Autor: Leandro Amorim

  • Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Olha, eu não esperava que o Draymond fosse ser tão direto assim, mas o cara simplesmente cravou no podcast dele: a era Steve Kerr nos Warriors chegou ao fim. E sinceramente? Depois de 12 anos juntos, faz todo sentido.

    No último episódio do seu show, o Green foi bem claro sobre o futuro do técnico: “Espero que ele seja nosso treinador no ano que vem, mas se vocês querem minha opinião? Acho que não vai rolar”. E completou dizendo que depois daquela derrota no play-in na sexta-feira, “parecia que era isso”.

    O abraço que disse tudo

    Cara, quem assistiu aquele momento emocional entre Kerr, Draymond e Curry depois da eliminação sentiu a mesma coisa. Aquele abraço no meio da quadra tinha cara de despedida, sabe? Doze anos é muito tempo no basquete moderno – é raro pra caramba ver técnico e jogadores ficarem tanto tempo juntos.

    E olha que o próprio Draymond admitiu que seu futuro também tá no ar. “Espero estar no time na próxima temporada também”, disse ele. Imagina só: pode ser que vejamos o fim de uma era completa em Golden State.

    Os problemas ficaram expostos

    Esta temporada mostrou as limitações da fórmula Warriors como nunca antes. Time dependendo demais dos veteranos, roster mal montado, e o estilo de jogo do Kerr sendo questionado em todo canto. O cara nunca tomou tanto pau quanto esse ano – seja pelo desenvolvimento dos jovens, pelas rotações malucas ou pelos vexames nos jogos decididos.

    Trinta e seven vitórias pagando quase 70 milhões em luxury tax? Monstro, isso dói no bolso de qualquer dono. E quando a coisa aperta financeiramente, geralmente começam cortando pelo técnico bem pago mesmo.

    Vocês acham que o Kerr realmente vai embora? Pra mim, com Moses Moody voltando de lesão séria, Jimmy Butler meio aposentado e o Dunleavy Jr. renovando contrato (que aliás, mantiveram em segredo pra torcida não vaiar o cara), tudo indica que mudança vem por aí.

    A real é que a vibe geral aponta pra isso mesmo. Desde aquele “esse trabalho tem data de validade” que o próprio Kerr soltou até os vazamentos pra ESPN de que a diretoria tá insatisfeita… tudo parece estar caminhando pro fim de uma das parcerias mais vitoriosas da NBA moderna.

  • Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Cara, que primeiro tempo maluco foi esse entre Nuggets e Timberwolves! Sinceramente, eu já tava pensando que ia ser mais um passeio de Denver depois que eles abriram 44-25 no primeiro quarto. Mas aí que você vê — playoffs é outro nível, mano.

    Os Nuggets começaram destruindo tudo, principalmente no garrafão. Parecia que ia ser fácil fazer 2-0 na série. Só que Minnesota não tava nem um pouco disposto a entregar os pontos de bandeja. No segundo quarto foi praticamente o oposto: 39-25 para os Wolves, atacando a defesa interior de Denver sem dó.

    A bomba do Murray

    Quando você achava que Minnesota ia pro intervalo na frente, o Jamal Murray resolve fazer uma dessas que a gente só vê em filme. Com 2.6 segundos no relógio e Denver perdendo por 3, Anthony Edwards vacilou feio e cometeu uma caminhada que devolveu a posse pros Nuggets.

    E aí que acontece a mágica: Murray recebe a bola no fundo da quadra e simplesmente manda uma bomba de além do meio da quadra. Do MEIO DA QUADRA, meu amigo. A bola entra limpinha no buzzer e empata o jogo em 64 a 64.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essas cestas do meio da quadra no buzzer ainda me arrepiam. É o tipo de jogada que muda completamente o clima do jogo.

    Rivalidade que não decepciona

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves tá virando tradição nos playoffs — terceiro encontro em quatro anos. E cara, nunca decepciona. São sempre jogos pegados, com muito drama e jogadas decisivas.

    Murray já tinha sido o cara no Jogo 1 com 30 pontos, e tá mostrando mais uma vez por que é tão perigoso nessa época do ano. O moleque simplesmente cresce nos momentos grandes.

    Vocês acham que essa cesta vai ser o ponto de virada da série? Porque momentum em playoffs é coisa séria, e entrar pro segundo tempo empatado depois de estar perdendo é completamente diferente de entrar atrás no placar.

    Uma coisa é certa: se o primeiro tempo já foi assim, imagina o que vem pela frente nesse jogo. Playoff basketball no seu melhor!

  • O Big 3 dos Cavs simplesmente destroçou os Raptors no Jogo 2

    O Big 3 dos Cavs simplesmente destroçou os Raptors no Jogo 2

    Cara, eu não esperava que o trio Mitchell, Harden e Mobley já funcionasse tão bem assim nos playoffs. E olha que eles mal jogaram juntos na temporada regular! Mas ontem à noite em Cleveland foi um verdadeiro show — os Cavaliers bateram os Raptors por 115-105 e abriram 2-0 na série.

    Mitchell fez 30 pontos (com quatro bombas de três), Harden cravou 28 e ainda roubou cinco bolas, e o Mobley? Simplesmente perfeito: 25 pontos com 11 de 13 arremessos convertidos. Monstro demais.

    Harden mudou o jogo na defesa

    Sinceramente, eu achava que o Barba ia ser mais um problema defensivo pros Cavs, mas o cara tá provando o contrário. Cinco roubadas de bola! E segundo o próprio Mitchell, foi a comunicação defensiva do veterano que fez toda a diferença.

    “Ele é obviamente um talento ofensivo de outro mundo, mas o que mais me chama atenção é como ele se comunica sobre defesa”, disse Mitchell. “Eu fico falando sobre o que podemos fazer no ataque, e ele: ‘Cara, só precisamos de três paradas defensivas seguidas’”.

    E funcionou, né? Os Raptors perderam 22 bolas (recorde da temporada deles), que viraram 22 pontos pros Cavs. Quando um cara como Harden — que já foi MVP — chega falando de defesa, todo mundo escuta.

    Mobley continua sendo um monstro dos dois lados

    O garoto é simplesmente incrível. Oito rebotes, 25 pontos com aproveitamento absurdo, e ainda por cima fazendo a vida dos Raptors no garrafão um inferno. Lembram que ele foi o Defensor do Ano em 2025? Pois é, continua mostrando por quê.

    Teve uma jogada no quarto período que foi poesia pura: Mobley forçou o Mamukelashvili a errar na área, Harden roubou a bola e Mitchell finalizou com uma bandeja. Trio funcionando que é uma beleza.

    O mais louco é que isso foi apenas a quarta vez na história da franquia que três jogadores dos Cavs fizeram 25+ pontos num jogo de playoff. E olha que esses caras mal se conhecem ainda!

    Agora é manter o foco em Toronto

    Mitchell já emplacou seis jogos com 30+ pontos nos últimos sete playoffs que disputou. O cara é clutch puro. No último período, fez sete pontos consecutivos pra abrir 106-90, incluindo uma jogada de cinema: arremesso em fade away de 13 pés tocando na tabela. Showtime.

    O Jogo 3 é quinta-feira em Toronto, e vocês acham que os Raptors conseguem reagir? Porque, olha, esse trio dos Cavs tá com cara de quem veio pra incomodar muito na pós-temporada. Harden ainda passou o Rajon Rondo em assistências nos playoffs (1.139 agora) — só de curiosidade mesmo.

    Na minha opinião, se esses três continuarem jogando assim e se entendendo melhor a cada jogo, os Cavaliers podem ir longe. Muito longe mesmo.

  • CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    CJ McCollum vira pesadelo do Knicks e Hawks empata série

    Cara, o CJ McCollum simplesmente resolveu assumir o papel de vilão em Nova York. Com o Madison Square Garden lotado xingando seu nome, o cara meteu 32 pontos e comandou uma virada absurda dos Hawks, que saíram de 14 pontos atrás pra ganhar de 107-106 dos Knicks. Série empatada em 1-1, e eu tô aqui pensando: será que encontramos o sucessor do Trae Young como inimigo público número 1 de Manhattan?

    “Eu não sou o vilão”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e uma esposa.” Ahn tá, CJ. Conta outra. O cara meteu seis dos últimos oito pontos do time, provocou a torcida pedindo mais barulho e ainda vem com essa de “cara legal”. Eu adoro essa postura, sinceramente.

    O novo pesadelo do MSG

    Olha, quem acompanha NBA sabe que o Trae Young traumatizou essa torcida do Knicks em 2021. Agora o cara foi pros Wizards, mas parece que o McCollum veio justamente pra ocupar esse vazio de vilão. E que timing perfeito – ele chegou nos Hawks justamente na troca que levou o Young embora.

    A coisa ficou quente mesmo depois daquela falta feia que ele fez no Brunson no Jogo 1 – uma chutada no “baixo ventre” que gerou muito climão. Primeiro o CJ falou que o Brunson tava atuando “como se estivesse na Broadway” (essa foi boa), depois admitiu que foi falta mesmo. Mas pra torcida do Knicks? Já era tarde. O cara virou alvo.

    E no terceiro quarto de ontem rolou uma confusão linda com o Jose Alvarado. Dupla técnica, torcida gritando “F- you, CJ” e o maluco jogando os braços pro alto pedindo mais barulho. Monstro demais!

    Clutch time de gente grande

    Agora vamos ao que realmente importa: basquete puro. O McCollum não foi só provocação não. 32 pontos, seis assistências, três rebotes e dois roubos de bola. Oito pontos no terceiro quarto quando o Knicks tentava matar o jogo. O cara usou as telas pra forçar o switch pro Brunson e atacou o garoto sem dó.

    Mas quase que a casa cai no final, hein? Com cinco segundos restantes, Hawks na frente por um ponto, McCollum vai pra linha do lance livre… e erra os dois! Eu tava aqui gritando na TV. Sorte que o Mikal Bridges resolveu tentar um fadeaway impossível da linha de fundo em vez de atacar a cesta.

    E o Knicks? Cara, que desperdício. 17 de 27 nos lances livres (dez erros!), 11 de 34 nas bolas de três, 14 turnovers que viraram 18 pontos pro Hawks. O Mike Brown tá certo quando fala que tiveram várias chances de matar o jogo e não conseguiram.

    Vocês acham que o McCollum consegue manter esse nível a série toda? Porque se conseguir, essa série vai ser um show à parte. O cara tem 32 anos, experiência de playoff e agora tem uma torcida inteira pra motivar ele. Perigoso demais.

  • CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    CJ McCollum vira vilão no MSG e destrói os Knicks pelos Hawks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver CJ McCollum virando o novo pesadelo dos torcedores do Knicks no Madison Square Garden. Mas foi exatamente isso que rolou na madrugada de segunda.

    O veterano de 34 anos simplesmente resolveu destruir tudo em Nova York, marcando 32 pontos e liderando os Hawks numa virada absurda de 107-106 que empatou a série dos playoffs em 1-1. E olha, a situação dele é bem louca se você parar pra pensar.

    De quase aposentado a herói dos playoffs

    McCollum tava praticamente com as malas prontas pra umas férias antecipadas até janeiro, quando Washington mandou ele pros Hawks na troca pelo Trae Young. Imagina só – o cara que todo mundo conhecia por Portland e New Orleans de repente se vê em Atlanta tentando preencher o vazio deixado por Young.

    E não é que deu certo? O maluco não só substituiu Young no time, como virou o novo vilão do MSG. Os torcedores dos Knicks xingaram ele de tudo quanto é nome depois que ele e José Alvarado quase partiram pro soco no terceiro quarto. Lembra do que rolou com Young em 2021? Pois é, história se repetindo.

    “Eu não sou vilão nenhum”, disse McCollum depois do jogo. “Sou um cara legal com dois filhos e esposa.” Ahan, CJ… fala isso pros torcedores do Garden que te xingaram a noite toda (risos).

    A vingança é um prato que se come frio

    O mais impressionante foi como ele fechou o jogo. Dueloou cara a cara com Jalen Brunson o tempo todo – e olha que Brunson não é moleza não. Mas McCollum tava inspirado, procurando todo 1×1 possível contra o All-Star dos Knicks.

    A cesta da virada? Um arremesso de meia distância faltando 33 segundos. Friozinho total. Depois quase entregou o jogo errando dois lances livres no final, mas Mikal Bridges não conseguiu empatar.

    Sinceramente, eu não esperava que McCollum ainda tivesse esse tipo de performance no tanque aos 34 anos. O cara passou por Portland, New Orleans, Washington e agora Atlanta – e parece que finalmente achou seu lugar no sol.

    Quin Snyder, técnico dos Hawks, sabia que precisava de liderança e pontuação para substituir Young. “Eu sentia que precisávamos dos dois”, disse ele. E pelo que vimos ontem, acertou em cheio na escolha.

    Agora os Knicks vão ter que descobrir como parar esse veterano inspirado quando a série voltar pra Atlanta. E aí, vocês acham que McCollum consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Hawks podem dar muito trabalho nessa primeira rodada.

  • Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: os Dallas Mavericks conseguiram a façanha de fazer TUDO errado nessa temporada. E agora pagaram o preço no pior momento possível.

    Os caras terminaram empatados com o New Orleans em 26 vitórias e 56 derrotas. Sabe o que acontece quando você empata na NBA? Vai pro sorteio. Não é literalmente cara ou coroa — a liga usa aquelas bolinhas de ping-pong lá em Nova Jersey, mas o resultado é o mesmo: sorte pura decidindo o futuro do seu time.

    A hesitação custou caro

    E adivinha? Dallas perdeu.

    Agora eles entram na loteria do Draft com a 8ª melhor probabilidade ao invés da 7ª. “Ah, mas é só uma posição”, vocês podem pensar. Mano, essa uma posição faz TODA a diferença no mundo.

    Na 7ª posição, você tá relativamente protegido de uma queda feia. Na 8ª? Não tá não. A probabilidade de cair pro 9º-11º lugar aumenta muito, principalmente com esse formato da loteria que permite times atrás de você pularem pro top 4. É aí que a coisa fica séria.

    Eles já sabem como isso pode mudar tudo

    E o mais doído? Dallas viveu exatamente isso ano passado, só que do lado bom. Eles empataram com Chicago, ganharam o sorteio, ficaram com as melhores odds… e acabaram pescando o Cooper Flagg em 1º lugar! Mudou completamente o rumo da franquia.

    Agora estão do lado ruim da moeda. E olha que frustrante: isso não era inevitável. Os Mavericks tiveram a temporada inteira pra decidir se iam competir ou tankar. Fizeram nem uma coisa nem outra. Ficaram naquele meio termo maldito que na NBA é o pior lugar possível.

    Pegaram umas vitórias a mais no final da temporada (quando deviam estar perdendo de propósito) e agora deixaram algo tão importante assim nas mãos do acaso. Que estratégia é essa, gente?

    Agora é torcer e rezar

    Claro que ainda dá pra sonhar. Dallas ainda tem chance de pular pro top 4, ainda pode dar tudo certo. Mas as chances de deslizar na classificação aumentaram muito. E num Draft que vai ser crucial pra construir um time ao redor do Flagg, cada posição conta demais.

    É isso aí: uma temporada inteira de decisões ruins pode ser resumida numa única frase: os Mavericks flertaram com o sucesso e com o fracasso, e no final não conquistaram nem um nem outro. Agora é torcer pra sorte estar do lado deles na loteria.

    E vocês, acham que Dallas ainda consegue um top 4 ou vai se dar mal mesmo?

  • Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Vocês sabiam que mesmo depois do fim da temporada regular, ainda rolam uns pegas no draft da NBA? Pois é, e aconteceu uma coisa interessante com os Bucks que pode fazer diferença na loteria de maio.

    A parada é a seguinte: quando times terminam com o mesmo número de vitórias e derrotas, a liga faz um sorteio pra decidir quem fica com as melhores chances no draft. E ontem rolou exatamente isso entre Pelicans e Mavericks, que empataram com o sétimo pior recorde da temporada.

    Por que isso importa pros Bucks?

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio complicada, não vou mentir). Lá em 2020, quando os Bucks trocaram o Jrue Holiday, eles deram pros Pelicans o direito de trocar picks de primeira rodada em 2026. Só que no verão passado, New Orleans passou esse direito pros Hawks. Ou seja: se a pick dos Pelicans ou dos Bucks acabar melhor colocada, Atlanta fica com ela.

    E adivinha só? Os Pelicans ganharam o cara ou coroa contra Dallas e ficaram com a sétima posição na loteria. Isso significa 29,3% de chance de cair no top 4, contra 28,9% que teriam se perdessem o sorteio.

    “Mas espera aí, isso não é bom pros Bucks?”, você deve tá pensando. Calma que eu explico.

    A matemática cruel da troca de picks

    Por causa dessa troca, Milwaukee tá numa situação bem chatinha. Eles têm apenas 3,7% de chance real de subir pro top 4 – bem longe dos 13,9% que aparecem na tabela oficial. E o pior: zero chance de ganhar a primeira pick geral. Se isso acontecer, o pick vai automaticamente pros Hawks.

    Sinceramente, essa troca do Jrue tá doendo até hoje. O cara ajudou os Bucks a ganhar o título em 2021, mas o preço foi salgado demais.

    O lado bom da história

    Mas nem tudo são flores ruins. Com os Pelicans na sétima posição, Milwaukee ganhou uma pequena chance de draftar na oitava posição – coisa que não seria possível se New Orleans tivesse perdido o sorteio.

    É uma diferença pequena, mas hey, no draft da NBA qualquer vantagem conta. E quem sabe? Basketball é um esporte de surpresas. Lembram quando os Cavs ganharam a loteria em 2014 com apenas 1,7% de chance?

    O que vocês acham: os Bucks conseguem pelo menos uma surpresinha positiva nessa loteria, ou vão mesmo ficar na décima posição? Eu tô torcendo pra pelo menos subirem umas casas – esse time precisa de sangue novo urgente.

  • Draymond ainda é elite! Veterano recebe voto para DPOY aos 34 anos

    Draymond ainda é elite! Veterano recebe voto para DPOY aos 34 anos

    Olha, eu sei que todo mundo tá falando do Wembanyama — e com razão, cara foi UNÂNIME no Defensive Player of the Year — mas tem uma história ali que me chamou atenção. Draymond Green, aos 34 anos, na sua 14ª temporada, ainda recebeu um voto de terceiro lugar para melhor defensor da liga.

    Sério, isso é absurdo quando você para pra pensar.

    O veterano que não desiste

    Green empatou em 11º lugar na votação com apenas um ponto (resultado de um voto de terceiro lugar), dividindo a posição com Jalen Duren e Bam Adebayo. Pode parecer pouco, mas cara… estamos falando de um jogador que tá há mais de uma década na NBA!

    E essa já é a 10ª vez que o Draymond recebe votos para DPOY. Décima! O maluco simplesmente não sai de cena. Claro, os tempos áureos de 2017 quando ele levou o prêmio já passaram, mas ainda estar na conversa? Monstro demais.

    O top 10 da votação foi: Wemby (óbvio), Chet Holmgren, Ausar Thompson, Rudy Gobert, Scottie Barnes, Derrick White, Cason Wallace, Amen Thompson, Dyson Daniels e OG Anunoby. Uma lista com muito jogador jovem, o que torna a presença do Green ainda mais impressionante.

    A corrida pelos 10 All-Defense

    Mas o que realmente me empolga é a possibilidade do Draymond entrar no All-Defense Team esse ano. Se isso rolar, ele vira apenas o SEXTO jogador da história com 10 seleções defensivas.

    A companhia? Tim Duncan (15), Kevin Garnett (12), Kobe (12), Kareem (11) e Scottie Pippen (10). Ou seja, lendas absolutas do jogo.

    Green tá preso no 9 há um tempo, junto com outros sete jogadores — só que todos os outros já se aposentaram: Jordan, Gary Payton, Chris Paul, Bobby Jones, Dennis Johnson, Jason Kidd e Hakeem. Ele seria o único ativo nessa lista seleta.

    Na minha opinião, seria mais do que justo. O cara ainda tá jogando em altíssimo nível defensivo pros Warriors, ainda é o cérebro daquela defesa, ainda consegue guardar desde o armador até o pivô quando precisa.

    Vocês acham que ele consegue essa 10ª seleção? Sinceramente, eu acho que merece. Aos 34 anos, continuar sendo relevante defensivamente na NBA não é pra qualquer um.

  • Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou no primeiro tempo entre Nuggets e Timberwolves ontem à noite. Foi uma montanha-russa emocional que só os playoffs da NBA conseguem entregar.

    Denver começou voando — e quando eu digo voando, é voando mesmo. 44 a 25 no primeiro quarto. Eu já tava ali pensando “pronto, os Nuggets vão fazer 2 a 0 na série sem nem suar”. Ledo engano.

    Os Wolves acordaram no segundo quarto

    Minnesota simplesmente decidiu que não ia morrer na praia. No segundo quarto, os caras viraram uma máquina de atacar o garrafão de Denver e aplicaram um 39 a 25 que quase virou o placar completamente. Anthony Edwards comandando a reação, óbvio.

    Com 2.6 segundos no relógio, Minnesota na frente por 3 pontos, e eu já imaginando os Wolves indo pro vestiário com vantagem. Aí que entra a magia do Jamal Murray.

    A bomba que parou tudo

    Depois de um traveling do Edwards (que azar, né?), os Nuggets tiveram uma última chance. E olha, quando vi Murray pegando a bola quase na linha de meio campo, pensei “não vai fazer isso, né?”. Fez. E que arremesso foi esse!

    O cara soltou uma bomba de além do logo da NBA no meio da quadra. A bola subiu, subiu, desceu e… SWISH! Empate em 64 a 64 no buzzer. Sinceramente, essas são as jogadas que fazem a gente lembrar por que amamos tanto esse esporte.

    Murray já tinha feito 30 pontos no Jogo 1 e tava comandando o ataque dos Nuggets novamente. Mas essa jogada? Isso aí é coisa de monstro mesmo. E vocês viram a reação do banco de Denver? Parecia que tinham ganhado o título já.

    Rivalry que não decepciona

    Esses dois times têm um histórico absurdo nos playoffs — se enfrentaram em três das últimas quatro pós-temporadas. E toda vez é essa loucura. Sinceramente acho que não existe rivalidade mais equilibrada na NBA hoje.

    O que mais me impressiona é como esses jogos sempre entregam momentos épicos. E esse arremesso do Murray? Vai ficar na memória por muito tempo. Agora é torcer pra que o segundo tempo tenha mantido esse nível — porque se foi assim, os fãs de basquete ganharam um presente e tanto.

  • Gueye se machuca feio nos playoffs mas volta pra salvar o Hawks

    Gueye se machuca feio nos playoffs mas volta pra salvar o Hawks

    Cara, que susto o Hawks levou ontem à noite no Madison Square Garden. Mouhamed Gueye, o pivô reserva senegalês, tentou uma enterrada em contra-ataque no primeiro quarto e… bom, digamos que não saiu como ele esperava.

    O moleque veio curto na jogada e caiu de mau jeito atrás da linha de fundo. Ficou lá caído enquanto o jogo continuava — uma cena que todo fã de basquete odeia ver. Só parou quando o Hawks pediu tempo, aí sim ele foi ajudado a sair de quadra direto pro vestiário.

    Volta heroica no final do primeiro tempo

    O time anunciou no segundo quarto que ele estava “questionável” pra voltar. Questionável é sempre aquela palavra que deixa a gente ansioso, né? Mas olha só que guerreiro: Gueye voltou pra quadra faltando 1:03 pro intervalo, logo depois que Onyeka Okongwu cometeu a terceira falta.

    E olha, o Hawks precisava mesmo dele de volta. Jock Landale já estava fora por causa de uma torção no tornozelo direito, e o próprio Okongwu tinha chegado no jogo como dúvida por causa de uma inflamação no joelho. Só liberaram ele depois do treino matinal.

    Falta de peças no garrafão

    A situação tava tão complicada que até Tony Bradley — que foi contratado só no final da temporada regular — ganhou seus primeiros minutos da série ainda no primeiro quarto.

    Sinceramente, não sei se foi coragem ou desespero do técnico, mas funcionou. E vocês, acham que o Gueye aguenta o tranco pro resto da série contra esses Knicks físicos? Porque playoff é guerra, e lesão no quadril não é brincadeira não.

    O Hawks já tá numa situação delicada contra Nova York, e perder mais um pivô seria praticamente um desastre. Torcer pra que seja só um susto mesmo e que o senegalês consiga ajudar o time nos próximos jogos.