Autor: Leandro Amorim

  • Suns surpreenderam geral e já garantiram mais que os playoffs

    Suns surpreenderam geral e já garantiram mais que os playoffs

    Olha, eu vou falar uma coisa pra vocês: quando a temporada começou, quase NINGUÉM dava nada pelo Phoenix Suns. As casas de apostas colocaram eles pra ganhar apenas 30,5 jogos na temporada. Trinta e meio! Eu mesmo achei que seria mais um ano de sofrimento no deserto do Arizona.

    Mas que surpresa absurda os Suns deram, meu amigo.

    De zebra a candidato real aos playoffs

    Durante praticamente a temporada inteira, o time ficou no top 8 do Oeste — e teve momentos que chegou no top 6. Cara, isso é MUITO mais do que qualquer “especialista” esperava. O próprio Mat Ishbia, dono do time, não perdeu a oportunidade de zoar quem duvidou deles no Twitter (e com razão).

    Claro que no final das contas perderam pro Golden State no play-in e vão enfrentar o Oklahoma City Thunder como oitavo seed. Mas sinceramente? Isso não tira o mérito de nada que fizeram.

    Sabe por que eu acho que essa temporada foi especial mesmo com eles não tendo chegado onde poderiam? Porque finalmente encontraram uma IDENTIDADE. O Devin Booker virou o líder que sempre soubemos que podia ser. O Dillon Brooks trouxe aquela pegada defensiva que o time precisava desesperadamente.

    Construindo algo sólido pro futuro

    E olha só que interessante: jogadores como Jordan Goodwin e Collin Gillespie mostraram como se constrói um elenco competitivo mesmo sem estrelas bilionárias. Grayson Allen e Royce O’Neale tiveram temporadas excelentes — prova de que o ambiente em Phoenix tá favorecendo o desenvolvimento.

    O que mais me empolgou foram os jovens. Rasheer Fleming, Oso Ighodaro, Ryan Dunn e Khaman Maluach ainda não tiveram minutos consistentes, mas dá pra ver o potencial ali. E considerando que o time tem poucos picks de draft pros próximos anos, desenvolver esses caras vai ser fundamental.

    Vou ser honesto com vocês: muito provavelmente o Thunder vai passar fácil por eles no primeiro round. Oklahoma City é um time muito mais completo e experiente em playoffs. Mas isso não diminui em NADA o que Phoenix conquistou essa temporada.

    Como meu pai sempre dizia (e o autor do artigo original também mencionou): “não deixe o bom ser inimigo do ótimo”. Os Suns de 2021 chegaram nas Finais e perderam — isso não foi fracasso. O Miami Heat de 2023 foi pra Final como oitavo seed. O Dallas de 2024 surpreendeu todo mundo.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem incomodar o Thunder pelo menos? Ou vai ser passeio mesmo?

  • Lakers vencem sem Doncic e Reaves, Durant também desfalcou Rockets

    Lakers vencem sem Doncic e Reaves, Durant também desfalcou Rockets

    Olha, eu não sei se vocês estavam esperando isso, mas os Lakers conseguiram abrir a série dos playoffs da melhor forma possível. Mesmo desfalcados de Luka Doncic e Austin Reaves, eles foram lá e venceram os Rockets por 107 a 98 no Crypto.com Arena. E o mais louco? Houston também estava sem Kevin Durant!

    LeBron ainda é monstro aos 41

    Cara, o LeBron James simplesmente decidiu que ia dar show. Quase um triple-double com 19 pontos (9/15 nos arremessos), 13 assistências e 8 rebotes. Ah, e um detalhe absurdo: 8 assistências só no primeiro quarto! Isso é recorde pessoal dele em quartos de playoffs. O cara está na sua 19ª pós-temporada — empatou com Karl Malone e John Stockton nessa marca.

    Mas a surpresa da noite foi Luke Kennard. Sinceramente, eu não esperava essa performance. 27 pontos, sendo 9/13 nos arremessos e um perfeito 5/5 do perímetro. Três bolas de três no último quarto que praticamente definiram o jogo. O cara assumiu a responsabilidade com as ausências e entregou tudo.

    Time coletivo fez a diferença

    Deandre Ayton dominou o garrafão com double-double de 19 pontos e 11 rebotes. Marcus Smart contribuiu com 15 pontos e 8 assistências, enquanto Rui Hachimura adicionou 14. O primeiro quarto foi um show à parte — Lakers acertaram 15 de 19 arremessos (78.9%). Era praticamente impossível errar.

    Vocês acham que essa versão sem Doncic dos Lakers pode incomodar os times grandes? Porque, olha, essa química que eles mostraram foi impressionante.

    Durant machucado complica os Rockets

    Do lado de Houston, a ausência do KD pesou muito. Contusão no joelho direito durante o treino de quarta-feira deixou o cestinha da equipe (26.0 pontos por jogo) de fora. Ime Udoka, técnico dos Rockets, disse que espera ter Durant de volta no Jogo 2, mas a expressão dele não estava muito confiante não.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, falou uma coisa que me marcou: “É fácil olhar para a adversidade como se os deuses do basquete estivessem te punindo, mas na verdade são oportunidades de construir resistência.” Cara, que mentalidade! E Marcus Smart completou: “Estamos exatamente onde deveríamos estar.”

    O Jogo 2 é terça-feira no mesmo local. Vai ser interessante ver se Durant volta e como os Lakers vão manter essa pegada sem seus principais armadores. Na minha opinião, se continuarem jogando assim, podem dar muito trabalho pra qualquer um.

  • Lakers surpreendem sem Dončić e Reaves: Kennard brilha contra Houston

    Lakers surpreendem sem Dončić e Reaves: Kennard brilha contra Houston

    Olha, eu não esperava isso não. Os Lakers sem Luka Dončić e Austin Reaves, todo mundo dando como mortos na série contra o Houston… e aí o Luke Kennard resolve fazer o jogo da vida dele nos playoffs.

    27 pontos do cara que veio de Atlanta em fevereiro. Vinte e sete! E fazendo parecer fácil — 9 de 12 arremessos, incluindo 4 bolas de três. O homem simplesmente decidiu que não ia deixar os Lakers morrerem na praia.

    LeBron ainda é LeBron

    E o que dizer do LeBron? 41 anos nas costas, 19ª pós-temporada da carreira (isso é absurdo), e lá estava ele distribuindo 13 assistências e fazendo cestas importantes na reta final. Oito assistências só no primeiro quarto — foi um show de comandar o time.

    A parte mais legal? Bronny James entrou no segundo quarto e jogou ao lado do pai em minutos significativos de playoff. Imagina a pressão no garoto, mas que momento histórico, né?

    Houston sentiu a falta do KD

    Do outro lado, o Kevin Durant machucou o joelho no treino e virou desfalque de última hora. O Rockets até tentou — Alperen Şengün com 19 pontos, Jabari Smith Jr. fazendo double-double (16 pontos e 12 rebotes) — mas faltou aquele cara que resolve nos momentos decisivos.

    Reed Sheppard entrou no lugar do Durant e até mandou bem com 17 pontos e cinco bolas de três, mas não é a mesma coisa. Amen Thompson também colaborou com 17, mas o ataque do Houston ficou muito inconsistente sem o KD.

    O mais impressionante foi a defesa dos Lakers. Seguraram o Rockets em apenas 37,6% de aproveitamento nos arremessos, enquanto eles mesmos acertaram mais de 60% das tentativas. Marcus Smart, no primeiro jogo dele pelos Lakers nos playoffs, mandou 15 pontos com 4 de três. O veterano mostrou que ainda tem lenha pra queimar.

    Sinceramente? Eu achava que os Lakers iam sofrer muito nessa série. Sem seus dois principais pontuadores, contra um Houston que vinha embalado… mas basquete é isso aí. Kennard resolveu aparecer no momento certo, LeBron mostrou que experiência não se compra no mercado, e agora a coisa ficou interessante.

    E aí, vocês acham que o Durant volta pro jogo 2? Porque se ele não jogar, essa série pode tomar um rumo completamente diferente do que todo mundo esperava.

  • Nuggets viram jogo físico e abrem 1-0 contra os Wolves nos playoffs

    Nuggets viram jogo físico e abrem 1-0 contra os Wolves nos playoffs

    Que jogaço foi esse entre Nuggets e Timberwolves ontem à noite! Denver conseguiu virar um jogo que começou péssimo e abriu 1-0 na série dos playoffs com uma vitória por 116-105. E olha, não foi nada fácil não.

    Jamal Murray foi simplesmente monstro: 30 pontos com um aproveitamento PERFEITO nos lances livres — 16 de 16. Cara, isso é coisa de outro mundo. O mais impressionante? Ele tava 0 de 8 do perímetro, mas encontrou outras formas de decidir o jogo. Isso que é estrela, né?

    Jokic com triple-double e nariz sangrando

    O Joker fez mais um triple-double (25 pontos, 13 rebotes, 11 assistências), mas dessa vez levou uma porrada que deixou o nariz sangrando. O jogo foi físico pra caramba — 42 faltas marcadas! Teve empurrada do Jaden McDaniels no Jokic, técnica no técnico David Adelman, enfim… foi guerra mesmo.

    Na minha visão, esse tipo de jogo é exatamente o que define playoffs. Nada vem fácil, cada posse é uma batalha. E o Denver mostrou que tem a experiência pra lidar com essa pressão.

    A virada épica no terceiro período

    Os Nuggets estavam perdendo por 12 pontos no começo, mas aí veio aquela sequência absurda: 17-2 no terceiro quarto. Os Wolves ficaram mais de 4 minutos sem fazer uma cesta sequer. Sinceramente, quando um time pára assim nos playoffs, é sinal de que a pressão bateu.

    Anthony Edwards fez 22 pontos mesmo jogando machucado (problema no joelho direito), mas não conseguiu sustentar o ritmo do começo. Do lado de Denver, Aaron Gordon contribuiu com 17 pontos mesmo com problema de falta no início.

    O mais louco foi um arremesso do Murray do meio da quadra quando o cronômetro tava acabando — a bola raspou no aro, zerou o cronômetro e resultou numa enterrada do Gordon que praticamente fechou o jogo (108-101 faltando 1:50).

    Vocês acham que Minnesota consegue se recuperar no Jogo 2? Porque sinceramente, quando você perde um jogo desses em casa do adversário, a pressão só aumenta. E olha que essas duas equipes são muito pareadas — desde 2022-23, Denver lidera o histórico por apenas 15-14!

    Jogo 2 é na segunda-feira. Espero outro jogaço como esse.

  • Murray perfeito nos lances livres destrói Timberwolves no Jogo 1

    Murray perfeito nos lances livres destrói Timberwolves no Jogo 1

    Cara, o Jamal Murray simplesmente decidiu que não ia errar NADA na linha do lance livre ontem à noite. 16 de 16! Dezesseis acertos em dezesseis tentativas. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Os Nuggets venceram os Timberwolves por 116-105 no primeiro jogo da série de playoffs, e sinceramente? Foi muito mais emocionante do que esse placar final sugere. Murray terminou com 30 pontos sendo perfeito nos lances livres, enquanto o Jokic fez mais um daqueles triple-doubles absurdos: 25 pontos, 13 rebotes e 11 assistências.

    Jogo físico demais (e o Jokic até sangrou)

    Olha, quando eu falo que o jogo foi físico, é porque foi FÍSICO mesmo. 42 faltas marcadas no total – isso é coisa pra caramba. O Jokic terminou até com o nariz sangrando, e rolou empurra-empurra com o Jaden McDaniels que rendeu técnica por conduta antidesportiva.

    O mais impressionante é que Denver estava perdendo por 12 pontos no começo do jogo. Doze! Aí veio aquela virada clássica dos Nuggets: uma sequência de 17-2 no terceiro quarto que mudou completamente o rumo da partida. Os Timberwolves ficaram mais de 4 minutos sem marcar um ponto sequer – isso em playoffs é praticamente uma eternidade.

    A jogada da noite (que quase não deu certa)

    Mas a jogada que eu mais curti foi uma que o Murray fez quase no final. O tempo do ataque tava acabando, ele arremessou da meio da quadra mesmo (tipo aqueles arremessos desesperados que a gente faz no fim do tempo), a bola bateu na aro e resetou o relógio. Resultado? Aaron Gordon conseguiu fazer uma enterrada que praticamente selou o jogo, 108-101.

    Anthony Edwards jogou machucado (joelho dolorido) e ainda assim fez 22 pontos. Isso que é guerreiro. Do lado dos Nuggets, o Aaron Gordon contribuiu com 17 pontos mesmo tendo problemas com faltas no começo.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem reagir no Jogo 2? Porque Denver tá numa sequência de 13 vitórias consecutivas desde março. Na minha opinião, vai ser difícil parar esse time quando o Murray tá acertando tudo e o Jokic fazendo as jogadas impossíveis parecerem fáceis.

  • Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Danny Green detona os Knicks: ‘Podem implodir nos playoffs’

    Olha, quando um cara que tem três anéis da NBA fala, a gente escuta. E o Danny Green não tá nada otimista com os Knicks nestes playoffs. O veterano, que conhece bem o que é pressão de pós-temporada, soltou o verbo sobre Nova York: “Eles podem implodir”.

    Cara, isso doeu até em mim que nem torço pros Knicks.

    Os problemas internos que ninguém quer admitir

    Green, que hoje trabalha como analista da ESPN, explicou por que mudou sua previsão inicial. No começo da temporada, ele apostava nos Knicks pra chegar longe. Agora? Nem tanto.

    “Simplesmente pelo fato de que os Knicks este ano, especialmente no final da temporada, pareceram muito instáveis”, disparou o veterano. “Pareciam desconectados. A química não estava lá.”

    E aí vem a parte mais pesada: Danny falou que tá rolando uns “rumblings” – aquelas conversas de bastidor que todo mundo da NBA conhece. Alguns jogadores não curtem o técnico Mike Brown (que substituiu o Thibodeau), outros acham que o Jalen Brunson tá com a bola demais. Sabe como é, né? Ego de jogador profissional é complicado.

    O mais interessante é que Green jogou com o OG Anunoby no título dos Raptors em 2019. Então ele conhece bem o canadense e provavelmente tem informação privilegiada sobre o clima no vestiário de Nova York.

    Celtics favoritos? Faz sentido

    Na visão do Danny, os Celtics vão eliminar os Knicks na segunda rodada. E olha, por mais que doa admitir, faz sentido. Boston tem aquela química que só time campeão desenvolve, mesmo com o Jayson Tatum machucado boa parte da temporada.

    “Os Knicks têm todo o talento, todas as ferramentas, tudo”, reconheceu Green. “Mas com a mudança de técnico, eles parecem mais desconectados na hora errada do ano.”

    Sinceramente? Eu concordo. Trocar técnico no meio do processo nunca é fácil, ainda mais saindo do Thibs, que é conhecido por criar uma identidade forte nos times dele.

    O Charles Oakley, lenda dos Knicks, também meteu o pau. Disse que ano passado “estava tudo na mesa” e o time foi “comer no Popeyes” – ou seja, fizeram merda quando tinham tudo pra dar certo.

    Mas calma, nem tudo está perdido

    Olha, os números não mentem completamente. Os Knicks ganharam dois jogos a mais que na temporada passada e fecharam com 12 vitórias nos últimos 16 jogos. Isso não é de um time completamente perdido.

    O problema é que às vezes a química é mais importante que o talento individual. E se tem uma coisa que a NBA nos ensina é isso: time desunido não ganha título. Pode ter o roster mais caro do mundo que não adianta.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem se encontrar nos playoffs ou o Danny Green tá certo? Eu tô na torcida pra eles provarem que o veterano tá errado, mas confesso que as preocupações dele fazem sentido.

  • Porzingis sobre ficar no Warriors: ‘Boa pergunta’

    Porzingis sobre ficar no Warriors: ‘Boa pergunta’

    Olha, o Kristaps Porzingis deixou todo mundo na dúvida sobre o futuro dele no Warriors. Quando perguntaram se ele quer renovar com Golden State, a resposta foi direta: “Boa pergunta”.

    E cara, dá pra entender a hesitação dele. A temporada foi uma montanha-russa completa — quando jogou, mostrou por que os Warriors trocaram o Kuminga e o Buddy Hield por ele lá em fevereiro. Teve jogos que o cara simplesmente dominou, tipo aquele contra os Clippers onde cravou 20 pontos com 8/12 nos arremessos. Monstro.

    A realidade das lesões

    Mas aqui tá o problema: Porzingis só conseguiu jogar 15 partidas em 31 possíveis com o Warriors. Quinze! E ainda teve que lidar com aqueles problemas de saúde relacionados à POTS (síndrome que afeta a circulação). Enquanto isso, o Curry ficou 27 jogos fora por causa do joelho.

    Sinceramente, como é que você constrói uma química assim? O cara mal dividiu quadra com o principal astro do time. É frustrante pra caramba, tanto pro jogador quanto pros fãs.

    “Eu realmente amo estar aqui”, disse o Porzingis numa entrevista exclusiva. “Não tenho nada ruim pra falar da organização, do time, dos companheiros. Mas não tive um bom ano. Se tivesse tido, acho que teria uma visão mais clara do que quero fazer.”

    O dilema financeiro

    Agora vem a parte complicada: grana. O lettão vai ser agente livre irrestrito no verão, e os Warriors querem renová-lo. Só que ele teria que aceitar um corte salarial considerável — lembrando que em 2023 ele assinou uma extensão de dois anos por 60 milhões com o Boston.

    Sessenta milhões, pessoal. E agora vai ter que baixar a pretensão depois de uma temporada onde mal conseguiu jogar. É uma situação delicada pra ambos os lados.

    O que vocês acham? Vale a pena o Warriors apostar novamente no Porzingis, mesmo com todo esse histórico de lesões? O cara tem 2,18m de altura, arremessa de três como poucos pivôs na liga, e quando tá saudável é simplesmente imparável. Mas esse “quando” tá sendo cada vez mais raro.

    “É meio que a história da minha carreira”, admitiu ele. “Sempre tem alguma coisa me incomodando, não consigo jogar a 100%. Mas honestamente, como jogador de basquete, você raramente consegue isso mesmo.”

    Olha, eu entendo o lado dele. Deve ser frustrante pra caramba não conseguir mostrar todo seu potencial por causa dessas questões físicas. E do lado dos Warriors, eles apostaram fichas nele depois que perderam o Jimmy Butler — que também se machucou, diga-se de passagem.

    A real é que Golden State precisa tomar uma decisão difícil: apostar novamente num jogador talentosíssimo mas que não consegue se manter saudável, ou partir pra outra. E pelo jeito, o próprio Porzingis também tá nessa mesma dúvida.

  • Gonzaga domina os playoffs da NBA com seis ex-alunos em quadra

    Gonzaga domina os playoffs da NBA com seis ex-alunos em quadra

    Olha, eu sempre soube que Gonzaga era uma máquina de produzir talento pra NBA, mas seis caras nos playoffs de 2026? Isso é simplesmente absurdo. Se você é um jovem jogador de basquete universitário pensando em transferência, precisa dar uma olhada no que essa universidade faz com seus atletas.

    Chet Holmgren lidera essa galera pelo Oklahoma City Thunder como atual campeão da NBA. O cara de 2,16m finalmente conseguiu se manter saudável e olha só o que acontece: primeiro All-Star Game da carreira aos 23 anos. Monstro mesmo.

    Os números do Chet impressionam

    Em 69 jogos como titular, Holmgren cravou médias de 17.1 pontos com 55.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra. De três pontos? 36.2%. Lance livre? 79.2%. São números de gente grande, e eu não tô nem falando dos 8.9 rebotes por jogo (11º lugar na NBA) e 1.9 tocos por partida (2º lugar).

    Mas não é só o Chet não. Kelly Olynyk representa pelo San Antonio Spurs, Julian Strawther pelo Denver Nuggets, e nosso conhecido Rui Hachimura continua fazendo o trabalho no Los Angeles Lakers. Corey Kispert defende o Atlanta Hawks enquanto Jalen Suggs joga pelo Orlando Magic.

    Drew Timme fica de fora mas por pouco

    O único que não vai participar dos playoffs é Drew Timme, que tá com contrato de duas vias no Lakers, dividindo tempo entre a NBA e o G League. Mas cara, ter sete ex-alunos de uma mesma universidade com chances reais de título? Isso fala muito sobre o programa de Gonzaga.

    Sinceramente, não lembro de ver uma concentração assim de talentos de uma única faculdade nos playoffs. E o mais legal é que cada um encontrou seu espaço na liga de forma diferente — uns como estrelas, outros como peças fundamentais do banco.

    E aí, vocês acham que algum desses Zags vai conseguir levantar o troféu Larry O’Brien em junho? As finais começam dia 23 de junho, e eu já tô ansioso pra ver.

  • Knicks derrota Hawks no Game 1: ‘Temos o melhor Jalen’

    Knicks derrota Hawks no Game 1: ‘Temos o melhor Jalen’

    Cara, que jogaço no Madison Square Garden! Os Knicks saíram na frente da série contra o Hawks com uma vitória sólida por 113-102 no primeiro jogo dos playoffs. E o mais engraçado? O Jesse Itzler, que escreveu “Go New York Go” e é dono minoritário do Hawks, deve ter ficado dividido vendo a torcida cantando SUA música enquanto o time rival fechava o jogo.

    O show do ‘melhor Jalen’

    Jalen Brunson simplesmente resolveu acabar com o jogo logo no primeiro quarto. O cara fez 19 pontos no período, acertando 8 de 11 arremessos. Monstro! Quebrou até o recorde de pontos em primeiro quarto da franquia dos Knicks – um recorde que ELE MESMO tinha junto com o Towns nos playoffs passados. É isso aí, quebrar o próprio recorde.

    “Nós temos o melhor Jalen”, disse um torcedor no Twitter, fazendo referência ao Jalen Johnson do Hawks (que também jogou bem, 23 pontos). E olha, depois de ver o Brunson terminar com 28 pontos e 7 assistências, é difícil discordar. O cara pode ter errado alguns arremessos (9-22 do campo), mas quando importava, ele aparecia.

    Towns acordou na hora certa

    Karl-Anthony Towns começou meio apagado no primeiro quarto – zero pontos, só fazendo uns pick-and-rolls bonitos com o Brunson. Mas aí o gigante acordou no segundo tempo e terminou com 25 pontos, 8 rebotes e 3 tocos. Teve 4 turnovers no primeiro tempo que me deixaram nervoso, mas se redimiu na segunda metade.

    Mitchell Robinson foi uma parede no garrafão – 2 tocos e umas defesas absurdas que salvaram várias posses. Josh Hart pegou 14 rebotes (!) e o Mikal Bridges ajudou com os primeiros pontos do jogo.

    Hawks não facilitaram

    Vamos dar crédito pro Atlanta também. CJ McCollum com 26 pontos, Jalen Johnson jogando pra caramba (23 pontos, incluindo 2/2 de três), e o Onyeka Okongwu aparecendo com 19 pontos. O Dyson Daniels quase fez um triple-double com 4 pontos, 11 assistências e 9 rebotes.

    O jogo foi equilibrado boa parte do tempo. No intervalo era só 57-55 para os Knicks, com direito a uma bomba do Okongwu no último segundo do segundo quarto. Mas na segunda metade, os donos da casa souberam controlar o ritmo e administrar a vantagem.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível a série toda? Porque se o Brunson continuar jogando assim e o Towns acordado, vai ser difícil parar esses caras em casa. O Game 2 promete!

  • Smart e Ayton voltam aos playoffs: ‘Pronto pra dar cambalhotas’

    Smart e Ayton voltam aos playoffs: ‘Pronto pra dar cambalhotas’

    Cara, quando o Deandre Ayton falou que tava pronto pra dar cambalhotas de tanta empolgação, eu já sabia que o cara tava SENTINDO mesmo. E olha, eu entendo completamente.

    Três anos. Três anos longe dos playoffs. Pra quem acompanha NBA como eu, sabe que isso é uma eternidade no basquete. O último jogo do Ayton na pós-temporada foi em maio de 2023, quando o Suns caiu pro Denver — que depois levou o anel. 14 pontos e 9 rebotes numa derrota doída. Aí veio a troca pro Portland, duas temporadas frustrantes, e agora… Lakers.

    A volta dos veteranos experientes

    E não é só o Ayton que tá voltando, né. Marcus Smart também ficou dois anos vendo playoff de casa — depois daquela campanha histórica com o Celtics em 2023. Mano, o Smart jogou 108 jogos de playoff só pelos Celtics! Cinco finais de conferência, uma final da NBA em 2022. Esse cara respira basquete de abril e maio.

    ‘Significa tudo pra mim’, foi o que ele disse. E sinceramente, dá pra sentir na voz do cara que ele tava com saudade mesmo.

    Engraçado pensar que o Smart começou a carreira indo pros playoffs todos os anos — nove temporadas seguidas. Aí foi pro Memphis, depois Washington, e nada de playoffs. Deve ter sido frustrante pra caramba.

    Lakers com sede de vingança

    Agora os dois estão em LA, e o time fechou a temporada regular com 53 vitórias. Quarto lugar no Oeste, pegando o Houston na primeira rodada. O Ayton jogou 72 jogos — recorde na carreira dele — e converteu absurdos 67,1% dos arremessos. O Smart foi provavelmente o melhor defensor do time.

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Ayton lembrando de quando enfrentou os Lakers pelos Suns em 2021. Ganhou em seis jogos, mas agora tá do outro lado. ‘Este lugar pode ficar bem barulhento’, ele disse. Imagino mesmo — Crypto.com Arena em playoff deve ser uma loucura.

    Vocês acham que essa dupla veterana pode fazer a diferença pros Lakers? Porque, convenhamos, experiência em playoff não se compra em lugar nenhum. E depois de tanto tempo longe, esses caras devem tá com uma fome absurda de provar que ainda podem jogar no mais alto nível.

    O JJ Redick como técnico também é interessante — primeiro ano dele, mas o cara entende de basquete. E com Smart e Ayton trazendo essa bagagem toda… pode dar certo, hein.