Autor: Leandro Amorim

  • Tatum volta dos playoffs de forma arrasadora e Celtics massacram 76ers

    Tatum volta dos playoffs de forma arrasadora e Celtics massacram 76ers

    Cara, que volta foi essa do Jayson Tatum! O cara simplesmente destruiu os 76ers ontem no TD Garden: 25 pontos, 11 rebotes e 7 assistências. E o mais impressionante? Foi o primeiro jogo dele nos playoffs depois de romper o tendão de Aquiles na temporada passada. Que monstro.

    Os Celtics não deram chance nenhuma pros Sixers — 123 a 91. Foi um massacre mesmo. 35 pontos de diferença! Sinceramente, eu não esperava uma dominância tão grande assim logo no primeiro jogo, ainda mais com o Tatum voltando de uma lesão séria.

    Show do Tatum e companhia

    O que mais me impressionou foi como o Tatum jogou solto desde o primeiro quarto. 21 pontos só no primeiro tempo, incluindo uma enterrada de duas mãos que deixou o Garden em êxtase. Olha, 17 jogos na temporada regular depois da cirurgia e o cara volta metendo 25 pontos nos playoffs? Absurdo.

    Jaylen Brown também fez a sua parte com 26 pontos, e até o Neemias Queta — nosso português naturalizado — contribuiu com 13 pontos. O Mazzulla conseguiu rodar 12 jogadores, tamanho foi o domínio. E detalhe: 16 bolas de três convertidas pelos Celtics!

    76ers sem Embiid sofrem demais

    Do lado dos Sixers, a ausência do Joel Embiid pesou muito. O cara ainda se recupera da cirurgia de apendicite do dia 9 de abril, e não se sabe quando volta. Tyrese Maxey até tentou carregar o time com 21 pontos e 8 assistências, mas a defesa de Boston não deu moleza — contestaram 12 dos 14 arremessos dele só no primeiro tempo.

    Paul George fez 17 pontos, mas longe de ser suficiente. E olha só esse dado: Philadelphia acertou apenas 4 de 23 tentativas do perímetro. Quatro de vinte e três! Com essa porcentagem não dá pra ganhar nem de time universitário.

    A diferença de 18 pontos no intervalo (64-46) foi a maior dos Sixers contra Boston nos playoffs desde 1982. Isso mesmo, 1982!

    Na minha visão, se o Embiid não voltar logo e os Sixers não melhorarem drasticamente o arremesso de três, essa série vai ser bem curta. Os Celtics estão jogando um basquete fluido demais, e com Tatum de volta em alto nível? Complicado demais para Philadelphia.

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem se recompor pro Jogo 2 na terça-feira? Ou será que vamos ver outro massacre no Garden?

  • Wemby fez 35 pontos na estreia nos playoffs e quebrou recorde histórico

    Wemby fez 35 pontos na estreia nos playoffs e quebrou recorde histórico

    Cara, eu sabia que o Victor Wembanyama era especial, mas o que ele fez ontem à noite foi de outro planeta — literalmente. 35 pontos na sua ESTREIA nos playoffs da NBA. Trinta e cinco! E ainda por cima quebrando recorde histórico no processo.

    Os Spurs voltaram aos playoffs depois de SETE ANOS longe da pós-temporada (desde 2019, pra ser exato) e o francesão decidiu que ia fazer bonito na casa. Vitória de 111 a 98 contra o Portland Trail Blazers no Frost Bank Center, que tava uma loucura com a torcida toda vestindo as camisetas temáticas dos playoffs.

    Primeiro tempo foi show de bola

    Olha, o Wemby não deu nem tempo pro nervosismo bater. Meteu 21 pontos só no primeiro tempo — isso mesmo, vinte e um pontos numa estreia de playoffs. Sabe o que isso significa? Recorde da NBA para mais pontos num primeiro tempo de debut nos playoffs. O recorde anterior era de 20, dividido entre Kyrie Irving e Brandon Jennings.

    8 de 13 nos arremessos de quadra no primeiro tempo. O cara tava simplesmente imparável. E teve uma jogada que o Deni Avdija deve tá tendo pesadelo até agora — o Wemby trabalhou ele todinho e meteu uma enterrada que derrubou o ginásio.

    Portland reagiu, mas não durou muito

    Não vou mentir, deu uma apertadinha no coração no terceiro quarto. Portland abriu 8 a 0 no segundo tempo e de repente o jogo ficou apertado. O Wemby até ficou zerado no terceiro período, mas aí que tá — ele nem precisou forçar.

    Os Spurs responderam com uma sequência de 32 a 13 que foi simplesmente demolidora. E teve uma jogada que resumiu a noite: Wemby bloqueou o Jerami Grant SEM nem sair do chão, armou o contra-ataque e mandou os Spurs pra cima por 21 pontos. Nessa hora ele foi pro banco cumprimentando geral, e eu aqui de casa fazendo a mesma coisa.

    Vocês acham que esse menino vai conseguir levar os Spurs longe nesses playoffs? Porque, sinceramente, depois do que eu vi ontem, tô começando a acreditar que pode rolar algo especial em San Antonio.

    Os 35 pontos do Wemby foram os mais de um jogador dos Spurs numa estreia de playoffs, embora ainda fique atrás do recorde absoluto do Luka Dončić (42 pontos). Ah, e detalhe: ele ainda foi nomeado finalista ao MVP e Defensor do Ano ontem. Só pra constar mesmo.

    Portland até tentou com os 30 pontos do Avdija, mas não deu. A noite era do alien francês mesmo.

  • Kingston Flemings vai pro Draft: calouro monstro de Houston fez história

    Kingston Flemings vai pro Draft: calouro monstro de Houston fez história

    Cara, eu não esperava que fosse acontecer tão rápido, mas Kingston Flemings oficialmente declarou pro Draft da NBA de 2026. E olha, sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O cara teve uma temporada ABSURDA em Houston. 16.1 pontos, 5.2 assistências e ainda 38.7% dos três pontos como calouro. Isso mesmo, calouro. O maluco simplesmente fez a melhor temporada de um freshman na história dos Cougars. Não é pouca coisa não.

    Aquela noite contra Texas Tech que mudou tudo

    Vocês lembram daquela partida em janeiro? Flemings meteu 42 pontos contra Texas Tech numa derrota por 90-86. Quarenta e dois! Eu tava assistindo e não acreditava no que tava vendo. Foi ali que o país inteiro percebeu que tinha um monstro jogando em Houston.

    “Entrando nesta temporada, eu queria ser um dos melhores calouros e acho que provei isso”, disse Flemings. E provou mesmo, viu. O cara foi selecionado para o segundo time All-American — algo que poucos calouros conseguem.

    Kelvin Sampson e a escola Houston de basquete

    Uma parada que me chama atenção é como Flemings credita seu desenvolvimento ao sistema de Houston. O cara falou que Sampson foi o técnico perfeito pra ele, e olha, faz sentido. Houston sempre teve essa pegada mais dura, mais física.

    “Se você quer vencer, se quer se tornar um homem melhor, um jogador melhor, escolha Houston. Não vai ser fácil, mas todo dia você entra aqui tentando melhorar”, disse o garoto.

    E realmente, os números não mentem. Flemings pode ser o jogador mais bem selecionado no Draft da era Sampson em Houston. Atualmente quem tem esse recorde é Jarace Walker, que foi a 8ª escolha em 2023. Mas Flemings? O cara tá projetado no top-5.

    Só pra ter uma noção do que isso significa: Houston teve só quatro jogadores draftados sob Sampson, mesmo com todo o sucesso recente (sete Sweet 16 e duas Final Fours desde 2019). Flemings claramente tem o maior teto de todos eles.

    Próximos passos: se preparando pros tubarões da NBA

    Agora vem a parte séria. Flemings já sabe no que precisa trabalhar: arremesso de três, floater e principalmente o controle de bola. Ele quer driblar mais baixo e mais apertado pra aguentar a pressão dos defensores da NBA.

    “Acho que sou apenas um vencedor e alguém com quem os companheiros gostam de jogar”, disse sobre o que leva pra próxima fase. E essa mentalidade de Houston, essa garra, vai fazer diferença na NBA.

    E aí, vocês acham que ele consegue se manter no top-5? Pra mim, o garoto tem tudo pra ser especial. Aquela performance de 42 pontos não foi sorte — foi só uma amostra do que tá por vir.

  • VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    Olha só que notícia boa chegou pra gente! VJ Edgecombe, o jovem dos Sixers, foi nomeado finalista para o prêmio de Rookie of the Year da temporada 2025-26. E sinceramente? Mereceu demais.

    O garoto de 20 anos dividirá a disputa com Cooper Flagg (Dallas Mavericks) e Kon Knueppel (Charlotte Hornets). Três nomes que movimentaram a liga nesta temporada, mas vamos combinar — só um deles levou seu time pros playoffs, né?

    Os números não mentem

    Edgecombe foi simplesmente um monstro durante toda a temporada regular. Liderou TODOS os rookies em minutos jogados — o que já diz muito sobre a confiança que o Philadelphia depositou nele desde o começo.

    Em 75 jogos, o cara cravou médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubadas de bola. Entre os calouros que jogaram pelo menos 20 partidas, ficou em terceiro lugar tanto em pontos quanto em assistências por jogo. E pasmem: foi o primeiro em roubos de bola por partida.

    Pra mim, essa versatilidade defensiva faz toda a diferença. Não é só meter a bola na cesta — o maluco contribui em ambos os lados da quadra.

    A concorrência é pesada

    Flagg nos Mavs teve números um pouco melhores no ataque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas convenhamos, Dallas teve uma temporada horrível com 26 vitórias e 56 derrotas. Fica mais fácil inflar os números quando seu time não disputa nada, não acham?

    Já Knueppel em Charlotte mostrou que o arremesso de 3 continua sendo sua marca registrada — 42.5% do perímetro é coisa de outro mundo. Cravou 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Pena que os Hornets não passaram do play-in do Leste.

    E aí está a grande diferença: dos três finalistas, só Edgecombe conseguiu levar sua equipe para os playoffs de verdade. Tá, o Sixers tomou uma surra no primeiro jogo contra Boston (ai, que dor), mas chegaram lá.

    Tradição em ROY

    Se Edgecombe levar essa, será o quarto Rookie of the Year da história dos Sixers. A franquia já teve Allen Iverson (1997), Michael Carter-Williams (2014) e Ben Simmons (2018) levando o prêmio.

    Cara, imaginem se ele realmente ganhar? Seria o coroamento perfeito para uma temporada de estreia sensacional. O resultado sai em breve, e eu tô aqui na torcida — vocês acham que ele tem chances reais de levar?

  • Capela rebate provocação de Ayton: ‘Fiquei surpreso’

    Capela rebate provocação de Ayton: ‘Fiquei surpreso’

    Cara, essa história é muito boa. Lembram quando o Deandre Ayton soltou aquela provocação há uns dois meses falando “Eles querem me transformar no Clint Capela. Eu não sou o Capela”? Pois é, agora os dois estão cara a cara nos playoffs, Lakers contra Rockets, e o suíço finalmente respondeu.

    “Fiquei surpreso”, disse Capela para o The California Post. “Não sei por que estou na cabeça de alguém. Nem falo com o cara.”

    Olha, eu entendo a frustração do Ayton, mas mexer com o Capela foi meio desnecessário, não acham? O cara construiu uma carreira sólida sendo exatamente o que é: um trabalhador incansável no garrafão.

    A resposta nas redes foi cirúrgica

    Quando o comentário do Ayton viralizou, Capela respondeu no Instagram de forma inteligente, lembrando que o pivô dos Lakers joga ao lado do Luka Doncic e LeBron James: “Você tem dois dos melhores armadores do jogo, mano. Se concentra nisso.”

    E não é que ele tem razão? Capela, escolhido em 25º no draft de 2014, fez carreira sendo um especialista. Rebote, bloqueio, proteção do aro — o cara nunca tentou ser superstar, mas foi peça fundamental em dois times que chegaram às finais da Conferência Oeste (2015 e 2018).

    Durante seu auge, chegou a liderar a liga com 14.3 rebotes por jogo na temporada 2020-21. Nada mal para alguém que “não presta”, né Ayton?

    Dois caminhos, duas realidades

    A diferença entre os dois é gritante. Capela sempre soube seu papel e executou com perfeição. Já o Ayton… cara, o potencial é absurdo, mas a consistência ainda é um problema.

    Primeira escolha do draft de 2018 — selecionado na frente do próprio Luka e do Shai Gilgeous-Alexander, imaginem só — Ayton deveria ser uma estrela. Às vezes ele mostra isso (DominAyton, como chamam), outras vezes parece um poste de 2,13m ocupando espaço.

    Na primeira partida da série, pelo menos, Ayton respondeu: 19 pontos em 8 de 10 arremessos, 11 rebotes. Enquanto isso, Capela ficou com apenas 2 pontos e 2 rebotes em 11 minutos — mas convenhamos, os Rockets estavam sem o Kevin Durant por lesão.

    “Ninguém pode substituir o KD”, admitiu Capela. “Fizemos o que pudemos com o que tínhamos.”

    Sinceramente? Acho que essa provocação pode ter acordado os dois. Capela quer provar que continua sendo útil mesmo aos 31 anos, e Ayton precisa mostrar que merece mais respeito. Com Doncic e Austin Reaves machucados, é a chance perfeita do pivô dos Lakers brilhar.

    Vocês acham que o Ayton vai manter esse nível durante toda a série? Porque se conseguir, essa discussão sobre quem é melhor vai ficar bem mais interessante…

  • Celtics massacram 76ers por 32 pontos no Game 1 dos playoffs

    Celtics massacram 76ers por 32 pontos no Game 1 dos playoffs

    Cara, que surra foi essa? Os Celtics simplesmente atropelaram os 76ers por 123 a 91 no primeiro jogo da série de playoffs. Trinta e dois pontos de diferença. É o tipo de resultado que deixa todo mundo perguntando: será que vai ter série mesmo?

    Jayson Tatum comandou o show com 25 pontos e 11 rebotes em apenas 32 minutos de quadra. O mais impressionante? O cara tá vindo de uma lesão no tendão de Aquiles que aconteceu há menos de um ano. Ver ele jogando nesse nível já seria incrível em qualquer situação, mas depois de uma lesão dessas… é surreal mesmo.

    Dupla dinâmica em grande noite

    Jaylen Brown não ficou atrás e contribuiu com 26 pontos. A dupla Tatum-Brown tá funcionando que é uma beleza, e quando esses dois estão sincronizados, pode escrever: deu ruim pro adversário.

    “Esse foi o basquete dos Celtics”, disse Brown depois do jogo. “Nosso ataque não vai ganhar essa série sozinho. Quer dizer, o ataque é importante, mas temos que nos concentrar na defesa. E acho que hoje fizemos um ótimo trabalho.”

    E ele tem razão. A defesa de Boston foi sufocante. Os 76ers acertaram apenas 4 de 23 tentativas do perímetro — um aproveitamento de 17%. Pra piorar, perderam 22 bolas que viraram 22 pontos pros Celtics. É o tipo de estatística que faz qualquer técnico ter pesadelo.

    76ers sentem a ausência de Embiid

    Do lado da Filadélfia, Tyrese Maxey tentou carregar o time nas costas com 21 pontos, mas não teve ajuda suficiente. O grande problema mesmo é a ausência de Joel Embiid, que passou por uma apendicectomia de emergência no dia 9 de abril e nem viajou com a equipe.

    “A parte estranha é que conseguimos algumas boas oportunidades”, explicou Maxey. “Só erramos arremessos livres de três. Mas na defesa, tivemos muitas falhas, muita coisa que já havíamos trabalhado e que não pode acontecer.”

    Sem Embiid, os 76ers parecem um time completamente diferente. O plano agora é esticar a série o máximo possível pra dar uma chance do pivô voltar. Mas sinceramente? Depois de uma surra dessas, vai ser difícil.

    Nick Nurse, técnico dos 76ers, não poupou críticas: “Muita coisa deu errado, isso é certeza. Acho que do segundo quarto até metade do terceiro, finalmente conseguimos nos organizar e jogamos um basquete decente. Mas os minutos fora isso foram absolutamente inaceitáveis.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem se recuperar no Game 2 ou os Celtics vão continuar dominando? Uma coisa é certa: sem Embiid, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

  • Calouro do Alabama se declara para o Draft 2026 – muito cedo?

    Calouro do Alabama se declara para o Draft 2026 – muito cedo?

    Olha, eu confesso que fiquei meio confuso quando vi essa notícia. Amari Allen, o ala de 1,98m do Alabama, acabou de anunciar que vai se declarar como candidato antecipado para o Draft da NBA de 2026. Sim, você leu certo – 2026. O cara mal terminou o primeiro ano na faculdade e já tá de olho na liga.

    Vamos aos números que ele botou na mesa como calouro: 11,4 pontos, 6,9 rebotes e 3,1 assistências por jogo em 32 partidas. Aproveitamento de 44,6% nos arremessos de quadra e 73,8% nos lances livres. São números sólidos pra um freshman, não vou mentir, mas me pergunto se já é hora de dar esse passo.

    ESPN já de olho no garoto

    A ESPN colocou Allen como o 29º melhor prospecto para o Draft de 2026. Posição interessante, mas ainda longe do top 20 que normalmente garante uma primeira rodada. E aqui que fica a questão: será que não seria melhor ficar mais um ou dois anos na faculdade desenvolvendo o jogo?

    O que me chama atenção é o físico do moleque – 1,98m com versatilidade pra jogar várias posições. Nas estatísticas, ele mostrou que consegue contribuir em várias áreas: pontua, pega rebote e ainda distribui a bola. É o tipo de jogador que a NBA adora hoje em dia.

    Decisão arriscada ou jogada de mestre?

    Sinceramente, acho que Allen tá apostando alto demais, muito cedo. O Alabama é um programa forte no basquete universitário, e ficar mais tempo por lá poderia lapidá-lo melhor. Por outro lado, entendo a pressa – se você tem talento, por que não tentar logo?

    O Crimson Tide perde um jogador que estava se estabelecendo como peça importante no time. Allen contribuía tanto no ataque quanto na defesa, e essa versatilidade dele certamente fará falta pro técnico.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele deveria ter esperado mais um pouco ou tá certo em tentar a sorte agora? Essa geração de jogadores tá cada vez mais ansiosa pra chegar na NBA, mas nem sempre é a melhor estratégia. Vamos ver se Allen consegue sustentar essa aposta nos próximos anos.

  • Thunder atropela os Suns por 35 pontos no primeiro jogo dos playoffs

    Thunder atropela os Suns por 35 pontos no primeiro jogo dos playoffs

    Cara, o Oklahoma City Thunder não tá brincando em serviço não. Os caras simplesmente destruíram o Phoenix Suns por 119 a 84 no primeiro jogo da série, e olha que absurdo: foi a segunda temporada consecutiva que eles abrem os playoffs ganhando por mais de 35 pontos!

    Só pra vocês terem noção do quão raro isso é — apenas três times na história da NBA conseguiram fazer isso em temporadas seguidas. Os outros foram os Lakers lendários de Magic Johnson em 86 e 87. Ou seja, o Thunder tá em boa companhia.

    O que foi essa pancadaria toda?

    A grande diferença foi que os Suns simplesmente entregaram a paçoca com as bolas perdidas. Foram 19 turnovers que viraram 34 pontos para OKC. E o Phoenix? Zero pontos vindos de turnovers do adversário. Isso mesmo, ZERO contra 34. Nunca vi uma diferença dessas nos playoffs da era moderna.

    “Toda vez que você joga contra eles, tem que cuidar da bola, valorizar cada posse — e a gente não fez isso”, admitiu o técnico dos Suns, Jordan Ott. E ele tá certo. O Thunder tem um físico, uma atleticismo e um tamanho que força o adversário a tomar decisões rápidas o tempo todo.

    Jalen Williams comandou, SGA ‘descansou’

    Jalen Williams foi o cestinha da noite com 22 pontos, 7 rebotes e 6 assistências. Mas o mais impressionante? Shai Gilgeous-Alexander fez 25 pontos mesmo errando pra caramba (5/18 nos arremessos) e ainda por cima sentou o quarto período inteiro!

    Devin Booker, do Phoenix, resumiu bem: “Esses caras levam a temporada regular a sério, mas sentem que agora é a época deles”. E não é que ele tem razão? Cada turnover vira combustível pro Thunder e pra torcida. É um efeito dominó devastador.

    O pior é que os Suns chegaram nesse jogo já cansados. Garantiram vaga nos playoffs só na sexta-feira, vencendo o Warriors no play-in, viajaram no sábado e tiveram que encarar o melhor time da temporada regular num domingo à tarde. Receita pro desastre.

    Thunder liderava por 15 no primeiro quarto, 21 no intervalo e 31 entrando no último período. Foi uma surra do começo ao fim. E aí, será que os Suns conseguem se recuperar ou o Thunder vai fazer mais uma vítima nos playoffs?

  • Finalistas do MVP: Jokic, Wemby e SGA brigam pelo prêmio

    Finalistas do MVP: Jokic, Wemby e SGA brigam pelo prêmio

    Galera, chegou a hora! A NBA finalmente divulgou os finalistas dos principais prêmios da temporada, e cara… que disputa maluca temos pela frente.

    No MVP, a briga tá entre três monstros: Shai Gilgeous-Alexander (que tá voando no Thunder), Nikola Jokic (o sérvio que não para de surpreender) e Victor Wembanyama. Sim, o Wemby de apenas 21 anos já tá disputando MVP. Absurdo demais.

    Wemby em duas categorias — o cara é alienígena

    Falando no francesão, ele também tá concorrendo ao Defensive Player of the Year junto com Chet Holmgren e Ausar Thompson. Dois prêmios ao mesmo tempo? Esse garoto não é deste planeta, sinceramente.

    Na minha opinião, ver o Wembanyama disputando MVP no segundo ano já mostra o quanto ele é diferenciado. Lembro quando o Dirk Nowitzki ganhou o dele — mas foi depois de anos construindo. O Victor pode fazer história aqui.

    Rookie of the Year: a nova geração chegando com tudo

    Nos calouros, temos V.J. Edgecombe, Cooper Flagg e Kon Knueppel brigando pelo título. O Flagg, especialmente, tem chamado atenção desde Duke — vocês acham que ele tem moral pra levar?

    Uma curiosidade: Tim Hardaway Jr. concorrendo ao Sixth Man of the Year me pegou de surpresa. O cara sempre foi um pontuador consistente, mas nunca imaginei ele nessa briga. Jaime Jaquez Jr. e Keldon Johnson completam a lista — e olha que o Johnson tem tudo pra surpreender saindo do banco do San Antonio.

    No Coach of the Year, J.B. Bickerstaff, Mitch Johnson e Joe Mazzulla estão na disputa. Mazzulla já provou que sabe lidar com pressão depois daquela campanha histórica dos Celtics.

    E aí, quem vocês acham que leva o MVP? Eu tô entre o SGA e o Jokic, mas o coração quer ver o Wemby fazendo história. A NBA disse que vai começar a divulgar os vencedores essa semana — ansiedade pura!

  • Luke Kennard explode nos playoffs e Lakers surpreendem sem Luka

    Luke Kennard explode nos playoffs e Lakers surpreendem sem Luka

    Cara, eu não esperava isso dos Lakers não. Sem o Luka Dončić e o Austin Reaves para começar os playoffs, todo mundo já estava decretando que seria uma série fácil pros Rockets. Mas aí vem o Luke Kennard e simplesmente resolve fazer a melhor noite da vida dele.

    O cara foi ABSURDO no Jogo 1. 9/13 nos arremessos de quadra, perfeitos 5/5 do perímetro e 27 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. A torcida em LA foi à loucura, e não é pra menos. Kennard estava mais quente que churrasqueira no domingo.

    Show do Luke no quarto período

    No último quarto foi onde a coisa ficou boa mesmo. Duas bolas de três seguidas, rugindo como um leão na primeira e arrancando aquele clássico “bang!” do Mike Breen na segunda. Enquanto isso, o Kevin Durant (que estava machucado) só assistindo do banco com cara de poucos amigos.

    “É definitivamente um momento especial”, disse Kennard depois do jogo. “Estou na NBA há nove anos. Já tive algumas jogadas importantes, jogos grandes, mas esse está no topo com certeza. Fazer isso, especialmente num lugar como esse, jogando pelos Lakers no maior palco do basquete… significa muito pra mim.”

    E olha, o cara tem razão. Fazer 5/5 de três numa partida de playoff vestindo a camisa dos Lakers? Isso aí fica marcado pra sempre.

    Lakers surpreendem e protegem a casa

    A vitória por 107-98 foi fundamental pra LA proteger o mando de quadra. Todos os cinco titulares fizeram duplo-dígito, quatro deles acertaram mais de 50% dos arremessos. Os Lakers até perderam no rebote (como sempre, né?), mas com 61% de aproveitamento nos arremessos, não deu outra.

    Deandre Ayton, que jogou 29 dos seus 38 minutos ao lado de Kennard, ficou sem palavras: “Ele é o número um em arremessos de três da NBA, então não há muito o que dizer. Mas ele está fazendo isso nos playoffs, onde realmente conta. Minha palavra é ‘sem palavras’, pra ser honesto.”

    Sinceramente? Eu não acredito que o Kennard vai manter esse nível a série toda — ninguém mantém. Mas se ele conseguir ficar próximo disso e abraçar os desafios defensivos (que não são poucos), os Lakers têm chance real de esticar essa série até o Luka e o Reaves voltarem.

    E vocês, acham que foi só sorte do primeiro jogo ou o Luke pode mesmo ser essa peça que faltava pros Lakers? Uma coisa é certa: foi o tipo de performance que a gente lembra pra sempre. Primeira vitória em série de playoffs desde 2023, e veio do jeito mais improvável possível.