Autor: Leandro Amorim

  • Wemby machuca no playoff e vai pro protocolo de concussão

    Wemby machuca no playoff e vai pro protocolo de concussão

    Mano, que susto foi esse ontem à noite. O Victor Wembanyama caiu de cara no chão durante o segundo quarto do jogo contra o Portland e agora tá no protocolo de concussão da NBA. Sinceramente? Deu um aperto no coração ver o francês caído lá.

    A jogada foi feia mesmo. O Wemby tava fazendo uma movimentação no garrafão, girou em cima do Jrue Holiday, tomou falta mas não conseguiu se proteger na queda. O queixo bateu direto na quadra com 8:57 restando no segundo período. Cara, ele ficou uns 30 segundos no chão antes de conseguir sentar.

    O que acontece agora com o gigante francês?

    Pelo protocolo da NBA, o Wembanyama vai ficar pelo menos 48 horas fora de atividade. Depois disso, precisa passar por uma bateria de testes neurológicos e ficar sem sintomas pra poder voltar. O médico do time e o diretor do protocolo de concussão da liga têm que dar o aval final.

    E olha, qualquer ausência prolongada do Wemby seria um baque absurdo pros Spurs. O cara é simplesmente o coração desse time que conseguiu o segundo melhor record da temporada regular. Não é à toa — na segunda-feira mesmo ele foi eleito Defensor do Ano de forma UNÂNIME. Monstro demais.

    San Antonio dependia completamente dele

    Os números falam por si: 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos de média na temporada. Líder da liga em bloqueios. No Jogo 1 contra Portland, que o Spurs ganhou, foram 35 pontos do francês. Trinta e cinco!

    O Luke Kornet entrou no lugar dele pra começar o segundo tempo, mas convenhamos — não dá pra substituir um cara de 2,20m que joga como se tivesse 1,90m. Vocês acham que os Spurs conseguem segurar a série sem o Wemby?

    É a primeira vez que San Antonio volta pros playoffs desde 2019, então imagina a pressão. O técnico Mitch Johnson deve estar rezando pra que seja só um susto e o protocolo libere o gigante logo. Porque sem ele, fica muito mais difícil sonhar com uma campanha longa neste playoff.

  • VJ Edgecombe quebra tudo e vira o mais jovem da história dos playoffs

    VJ Edgecombe quebra tudo e vira o mais jovem da história dos playoffs

    Cara, que noite foi essa do VJ Edgecombe! O garoto simplesmente destruiu os Celtics em Boston e colocou os 76ers de volta na série. 30 pontos, 10 rebotes e uma marca histórica que deixou até o Magic Johnson no retrovisor.

    Vocês viram esse jogo? Philadelphia venceu por 111-97 no TD Garden e empatou a série em 1-1 depois de ter tomado uma surra no primeiro jogo. E o responsável por essa virada? Um rookie de 20 anos que decidiu que não ia deixar os Celtics varrerem sua equipe.

    O show do garoto prodígio

    Edgecombe fez história ontem à noite. Com apenas 20 anos e 265 dias, ele se tornou o mais jovem jogador da história dos playoffs a fazer 30 pontos e 10 rebotes em um jogo. Isso mesmo — mais jovem que o próprio Magic Johnson. É muita categoria para um moleque no segundo jogo de playoff da vida.

    O mais impressionante? No primeiro jogo ele havia errado todos os cinco arremessos de três que tentou. Ontem? Acertou 6 de 10 da linha dos três pontos e comandou uma chuva de bolas triplas dos 76ers (19 de 39, 49% de aproveitamento). Junto com Tyrese Maxey, que fez 29 pontos, eles simplesmente cozinharam a defesa de Boston.

    Celtics gelaram na hora errada

    Do outro lado, os Celtics tiveram uma noite para esquecer do perímetro. Conseguiram acertar apenas 13 de 50 tentativas de três — um aproveitamento pífio de 26%. Jaylen Brown foi praticamente o único que apareceu pro jogo, com 36 pontos, mas não teve ajuda. Tatum ficou meio perdido, fazendo só 19 pontos.

    Brown até tentou dar o tom no primeiro quarto com uma enterrada monstruosa no Adam Bona que fez o TD Garden explodir (e ainda tomou um técnico pela comemoração), mas não adiantou. Philadelphia respondeu à altura e nunca mais saiu da frente.

    Sinceramente? Eu não esperava essa reação tão forte dos 76ers. Depois de tomar 123-91 no primeiro jogo, parecia que a série ia ser um passeio para Boston. Mas o basquete é isso aí — às vezes um rookie resolve aparecer e mudar tudo.

    Agora a série volta para Philadelphia empatada em 1-1, com os 76ers tendo roubado a vantagem de mando de quadra. O próximo jogo é sexta-feira, e eu tô curioso pra ver se Edgecombe consegue manter esse nível absurdo. E vocês, acham que esse garoto vai conseguir sustentar essa pressão toda?

  • VJ Edgecombe está virando problema sério pros Celtics

    VJ Edgecombe está virando problema sério pros Celtics

    Cara, depois de levar aquele sacode de 32 pontos no Jogo 1, eu sinceramente achava que os 76ers iam ficar com trauma. Mas olha só — o Philadelphia foi lá no TD Garden e devolveu na mesma moeda: 111-97 nos Celtics. E sabe quem foi o grande nome da noite? VJ Edgecombe, o rookie que tá fazendo todo mundo perceber que essa classe de calouros é absurda.

    O garoto VJ tá diferenciado

    Trinta pontos. TRINTA PONTOS em apenas seu segundo jogo de playoffs na vida. Aos 20 anos, contra a defesa dos Celtics, no TD Garden. Monstro é pouco pra descrever o que esse moleque fez ontem à noite.

    O mais legal foi ver a química dele com Tyrese Maxey (que também jogou muito, fazendo 29 pontos e 9 assistências). Treze dos pontos do Edgecombe saíram de assistências do Maxey — é essa parceria que pode dar muito trabalho pra qualquer time no Leste.

    E olha que ele pode terminar só em terceiro no prêmio de Rookie do Ano, atrás do Cooper Flagg (Dallas) e do Kon Knueppel (Charlotte). Se um cara que pode ser terceiro colocado tá jogando assim nos playoffs, imagina os outros dois?

    Chuva de três pontos salvou Philadelphia

    No Jogo 1, os Sixers acertaram vergonhosos 4 de 23 arremessos de três (17,4%). Era óbvio que precisavam melhorar isso se quisessem ter alguma chance. E melhoraram: 19 de 39 (48,7%)!

    Só no primeiro tempo eles tentaram quase o mesmo tanto de bolas de três que no jogo inteiro anterior. Maxey e Edgecombe sozinhos acertaram 11 de 22 tentativas. Até o Andre Drummond entrou na festa — e vocês sabem como é raro pivô acertar de longe, né?

    O Nick Nurse tinha reclamado que o time passou alguns arremessos livres no Jogo 1 por hesitação. Ontem não teve nada disso — foi chuva de três do começo ao fim.

    Mais impressionante ainda? Os Celtics jogaram bem. Jaylen Brown fez 36 pontos e Tatum quase um triple-double (19 pontos, 14 rebotes, 9 assistências). Mas mesmo assim levaram essa surra. Isso mostra que quando Philadelphia acerta os arremessos, eles incomodam qualquer um — até os atuais campeões.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse nível de aproveitamento nos próximos jogos? Porque se conseguirem, essa série vai ser muito mais equilibrada do que todo mundo imaginava.

  • Edgecombe e Maxey destroem os Celtics: Sixers empatam série

    Edgecombe e Maxey destroem os Celtics: Sixers empatam série

    Cara, que jogaço dos 76ers ontem à noite! V.J. Edgecombe e Tyrese Maxey simplesmente resolveram mostrar pra todo mundo por que essa série não ia acabar fácil pros Celtics. Philadelphia ganhou de 111-97 em Boston e empatou a série dos playoffs em 1-1.

    Edgecombe jogando no sacrifício

    O Edgecombe foi simplesmente monstro: 30 pontos e 10 rebounds jogando machucado. Isso mesmo, o cara tomou uma pancada feia no começo do jogo e teve que sair duas vezes pra se tratar no vestiário — uma no primeiro quarto, outra no terceiro. Mas voltou nas duas vezes e continuou metendo bala.

    Seis cestas de três pontos pro garoto. E olha que os Sixers acertaram 19 de 39 do perímetro no total. Uma chuva absurda depois daquela vergonha do Jogo 1 (derrota por 123-91).

    Maxey também não ficou pra trás: 29 pontos e 9 assistências. Na minha opinião, esse cara tá se consolidando como um dos melhores armadores jovens da liga. A dupla carregou o time nas costas sem o Embiid, que continua fora se recuperando da apendicite.

    Celtics sentiram o baque

    Do lado de Boston, Jaylen Brown fez 36 pontos (jogou pra caramba), e Jayson Tatum teve um double-double com 19 pontos e 14 rebounds. Mas não adiantou nada — o time como um todo não conseguiu acompanhar o ritmo de Philadelphia.

    Os Celtics erraram muito do perímetro: só 13 de 47 tentativas de três pontos (27,7%). Compare com os 48,7% dos Sixers e você entende a diferença do jogo. Fora as 13 bolas perdidas que viraram 16 pontos pros visitantes.

    O momento mais tenso do jogo foi logo no início, quando Brown tomou uma falta técnica depois de uma enterrada violenta sobre Adem Bona. O árbitro Marc Davis achou que foi provocação, mas nas repetições deu pra ver que foi só o embalo mesmo.

    Sinceramente, eu não esperava uma reação tão forte dos Sixers depois daquela surra no primeiro jogo. Vocês acham que eles conseguem manter esse nível jogando em casa? O Jogo 3 é sexta-feira na Filadélfia, e pode ser o ponto de virada da série.

  • Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Olha, eu não esperava que o Jon Scheyer fosse fazer uma jogada dessas tão cedo na carreira dele como técnico principal. O cara acabou de fisgar o John Blackwell, que tava sendo disputado por meio país e era considerado o terceiro melhor transfer disponível no portal.

    E que jogador, meu amigo. O garoto saiu de Wisconsin depois de fazer uma temporada monstro: 19.1 pontos, 5.1 rebotes e 2.3 assistências por jogo. Ganhou até menção honrosa no All-Big Ten, que não é brincadeira nenhuma.

    O arremesso de 3 que impressiona

    Mas o que mais me chamou atenção nos números do Blackwell foi o aproveitamento de além do arco. Cara converteu 38.9% das bolas de três — e olha que ele tentava mais de 7 por jogo! Quando ele recebia a bola livre pra arremessar, o percentual subia pra absurdos 44.2%.

    A cereja do bolo? Foi ele quem deu a primeira derrota pro Michigan na temporada, que depois virou campeão nacional. Meteu 26 pontos com quatro bolas de três. Imagina a pressão que é quebrar uma invencibilidade dessa?

    Duke apostando na experiência

    O que mais me impressiona é a mudança de estratégia de Scheyer. Tradicionalmente, Duke sempre foi o time dos calouros cinco estrelas que ficam um ano e vazam pro Draft. Agora o cara tá construindo um elenco com mais experiência, mantendo veteranos como Cayden Boozer e Patrick Ngongba II.

    Sinceramente, acho que essa é a jogada certa. College basketball tá cada vez mais competitivo, e ter jogadores que já sabem o que é pressão de março faz toda diferença. Blackwell provou isso nos playoffs: 22 pontos e 10 rebotes na derrota de Wisconsin pro High Point, e média de 26 pontos no torneio da Big Ten.

    E vocês viram como ele é clutch na linha do lance livre? 86.3% de aproveitamento. Isso é fundamental nos momentos decisivos — daqueles que definem se você volta pra casa ou continua sonhando com o título.

    Time pra brigar pelo caneco

    Com essa contratação, Duke não tá só montando um time competitivo. Tá montando um candidato real ao título nacional. A classe de calouros continua elite (Cam Williams, Deron Rippey Jr. e Bryson Howard são todos top-15), mas agora tem a experiência que faltava.

    Na minha visão, Scheyer finalmente entendeu a fórmula: misturar talento jovem com veteranos que já passaram pelo fogo. E Blackwell, com 1,93m e essa capacidade de pontuar de qualquer lugar da quadra, encaixa como uma luva no sistema de Duke.

    Podem anotar aí: Duke vai ser um dos favoritos na próxima temporada. E olha que eu não sou muito de fazer previsões assim tão cedo, mas esse elenco tem cara de quem vai longe em março.

  • Wemby bateu a cabeça no chão e tá no protocolo de concussão

    Wemby bateu a cabeça no chão e tá no protocolo de concussão

    Mano, que susto. Victor Wembanyama não vai voltar pro Jogo 2 contra o Portland depois de uma queda feia que deixou todo mundo preocupado. O francês bateu a cabeça no chão durante uma jogada no segundo quarto e agora tá no protocolo de concussão da NBA.

    A jogada foi assim: Wemby tava penetrando pra cesta quando o Jrue Holiday fez a falta nele. Só que aí o gigante perdeu o equilíbrio e foi pro chão de cabeça — literalmente. Ficou meio grogue tentando levantar e os médicos do Spurs não perderam tempo, levaram ele direto pro vestiário.

    Protocolo rigoroso da liga

    Olha, a NBA não brinca com isso não. Qualquer suspeita de concussão e o cara sai de quadra na hora. Um médico ainda tem que revisar o vídeo da jogada antes de liberar o jogador pra voltar. Se confirmarem a concussão mesmo, Wemby fica fora por pelo menos 48 horas — o que significa que o Jogo 3, na sexta em Portland, tá em risco.

    “É mais que um jogo de basquete pra gente, eu só queria ver como meu irmão tava”, disse o Stephon Castle no intervalo. Cara, isso mostra como o time já criou uma química boa, né?

    Timing péssimo pros Spurs

    Sinceramente, não podia ser em pior momento. Wembanyama acabou de ser eleito o Melhor Defensor do Ano da NBA na segunda-feira e fez 35 pontos na vitória do Jogo 1. O cara tava ON FIRE.

    Durante a temporada regular, ele perdeu 18 jogos — incluindo todos os três contra o próprio Portland. Os Spurs se viraram bem sem ele (12-6), mas playoffs é outra história. Vocês acham que San Antonio consegue segurar essa série sem o fenômeno francês?

    Agora é torcer pra não ser nada grave e o monstro voltar logo. Porque, convenhamos, NBA sem Wembanyama jogando em alto nível nos playoffs é meio sem graça, né não?

  • Brown fez um poster INSANO e ainda tomou técnica por encarar rival

    Brown fez um poster INSANO e ainda tomou técnica por encarar rival

    Cara, o Jaylen Brown simplesmente destruiu tudo ontem à noite no TD Garden. O cara voou por cima do Adam Bona com uma enterrada que vai ficar na memória de qualquer um que viu — e ainda teve a audácia de ficar encarando o coitado no chão depois. Resultado? Técnica na cara.

    A cena aconteceu logo no começo do segundo jogo da série entre Celtics e 76ers, placar ainda empatado em 6 a 6. Brown pegou a bola no perímetro, deixou o Tyrese Maxey comendo poeira e partiu pra cima do garrafão com quatro defensores na frente dele. Quatro! Mas só o Bona teve coragem de tentar barrar a entrada.

    Momento poster digno de pôster

    Foi uma decisão corajosa do Bona, mas cara… péssima ideia. Brown simplesmente cocking o braço pra trás e mandou uma martelada de uma mão só que deixou o pivô dos Sixers estirado no chão. Literalmente no chão, de costas, processando o que tinha acabado de acontecer com a vida dele.

    E aí vem a parte mais Brown possível da história: em vez de só comemorar e seguir o jogo, o maluco ficou andando por cima do Bona caído, encarando ele com aquela cara de “acabei de te humilhar na TV nacional”. Os árbitros não gostaram nem um pouco e mandaram a técnica.

    Brown vs árbitros: capítulo 847

    Quem acompanha a NBA sabe que o Brown e os árbitros têm uma relação… complicada, vamos dizer assim. O cara vive reclamando das marcações e ontem não foi diferente. Protestou, gesticulou, mas não adiantou nada. Técnica confirmada.

    O Maxey converteu o lance livre da técnica pros Sixers, mas sinceramente? Pouco importa. O recado já tinha sido dado. A enterrada valeu, o público do Garden foi à loucura e os Celtics deixaram claro que queriam abrir 2-0 na série.

    Na minha opinião, foi técnica desnecessária. Pô, o cara fez uma jogada espetacular dessas e não pode nem comemorar? Mas enfim, árbitro é árbitro. O que vocês acham — técnica merecida ou os zebras pegaram pesado demais com o Brown?

  • Wemby bate a cabeça feio e vai pro protocolo de concussão

    Wemby bate a cabeça feio e vai pro protocolo de concussão

    Gente, que susto foi esse ontem à noite. Victor Wembanyama, nosso alienígena francês favorito, levou uma pancada feia na cabeça durante o jogo 2 dos playoffs contra o Portland Trail Blazers e agora tá no protocolo de concussão.

    A coisa toda rolou no segundo quarto, com 8:57 ainda no relógio e os Blazers na frente por 34 a 32. O Wemby tava sendo marcado pelo Jrue Holiday — e olha, o veterano jogou uma defesa inteligente demais no pivô de 2,24m.

    A jogada que mudou tudo

    Foi assim: Wembanyama tentou uma série de movimentos pra chegar na cesta, mas o Holiday leu tudo perfeitamente. Quando o francês foi pro giro característico dele, o armador simplesmente “puxou a cadeira” — sabe aquela jogada clássica onde você recua na hora certa? Pois é.

    O resultado foi devastador. Wemby perdeu completamente o equilíbrio, se contorceu no ar tentando se equilibrar e acabou despencando de cara no chão da quadra. A cabeça bateu direto no piso, e dava pra ver na hora que ele tava zonzo.

    Sinceramente? Deu um aperto no coração ver o moleque caído assim. Qualquer pancada na cabeça já é preocupante, imagina num cara de mais de dois metros caindo daquela altura.

    MVP candidato fora de combate

    E o timing não podia ser pior, né? Wembanyama acabou de ser anunciado como finalista do MVP junto com Shai Gilgeous-Alexander e Nikola Jokić. O cara tá vivendo a melhor temporada da carreira e agora tem que lidar com isso nos playoffs.

    Os Spurs imediatamente pediram tempo e levaram o francês pro vestiário. Protocolo de concussão não é brincadeira — e ainda bem que a NBA leva essas lesões a sério hoje em dia.

    Vocês acham que ele consegue voltar pro jogo 3? Eu tô torcendo muito pra que seja só um susto e que os exames não mostrem nada grave. San Antonio precisa do seu astro pra sonhar com uma vaga na próxima fase.

    Por enquanto é aguardar e torcer. Melhoras, Wemby!

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e Gobert domina Jokić nos playoffs

    CJ McCollum vira vilão no MSG e Gobert domina Jokić nos playoffs

    Mano, que noite foi essa nos playoffs da NBA! O CJ McCollum simplesmente decidiu que ia virar o pesadelo dos torcedores dos Knicks no Madison Square Garden, enquanto lá em Denver o Rudy Gobert deu uma aula de como parar o Nikola Jokić. Vamos por partes porque teve muita coisa boa rolando.

    McCollum vira o novo vilão do MSG

    Cara, cinco anos depois do Trae Young ter traumatizado Nova York, os Hawks arrumaram outro cara pra deixar a torcida dos Knicks pistola. O CJ McCollum foi simplesmente absurdo no Jogo 2 – 32 pontos e uma atuação que me lembrou muito dos tempos de Portland quando ele era aquele cara clutch que resolvia os jogos.

    O mais engraçado é que tudo começou com uma provocação. Depois do Jogo 1, McCollum zoou o Jalen Brunson dizendo que ele “pensou que estava num show da Broadway” por causa de uma suposta cena que o armador fez. A torcida não perdoou – rolou até “f— you, CJ” no ginásio inteiro.

    E o McCollum? Respondeu da melhor forma possível: no quarto período, com os Knicks ganhando de 12, o cara simplesmente pegou o Brunson e passou a mão na cara dele. Uma cesta atrás da outra. A enterrada que ele deu na reta final foi de arrepiar – daquelas que fazem você levantar do sofá gritando.

    Gobert mostra como se marca o MVP

    Agora, se tem uma coisa que eu não esperava ver era o Rudy Gobert conseguir dar trabalho pro Jokić desse jeito. O cara simplesmente fez uma clínica defensiva contra o atual MVP e ajudou os Timberwolves a empatarem a série em 1-1 em Denver. Isso mesmo, em casa do favorito.

    Olha, eu sempre fui meio cético com o Gobert em playoffs – já vimos ele apanhar pra jogadores menores várias vezes. Mas contra o Jokić ele mostrou exatamente por que ganhou três prêmios de Melhor Defensor. A forma como ele contestou os arremessos do sérvio sem cometer faltas bobas foi de mestre.

    O que mais me impressionou foi a inteligência tática. Em vez de tentar apenas força bruta, o Gobert usou a experiência pra antecipar os movimentos do Jokić. E quando o MVP tentava aquelas assistências malucas dele, lá estava o francês cortando as linhas de passe.

    Playoffs esquentando

    Depois de um primeiro final de semana meio morno (todos os Jogos 1 foram decididos por pelo menos 9 pontos), os playoffs finalmente começaram a esquentar. Os Hawks provaram que podem competir mesmo sendo azarão, e os Wolves mostraram que não vão facilitar pro atual campeão.

    E vocês, o que acharam dessas viradas? Acreditam que McCollum consegue manter esse nível ou foi só uma noite especial? E o Gobert, será que finalmente vai ter uma campanha de playoffs à altura do salário que ganha?

    Uma coisa é certa: se os jogos continuarem nesse nível, vai ser uma pós-temporada memorável. Já estou ansioso pros próximos jogos!

  • McDaniels detona Nuggets: ‘São todos defensores ruins’

    McDaniels detona Nuggets: ‘São todos defensores ruins’

    Olha, se vocês achavam que os playoffs iam ser respeitosos, podem esquecer. Jaden McDaniels dos Timberwolves simplesmente detonou os Denver Nuggets depois do Jogo 2, chamando praticamente todo mundo do time de defensor ruim. E não foi um comentário no calor do momento não — o cara foi cirúrgico na crítica.

    “Ataquem o Jokić, o Jamal, todos os defensores ruins. Tim Hardaway, Cam Johnson, Aaron Gordon, o time inteiro. Só vão pra cima”, disparou McDaniels após a virada épica dos Wolves por 119-114. E quando perguntaram se ele realmente achava que todos eram defensores ruins, a resposta veio seca: “Sim, são todos defensores ruins”.

    A receita do sucesso dos Wolves

    Na minha visão, McDaniels não tava só provocando — ele tava explicando exatamente como Minnesota conseguiu virar um jogo que tava perdendo por 19 pontos. Anthony Edwards e Julius Randle combinaram 54 pontos, e a dupla simplesmente destruiu fazendo o que o McDaniels sugeriu: atacar as fraquezas defensivas do Denver.

    O mais engraçado é que parte do que ele falou não é nem novidade. Todo mundo que acompanha NBA sabe que o plano contra os Nuggets sempre foi tirar o Jokić da área e explorar o Murray na defesa. Mas falar que o Aaron Gordon — que é objetivamente o melhor defensor dos Nuggets — também é ruim? Aí é provocação pura, meu amigo.

    Combustível para o Jogo 3

    Sinceramente, não sei se foi a jogada mais esperta do McDaniels. Os caras vão jogar em Minnesota agora, tudo bem, mas essas declarações vão parar no vestiário dos Nuggets mais rápido que enterrada do Edwards. Se tem uma coisa que time campeão não gosta é de ser desrespeitado.

    Por outro lado, tenho que admitir: funcionou no Jogo 2. Os Wolves descobriram como atacar sistematicamente cada fraqueza defensiva do Denver, e o resultado foi uma das melhores viradas dos playoffs até agora. Edwards e Randle simplesmente cozinharam no segundo tempo.

    E vocês, acham que o McDaniels vai se arrepender dessas declarações ou os Wolves vão provar que ele tava certo? Com a série empatada 1-1 e indo pra Minnesota, a coisa promete esquentar ainda mais. Uma coisa é certa: o Jogo 3 vai ter um sabor especial depois dessa provocação toda.