Autor: Leandro Amorim

  • Wemby sofre concussão em queda feia e Spurs podem ter problema

    Wemby sofre concussão em queda feia e Spurs podem ter problema

    Gente, a coisa ficou séria pra turma do San Antonio. Victor Wembanyama, o francês monstro de 2,24m que tá revolucionando a liga, sofreu uma concussão depois de uma queda de cara no chão durante a derrota dos Spurs por 106-103 pro Portland Trail Blazers nos playoffs.

    A cena foi meio assustadora, não vou mentir. Wemby estava girando no garrafão, tomou uma falta do Jrue Holiday e não conseguiu se proteger na queda — o queixo dele bateu direto na quadra. Ficou uns 30 segundos caído antes de conseguir sentar e conversar com o Stephon Castle.

    Protocolo rígido da NBA entra em ação

    “Ele tem uma concussão e está no protocolo”, confirmou o técnico Mitch Johnson depois do jogo. E olha, pelo que sabemos das regras da NBA, a situação não é simples. O jogador precisa ficar pelo menos 48 horas em repouso, passar por uma bateria de testes neurológicos e só volta quando estiver 100% liberado pelos médicos.

    O Jogo 3 é na sexta-feira em Portland. Sinceramente? Parece quase impossível que o Wemby esteja disponível. Johnson não quis especular, mas a matemática não favorece: “O protocolo é o protocolo”, disse ele.

    E cara, que timing ruim. Na segunda-feira, Wemby tinha acabado de ganhar o prêmio de Melhor Defensor do Ano por unanimidade — merecidíssimo, diga-se de passagem. O cara vinha fazendo uma temporada absurda: 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo.

    Spurs vão ter que se reinventar rapidamente

    A grande questão agora é: como San Antonio vai se virar sem sua estrela? Os Spurs até têm um histórico razoável sem o francês — foram 12-6 na temporada regular quando ele não jogou. Mas playoffs é outra história completamente.

    “Todos nós temos que dar um passo à frente”, falou Devin Vassell. “Sabemos o que o Vic traz pra mesa. Já jogamos alguns jogos sem ele esse ano. Vai ser o próximo na fila. Todo mundo vai ter que se superar.”

    Luke Kornet assumiu o posto no segundo tempo e se saiu bem (10 pontos e 9 rebotes), mas convenhamos — substituir um fenômeno de 2,24m que bloqueia tudo quanto é arremesso não é tarefa pras mais fáceis.

    O mais doloroso? Os Spurs estavam com 14 pontos de vantagem no último quarto e entregaram o jogo. Foi a primeira vez desde 2003 que eles perderam uma vantagem dessas nos playoffs. Vocês acham que seria diferente com Wemby em quadra? Eu acho que sim.

    Tiago Splitter, técnico do Portland, também ficou preocupado com as imagens da queda: “Foi assustador. Eu vi as imagens. Não foi bom.” Pelo menos o respeito entre os profissionais tá aí.

    Agora é torcer pro Wemby se recuperar logo e bem. Sem ele, fica muito mais difícil pros Spurs sonharem com algo grande nestes playoffs. E olha que eles voltaram pra pós-temporada depois de cinco anos — seria uma pena desperdiçar essa oportunidade.

  • VJ Edgecombe explode e Sixers roubam jogo 2 em Boston!

    VJ Edgecombe explode e Sixers roubam jogo 2 em Boston!

    Cara, quem disse que os Sixers iam passar vergonha em Boston não viu o que rolou ontem à noite. VJ Edgecombe simplesmente decidiu que ia dominar o playoff da NBA e liderou uma virada histórica no TD Garden, com direito a vitória por 111-97 sobre os Celtics.

    Olha, eu já esperava que o Tyrese Maxey ia jogar bem – 29 pontos e 9 assistências -, mas o que não esperava era ver um rookie chamado VJ Edgecombe meter 30 pontos e pegar 10 rebotes como se fosse veterano de playoff. Monstro total.

    Edgecombe rouba a cena no Garden

    Sinceramente? Quando vi o garoto caindo pesado no primeiro quarto e mancando pro vestiário, pensei “acabou”. Mas o moleque voltou no segundo tempo e meteu QUATRO bolas de três só no primeiro tempo. Quatro! Em Boston! No playoff!

    E o mais absurdo: segundo os caras da estatística, foram os mais pontos de um rookie em um quarto de playoff desde o Tyler Herro lá na bolha de 2020. Imagina a pressão que é jogar no Garden dos Celtics e ainda assim conseguir brilhar desse jeito?

    Paul George também fez a sua parte com 19 pontos em 7/13 arremessos – finalmente o PG que a gente conhece apareceu. Porque, convenhamos, no jogo 1 ele passou em branco.

    Celtics sentem o peso da casa

    Do lado dos Celtics, o Jaylen Brown tentou carregar o time nas costas com 36 pontos (foi o cestinha da partida), mas não adiantou. Aliás, o cara ainda tomou uma técnica por enforcar a cesta numa enterrada violenta no Adem Bona – típico playoff da NBA.

    O que me chamou atenção foi como os Sixers conseguiram controlar os rebotes ofensivos no segundo tempo. No começo do jogo, Boston tava pegando rebote ofensivo à vontade, mas depois do intervalo a coisa mudou completamente.

    E vocês viram aquele lance do Quentin Grimes bloqueando o arremesso do Payton Pritchard por trás? Que defesa absurda! Esses detalhes fazem toda diferença no playoff.

    Agora a série tá 1-1 e voltando pra Filadélfia. Claro que ainda falta o Joel Embiid (que continua se recuperando da cirurgia de apendicite), mas se o Edgecombe continuar jogando assim… cara, os Celtics vão ter trabalho.

    E aí, galera do Sexto Homem – vocês acham que esse foi só um jogo isolado do VJ ou ele realmente chegou pra ficar no playoff? Eu tô começando a acreditar que os Sixers podem incomodar muito mais do que todo mundo imaginava.

  • Luka roubado no MVP? 33.5 pontos por jogo e nem finalista foi

    Luka roubado no MVP? 33.5 pontos por jogo e nem finalista foi

    Gente, eu tô até agora processando essa parada. Luka Dončić liderou a liga inteira em pontuação, carregou os Lakers nas costas praticamente a temporada toda e… não foi nem finalista do MVP? Sério mesmo?

    Olha, eu entendo que SGA, Wemby e Jokić são monstros absolutos. Todos mereceram estar ali. Mas sinceramente? Deixar o Luka de fora é de doer o coração de qualquer fã de basquete que tem dois olhos na cara.

    Os números não mentem (mas será que importam?)

    Vamos aos fatos: 33,5 pontos por jogo. Mais de 2,4 pontos a mais que o SGA, que ficou em segundo. Soma isso com 8,3 assistências e 7,7 rebotes por jogo. Na moral, o cara estava literalmente fazendo de tudo em quadra.

    E aqui vai um dado que me deixou de cara: NUNCA na história da NBA um jogador fez 30+ pontos, 7+ assistências e 7+ rebotes numa equipe que ganhou 50+ jogos e não levou o MVP. O Luka vai ser o primeiro a fazer isso… duas vezes! (já tinha acontecido em 2024).

    “Eu estou desapontado. Acho que ele merecia estar lá”, disse o técnico J.J. Redick. E olha que o cara não é de falar besteira.

    Carregou o time quando mais precisava

    Mas o que mais me impressiona não são só os números — é como ele salvou os Lakers quando a coisa ficou feia. LeBron machucado no início da temporada? Luka assumiu e levou o time pra um 10-4 nos primeiros 14 jogos. Austin Reaves se machucou no meio da temporada? Luka de novo carregando nas costas.

    Rui Hachimura, que joga do lado dele todo dia, foi direto ao ponto: “Vocês podem ver que ele é o MVP. Eu posso ver que ele é o MVP desta liga.” E cara, isso não é papo de companheiro de time não — é de quem vê o monstro jogar na prática.

    O problema é que os eleitores ficaram presos nessa história de plus/minus e métricas avançadas. Sim, o Luka tem +4 de rating líquido contra +17.3 do Wemby. Sim, defensivamente ele não é o melhor. Mas MVP não é sobre planilha do Excel — é sobre impacto real, sobre fazer seu time ganhar quando ninguém mais consegue.

    Vocês acham que foi injusto mesmo ou os três finalistas realmente mereceram mais? Porque na minha opinião, numa temporada dessas, tinha espaço pra quatro finalistas tranquilamente.

  • Wemby saiu machucado do jogo 2 e pode ficar fora dos playoffs

    Wemby saiu machucado do jogo 2 e pode ficar fora dos playoffs

    Galera, a notícia que ninguém queria ouvir chegou. Victor Wembanyama saiu de quadra no jogo 2 contra o Portland Trail Blazers depois de bater a cabeça no chão e entrar no protocolo de concussão da NBA.

    A jogada aconteceu no segundo quarto, faltando 8:57 para o fim do período. O Wemby estava atacando quando o Jrue Holiday aplicou aquela clássica “puxada de cadeira” — vocês sabem, né? O cara fingia que ia dar a falta e se afasta na última hora. O problema é que o francês caiu de cara no chão e bateu o queixo com força total na quadra.

    O susto foi real

    Cara, foi assustador de assistir. Pelo vídeo que circulou nas redes, dá pra ver que ele ficou meio zonzo por alguns segundos depois da pancada. Tentou levantar, pareceu confuso, sentou de novo e foi direto pro vestiário. Não voltou mais pro jogo.

    Sinceramente? Achei que foi a decisão certa tirá-lo de quadra imediatamente. Concussão não é brincadeira, ainda mais num cara de 2,24m que já tem todo aquele histórico de lesões que a gente fica preocupado.

    E agora, como fica a série?

    Olha, não tem prazo definido pra voltar de uma concussão. O protocolo da NBA exige que o jogador passe em vários testes e fique pelo menos 24 horas sem sintomas antes de ser liberado. A média de retorno costuma ser entre 5 a 7 dias, o que significa que ele pode perder até o jogo 5.

    O lado positivo (se é que dá pra chamar de positivo) é que o San Antonio fez 2-1 contra o Portland na temporada regular sem o Wemby. Mas playoffs são outro nível, né? A intensidade é completamente diferente.

    Quando ele saiu, tinha jogado apenas 12 minutos com 5 pontos e 4 rebotes. Os Spurs estavam perdendo por 32-34, mas conseguiram empatar em 57-57 no intervalo. E aí, vocês acham que o time consegue segurar a onda sem o gigante francês?

    Esperança é que seja só um susto e ele volte logo. Porque ver os playoffs sem o Wemby fazendo aquelas enterradas monstruosas não é a mesma coisa.

  • Wemby no protocolo de concussão: Spurs em perigo nos playoffs

    Wemby no protocolo de concussão: Spurs em perigo nos playoffs

    Gente, que sufoco. O Victor Wembanyama caiu de cara no chão ontem à noite e agora está no protocolo de concussão da NBA. O francês de 2,24m saiu machucado no segundo quarto da derrota por 106-103 para o Portland Trail Blazers, e agora a série está empatada 1-1.

    A queda foi feia, não vou mentir. Wemby tentou uma jogada no garrafão, sofreu falta do Jrue Holiday e não conseguiu se equilibrar. Bateu o queixo no chão com tudo — deu até pra ouvir o barulho pela TV. Ficou uns 30 segundos no chão conversando com o Stephon Castle antes de conseguir sentar.

    San Antonio pode perder seu monstro

    Olha, se o Wembanyama ficar fora por mais tempo, o Spurs tá ferrado. O cara acabou de ganhar o prêmio de Melhor Defensor da NBA de forma UNÂNIME aos 22 anos — primeira vez na história que alguém tão novo consegue isso. E não é à toa: 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos de média na temporada.

    O protocolo de concussão da NBA é rígido mesmo. Mínimo de 48 horas parado, testes neurológicos, avaliação médica… não é brincadeira. E sem ele, como é que o Spurs vai segurar essa defesa? O cara é praticamente uma parede humana ali embaixo.

    Mas vocês viram como Portland reagiu? Scoot Henderson meteu 31 pontos e comandou uma virada absurda. Os Blazers seguraram San Antonio sem arremesso de quadra nos últimos 3min37s e fecharam com uma corrida de 11-2. Robert Williams III ainda cravou uma enterrada de alley-oop faltando 12 segundos — que frieza!

    Spurs desperdiçaram vantagem de 14 pontos

    Sinceramente, achei que o Spurs ia conseguir segurar o jogo mesmo sem o Wemby. Chegaram a abrir 14 pontos no último quarto! Mas aí o ataque travou completamente e Portland mostrou porque chegou nos playoffs.

    Castle fez sua parte com 18 pontos, Fox contribuiu com 17, mas não foi suficiente. E agora? Jogo 3 é na sexta-feira em Portland, e se Wembanyama não estiver 100%, as coisas ficam bem complicadas para San Antonio.

    Os Spurs estão nos playoffs pela primeira vez desde 2019 — era pra ser uma volta triunfal, mas agora pode virar pesadelo. E aí, vocês acham que conseguem vencer em Portland sem o francês?

  • Scoot Henderson explode sem Wembanyama e Blazers empatam série

    Scoot Henderson explode sem Wembanyama e Blazers empatam série

    Cara, que jogaço foi esse ontem à noite! O Scoot Henderson simplesmente resolveu mostrar por que foi terceira escolha do draft, justo quando o Victor Wembanyama saiu de quadra machucado. 31 pontos, cinco bolas de três e uma atuação que me fez lembrar por que eu sempre acreditei nesse moleque.

    A situação ficou tensa logo no segundo quarto quando o Wemby bateu o rosto no chão e foi direto pro protocolo de concussão. Ali eu pensei: “acabou pro Spurs”. Mas não, cara — os caras conseguiram se manter na frente quase o jogo inteiro, até que o Henderson acordou pra vida.

    A explosão do Scoot que a gente esperava

    Olha, eu sempre achei que o Henderson tinha esse potencial explosivo guardado. O cara jogou apenas 30 jogos na temporada regular por causa de lesão, mas quando está saudável… meu deus. Cinco pontos nos últimos cinco minutos do jogo. Clutch total.

    E não foi só o ataque não. A defesa dele estava absurda — interceptando passes, pressionando a bola, quebrando jogadas dos Spurs. Os caras do San Antonio nem conseguiam armar direito com a pressão que ele tava fazendo. Terceiro lugar em deflexões por jogo na temporada não é brincadeira.

    Sinceramente, acho que essa pode ser a virada de chave na carreira dele. Aos 22 anos, em playoff, contra um time que todo mundo achava que ia dominar a série… é assim que se nasce pra coisa.

    Spurs sem Wembanyama: valentes mas pequenos

    O técnico Mitch Johnson tentou de tudo quando perdeu o francesão. Botou quatro armadores em quadra junto com o Luke Kornet — uma formação que eles quase não usaram na temporada (apenas 29 minutos juntos). E funcionou por um tempo, viu? +12.6 de rating quando jogavam juntos.

    Mas nos momentos decisivos a falta de tamanho pesou. Portland conseguiu rebotes importantes e os Spurs não conseguiram finalizar as jogadas. Dylan Harper, Stephon Castle, Devin Vassell… todos jogadores talentosos, mas contra um time fisicamente superior como Portland, fica complicado.

    Vocês acham que o Wemby volta pro próximo jogo? Porque se não voltar, essa série pode virar muito rápido. O Henderson tá voando e Portland tem tudo pra aproveitar essa brecha.

    A série está 1-1 agora, e olha… eu não esperava que fosse ficar tão equilibrada assim. Com Wembanyama saudável, San Antonio é favorito claro. Mas se o francês demorar pra voltar e o Scoot continuar nesse ritmo alucinante, quem sabe a gente não tem uma zebra pela frente?

    Uma coisa é certa: playoff da NBA sempre nos surpreende. E Henderson acabou de avisar que não veio só pra passear em San Antonio.

  • Wemby sofre concussão e vira dúvida nos Playoffs – que azar!

    Wemby sofre concussão e vira dúvida nos Playoffs – que azar!

    Cara, que azar absurdo do Wembanyama. O francês bateu a cabeça no chão de forma bem feia no segundo quarto do jogo 2 contra o Portland, foi diagnosticado com concussão e agora é dúvida para os próximos jogos dos playoffs. Sinceramente? Deu até um aperto no peito vendo a jogada.

    A situação foi assim: Wemby estava partindo pra cima do Jrue Holiday, fazendo aquela jogada característica dele, quando o veterano do Portland aplicou o famoso “puxar a cadeira” — sabe aquela jogada clássica da NBA onde o defensor sai da frente e deixa o atacante se desequilibrar? Pois é, só que imagina um gigante de 2,24m caindo descontrolado. O resultado foi uma pancada violenta na cabeça.

    O que isso significa para os Spurs?

    Olha, concussão não é brincadeira. Geralmente um jogador fica fora de 7 a 10 dias, às vezes mais. Wemby vai ter que ficar 48 horas em repouso absoluto e depois passar por uma bateria de testes até ser liberado pelos médicos do time e da liga.

    E o timing não podia ser pior, né? O francês tinha feito um jogo MONSTRO no Game 1 — 35 pontos em 33 minutos, dominando dos dois lados da quadra como sempre. Era literalmente o melhor jogador em quadra nestes playoffs até agora. No Game 2, ele só conseguiu jogar 12 minutinhos antes da lesão.

    Com a série empatada em 1-1 (Portland ganhou 106-103), os Spurs agora podem ficar numa situação bem complicada. Vocês acham que eles conseguem segurar a onda sem o cara mais importante do time?

    A pressão vai ser grande

    Eu imagino que vai rolar uma pressão danada para Wembanyama voltar o mais rápido possível. Afinal, estamos falando dos playoffs da Western Conference, onde cada jogo vale ouro. Mas, cara, saúde não tem preço. Principalmente quando se trata de traumatismo craniano.

    Na minha opinião, os Spurs têm que ser cautelosos. Wemby tem apenas 22 anos e uma carreira inteira pela frente. Não vale a pena arriscar por alguns jogos, por mais importantes que sejam.

    O Game 3 é na sexta-feira em Portland, e pelo cronograma da série, se ele ficar fora uma semana, pode perder pelo menos dois jogos cruciais. Vai ser interessante ver como o time do Popovich se adapta sem sua estrela principal. Hora de mostrar se realmente tem profundidade no elenco ou se dependem demais do francês.

  • SGA é simplesmente CLUTCH: ganhou o prêmio de melhor no sufoco

    SGA é simplesmente CLUTCH: ganhou o prêmio de melhor no sufoco

    Mano, se você ainda tinha dúvida se o Shai Gilgeous-Alexander é daqueles caras que nascem pra decidir jogo, pode parar agora. O canadense do Thunder acabou de levar o prêmio de Clutch Player of the Year da temporada 2025-26 — e olha, foi de lavada mesmo.

    96 dos 100 votos de primeira colocação. Isso não é vitória, é massacre. O cara simplesmente dominou a votação contra Jamal Murray (que ficou em segundo) e Anthony Edwards. E sinceramente? Merecidíssimo.

    Os números não mentem, bicho

    O mais impressionante é que SGA liderou a NBA com 175 pontos em situações clutch jogando apenas 27 partidas nessas situações. Por quê? Porque o Thunder estava destruindo todo mundo — eles tiveram o melhor saldo de pontos da liga (+11.1). Ou seja, muitas vezes nem precisaram do Shai no final porque já estavam ganhando de lavada.

    Mas quando precisaram… cara, o monstro entregou. 51.5% de aproveitamento de quadra no clutch, 13 cestas de três em 37 tentativas (35.1%) — e isso sem contar aquele stepback absurdo contra o Denver que praticamente definiu a partida. Vocês viram aquela jogada? Puro show.

    E olha só que curioso: o cara que mais reclama que “só sabe fazer falta” mostrou que tem muito mais no arsenal. 21 assistências clutch (nono na liga), quatro roubos de bola. É jogador completo decidindo quando mais importa.

    Histórico de campeão

    Essa é a terceira premiação individual grande do SGA. Ano passado ele levou MVP da temporada regular E das finais, ajudando OKC a conquistar o primeiro título da franquia. Agora está na briga pelo MVP de novo, concorrendo com Jokić (óbvio) e o Wembanyama — que por sinal acabou de ganhar o DPOY.

    O prêmio de Clutch Player existe há só quatro anos, e cada edição teve um vencedor diferente: De’Aaron Fox foi o primeiro, depois vieram Curry, Jalen Brunson e agora o SGA. Todos armadores, todos estrelas — mostra como a posição é crucial nesses momentos decisivos.

    Na minha visão, isso consolida o Shai como um dos caras mais confiáveis da liga quando o jogo está pegando fogo. E com o Thunder indo atrás do bicampeonato, podem apostar que vamos ver muito mais dessas atuações clutch dele nos playoffs.

    E aí, galera — acham que ele consegue repetir a dose nas finais este ano? Porque pelo jeito que a temporada está indo, vamos ter mais algumas dessas jogadas decisivas do canadense.

  • SGA arrasa e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano

    SGA arrasa e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente não para de colecionar troféus. O cara já é MVP, MVP das Finais, e agora levou de lavada o prêmio de Jogador Clutch do Ano da NBA. E quando eu digo lavada, é lavada mesmo — 96 de 100 votos de primeira colocação. Absurdo.

    Olha, eu acompanho o SGA desde quando ele ainda estava tentando se achar na liga, e ver essa evolução é de arrepiar. O monstro simplesmente decidiu que vai dominar os momentos decisivos dos jogos, e os números não mentem.

    Os números são de outro mundo

    Vamos aos fatos: o garoto liderou a liga inteira com 175 pontos em momentos clutch. Isso significa que quando a coisa aperta — últimos 5 minutos do quarto período ou prorrogação, com diferença de 5 pontos ou menos — é o SGA que resolve.

    E o mais impressionante? O Thunder teve 20 vitórias em 27 jogos clutch com ele em quadra. Vinte e sete jogos decididos no sufoco, e eles ganharam 20. Isso não é sorte, gente. Isso é classe pura.

    O Jamal Murray ficou em segundo (merecidamente, diga-se — 166 pontos clutch e líder em assistências nesses momentos), e o Anthony Edwards em terceiro. Interessante que o Ant-Man nem conseguiu disputar outros prêmios por não ter jogado 65 partidas, mas para o prêmio clutch isso não importou.

    A dinastia clutch está começando?

    Sinceramente, eu acho que estamos vendo o início de uma era SGA. O cara já mostrou que consegue carregar um time nas costas até o título, e agora provou que é literalmente o melhor jogador da liga nos momentos mais importantes.

    “Esse prêmio significa muito”, disse ele na NBC Sports. “Para ganhar esse prêmio, você tem que ajudar seu time a vencer jogos no final, e o que eu mais quero é ganhar jogos.” Fala simples, direta, de quem sabe exatamente o que está fazendo.

    E olha só que curioso: SGA, Jalen Brunson e Nikola Jokić são os únicos caras que receberam votos para esse prêmio nos quatro anos desde que ele foi criado. Isso mostra consistência, né?

    Agora é esperar pra ver se ele emenda com o segundo MVP consecutivo. Com a temporada que ele fez, seria uma injustiça não levar. Vocês acham que alguém consegue competir com esse nível de performance dele nos momentos decisivos?

  • SGA domina e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano de lavada

    SGA domina e leva o prêmio de Jogador Clutch do Ano de lavada

    Mano, quando o jogo aperta e os caras tremem, tem um maluco que simplesmente vira o Kobe Bryant: Shai Gilgeous-Alexander. O cara acabou de levar o prêmio de Jogador Clutch do Ano da NBA e olha… nem foi disputado.

    SGA recebeu 96 dos 100 votos possíveis. Noventa e seis! Isso é praticamente unanimidade, galera. E não é à toa — o Thunder fez 64 vitórias na temporada regular muito por causa do que esse monstro fazia nos momentos decisivos.

    Os números são de outro planeta

    Vou falar os números porque eles são absurdos: 6.5 pontos por partida nos momentos clutch (últimos 5 minutos com diferença de até 5 pontos). Foram 175 pontos clutch no total, liderando a liga disparado. E o mais impressionante? O Thunder teve um saldo de +92 nos minutos decisivos e um recorde de 20-7 nessas situações.

    Compare isso com Jamal Murray, que ficou em segundo lugar na votação — ele fez 166 pontos clutch, mas tinha o Jokic do lado ajudando com mais 155. O SGA? Esse aí carrega o piano sozinho mesmo.

    A disputa pelo segundo lugar foi boa

    Falando nisso, Murray ficou em segundo por um ponto de diferença do Anthony Edwards, que veio em terceiro. Sinceramente, não esperava o Ant-Man tão bem colocado, mas o cara tem mostrado que sabe decidir jogo quando precisa.

    O que me chamou atenção foi o Jalen Brunson — que ganhou esse prêmio no ano passado — terminar só em quinto. Recebeu dois votos de primeiro lugar, mas parece que a galera achou que ele não repetiu o nível de 2025.

    E aí, vocês acham que o SGA vai conseguir levar o MVP também? Porque com esses números clutch e as 64 vitórias do Thunder, tá difícil argumentar contra. O cara simplesmente não erra quando o jogo tá pegando fogo.

    Uma coisa é certa: quando você vê SGA com a bola na mão nos últimos minutos, já sabe que algo especial pode acontecer. É daqueles jogadores que nasceu pra decidir partida — e os números só confirmam o que a gente já via na quadra.