Autor: Leandro Amorim

  • Clippers querem manter Kawhi Leonard, mas será que vai dar certo?

    Clippers querem manter Kawhi Leonard, mas será que vai dar certo?

    Olha, o Lawrence Frank foi bem direto na entrevista coletiva: os Clippers querem continuar com Kawhi Leonard. Mas sinceramente? Depois de mais uma temporada frustrante, eu fico pensando se essa é mesmo a melhor estratégia.

    “Nosso plano é ganhar com o Kawhi”, disse o presidente de operações do time. “No momento apropriado, vamos sentar com ele e, similar a 2024, apresentar nosso plano. Se nossos objetivos estiverem alinhados, queremos ganhar com o Kawhi.”

    Os números não mentem, mas e os resultados?

    Vamos aos fatos: Kawhi teve uma das melhores temporadas da carreira em números — 27.9 pontos por jogo em 65 jogos da temporada regular. Cara, 65 jogos! Pra quem acompanha a carreira dele, isso é quase um milagre considerando as lesões.

    Mas aí vem o problema. Foi a primeira vez desde que está saudável que os Clippers ficaram de fora dos playoffs. Perderam no play-in pro Warriors e tchau. Leonard, que vai fazer 35 anos em junho, não deu muitas pistas sobre o futuro após a eliminação: “Deixa eu chorar um pouco mais por essa derrota. Vamos ter nossas conversas quando chegar a hora.”

    As trocas polêmicas mudaram tudo

    E não posso deixar de falar das movimentações no deadline. Os Clippers mandaram James Harden pra Cleveland pelo Darius Garland e trocaram Ivica Zubac com os Pacers por um pacote que incluiu Bennedict Mathurin. Mudanças que deixaram todo mundo se perguntando: qual é o plano mesmo?

    Ah, e tem mais um detalhe — os próprios Warriors entraram em contato sobre uma possível troca pelo Leonard antes do deadline. Imaginem só esse plot twist!

    Frank tentou passar confiança, dizendo que o time está “competitivo” e não em reconstrução. Mencionou os 15 anos consecutivos com campanhas positivas, jovens talentos emergindo, picks do draft e flexibilidade salarial. Na minha visão, parece mais discurso pra acalmar a torcida do que realidade.

    Investigação da NBA paira sobre a temporada

    Como se não bastasse, ainda tem aquela investigação da NBA sobre o contrato de endorsement do Leonard com a Aspiration, empresa que faliu. Frank disse que isso não afeta as operações e que confia na integridade do Steve Ballmer. “Se você conhece o Steve e sua integridade, sabe que não há nada demais”, falou.

    Olha, eu entendo a lealdade ao Kawhi — o cara é um monstro quando está em quadra. Mas será que apostar todas as fichas num jogador de 34 anos com histórico de lesões é o caminho? Os Clippers já tentaram isso antes e nunca deu certo.

    E vocês, acham que os Clippers deveriam mesmo apostar no Leonard pra próxima temporada ou é hora de partir pra uma nova direção?

  • KD vs LeBron: O 4º encontro nos playoffs pode ser o último

    KD vs LeBron: O 4º encontro nos playoffs pode ser o último

    Cara, quando eu penso que já vi de tudo na NBA, vem essa série Rockets vs Lakers e me dá aquele arrepio. Kevin Durant contra LeBron James nos playoffs pela quarta vez na carreira — e sinceramente? Pode ser a última.

    Olha só que loucura: a primeira vez foi em 2012, quando o LeBron estava no Miami Heat e destruiu o Thunder do KD nas Finals. Depois vieram 2017 e 2018, com o Durant no Warriors supertime passando o rodo no Cavaliers do Rei. E agora? KD nos Rockets enfrentando um Lakers completamente quebrado.

    LeBron aos 41 ainda carregando piano nas costas

    O mais absurdo de tudo isso é ver o LeBron, aos 41 anos, maior pontuador da história da NBA, tentando carregar esse time do Lakers mais uma vez. E não é qualquer time quebrado não — eles perderam Luka Dončić e Austin Reaves com lesões sérias há duas semanas.

    Imagina a situação: seu cestinha principal e seu segundo melhor jogador machucados, e você tem que enfrentar os Rockets com o KD no auge aos 37 anos. É tipo jogar videogame no modo impossível.

    “A gente vai tentar fazer essa temporada durar o máximo possível para que esses caras possam voltar”, disse o técnico JJ Redick. Cara, eu admiro a esperança, mas lesão de grau 2 no posterior e no oblíquo não é brincadeira não.

    KD quer fazer história em Houston

    Do outro lado, o Durant está numa situação completamente diferente. Os Rockets estão inteiros, jogando um basquete coletivo absurdo com o Ime Udoka comandando. KD mesmo falou: “É sempre massa jogar contra grandes jogadores, mas todo mundo sabe que é muito mais que um jogador só”.

    E é isso que me deixa pensando: será que esse é realmente o último dance entre esses dois monstros? LeBron falou que vai jogar até os 43, mas cara, olhando esse Lakers… não sei não.

    O mais louco é que eles são o 1º e 5º maiores pontuadores da história. Duas lendas que definiram uma geração inteira de basquete. Durant com seus dois anéis no Warriors, LeBron com seus quatro títulos espalhados por aí.

    Rockets são favoritos e com razão

    Vou ser sincero com vocês: por mais que eu torça por uma mágica do LeBron (porque convenhamos, ele já fez coisa impossível antes), os Rockets são favoritos pesados nessa série. Time saudável, quinta posição no Oeste, e jogando um basquete que dá gosto de ver.

    “É horário nobre”, disse o Udoka. “Dois dos melhores, ainda fazendo isso nessa altura da carreira.” Cara, ele não tá errado. Ver esses dois gladiadores se enfrentando depois de tantos anos é um privilégio.

    E aí, o que vocês acham? O LeBron consegue mais um milagre ou o KD vai finalmente eliminar o Rei numa série de playoffs? Jogo 1 é no sábado à noite, e eu já sei que não vou dormir cedo.

  • Wemby MVP e Cooper Flagg ROTY em 2026? Essa previsão me deixou maluco

    Wemby MVP e Cooper Flagg ROTY em 2026? Essa previsão me deixou maluco

    Gente, acabei de ler uma previsão de awards da NBA para 2026 que me deixou de queixo caído. O Kevin O’Connor, analista veterano da liga, já tá botando suas fichas no Victor Wembanyama como MVP e no Cooper Flagg como Calouro do Ano. E olha, eu tô aqui pensando se isso não é loucura demais ou se faz todo sentido do mundo.

    Cooper Flagg: o fenômeno que pode quebrar tudo

    Cara, vamos falar do elefante na sala primeiro. O Flagg ainda nem foi draftado e o cara já tá sendo cotado pra ROTY de 2026! Segundo a projeção, ele vai parar no Dallas — que por sinal deve estar num rebuild pesado depois de trocar o Luka Dončić (imaginem só essa loucura).

    A estatística que me chamou atenção? 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências por jogo. Como CALOURO. O último rookie a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubadas de bola foi ninguém menos que Michael Jordan. Monstro!

    Mas aqui entre nós: será que o Dallas consegue mesmo desenvolver um talento desses no meio de toda essa reconstrução? Porque pelo que tá sendo projetado, o cara vai entrar numa situação bem complicada, com veteranos sendo poupados e todo mundo sabendo que ele é a única ameaça real da equipe.

    A briga pelo ROTY vai ser insana

    O que mais me impressionou foi saber que essa decisão não tá fácil nem um pouco. O Kon Knueppel, que deve ir pro Charlotte, tá sendo cotado como uma ameaça real. O maluco tem 63.3% de true shooting — isso é absurdo pra um rookie! Enquanto o Flagg fica com 54.8%, que ainda é respeitável considerando que ele vai ter que criar muito mais jogadas.

    Sinceramente, acho que essa disputa vai ser uma das mais emocionantes dos últimos anos. Flagg com números brutos maiores mas menos eficiência, Knueppel mais eficiente mas em papel mais fácil. Vocês acham que os números brutos pesam mais ou a eficiência?

    E o Wemby como MVP? Faz sentido

    Agora, sobre o Wembanyama como MVP… cara, isso não me surpreende tanto assim. O francês já mostrou nos primeiros anos que tem tudo pra dominar essa liga. Se em 2026 ele tiver 22-23 anos e o San Antonio conseguir montar um time competitivo ao redor dele, por que não?

    O que me deixa curioso é ver como essa geração de jovens talentos vai se desenvolver. Temos o Wemby que já tá na liga, o Flagg chegando com todo esse hype, e outros nomes que ainda vão aparecer.

    Olha, eu sei que é muito cedo pra esse tipo de previsão, mas não vou mentir: já tô animado só de imaginar essa temporada de 2025-26. E vocês, o que acham? Essas previsões fazem sentido ou é hype demais?

  • LeBron aos 41: pode aposentar ou mudar de time em 2027

    LeBron aos 41: pode aposentar ou mudar de time em 2027

    Cara, o LeBron James continua sendo uma incógnita total. Aos 41 anos — vou repetir, QUARENTA E UM — o cara ainda tá decidindo se aposenta no final dessa temporada ou se continua jogando. E olha, pode ser tanto nos Lakers quanto em outro lugar completamente diferente.

    Segundo o The Athletic, o King não tá nem aí pra fazer uma turnê de despedida. Nada daquela coisa melosa do Kobe rodando a liga inteira. O LeBron quer decidir no silêncio e pronto.

    Mas vamos aos fatos: o monstro acabou de ser eleito Jogador da Semana da Conferência Oeste. Tá fazendo 20.9 pontos, 6.1 rebotes e 7.2 assistências por jogo. Aos 41 anos! Isso é absolutamente absurdo quando você para pra pensar.

    O dilema dos Lakers

    A situação em LA tá complicada. Dončić e Austin Reaves estão machucados “indefinidamente” — e isso muda tudo pro LeBron. Sem esses dois, ele vai ter que carregar o piano sozinho nos playoffs contra o Houston Rockets.

    Mas aqui que fica interessante: aparentemente o março mágico dos Lakers mudou o jogo completamente. A equipe fez 15-2 no mês, com o LeBron jogando um basquete mais inteligente, dando espaço pro Dončić brilhar e pro Reaves explodir com três jogos de 30+ pontos seguidos.

    Na minha visão, essa química que eles construíram pode ser o fator decisivo. O LeBron sempre falou sobre legacy, e terminar a carreira levando os Lakers de volta ao topo seria épico demais.

    As opções estão abertas

    O contrato dele expira esse ano, e rolou uma tensão danada quando os Lakers não ofereceram extensão no meio da temporada. Mais tenso ainda: ele não foi avisado sobre a venda do time pra Mark Walter, enquanto o Dončić foi. Imagina a cara dele quando soube disso pela imprensa?

    Mas tem um detalhe que pode mudar tudo: jogar com o Bronny. O LeBron disse essa semana que “estar em quadra com ele é a melhor coisa que já aconteceu na minha carreira, acima de tudo que conquistei”. Mano, isso me arrepia. Pai e filho jogando juntos na NBA — quando é que vamos ver isso de novo?

    Sinceramente? Acho que ele fica mais um ano. O cara perdeu 14 jogos no início da temporada por causa de ciática, voltou e mostrou que ainda tem lenha pra queimar. E vocês acham que alguém com esse nível de competitividade vai parar agora, especialmente com o filho ao lado?

    Seja como for, uma coisa é certa: qualquer decisão que o LeBron tomar vai abalar a liga inteira. E nós, como sempre, vamos ficar aqui na expectativa até o último segundo.

  • J.B. Bickerstaff é o Coach of the Year pelos próprios técnicos

    J.B. Bickerstaff é o Coach of the Year pelos próprios técnicos

    Cara, imagina só: há algumas temporadas o Detroit Pistons era uma verdadeira bagunça com 14 vitórias na temporada. Agora? J.B. Bickerstaff levou esse time pro primeiro seed do Leste e ainda foi eleito Coach of the Year pelos próprios técnicos da NBA.

    Bickerstaff ganhou o prêmio Michael H. Goldberg Coach of the Year 2025-26 da National Basketball Coaches Association. E olha, quando são os próprios técnicos votando, isso tem um peso diferente, né? Eles sabem exatamente o que é fazer milagre em quadra.

    Da lama ao primeiro lugar

    60 vitórias e 22 derrotas. Sessenta vitórias! Os Pistons foram de piada da liga para o melhor time da Conferência Leste. Sinceramente, eu não imaginava que esse turnaround seria tão rápido assim.

    E o mais impressionante? Fizeram isso mesmo com Cade Cunningham perdendo 11 jogos por causa de um pulmão colapsado — parada séria. Mas o time não desabou, muito pelo contrário. A defesa que o Bickerstaff montou foi a segunda melhor da temporada inteira.

    “Fico extremamente honrado em receber esse reconhecimento dos meus pares”, disse o técnico. Ele ainda agradeceu o pai, que sempre foi sua inspiração para entrar no coaching. Humildade total do cara.

    Prêmio que realmente importa

    Esse prêmio é diferente do Coach of the Year oficial da NBA — aquele é votado pela mídia. Mas quando os próprios técnicos te escolhem? É porque eles sabem que você fez algo especial mesmo.

    E tem mais: dos últimos nove vencedores desse prêmio dos técnicos, sete também levaram o oficial da NBA. Ou seja, as chances do Bickerstaff fazer a dobradinha são bem altas.

    Vocês acham que ele consegue levar os Pistons longe nos playoffs também? Porque uma coisa é transformar um time ruim em bom na temporada regular, outra é sustentar isso quando a pressão realmente aperta em maio e junho.

    De qualquer forma, chapéu pro Bickerstaff. Pegou uma franquia completamente perdida e construiu algo sólido. Agora é ver se consegue dar o próximo passo: fazer barulho nos playoffs.

  • A reinvenção do Devin Vassell: o herói esquecido dos Spurs

    A reinvenção do Devin Vassell: o herói esquecido dos Spurs

    Vocês lembram quando o Devin Vassell queria “tomar conta” dos Spurs? Cara, parece que foi ontem, mas estamos falando de 2023, quando ele era praticamente o segundo cara do time atrás só do Wembanyama. 19.5 pontos por jogo, 15.5 arremessos, o moleque queria ser estrela mesmo.

    Só que a vida dá cada volta, né?

    De protagonista para peça-chave

    Hoje, olhando os números de 2026, o Vassell tá fazendo 13.9 pontos por jogo — quase 6 a menos que há duas temporadas. Seu usage rate (17.6%) é apenas o sexto do time. Na real, parece que o cara regrediu, certo? Errado!

    O que aconteceu foi uma coisa linda de se ver: o moleque entendeu o jogo. Com a chegada de Stephon Castle, De’Aaron Fox e agora Dylan Harper, San Antonio virou um time lotado de armadores. E o Vassell? Se reinventou.

    Olha só esse dado absurdo: os Spurs fazem 121.3 pontos por 100 posses quando ele tá em quadra — a melhor marca do time inteiro. Mais louco ainda? Os lineups com Vassell SEM Wembanyama funcionam melhor no ataque do que o contrário. Isso é ser jogador inteligente, galera.

    O shapeshifter dos Spurs

    O técnico Mitch Johnson falou uma parada interessante: “Você pode chamar ele de arremessador/pontuador ou pontuador/arremessador”. Parece papo furado, mas não é. O Vassell é o único no elenco que consegue alternar entre essas duas funções conforme a necessidade.

    Quando precisa, o cara ainda resolve. Lembram da explosão de 35 pontos contra o Denver, numa vitória sem Wemby e Castle em novembro? E já teve mais duas partidas de 28 pontos desde então. A diferença é que agora ele sabe quando precisa tomar as rédeas.

    “Eu conheço meu jogo”, disse Vassell numa entrevista recente. “Sei que posso chegar no meu spot quando quero, sei que posso conseguir um arremesso quando quero. Mas para o bem do time, às vezes não é isso que você precisa.”

    Cara, essa mentalidade me lembra muito o que aconteceu com o Ginóbili quando virou sexto homem. A diferença é que não tem prêmio para quem se reinventa assim — só vitórias. E olha que os Spurs tiveram 62 vitórias na temporada regular!

    O verdadeiro MVP esquecido

    Julian Champagnie, companheiro de ala do Vassell, resumiu bem: o que ele tá fazendo agora “tem mais valor real” do que fazer 20+ pontos num time que briga pra não ser último. E eu concordo completamente.

    Sinceramente? Acho que essa reinvenção do Vassell pode ser uma das chaves para os Spurs voltarem a brigar pelo título de verdade. Ter um cara que pode ser tanto role player de elite quanto estrela quando necessário é um luxo que poucos times têm.

    E aí, vocês acham que o Vassell vai conseguir manter essa versatilidade nos playoffs? Porque uma coisa eu garanto: quando a pressão apertar, vai ser bom ter esse monstro no banco de reservas do ego, pronto pra resolver quando chamado.

  • Mitchell pode sair dos Cavs? Situação fica tensa em Cleveland

    Mitchell pode sair dos Cavs? Situação fica tensa em Cleveland

    Olha, vou ser bem sincero com vocês: a situação do Donovan Mitchell em Cleveland tá ficando bem interessante. E por interessante, eu quero dizer potencialmente explosiva.

    Os Cavaliers estão vivendo talvez os playoffs mais importantes desde que o LeBron vazou pra Los Angeles. O próprio Mitchell já falou que essa é a melhor chance dele de conquistar um título, e cara… ele pode estar certo mesmo.

    A pressão tá no talo

    Segundo o Fred Katz do The Athletic, se o Mitchell não assinar a extensão máxima que ele tem direito neste verão, os Cavs vão “discutir a possibilidade de trocá-lo”. Isso mesmo que vocês leram.

    Agora, calma aí. O Mitchell já disse várias vezes que curte Cleveland, mas a real é que nenhum de nós sabe se uma eliminação precoce nos playoffs seria suficiente pra ele dispensar centenas de milhões de dólares. Mas convenhamos… já vimos essa história antes.

    O Giannis ama Milwaukee, mas quando esses caras sentem que a janela de título fechou, eles vão embora mesmo. O LeBron saiu de Cleveland DUAS vezes, e hoje em dia os times não querem nem correr o risco de chegar nessa situação.

    O problema do dinheiro

    E aí que a coisa complica de vez. Os Cavs já fizeram a troca pelo James Harden, trocando o Darius Garland (de apenas 26 anos!) por um veterano de 36. Quem sabe se vão renovar com o Harden? O cara vai recusar os 42 milhões da opção de jogador dele pra tentar um contrato mais longo.

    Soma isso aos contratos máximos do Evan Mobley e do próprio Mitchell, os 28 milhões do Jarrett Allen, e mais de 40 milhões pros outros caras do elenco… Cleveland vai estourar o teto salarial de novo.

    Sinceramente? É dinheiro demais pra um time que nunca passou da segunda rodada dos playoffs desde que o LeBron saiu. Até o Mobley, que ganhou aquele contrato de 224 milhões em 5 anos, meio que estagnou no desenvolvimento.

    A pergunta que não quer calar é: será que os Cavs podem manter esse elenco se não renderem nos playoffs de novo? Eles assinariam com o Mitchell sem pensar duas vezes, mas e se o cara não vir futuro na organização pagando tanto pros outros sem resultados?

    E aí, vocês acham que o Mitchell fica em Cleveland ou vai procurar outro lugar pra realizar o sonho do título? A coisa pode esquentar rápido na NBA, principalmente se os Cavs decepcionarem mais uma vez nos playoffs.

  • LeBron vs KD: pode ser o último duelo dos gigantes nos playoffs

    LeBron vs KD: pode ser o último duelo dos gigantes nos playoffs

    Cara, que momento é esse? LeBron James e Kevin Durant vão se enfrentar nos playoffs pela quinta vez na carreira — e sinceramente, pode ser a última. Lakers contra Rockets, quarto contra quinto colocado no Oeste, começando neste sábado.

    Olha, eu fico emocionado só de pensar. A primeira vez foi lá em 2012, nas Finais. LeBron tinha 27 anos e acabara de ganhar seu terceiro MVP. KD? Apenas 23 anos, mas já era o cestinha da liga. Que duelo épico foi aquele.

    A nostalgia que dói no coração

    Quatorze anos se passaram desde então. Quatorze! E aqui estamos nós, vendo esses dois monstros ainda mandando muito aos 41 (LeBron) e 37 anos (KD). Como o técnico do Rockets, Ime Udoka, disse: “é horário nobre”. E não é que é mesmo?

    Os números do confronto histórico entre eles nos playoffs são absurdos. Em 14 jogos diretos, LeBron fez média de 31.9 pontos, 10.3 rebotes e 9 assistências. Durant não fica atrás: 31.6 pontos, 8.1 rebotes e 4.8 assistências. Dois extraterrestres.

    Na minha visão, o que mais impressiona é como eles mantêm esse nível. LeBron acabou de quebrar uma sequência histórica — pela primeira vez em 21 anos não vai fazer o All-NBA. Mas mano, com 41 anos, o cara ainda joga desse jeito? É de outro planeta.

    As batalhas épicas do passado

    Lembram de 2012? LeBron destruiu o Thunder do KD nas Finais, ganhando em 5 jogos. Mas Durant teve sua vingança. Quando foi para o Golden State, encontrou LeBron novamente nas Finais de 2017 e 2018 — e ganhou os dois títulos.

    Ah, aquele jogo 1 de 2018… LeBron fez 51 pontos (51!), 8 rebotes, 8 assistências. Uma apresentação de gala absoluta. E perdeu por causa do J.R. Smith, que achou que o Cavs estava ganhando quando estava empatado. Deu até meme, mas na real foi de partir o coração.

    Durant disse recentemente que o “Miami Heat LeBron” foi o cara mais difícil que ele já teve que marcar. E LeBron? Quando perguntaram qual versão do KD era mais complicada, ele foi direto: “Cara, qualquer versão”.

    Pode ser o último dance?

    Vocês acham que essa pode ser realmente a última vez? LeBron com 41, KD com 37… o tempo não para pra ninguém, né? Mas olhando eles jogarem, parece que ainda têm combustível no tanque.

    O que me deixa mais animado é que esses dois caras respeitam demais um ao outro. Não é só rivalidade — é admiração mútua entre dois dos maiores de todos os tempos. E nós temos o privilégio de acompanhar mais um capítulo dessa história.

    Lakers contra Rockets, LeBron contra Durant. Não sei vocês, mas eu já estou contando as horas. Pode não ser a última vez, mas se for, que seja épica como sempre foram esses confrontos.

  • Oscar Schmidt, nossa lenda eterna, nos deixou aos 68 anos

    Oscar Schmidt, nossa lenda eterna, nos deixou aos 68 anos

    Meu coração tá despedaçado. Oscar Schmidt, o cara que me fez amar basquete ainda criança, morreu aos 68 anos. Quinze anos lutando contra um tumor no cérebro — quinze anos, cara — e mesmo assim manteve aquela força que a gente conhecia dele.

    Pra quem não viveu aquela época, Oscar não era só um jogador. Era O jogador brasileiro. O cara que fazia a gente acordar de madrugada pra assistir as Olimpíadas e acreditar que dava pra ganhar dos americanos. E olha que conseguiu mesmo, né?

    O Mão Santa que nunca jogou na NBA

    Oscar foi provavelmente o melhor jogador de basquete que nunca pisou numa quadra da NBA. Imagina isso — Larry Bird falando que queria ter jogado contra ele. Larry Bird! O cara foi draftado pelo Nets em 84, participou do training camp, mas escolheu continuar na Itália.

    Hoje eu entendo a decisão dele. Na época, não tinha garantia nenhuma de espaço na liga, e lá ele já era tratado como rei. Kobe chegou a falar que Oscar era “seu cara”, que ele era “Bird antes de eu ter chance de ver o que Bird era”. Isso porque Kobe cresceu vendo Oscar jogar contra o pai dele na Itália.

    O mais absurdo? Ele começou a carreira profissional aos 16 e só parou aos 45. Quase 30 anos de carreira. Monstro.

    Os recordes que ninguém quebra

    Olha só esses números: 1.093 pontos em Olimpíadas (recorde absoluto), 906 pontos em Mundiais (também recorde). Oficiosamente, é o segundo maior pontuador da história do basquete profissional, atrás só do LeBron.

    Mas pra mim, o jogo mais icônico foi aquele Pan de 87, em Indianápolis. Brasil perdendo por 20 pontos pros americanos cheios de futuros astros da NBA — David Robinson, Danny Manning… Aí o Oscar simplesmente meteu 46 pontos, sendo 35 só no segundo tempo, e a gente virou o jogo. Virou! Contra os Estados Unidos!

    Eu lembro do meu pai gritando na sala assistindo aquilo. Foi o dia que aprendi que brasileiro pode sim jogar basquete no mais alto nível.

    Legado eterno

    Hall da Fama da NBA em 2013, apresentado pelo próprio Larry Bird. Hall da Fama da FIBA em 2010. Cinco Olimpíadas, quatro Mundiais. No Rio 2016, foi um dos porta-bandeiras na cerimônia de abertura — merecidíssimo.

    Vocês acham que algum dia vamos ter outro jogador brasileiro com esse impacto mundial? Sinceramente, acho difícil. Oscar era de uma geração diferente, quando um cara podia ficar 15 anos arrebentando na Europa e ser respeitado mundialmente por isso.

    O “Mão Santa” se foi, mas deixou uma coisa que ninguém tira da gente: a certeza de que brasileiro pode jogar basquete de igual pra igual com qualquer um no mundo. Obrigado por tudo, Oscar. Você sempre será nosso eterno camisa 14.

  • NBA volta ao México! Nuggets e Pacers jogam na Cidade do México

    NBA volta ao México! Nuggets e Pacers jogam na Cidade do México

    Cara, que notícia boa! A NBA anunciou ontem que Denver Nuggets e Indiana Pacers vão se enfrentar em um jogo oficial de temporada regular na Cidade do México, no dia 7 de novembro. E olha, essa não é uma novidade qualquer — vai ser o 35º jogo da liga no país mexicano.

    Trinta e cinco jogos, pessoal. Isso mostra o quanto a NBA leva o México a sério. Aliás, fora Estados Unidos e Canadá, nenhum outro país recebeu mais jogos da NBA que o México. Isso é impressionante quando você para pra pensar.

    Por que o México é tão especial para a NBA?

    Na minha opinião, a NBA sacou uma coisa que outras ligas ainda estão aprendendo: a América Latina é um mercado gigantesco e apaixonado por basquete. O Raul Zarraga, vice-presidente sênior da NBA América Latina, disse uma coisa que faz todo sentido: “Sediar o 35º jogo no país reflete a profundidade do relacionamento da NBA com o México e o papel que esse evento tem em aproximar o jogo global dos fãs localmente, em toda América Latina e ao redor do mundo.”

    E vocês sabiam que a liga também vai rolar jogos em Paris e Manchester na próxima temporada? A NBA tá mesmo levando o show pro mundo todo.

    Nuggets vs Pacers: que confronto esperar?

    Agora, falando do jogo em si — Nuggets contra Pacers vai ser interessante demais. De um lado você tem o atual campeão com o Jokic fazendo suas magias no garrafão (o cara é um monstro mesmo). Do outro, os Pacers que vêm numa crescente boa com Tyrese Haliburton comandando.

    Sinceramente, acho que vai ser um jogaço. Os mexicanos vão ter a chance de ver de perto o melhor pivô do mundo atualmente e um dos times mais empolgantes da liga. E aí, quem vocês acham que leva essa?

    Uma coisa é certa: 7 de novembro tá marcado no calendário. A NBA no México sempre rende grandes espetáculos, e esse não vai ser diferente.