Autor: Leandro Amorim

  • Blazers cortam até camiseta dos torcedores nos playoffs – que fase!

    Blazers cortam até camiseta dos torcedores nos playoffs – que fase!

    Olha só que situação constrangedora: os Portland Trail Blazers estão nos playoffs (milagre considerando a temporada caótica que tiveram), mas os torcedores não vão ganhar nem camiseta para os jogos em casa. Isso mesmo, aquelas camisetas que TODOS os times distribuem para deixar a arena colorida? Cortaram.

    Na minha opinião, isso é de uma mesquinhez absurda. O novo dono, Tom Dundon – bilionário do Texas que também tem o Carolina Hurricanes da NHL – pagou 4,25 BILHÕES de dólares pelo time, mas tá economizando em camiseta de torcedor. Faz sentido isso pra vocês?

    O tal corte de custos chegou nos playoffs

    Cara, a coisa tá feia mesmo. Os Blazers também não levaram os jogadores de contrato two-way (aqueles que jogam na NBA e na G-League) para os jogos fora de casa. Caleb Love, Chris Youngblood e Jayson Kent ficaram em casa. Detalhe: o Love jogou 49 partidas na temporada regular, fazendo 10.2 pontos por jogo. Ou seja, não é qualquer um.

    Todos os outros sete times dos playoffs levaram seus two-way players. Todos! É aquela situação que você fica constrangido pelos caras.

    E tem mais: segundo a Sports Illustrated, funcionários do time foram flagrados no lobby do hotel porque tiveram que fazer checkout na hora certa pra não pagar taxa extra. Imagina você trabalhando pros Blazers e tendo que ficar no lobby do hotel feito mendigo porque o patrão bilionário não quer pagar 50 dólares de taxa de late checkout.

    Temporada maluca do começo ao fim

    Sinceramente, considerando toda a loucura que foi essa temporada dos Blazers, eles chegarem nos playoffs já foi um milagre. Lembram da história toda? Chauncey Billups foi preso em outubro por envolvimento com apostas ilegais e jogos de poker da máfia (juro que não tô inventando isso). Desde então, quem comanda é Tiago Splitter – sim, o brasileiro ex-Spurs.

    O Dame Lillard ainda tá lá, rodeado de uma molecada talentosa: Scoot Henderson, Deni Avdija, Donovan Clingan, Toumani Camara e Shaedon Sharpe. É uma base interessante para o futuro, mas será que com essa administração mesquinha conseguem construir algo sólido?

    O co-proprietário Sheel Tyle postou no X que “estão fazendo outra coisa” no lugar das camisetas, mas até agora ninguém explicou o que é. Aposto que vai ser alguma palhaçada tipo “experiência digital” ou coisa do tipo.

    Olha, eu entendo cortar gastos, mas nos playoffs? Com a torcida? Isso é queimar o filme com os próprios fãs. E vocês, acham que os Blazers conseguem ir longe com toda essa instabilidade nos bastidores?

  • Nets renovam com Jordi Fernandez: aposta no futuro está feita

    Nets renovam com Jordi Fernandez: aposta no futuro está feita

    Olha, eu confesso que não esperava essa notícia tão cedo. O Brooklyn Nets acabou de renovar o contrato do técnico Jordi Fernandez e de toda sua comissão técnica por mais alguns anos. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa.

    Joe Tsai e Sean Marks bateram o martelo essa semana, mostrando que acreditam no trabalho do espanhol mesmo com duas temporadas bem difíceis pela frente. 46 vitórias e 118 derrotas em dois anos não é exatamente o que você chama de sucesso, né? Mas calma aí…

    Por que essa renovação faz sentido

    “Jordi é um líder tremendo que, junto com sua comissão técnica, deixou sua marca nesta franquia desde o momento em que chegou no Brooklyn”, disse Marks. E cara, ele não tá errado não.

    O que o Fernandez conseguiu fazer com esse time jovem é impressionante. Estamos falando de um elenco onde metade dos caras tem menos de 24 anos — o mais jovem da NBA! E ainda por cima, eles quebraram um recorde ao ter cinco jogadores escolhidos na primeira rodada do Draft de 2025.

    Michael Porter Jr., Nic Claxton e Day’Ron Sharpe tiveram suas melhores temporadas na carreira sob o comando do técnico. Isso não é coincidência, pessoal. É trabalho de desenvolvimento que tá dando resultado.

    A estratégia do tanque consciente

    Vou ser honesto com vocês: o Nets tá fazendo o tanque do jeito certo. Não é aquele tanque descarado onde você só perde por perder. É um processo de reconstrução inteligente, focando no desenvolvimento dos jovens.

    Lembram da sequência horrível que eles tiveram? Perderam 15 de 17 jogos depois do dia 27 de dezembro, e depois emendaram mais 16 derrotas em 18 jogos. Parecia um desastre, mas era parte do plano.

    E olha só que interessante: no final de novembro e dezembro, durante 15 jogos, os Nets eram a segunda melhor defesa da liga. Mostraram que quando querem, sabem jogar. É só questão de timing — e de lottery picks.

    O futuro promete

    Agora vem a parte boa. Os Nets têm 40% de chance de pegar uma escolha no top 3 da draft de maio — seria a primeira vez desde 2010! Mais de 30 milhões em cap space, 13 picks de primeira rodada nos próximos sete anos (nove delas podem ser trocadas) e ainda 19 picks de segunda rodada.

    Com esse arsenal todo, Fernandez vai ter material pra trabalhar. E considerando que o cara passou pelo Denver Nuggets como assistente do Michael Malone de 2016 a 2022 (época que culminou com o título), ele sabe o que é construir algo sólido.

    E aí, vocês acham que o Nets tá no caminho certo com essa aposta no Fernandez? Eu sinceramente acho que sim. Às vezes é melhor ter paciência e fazer as coisas direito do que ficar trocando técnico a cada temporada ruim.

  • Quickley continua fora e Raptors sofrem sem seu armador

    Quickley continua fora e Raptors sofrem sem seu armador

    Cara, a situação do Toronto Raptors tá complicada mesmo. Immanuel Quickley foi cortado novamente do Jogo 2 contra o Cleveland Cavaliers ontem, e sinceramente, isso pode custar caro pro time canadense.

    O armador machucou o posterior da coxa direita no último jogo da temporada regular e já perdeu os dois primeiros jogos dos playoffs. Olha, eu não esperava que fosse demorar tanto pra ele voltar — lesão muscular é sempre complicada, mas duas semanas já é bastante tempo.

    Quickley fez falta demais na estreia

    Quem acompanhou o Jogo 1 viu como os Raptors sentiram a ausência do cara. Quickley teve uma temporada regular monstro: 16.4 pontos e quase 6 assistências por jogo. É o tipo de jogador que faz a diferença na criação de jogadas e na pontuação vinda do banco.

    O técnico Darko Rajaković disse que o jogador participou do treino na manhã de segunda-feira e tá melhorando, mas óbvio que não dá pra forçar. A última coisa que Toronto precisa é perder o cara pro resto da série.

    Histórico de lesões preocupa

    O que me deixa meio preocupado é que Quickley já tinha perdido oito jogos entre março e abril por causa de uma fascite plantar no pé direito. Duas lesões seguidas assim não é coincidência — pode ser sobrecarga ou falta de preparo físico mesmo.

    Agora a pergunta que fica: será que ele consegue voltar pro Jogo 3, em casa, na quinta-feira? Os Raptors já saíram atrás no placar (1-0 pra Cleveland) e precisam MUITO da criatividade e pontuação que só o Quickley oferece no elenco deles.

    Na minha opinião, Toronto vai ter que encontrar soluções rápido. Os Cavaliers não são brincadeira nos playoffs, e ficar sem um dos principais jogadores logo no começo da série é pedir pra ser eliminado cedo. Vocês acham que os Raptors conseguem se virar sem ele?

  • Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Olha só que loucura: a NBA fez o sorteio de desempate do draft de 2026 ontem, e o Utah Jazz saiu no lucro de uma forma que pode mudar tudo para a franquia. Eles conseguiram a 4ª melhor posição na loteria, enquanto o Sacramento Kings ficou com a 5ª. Parece pouco, mas fez TODA a diferença.

    Por que isso é tão importante? Simples: o pick do Jazz é protegido até a 8ª posição. Se eles caíssem para 9º lugar ou pior, o pick ia direto pro Oklahoma City Thunder. Mas agora? Garantiram que vão manter a escolha, não importa o que aconteça na loteria do dia 10 de maio.

    As chances continuam praticamente iguais

    Na prática, tanto Jazz quanto Kings têm 45,2% de chance de pular para o top 4 e 11,5% de chance de ganhar a primeira escolha geral. A diferença é que o Jazz tem essa garantia de não perder o pick – e isso vale ouro em uma temporada de reconstrução como a deles.

    Sinceramente? Acho que o Jazz deu sorte grande aqui. Imagina a decepção se perdessem um pick em um draft que pode ser histórico só por causa de um sorteio. Agora podem dormir tranquilos.

    Outros desempates que movimentaram o mercado

    O New Orleans Pelicans ficou com a 7ª posição na loteria, mas aqui vem o plot twist: eles não vão nem usar esse pick! Trocaram ele pro Atlanta Hawks no draft do ano passado. Os Hawks vão ficar com o melhor entre os picks dos Pelicans (7º) e do Milwaukee Bucks (10º).

    Já o Dallas Mavericks garantiu a 8ª posição. Com 29% de chance de subir na loteria, pode ser uma surpresa interessante – vocês acham que eles conseguem dar o salto?

    E olha que bagunça bonita: dos picks 16, 17 e 18, nenhum vai ser usado pelo time original. Oklahoma City pega o 16º (que era da Filadélfia), Memphis fica com o 17º (melhor entre Orlando e Phoenix), e Charlotte leva o 18º (o pior entre Orlando e Phoenix). É trade pra todo lado!

    O cronograma que todo fã tem que saber

    Agora é só aguardar: loteria dia 10 de maio em Chicago, combine de 10 a 17 de maio, e o draft em duas noites no Barclays Center – primeira rodada dia 23 de junho, segunda rodada no dia 24.

    Ah, e uma informação importante: a data limite para jogadores universitários confirmarem entrada no draft é na sexta-feira. Vai ter movimento nos próximos dias!

    O que vocês acham? O Jazz fez bem em manter esse pick protegido, ou deveriam ter arriscado tudo em uma troca maior?

  • Durant pode pintar no jogo 2 — mas será que aguenta?

    Durant pode pintar no jogo 2 — mas será que aguenta?

    Olha, a situação do Kevin Durant tá deixando todo mundo de cabelo em pé aqui. O cara de 37 anos machucou o joelho no treino na semana passada e perdeu o primeiro jogo da série contra os Lakers — que os Rockets perderam por 107-98, diga-se de passagem.

    Segundo o técnico Ime Udoka, o KD participou de metade do treino na segunda-feira e vai ser decisão de última hora se joga ou não no jogo 2. E cara, que pressão é essa? Imagina o desespero do torcedor do Houston vendo o principal jogador do time na dúvida…

    A questão não é só a dor

    O mais preocupante é que, segundo Udoka, o problema maior não é nem a dor — é a mobilidade mesmo. “A tolerância à dor é uma coisa, mas na verdade se mover e se sentir confortável fazendo todos os movimentos vai ser o mais importante”, disse o treinador.

    E faz sentido, né? Durant aos 37 anos não pode se dar ao luxo de jogar mancando. O cara ainda é um monstro — foi o cestinha do time na temporada regular com 26 pontos de média — mas se não conseguir se mexer direito, melhor nem arriscar.

    Rockets sentiram MUITO a falta do KD

    No primeiro jogo sem Durant, ficou claro como os Rockets dependem dele. O time arremessou menos de 40% de quadra! Quarenta por cento, gente. E olha que eles tentaram 27 chutes A MAIS que os Lakers e mesmo assim perderam.

    É aquela coisa: você pode ter volume de arremesso, mas se não tem qualidade… Sinceramente, acho que sem o Durant fica muito difícil pros Rockets incomodarem essa equipe dos Lakers, que tá jogando em casa e com moral.

    Vocês acham que ele deveria arriscar jogar no jogo 2, ou é melhor garantir que tá 100% pros próximos jogos? Porque se os caras perderem por 2-0, a série praticamente acaba ali mesmo.

    O jogo 2 rola nesta terça às 23h30 (horário de Brasília), em Los Angeles. Vamos torcer pra que o veterano aguente firme — porque série de playoffs sem o KD jogando no seu melhor não é a mesma coisa.

  • Draymond sente que ‘foi isso’ para Kerr nos Warriors

    Draymond sente que ‘foi isso’ para Kerr nos Warriors

    Olha, eu já imaginava que essa hora ia chegar, mas quando o Draymond Green vai no podcast dele e fala que sentiu que “foi isso” para o Steve Kerr nos Warriors… cara, dói um pouco.

    Três dias depois do próprio Kerr admitir que esta pode ter sido sua última temporada em Golden State, o Draymond foi lá e confirmou o que muitos de nós já estávamos pensando. “Espero que ele seja nosso técnico na próxima temporada”, disse o Green no “The Draymond Green Show”. “Querem minha opinião? Acho que não. Porque é isso que eu sinto. Senti que foi isso.”

    O momento que marcou o fim de uma era

    Depois da eliminação dos Warriors na madrugada de sexta, em Phoenix, o Kerr chamou o Draymond e o Curry pra um momento ali na lateral da quadra. Os microfones pegaram ele dizendo: “Não sei o que vai acontecer, mas amo vocês demais. Obrigado.”

    Mano, 12 temporadas juntos. Quatro títulos da NBA. E agora essa incerteza toda.

    O Kerr disse que vai passar as próximas uma ou duas semanas pensando no futuro dele. Sinceramente? Eu acho que quando um técnico fala isso, já meio que decidiu. “Ainda amo treinar”, disse ele na sexta à noite, “mas entendo. Esses trabalhos todos têm data de validade.”

    Warriors querem fome, não nostalgia

    Aqui que fica interessante (e meio cruel, se vocês me permitem): fontes do time indicam que o Joe Lacob quer ouvir o Kerr demonstrar fome pra continuar executando os detalhes chatos do dia a dia. Não uma aceitação relutante só por lealdade ao Green e ao Curry.

    É por isso que, se o Kerr decidir voltar, a diretoria quer um contrato de vários anos – não essa parada de “última dança” que seria mais sobre emoção do que sobre vitórias. E olha, faz sentido né?

    O Curry tá entrando no último ano de contrato (mas deve renovar no verão), enquanto o Draymond tem uma opção de jogador de $27.6 milhões e… bem, nem ele tem certeza se fica.

    Fim de uma dinastia?

    “Nunca estive tão incerto desde o início da minha carreira sobre o que acontece depois”, disse o Draymond no podcast. “Estou realmente perdido agora porque você não sabe qual será a próxima direção… Também espero estar neste time na próxima temporada. Também não sabemos disso. Cara, se foi, que jornada.”

    E aí, pessoal? Vocês acham que é mesmo o fim dessa era dos Warriors? Eu confesso que uma parte de mim quer ver eles tentando mais uma vez, mas outra parte entende que talvez seja hora de virar a página mesmo. Que corrida absurda esses caras tiveram.

  • LeBron chama de ‘insano’ jogar com Bronny nos playoffs

    LeBron chama de ‘insano’ jogar com Bronny nos playoffs

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no jogo 1 dos Lakers contra os Rockets. LeBron James literalmente jogou com o próprio filho nos playoffs da NBA. Isso mesmo — pai e filho na mesma quadra, no mata-mata. História pura.

    Com Luka Doncic e Austin Reaves machucados, o técnico JJ Redick teve que improvisar na rotação dos Lakers. E adivinha quem ganhou uma chance? Bronny James. O garoto entrou em quadra e fez história ao lado do pai.

    Momento histórico que arrepiou

    “Teve muita coisa maluca acontecendo comigo esse ano. Cara, eu estava na quadra com meu filho num jogo de playoff. Essa é provavelmente a coisa mais louca que já aconteceu na minha carreira”, disse LeBron após a vitória. “Foi muito legal estar lá com ele, e ter o irmão, a irmã, a mãe dele na arquibancada, e a avó… isso é insano. É maluco.”

    Sinceramente, eu até me arrepio pensando nisso. Imagina você estar realizando seu sonho profissional ao lado do seu próprio pai? E não é qualquer profissão — é a NBA, cara. O maior palco do basquete mundial.

    Nervosismo de estreante

    Bronny jogou apenas 4 minutos e teve uma bola perdida no stats, mas se manteve tranquilo considerando que era sua primeira experiência nos playoffs. LeBron, como bom pai e veterano que é, entende perfeitamente o nervosismo do filho.

    “Todo mundo se preparou essa semana, incluindo o Bronny. Como qualquer um no primeiro jogo de playoff, você vai ficar nervoso”, explicou o King. “Eu lembro do meu primeiro em 2006 contra Washington… você fica nervoso pra caramba. Assim que pisei na quadra, estava super nervoso.”

    E olha, isso me lembra muito dos nossos jogadores brasileiros quando estreiam na NBA — o Nenê, o Barbosa, todos passaram por essa mesma sensação. É natural, faz parte.

    Lakers equilibrados sem as estrelas

    Enquanto isso, LeBron fez um jogo completinho: 19 pontos, 8 rebotes e 13 assistências em 38 minutos. Mas o mais legal foi ver outros caras brilhando. Luke Kennard liderou a pontuação com 27 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs.

    Deandre Ayton também fez 19, Marcus Smart contribuiu com 15, e Rui Hachimura adicionou 14. Essa distribuição de pontos é exatamente o que os Lakers precisam com Doncic e Reaves fora.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter esse nível sem suas principais estrelas? Eu tô começando a acreditar que sim. Se o LeBron conseguir escolher os momentos certos para atacar e os coadjuvantes mantiverem essa eficiência, eles podem surpreender.

    O jogo 2 é na terça-feira, no Crypto.com Arena, antes da série ir para Houston. E eu tenho certeza de que Bronny vai estar menos nervoso desta vez.

  • Henderson calou os críticos na estreia dos playoffs

    Henderson calou os críticos na estreia dos playoffs

    Olha, todo mundo estava falando do Wembanyama domingo à noite — e com razão, né? Mas eu não posso deixar passar batido o que o Scoot Henderson fez na sua primeira partida de playoffs da carreira.

    O cara simplesmente entrou em quadra no Frost Bank Center, com toda aquela pressão dos playoffs, e mostrou que não tá ali de enfeite. 18 pontos em 7 de 11 arremessos, 27 minutos jogados. Números sólidos pra caramba.

    A aposta do Tiago Splitter deu certo

    Sinceramente, eu fiquei surpreso quando vi que o Henderson ia começar jogando no lugar do Shadeon Sharpe. O Tiago Splitter apostou pesado no garoto, e cara… deu certo. O Scoot jogou com uma confiança que eu não via nele há tempos.

    Claro que ainda teve os problemas de sempre — três turnovers numa partida que o Portland perdeu por apenas 13 pontos. Mas é assim mesmo com ele, né? Ainda tá aprendendo a dosar a agressividade.

    Um ano complicado que pode estar virando

    Vamos ser honestos: a temporada regular do Henderson foi uma montanha-russa. Lesão no tendão durante o verão, ficou limitado a só 30 jogos. 14.2 pontos, 2.7 rebotes, 3.7 assistências — números ok, mas longe do que a gente esperava da pick número 3 do draft de 2023.

    E falando nisso… que ironia, né? Wembanyama (número 1) e Henderson (número 3) se enfrentando logo na primeira rodada dos playoffs. O francês obviamente tá roubando todas as manchetes, mas o Scoot mostrou que não vai facilitar.

    Na minha opinião, se o Henderson conseguir manter essa regularidade — sem forçar demais a barra e cuidando melhor da bola —, ele pode ser aquela peça que ninguém esperava nos Blazers. O time precisa de alguém pra ajudar o Deni Avdija, Jrue Holiday e Jerami Grant, e o garoto tem tudo pra ser esse cara.

    E aí, vocês acham que ele consegue sustentar esse nível pro resto da série? Jogo 2 é terça-feira, e eu tô curioso pra ver se foi só um flash ou se o Scoot realmente chegou no momento certo.

  • Caitlin Clark aprendeu a lição: menos é mais nesta temporada

    Caitlin Clark aprendeu a lição: menos é mais nesta temporada

    Olha, eu sempre fiquei impressionado com a intensidade da Caitlin Clark — aquela garota não sabe o que é medo. Mas às vezes o corpo cobra a conta, né? E foi exatamente isso que aconteceu na temporada passada.

    A armadora do Indiana Fever jogou apenas 13 partidas em 2024 depois de uma sequência absurda de lesões que incluiu problemas no quadríceps esquerdo, virilha dos dois lados e até um machucado no tornozelo. Parou de jogar em julho e aí foi só ladeira abaixo.

    A mudança de mentalidade

    Agora Clark tá com um papo totalmente diferente. “Cuidar do meu corpo neste momento da temporada é provavelmente a coisa mais importante”, disse ela. E olha, concordo 100%. Recuperação, tratamento preventivo, tudo isso que antes ela meio que ignorava.

    A parte que mais me chamou atenção foi quando ela admitiu que antes era daquelas que “simplesmente pegava o tênis de basquete e ia jogar”. Mano, quantos de nós não fizemos isso? Só que no nível profissional, essa mentalidade cobra um preço caro.

    “Muito intencional sobre as coisas que estou tentando fazer”, foi como ela definiu a nova abordagem. Traduzindo: acabou a molecagem, agora é profissionalismo puro.

    O que esperar desta temporada?

    A técnica Stephanie White deu uma esperança pra gente quando falou sobre o que viu durante o training camp da seleção americana. Segundo ela, Clark estava “encontrando seus espaços, entendendo tempo, ritmo” — tudo o que faltou na temporada passada quando ela tava claramente limitada fisicamente.

    Sinceramente? Acho que essa parada forçada pode ter sido a melhor coisa que aconteceu na carreira dela. Clark sempre foi conhecida por jogar no limite — e às vezes além dele. Agora que aprendeu a se preservar, imagina o que ela não pode fazer em quadra?

    Vocês acham que ela consegue se manter saudável a temporada toda? Porque se conseguir, o Indiana Fever pode dar muito trabalho pra todo mundo. Uma Clark 100% é praticamente imparável.

  • Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Olha, eu não sei se vocês viram, mas o Giannis Antetokounmpo meio que deu uma cutucada no Milwaukee Bucks ontem. E de quebra ainda elogiou Miami numa conversa que tá deixando todo mundo maluco.

    Foi assim: o Goran Dragic chamou o Greek Freak pro podcast dele, o Gogi’s Garage. E aí começou a zoar o cara sobre os joelhos, falando que com 31 anos ele precisa de um clima quente pra se recuperar melhor. A resposta do Giannis? “Miami não é um lugar ruim não. Linda, linda cidade. Cidade linda.”

    Cara, isso aí não foi por acaso. O monstro tá há 13 anos em Milwaukee e sinceramente? Acho que ele tá de saco cheio mesmo.

    A situação tá complicada em Milwaukee

    Vamos combinar: os Bucks estão numa decadência absurda. Eliminações em primeira rodada, nem pros playoffs conseguiram ir dessa vez. E o Giannis teve uma temporada 2025-26 horrorosa de lesões — jogou apenas 36 partidas.

    Mesmo assim, quando jogou, foi Giannis sendo Giannis: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. Aproveitamento de 62.4% nos arremessos de quadra. Mas de que adianta números individuais se o time não funciona?

    Na minha opinião, Milwaukee desperdiçou os melhores anos do cara. Ganharam um título em 2021 e depois… nada. Frustrante demais.

    Miami Heat na espreita

    E do outro lado temos o Heat, que também não anda lá essas coisas. Terminaram 43-39 na temporada passada e caíram logo no play-in pro Charlotte Hornets — que era apenas o 9º colocado, velho!

    Desde que chegaram na final de 2023, o time de Miami vem decepcionando. Duas eliminações seguidas em primeira rodada (2024 e 2025), e agora nem conseguiram entrar nos playoffs.

    Mas olha só: Bam Adebayo e Tyler Herro são bons jogadores, mas precisam de uma estrela de verdade. E o Giannis seria perfeito no sistema do Erik Spoelstra — imagina esse cara com a disciplina tática do Heat?

    Heat, Knicks e Warriors são os times que mais correm atrás do grego, segundo os rumores. E Miami tem clima quente, estrutura boa e uma organização que sabe como ganhar títulos. Vocês acham que ele vai mesmo deixar Milwaukee?

    Sinceramente, depois dessa declaração no podcast, eu não duvido de mais nada. O cara praticamente pediu pra sair sem pedir diretamente. Típico do Giannis — sempre educado, mas mandando o recado.