Autor: Leandro Amorim

  • Dupla gasta R$ 500 mil em ingresso só pra ganhar concurso que perderam

    Dupla gasta R$ 500 mil em ingresso só pra ganhar concurso que perderam

    Cara, essa história é absolutamente surreal. Dois caras de Indianapolis — Brandon Taylor e Tom Biddle — apareceram no último jogo da temporada regular dos Lakers vestidos de LeBron e Luka. E não, eles não são famosos. São apenas dois criadores de conteúdo que resolveram trollar o mundo do basquete.

    O Tom, que se chama “Popcorn with Tom” online, realmente parece com o Luka de longe. A altura, o cavanhaque, o corte de cabelo — se você der uma olhada rápida, pode até confundir. Já o Brandon… bem, digamos que a imitação do LeBron dele depende muito mais da autoconfiança do que da semelhança física mesmo.

    A vingança mais cara da história

    Eles viralizaram nas redes, apareceram no telão, chegaram até a final do concurso “Torcedor do Jogo” dos Lakers. Mas perderam. Para uma criança.

    Imagina a frustração? Tom não conseguiu esquecer: “Ficou na minha cabeça que a gente não ganhou o Torcedor do Jogo. Aí decidimos fazer um upgrade nos ingressos pra ter mais vantagem dessa vez.”

    Upgrade é pouco. Os caras compraram ingressos courtside — do lado do banco do Houston Rockets — pro Jogo 1 dos playoffs. Estamos falando de mais de 100 mil dólares. Isso mesmo, meio milhão de reais pra assistir um jogo de basquete fantasiado.

    Sinceramente? Eu respeito a dedicação. É loucura, mas é uma loucura que eu admiro.

    LeBron aos 41 precisa da torcida (fake)

    O timing não podia ser pior pros Lakers. LeBron tá com 41 anos, Luka machucado (lesão no posterior da coxa) e Austin Reaves também no departamento médico. Contra o Rockets jovem e atlético, eles são zebra total.

    Mas Brandon tem fé: “Os Lakers vão ganhar hoje, mas mais importante, NÓS vamos ganhar o jogo. A gente não sabe quanto tempo o LeBron ainda tem. Temos que presenciar a grandeza.”

    Durante o aquecimento, eles até tiraram foto com o Bronny. O moleque ali relaxando com versões alternativas do pai dele e do Luka — surreal demais.

    E aí, vocês acham que valeu a pena gastar essa fortuna toda só pra ganhar um concurso de torcedor? Eu tô curioso pra saber se pelo menos dessa vez eles levaram o prêmio. Porque se perderam de novo depois de gastar meio milhão…

    Uma coisa é certa: esses dois entenderam perfeitamente o que significa ser fã de NBA. Às vezes a gente faz umas loucuras que nem a gente mesmo entende direito.

  • Celtics x 76ers nos playoffs: Embiid fora, Brown candidato a MVP

    Celtics x 76ers nos playoffs: Embiid fora, Brown candidato a MVP

    Cara, que situação louca pros playoffs de 2026! Os Celtics recebem os 76ers neste domingo (19 de abril) no TD Garden, e olha só o drama: Joel Embiid está fora por causa de uma apendicectomia, enquanto Jayson Tatum ainda é dúvida depois de passar a temporada toda se recuperando de uma lesão no tendão de Aquiles.

    Sinceramente? Isso deixa tudo muito mais imprevisível. Boston terminou como #2 seed (56-26) e Philly chegou como #7 (45-37) depois de passar pelo Play-In contra o Orlando Magic. No papel, deveria ser moleza pros Celtics, mas basquete não se joga no papel.

    Jaylen Brown vs Paul George: o duelo que vai decidir

    Com Tatum incerto e Embiid confirmado fora, o holofote vai todo para Jaylen Brown — que tá sendo cotado como candidato a MVP desta temporada. Do outro lado, os Sixers apostam todas as fichas na dupla Tyrese Maxey e Paul George. E cara, que dupla!

    Maxey fez uma temporada monstruosa, com média de 28.4 pontos por jogo — recorde pessoal dele. Paul George, mesmo já veterano, ainda consegue entregar 21.5 pontos e ser aquela presença defensiva que todo time quer ter nos playoffs.

    A defesa de Boston foi a #1 da liga na temporada regular (permitindo menos pontos por jogo), mas conter Maxey não vai ser fácil não. O garoto tem velocidade pra queimar qualquer marcação.

    As apostas e minha previsão pessoal

    Boston entra como favorito com -6.5 pontos de vantagem, e o total de pontos da partida tá em 222.5. Olha, eu entendo o favoritismo — eles têm a vantagem de casa e uma defesa sufocante.

    Mas vocês acham mesmo que vai ser tão fácil assim? Philadelphia dividiu a série da temporada regular em 2-2. Sem Embiid no garrafão, André Drummond vai ter que segurar a parada nos rebotes, e o cara tem experiência pra isso.

    Na minha visão, o jogo vai ser mais apertado do que as odds sugerem. Se Tatum não jogar, Brown vai ter que carregar o piano sozinho, e isso pode dar brecha pros 76ers. Mas a força da torcida em Boston é outro nível nos playoffs.

    Minha previsão? Celtics ganham, mas num sufoco: 116 a 104. Brown faz um jogão (uns 32 pontos), Maxey responde com uns 26, mas a defesa de Boston faz a diferença no final.

    E aí, quem vocês acham que leva? Apostam na casa ou acreditam numa zebra logo no Jogo 1?

  • Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Brunson e Towns comandam vitória dos Knicks sobre os Hawks

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks saíram na frente na série de playoffs contra os Hawks, vencendo por 113 a 102, e olha que foi uma partida bem mais complicada do que o placar sugere.

    Jalen Brunson começou o jogo em outro planeta — literalmente não errava nada. Acertou os primeiros seis arremessos e já tinha 22 pontos no primeiro tempo. Eu tava achando que ia rolar mais um daqueles shows de 40+ pontos que ele anda fazendo nos playoffs, mas aí o segundo tempo chegou e… 0 de 7 nos arremessos. Zero mesmo.

    Quando o craque apanha (literalmente)

    E não é que o cara ainda tomou uma joelhada do C.J. McCollum bem onde não pode? Monstro demais a forma como ele continuou jogando e comandando o time mesmo depois disso. Aliás, o jogo foi bem físico — Karl-Anthony Towns levou uma cotovelada na cabeça, o Mitchell Robinson também apanhou… pareceu mais luta livre que basquete em alguns momentos.

    Mas sabe o que mais me impressionou? A maturidade do Brunson. Mesmo sem conseguir acertar nada no segundo tempo, o cara continuou distribuindo bolas, defendendo bem e comandando o time. Terminou com 28 pontos e mostrando que evoluiu muito desde aqueles tempos de Dallas.

    Towns finalmente apareceu quando precisava

    E o Karl-Anthony Towns? Esse sim salvou o jogo no segundo tempo. Depois de um primeiro tempo meio apagado, o cara acordou e meteu 19 pontos apenas na segunda etapa. Fechou com 25 pontos, 8 rebotes e 4 assistências — números de quem tá preparado pra playoffs.

    A química entre Brunson e Towns ainda não é perfeita, não vou mentir. Mas em momentos como esse, quando um não tá conseguindo, o outro aparece. É exatamente isso que times campeões fazem.

    OG Anunoby contribuiu com 19 pontos e Josh Hart fez aquela performance típica dele: 11 pontos e 14 rebotes, fazendo o trabalho sujo que ninguém vê mas que faz toda diferença.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse ritmo na série toda? Porque se conseguirem, essa pode ser finalmente a temporada que a torcida do Madison Square Garden tanto espera. O primeiro jogo sempre dá uma ideia do que vem pela frente, e esse aqui mostrou que vai ser uma série física e disputada até o final.

  • Brunson explica como manteve a calma no final do Jogo 1 contra os Hawks

    Brunson explica como manteve a calma no final do Jogo 1 contra os Hawks

    Mano, o Jalen Brunson tá numa fase absurda. Os Knicks venceram o primeiro jogo da série contra o Atlanta Hawks por 113 a 102, e o cara foi simplesmente monstro nos momentos decisivos. 28 pontos, liderando o time quando a coisa apertou.

    Depois da vitória, o Brunson falou sobre como conseguiu manter o foco mesmo quando o jogo ficou tenso. E olha, isso é algo que separa os grandes jogadores dos medianos — a capacidade de não desesperar quando as coisas não tão fluindo 100%.

    A receita do sucesso de Brunson

    “Comecei bem no primeiro quarto. A bola tava entrando, encontrei um pouco de ritmo”, disse Brunson após o jogo. “Obviamente, dentro dos jogos, as coisas podem subir e descer. Só encontrei uma maneira de manter a compostura e ainda tentar impactar o jogo.”

    Cara, essa mentalidade é ouro puro. Brunson acertou 9 de 22 arremessos, incluindo 3 de 4 do perímetro — nada espetacular em termos de aproveitamento, mas ele distribuiu 7 assistências e pegou 5 rebotes. Ou seja, quando o arremesso não tava caindo, ele encontrou outras formas de ajudar o time.

    Knicks com força total

    E não foi só o Brunson que brilhou. Karl-Anthony Towns fez 25 pontos com um aproveitamento PERFEITO nos lances livres: 10 de 10. Absurdo. Mais 8 rebotes e 3 tocos. Quando o KAT tá assim, concentrado e eficiente, os Knicks viram um problema sério para qualquer adversário.

    Do lado do Hawks, CJ McCollum liderou com 26 pontos, Jalen Johnson contribuiu com 23 pontos e 7 rebotes, e Onyeka Okongwu ajudou com 19 pontos e 7 rebotes. Time competitivo, mas que não conseguiu acompanhar o ritmo dos Knicks quando precisou.

    Inclusive, até o Ben Stiller tá confiante na temporada dos Knicks. O ator, que é fanático pelo time, postou uma foto do Brunson no Twitter com a legenda “This is our cap” (algo como “esse é nosso líder”). Sinceramente, eu entendo o hype — depois de chegar às finais da Conferência Leste, os Knicks têm tudo para fazer barulho de novo.

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível durante toda a série? O Jogo 2 é terça-feira no Madison Square Garden, e eu tô curioso pra ver se o Hawks consegue se ajustar.

  • Os pivôs do Sixers podem brilhar justamente quando ninguém espera?

    Os pivôs do Sixers podem brilhar justamente quando ninguém espera?

    Olha só que situação curiosa: o Philadelphia 76ers entra nos playoffs como azarão total contra o Boston Celtics, e talvez seja exatamente isso que os pivôs da equipe precisavam para mostrar serviço.

    Depois de quase uma década decepcionando os fãs na pós-temporada, o Sixers tá numa posição que eu chamo de ‘casa da mãe Joana’ — sem pressão nenhuma. Todo mundo já deu o Celtics como campeão do Leste, então qualquer coisa que rolar é lucro. E quem pode se beneficiar mais dessa falta de expectativa? Na minha opinião, são os dois pivôs que vão ter que segurar a bronca enquanto Joel Embiid continua machucado.

    Drummond: o veterano sem pressão

    Andre Drummond, aos 32 anos, tá numa fase da carreira que eu conheço bem — aquela de provar todo santo dia que ainda tem lenha pra queimar. Cara que já foi All-Star em 2018 e hoje vive a vida de cigano da NBA, saltando de contrato curto em contrato curto.

    Mas sabe o que é interessante? Drummond emendou três double-doubles seguidos pelos Sixers e tá até acertando uns arremessos de três. Absurdo, né? Acho que ele já fez as pazes com o fato de que vai ser reserva pro resto da carreira, e isso meio que libertou o cara. Sem pressão sobre o futuro, ele consegue jogar mais solto.

    Só que tem um porém: Neemias Queta (nosso brasileiro naturalizado americano) deu um show contra o Drummond no último confronto da temporada regular. Vai ser interessante ver como ele responde.

    Bona: o jovem em busca do espaço

    Já o Adem Bona tá numa situação completamente diferente. Com apenas duas temporadas na NBA, o garoto ainda tá lutando por minutos — aquela vida clássica de segunda rodada do Draft. E olha, ele tem mostrado coisas interessantes, principalmente na defesa.

    No jogo da play-in contra o Orlando, Bona deu três tocos. TRÊS! Momentos assim que fazem você falar: ‘Opa, tem algo aí’. O ataque ainda tá cru, provavelmente nunca vai ser um monstro ofensivo, mas a defesa dele já convence.

    E tem uma diferença crucial entre ele e o Drummond — Bona não conhece a pressão dos playoffs. Será que essa inocência pode ser uma vantagem? Eu acho que sim. Às vezes não saber o peso do momento te liberta pra simplesmente jogar bola.

    A real é que os minutos de pivô sempre foram um problema gigante pro Sixers nos playoffs da última década. Toda vez que Embiid saía de quadra, a coisa desandava. Mas quem sabe dessa vez, justamente sem pressão nenhuma, esses dois não conseguem surpreender?

    Vocês acham que essa situação de ‘casa da mãe Joana’ pode realmente ajudar esses caras a jogarem mais soltos? Eu tô curioso pra ver se a falta de expectativa vai ser o combustível que eles precisavam.

  • McCollum detona atuação ‘teatral’ de Brunson após pisão na virilha

    McCollum detona atuação ‘teatral’ de Brunson após pisão na virilha

    Cara, que treta boa rolou no primeiro jogo entre Hawks e Knicks! CJ McCollum não poupou críticas ao Jalen Brunson depois de uma jogada que terminou com o armador dos Knicks no chão, segurando as partes íntimas.

    A situação foi a seguinte: no início do terceiro quarto, McCollum tentava se livrar da marcação do Brunson quando deu um salto para trás pra criar espaço pro arremesso. Só que na hora do chute, a perna do McCollum acabou acertando o Brunson bem na virilha. O cara desabou na quadra e ficou uns bons segundos se contorcendo de dor.

    “Pensou que estava na Broadway”

    Depois da vitória dos Knicks por 113-102 no Jogo 1, McCollum não segurou a língua na coletiva. “Eu arremessei e o Jalen pensou que estávamos num show da Broadway”, disparou o veterano. “Ele encenou até os árbitros revisarem a jogada. Foi um arremesso normal, nada demais. Desnecessário, e espero receber meus 2 mil dólares de volta.”

    Olha, eu entendo a frustração do McCollum. A jogada realmente parece ter sido acidental – aquele típico movimento natural do chute que às vezes acaba pegando o defensor. Mas sinceramente? Levar uma pisada naquela região dói pra caramba mesmo, não importa se foi proposital ou não.

    Os árbitros revisaram a jogada e acabaram dando falta técnica pro McCollum por “ato hostil”. Como o Brunson ainda estava se recuperando da pancada, foi o Karl-Anthony Towns quem bateu o lance livre técnico – e converteu, obviamente.

    Brunson mantém a classe

    Do outro lado, Brunson mostrou maturidade na resposta. “Não foi proposital, então seguimos em frente”, disse o armador após o jogo. Gostei da postura – nada de alimentar polêmica desnecessária.

    A jogada me lembrou muito daqueles chutes “acidentais” do Draymond Green que já viraram marca registrada dele. A diferença é que com o McCollum realmente pareceu natural, parte do movimento do arremesso mesmo.

    E aí, galera – vocês acham que foi teatro do Brunson ou a dor foi legítima mesmo? Eu fico no meio termo: a pisada foi acidental, mas a dor foi real. Agora é ver se essa treta vai esquentar a série ou se os dois deixam pra lá.

    O Jogo 2 rola na segunda-feira, 20 de abril, no Madison Square Garden. Podem apostar que a marcação vai estar ainda mais pegada depois dessa.

  • Kennard explode, LeBron comanda e Lakers surpreendem os Rockets

    Kennard explode, LeBron comanda e Lakers surpreendem os Rockets

    Mano, que jogaço foi esse dos Lakers ontem! Luke Kennard simplesmente resolveu virar o Michael Jordan dos playoffs e anotou 27 pontos – recorde pessoal dele na pós-temporada. E o LeBron? Aos 41 anos, o cara ainda tá aí comandando o show com 19 pontos e 13 assistências. Os Lakers venceram os Rockets por 107-98 no primeiro jogo da série, e olha que foi sem os dois principais pontuadores do time.

    Sinceramente, eu não esperava essa. Com Luka Dončić e Austin Reaves machucados desde o dia 2 de abril, todo mundo achava que os Lakers iam sofrer. Do outro lado, Kevin Durant também ficou de fora por causa de uma pancada no joelho. Ou seja, os dois times principais jogadores ficaram no banco.

    A noite mágica do Kennard

    O Kennard veio de Atlanta em fevereiro e tava sendo usado como reserva, mas cara… que explosão foi essa? Acertou 4 bolas de três e converteu 9 dos primeiros 12 arremessos. O cara que é conhecido como o melhor arremessador de três da NBA mostrou por que tem essa fama.

    “Tem que ser um esforço coletivo”, disse o LeBron depois do jogo, começando sua 19ª pós-temporada na carreira. “Quando você perde tanto poder de fogo como estamos perdendo com AR e Luka fora, todos nós temos que fazer nosso trabalho e talvez um pouco mais.”

    Lakers dominaram nos arremessos

    A diferença do jogo foi brutal: Lakers acertaram 60,6% dos chutes enquanto os Rockets fizeram só 37,6%. Isso aí é o que eu chamo de noite inspirada! E olha que os Lakers tentaram apenas 66 arremessos – o menor número em um jogo da NBA nas últimas três temporadas.

    DeAndre Ayton colaborou com 19 pontos e 11 rebotes, enquanto Marcus Smart ainda acrescentou 15 pontos com 4 bolas de três. Do lado dos Rockets, Alperen Şengün fez 19 pontos, Jabari Smith Jr. teve um double-double (16 pontos e 12 rebotes) e Amen Thompson contribuiu com 17.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem manter esse nível sem suas estrelas principais? O jogo 2 é na terça-feira em Los Angeles, e uma coisa é certa: essa série tá longe de estar decidida. Mas que começo surpreendente dos Lakers, isso foi!

    Ah, e um detalhe que me chamou atenção: Bronny James entrou no segundo quarto pra jogar ao lado do pai. Imaginem a emoção desse momento – os dois James juntos nos playoffs pela primeira vez!

  • Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Hawks já sabem: contra os Knicks é ‘escolher seu veneno’

    Olha, eu assisti esse jogo e já sabia que ia dar ruim pro Hawks. Quin Snyder, técnico de Atlanta, basicalmente admitiu depois da derrota por 113-102 no Jogo 1: defender os Knicks é praticamente impossível.

    “É meio que escolher seu veneno”, disse Snyder na entrevista pós-jogo. Cara, quando um técnico da NBA fala isso, é porque o bicho tá pegando mesmo.

    Brunson destruiu no primeiro quarto

    Jalen Brunson meteu 19 pontos só no primeiro período. Dezenove! Em 12 minutos de jogo, o cara praticamente decidiu a parada. Terminou com 28 pontos e ainda fechou o caixão dos Hawks nos minutos finais.

    O mais impressionante é que não foi só o Brunson. OG Anunoby também colaborou com mais de 20 pontos, e aí que tá o problema dos Hawks – como você para todo mundo ao mesmo tempo?

    “Como você lida com eles no garrafão com a vantagem física? Só marca individual? Como você para o pick-and-roll do Brunson?”, questionou Snyder. Sinceramente, eu não sei a resposta também.

    Karl-Anthony Towns complica ainda mais

    Se não bastasse Brunson e OG, ainda tem o KAT dominando por dentro. Snyder falou que uma das prioridades é não deixar Towns ir pra linha de lance livre, mas convenhamos – mais fácil falar do que fazer.

    O técnico dos Hawks admitiu que vai ter que fazer ajustes no Jogo 2, que rola na terça-feira. “Esperamos conseguir defendê-lo melhor do que fizemos”, disse sobre Brunson. Só que, cara, quando você tem que escolher entre vários venenos, qualquer escolha dói.

    Do lado dos Knicks, o técnico Tom Thibodeau (não Mike Brown como estava no texto original – erro deles) elogiou a postura de Brunson: “Ele deu um passo à frente como deveria e acertou arremessos importantes pra gente sair na frente.”

    Brunson mesmo falou na entrevista: “Não importa o que aconteça, você tem que pensar positivo e lutar contra qualquer coisa.” Mentalidade de craque.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque pelo que vi, vai ser difícil parar esse ataque dos Knicks…

  • LeBron e Kennard destroem os Rockets no Jogo 1 dos Playoffs

    LeBron e Kennard destroem os Rockets no Jogo 1 dos Playoffs

    Cara, que noitaça foi essa dos Lakers! JJ Redick deve estar sorrindo até agora depois de ver seus veteranos simplesmente pegarem fogo no Crypto Arena. LeBron James e Luke Kennard fizeram uma clínica de basquete na vitória por 107-98 sobre os Rockets no primeiro jogo da série.

    Vou começar pelo Rei. 19 pontos, 13 assistências em 38 minutos. Quase um triple-double — faltaram só dois rebotes. Mas o mais absurdo? Cara conseguiu 10 assistências só no primeiro tempo! Dez! E seus companheiros converteram 77% dos arremessos vindos dos passes dele.

    O momento histórico que todo mundo estava esperando

    E claro, como esquecer do momento mais especial da noite: LeBron e Bronny James se tornaram a primeira dupla pai e filho a jogar juntos nos playoffs. Mano, eu fico arrepiado só de pensar nisso. Imagina ser o Bronny e dividir a quadra dos playoffs com seu pai, que é literalmente uma lenda viva do basquete?

    Mas sinceramente, quem mais me impressionou foi o Luke Kennard. 27 pontos sendo o cestinha da noite! O cara simplesmente não errou do perímetro — 5/5 do três pontos. CINCO DE CINCO! Desde Robert Horry em 1997 ninguém acertava todos os cinco arremessos de três numa partida de playoffs.

    Kennard virou o show à parte

    Olha, eu já sabia que o Kennard era um atirador de elite, mas ontem ele mostrou por que o próprio LeBron chamou ele de “smart as hell” antes da série começar. O cara tem um arremesso tão rápido que os defensores nem conseguem reagir direito.

    E tem uma coisa que me chamou atenção: LeBron até acertou uma cesta com a mão esquerda no final do jogo. Com a mão que NÃO é a dominante dele! Aos 39 anos o monstro ainda vem com essas.

    Os Rockets até tentaram, mas quando você tem dois caras pegando fogo desse jeito fica complicado. Houston vai ter que encontrar uma forma de parar essas armas dos Lakers, porque se o Kennard continuar chovendo de três e o LeBron distribuindo assistência desse jeito, a série pode ficar feia pros texanos.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem manter esse ritmo? Porque uma coisa eu sei: se o JJ Redick conseguir extrair isso dos seus veteranos durante toda a série, a caminhada até o título pode ser mais tranquila do que muita gente imaginava.

  • Ajay Mitchell fala sobre defender título: ‘Não é defesa, é conquista’

    Ajay Mitchell fala sobre defender título: ‘Não é defesa, é conquista’

    Olha só que interessante a cabeça do Ajay Mitchell sobre essa temporada dos Thunder. O cara que era terceira opção no banco há pouco tempo agora é peça fundamental na rotação do Mark Daigneault — e a mentalidade dele sobre defender o título me chamou muito a atenção.

    “Não estamos encarando como defesa do título. Estamos encarando como: queremos ganhar o campeonato”, disse Mitchell antes do jogo 1 contra o Phoenix Suns. Cara, essa frase resume muito bem o que separa um time campeão de um time qualquer.

    Da terceira opção para protagonista

    A evolução do Mitchell é absurda mesmo. De um rookie que mal via quadra para ser um dos primeiros a sair do banco numa equipe campeã? Isso não acontece por acaso. O garoto trabalhou pra caramba e agora tá colhendo os frutos.

    “Estou empolgado. Só feliz por poder entrar em quadra e ajudar esse time a ganhar”, falou Mitchell sobre estrear nos playoffs como titular. E sinceramente? Dá pra sentir a confiança dele nas palavras.

    O mais legal é que ele tá 100% fisicamente. Depois de alguns problemas de lesão durante a temporada regular, ter o Mitchell disponível para os playoffs é um bônus enorme para Oklahoma City.

    Shai também pensa igual

    E o Shai Gilgeous-Alexander falou algo parecido, mas de um jeito mais realista (típico dele, né?). “Tanta coisa tem que dar certo por tanto tempo pra gente ter essa oportunidade de repetir”, disse o astro do Thunder.

    Shai tá certo — repetir título é monstruosamente difícil. Desde os Warriors de 2017-18, ninguém mais conseguiu. E olha que Golden State tinha Kevin Durant no time…

    Mas essa mentalidade de “não estamos defendendo, estamos atacando” pode ser o diferencial. Em vez de jogar com medo de perder algo, eles vão jogar pra ganhar de novo. Faz toda diferença psicologicamente.

    Vocês acham que Oklahoma City consegue repetir o título? O primeiro jogo contra Phoenix vai nos dar uma boa ideia de como eles chegam nestes playoffs. Domingo no Paycom Center promete ser especial.