Autor: Leandro Amorim

  • Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Mitchell e Harden destroem os Raptors: Cavs abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, que dupla monstruosa! Donovan Mitchell e James Harden simplesmente resolveram o jogo e os Cleveland Cavaliers saíram de quadra com uma vitória por 115-105 sobre os Toronto Raptors, abrindo 2-0 na série dos playoffs.

    E olha, não foi aquele jogaço bonito de se ver, mas foi eficiente pra caramba. Os Cavs fizeram o que sabem fazer de melhor: executaram nos momentos decisivos e mostraram porque são favoritos nessa série.

    A defesa ditou o ritmo no começo

    O técnico Kenny Atkinson estava preocupado se o time ia entrar com a mesma intensidade depois de ter goleado no Jogo 1. Mas essa preocupação durou uns 5 minutos só. Os caras abriram oito pontos logo de cara, e sabe por quê? Defesa, meu amigo.

    Dean Wade, Harden, Sam Merrill… todo mundo que guardou Brandon Ingram deu trabalho pro cara. Ingram ficou perdido no primeiro quarto – 0 de 4 do campo, zero pontos. Zero! Isso desorganizou completamente o ataque dos Raptors, que fizeram apenas 19 pontos no primeiro período. Sinceramente, foi uma clínica defensiva.

    A vantagem de sete pontos no final do primeiro quarto diminuiu pra seis no intervalo, com Harden contribuindo com 10 pontos no segundo período. O cara tá jogando um basquete inteligente demais.

    Rajaković tentou, mas não rolou

    No terceiro quarto, o técnico dos Raptors, Darko Rajaković, resolveu apostar numa formação pequena com Collin Murray-Boyles no centro. A ideia era neutralizar o pick-and-roll dos Cavs com mais velocidade. Na teoria fazia sentido, mas na prática? Criou mais problemas ainda.

    Sem proteção no garrafão, Mitchell e Harden tiveram campo aberto pra atacar isolados. E com Evan Mobley e Jarrett Allen em quadra, os Raptors não podiam deixar esses caras sozinhos. Resultado: mais espaço pro ataque de Cleveland. Os Cavs chegaram a abrir 16 pontos de vantagem!

    Toronto ainda conseguiu diminuir pra sete pontos no final do terceiro, mas aí veio o quarto período…

    A dupla de ouro decidiu

    Mitchell: 30 pontos, 5 assistências, 7 rebotes. Harden: 28 pontos, 4 assistências, 5 roubos de bola. Monstros!

    O mais impressionante foi como eles se complementaram. Mitchell fazendo as cestas difíceis nos momentos cruciais, Harden organizando o ataque e garantindo que sempre rolasse uma jogada boa. E aqueles 5 steals do Harden? O veterano tá com fome de título, galera.

    Mobley também merece destaque. Quando os Raptors tentaram jogar pequeno, ele puniu. Quando voltaram com a formação tradicional, puniu também. ‘Vai fazer o que, né?’, como diria qualquer torcedor dos Cavs assistindo de casa.

    Agora a série vai pra Toronto, e a pergunta é: os Raptors conseguem encontrar uma resposta pra essa dupla Mitchell-Harden? Porque até agora, em dois jogos, não acharam. E se não acharem nos próximos dois jogos em casa, essa série vai acabar mais rápido do que muita gente imagina.

    O que vocês acham? Os Raptors conseguem reagir jogando em casa ou os Cavs vão confirmar o favoritismo e fechar em quatro?

  • Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Knicks entregam ouro pro Hawks no último quarto: ‘Era pra ter ganho’

    Olha, eu não acredito no que eu vi no Madison Square Garden na segunda-feira. Os Knicks estavam ganhando por 14 pontos no terceiro quarto e conseguiram entregar de bandeja pro Hawks. 107 a 106 para Atlanta. Simplesmente absurdo.

    O time de Nova York comandava o jogo tranquilamente — 32-23 no primeiro quarto, 61-54 no intervalo, chegou até a abrir 80-66 no terceiro período. E aí? Veio o quarto quarto e o pesadelo. Atlanta fez 13 pontos a mais que os Knicks nos 12 minutos finais, incluindo uma sequência devastadora de 15-6 nos últimos 4:46.

    A virada que ninguém esperava

    “Simplesmente continuamos competindo”, disse o técnico do Hawks, Quin Snyder. E cara, tem que dar o crédito pro time dele. Quando você está perdendo por 14 no terceiro quarto em Nova York, no playoff, é muito fácil entregar os pontos. Mas não — os caras acreditaram até o final.

    O mais louco é que CJ McCollum perdeu dois lances livres com 5 segundos restantes. Josh Hart pegou o rebote, tocou pro Mikal Bridges que teve a chance de ganhar no apito final, mas não conseguiu.

    “A realidade é que por isso existem séries de sete jogos”, falou Mike Brown, técnico dos Knicks. Cara, ele tá certo, mas deve estar mordendo as unhas por dentro. Perder em casa no playoff dói — e muito.

    Hart desabafa após double-double desperdiçado

    Josh Hart fez 15 pontos e 13 rebotes (double-double sensacional), mas não adiantou nada. “Era um jogo que deveríamos ter ganho e, no playoff, você não pode entregar jogos de graça”, disse o cara, visivelmente frustrado.

    E vocês acham que os Knicks vão conseguir se recuperar em Atlanta? Porque agora a situação ficou complicada mesmo. O terceiro seed ia dominar o sexto, mas o Hawks mostrou que veio pra brigar.

    A série agora vai pra Atlanta com o jogo 3 na quinta-feira às 19h, e permanece por lá até o jogo 4 no sábado às 18h. Só volta pro MSG na terça que vem.

    “Já estivemos nessa situação antes”, tentou tranquilizar Hart. “Obviamente todo mundo está frustrado com essa derrota, mas vamos pro jogo 3 com máxima atenção aos detalhes e foco total pelos 48 minutos.”

    Sinceramente? Os Knicks precisam acordar rápido. No playoff, cada bobeira dessas pode custar uma eliminação. Karl-Anthony Towns teve momentos bons (aquela bandeja no terceiro quarto foi monstro), mas o time como um todo relaxou quando não podia.

  • Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Bridges perdeu o arremesso que podia virar a série: ‘Só errei’

    Cara, que dor no coração foi ver o Mikal Bridges com a bola na mão, 5 segundos no relógio, chance de virar o jogo 2 dos playoffs — e a bola batendo na frente do aro. Sinceramente, doeu até em mim que tava assistindo em casa.

    O cenário era perfeito pra um final épico no Madison Square Garden. Os Knicks vinham de um colapso no quarto período (clássico, né?), mas ainda tinham uma chance dourada de sair com a vitória e abrir 2-0 na série contra o Hawks.

    CJ McCollum quase foi o vilão perfeito

    O veterano CJ McCollum tava tendo uma noite monstro — 32 pontos, 12/22 dos arremessos, fazendo a torcida do MSG passar raiva a noite toda. Só que aí ele perdeu dois lances livres seguidos numa diferença de 1 ponto. Dois. Lances. Livres.

    Josh Hart pegou o rebote defensivo e aí foi aquela correria maluca. Sem mais pedidos de tempo, os Knicks tinham que resolver na raça. Hart driblou algumas vezes e achou o Bridges um pouco depois do meio da quadra.

    O que aconteceu depois… olha, foi daqueles momentos que você segura a respiração. Bridges entrou no garrafão, cortou pra lateral e soltou um fadeaway contestado que — pra nossa tristeza coletiva — bateu na frente e saiu.

    Técnico e jogador não se arrependem da jogada

    O mais interessante é que nem o Mike Brown (técnico) nem o próprio Bridges ficaram se lamentando pela escolha da jogada. Brown foi direto: “Achei um bom arremesso. Mikal chegou na posição certa, tava um pouco desequilibrado, mas não estava sob muita pressão — é um arremesso que ele já converteu pra gente antes.”

    E o Bridges? Cara, a frieza do maluco me impressiona. “Só errei. Não tinha nada de errado com o arremesso, só preciso acertar da próxima vez.” Essa mentalidade de killer que você precisa ter nos playoffs.

    Agora a série volta pro Atlanta empatada em 1-1, quando os Knicks podiam ter saído de Nova York com uma vantagem quase decisiva. É isso aí — no basquete, especialmente nos playoffs, você não pode desperdiçar essas oportunidades porque elas podem não voltar mais.

    E vocês, acham que foi a jogada certa ou o Bridges tinha que procurar outro companheiro? Eu, particularmente, prefiro ver a bola na mão de um cara que não treme na hora H.

  • Ingram sumiu e os Cavs tão voando nos playoffs

    Ingram sumiu e os Cavs tão voando nos playoffs

    Olha só, os Cavs simplesmente atropelaram os Raptors em casa no Jogo 2 e agora lideram a série por 2-0. E cara, foi meio constrangedor de assistir.

    O Cleveland ganhou por 115-105 mesmo tendo produzido apenas 19 pontos vindos do banco, contra 45 dos canadenses. Quando o seu quinteto inicial é TÃO superior que compensa uma diferença dessas no banco, é sinal de que a coisa tá feia pro outro lado.

    Brandon Ingram virou problema

    Sinceramente, não sei o que houve com o Ingram. O cara foi pra Toronto nesta temporada como uma das grandes adições, mas tá parecendo fantasma em quadra. No Jogo 1 fez apenas 17 pontos e ainda reclamou do técnico por ter recebido só 9 arremessos.

    No Jogo 2? Zero pontos no primeiro tempo. ZERO. Terminou a partida com míseros 7 pontos, acertando apenas 3 de 15 tentativas. Mano, é playoffs da NBA! Você não pode simplesmente sumir assim quando o time mais precisa.

    O pior é que o Ingram sempre foi meio resistente ao arremesso de 3, e isso tá limitando demais o espaçamento ofensivo dos Raptors. Com um elenco que já não tem tantos atiradores assim, ter o seu principal ala evitando arremessos de longa distância é receita pro desastre.

    O trio dos Cavs tá monstruoso

    Do outro lado, Mitchell, Mobley e James Harden estão jogando um basquete lindo de se ver. Os três combinaram pra 83 pontos no Jogo 2 — é muita pancada.

    E sabe o que mais me impressiona? Não parece aquele basquete egoísta de “agora é minha vez, depois é a sua”. O Mobley especialmente tá sacando que precisa atacar a cesta quando o Mitchell e o Harden abrem espaço pra ele. Inteligência de jogo pura.

    Vocês acham que esse trio consegue manter esse nível durante toda a pós-temporada? Porque se conseguir, os Cavs podem fazer barulho mesmo no Leste.

    Quickley faz falta demais

    Os Raptors sentiram muito a ausência do Immanuel Quickley. O Jamal Shead até que se esforça, mas 22 turnovers em um jogo de playoffs? É amador demais.

    O problema é que sem o Quickley, a responsabilidade de criação de jogadas fica toda em cima do Ingram, RJ Barrett e Scottie Barnes. E quando esses caras estão sobrecarregados, tomam decisões apressadas e o negócio vira bagunça.

    O Quickley tá com uma lesão no tendão da coxa direita, e cara, ele precisa voltar urgente se os Raptors quiserem ter alguma chance nesta série.

    Jogo 3 é quinta-feira às 21h em Toronto. Será que jogando em casa eles conseguem reagir, ou os Cavs vão encaminhar a classificação de uma vez? Eu tô achando difícil pros canadenses, mas playoffs sempre reserva surpresas.

  • Sixers x Celtics Jogo 2: onde assistir a pancadaria hoje

    Sixers x Celtics Jogo 2: onde assistir a pancadaria hoje

    Olha só, depois de levar uma surra histórica no Jogo 1 (123-91 — sim, você leu certo), o Philadelphia 76ers volta à quadra hoje para tentar não passar mais vergonha contra o Boston Celtics. E cara, a situação não tá fácil pros caras da Filadélfia.

    O Jogo 2 rola hoje às 19h (horário de Brasília) no TD Garden, e sinceramente? Eu não sei como os Sixers vão reagir depois de tomar uma goleada dessas. Foi a maior vitória dos Celtics na estreia de uma série playoff na história da franquia. Absurdo mesmo.

    Tatum voltou e tá voando

    Desde que Jayson Tatum voltou de lesão em março, os Celtics estão 14-3. O cara simplesmente não perde jogo importante. No Jogo 1, ele fez mais um double-double e agora tem 23 jogos de playoffs com pelo menos 25 pontos, 10 rebotes e 5 assistências — passou até o Wilt Chamberlain nessa lista, monstro!

    Jaylen Brown liderou a festa com 26 pontos, mas o que mais impressionou foi a distribuição: seis jogadores dos Celtics fizeram dois dígitos. Quando o time todo tá jogando assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Sixers sem Embiid = problema sério

    E aí que tá o drama dos Sixers. Joel Embiid ainda tá fora por causa da cirurgia de apendicite que rolou esse mês. Tyrese Maxey tentou carregar o piano sozinho (16 pontos, 8 assistências), mas cara… quando você é superado por 29 pontos nos seus próprios 37 minutos em quadra, a coisa não tá boa.

    O quinteto titular da Filadélfia acertou apenas 2 de 16 tentativas do perímetro. Dois de dezesseis! Enquanto isso, Boston meteu 16 bolas de três em 44 tentativas. A diferença nos arremessos de longa distância foi brutal: 36 pontos a favor dos Celtics.

    Vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar dessa? Porque olha, Joe Mazzulla (técnico de Boston) tá invencível: 6-0 em séries após vencer o Jogo 1. E essa rivalidade entre Celtics e Sixers já dura décadas — é a 23ª série de playoffs entre eles, recorde da NBA.

    Ah, e um dado que dói no coração de Filadélfia: os Celtics ganharam as últimas seis séries entre os times. A última vez que os Sixers levaram a melhor foi lá em 1982, na Final da Conferência Leste. Era outro mundo.

    Como assistir: O jogo vai passar no Peacock e NBCSN nos Estados Unidos, mas aqui no Brasil ainda não temos confirmação oficial dos canais. Torçam aí pra Liga Pass ou algum streaming pegar os direitos logo!

  • Finch explode: ‘Talvez a gente devesse começar a simular também’

    Finch explode: ‘Talvez a gente devesse começar a simular também’

    Cara, o Chris Finch não engoliu essa. O técnico dos Wolves tá pistola com a disparidade de lances livres no Jogo 1 contra os Nuggets e mandou a real: “Talvez a gente devesse começar a simular também”.

    O que deixou o cara mais irritado? Jamal Murray indo 16 de 16 nos lances livres. Dezesseis tentativas perfeitas! Enquanto isso, Minnesota arremessou apenas 19 lances livres no total na derrota por 116-105. Finch chamou as 16 tentativas do Murray de “quebra-cabeça” – e olha, eu entendo a frustração dele.

    A filosofia dos lances livres na NBA atual

    “A liga está em um ponto agora onde você cria o contato, cai para o lado, e é recompensado”, desabafou Finch antes do Jogo 2. “Caras que tentam jogar através do contato, esse primeiro nível de contato, e ficam firmes na penetração, eles tendem a não ser recompensados.”

    E aí ele foi direto ao ponto, citando seus dois principais jogadores. “Julius [Randle] não é um simulador. Ant [Anthony Edwards] não é um simulador. Esses são penetradores físicos. Eles jogam através da primeira linha de contato muitas vezes.”

    Sinceramente? Finch tem um ponto. Edwards e Randle são jogadores que vão com tudo pro garrafão, mas parece que quem “vende” melhor o contato leva vantagem na arbitragem moderna.

    Murray responde e Adelman entra na conversa

    Murray, claro, não gostou das reclamações. O cara disse que não entende o escândalo todo porque foi realmente faltado pelos físicos Wolves. “Nem todas eram faltas. Algumas eram faltas”, admitiu Finch depois, meio que dando o braço a torcer.

    David Adelman, técnico assistente dos Nuggets, jogou uma pazada: “São os playoffs. Todo mundo faz política depois dos jogos”. E completou lembrando que algumas das idas de Murray à linha foram por faltas flagrantes e técnicas de Minnesota no Jogo 1 físico.

    O interessante é que Adelman tocou numa questão importante: “Às vezes quando você assiste o filme, você fala: ‘É, esse cara foi faltado mesmo’. Há noites que jogamos contra alguém que arremessa muitos lances livres, e eu não volto nos lances pensando ‘não acredito que conseguimos todas essas marcações’. Eu penso: ‘Por que estamos cometendo tantas faltas?’”

    O que vocês acham? Finch tem razão em reclamar da arbitragem ou os Wolves precisam se adaptar melhor ao jogo moderno? Uma coisa é certa: com arbitragem diferente no Jogo 2, vai ser interessante ver se o padrão muda.

  • Warriors quase pegaram Zubac dos Clippers, mas perderam pra Pacers

    Warriors quase pegaram Zubac dos Clippers, mas perderam pra Pacers

    Olha só que loucura: os Warriors estiveram na conversa pra pegar o Ivica Zubac dos Clippers, mas no fim das contas quem levou o pivô croata foi o Indiana Pacers. E que negócio maluco foi esse, hein?

    Os Pacers não economizaram nada pra trazer o Zubac. Mandaram o Bennedict Mathurin (que eu achava que tinha potencial pra ser craque), uma pick protegida de 2026 e ainda uma primeira rodada de 2029 sem proteção nenhuma. Cara, isso é apostar PESADO no presente.

    Golden State perdeu o timing

    A questão é: por que diabos os Warriors não fecharam esse negócio? Sinceramente, eles tão precisando de um pivô de verdade faz tempo. O Zubac tem 2,13m, sabe rebotear e ainda protege o garrafão. Seria perfeito pro sistema do Steve Kerr, principalmente considerando que o Draymond não tá mais jovem.

    O croata tá com contrato garantido até 2027-28 depois daquela extensão de três anos por 58,6 milhões que assinou ano passado. Ou seja: estabilidade total. É exatamente o que Golden State procura pra tentar mais uma janela de título com o Curry.

    Kawhi Leonard também estava na mesa

    E tem mais: os Warriors também conversaram sobre o Kawhi Leonard com os Clippers. Mano, imagina o Leonard jogando ao lado do Curry? Seria absurdo, mas todo mundo sabe que o Kawhi é uma incógnita gigante quando o assunto é saúde.

    No fim das contas, os Warriors ficaram de mãos abanando enquanto os Pacers fizeram a jogada arriscada. Vocês acham que Indiana acertou pagando esse preço todo pelo Zubac? Eu tô curioso pra ver se vai valer a pena ou se eles se precipitaram.

    Uma coisa é certa: o mercado tá movimentado e Golden State precisa se mexer logo se quiser aproveitar os últimos anos do Curry no auge. Tempo não para pra ninguém, nem pros campeões.

  • CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    CJ McCollum rouba show no MSG e Hawks empatam série com Knicks

    Mano, que jogo foi esse no Madison Square Garden? O CJ McCollum simplesmente decidiu que não ia sair de Nova York sem pelo menos uma vitória. 32 pontos numa virada histórica dos Hawks contra os Knicks, 107-106, empatando a série em 1-1.

    Vou ser sincero: quando vi os Hawks perdendo por 12 pontos no final do terceiro quarto, já estava praticamente decretando jogo. Mas aí que tá — essa galera de Atlanta tem algo diferente desde que trocaram o Trae Young pelo McCollum em janeiro.

    A virada que ninguém esperava

    Os Hawks passaram quase todo o segundo tempo atrás no placar. Quase. Porque quando faltavam 2:09 para acabar, McCollum fez a cesta que deu aos visitantes a primeira liderança deles em toda a série no segundo tempo: 101-100.

    E não parou por aí. O cara respondeu toda vez que precisava. Jalen Brunson empatou com uma bomba de três? McCollum respondeu na lata. 105-103 com 33 segundos no relógio.

    Olha, eu até entendo o nervosismo dele nos lances livres finais — errou dois seguidos com 5.6 segundos restando. Mas que sorte que o Mikal Bridges também não conseguiu acertar o jumper final dos Knicks.

    O banco dos Hawks funcionou

    Jonathan Kuminga saindo do banco e metendo 19 pontos? Isso é coisa de time que acredita. Jalen Johnson com 17, incluindo uma cesta crucial faltando 10 segundos que praticamente selou o jogo.

    Do lado dos Knicks, Brunson fez sua parte com 29 pontos, e o Karl-Anthony Towns até acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), mas não foi o suficiente. Josh Hart teve um double-double maroto: 15 pontos, 13 rebotes e 6 assistências.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada jogando em casa no jogo 3? Porque uma coisa é certa: essa troca do Trae Young mudou completamente a cara desse time. McCollum pode não ter o show individual do Trae, mas na hora que aperta, o cara aparece.

    Os Knicks ainda sonham em chegar na segunda rodada pelo quarto ano seguido — seria a maior sequência desde os anos 90. Mas agora voltam pra Atlanta sabendo que essa série não vai ser moleza.

  • Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Knicks entregam vantagem de 14 pontos e Hawks roubam o Jogo 2 no MSG

    Cara, eu não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks tinham 14 pontos de vantagem, estavam controlando o jogo tranquilamente, e conseguiram entregar tudo de bandeja pros Hawks. 107-106 para Atlanta no final, e os torcedores saíram do MSG com cara de velório.

    Olha, eu vi esse filme antes. Time de Nova York dominando por três quartos e derretendo na reta final — é quase uma tradição. No quarto período, os Hawks fizeram 28 pontos contra apenas 15 dos Knicks. Vinte e oito contra quinze! Como que você permite isso jogando em casa?

    Josh Hart foi um monstro, mas não foi suficiente

    O Hart fez de tudo em quadra: 15 pontos, 13 rebotes, e ainda distribuiu bola. Esse cara é o tipo de jogador que faz a diferença quando os astros principais estão meio apagados. No primeiro tempo, enquanto o Towns estava sumido (só 4 pontos na primeira metade), o Hart segurou a barra junto com o Mitchell Robinson.

    Falando no Robinson, que volta por cima! O cara cravou 11 dos seus 13 pontos no primeiro tempo, pegou rebote, intimidou no garrafão. Foi exatamente isso que os Knicks precisavam dele nos playoffs. Quando o Towns finalmente acordou no terceiro quarto (14 pontos só no período), parecia que o jogo estava resolvido.

    Brunson lutou, mas cadê o apoio na hora H?

    Jalen Brunson fez o que sempre faz — carregar o time nas costas. 29 pontos, incluindo aquela tripla que empatou o jogo em 103-103 com pouco mais de um minuto no relógio. Mas sinceramente? O cara não pode fazer tudo sozinho, principalmente nos playoffs.

    E o Towns? Simplesmente zerou no quarto período. Zero pontos no momento mais importante do jogo. Não dá pra aceitar isso de um jogador do calibre dele, ainda mais depois de ter feito 14 no terceiro quarto. É essa inconsistência que me deixa maluco com esse time.

    CJ McCollum foi implacável

    Do outro lado, o CJ McCollum destruiu. 32 pontos e comandou a virada histórica dos Hawks. Tá, ele perdeu dois lances livres nos segundos finais que poderiam ter definido o jogo, mas mesmo assim foi ele quem manteve Atlanta viva quando parecia impossível.

    Vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em Atlanta? Porque olha, perder um jogo que você estava ganhando por 14 pontos em casa é de doer. Agora eles vão ter que jogar na casa dos Hawks no Jogo 3, quinta-feira às 19h, e a pressão vai estar toda em cima deles.

    Essa é a NBA, galera. Um minuto você está comemorando, no outro está saindo cabisbaixo do seu próprio ginásio. Os Knicks têm time para reagir, mas precisam mostrar muito mais consistência se quiserem passar dos Hawks nessa série.

  • Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Nets renovam com Jordi Fernández: rebuild de Brooklyn ganha cara nova

    Cara, o Brooklyn Nets acabou de fazer uma jogada que mostra que tá levando esse rebuild a sério mesmo. A franquia renovou o contrato do técnico Jordi Fernández — e de toda a comissão técnica dele — por vários anos. E olha, eu sinceramente acho que foi uma decisão acertada.

    “O Jordi é um líder tremendo”, disse o GM Sean Marks no comunicado oficial. E não é papo furado não. Desde que chegou no Brooklyn em 2024, o espanhol vem mostrando que entende do riscado mesmo sendo um técnico relativamente novo como head coach.

    Um técnico que já provou valor

    Antes de pegar o Nets, Fernández foi assistente técnico do Michael Malone no Denver Nuggets por anos — e quem acompanha sabe que aquele time sempre teve um basquete muito bem jogado. Depois ainda passou pelo Sacramento Kings como assistente antes do Brooklyn apostar nele pra substituir o Jacque Vaughn no meio da temporada 2023-24.

    E cara, que desafio ele herdou, né? O Nets ainda tava se recuperando da implosão daquele super time com Kevin Durant, Kyrie Irving e James Harden. Ben Simmons no meio da confusão também. Era um time completamente perdido.

    Resultados que aparecem no desenvolvimento

    Bom, no quesito vitórias ainda tá complicado — o Nets teve a terceira pior campanha da liga nesta temporada. Mas olha, quando você vê os jovens se desenvolvendo, aí você entende o trabalho que tá sendo feito.

    O Egor Demin, rookie russo, tava voando antes da lesão no pé que acabou com a temporada dele em março. O Nic Claxton virou um dos melhores defensores de garrafão da NBA. E o Michael Porter Jr., que veio do Denver, fez uma das melhores temporadas da carreira.

    Essa temporada horrorosa nas vitórias deu ao Brooklyn 14% de chance de conseguir a primeira escolha do draft. E olha, essa classe de calouros tá recheada de talento lá em cima. Se conseguirem um desses prospetos top, muda tudo.

    Arsenal de escolhas para o futuro

    E aqui que fica interessante: os Nets têm uma penca de picks de primeira rodada nos próximos anos. Escolhas do Knicks em 2027, 2029 e 2031. Uma protegida do Philadelphia em 2028. Swaps com Houston, Dallas e Phoenix em 2029. É muito arsenal pra trabalhar.

    Vocês acham que o Fernández vai conseguir transformar todo esse potencial em um time competitivo de verdade? Na minha opinião, dar continuidade pro trabalho dele foi o caminho certo. Rebuild que funciona precisa de paciência e de alguém que entenda de desenvolvimento de jogador.

    Brooklyn finalmente parece ter encontrado a direção certa depois de anos perdidos naquela loucura de super team. Agora é esperar pra ver se conseguem acertar no draft e se os jovens continuam evoluindo.