Autor: Leandro Amorim

  • Draymond sente que foi o fim da era Warriors com Steve Kerr

    Draymond sente que foi o fim da era Warriors com Steve Kerr

    Cara, eu assisti aquele momento na sexta-feira e senti um arrepio na espinha. Draymond Green, Stephen Curry e Steve Kerr se reunindo ali na quadra depois da eliminação pros Suns… tinha cara de despedida mesmo.

    E o próprio Draymond confirmou o que todo mundo tava pensando no podcast dele. “Sinceramente? Acho que não volta”, disse sobre Kerr. “Teve aquela sensação de que era isso mesmo.” Mano, doeu até no Green falar isso.

    O momento que pode ter sido histórico

    Imaginem a cena: Warriors perdendo de 15 pra Phoenix no Play-In, sonho do título indo pro espaço mais uma vez. Aí o Kerr chama os dois caras que construíram essa dinastia com ele pra um último papo. Draymond disse que nunca ficou tão incerto sobre o futuro desde o começo da carreira.

    “Fomos sortudos de ter Steve como técnico por 12 anos”, falou o Green. E olha, ele tá certo. Quatro títulos, uma das maiores dinastias da história da NBA. Mas será que acabou mesmo?

    O contrato do Kerr venceu, e ele disse que vai “pensar um pouco” antes de decidir. Translation: o cara tá bem dividido. Por um lado, ainda tem o Curry jogando em alto nível. Por outro, esse elenco dos Warriors tá claramente atrás dos outros candidatos a título no Oeste.

    Warriors no crossroads total

    A situação é complicada mesmo. Se o Kerr voltar, a diretoria quer que seja pra um contrato longo, não pra ficar fazendo tour de despedida na temporada que vem. Faz sentido, né? Ninguém quer aquele clima estranho o ano todo.

    E tem mais: o próprio Draymond tem só mais um ano de contrato (player option), e mesmo ele não sabe se vai continuar. “Espero estar nesse time ano que vem, mas também não sabemos disso”, confessou.

    Vocês acham que os Warriors conseguem convencer o Kerr a ficar? Porque sinceramente, depois de ver Jimmy Butler se machucar logo no começo da temporada e o time claramente sem forças pra brigar com Denver, Phoenix, Minnesota… sei não.

    A decisão do Kerr deve sair nas próximas semanas. Se ele sair mesmo, pode ser o início de uma reformulação gigante em Golden State. O Curry ainda joga muito (isso ninguém nega), mas aos 38 anos, quanto tempo mais ele aguenta carregar esse time nas costas?

    Uma era que começou em 2014 pode estar chegando ao fim. Doze anos, quatro títulos, mudaram pra sempre como o basquete é jogado. Se for despedida mesmo, foi linda a caminhada.

  • Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Mitchell e Harden arrebentam e Cavs abrem 2-0 contra os Raptors

    Cara, que jogaço foi esse dos Cavaliers ontem! Donovan Mitchell com 30 pontos, James Harden fazendo 28, e os Cavs simplesmente dominaram os Raptors por 115 a 105. Agora estão com 2-0 na série dos playoffs, e olha — eu não sei se Toronto consegue se recuperar disso.

    O que mais me impressiona é que essa sequência dos Cavs contra os Raptors já virou obsessão. Doze vitórias consecutivas nos playoffs! DOZE! Isso empata o recorde da NBA de vitórias seguidas contra um mesmo adversário na pós-temporada. A última vez que Toronto ganhou dos Cavaliers nos playoffs foi… bem, faz tanto tempo que nem lembro direito.

    Trio de fogo dos Cavaliers

    Evan Mobley também meteu os seus 25 pontos com 8 rebotes, completando um trio absurdo. Três caras com 25 ou mais pontos — isso é coisa de time grande, monstro. E o mais louco? Os Cavaliers nunca ficaram atrás no placar. Nunca! Controlaram o jogo do início ao fim.

    Sinceramente, essa dupla Mitchell-Harden está funcionando melhor do que eu imaginava quando rolou a troca. Harden ainda conseguiu 5 roubadas de bola (a quarta vez na carreira dele com pelo menos 5 nos playoffs) e chegou aos 1.139 assists na pós-temporada — agora é o sétimo da história.

    Toronto tentou, mas não foi o suficiente

    Não vou mentir, os Raptors não entregaram de graça não. Scottie Barnes fez 26 pontos (recorde pessoal dele nos playoffs) e RJ Barrett contribuiu com 22 pontos e 9 rebotes. Teve um momento no quarto período que Barnes meteu uma bandeja e deixou o jogo 99 a 90, aí você pensa ‘opa, será que vem a virada?’

    Mas aí que o Mitchell mostrou porque é craque. Sete pontos seguidos na sequência e matou qualquer sonho canadense. Foi cirúrgico.

    Agora a série vai pra Toronto na quinta-feira para o jogo 3, e a pergunta que não quer calar: será que os Raptors conseguem pelo menos ganhar um em casa? Porque do jeito que os Cavs estão jogando, essa série pode acabar em uma varrida histórica.

    E vocês, acham que Toronto tem alguma chance de reverter essa situação? Porque eu tô achando difícil…

  • Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Olha, o negócio esquentou ontem para definir as posições finais da loteria do Draft 2026. O Utah Jazz conseguiu ganhar o desempate contra o Sacramento Kings e garantiu a quarta posição na loteria — uma diferença que pode ser crucial na noite do sorteio.

    E cara, que ironia! Os Kings estavam ali, firmes e fortes para terminar entre os quatro piores times da liga, mas aí resolveram ganhar três dos últimos dez jogos da temporada. Enquanto isso, o Jazz fez exatamente o contrário: perdeu nove dos últimos dez. Na penúltima partida da temporada regular, Sacramento teve a chance de cravar a quarta posição, mas foi lá e venceu o Golden State Warriors em casa. Vai entender…

    Como ficaram as odds na loteria?

    Agora vem a parte interessante. Quando há empate na classificação final, as odds são divididas meio a meio entre os times. Tanto Kings quanto Jazz têm 45,2% de chance de conseguir uma pick no top 4 e 11,5% de probabilidade de levar a primeira escolha geral.

    Mas aqui que a coisa fica tensa para Sacramento: existe uma chance — pequena, mas existe — de eles caírem até a nona posição. É só 0,6% de probabilidade, mas imagina a cara dos caras se isso acontecer? Por outro lado, têm 8,5% de chance de pegar a oitava pick.

    Outros desempates que movimentaram o draft

    Não foram só Kings e Jazz que disputaram posição. O New Orleans Pelicans venceu o desempate contra o Dallas Mavericks pela sétima colocação na loteria. E olha que curioso: ano passado Dallas ganhou um desempate parecido contra o Bulls, conseguiu a 11ª posição e acabou levando a primeira pick geral pra casa, escolhendo o Cooper Flagg. Dessa vez não deu sorte.

    Agora Dallas fica com 29% de chance no top 4 e apenas 6,7% de probabilidade de repetir a dose com outra primeira pick consecutiva. Detalhe importante: os Mavericks não controlam sua própria primeira escolha até 2031 depois deste draft.

    No meio da primeira rodada também teve movimento. Os Suns ganharam desempate triplo com Magic e 76ers pela 16ª pick (que vai pro Memphis). Philadelphia ficou com a 17ª (que vai pro Thunder) e Orlando com a 18ª (pros Hornets).

    A loteria promete emocionar

    A loteria vai rolar no dia 10 de maio em Chicago, e cara, Washington, Indiana e Brooklyn dividem as melhores chances com 14% cada para a primeira pick. Mas sinceramente? Depois de ver Dallas sair da 11ª posição direto pro topo ano passado, qualquer coisa pode acontecer.

    O que vocês acham? Sacramento vai conseguir se manter no top 5 ou vai pagar o preço por ter ganhado aqueles jogos no final da temporada? E o Jazz, será que finalmente acerta na loteria depois de tanto tempo reconstruindo? Uma coisa é certa: maio vai ser tenso para esses GMs.

  • Podziemski quer ficar nos Warriors: ‘Quero estar aqui a longo prazo’

    Podziemski quer ficar nos Warriors: ‘Quero estar aqui a longo prazo’

    Olha, eu sempre fico feliz quando vejo um jovem talento querendo criar raízes no time que apostou nele. É o caso do Brandin Podziemski, que deixou bem claro na segunda-feira: ele quer continuar vestindo o azul e amarelo dos Warriors por muito tempo.

    “Quero estar aqui a longo prazo”, disparou o armador durante as entrevistas de fim de temporada. “É sempre especial ter o time que te draftou, então espero que possamos acertar algo.”

    Cara, o moleque tem razão. Tem algo mágico em crescer no time que acreditou em você desde o começo. E pelos números que ele apresentou na terceira temporada, os Warriors fizeram uma baita escolha.

    Os números não mentem

    Podziemski fechou a temporada com médias de 13.8 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências. Mas sabe o que mais me impressiona? O cara jogou todos os 82 jogos da temporada regular. Isso mesmo, 82 de 82!

    Apenas 17 jogadores na liga inteira conseguiram essa marca. Em uma era onde todo mundo fala de “load management” e descanso estratégico, ver um jovem com essa dedicação é refrescante. Isso mostra o caráter do garoto e por que os Warriors querem segurá-lo.

    Aprendendo com os veteranos

    O interessante é que Podziemski não está navegando nessas águas sozinho. Ele teve a oportunidade de observar como Moses Moody e Jonathan Kuminga lidaram com suas próprias extensões — e cada um tomou um caminho diferente.

    “Acho que ver tanto ele quanto o Moses fazendo coisas diferentes me ajudou”, explicou Podziemski. “Ver os prós e contras de ambos os lados. Não acho que um seja melhor que o outro, mas observar isso como companheiro de equipe vai me ajudar.”

    Moody fechou uma extensão de três anos por US$ 39 milhões em outubro de 2024 — negociação rápida e sem drama. Já Kuminga deixou rolar até o training camp antes de aceitar dois anos por US$ 48.5 milhões, só para depois ser trocado para o Atlanta Hawks por Kristaps Porzingis em fevereiro.

    Dois exemplos bem diferentes de como essas negociações podem correr, né? O Podziemski está confiante que seu agente Bill Duffy e o front office dos Warriors vão encontrar um meio termo nos próximos meses.

    Sinceramente, eu torço para que dê tudo certo. O garoto tem potencial para ser uma peça importante no futuro dos Warriors, e seria legal vê-lo crescendo ali por muitos anos. Vocês acham que os Warriors vão abrir o cofre para segurar o jovem armador?

  • Al Horford aos 40 anos: aposentadoria ou mais uma temporada?

    Al Horford aos 40 anos: aposentadoria ou mais uma temporada?

    Olha, eu não esperava que aos 40 anos ainda estaríamos falando do Al Horford como uma peça importante na NBA. Mas é isso aí — o veterano do Golden State Warriors está refletindo se vai exercer sua opção de jogador no valor de quase 6 milhões de dólares para a próxima temporada ou se é hora de pendurar as chuteiras de vez.

    “Não quero tomar uma decisão na emoção”, disse o Big Al na segunda-feira. E sinceramente? Faz total sentido. Aos 39 anos (completa 40 em junho), o cara já passou por tanta coisa na liga que sabe como essas decisões precisam ser pensadas com calma.

    Uma temporada complicada, mas ainda relevante

    Vamos ser honestos: 2023-24 não foi fácil pro Horford. Apenas 45 jogos disputados por conta de lesões, médias de 8.3 pontos e 4.9 rebotes — números bem longe do que já vimos dele no auge. Mas aqui tá o negócio que muita gente não percebe: basketball não é só estatística.

    Mesmo com pouco tempo de quadra, Al virou aquela referência no vestiário dos Warriors. Sabe aquele veterano que todo mundo respeita e que resolve os pepinos quando a coisa esquenta? É exatamente esse papel que ele assumiu em Golden State.

    “Felizmente estou saudável e ainda sinto que posso contribuir em alto nível”, comentou. E cara, vendo ele jogar quando estava 100%, dá pra acreditar mesmo. O QI de basquete do homem é absurdo.

    Warriors ou aposentadoria? A decisão que pode definir tudo

    A grande questão agora é: será que os Warriors conseguem convencer o veterano a ficar? Horford deixou claro que a perspectiva competitiva do time vai pesar muito na decisão. E olha, depois da temporada irregular que Golden State teve, essa não é uma conversa simples.

    Por outro lado, a família dele já se adaptou na região da Baía de São Francisco, o que pode jogar a favor dos Warriors. Quem tem filhos sabe como é importante essa estabilidade familiar, né?

    Sinceramente acho que Al ainda tem combustível pra mais uma temporada. O cara é um monstro em termos de profissionalismo e experiência — exatamente o que um time jovem como os Warriors precisam. E vocês, acham que ele aguenta mais uma campanha ou é melhor se aposentar no topo?

    As próximas semanas vão ser decisivas. Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, Al Horford já garantiu seu lugar na história da NBA. Poucos conseguem ser relevantes aos 40 anos nessa liga maluca.

  • Embiid começa reabilitação mas 76ers levam um baile sem ele

    Embiid começa reabilitação mas 76ers levam um baile sem ele

    Olha, a situação do Joel Embiid tá complicada mesmo. O cara começou um programa de fortalecimento depois da apendicite que tirou ele de circulação há duas semanas, mas continua em Filadélfia e tá fora do jogo 2 contra os Celtics na terça.

    E os números já mostram o estrago: 123 a 91 pro Boston no primeiro jogo. Sinceramente? Era meio esperado, mas ver na prática como os Sixers ficam perdidos sem o Embiid é de doer o coração.

    O buraco que o MVP deixa

    Sem o gigante no garrafão, os Celtics puderam marcar o Tyrese Maxey e o Paul George com muito mais liberdade. É aquela coisa: quando você não tem uma ameaça real no poste, a defesa adversária fica solta pra fazer a vida dos outros difícil. E Boston fez isso muito bem — sufocaram completamente o ataque dos Sixers.

    O mais frustrante? Boston simplesmente não tem ninguém pra parar o Embiid no um contra um. Mas com ele no banco de terno, essa vantagem vira pó.

    Nick Nurse tentando consertar o estrago

    O técnico Nick Nurse foi bem direto depois da derrota. Disse que o treino de segunda foi “mais específico” que o normal. Traduzindo: os caras levaram uma bronca e tanto no vídeo.

    “Normalmente a gente passa o filme geral, ataque, defesa, jogadas especiais”, disse Nurse. “Hoje não. Fomos muito mais específicos.”

    Na minha visão, isso é código para “vocês jogaram mal pra caramba e precisam acordar”. E olha, não tá errado não.

    A esperança dos Sixers é que o Embiid volte ainda nesta série, mas a janela tá fechando rápido. Se Boston abrir 2-0, fica difícil demais — principalmente considerando que Embiid jogou só 38 jogos na temporada regular, média de 26 pontos por jogo.

    O plano original era poupar o cara durante a temporada regular justamente pra ter ele 100% nos playoffs. Aí vem uma apendicite do nada e bagunça tudo. Basquete às vezes é cruel mesmo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem pelo menos equilibrar a série sem o Embiid? Porque do jeito que tá, pode virar um massacre.

  • Draymond quer renovar com Warriors: ‘Não quero estar aqui por pena’

    Draymond quer renovar com Warriors: ‘Não quero estar aqui por pena’

    Olha, eu sempre soube que o Draymond Green era maluco, mas agora ele tá fazendo uma jogada que poucos fariam. O cara tem uma opção de jogador de 27,6 milhões de dólares para 2026-27 com os Warriors, mas aparentemente tá interessado em RECUSAR essa grana toda pra assinar um contrato maior e mais longo.

    É isso mesmo que vocês leram. Ele quer ganhar menos no próximo ano em troca de mais segurança no futuro. Estratégia interessante, não vou mentir.

    O que mudou no jogo do Draymond?

    Vamos ser honestos aqui: o Green não é mais aquele monstro defensivo que ganhava DPOY. No ataque então… cara, o cara praticamente não pontua mais. Mas olha só — contra o Kawhi Leonard no play-in, ele mostrou que ainda tem muito basquete pra dar. E isso que o Leonard não é qualquer um, né?

    O que me impressiona é o reconhecimento que ele teve da organização. Mesmo com todas as confusões (vocês sabem como ele é esquentadinho), os Warriors elogiaram a “atitude, abordagem e liderança dele durante uma temporada adversa”. Pra quem acompanha a carreira do cara, isso é surreal.

    Warriors cogitaram trocar por Giannis

    Aqui que fica interessante: aparentemente Golden State até incluiu o nome do Draymond nas conversas pelo Giannis Antetokounmpo. Imagina só essa troca? Mas segundo as fontes, nunca houve um desejo real de se desfazer dele.

    E olha a sinceridade do próprio Green: “Não vou me aposentar do basquete. Ainda amo jogar. Ainda acho que sou bem decente. Mas essa liga é interessante. Você não controla tudo. Pra mim, espero ter feito o suficiente pra estar aqui. Se não fiz o suficiente, não quero estar aqui. Nunca quero ouvir ‘vamos manter ele pelo que fez antes’. O que ainda posso fazer?”

    Cara, essa frase me pegou. É raro ver um jogador com essa autocrítica e ao mesmo tempo essa determinação. O cara não quer esmola, quer provar que ainda vale a pena.

    E aí, vocês acham que os Warriors vão topar essa de decline-and-extend? Sinceramente, acho que faz sentido pros dois lados. O Draymond ainda agrega muito, principalmente nos playoffs, e Golden State precisa de experiência pra tentar mais um título com o núcleo histórico.

  • Dunleavy Jr. renova com Warriors e descarta Bulls

    Dunleavy Jr. renova com Warriors e descarta Bulls

    Olha, tem uma coisa que eu sempre falo: quando você encontra um lugar onde dá certo, fica quieto por lá. E é exatamente isso que Mike Dunleavy Jr. fez com o Golden State Warriors.

    O cara assinou uma extensão de contrato há poucos meses e tem mais algumas temporadas pela frente em Oakland. Dunleavy assumiu o posto de GM depois que Bob Myers vazou em 2023, e sinceramente? Acho que foi uma das melhores decisões que o Warriors fez nos últimos anos.

    A confiança de todo mundo

    O que mais me impressiona é como ele conquistou a confiança de literalmente todo mundo que importa naquela franquia. Joe Lacob (o dono), Steve Kerr, Stephen Curry, Draymond Green… e pasmem, Jimmy Butler também.

    E por falar em Butler – que negócio absurdo foi aquela trade em fevereiro, né? O fato do Dunleavy ter jogado com o Jimmy foi fundamental pra conseguir trazer ele pro Warriors. Às vezes essas conexões pessoais valem mais que qualquer estratégia de front office.

    Bulls tentaram, mas não rolou

    Teve uns rumores aí de que o Chicago Bulls estava de olho nele pra preencher a vaga de GM deles. Faz sentido até – o cara é de lá, tem história com a franquia. Mas Dunleavy tá firme e forte em Golden State.

    A trajetória dele no Warriors é interessante. Chegou em 2018-19 como scout, depois virou assistente do Bob Myers, e quando o Myers decidiu cair fora, assumiu tudo. É aquela história clássica de quem conhece a casa por dentro.

    Vocês acham que ele vai conseguir manter o Warriors competitivo na era pós-dinastia? Com Curry já beirando os 40, Green meio que na mesma, e agora com Butler no mix… vai ser interessante de acompanhar.

    Uma coisa é certa: ele não vai ser mais um GM que pula de franquia em franquia. Tá ali pra ficar, construir algo duradouro. E olha, depois de tudo que o Warriors conquistou na última década, ter essa estabilidade no front office pode ser exatamente o que eles precisam pra não virar mais um time que desmoronou depois do sucesso.

  • Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Chicago Bulls definem 6 candidatos para presidente de basquete

    Cara, parece que o Chicago Bulls finalmente tá levando a sério essa reformulação no front office. Depois de anos de vacilação e uma temporada que foi de mal a pior, a franquia já tem seis nomes na mesa para assumir o comando das operações de basquete.

    A busca começou depois que mandaram embora Arturas Karnisovas e Marc Eversley em abril — e olha, sinceramente, já era hora. Em seis anos, os caras conseguiram levar o time aos playoffs apenas uma vez. Uma. Isso com o Michael Jordan eternamente observando do alto lá no United Center.

    Os candidatos da vez

    Entre os cinco executivos que já receberam autorização para entrevista estão alguns nomes bem interessantes. Matt Lloyd, do Minnesota Timberwolves, tem 17 anos de experiência em Chicago — então já conhece a casa. Dennis Lindsey, dos Pistons, é veterano com três décadas de experiência, incluindo sete anos como GM do Jazz.

    Tem também Bryson Graham, que subiu de estagiário a GM nos Pelicans ao longo de 15 temporadas (respeita a escalada!), Mike Gansey dos Cavaliers, que ajudou a reconstruir Cleveland numa força no Leste, e Dave Telep dos Spurs, com 13 anos na máquina de produzir talentos de San Antonio.

    Mas o nome que mais me chamou atenção? Austin Brown, agente da CAA e nativo de Chicago. O cara representa estrelas como Donovan Mitchell, Trae Young e o futuro craque Cooper Flagg. Já ofereceram o cargo de GM pra ele em 2020, e agora pode ser a hora perfeita.

    Billy Donovan é inegociável

    Michael Reinsdorf deixou bem claro uma coisa: quem vier tem que topar trabalhar com Billy Donovan. E olha, faz todo sentido. O cara é técnico do Hall da Fama, ganhou títulos na faculdade e levou Oklahoma City longe nos playoffs.

    “Se alguém não tá vendido no Billy, não tá vendido num técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf. Mensagem recebida alto e claro.

    As entrevistas começam essa semana, e a ideia é fechar contratação antes ou logo depois do combine em maio. Vocês acham que dessa vez o Bulls acerta a mão? Porque depois de anos de mediocridade, a torcida de Chicago merece algo melhor que brigar por play-in.

  • Finch explode: ‘Talvez a gente tenha que começar a encenar também’

    Finch explode: ‘Talvez a gente tenha que começar a encenar também’

    Olha, o Chris Finch tá pistola. E não é pra menos — ver o Jamal Murray indo pra linha de lance livre 16 vezes no Jogo 1 contra apenas 9 tentativas dos seus dois craques principais? Dá pra entender o desespero do técnico do Minnesota.

    “Talvez a gente tenha que começar a encenar também”, disparou Finch antes do Jogo 2. Cara, quando um técnico fala isso abertamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A matemática não fecha

    Vamos aos números que deixaram o Minnesota revoltado: Denver teve 33 lances livres no total contra apenas 19 do Timberwolves. Julius Randle e Anthony Edwards — os caras que carregam o ataque — somaram míseros 9 lances livres juntos. Murray sozinho teve quase o dobro disso.

    “Julius não é um cara que encena. Ant não é um cara que encena”, explicou Finch. “Eles são jogadores físicos que dirigem forte pra cesta. Eles jogam através do primeiro contato. Muitas vezes nesse ponto de contato, se você fingir que caiu, você ganha a falta. Mas se você continua jogando, os árbitros pensam ‘deixa o jogo fluir’”.

    Sinceramente? Finch tem um ponto. Quantas vezes a gente não vê o Edwards voando pra cesta, tomando pancada e não ganhando falta porque ele é forte demais pra “vender” o contato?

    David Adelman rebate

    Do outro lado, o técnico do Denver não gostou nada da insinuação. David Adelman foi na matemática: quatro dos 16 lances livres do Murray vieram de uma falta flagrante num arremesso de 3 e de uma técnica. “Então foram 12”, disse. “E ele foi faltado. São os playoffs. Todo mundo faz política depois dos jogos”.

    E o cara tem razão também — Murray não tava “passeando” pra linha de lance livre. O menino tava jogando no meio da pancadaria que o Minnesota sempre promove. Vocês sabem como é o Timberwolves: eles vão no limite da físicalidade o tempo todo.

    Mas Finch não deu o braço a torcer: “Algumas eram faltas sim, mas quando você revê o filme, nem todas eram faltas”.

    A eterna polêmica da arbitragem

    No fundo, isso é reflexo de uma discussão maior que rola na NBA há anos. A liga tá num momento onde quem “vende” o contato ganha mais falta do que quem tenta jogar através dele. É frustrante pra caramba ver caras como Edwards e Randle — que são máquinas de ir pra cesta — sendo prejudicados por jogar “do jeito certo”.

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves começou naquela série épica de 2024, quando o Minnesota eliminou Denver em sete jogos. E pelo visto, continua pegando fogo em 2026.

    O que vocês acham? Finch tá certo em reclamar ou é só choro de técnico que perdeu o primeiro jogo?