Autor: Leandro Amorim

  • Murray meteu 16/16 nos lances livres e deixou os Wolves pistola

    Murray meteu 16/16 nos lances livres e deixou os Wolves pistola

    Cara, o que o Jamal Murray fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. 16 lances livres tentados, 16 convertidos. Cem por cento de aproveitamento numa partida de playoff. E olha que não estou falando de qualquer jogo — foi no Game 1 contra os Timberwolves, aquela série que promete ser guerra desde o primeiro minuto.

    O maluco fez 30 pontos na vitória por 116-105 dos Nuggets, quebrando um recorde da franquia no processo. Mas a parte mais engraçada? Os caras de Minnesota ficaram pistola achando que os lances não eram falta. Murray, na dele, falou depois: “Achei que sofri falta em todos eles. Não sei do que todo mundo tá reclamando. Eram faltas de verdade”.

    Quando a bola de três não entra, você vai na raça

    E olha só a maluquice: Murray errou TODOS os oito arremessos de três que tentou. Isso mesmo, 0/8 do perímetro. Qualquer outro jogador ia desandar, mas não o Murray. O cara simplesmente mudou o jogo, foi pra cima, forçou as faltas e resolveu no lance livre.

    Segundo os dados da ESPN, ele virou apenas o quinto jogador na história dos playoffs a ter 0% de aproveitamento nas bolas de três (mínimo cinco tentativas) e 100% nos lances livres (mínimo dez tentativas) no mesmo jogo. Estatística bizarra, né?

    Os Nuggets como um todo foram monstros nos lances livres: 30/33. E ainda bem, porque eles fizeram apenas 1/17 das bolas de três no segundo tempo. Se não fosse essa clínica nos lances livres, poderiam ter entregado os 15 pontos de vantagem que tinham construído.

    Rivalidade que promete muito suor

    Essa história entre Nuggets e Wolves é fascinante, cara. Desde 2023, eles se enfrentaram mais vezes que qualquer outro par de times na liga. Agora os Nuggets lideram por 15-14 no geral (temporada regular + playoffs). É praticamente par a par.

    Murray falou uma parada interessante sobre como ele evoluiu nos primeiros jogos de série. Lembrou de quando era mais novinho e ficava nervoso, com muita adrenalina — até contou que uma vez contra o Spurs roubou a bola na primeira jogada e arremessou do meio da quadra de tanta empolgação.

    “Aprendi ao longo dos anos a relaxar e jogar como se fosse mais um jogo”, disse Murray. “Sei que vou jogar a maior parte do tempo, não preciso caçar arremesso, o jogo vem até mim.”

    E realmente, o cara está numa temporada espetacular — médias de carreira em pontos, rebotes, assistências e porcentagem de três. Foi o segundo colocado em pontos no clutch time esta temporada. Único jogador a fazer 25 pontos e 7 assistências de média com 40% de aproveitamento nas bolas de três.

    Com Jokic tentando apenas quatro arremessos no primeiro tempo e Aaron Gordon com problemas de falta logo cedo, Murray carregou o piano sozinho. E vocês acham que ele consegue manter esse nível a série toda? Porque se conseguir, os Wolves vão ter que suar muito pra virar essa parada.

  • Jalen Green meteu 36 e mandou Warriors pra casa no play-in

    Jalen Green meteu 36 e mandou Warriors pra casa no play-in

    Cara, que show do Jalen Green ontem à noite! O garoto simplesmente resolveu destruir os Warriors no momento mais importante da temporada, cravando 36 pontos numa atuação absolutamente monstruosa que garantiu o 8º lugar do Oeste pro Phoenix Suns.

    14 de 20 nos arremessos de quadra, 8 de 14 do perímetro. Números de videogame. E o mais interessante? Green tinha uma conta pessoal pra acertar com Golden State depois do que rolou no playoff do ano passado, quando ele ainda estava no Houston.

    A vingança servida gelada

    “Eu lembro do que eles fizeram no ano passado”, disse Green após a partida. Sinceramente, deu pra sentir que o cara entrou em quadra com sede de revanche. No ano passado, pelos Rockets, ele fez só 13.3 pontos por jogo contra os Warriors, errando mais de 60% dos arremessos. Ontem? Foi um absurdo de eficiência.

    O Phoenix dominou completamente a partida. Saiu na frente por 5 no intervalo e chegou a abrir 16 pontos de vantagem no terceiro quarto. O Curry até tentou uma reação – fez uma bola de três que deixou o placar em 85 a 78 –, mas os Suns responderam com sete pontos seguidos e mandaram o jogo pro espaço.

    Elenco coletivo decidiu o confronto

    Não foi só o Green que brilhou. Devin Booker colaborou com 20 pontos, e Jordan Goodwin foi uma máquina defensiva: 19 pontos, 9 rebotes e 6 roubadas de bola. Enquanto isso, Curry ficou perdido na marcação do Phoenix, fazendo apenas 17 pontos com 4 acertos em 16 tentativas.

    Ah, e teve confusão no final ainda. Booker e Draymond Green se estranharam feio no quarto período e os dois acabaram expulsos. Coisa de playoff mesmo – todo mundo ligado no 220V.

    Os Warriors até tiveram Brandin Podziemski fazendo 23 pontos, mas não foi suficiente. Kristaps Porzingis jogou apenas 15 minutos por causa de uma lesão no tornozelo, o que complicou ainda mais a situação de Golden State.

    Phoenix superou o trauma do play-in

    Olha, eu não esperava que os Suns conseguiriam se recuperar tão bem depois daquela derrota bizarra pra Portland na terça-feira. Perderam uma vantagem de 11 pontos no último quarto jogando em casa – algo que podia ter acabado com o psicológico de qualquer time.

    Mas o técnico Jordan Ott soube mexer com o grupo. “Às vezes a estrada não é sempre a que você escolhe. Às vezes é a menos percorrida. Nós encontramos nosso caminho”, disse ele. E agora vão enfrentar nada menos que o atual campeão Oklahoma City Thunder na primeira rodada.

    Vocês acham que o Phoenix tem chance real contra o OKC? Sinceramente, depois dessa exibição do Green, eu não duvido de mais nada. O cara mostrou que quando a pressão aperta, ele aparece pra jogo.

  • Braylon Mullins fica em UConn – decisão inteligente ou perdeu o timing?

    Braylon Mullins fica em UConn – decisão inteligente ou perdeu o timing?

    Braylon Mullins decidiu ficar mais um ano em UConn ao invés de se declarar para o Draft da NBA de 2025. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa, mesmo que parte de mim quisesse ver o garoto testando as águas da liga.

    O cara estava sendo cotado como uma das principais promessas para sair mais cedo – a ESPN colocou ele na 17ª posição da lista dos Top 100 prospects. Ou seja, tinha tudo pra ser escolhido entre o final da loteria e meio da primeira rodada. Não é pouca coisa pra um calouro.

    Os números da temporada de estreia

    Como freshman, Mullins jogou 33 partidas pelos Huskies e teve médias bem sólidas: 12 pontos e 3.5 rebotes por jogo. Pra um garoto de 1,98m que ainda tá se adaptando ao ritmo universitário, são números que mostram potencial absurdo.

    Mas olha só – ficar mais um ano pode ser jogada de mestre. O Draft de 2027 tá sendo visto como mais fraco que o de 2026, então com uma segunda temporada forte em Connecticut, ele pode subir muito no ranking e garantir uma posição ainda melhor.

    A estratégia por trás da decisão

    UConn não é qualquer programa, né? É uma máquina de formar jogadores pra NBA. Ficar lá significa desenvolver ainda mais o jogo, ganhar mais experiência e chegar na liga com muito mais bagagem.

    Claro que sempre existe o risco de lesão ou de ter uma temporada ruim, mas pra um jogador do talento dele, apostar em si mesmo faz todo sentido. E vocês, acham que ele tomou a decisão certa ou deveria ter tentado a sorte no Draft deste ano?

    Uma coisa é certa: vamos acompanhar de perto essa segunda temporada dele. Se mantiver a evolução, pode ser um dos nomes mais quentes pro Draft de 2027.

  • Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Olha, os Bucks estão numa situação bem complicada mesmo. Depois de mandarem o Doc Rivers embora no final da temporada, o GM Jon Horst vai ter que fazer a primeira busca séria por um técnico desde 2018. E por que primeira busca séria? Porque as duas últimas contratações foram meio que garantidas antes mesmo de começar o processo.

    O Adrian Griffin foi contratado basicamente porque o Giannis queria ele lá. Já o Rivers? Bom, quando demitiram o Griffin no meio da temporada, o Rivers era literalmente a única opção que eles consideraram. Agora é diferente — vai ser uma busca de verdade.

    Os candidatos que já estão no radar

    Taylor Jenkins e Darvin Ham, ambos ex-assistentes dos Bucks que viraram técnicos principais, já estão sendo cotados para a vaga. O Jenkins, inclusive, tá sendo cobiçado também por Washington e Orlando — então os Bucks vão ter concorrência.

    Mas aqui que fica interessante: o Horst vai «cast a wide net», como dizem por lá. Traduzindo: vai pescar em águas mais amplas mesmo. Sinceramente, acho que é a estratégia certa depois das últimas duas contratações não terem dado muito certo.

    O problema é vender o peixe

    Agora vem o desafio real do Horst — como convencer um técnico a aceitar o trabalho sem saber nem como vai ser o elenco na próxima temporada? Os Bucks têm várias indefinições sobre o futuro, e isso complica na hora de vender o projeto para os candidatos.

    É tipo tentar convencer alguém a ser técnico do seu time de pelada sem saber se os melhores jogadores vão continuar ou não. Complicado, né?

    E por falar em Jenkins, ele também tá na mira dos Wizards e do Magic. Washington disse que provavelmente vai manter o Brian Keefe, mas Orlando ainda não definiu o futuro do Jamahl Mosley — eles vão esperar terminar os playoffs primeiro. Aliás, o Magic acabou de vencer o Charlotte e garantiu vaga nos playoffs como 8° colocado do Leste.

    Vocês acham que os Bucks conseguem atrair um nome de peso mesmo com todas essas incertezas? Ou será que vão ter que se contentar com uma opção menos badalada?

  • Blazers querem técnico de liquidação: só $1,5 milhão pro treinador

    Blazers querem técnico de liquidação: só $1,5 milhão pro treinador

    Olha, eu preciso desabafar aqui. O Portland Trail Blazers acabou de fazer os playoffs pela primeira vez em cinco anos com o Tiago Splitter comandando o time, e agora o novo dono Tom Dundon quer economizar no técnico? É de fuder mesmo.

    Segundo as informações que chegaram até mim, o cara não quer gastar mais que $1,5 milhão por temporada com treinador. Gente, isso é o que times pagam pra assistente técnico bom, não pra head coach! A maioria dos técnicos principais da NBA ganha muito mais que isso.

    A situação do Splitter

    O mais bizarro de tudo? O Splitter (nosso ex-jogador da seleção, inclusive) pegou esse time uma partida depois do começo da temporada e levou eles pra 42-39. Quarenta e duas vitórias! Ganhou o Play-In e ainda classificou como sétima semente no Oeste.

    E mesmo assim pode ser mandado embora por causa de grana. Sinceramente, acho uma tremenda falta de visão. O cara provou que sabe comandar, tem a confiança do elenco, e vocês querem trocar ele por economia?

    O problema da mentalidade barata

    Essa história me lembra muito de alguns times aqui no Brasil que ficam querendo fazer milagre gastando pouco. Só que NBA é outro nível, pessoal. Se você quer competir de verdade, tem que investir.

    Pense só: técnicos universitários de ponta ganham mais que isso. Como é que o Portland vai atrair alguém de qualidade com esse orçamento mixuruca? O Dundon comprou o time mas quer economizar justamente na posição que mais impacta o desenvolvimento dos jogadores.

    Eu torço pra que o Splitter consiga renovar e continue fazendo esse trabalho fantástico. Mas se for pra trazer alguém novo com esse budget aí, melhor nem mexer. E vocês, o que acham? Será que 1,5 milhão consegue atrair um técnico decente hoje em dia?

  • Kerr pode deixar os Warriors: ‘não sei o que vai acontecer’

    Kerr pode deixar os Warriors: ‘não sei o que vai acontecer’

    Galera, acabou de rolar uma bomba no mundo Warriors. Steve Kerr admitiu que pode não voltar como técnico do Golden State na próxima temporada. Isso mesmo — o cara que comandou a dinastia dos Dubs pode estar se despedindo.

    Depois da eliminação pros Suns no play-in, Kerr foi direto ao ponto: “Eu não sei o que vai acontecer. Ainda amo treinar, mas entendo. Esses empregos todos têm data de validade”.

    O fim de uma era?

    Olha, eu não esperava essa sinceridade toda do Kerr. O homem tá sendo realista sobre a situação — e isso me deixa meio preocupado, não vou mentir. Ele mesmo falou que quando uma sequência acaba, às vezes é hora de “sangue novo e novas ideias”.

    O detalhe que poucos sabem: Kerr não tem contrato pra temporada 26-27. Foi proposital. O cara quer avaliar se ainda tem fogo pra continuar nessa vida maluca de técnico da NBA.

    “Se meu tempo acabou, vou ser só grato pela oportunidade mais incrível que qualquer pessoa poderia ter — treinar essa franquia na frente dos nossos fãs e treinar o Steph Curry, o Draymond, todo o grupo”, disse Kerr.

    Quatro títulos não mentem

    Vamos aos números que impressionam: quatro títulos da NBA em 12 temporadas. Monstro. Só o Erik Spoelstra tem mais tempo com o mesmo time atualmente. Mas desde o título de 2022, a coisa desandou um pouco.

    Os Warriors chegaram no segundo round só duas vezes e — pasmem — ficaram fora dos playoffs completamente em 2024. É muita montanha-russa pra uma dinastia que a gente achava que ia durar pra sempre.

    Kerr vai tirar algumas semanas pra refletir antes de sentar com o Mike Dunleavy e o Joe Lacob. Vocês acham que ele fica ou vai embora mesmo? Porque sinceramente, imaginar os Warriors sem o Kerr é quase impossível pra mim.

    “Pode continuar. Pode não continuar. Não sei neste momento. Mas todos nós precisamos nos afastar um pouco e depois nos reunirmos”, finalizou.

    Uma coisa é certa: se o Kerr realmente sair, vai ser o fim de uma das eras mais marcantes da NBA moderna.

  • Curry quer renovar com os Warriors: ‘múltiplas temporadas’

    Curry quer renovar com os Warriors: ‘múltiplas temporadas’

    Olha, eu achei que depois de tantos anos vendo o Curry carregar esse time nas costas, ele pudesse estar pensando em uma mudança de ares. Mas não. O cara simplesmente deixou claro que quer ficar em Golden State por “múltiplas temporadas”.

    Stephen Curry tem mais um ano de contrato com os Warriors (2026-27) ganhando a bagatela de $62.6 milhões, e já sinalizou que tá interessado numa extensão. Quando perguntaram se ele consegue se ver jogando além dessa única temporada que resta, a resposta foi direta: “Múltiplas, com certeza”.

    A realidade é dura, mas o amor é maior

    Sinceramente? Eu entendo o Curry. Golden State é a casa dele, é onde construiu todo esse legado absurdo. Mas vamos ser realistas aqui — o elenco ao redor dele tá longe de ser aqueles Warriors assombrados de 2015-2019.

    Nesta temporada ele até lidou com problemas no joelho, e dá pra ver que o time não tem mais aquele brilho todo. Os coadjuvantes não estão no nível dos verdadeiros candidatos ao título. Por isso mesmo os Warriors foram agressivos no trade deadline, correndo atrás de nomes como Giannis Antetokounmpo, Kawhi Leonard e Jaren Jackson Jr.

    E olha, parece que vão continuar nessa pegada na offseason. Até o LeBron James apareceu nas especulações — imagina só essa loucura?

    E o futuro do Kerr?

    Outra parada que tá no ar é a situação do Steve Kerr. O técnico não tem contrato para a próxima temporada, e isso obviamente preocupa o Curry.

    “Eu quero que o técnico seja feliz”, disse o armador. “Quero que ele esteja empolgado com o trabalho, que acredite que é o cara certo para a função. Quero que ele tenha a oportunidade de curtir o que faz, seja lá o que isso signifique para ele.”

    Cara, dá pra sentir o carinho que ele tem pelo Kerr nessas palavras. Eles viveram momentos mágicos juntos, né?

    No fim das contas, parece que o Curry tá disposto a ficar e brigar por mais títulos em San Francisco. E vocês, acham que os Warriors conseguem montar um time competitivo ao redor dele novamente? Ou será que é hora do Baby-Faced Assassin buscar novos ares?

  • Quickley fora do Jogo 1 dos Raptors com lesão muscular

    Quickley fora do Jogo 1 dos Raptors com lesão muscular

    E lá vamos nós para mais uma temporada de playoffs com lesão de jogador importante logo no primeiro jogo. Immanuel Quickley ficou de fora da estreia dos Toronto Raptors nos playoffs, que perderam por 126-113 para o Cleveland Cavaliers. Motivo? Lesão no músculo posterior da coxa direita.

    O cara se machucou no último jogo da temporada regular, no domingo passado. Timing perfeito, né? Justo quando a coisa fica séria é que o corpo resolve dar problema.

    Quickley pode voltar no Jogo 2

    A boa notícia é que o técnico Darko Rajakovic disse que o armador está evoluindo bem e pode pintar em quadra já na segunda-feira, no Jogo 2. Enquanto isso, Jamal Shead ganhou a oportunidade de ouro de começar como titular nos playoffs. Imagina a pressão no garoto.

    Olha, o Quickley já tinha dado trabalho para o departamento médico dos Raptors este ano. Ficou oito jogos fora por causa de fascite plantar no pé direito. Quando você soma tudo, fica claro que o físico dele tem sido uma preocupação constante.

    Números que fazem falta

    E não é qualquer jogador que está fora, não. Em 70 jogos na temporada regular, Quickley teve médias de 16.4 pontos, 4.0 rebotes e 5.9 assistências. Números sólidos de um cara que virou peça fundamental no esquema ofensivo dos Raptors depois que foi trocado pelo Knicks.

    Sinceramente, acho que a ausência dele fez diferença nessa primeira partida. Os Raptors precisam da criatividade e da velocidade dele para incomodar um time experiente como Cleveland. Vocês acham que ele consegue voltar 100% para o Jogo 2, ou é melhor não forçar a situação?

    De qualquer forma, Toronto já está com o pé atrás na série. Perder em casa nunca é bom, ainda mais sem um dos seus principais jogadores. Vamos ver se o Quickley consegue se recuperar a tempo — porque se não conseguir, essa série pode acabar mais rápido do que a gente imagina.

  • KD fora do jogo 1 contra os Lakers por lesão no joelho

    KD fora do jogo 1 contra os Lakers por lesão no joelho

    Olha só que azar, pessoal. Kevin Durant vai perder o primeiro jogo da série entre Houston Rockets e Los Angeles Lakers por causa de uma lesão no joelho direito. E o pior? Foi numa trombada boba durante o treino com um companheiro de time.

    O técnico Ime Udoka falou que foi só um choque de joelhos no treino dessa semana, mas foi o suficiente para tirar o KD da estreia dos playoffs. “Esperamos que seja só um jogo fora”, disse Udoka. Cara, torcer pra que seja mesmo, porque os Rockets precisam do monstro em quadra.

    Três estrelas fora do jogo 1

    Agora vem a parte mais louca dessa história toda. Os Lakers também estão sem Luka Doncic e Austin Reaves machucados. Três jogadores de nível All-Star fora do primeiro jogo! Vocês conseguem imaginar uma abertura de playoffs mais prejudicada que essa?

    Na minha visão, isso muda completamente a dinâmica da série. O Lakers deve estar pensando em esticar ao máximo os jogos, na esperança de que pelo menos o Luka ou o Reaves voltem antes do fim da primeira rodada. Estratégia arriscada, mas faz sentido.

    Momento decisivo para os coadjuvantes

    Sinceramente, acho que esse é o momento perfeito para os “outros caras” brilharem. Sem KD de um lado e sem Luka do outro, jogadores como Jalen Green pelos Rockets e alguns veteranos dos Lakers podem aparecer forte.

    E aí, quem vocês acham que leva essa primeira partida? Mesmo sem o Durant, os Rockets têm elenco pra segurar a parada em casa. Mas os Lakers, mesmo quebrados, sempre dão um jeito de aparecer nos momentos importantes.

    O que mais me preocupa é essa lesão do KD virar algo maior. O cara já teve uns perrengues sérios no joelho ao longo da carreira, então qualquer coisa assim deixa a gente em alerta. Tomara que seja só precaução mesmo e ele volte logo pro jogo 2.

  • Apostas pros playoffs 2026: Spurs favoritos e Pistons como zebra

    Apostas pros playoffs 2026: Spurs favoritos e Pistons como zebra

    Cara, os playoffs da NBA estão chegando e as casas de apostas já estão pegando fogo com as cotações. E olha, tem umas pérolas aí que merecem nossa atenção — principalmente uma que me deixou de queixo caído.

    O San Antonio Spurs aparece como favorito a +500 para levar tudo, e sinceramente? Faz todo o sentido. Victor Wembanyama simplesmente dominou o Oklahoma City na temporada regular, e agora que vão tirar as rodinhas do francês nos playoffs… rapaz, pode ser um massacre.

    Os especialistas estão divididos (e eu também)

    A galera da ESPN tá rachada nas apostas. Tem quem aposte nos Spurs para ganhar o Oeste (+330), outros no Boston para dominar o Leste (+160). Mas a aposta que mais me chamou atenção? Detroit Pistons a +2200 para ser campeão.

    Pera aí — Detroit?! Os caras que eram piada há dois anos? Sim, e faz sentido. Cade Cunningham quase levou o MVP, JB Bickerstaff é técnico sólido, e eles foram o time mais consistente do Leste. Por 22 para 1, vale muito a pena dar uma fichada.

    A questão é: eles conseguem bater Boston numa série de sete jogos? Difícil, mas não impossível.

    Celtics: o peso da experiência

    Boston aparece a +550 para o título, e tem um ponto interessante — enquanto o Oeste vai ser uma guerra sangrenta (Spurs, Thunder, todos se matando), o Leste tem um caminho mais ‘limpo’ para os Celtics.

    Philadelphia vai enfrentar Boston sem Joel Embiid, e a cotação dos Sixers tá -900 para perder a série. Sinceramente? Parece até baixa. Sem Embiid, não vejo como eles tiram mais que um jogo dos Celtics.

    E aí, vocês acham que Wembanyama consegue levar os Spurs até o final? Ou será que Detroit pode mesmo surpreender todo mundo? Na minha opinião, apostar no Pistons a essa cotação é quase obrigatório — mesmo que seja só para ter uma razão a mais para torcer contra Boston (desculpa, torcedores dos Celtics, mas vocês sabem como é).

    O que mais me impressiona é ver como a liga mudou. Desde 2018, tivemos sete campeões diferentes em sete anos. A paridade tá real, e isso torna essas apostas ainda mais interessantes.