Lakers abrem 2-0 contra Houston

    Gente, o Marcus Smart simplesmente decidiu que ia mostrar pro Kevin Durant quem manda na defesa ontem à noite. O cara segurou o KD como se fosse um rookie qualquer e ainda mandou 25 pontos na vitória dos Lakers por 101-94. Lakers 2-0 na série. Houston já pode ir preparando as malas de férias?

    Olha, eu sempre soube que o Smart era monstro defensivo – não à toa foi DPOY em 2022 – mas ver ele dominar o Durant daquele jeito foi absurdo. O KD voltou da lesão no joelho e até marcou 23 pontos, mas quando o Smart tava grudado nele? Só 1 de 3 nos arremessos e NOVE turnovers. Nove, cara! Isso é quase constrangedor pra um jogador do nível do Durant.

    Smart mostra que ainda é elite

    8 de 13 nos arremessos, cinco bolas de três, sete assistências e cinco roubos de bola. Sinceramente, que performance foi essa? E a tripla decisiva faltando 2:23 pro fim selou de vez o jogo. O JJ Redick, técnico dos Lakers, resumiu bem: “Smart teve um jogo assassino hoje”.

    O mais legal é ver o LeBron elogiando a tranquilidade que o Smart traz pro time. “Ele não tem medo do momento”, disse o King após marcar seus 28 pontos. E faz sentido – o cara já marcou os melhores da liga na carreira dele, então pressão não é problema.

    Lesões complicam dos dois lados

    Os Lakers tão jogando sem Austin Reaves (lesão no oblíquo) e sem Luka Doncic (problema na coxa). Reaves já tá treinando em quadra, mas o Luka ainda nem começou o processo de volta. Duas baixas pesadas que fazem a performance do Smart ser ainda mais valiosa.

    Do outro lado, Houston tá sofrendo pra pontuar. Dois jogos seguidos abaixo de 100 pontos, 40% de aproveitamento nos arremessos… não dá pra ganhar playoff assim. E olha que eles não vencem uma série de playoffs desde 2020, quando eliminaram o Thunder na primeira rodada.

    O jogo 3 vai ser em Houston na sexta, com os Rockets como favoritos por 9,5 pontos. Vocês acham que a casa pode revirar essa série? Ou os Lakers já mostraram que tão num nível acima? Eu tô começando a ver essa série terminando em 5 jogos…

  • Calouro de Arkansas já mira NBA Draft de 2026

    Calouro de Arkansas já mira NBA Draft de 2026

    Cara, o que tá acontecendo com o basquete universitário americano? Os caras mal pisam na faculdade e já tão de olho na NBA. Agora foi a vez de Darius Acuff Jr., armador de Arkansas, anunciar que vai se declarar pro Draft de 2026. Isso mesmo, 2026 — ainda nem terminou a temporada dele direito!

    O moleque de 1,91m fez uma temporada de calouro absolutamente monstruosa pelos Razorbacks. Olha só os números: 23.5 pontos, 6.4 rebotes e 3.1 assistências por jogo, acertando 44% das bolas de três. Quarenta e quatro por cento! Pra um calouro, isso é simplesmente absurdo.

    Calipari e sua fábrica de estrelas da NBA

    E aí que entra o fator John Calipari. O técnico — que já passou por Memphis e Kentucky — tem um histórico que fala por si só na preparação de jovens pra NBA. Derrick Rose, John Wall, De’Aaron Fox, Shai Gilgeous-Alexander… todos passaram pelas mãos dele antes de virarem lottery picks. Acuff disse que esse histórico pesou muito na decisão de ir pra Arkansas.

    Sinceramente? Faz todo sentido. Calipari entende como nenhum outro técnico universitário o que precisa pra chegar na liga. O cara sabe desenvolver armador jovem como ninguém.

    A influência de Allen Iverson

    Mas o que mais me chamou atenção foi a história com Allen Iverson. Os dois desenvolveram uma relação nos últimos meses, e AI tá sendo meio que mentor do garoto. Acuff até falou que fez trancinhas por causa do Iverson — olha o nível da inspiração!

    “Ele sempre me falou pra jogar cada jogo como se fosse o último”, contou Acuff. Cara, imagina receber conselho direto de uma lenda como Iverson. Isso não tem preço.

    O timing do anúncio também foi curioso. Acuff disse que assistir Lakers x Rockets nos playoffs reforçou ainda mais sua vontade de chegar lá. “Eu me vejo ali com certeza. Esse é um dos meus objetivos”, declarou.

    E vocês, o que acham? Muito cedo pra um calouro já estar pensando em NBA ou é o novo normal do basquete universitário? Com os números que o garoto tá fazendo, não dá pra culpar a ambição dele.

  • Maxey mandou um “eu resolvo” e destruiu os Celtics no jogo 2

    Maxey mandou um “eu resolvo” e destruiu os Celtics no jogo 2

    Cara, que jogada do Tyrese Maxey ontem à noite! Os 76ers estavam praticamente mortos nessa série contra os Celtics — perderam o primeiro jogo por TRINTA E DOIS pontos, pareciam um time de várzea jogando contra os caras de Boston. Aí o Maxey resolve aparecer no jogo 2 e fala pro Nick Nurse: “I got it” (eu resolvo).

    E resolveu mesmo, meu amigo.

    O momento que mudou tudo

    Segundo o próprio técnico Nick Nurse contou depois do jogo, no último quarto o Maxey olhou pra ele pedindo uma jogada. O treinador chamou a jogada, mas o cara simplesmente disse: “I got it!” — três palavrinhas que resumiram toda a partida.

    “Ele só queria a bola e acho que todos pudemos ver isso”, disse Nurse. E olha, deu pra ver mesmo. Maxey fez 12 pontos só no último quarto, enterrou umas bolas de três absurdas e converteu umas bandejas que deixaram a torcida dos Celtics em silêncio.

    Show do VJ Edgecombe também

    Não posso esquecer do VJ Edgecombe, que foi o cestinha da noite com 30 pontos e ainda fez história no processo. Mas na hora H, quando a coisa ficou feia, foi o Maxey quem pegou a responsabilidade.

    O cara usou muito bem o pick-and-roll com o Adem Bona e o Andre Drummond, encontrou espaços que pareciam impossíveis e simplesmente decidiu que os Celtics não iam ganhar esse jogo. Final: 111-97 para os Sixers, série empatada em 1-1.

    Sinceramente, eu não esperava isso dos 76ers sem o Embiid. O cara está machucado e todo mundo achava que Philly ia tomar uma varredura histórica. Mas olha só — às vezes é isso que acontece nos playoffs: um jogador resolve que não vai perder e carrega o time nas costas.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse ritmo pro resto da série? Porque se o Maxey continuar jogando assim, os Celtics vão ter que suar muito mais do que imaginavam.

  • Jazz anuncia Summer League em SLC e pode ser show de calouros top

    Jazz anuncia Summer League em SLC e pode ser show de calouros top

    Galera, saiu a confirmação oficial: Utah Jazz vai sediar a Summer League de Salt Lake City em 2026 de novo! E olha, pelo que tô vendo, essa edição tem tudo pra ser especial mesmo.

    O formato continua o mesmo: quatro times, seis jogos no total. Quem vai participar? Jazz (óbvio), Atlanta Hawks, Memphis Grizzlies e Oklahoma City Thunder. A parada vai rolar no Jon M. Huntsman Center, da Universidade de Utah, nos dias 4, 6 e 7 de julho.

    Por que pode ser histórica?

    Cara, vou ser sincero com vocês – raramente vi uma Summer League com tanto potencial pra ser absurda. Três dos quatro times (Jazz, Hawks e Grizzlies) tão brigando pelos primeiros picks do draft. E o Thunder? Mesmo sendo time bom, eles têm a escolha dos Clippers, que é a 12ª posição.

    Imaginem só: se o Jazz conseguir uma das primeiras escolhas no sorteio do dia 10 de maio, a gente pode ver Ace Bailey jogando de novo (ele provavelmente vai estar por lá) ao lado de outro calouro top. Isso seria monstruoso!

    Detalhes práticos que importam

    Os ingressos vão à venda em maio no site SLCSummerLeague.com. E uma curiosidade: pela segunda vez consecutiva, o evento vai ser na universidade porque o Delta Center tá em reforma. Sinceramente? Acho até melhor – o ambiente universitário pode ficar mais intimista e barulhento.

    Vocês acham que essa Summer League vai ser diferenciada mesmo ou é só expectativa de fã? Porque na minha opinião, com esses times todos potencialmente recheados de calouros top, pode ser uma das melhores que já vimos por lá.

  • Avdija rasga elogios ao brasileiro Splitter: ‘Trabalho fenomenal’

    Avdija rasga elogios ao brasileiro Splitter: ‘Trabalho fenomenal’

    Sinceramente, quem diria que 2026 seria o ano do Tiago Splitter? O nosso brasileiro que brilhou como jogador está fazendo história como técnico, e os elogios não param de chegar.

    Deni Avdija, astro do Portland Trail Blazers, não poupou palavras para exaltar o trabalho do ex-pivô brasileiro que assumiu o comando da equipe numa situação bem complicada. “Ele foi jogado numa situação difícil. Nem sempre é fácil assumir o cargo de técnico principal de repente. Acho que ele está fazendo um trabalho fenomenal”, disse Avdija.

    De jogador campeão a técnico revelação

    Olha, eu lembro bem do Splitter nos tempos de Spurs — aquele cara sabia o que era ganhar. E parece que essa mentalidade vencedora ele trouxe pros Blazers. “Ele sabe tirar o melhor de todo mundo. Acredita em cada um dos jogadores. Nós amamos jogar pra ele”, continuou Avdija.

    E não é papo furado não. Os Blazers empataram a série dos playoffs contra o San Antonio Spurs em 1-1 depois de vencerem por 106-103. Quem apostava neles conseguindo isso depois da saída turbulenta do Chauncey Billups?

    O brasileiro que pode fazer história

    A história do Splitter assumindo é meio cinematográfica, né? Billups se meteu numa encrenca federal por apostas (que situação!), e nosso brasileiro teve que assumir o time no meio da temporada. Primeira vez como técnico principal na NBA, pressão total.

    “Ele é um vencedor, um competidor, sabe o que é ganhar um campeonato. Vocês podem ver que ele é apaixonado e tem todas as ferramentas pra ser um grande técnico”, finalizou Avdija sobre o brasileiro.

    E aí, acham que o Splitter vai ficar definitivo no cargo? Eu, particularmente, acho que seria uma injustiça não dar a oportunidade oficial pra ele depois dessa campanha. O cara pegou um time em reconstrução e botou nos playoffs!

    Ver um brasileiro comandando time na NBA e recebendo esse reconhecimento é de arrepiar. Splitter sempre foi inteligente como jogador, e agora tá provando que sabe passar isso pros outros também.

  • VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    Cara, o que o VJ Edgecombe fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo rookie? E ainda por cima contra os Celtics? Eu tô sem palavras.

    O moleque literalmente salvou os Sixers no Jogo 2. Philadelphia precisava desesperadamente de uma resposta depois de levar uma surra no primeiro jogo da série, e quem aparece? Um garoto de 19 anos que ninguém esperava que fosse fazer essa loucura toda.

    O elogio que vale ouro

    Mas sabe o que me impressionou mais? O Jaylen Brown — sim, o cara que tava do outro lado tentando parar ele — falou assim depois do jogo: “Ele é um jogador de verdade. É rookie, mas sabe jogar”.

    Porra, quando um cara do naipe do Jaylen Brown te reconhece assim, você sabe que fez algo especial. E olha que o Brown não é de ficar distribuindo elogios por aí, né?

    O que mais me chamou atenção foi a frieza do Edgecombe. O cara levou uma pancada feia no início do jogo, todo mundo achou que ia sair machucado, mas ele simplesmente levantou e continuou jogando. Terminou acertando 6 bolas de três em 19 tentativas do time inteiro.

    Fazendo história aos 19 anos

    E os números? Monstro. Ele se tornou o primeiro jogador desde Tim Duncan em 1998 a fazer pelo menos 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo tão jovem. Mais jovem que o próprio Magic Johnson quando fez números parecidos.

    Sinceramente, eu não esperava isso do garoto tão cedo. Claro, todo mundo sabia que ele tinha potencial — não vira primeira escolha do draft à toa — mas fazer isso logo no primeiro ano, em playoff, contra Boston? É coisa de craque mesmo.

    O Tyrese Maxey também merece os parabéns. 29 pontos e 9 assistências, foi ele quem organizou tudo pra que o Edgecombe pudesse brilhar. Quando você tem dois caras assim trabalhando juntos, as coisas ficam perigosas.

    Série empatada e tudo em aberto

    Agora a série tá 1-1 e voltando pra Philadelphia. Os Sixers conseguiram o que precisavam: roubar o fator quadra de Boston e mostrar que essa série vai ser muito mais disputada do que todo mundo imaginou.

    Vocês acham que o Edgecombe consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Celtics vão ter um problemão nas mãos. Ter um rookie jogando assim em playoff é algo que pode mudar completamente uma série.

    Uma coisa é certa: o basquete americano ganhou mais uma estrela. E pelo jeito, essa estrela veio pra ficar.