Autor: Leandro Amorim

  • Joe Dumars faz limpeza geral no Pelicans: vai dar certo?

    Joe Dumars faz limpeza geral no Pelicans: vai dar certo?

    Olha, quando o Joe Dumars assume o comando das operações de basquete do Pelicans, você já sabe que vem mudança por aí. E não é qualquer mudançinha não — o cara está fazendo uma limpeza geral na organização.

    Segundo as informações que chegaram até nós, um número “significativo” de funcionários não vai continuar no time. Cara, isso é praticamente uma reestruturação completa dos departamentos de basquete. Dumars não tá brincando em serviço.

    A busca pelo novo técnico esquenta

    E por falar em mudanças, o Pelicans também tá no começo da caçada por um novo treinador principal. Os nomes que estão circulando são interessantes: Jamahl Mosley (que fez um trabalho sensacional no Magic) e Darvin Ham (recém-demitido pelos Lakers).

    Sinceramente, acho que qualquer um dos dois seria uma boa escolha. O Mosley mostrou que sabe desenvolver jovem talento — e Deus sabe que o Pelicans precisa disso. Já o Ham tem experiência de playoffs e conhece a pressão de times grandes.

    Zion fica, pelo menos por enquanto

    Mas a notícia que mais me chamou atenção foi outra: o time não tem interesse nenhum em trocar o Zion Williamson nesta offseason. E faz sentido, né?

    Por mais que o garoto tenha tido problemas com lesões (e alguns com peso também, vamos combinar), o potencial dele ainda é absurdo. Quando tá saudável, o cara é praticamente imparável no garrafão. É aquele tipo de jogador que você não desiste fácil — ainda mais depois de ter investido tanto nele.

    A real é que o Dumars tá tentando construir algo sólido em Nova Orleans. O cara tem currículo pra isso — foi peça-chave na construção daqueles times de Detroit que ganharam título nos anos 2000. Mas vocês acham que essas mudanças todas vão funcionar mesmo?

    Porque uma coisa é certa: se não der certo dessa vez, o Zion pode mesmo pedir pra sair. E aí a coisa complica de vez pro Pelicans.

  • Warriors acabou? Suns elimina Golden State e vai pegar o Thunder

    Warriors acabou? Suns elimina Golden State e vai pegar o Thunder

    Cara, que noite foi essa em Phoenix. Os Suns simplesmente deram um banho nos Warriors e mandaram a galera de Stephen Curry pra casa mais cedo. 111 a 96, sem dó nem piedade. E o mais louco? Agora eles vão encarar nada menos que o atual campeão Thunder na primeira rodada dos playoffs.

    Jalen Green foi absolutamente monstro na partida. 36 pontos com 14 de 20 nos arremessos — e olha só esse dado que me deixou de queixo caído: 8 de 14 do perímetro. Oito bolas de três! O cara simplesmente não errava nada. Devin Booker contribuiu com 20 pontos, mas a estrela mesmo foi o Green.

    A defesa que sufocou Curry

    E o que dizer da marcação em cima do Curry? O homem de 38 anos simplesmente não conseguiu respirar em quadra. Apenas 17 pontos com 4 de 16 nos arremessos. Jordan Goodwin foi uma peste na defesa — 19 pontos, 9 rebotes e impressionantes 6 roubos de bola. Esse cara foi fundamental pra neutralizar o ataque dos Warriors.

    Vocês viram a confusão entre Booker e Draymond Green? Os dois levaram dupla técnica e foram expulsos no último quarto. Sinceramente, acho que isso até ajudou os Suns, porque o time já estava controlando mesmo.

    Golden State tentou, mas não conseguiu

    Olha, eu não vou mentir: por um momento achei que os Warriors iam conseguir mais uma virada épica. Eles já tinham revertido uma desvantagem de 13 pontos contra os Clippers na quarta-feira, então quando o Curry acertou aquela bola de três pra deixar 85 a 78, pensei “lá vamos nós de novo”.

    Mas os Suns responderam na lata — sete pontos seguidos e praticamente selaram o jogo ali. Phoenix chegou a abrir 69 a 53 no terceiro quarto, perdeu um pouco do controle, mas soube administrar quando precisou.

    Brandin Podziemski foi o cestinha dos Warriors com 23 pontos, mas não deu pro gasto. Kristaps Porzingis jogou mancando por causa de uma torção no tornozelo e conseguiu apenas 11 pontos em 15 minutos.

    E aí, galera? Acham que os Suns têm chance contra o Thunder? Vai ser uma série e tanto, porque Oklahoma City não é brincadeira não. Mas depois de uma performance dessas, quem sabe o time de Phoenix não surpreende mais uma vez?

  • Hornets apanham feio e estendem jejum de playoffs para 10 anos

    Hornets apanham feio e estendem jejum de playoffs para 10 anos

    Cara, que vexame. O Charlotte Hornets simplesmente desabou ontem contra o Orlando Magic e levou uma surra histórica de 121 a 90 no Play-In. E olha, não foi só uma derrota — foi a MAIOR derrota da temporada inteira dos Hornets. Dá pra acreditar?

    Dez anos. É isso mesmo, dez anos sem playoffs. O jejum do Hornets agora é oficialmente o mais longo da NBA entre times ativos. Enquanto isso, o Magic segue pra primeira rodada dos playoffs pra enfrentar o Detroit Pistons.

    Um massacre que começou cedo

    O negócio já começou feio. Orlando abriu 27 a 10 no primeiro quarto e simplesmente não parou mais. No intervalo já tinham 31 pontos de vantagem — a MAIOR diferença de intervalo na história do Play-In. Absurdo total.

    Paolo Banchero comandou a festa com 25 pontos em 9 de 17 arremessos. Franz Wagner contribuiu com 18 pontos, 7 rebotes e 6 assistências, enquanto Wendell Carter Jr. foi cirúrgico: 16 pontos acertando 6 de 7 tentativas. Cinco caras em dois dígitos. Foi uma aula de basquete coletivo.

    E o Orlando nem forçou tanto — terminou com 50% de aproveitamento nos arremessos e controlou completamente os rebotes (49 a 34). Forçaram 20 turnovers que viraram 26 pontos, além de cravar 8 tocos. Domínio total.

    LaMelo acordou tarde demais

    LaMelo Ball até tentou reagir, terminou como cestinha do Hornets com 23 pontos, mas cara… só fez 2 pontos no primeiro tempo! Quando acordou no terceiro quarto e fez 21, o jogo já tinha ido embora há muito tempo.

    Miles Bridges (15 pontos) e Brandon Miller (14) também tentaram, mas não deu. O time todo desabou: apenas 33,7% nos arremessos gerais e uns catastróficos 26,7% nas bolas de 3 (12 de 45 tentativas). Kon Knueppel, que vinha bem na temporada regular, simplesmente travou no Play-In — terminou 1 de 12 do perímetro nos dois jogos.

    Sinceramente? Depois de bater o Miami Heat por 127 a 116 e dar esperança pros torcedores, essa performance foi de dar dó. Charlotte não conseguiu criar nada na ofensiva com apenas 17 assistências, e a defesa… bom, melhor nem falar dela.

    E agora, Hornets?

    Olha, eu entendo a frustração da torcida. Dez anos é muito tempo longe dos playoffs, especialmente numa conferência Leste que não é lá essas coisas. O time tem peças interessantes — LaMelo quando joga sério é monstro, Miller tem potencial —, mas falta consistência e, principalmente, mentalidade playoff.

    Enquanto isso, o Magic segue crescendo. Paolo Banchero tá se consolidando como uma das estrelas jovens da liga, e esse time de Orlando tem cara de quem pode incomodar qualquer um nos playoffs. Vocês acham que eles conseguem dar trabalho pro Detroit na primeira rodada?

    Uma coisa é certa: Charlotte precisa de uma offseason séria pra repensar algumas coisas. Porque talento até que tem, mas resultado que é bom…

  • Hornets quebram o coração da torcida na hora H dos playoffs

    Hornets quebram o coração da torcida na hora H dos playoffs

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu com o Charlotte Hornets na sexta-feira. Sério mesmo. A gente passou o ano inteiro vendo esse time jogar um basquete absurdo, atropelando todo mundo pelo caminho, e aí quando chega na hora H dos playoffs… essa lambança acontece.

    Olha, vou ser sincero com vocês: depois daquela vitória épica contra o Miami Heat no primeiro jogo do play-in, eu realmente acreditei que tinha algo mágico rolando. 127 a 126 na prorrogação, com arremessos impossíveis entrando — parecia que o Hornets tinha uma proteção divina mesmo. A torcida em Charlotte já tava sonhando com os playoffs de verdade.

    O pesadelo contra o Orlando Magic

    Mas aí veio a realidade. E que realidade cruel, meu amigo.

    O que rolou contra o Orlando Magic foi de partir o coração. 121 a 90. Cento e vinte e um a noventa! Uma surra histórica justamente no jogo mais importante da temporada. O Hornets simplesmente não apareceu pra jogar — já no primeiro quarto tavam tomando uma cacetada e nunca conseguiram se recuperar.

    E o mais doído? Se ganhassem, iam enfrentar o Detroit Pistons na primeira rodada dos playoffs. Detroit! Um adversário totalmente no alcance deles. A vaga tava ali, na mão, e eles deixaram escapar da pior forma possível.

    Torcida desabafa nas redes

    A torcida do Hornets não perdoou mesmo, né? As redes sociais ficaram uma loucura depois do jogo, e eu entendo perfeitamente a revolta do pessoal. Um torcedor resumiu bem: “Foi um final muito triste. Sorte melhor na próxima temporada.”

    Outro foi mais direto na crítica: “Não eram tão bons quanto a mídia fazia parecer, mas essa performance foi de dar nojo mesmo. Ninguém esperava uma coisa dessas.” E é verdade, cara. Ninguém — eu disse NINGUÉM — esperava que o Hornets ia entregar os pontos desse jeito.

    Tem gente já pensando na próxima temporada: “Final difícil. Não estavam preparados pro basquete físico dos playoffs. Mas se os titulares ficarem saudáveis, consigo ver a gente nos playoffs como sexto colocado ano que vem.”

    Na minha opinião? O Hornets teve tudo pra fazer uma temporada histórica e desperdiçou na reta final. É frustrante demais ver um time com tanto potencial não conseguir executar quando mais precisava. Vocês acham que eles conseguem se recuperar dessa decepção na próxima temporada?

  • Warriors em declínio: Curry precisa de um parceiro ou já era?

    Warriors em declínio: Curry precisa de um parceiro ou já era?

    Cara, dói ver o que tá acontecendo com o Golden State Warriors. Steve Kerr foi direto ao ponto em dezembro: chamou o time de “dinastia em declínio”. Doeu, né? Mas sinceramente, quem tava acompanhando já sabia que não era mais 2017… nem mesmo 2022.

    A temporada acabou na sexta com derrota de 111-96 pro Phoenix Suns no Play-In. Uma vitória longe dos playoffs de verdade. E olha que isso não é novidade — já aconteceu antes, com Memphis em 2021, com Sacramento em 2024. A diferença é que antes sempre tinha um jeito de se reinventar.

    O problema é real: Curry não é mais aquele monstro

    Steph Curry aos 38 anos perdeu 27 jogos por lesão no joelho. Lesão de uso excessivo — o cara literalmente correu demais na quadra durante todos esses anos. Jimmy Butler, que veio pra salvar a temporada? ACL rompido em janeiro. Moses Moody, última esperança da tal “estratégia de duas eras”? Tendão patelar. É muita azar junto, mas também mostra que o time tá velho mesmo.

    E aí, o que fazer? Na minha visão, os Warriors têm três caminhos possíveis — e nenhum é fácil.

    Opção 1: Partir pra cima do Giannis (ou alguém do nível)

    A ideia mais óbvia seria trazer um superestrela pra dividir o peso com Curry. Os Warriors já ofereceram quatro picks de primeira rodada pelo Giannis Antetokounmpo no deadline — Milwaukee nem quis conversa.

    Mas agora a situação mudou um pouco. Golden State vai ter a 11ª melhor chance na loteria do Draft 2026 — mesma posição que Dallas ganhou ano passado. Não é ruim não. Com isso, eles podem montar um pacote mais atrativo: pick da loteria de 2026, mais quatro futuros picks e algumas trocas.

    O problema? Milwaukee não parece nem um pouco interessada em trocar o Giannis. E convenhamos, outros superstars disponíveis no mercado… bom, não tem muitos não.

    As outras opções na mesa

    A segunda alternativa seria fazer movimentos menores, tipo buscar alguns veteranos sólidos e torcer pra tudo se encaixar magicamente. Mas olha, eu não tô muito confiante nessa não. Time precisa de mais que remendos.

    A terceira — e talvez mais sensata — seria começar a pensar no futuro mesmo. Proteger a próxima era, desenvolver jovens, fazer algumas trocas pensando a longo prazo. Mas aí você tá basicamente admitindo que a era Curry acabou, e isso deve doer demais pra organização aceitar.

    Vocês acham que vale a pena os Warriors irem all-in mais uma vez? Ou já é hora de aceitar que os bons tempos passaram? Porque uma coisa é certa: ver esse time brigando no Play-In machuca qualquer fã de basquete que tem memória.

  • Wolves x Nuggets: Jokic pode destruir de novo nos playoffs

    Wolves x Nuggets: Jokic pode destruir de novo nos playoffs

    E lá vamos nós de novo para mais um capítulo dessa rivalidade que tá ficando boa demais! Os Minnesota Timberwolves desembarcam em Denver para encarar os Nuggets no primeiro jogo da série de playoffs, e cara… eu já tô com o coração na mão.

    Olha, vou ser sincero: o Nikola Jokic simplesmente vira um monstro quando joga contra os Wolves. Os números não mentem, pessoal. Na temporada regular, o sérvio teve médias absurdas de 35.8 pontos, 15 rebotes e 11.3 assistências nos quatro jogos contra Minnesota. TRINTA E CINCO PONTOS de média! Isso é coisa de maluco.

    O Joker não perdoa os Wolves

    O mais impressionante? Jokic passou da marca de 52 pontos + rebotes + assistências em três dos quatro confrontos. No jogo de Natal, o cara fez 56/16/15 — praticamente ganhou o jogo sozinho com os pontos. Na temporada passada, entregou um triple-double monstro de 61/10/10.

    Eu não sei o que os Timberwolves fizeram pro Jokic, mas o homem claramente guarda alguma mágoa. Suas duas maiores pontuações das últimas temporadas? Adivinha contra quem foram…

    E o Rudy Gobert vai ter que marcar ele. Sinceramente, acho que o francês vai sofrer. O Jokic espalha o jogo com o arremesso de três e ainda tem aquela visão de jogo que deixa qualquer defensor perdido.

    Ant pode responder à altura?

    Anthony Edwards teve a melhor temporada da carreira — 28.8 pontos por jogo e jogando num nível All-Star. O garoto tem mostrado que não se intimida em Denver, fazendo 37+ pontos em seis dos últimos sete jogos contra os Nuggets.

    Mas aqui entre nós: vai ser suficiente pra parar essa máquina de Denver? Os Nuggets terminaram a temporada com dez vitórias seguidas. Dez! Claro que só cobriram o spread em cinco desses jogos, mas mesmo assim…

    Os Wolves vinham bem também, com seis vitórias e quatro derrotas ATS nos últimos dez, mesmo com lesões importantes. Jaden McDaniels e o próprio Edwards perderam alguns jogos no final da temporada.

    O que esperar do Jogo 1?

    Essa série promete ser um jogaço. É a terceira vez em quatro anos que esses times se enfrentam nos playoffs — já virou tradição. E vocês sabem como é primeiro jogo de série: todo mundo nervoso, querendo impor o ritmo.

    Eu apostaria numa partida alta, viu? Minnesota passou do total de pontos em quatro dos últimos cinco jogos, e Denver fez isso em oito dos últimos dez. Com os dois times praticamente 100%, vai rolar bola pra todo lado.

    O que mais me chama atenção é como o Jokic vira uma máquina de triple-double contra os Wolves especificamente. Foram 34 triple-doubles na temporada (recorde da NBA!), e três deles contra Minnesota. Coincidência? Eu acho que não.

    Edwards também tem aquele talento especial pra roubar bolas — liderou os Wolves com 1.4 roubos por jogo. Nos últimos dois confrontos com Denver, fez três roubadas em cada. Pode ser um fator decisivo.

    Minha sensação? Vai ser um jogo bem disputado, com os Nuggets levando vantagem em casa, mas os Wolves não vão facilitar nada. Jokic vai fazer a diferença, como sempre faz contra esse time. Mas se o Ant aparecer no seu melhor nível… aí a coisa fica interessante!

  • Bridges explica por que playoffs da NBA são um ‘jogo de xadrez’

    Bridges explica por que playoffs da NBA são um ‘jogo de xadrez’

    Cara, o Mikal Bridges mandou uma real sobre a diferença entre temporada regular e playoffs que todo mundo que acompanha NBA precisa ouvir. O ala do Knicks comparou os playoffs com um jogo de xadrez — e olha, não podia ter escolhido metáfora melhor.

    “É ainda mais detalhado”, disse Bridges sobre a preparação para os playoffs. “É legal, você joga 82 jogos, um jogo diferente todo dia, cidade diferente, isso e aquilo, mas o que eu sempre sinto sobre os playoffs é que é sempre bom focar em apenas um time e conseguir se concentrar neles e no que temos que fazer — como um jogo de xadrez.”

    Knicks x Hawks: O duelo que promete

    Os Knicks estão se preparando para enfrentar o Atlanta Hawks na primeira rodada, começando no sábado no Madison Square Garden. Quatro anos consecutivos de playoffs — quem diria isso há uns anos atrás, né?

    Na minha opinião, essa é a melhor fase do Knicks desde aqueles times históricos. Eles chegaram nas finais da conferência no ano passado, depois de duas semifinais consecutivas. Tá na cara que esse time finalmente encontrou uma identidade.

    O interessante é que entre Knicks e Hawks esse ano, Nova York levou 2 de 3 jogos, ganhando os dois em Atlanta (inclusive um na última semana da temporada regular). Só perderam um em casa mesmo.

    Experiência que conta

    “Acho que foi bom termos jogado contra eles”, comentou Bridges sobre o confronto da última semana. “Parecia um jogo de playoff também, estando naquela arena com os fãs deles e nossos fãs, final de temporada e dois times realmente bons jogando e batalhando.”

    Sinceramente, eu adoro quando os jogadores falam assim — dá pra sentir que eles realmente entendem o momento. Miles McBride completou o raciocínio de uma forma que achei muito madura: “Tentamos não olhar para o passado no sentido de que erramos necessariamente, focamos mais em: este é nosso desafio este ano.”

    E faz sentido, porque o Detroit que eles enfrentaram ano passado não tem nada a ver com esse Hawks. Cada série é uma história diferente.

    Vocês acham que os Knicks finalmente conseguem chegar nas finais esse ano? Com Bridges falando desse jeito, parece que a mentalidade tá no lugar certo. O jogo de xadrez começou — agora é ver quem joga melhor as peças no tabuleiro do Madison Square Garden.

  • Draymond passou mal mas destruiu o Kawhi no último quarto

    Draymond passou mal mas destruiu o Kawhi no último quarto

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra na NBA, mas o que o Draymond Green fez ontem foi surreal. O cara literalmente vomitando nos bastidores e mesmo assim conseguiu anular o Kawhi Leonard no quarto período. Golden State ganhou de 126 a 121 dos Clippers, e essa vitória tem muito da garra do veterano.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, o Draymond estava “vomitando pra todo lado” antes do jogo — nas laterais da quadra, perto do vestiário. Imagina a cena: o cara doente que só, mas se recusando a dar mole numa partida importante dessas.

    Primeiro tempo foi sofrido

    No primeiro tempo deu pra ver que o Green não estava 100%. Jogou 17 minutos, acertou 2 de 3 arremessos, mas teve um saldo negativo de -8 pontos com duas bolas perdidas. O Kawhi aproveitou e fez 14 pontos com 3 assistências sem perder uma bola sequer.

    Sinceramente? Eu achei que o Draymond ia ter que sair do jogo. Mas aí que tá — esse cara é diferenciado mesmo.

    No último quarto foi show de defesa

    O negócio mudou completamente no segundo tempo, especialmente nos 12 minutos finais. O Leonard simplesmente desapareceu da partida. Fez apenas 2 pontos e perdeu 2 bolas — o mesmo número de pontos que de erros, vocês acham normal isso?

    Enquanto isso o Steph Curry estava chuvisqueando de longe (imagino que mantendo distância do companheiro doente, né?), e o Draymond fazendo sua função clássica: defender, distribuir e irritar o adversário. Dessa vez talvez literalmente — imagina o hálito do cara depois de passar mal desse jeito.

    O mais engraçado é que depois do jogo o Green ainda teve disposição pra gravar um episódio do podcast dele. Se tá gravando podcast, é porque já melhorou, né não? Ou pelo menos não vomitou no microfone — embora conhecendo o Shams, não duvido nada que ele solte que o cara teve diarreia durante a gravação também.

    Agora é esperar pra sexta contra o Phoenix Suns. Aposto que o Draymond vai estar 100% só pra implicar com o Dillon Brooks. Vai ser jogaço!

  • Thunder não fala em bi: a receita de OKC pra repetir o título

    Thunder não fala em bi: a receita de OKC pra repetir o título

    Olha, eu já vi muito campeão da NBA se achar o dono da quadra no ano seguinte e acabar levando um banho de realidade logo na primeira rodada dos playoffs. Por isso que tô impressionado com a postura do Oklahoma City Thunder nesta temporada.

    O Thunder é o atual campeão da NBA. Tem também o quinto elenco mais jovem da liga. Essa combinação? Normalmente é receita pra desastre total.

    A maldição do “eu primeiro”

    Pat Riley chamava isso de “a doença do eu” — quando os jogadores começam a pensar mais nos próprios números, nos próprios toques na bola, no próprio salário. Acontece até com veteranos experientes. O basquete coletivo que ganhou o anel vai pro espaço, e junto com ele a chance de repetir.

    Mas sinceramente? OKC não tá dando essa vibe nem um pouco.

    “Acho que é isso que nos torna tão bons, o fato de termos tantos caras que jogam pelo coletivo”, falou Jaylin Williams. “Ninguém entra pensando ‘vou chutar 25 vezes hoje porque fulano tá machucado’. Todo mundo pensa em fazer o que o time precisa pra ganhar.”

    Proibido falar em bicampeonato

    O técnico Mark Daigneault instalou uma filosofia meio chata mas eficiente: foco nas coisas pequenas que as grandes vão acontecer. Todo treinador fala isso, né? A diferença é que do Shai Gilgeous-Alexander pra baixo, TODO MUNDO comprou a ideia.

    E sabe o que mais me impressiona? Eles literalmente NÃO falam sobre repetir o título no vestiário. É assunto proibido.

    “A gente tenta não pensar assim”, disse Lu Dort. “Óbvio que somos os atuais campeões, mas tentamos nem pensar nisso. Ainda temos que bater cada time quatro vezes pra avançar.”

    Pode soar chatão esse papo de “processo” e “bons hábitos”, mas tá funcionando. Esses caras lembram muito o San Antonio dos tempos do Tim Duncan — sem drama, sem ego, só trabalhando duro nos detalhes. Duncan tem cinco anéis pra provar que funciona.

    Continuidade é tudo

    Uma coisa que OKC tem e a maioria dos times não consegue mais na era do salary cap: continuidade no elenco. O núcleo que vai tentar o bi já ganhou junto. Até jogadores como Ajay Mitchell, que agora tem papel maior, já conhecem o sistema por dentro.

    “Definitivamente ajuda”, confirmou Dort. “Ter praticamente os mesmos caras da temporada passada… nossa química só melhora.”

    Até as lesões que pegaram o time — Jaylin Williams, Alex Caruso, Isaiah Hartenstein — viraram oportunidade pro Daigneault testar combinações diferentes.

    Vocês acham que essa postura mental vai segurar a pressão dos playoffs? Porque uma coisa eu sei: ficar falando em repetir título antes da hora é a maneira mais rápida de não repetir título nenhum.

  • Cavaliers viraram outro time após chegada de Harden

    Cavaliers viraram outro time após chegada de Harden

    Cara, quando eu vi que os Cavaliers iam enfrentar o Toronto nos playoffs, primeira coisa que pensei: “Peraí, esse não é o mesmo Cleveland que perdeu pros Raptors em novembro”. E não é mesmo, mano. Esse time virou uma máquina depois que trouxeram o James Harden.

    Desde que pegaram o Barbudo no dia 4 de fevereiro, os Cavs têm um cartel de 21-9. Segundo melhor aproveitamento do Leste! Isso aí é coisa de time que quer ir longe nos playoffs.

    Olha, eu sempre achei que o Mitchell precisava de um cara experiente do lado dele. E agora tem. Harden pode não ter anel ainda, mas o cara já passou por muita coisa na liga. Como o próprio Donovan falou, ter alguém que “já esteve nesse nível” faz toda diferença na comunicação e nas conversas difíceis.

    O quarteto fantástico (que ainda não se conhece direito)

    Aqui que fica interessante, galera. O core four dos Cavaliers — Harden, Mitchell, Mobley e Jarrett Allen — jogaram apenas sete jogos juntos. Sete! São só 92 minutos de quadra compartilhados.

    Mas quando jogaram juntos? Monstro. Eles têm +26.7 pontos por 100 posses quando estão os quatro em quadra. Números absurdos. O problema é que nos playoffs, a coisa aperta e você precisa de entrosamento. Será que vai dar tempo?

    “Levei um jogo ou dois pra entender onde eles gostam da bola e o que fazer”, admitiu Harden. Sinceramente, acho que essa sinceridade dele é um bom sinal. Pelo menos não tá se fazendo de sabichão.

    Barnes vs Mobley: a revanche que eu tava esperando

    Agora vamos falar do que realmente me empolga nessa série: Scottie Barnes contra Evan Mobley. Esses dois se conhecem desde adolescentes, foram roommates nos camps da seleção americana. Em 2021, Barnes levou o Rookie of the Year na frente do Mobley por pouco.

    Mas ó, o Mobley deu o troco na temporada passada virando o primeiro jogador dos Cavs a ganhar o Defensive Player of the Year. E o Barnes? Cara simplesmente teve uma temporada completa: único jogador da liga com pelo menos 600 rebotes, 400 assistências, 100 tocos e 100 roubos de bola.

    “Sinto que sempre fui bom na defesa, mas elevei pra outro nível”, disse Barnes. E olha, não tá mentindo não. O cara virou um problema pros adversários.

    E aí, pessoal? Acham que essa nova versão dos Cavaliers vai conseguir passar do Toronto? Eu tô curioso pra ver se sete jogos de entrosamento são suficientes pra uma série de playoffs. O histórico contra os Raptors é favorável (7-0 em casa nos playoffs), mas basquete é isso aí né — cada ano é um ano novo.