Autor: Leandro Amorim

  • SGA vira candidato ao prêmio de jogador mais clutch da NBA

    SGA vira candidato ao prêmio de jogador mais clutch da NBA

    Olha, eu sempre soube que o Shai Gilgeous-Alexander era especial, mas agora está oficial: o cara é um dos três finalistas para o prêmio de Clutch Player of the Year da NBA. E depois da atuação dele ontem contra o Suns (25 pontos, 7 assistências numa vitória de 35 pontos), fica difícil argumentar contra.

    A NBA divulgou os finalistas e SGA disputa o Jerry West Trophy com Jamal Murray, do Denver, e Anthony Edwards, do Minnesota. Sinceramente? Acho que é dele para perder.

    Os números não mentem

    O que mais me impressiona é que Gilgeous-Alexander liderou a liga inteira com 175 pontos em situações clutch nesta temporada. Cento e setenta e cinco! Para quem não sabe, clutch time é quando o jogo está decidindo por 5 pontos ou menos nos últimos 5 minutos do quarto período ou prorrogação.

    O maluco praticamente carregou Oklahoma City nas costas nessas situações. Quantas vezes vocês viram o Thunder perdendo e de repente o SGA aparecia com uma enterrada, uma bandeja impossível ou indo para a linha de lance livre? Eu perdi a conta.

    E é exatamente isso que diferencia ele dos concorrentes — a capacidade de ir para o garrafão e conseguir faltas nos momentos mais tensos. Murray é bom, Edwards é um monstro, mas nenhum dos dois tem essa habilidade de “vender” o contato como o canadense.

    Histórico do prêmio

    O prêmio existe desde 2022-23 e já teve alguns donos ilustres: De’Aaron Fox foi o primeiro, Stephen Curry levou no ano seguinte, e Jalen Brunson foi o último vencedor. Agora SGA quer entrar nessa lista seleta.

    Na minha opinião, ele merece. Ver o Thunder passar de uma reconstrução para candidato ao título em grande parte por causa das atuações clutch do cara é absurdo. E olha que ele ainda está concorrendo ao MVP — imaginem ganhar os dois prêmios no mesmo ano?

    O que vocês acham? SGA leva esse prêmio ou Murray/Edwards conseguem surpreender? Eu tô torcendo pelo Thunder, não vou mentir — esse time jovem merece todo reconhecimento possível.

  • Wemby estreia nos playoffs com 35 pontos e já quebra recordes

    Wemby estreia nos playoffs com 35 pontos e já quebra recordes

    Cara, eu sabia que o Victor Wembanyama era especial, mas o que esse garoto fez na estreia dos playoffs foi simplesmente absurdo. 35 pontos no primeiro jogo da pós-temporada — e olha que ele tem apenas 22 anos!

    O francesão não só destruiu Portland como ainda passou o Tim Duncan no quesito “maior pontuação de um Spur na estreia dos playoffs”. Imagina quebrar um recorde do Tim Duncan logo no seu primeiro jogo de playoffs? 12 pontos já no primeiro quarto, 21 no primeiro tempo. Os caras do Portland devem ter pensado: “em que nós nos metemos?”

    A máquina defensiva também funcionou

    E não foi só no ataque que o Wemby brilhou. Defensivamente ele foi um monstro no garrafão, como sempre. Sinceramente, eu não sei como esse cara consegue ser dominante nos dois lados da quadra desse jeito. É finalista do MVP aos 22 anos — e com toda razão.

    O mais legal foi ver que não foi só o show do Wembanyama. Os Spurs mostraram que têm um elenco sólido: Devin Vassell mandou umas bombas de três no terceiro quarto que praticamente definiram o jogo, Stephon Castle e De’Aaron Fox fizeram 17 pontos cada um. Essa dupla distribuiu 15 assistências juntas — basquete coletivo do jeito que a gente gosta de ver.

    Portland não facilitou, mas…

    Justiça seja feita, os Trail Blazers não entregaram de graça. Chegaram a ficar a apenas dois pontos de diferença no terceiro quarto — pensei “opa, vai dar ruim pro garoto francês”. Mas aí os Spurs simplesmente pisaram no acelerador e não olharam mais pra trás.

    Deni Avdija fez um jogaço com 30 pontos e 10 rebotes, e o Scoot Henderson — que foi escolhido logo depois do Wemby no draft — mostrou que também tem categoria com seus 18 pontos. Mas não teve jeito, né? Quando o Alien resolve jogar desse jeito, não tem muito o que fazer.

    111 a 98 no placar final e 1 a 0 na série. O Jogo 2 é na terça-feira, em San Antonio mesmo. Será que Portland consegue se ajustar? Ou será que vamos ver mais uma masterclass do futuro da NBA? Eu tô ansioso pra descobrir!

  • Booker admite: ‘receita para o desastre’ explica a surra em OKC

    Booker admite: ‘receita para o desastre’ explica a surra em OKC

    Cara, que vexame foi esse do Phoenix Suns ontem à noite. Tomaram uma surra histórica do Thunder em Oklahoma City: 119 a 84. E olha que eu achava que eles tinham chances de incomodar depois de passar pelos Warriors no Play-In…

    Devin Booker não teve papas na língua no pós-jogo. O cara foi direto: ’19 turnovers e eles pegaram 19 rebotes ofensivos. Isso é receita para o desastre’. Sinceramente? Ele tá certo. Não dá pra ganhar jogo na NBA assim, muito menos nos playoffs.

    A matemática cruel dos números

    Os Suns atiraram com apenas 35% de aproveitamento — isso é coisa de time do ensino médio, mano. E pior: entregaram 34 pontos em erros de ataque. Trinta e quatro! Contra um time jovem e faminto como Oklahoma City, é pedir pra ser atropelado.

    Booker até que fez sua parte com 23 pontos, mas sozinho não rola. Jalen Green, que tinha destruído os Warriors, sumiu completamente: só 16 pontos em 6 de 16 arremessos. Quando seu segundo cestinha desaparece assim, já era.

    Shai mostrando porque é MVP

    Do outro lado, Shai Gilgeous-Alexander fez uma clínica de como comandar um time. Mesmo sendo bem marcado, o canadense criou oportunidades pra todo mundo. E o Jalen Williams? Monstro. Booker até reconheceu: ‘Ele fez uma puta temporada de playoffs ano passado. Até fez 40 pontos nas finais’.

    Na minha visão, Phoenix mostrou exatamente o que eu temia: chegaram cansados depois do Play-In. Começaram mal, levaram uns socos no começo e nunca se recuperaram. Chegaram a ficar 39 pontos atrás — é humilhação pura.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem reagir no jogo 2 na quarta? Ou o Thunder vai confirmar que é favorito e encerrar logo essa série?

  • Wemby estreia nos playoffs com 35 pontos e massacre dos Spurs

    Wemby estreia nos playoffs com 35 pontos e massacre dos Spurs

    Gente, eu sabia que o Victor Wembanyama era especial, mas 35 pontos na estreia dos playoffs? Isso não é normal, nem pra ele.

    O Spurs simplesmente atropelou o Portland Trail Blazers por 111-98 no Game 1, e o francês de 2,24m mostrou porque é considerado o futuro da NBA. Foram 35 pontos com 13/21 nos arremessos, incluindo um absurdo 5/6 do perímetro. Cinco rebotes e dois tocos completaram a noite mágica do garoto.

    Spurs volta aos playoffs depois de 6 anos

    Olha, eu confesso que não esperava uma volta tão avassaladora dos Spurs aos playoffs. Seis anos longe da pós-temporada, e quando voltam é assim: com 62 vitórias na temporada regular e segundo lugar no Oeste. Popovich deve estar se sentindo 20 anos mais novo.

    O que mais me impressionou foi como o Wemby simplesmente ignorou a pressão. Primeiro playoff da carreira e o cara jogou como se fosse veterano de mil batalhas. Donovan Clingan e Robert Williams III viraram coadjuvantes — coitados, nem sabiam como marcar o monstro.

    Elenco equilibrado surpreende

    Mas não foi só show do Wembanyama não. Stephon Castle contribuiu com 17 pontos, 7 rebotes e 7 assistências. De’Aaron Fox também fez sua parte: 17 pontos e 8 assistências. Esse time tem cara de quem pode incomodar muito gente nestes playoffs.

    Os números do Spurs no jogo foram impressionantes: 48% nos arremessos gerais e 15/33 das três. Chegaram a abrir 21 pontos de vantagem! O Frost Bank Center virou uma festa, e dá pra entender o porquê.

    O que mais me chama atenção no Wembanyama é a confiança. Aos 22 anos, o cara já fala abertamente sobre levar o Spurs às Finais e ganhar MVP. Sinceramente? Do jeito que ele tá jogando, não duvido de nada.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem manter esse ritmo? O Game 2 é na terça-feira, e eu tô curioso pra ver se Portland consegue ajustar alguma coisa ou se vai ser mais um massacre.

  • Vassell vira monstro em 80 segundos e ajuda Spurs a dominar Blazers

    Vassell vira monstro em 80 segundos e ajuda Spurs a dominar Blazers

    Olha, eu já vi muita coisa na NBA ao longo dos anos, mas o que o Devin Vassell fez ontem à noite foi de outro mundo. Cara simplesmente decidiu que ia resolver o jogo em 80 segundos no terceiro quarto — e não é força de expressão não!

    Vamos ao que aconteceu: primeiro ele bloqueou um cara no garrafão, depois voou pra dar uma tampada de perseguição (aquelas que a gente ama ver), e ainda por cima converteu duas bolas de três consecutivas. Tudo isso em um minuto e vinte segundos. Absurdo demais!

    A evolução de Vassell impressiona

    Sinceramente, acho que a galera ainda não dá o devido valor pro Vassell. O mano tá na sexta temporada dele pelos Spurs e virou peça fundamental nesse time que voltou aos playoffs depois de cinco anos fora. E olha que não foi fácil — ele subiu na hierarquia na raça, provando que é confiável nos dois lados da quadra.

    Ontem ele terminou com 15 pontos, 3 rebotes, 2 assistências e 2 tocos. Pode parecer números normais, mas foi a qualidade das jogadas que fez a diferença. 4 de 9 do perímetro, sendo que duas dessas bolas de três vieram naquela sequência maluca que mudou o rumo do jogo.

    Spurs dominaram onde precisavam

    Mas não foi só o show do Vassell não. Os Spurs fizeram o dever de casa completo no Jogo 1. 15 bolas de três em 45% de aproveitamento — coisa linda de se ver! E no rebote? 45 contra 38 dos Blazers. Quando você ganha no perímetro e no garrafão, não tem mistério.

    Victor Wembanyama liderou a festa com 35 pontos (o moleque é um alienígena mesmo), De’Aaron Fox e Stephon Castle contribuíram com 17 cada um. Time funcionando em todas as peças.

    E aí, vocês acham que os Blazers conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque do jeito que os Spurs estão jogando em casa, vai ser difícil viu. O próximo duelo é amanhã, às 21h, e eu tô ansioso pra ver se o Vassell mantém esse nível — ou se foi só um flash de genialidade mesmo.

  • Thunder atropela Suns e mostra que tá longe de ter ressaca de campeão

    Thunder atropela Suns e mostra que tá longe de ter ressaca de campeão

    Cara, se você torcia pra que o Thunder desse uma esfriada depois do título, sinto muito te informar: eles tão só esquentando os motores. E ontem à noite foi só uma prévia do que vem por aí.

    O que rolou no Paycom Center foi simplesmente um massacre. 119 a 84. Trinta e cinco pontos de diferença. Contra um time dos Suns que não é qualquer coisa, viu? Eles acabaram de passar pelo Play-In como se fosse brincadeira, mas chegaram em Oklahoma e tomaram uma surra histórica.

    Quando a casa desabou

    Olha, os Suns até começaram bem — abriram 5 a 0. Mas aí o Dillon Brooks resolveu fazer uma falta flagrante no Chet Holmgren e pronto: foi o sinal que o Thunder tava esperando. Parcial de 12 a 2 e game over.

    O mais louco? O Shai Gilgeous-Alexander jogou mal pra caramba, acertando só 5 dos 18 arremessos de quadra. Mas mesmo assim o cara dominou o jogo indo 17 vezes na linha do lance livre. Enquanto isso, o Jalen Williams fez 22 pontos cortando a defesa como se fosse manteiga.

    E a defesa do Thunder? Monstro total. Segurou o Phoenix em ridículos 34,9% de aproveitamento nos arremessos. Devin Booker sumiu do mapa.

    Sistema à prova de estrelas

    Sabe o que mais me impressiona nesse Thunder? Eles construíram algo que independe de um jogador só. Antigamente, se o SGA tivesse uma noite ruim como essa (27% nos arremessos), o time provavelmente perderia ou passaria sufoco no último período.

    Mas não. Ganharam de 35 pontos.

    O Jalen Williams virou uma segunda opção confiável de verdade, o Chet Holmgren protege o garrafão E ainda abre a quadra com o arremesso de três… Cara, esse elenco tá equilibrado de um jeito assustador.

    Psicológico de campeão

    Tem uma coisa que só quem ganhou título tem: aquela tranquilidade absurda. Vocês viram como eles reagiram quando os Suns abriram o placar? Zero desespero. Zero pressa. Jogaram como quem SABE que é melhor.

    E essa mentalidade é contagiosa, né? Imagina você sendo adversário e vendo esse Thunder jogar assim logo no primeiro jogo dos playoffs. Deve bater um desânimo…

    Sinceramente, eu não esperava que eles começassem os playoffs destruindo todo mundo desse jeito. Pensei que podia rolar uma ressaquinha de campeão, sabe? Mas pelo visto é o contrário: eles tão com mais fome ainda.

    E aí, vocês acham que alguém consegue parar essa máquina? Porque do jeito que eles começaram, tá difícil ver quem vai conseguir tirar esse bicampeonato das mãos deles.

  • Curry conta história emocionante de quando surpreeendeu Butler

    Curry conta história emocionante de quando surpreeendeu Butler

    Cara, essa história do Curry é simplesmente linda demais. Quem acompanha a NBA sabe que o Jimmy Butler é o rei das surpresas — lembram do “Emo Jimmy” no Media Day do Heat? Ou quando ele lançou a própria marca de café dentro da bolha? Pois é, dessa vez foi ele quem levou o susto.

    Aconteceu durante aquela fase maluca do Curry em “free agency de tênis” na temporada passada, quando todo mundo ficava especulando qual marca ele ia calçar a cada jogo. E aí que vem o plot twist: o cara resolveu jogar com o Li-Ning do próprio Butler — o JB4 “Dark Knight” — sem avisar NINGUÉM.

    O momento que marcou pra sempre

    “Acho que foi a primeira vez que usei um tênis que não era meu numa partida oficial”, contou Curry no próprio canal do YouTube. E olha só que timing perfeito: ninguém sabia até literalmente o momento do círculo antes do jogo começar.

    Imaginem a cena: galera toda se preparando, fazendo aquela dancinha de aquecimento, quando o Buddy Hield (que saudade dele nos Warriors, né?) aponta pro pé do Curry e fala: “Olha só…” Aí o Jimmy olha pra baixo e simplesmente PIROU.

    “Ele perdeu a cabeça porque não fazia ideia. Todo mundo tava no próprio modo, se preparando pro jogo”, lembra Curry. “Vou guardar esse momento pro resto da vida, porque foi uma coisa de companheiro pra companheiro, mostrando amor.”

    Memórias que valem mais que dinheiro

    E vocês sabem que o Curry tá leiloando toda aquela coleção da “free agency de tênis” pela fundação dele, né? Mas essa história mostra que algumas coisas não têm preço. É sobre criar momentos únicos do nada.

    Sinceramente, eu acho isso monstro demais. Numa liga onde tudo vira marketing e business, ver essa simplicidade entre companheiros de equipe é refrescante. O Butler sempre foi esse cara que valoriza os gestos pequenos — lembram quando ele levou café pra todo mundo durante os playoffs?

    “O fato de eu ter chegado até a bola ao alto e ele não ter a menor ideia de que eu tava usando o tênis dele”, disse Curry, “esses momentos são sempre divertidos porque você cria uma memória do nada.”

    E aí, pessoal, vocês acham que essa parceria Curry-Butler vai render mais surpresas? Uma coisa é certa: com esses dois no mesmo time, nunca vai faltar história pra contar.

  • Celtics massacram os Sixers no Game 1: os Jays mandaram ver!

    Celtics massacram os Sixers no Game 1: os Jays mandaram ver!

    Cara, que show foi esse dos Celtics ontem! 123-91 no primeiro jogo da série contra os Sixers. Não foi vitória, foi atropelo mesmo.

    Os Jays (Jayson Tatum e Jaylen Brown) simplesmente resolveram mostrar porque são um dos duos mais letais da NBA. 51 pontos combinados e 10 assistências. Absurdo!

    Tatum voltou com tudo

    Olha, eu confesso que tava com um pé atrás com o Tatum depois de só 16 jogos na temporada regular. Mas o cara calou minha boca — e de todo mundo que duvidou. 25 pontos, 11 rebotes e 7 assistências. Quase um triple-double no primeiro jogo dos playoffs.

    E o mais impressionante? Um ano depois da lesão no tendão de Aquiles, o cara tá voando em quadra. Defendendo com energia e atacando a cesta como um touro bravo. Sinceramente, não esperava ver ele nesse nível tão rápido.

    Já o Jaylen Brown fez o que sempre faz: carregou o time nas costas quando precisou. 26 pontos, sendo que nos momentos decisivos do terceiro quarto — quando os Sixers ameaçaram uma reação — ele simplesmente não errou mais. 7 de 9 arremessos no segundo tempo. Monstro!

    O banco também apareceu

    Uma coisa que me chamou atenção foi a profundidade do elenco dos Celtics. Joe Mazzulla usou 12 jogadores! Todo mundo contribuindo: Sam Hauser cravando 4 de 6 do perímetro, Payton Pritchard com 12 pontos saindo do banco, até o Baylor Scheierman dando suas contribuições.

    O banco dos Celtics fez 37 pontos contra 27 dos Sixers. Quando você tem essa profundidade nos playoffs, fica difícil de parar.

    E o Tyrese Maxey?

    Falando dos Sixers, o Tyrese Maxey até liderou eles em pontuação com 21, mas não foi nada eficiente: 8 de 20 arremessos. Os Celtics fizeram um bom trabalho defensivo contendo ele, que é praticamente o único cara que ainda pode incomodar nesse time sem o Embiid.

    Uma coisa que me surpreendeu foi ver os Celtics forçando 14 turnovers. Isso nunca foi o forte deles, mas quando funciona… 22 pontos em cima dos erros adversários. E eles só perderam a bola 8 vezes. Controlaram o jogo do início ao fim.

    O Game 2 é terça-feira, 19h, no TD Garden. Vocês acham que os Sixers conseguem reagir ou os Celtics vão fazer 2-0 em casa mesmo? Eu tô achando que vai ser mais uma lavada, não vou mentir.

  • Spurs viram festa mexicana nos playoffs com Wemby destruindo

    Spurs viram festa mexicana nos playoffs com Wemby destruindo

    Cara, que volta aos playoffs foi essa dos Spurs! Depois de seis anos longe da pós-temporada, San Antonio decidiu fazer bonito — e quando eu digo bonito, é BONITO mesmo. O Frost Bank Center virou uma festa mexicana literal no domingo, com a torcida toda coordenada em camisas coloridas que deixaram a arena parecendo um arco-íris.

    A ideia dos Spurs foi genial: ao invés de dar uma camisa só pra todo mundo (que é o que time normalmente faz), eles dividiram a arena em seções com cores diferentes — azul turquesa, rosa e laranja. Tudo inspirado na Fiesta San Antonio, aquele festival tradicional que rola todo abril por lá. Mano, ficou ABSURDO de bonito.

    Quando as lendas compram a ideia

    O mais legal é que até as lendas David Robinson e Tim Duncan estavam lá, de camisa laranja, comprando a parada toda. Imagina só: dois caras que ganharam cinco títulos juntos ali, curtindo a volta do time aos playoffs depois de tanto tempo. Eu até arrepiei vendo a foto.

    E olha, não foi só visual não. A torcida estava ELÉTRICA desde o primeiro minuto. Sabe quando você sente que o ginásio tá tremendo? Era exatamente isso. Six years, cara. Seis anos longe dos playoffs é tempo demais pra uma franquia histórica como os Spurs.

    Wemby fazendo história logo de cara

    Mas se a festa na arquibancada já estava linda, o que o Victor Wembanyama fez em quadra foi ainda mais espetacular. O francês simplesmente meteu 35 pontos no primeiro jogo de playoff da carreira dele — sendo 21 só no primeiro tempo, que é RECORDE da NBA pra estreia em playoffs.

    Sinceramente, eu sabia que o Wemby era monstro, mas ver ele dominando assim logo no primeiro jogo dos playoffs… O garoto tem 20 anos e já tá jogando como se fosse veterano de guerra. Finalista a MVP E a melhor defensor do ano no primeiro ano de playoffs? Que coisa absurda.

    Os Trail Blazers até tentaram, mas levaram 111 a 98 e nem foi tão apertado assim. Portland vai ter que inventar alguma coisa muito maluca pra conseguir parar esse Spurs que voltou com tudo.

    E aí, vocês acham que San Antonio consegue ir longe nesses playoffs? Com essa torcida em casa e o Wemby jogando desse jeito, eu tô começando a sonhar alto…

  • Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    Brunson ignora provocação e foca no Jogo 2: ‘Temos que estar prontos’

    O clima já esquentou entre Knicks e Hawks, e olha que estamos só no Jogo 1! Depois da vitória por 113 a 102 no Madison Square Garden, CJ McCollum resolveu cutucar Jalen Brunson, acusando o armador dos Knicks de ‘teatro’ após levar uma cotovelada no terceiro quarto.

    “Eu arremessei um jump shot e o Jalen achou que estávamos numa peça da Broadway”, disparou McCollum no pós-jogo. “Ele encenou até revisarem o lance. Foi um arremesso normal, nada demais — desnecessário, e espero receber meus 2.500 dólares (da multa) de volta.”

    Brunson? Frio como gelo.

    “Não tenho reação nenhuma”, disse o capitão dos Knicks após o treino de domingo. Cara, essa postura mental é exatamente o que você quer ver de um líder nos playoffs. Nada de entrar em picuinha — foco total no que importa.

    28 pontos e liderança na quadra

    Enquanto McCollum reclamava, Brunson deixava o basquete falar por ele. 28 pontos contra 26 do rival, liderando os Knicks junto com Karl-Anthony Towns numa performance coletiva que mostrou por que Nova York é favorita nesta série.

    O técnico Mike Brown nem ligou para a polêmica: “Muitos caras vão falar muita coisa durante os playoffs. O que as pessoas querem falar, problema delas.”

    Sinceramente? Acho que o McCollum tá é nervoso. Perder o Jogo 1 em casa do adversário dói, e essa provocação meio que entrega que ele sabe que vai ser difícil.

    Garden fervilhando e pressão total

    Josh Hart descreveu perfeitamente a atmosfera: “Você tem que estar lá e sentir na pele pra entender. Temporada regular sempre é legal, mas playoffs em Nova York é diferente. A vibe é outra. Tudo fica mais intenso no Garden.”

    E é verdade mesmo — quem já viu playoff no MSG sabe que aquele lugar vira um caldeirão. Os Hawks vão sentir essa pressão toda segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), no Jogo 2.

    “Temos que estar prontos para eles”, disse Brunson. “Você sabe que os times geralmente se recuperam depois de uma derrota, então temos que elevar nossa intensidade, nossa fisicalidade e estar prontos pra igualar a deles.”

    Vocês acham que Atlanta consegue empatar a série fora de casa, ou os Knicks vão abrir 2 a 0 antes de viajar pra Georgia? Pelo que vi no Jogo 1, Brunson tá num nível absurdo e os Hawks vão ter que inventar algo especial pra parar esse cara.