Autor: Leandro Amorim

  • Draymond acha que Kerr já era no Warriors: ‘Parecia que foi isso’

    Draymond acha que Kerr já era no Warriors: ‘Parecia que foi isso’

    Cara, o Draymond Green simplesmente soltou uma bomba no podcast dele segunda-feira. O cara disse que tem a sensação de que Steve Kerr já deu o que tinha que dar no Golden State Warriors. E olha, depois daquele momento emocionante na sexta depois da eliminação, eu meio que entendo o ponto dele.

    “Espero que ele seja nosso técnico na próxima temporada”, disse o Green no “The Draymond Green Show”. “Quer minha opinião? Acho que não. Só porque parecia isso. Parecia que foi isso mesmo.”

    Mano, imagina a cena: Warriors eliminados em Phoenix, Kerr junta o Draymond e o Curry ali na lateral da quadra e os microfones captaram ele falando: “Não sei o que vai acontecer, mas amo vocês até a morte. Obrigado.” Arrepiante, né?

    Kerr em dúvida: fica ou não fica?

    O próprio Kerr admitiu que tá 50-50 sobre voltar. Sinceramente? Depois de 12 anos comandando essa dinastia, eu entendo a hesitação dele. O cara já ganhou tudo que podia ganhar, levou o Warriors pra seis finais em oito anos, conquistou quatro títulos. É muita pressão, muito desgaste.

    “Ainda amo treinar, mas eu entendo”, disse Kerr na sexta. “Esses trabalhos todos têm data de validade. Existe um ciclo, e quando o ciclo acaba, às vezes é hora de sangue novo e ideias novas.”

    O Joe Lacob, dono do time, quer ver entusiasmo genuíno do Kerr pra continuar — não um compromisso relutante só por lealdade ao Curry e ao Green. E se ele ficar, querem um contrato de vários anos, não uma temporada de despedida movida pela nostalgia.

    E o próprio Draymond? Também não sabe

    A situação toda fica ainda mais maluca porque o próprio Green não sabe se fica. Ele tem uma opção de jogador de US$ 27,6 milhões por um ano e tá incerto sobre o futuro dele também. O Curry tá entrando no último ano de contrato, mas aí pelo menos as duas partes querem renovar.

    “Nunca estive tão incerto desde o início da minha carreira sobre o que acontece agora”, desabafou o Green. “Estou realmente perdido porque você não sabe qual direção será a próxima… Também espero estar neste time na próxima temporada. Também não sabemos isso. Cara, se fosse, que jornada.”

    E vocês, acham que o Kerr vai mesmo sair? Ou será que é só o calor do momento pós-eliminação? Uma coisa eu tenho certeza: se ele sair, vai ser o fim de uma era histórica no basquete. Esses caras mudaram a NBA pra sempre.

  • Warriors tentaram pegar Kawhi e Ballmer disse um ‘NÃO’ histórico

    Warriors tentaram pegar Kawhi e Ballmer disse um ‘NÃO’ histórico

    Cara, que história é essa? Os Warriors fizeram uma investida pesada para tirar Kawhi Leonard dos Clippers antes do trade deadline de fevereiro, e Steve Ballmer simplesmente mandou um “nem sonhando” que deve ter doído até no Curry.

    Olha, não é a primeira vez que Golden State tenta essa. Segundo fontes da ESPN, os Warriors já ligaram várias vezes ao longo dos anos perguntando sobre o Kawhi, e sempre levaram um fora. Mas dessa vez foi diferente — ou pelo menos parecia ser.

    A ilusão de que rolaria negócio

    Os Clippers tinham acabado de trocar o James Harden e estavam mexendo no elenco, conversando com vários times. Até fecharam com os Pacers pelo Zubac. Aí os Warriors pensaram: “nossa chance chegou”.

    E não foi qualquer oferta não, viu. Golden State botou no papel uma proposta com várias picks de draft e jogadores importantes. Os Clippers levaram pro Ballmer e… bem, você já sabe como termina essa história. Na manhã do deadline, veio o não definitivo.

    O mais engraçado é que as duas organizações contam versões diferentes. O pessoal de Golden State jura que os Clippers estavam considerando seriamente a troca. Já do lado de Los Angeles, dizem que o Ballmer foi irredutível desde o começo. Quem tá certo? Vai saber.

    Warriors em modo desespero total

    Sinceramente, dá até pena dos Warriors. Nas últimas duas temporadas, eles correram atrás do LeBron James, Paul George, Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e até do Giannis. É muita sede de voltar ao topo, né?

    E enquanto isso, rolou aquele climão com o Kuminga, que acabou sendo trocado pelo Kristaps Porzingis. Pelo menos uma coisa deu certo nessa novela toda.

    Mas ó, os Warriors não desistiram não. As fontes dizem que eles vão tentar o Kawhi de novo nessa offseason, fazer nova proposta pelo Giannis e ainda dar uma olhada no LeBron no mercado livre. É muita ambição ou desespero mesmo?

    E o Kawhi, vai ficar?

    Aqui que a coisa fica interessante. O Leonard tá com contrato de 50,3 milhões expirando e não quis falar sobre o futuro quando os Clippers foram eliminados dos playoffs. Nem sobre uma possível extensão.

    Os Clippers podem oferecer no máximo 126,1 milhões por duas temporadas. É dinheiro pra caramba, mas será que é o suficiente pra segurar um cara que já trocou de time várias vezes na carreira?

    E aí, vocês acham que o Kawhi fica mesmo nos Clippers ou vai rolar surpresa? E os Warriors, será que vão conseguir algum desses craques que tanto perseguem? Uma coisa é certa: essa offseason vai ser movimentada demais.

  • Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Olha só que movimento interessante rolando em Milwaukee. Taylor Jenkins, que acabou de ser demitido do Memphis Grizzlies, se reuniu na semana passada com a diretoria dos Bucks pra discutir a vaga de técnico principal que ficou em aberto com a saída do Doc Rivers.

    A reunião foi em Memphis mesmo, com Jon Horst (GM), Wes Edens e Jimmy Haslam presentes. E pelo visto a conversa foi boa, porque já tão planejando um segundo encontro pra aprofundar as discussões.

    O histórico de Jenkins em Milwaukee

    Pra quem não lembra, Jenkins já trabalhou nos Bucks antes — foi assistente técnico do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, justamente antes de assumir o comando dos Grizzlies. Ou seja, ele conhece a casa, conhece a estrutura e, principalmente, conhece o Giannis.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Jenkins fez um trabalho sólido em Memphis — levou os Grizzlies aos playoffs em quatro das seis temporadas que ficou lá. O time tinha uma identidade forte, jogava duro e incomodava todo mundo. Só que aí veio aquela demissão meio do nada no final desta temporada, que deixou todo mundo surpreso.

    A situação delicada dos Bucks

    Agora, vamos ser realistas: os Bucks tão numa situação bem delicada. O Giannis tá aí, mas ninguém sabe se ele fica ou se vai ser trocado nesta offseason. A franquia ainda não sinalizou nada sobre uma possível extensão de contrato ou troca do Greek Freak.

    Jenkins tá sendo considerado um dos melhores técnicos disponíveis no mercado, então ele pode muito bem esperar pra ver que outras oportunidades aparecem — tipo o Orlando Magic, que também tá procurando técnico. Mas cara, voltar pros Bucks seria um baita movimento, especialmente se o Giannis ficar.

    E aí, vocês acham que seria uma boa contratação? Jenkins conseguiu fazer um trabalho interessante com um time jovem em Memphis, será que conseguiria dar aquela renovada que Milwaukee precisa?

    Uma coisa é certa: a offseason dos Bucks promete ser bem movimentada, e a escolha do novo técnico vai ser crucial pro futuro da franquia.

  • Nets renovam com Jordi Fernandez mesmo no rebuild – acertaram?

    Nets renovam com Jordi Fernandez mesmo no rebuild – acertaram?

    Olha só que interessante: o Brooklyn Nets acabou de renovar o contrato de Jordi Fernandez e de toda a comissão técnica por mais alguns anos. E isso com o time no fundo do poço, em pleno processo de reconstrução.

    Na minha opinião, foi uma jogada inteligente da franquia. O cara assumiu esse pepino sabendo que ia ser pancada – time desmontado, jovens inexperientes, duas temporadas no mínimo só “catando” derrotas pra pegar draft picks bons.

    O currículo que convenceu

    Fernandez não chegou do nada, né. O espanhol passou anos como assistente do Michael Malone no Denver Nuggets (aquele time que foi campeão em 2023) e depois trabalhou com Mike Brown no Sacramento Kings. Cara aprendeu com técnicos que sabem desenvolver jogador.

    E teve um detalhe que eu achei massa: ele foi técnico da seleção canadense nas Olimpíadas de 2024. Comandar Shai Gilgeous-Alexander, Jamal Murray e essa galera não é pra qualquer um.

    Apostando no longo prazo

    Sinceramente, acho que os Nets estão fazendo a coisa certa. Em vez de ficar trocando técnico todo ano (que nem algumas franquias fazem), eles tão dando estabilidade pro cara trabalhar. O time pode estar perdendo, mas pelo que eu vejo, os jovens estão evoluindo.

    Vocês acham que vale apostar num técnico durante o rebuild? Eu prefiro assim do que contratar um “nome” só pra tentar salvar uma temporada perdida.

    É uma mensagem clara: “Relaxa, Jordi. Nós sabemos que vai ser difícil, mas confiamos no seu trabalho.” No basquete moderno, ter essa paciência é fundamental pra construir algo sólido.

  • Kerr dividido entre ficar ou vazar dos Warriors

    Kerr dividido entre ficar ou vazar dos Warriors

    Steve Kerr tá numa sinuca de bico. O técnico dos Warriors falou pra ESPN essa semana que tá 50-50 na decisão de continuar no cargo ou meter o pé. E olha, depois de quase uma década comandando Golden State, eu até entendo a cabeça do cara.

    A situação é a seguinte: se o Kerr decidir ficar, Joe Lacob quer um compromisso de verdade. Nada de contrato de um ano só pra “ver como vai”. O dono dos Warriors quer ouvir que o técnico ainda tem fogo no olho pra continuar na correria da NBA — não só quer ficar até o Curry se aposentar por pura cortesia.

    Prazo apertado pra decidir

    Kerr vai levar uma ou duas semanas pra bater o martelo antes de se reunir com Lacob e Mike Dunleavy Jr. E faz sentido os Warriors quererem resolver isso logo. Imagina ficar nessa indefinição enquanto outros times já tão correndo atrás de reforços?

    Se ele topar continuar, a franquia já tem planos na mesa: diversificar mais o ataque (finalmente!) e parar de depender tanto da chuva de três. Sinceramente, já era hora. Quantas vezes a gente viu os Warriors perderem jogos por teimar em arremessar de longe quando nada tava entrando?

    E se ele sair?

    Agora, se o Kerr resolver que chega, aí a coisa complica. Os Warriors vão abrir uma busca ampla — pode até rolar técnico universitário. Só que convenhamos, contratar um novato na NBA justamente nos anos finais do Curry, Draymond e (aparentemente) Jimmy Butler seria meio arriscado, não acham?

    O que mais me chama atenção é que tanto Curry quanto Draymond já deixaram claro publicamente que querem o Kerr ficando. “Eu quero que o técnico seja feliz”, disse o Steph. “Quero que ele esteja empolgado com o trabalho.” É aquela diplomacia característica dele, mas dá pra sentir que ele realmente quer o cara por perto.

    Olha, pelos relatos, o Kerr ainda curte o trampo, mas tem gente próxima que acha que ele tá queimado. E cara, depois de oito anos intensos, incluindo quatro títulos e toda pressão que vem junto, eu não julgaria se ele quisesse dar uma pausa mesmo.

    Vocês acham que ele fica ou que é hora de uma mudança em Golden State?

  • Wemby faz história: é o primeiro a ganhar DPOY por unanimidade

    Wemby faz história: é o primeiro a ganhar DPOY por unanimidade

    Mano, eu sabia que o Victor Wembanyama era monstro na defesa, mas isso aqui passou de todos os limites. O francês de 2,24m acaba de se tornar o primeiro jogador da história da NBA a ganhar o prêmio de Melhor Defensor do Ano de forma UNÂNIME. Todos os votantes. Literalmente todos.

    E olha só que loucura: aos 22 anos, ele também virou o mais jovem da história a levar o troféu pra casa. Sinceramente, quando você pensa que já viu de tudo no basquete, aparece um cara desses pra quebrar todos os paradigmas.

    A temporada que quase não aconteceu

    O mais impressionante é que Wemby estava voando pra ganhar esse prêmio na temporada passada também, mas aí veio aquele problema sério de trombose venosa profunda em fevereiro que derrubou ele pro resto da temporada. Imagina a frustração do moleque? Mas ele voltou ainda mais forte.

    Liderando a liga em tocos pelo terceiro ano seguido — 3.1 por jogo, 197 no total — o cara simplesmente transformou a defesa do San Antonio Spurs numa muralha. Os números não mentem: com ele em quadra, o time sofre apenas 103.6 pontos por 100 posses. Sem ele? Sobe pra 113.7. É um impacto absurdo.

    Uma votação histórica

    Chet Holmgren ficou em segundo (e merecia estar ali mesmo, o Thunder tem a melhor defesa da liga), seguido por Ausar Thompson. Rudy Gobert e Scottie Barnes completaram o top-5. Cara, ver Draymond Green ainda recebendo votos aos 35 anos me deixa emocionado — veterano que não desiste nunca.

    Wemby se junta a uma galeria ilustre dos Spurs: Alvin Robertson, David Robinson e Kawhi Leonard (que ganhou duas vezes). E é bizarro pensar que Tim Duncan, com toda aquela excelência defensiva, nunca ganhou esse prêmio. Às vezes o timing não ajuda mesmo.

    E tem mais: o francês ainda está no top-3 pra MVP da temporada. Se rolar, vai ser um negócio histórico mesmo. Vocês acham que ele consegue levar os dois? Eu, particularmente, acho que seria justo demais.

  • Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Cara, o Draft de 2026 tá prometendo ser ABSURDO. E olha só que situação interessante: três times dividindo as melhores chances (14% cada) de fisgarem a primeira escolha – Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets. É quase como se fosse um jogo de cara ou coroa triplo, só que com milhões de dólares em jogo.

    Sinceramente? Não lembro de ver uma loteria tão equilibrada assim no topo. Normalmente tem sempre aquele azarão que disparou na frente por ser muito ruim mesmo, mas dessa vez a coisa tá bem distribuída.

    A profundidade histórica da classe 2026

    Os scouts estão falando que essa turma de 2026 é uma das mais profundas da história recente. Sabe aqueles anos em que você pega um cara na 25ª escolha e ele vira All-Star? Pois é, pode ser um desses anos. E isso deixa a galera ainda mais nervosa porque qualquer posição no top 14 pode render um jogadoraço.

    O Utah Jazz e Sacramento Kings vêm logo atrás com 11,5% de chance cada um. Imagina o Kings finalmente acertando uma escolha alta depois de tanto sofrimento? Os fãs de Sacramento merecem, viu.

    Mas aqui que fica interessante: lembram do que aconteceu com o Dallas no ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance e pescaram a primeira escolha. Então qualquer time entre os 14 pode sonhar alto, inclusive o Charlotte Hornets que fecha a lista com míseros 0,5%.

    As trocas que mudaram tudo

    Uma coisa que me chama atenção é a quantidade de picks trocados. O Atlanta Hawks tem a 7ª escolha (que era do New Orleans), o Oklahoma City Thunder aparece com a 12ª (via Clippers), e por aí vai. É impressionante como alguns GMs pensam anos à frente enquanto outros vivem só o presente.

    O Thunder, aliás, continua colecionando escolhas como se fosse cartinha do álbum da Copa. Eles têm picks na primeira E segunda rodada vindos de outras franquias. Sam Presti é um monstro mesmo.

    E vocês viram que o Chicago Bulls aparece duas vezes na primeira rodada? Têm a 9ª própria e a 15ª que veio do Portland. Pode ser a chance de ouro pra eles reconstruírem depois de anos meio perdidos.

    O que vem por aí

    A loteria acontece no dia 10 de maio, e eu já tô ansioso pra ver a cara dos dirigentes quando as bolinhas saírem. Sempre tem aquela cara de poker tentando disfarçar o desespero, né?

    Uma coisa é certa: com essa profundidade toda da classe 2026, até quem pegar lá na 20ª posição pode sair ganhando. Mas óbvio que todo mundo quer estar entre os primeiros. Afinal, quanto mais cedo você escolhe, maior a chance de pegar aquela peça que vai mudar sua franquia pros próximos 10 anos.

    E aí, quem vocês acham que vai dar sorte na loteria? Eu tenho um palpite de que um azarão vai surpreender, igual aconteceu com Dallas. Esses negócios de porcentagem às vezes não significam nada quando as bolas começam a rolar.

  • LeBron ainda é o mestre dos playoffs — e os Rockets têm um problemão

    LeBron ainda é o mestre dos playoffs — e os Rockets têm um problemão

    Cara, eu vou ser sincero: depois de mais de duas décadas vendo LeBron James nos playoffs, ainda fico impressionado com a capacidade desse cara de fazer a mesma receita funcionar. E no jogo 1 contra o Houston, foi exatamente isso que rolou de novo.

    Luke Kennard meteu 5 bolas de três e fez 27 pontos na vitória dos Lakers. Mas olha só que loucura: em 2000, quando LeBron ainda estava no ensino médio, foi um tal de Dru Joyce que quebrou a defesa adversária com 7 cestas do perímetro ao lado do Rei. Vinte e seis anos depois, a fórmula continua a mesma.

    A receita que nunca sai de moda

    É impressionante como LeBron sempre encontra um cara pra fazer chover de três quando a coisa aperta. A lista é gigantesca: Damon Jones, Daniel Gibson, Shane Battier, Mike Miller, JR Smith, Kyle Korver, Danny Green… Todos esses caras tiveram momentos mágicos nos playoffs jogando ao lado do James.

    E no sábado não foi diferente. LeBron distribuiu 8 das suas 13 assistências só no primeiro quarto — praticamente montando um buffet de cestas abertas para os companheiros. O técnico JJ Redick resumiu bem: “Ele mostrou uma liderança incrível e nos ensinou a confiar no passe.”

    Sinceramente? Depois de tanto tempo, você ia pensar que os adversários já tinham descoberto como parar isso. Mas não, né. Os Rockets caíram na mesma pegadinha de sempre.

    Cleveland mostra que defesa ainda ganha jogo

    Agora, falando de uma coisa que me chamou atenção: os Cavaliers fizeram uma clínica defensiva contra Toronto no jogo 1. E olha que eles vinham sofrendo na defesa na segunda metade da temporada regular.

    A estratégia foi simples e genial: grudar no Brandon Ingram desde o começo da jogada. O cara que fazia 20 arremessos por jogo contra Cleveland na temporada regular conseguiu apenas 9 tentativas — e uma só no segundo tempo. Uma!

    Dean Wade foi o encarregado de marcar o Ingram, e cara, que trabalho bem feito. Forçaram o cara a ir para a linha de lance livre 10 vezes, mas não deixaram ele nem pegar na bola direito. Enquanto isso, deixaram o Jamal Shead fazer 5 de três — mas quem prefere: dar liberdade pro reserva ou pro principal marcador do time?

    “Eles tentaram me negar a bola toda vez que eu descia a quadra”, reclamou Ingram depois. E é isso aí mesmo — defesa é sobre fazer escolhas, e Cleveland fez as certas.

    Vocês acham que Toronto consegue se adaptar no jogo 2? Porque sem o Immanuel Quickley machucado, vai ser difícil encontrar outras opções ofensivas. Os Raptors têm um problemão nas mãos, e Cleveland mostrou que quando a defesa funciona, qualquer time pode incomodar nos playoffs.

    Enfim, primeiro fim de semana dos playoffs já mostrou duas lições clássicas: LeBron continua sendo LeBron, e defesa ainda ganha campeonato. Algumas coisas nunca mudam no basquete, e ainda bem!

  • Warriors no abismo: chegou a hora da decisão mais difícil da era Curry?

    Warriors no abismo: chegou a hora da decisão mais difícil da era Curry?

    Cara, que tristeza ver os Warriors assim. Eliminados pelos Suns na repescagem, temporada de apenas 37 vitórias, e agora todo mundo se perguntando: será que acabou mesmo a era dourada de Golden State?

    Olha, eu acompanho essa franquia desde que o Curry era só “aquele menino que arremessa de longe”, e sinceramente nunca vi uma situação tão incerta quanto essa. Lesões do Jimmy Butler e Moses Moody, o próprio Curry precisando de bolsa de gelo só pra conseguir jogar… É de partir o coração.

    O aquecimento que diz tudo

    Tem uma cena que me marcou demais no texto original. O Curry fazendo seu aquecimento tradicional antes do último jogo da temporada regular contra os Clippers — você sabe, aquele showzinho dele que a gente ama assistir. Só que dessa vez era diferente. O cara estava ofegante, suando só de arremessar uns tiros de longa distância.

    Aí ele passou a bola pro Butler, que tava machucado, e o cara meteu um air ball de três. Os dois caíram na risada. Mano, foi a metáfora perfeita dessa temporada maldita dos Warriors.

    “Tudo que podia dar errado deu errado esse ano”, disse o Draymond Green. E não é que tem razão mesmo?

    Ainda dá pra sonhar?

    Mas espera aí. Porque mesmo com tudo isso, os caras ainda conseguiram uma vitória épica contra os Clippers na repescagem. Curry com 35 pontos, Green travando o Kawhi Leonard no último quarto… Por uma noite, como disse o Steve Kerr, “somos nós de novo. Somos campeões de novo”.

    O problema é que duas noites depois veio a realidade: derrota por 111 a 96 pros Suns, Curry com apenas 17 pontos em 25% dos arremessos. Game over.

    E agora? Essa é a terceira temporada consecutiva que eles vão pra repescagem, e a segunda em três anos que ficam fora dos playoffs. Dentro da organização, todo mundo já sabe: mesmo com momentos que lembram o passado glorioso, esse time com dois ícones envelhecendo não tem mais condições de brigar por título.

    A decisão mais difícil

    Na minha opinião, chegou a hora da decisão mais dolorosa da história recente da NBA. Os Warriors vão tentar um último suspiro com essa formação ou é hora de pensar no futuro? Trade bombástico? Troca de técnico? Reset completo?

    Imagino o Kerr, Green e Curry ali na lateral da quadra, talvez pela última vez juntos. “Não sei o que vai acontecer agora”, disse o técnico. Cara, isso me arrepia.

    Vocês acham que ainda dá pra salvar essa dinastia ou é hora de aceitar que os tempos mudaram? Porque uma coisa eu tenho certeza: ver o fim dessa era vai ser um dos momentos mais tristes que vou presenciar como fã de basquete.

  • Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Bulls abrem processo pra novo chefão – e a lista é interessante

    Olha só, os Bulls finalmente começaram a procurar um novo presidente de operações de basquete depois de mandarem embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley há duas semanas. E cara, a lista de candidatos é bem variada mesmo.

    Segundo fontes da ESPN, Chicago já pediu permissão pra entrevistar uma galera: Matt Lloyd (GM dos Timberwolves), Dennis Lindsey (VP sênior dos Pistons), Bryson Graham (VP sênior dos Hawks), Mike Gansey (GM dos Cavaliers) e Dave Telep (GM assistente dos Spurs). Ah, e também vão conversar com Austin Brown, que é co-chefe da divisão de basquete da CAA.

    As entrevistas começam essa semana

    O cronograma tá corrido — as entrevistas devem começar nos próximos dias e eles querem definir o novo chefão antes ou logo depois do combine de maio. Meio apertado, mas faz sentido considerando que demitir o pessoal em abril já foi meio tardio.

    E aqui vem o plot twist: Michael Reinsdorf deixou bem claro que Billy Donovan fica SIM como técnico, não importa quem assuma. “Se eu entrevisto alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos num técnico Hall da Fama”, disse o CEO. Sinceramente, isso me parece uma decisão acertada — Donovan é competente e não foi culpa dele a bagunça dos últimos anos.

    Os candidatos são interessantes

    Matt Lloyd é o que mais me chama atenção. O cara passou 17 anos em Chicago (1995-2012), conhece a casa, e agora é braço direito do Tim Connelly em Minnesota — time que chegou nas finais do Oeste duas vezes seguidas. Experiência não falta.

    Dennis Lindsey tem 30 anos de NBA, incluindo sete como GM do Utah Jazz. Bryson Graham subiu de estagiário a GM em New Orleans e é conhecido pelo olho clínico no draft. Mike Gansey tá ajudando a construir os Cavs como contenders no Leste. E Dave Telep tem 13 anos com os Spurs — organização que é referência mundial.

    Austin Brown é interessante porque é agente (representa Donovan Mitchell, por exemplo), é de Chicago e já foi oferecido o cargo de GM dos Bulls em 2020 pelo próprio Karnisovas. Será que rola uma reviravolta aí?

    Vocês acham que essa mudança vai fazer diferença? Depois de seis anos com Karnisovas e só uma aparição nos playoffs, qualquer coisa parece uma melhoria. Mas o negócio é escolher alguém que tenha visão de longo prazo e não fique fazendo malabarismo só pra tentar salvar o emprego todo ano.