Autor: Leandro Amorim

  • Warriors passam e Magic precisa reformular tudo: análise do Play-In

    Warriors passam e Magic precisa reformular tudo: análise do Play-In

    Olha, eu assisti esse último episódio do RealGM Radio e os caras tocaram em uns pontos que eu tava pensando há um tempo. O Play-In da NBA sempre gera umas discussões quentes, e dessa vez não foi diferente.

    Os Warriors conseguiram passar pelos Clippers — e sinceramente, eu não esperava que fosse ser tão tenso assim. Golden State mostrou que experiência ainda conta muito nesses momentos de pressão. Curry fazendo Curry things, né? Mas o que me chamou atenção mesmo foi a análise sobre como o time ainda tem fôlego pra incomodar na pós-temporada.

    Magic precisa de uma reformulação completa?

    Agora, o papo sobre o Orlando Magic me deixou pensando. Os caras do podcast foram diretos: é hora de explodir tudo e recomeçar. E olha, por mais que doa admitir, eles não tão errados não.

    O Magic tem peças interessantes, mas parece que tá faltando aquela identidade, aquele DNA de time vencedor. Paolo Banchero é um monstro, mas ele sozinho não vai levar esse time longe. A franquia precisa tomar umas decisões difíceis — e rápido.

    Vocês acham que o Magic deveria mesmo mexer no elenco todo ou ainda dá pra apostar nesse grupo atual?

    Pistons e o caminho mais fácil no Leste

    Uma parada que me surpreendeu foi a conversa sobre os Pistons e como eles podem ter o caminho mais tranquilo pro playoff no Leste. Cara, quem diria que estaríamos falando isso sobre Detroit há dois anos atrás?

    O desenvolvimento do Cade Cunningham tem sido absurdo, e o time tá construindo uma base sólida. Não vou mentir — tô começando a acreditar nesse projeto dos Pistons. Eles tão fazendo as coisas do jeito certo: desenvolvendo os jovens, criando uma cultura vencedora.

    E a cereja do bolo foi quando os apresentadores revelaram seus palpites pro All-NBA de 2026. Meio cedo demais? Talvez. Mas é sempre divertido especular sobre quem vai dominar a liga daqui a alguns anos.

    O que mais me impressiona é como a NBA continua evoluindo. Times que pareciam perdidos há pouco tempo agora têm planos claros, enquanto outros que eram favoritos tão patinando. Essa é a beleza da liga — nunca dá pra ter certeza de nada.

  • LeBron não descarta aposentadoria: ‘Quando eu souber, vocês saberão’

    LeBron não descarta aposentadoria: ‘Quando eu souber, vocês saberão’

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: sempre pensei que o LeBron ia fazer aquele tour de despedida épico, visitando todas as arenas pela última vez. Mas pelo jeito eu estava completamente errado.

    Fontes próximas ao Rei me contaram que ele não decidiu NADA sobre continuar jogando na temporada 2026-27. E pasmem: a aposentadoria é uma possibilidade real mesmo. Mais chocante ainda? Esse papo de farewell tour que todo mundo fala é balela. Pura especulação nossa.

    O cara que ninguém consegue decifrar

    Sabe o que mais me impressiona no LeBron aos 41 anos? Como ele continua desafiando todas as nossas previsões. Galera achava que ele não ia se adaptar aos caras mais novos dos Lakers, que ia criar treta por protagonismo… Nada disso rolou.

    “Quando eu souber, vocês saberão. Eu não sei. Não tenho ideia. Só quero viver. É isso.”, disse o cara durante o All-Star Weekend. Monstro demais essa resposta, né?

    As fontes me disseram que o LeBron é daqueles caras super analítico, que não toma decisão no impulso. Ele vai decidir no tempo dele, do jeito dele. E sinceramente? Respeito total por isso.

    Família em primeiro lugar (como sempre)

    Uma coisa que pesa muito na decisão é a família. O Bronny tá lá nos Lakers com contrato até a próxima temporada – imaginem a loucura de pai e filho jogando juntos! A Savannah e a Zhuri estão estabelecidas em LA desde 2018, e o Bryce tá na Arizona fazendo sua jornada no college.

    Cara, deve ser bizarro tomar uma decisão dessas quando você tem que pensar em tanta gente, né? E olha que ele ainda é peça fundamental dos Lakers – principalmente agora que o time tá sem alguns jogadores machucados nos playoffs.

    E aí, vocês acham que ele pendura as chuteiras mesmo ou vai mais uma? Na minha opinião, se ele decidir continuar, vai ser entre Lakers, Warriors, Cavs ou Clippers. Mas conhecendo o LeBron, ele pode nos surpreender de novo.

    “O momento é tudo que temos. No final das contas, é só isso que importa”, falou ele recentemente, meio rouco depois de um jogo pesado. Filosofia pura do cara que já viu de tudo nessa liga.

  • NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    NBA admite que temporada mais curta faz sentido, mas…

    Olha, eu sempre achei que 82 jogos na temporada regular é coisa demais. E pelo jeito, até a própria NBA concorda comigo — pelo menos quando ninguém tá olhando.

    Segundo o Chris Mannix da Sports Illustrated, os caras da liga privadamente não conseguem argumentar contra uma temporada mais curta. O Steve Kerr e um monte de gente da mídia já vem batendo nessa tecla há um tempão, e faz todo sentido: menos jogos, menos lesões, jogadores mais descansados nos jogos que realmente importam.

    A matemática cruel do dinheiro

    Mas aí que mora o problema. Os executivos da NBA são rápidos pra lembrar de uma coisinha chamada grana. Menos jogos = menos receita. E a estimativa é brutal: cerca de 20% de perda de faturamento.

    Cara, eu entendo a lógica de negócio, mas sinceramente acho que eles tão pensando pequeno. Uma temporada mais enxuta poderia valorizar cada jogo individual — imagina se cada partida valesse mais porque tem menos delas? Os ingressos poderiam custar mais caro, a audiência seria maior…

    Pra isso rolar, a NBA e o sindicato dos jogadores (NBPA) teriam que sentar e negociar numa boa. E convenhamos, convencer todo mundo a abrir mão de 20% da receita no curto prazo não vai ser moleza.

    O exemplo da NFL que incomoda

    O que me mata é ver a NFL sendo a liga esportiva mais valiosa do mundo jogando apenas 17 partidas na temporada regular. Dezessete! E eles ainda querem expandir pra 18. Enquanto isso, a NBA fica aí com seus 82 jogos, vendo estrela atrás de estrela se machucando por causa do desgaste.

    A liga até tentou ser mais esperta com os calendários — reduziu os back-to-backs (jogos em noites seguidas) e essas maluquices de 4 jogos em 6 noites. Mas é aquele remendo no problema, não a solução real.

    E tem outro detalhe que complica tudo: a NBA acabou de assinar um contrato de mídia gigantesco — 11 anos, 76 bilhões de dólares com ESPN, NBC e Amazon até 2036. Vocês acham que essas emissoras vão topar receber menos conteúdo pelo mesmo preço?

    No fim das contas, é aquela briga eterna entre o que faz sentido pro esporte e o que faz sentido pro bolso. Mas eu tô aqui torcendo pra que um dia a liga tenha coragem de apostar numa temporada mais curta e mais valiosa. Quem sabe 60 jogos? E aí, o que vocês acham — vale a pena o risco?

  • LeBron pode deixar os Lakers? Rei cogita Warriors e até Cavs

    LeBron pode deixar os Lakers? Rei cogita Warriors e até Cavs

    Olha, eu não esperava estar escrevendo sobre isso tão cedo, mas aqui estamos: LeBron James pode mesmo estar pensando em trocar de time de novo. E cara, as opções que estão na mesa são no mínimo interessantes.

    O Rei já admitiu que tá chegando perto do fim da carreira — coisa que a gente meio que já sabia, né? Aos 39 anos, o cara ainda joga pra caramba, mas é inegável que o relógio tá correndo. A questão é: onde ele vai passar esses últimos anos?

    Lakers não tão garantidos assim

    Por mais maluco que pareça, os Lakers não são unanimidade pra renovar com LeBron. A diretoria tá priorizando ter uns 50 milhões de dólares livres no salary cap e três picks de primeira rodada pra fazer trocas. Sinceramente? Acho meio arriscado apostar contra o LeBron, mas entendo a estratégia deles.

    A questão é que o time precisa se reforçar urgentemente. Só LeBron e AD não tão dando conta mais — e olha que eu amo os dois, mas a realidade é essa.

    Warriors: a união que ninguém esperava?

    Agora vem a parte mais louca de tudo isso: Golden State aparece como opção real. Imaginem LeBron jogando AO LADO do Curry? Seria absolutamente surreal ver os dois maiores nomes da última década dividindo a quadra.

    O problema é a grana. Os Warriors tão lutando contra o salary cap e só poderiam oferecer uns 15 milhões — bem menos do que LeBron ganha hoje. Mas pensem comigo: será que ele não toparia ganhar menos pra ter mais uma chance real de título? Eu toparia, no lugar dele.

    Cleveland: volta pra casa de novo?

    Os Cavaliers também tão na lista, e faz todo sentido. LeBron já voltou pra casa uma vez e trouxe o título histórico em 2016. Será que rola uma terceira passagem por lá?

    O time de Cleveland tá bem estruturado agora, com Donovan Mitchell, Evan Mobley, Darius Garland… seria uma equipe interessante pro LeBron encerrar a carreira. O problema é que eles também tão com o salary cap apertado e talvez só consigam oferecer o mínimo veterano.

    E aí, vocês acham que LeBron tem coragem de sair dos Lakers de novo? Eu honestly não sei o que esperar, mas uma coisa é certa: seja qual for a decisão, vai mexer com toda a liga. O cara continua sendo o LeBron James, né?

    Os Clippers também aparecem como opção remota, principalmente se ele quiser ficar em LA mesmo. Mas entre nós, parece a opção menos provável de todas.

  • Wemby domina e SGA leva o MVP: meu voto nos prêmios da NBA

    Wemby domina e SGA leva o MVP: meu voto nos prêmios da NBA

    Olha, chegou a hora de decidir quem foram os melhores da temporada NBA 2025-26, e cara… que temporada! A liga liberou as votações oficiais depois de toda aquela confusão com a regra dos 65 jogos (Luka e Cade conseguiram contestar e entraram na briga). Como um dos 100 eleitores, vou dividir aqui meus votos e explicar por que cada escolha.

    Sinceramente? Algumas decisões foram fáceis, outras me deixaram quebrando a cabeça até o último minuto.

    MVP: SGA finalmente leva a sua

    Meu voto para MVP vai pro Shai Gilgeous-Alexander, e não tem nem discussão. O cara simplesmente carregou o Thunder nas costas pra 64 vitórias, lidando com lesões no elenco e ainda tendo que segurar a pressão dos Spurs chegando forte no final da temporada.

    A briga real foi pela segunda posição: Jokic ou Wembanyama? Os dois têm argumentos absurdos. O Jokic virou o primeiro cara da história a liderar a liga em rebotes E assistências por jogo, fazendo triple-double de novo. Mas o Wemby… meu Deus, o francês é o primeiro desde o Shaq em 2000 a fazer 25 pontos, 10 rebotes e 3 tocos de média!

    O que me fez escolher Jokic em segundo foi simples: minutos em quadra. Jokic jogou 2.265 minutos contra 1.866 do Wembanyama. Quando falamos de ‘valor’, isso conta, né?

    Luka em quarto lugar liderou a liga em pontos por jogo (33.5 – monstro!) e manteve os Lakers brigando por cabeça de chave a temporada toda. E o Cade? Rapaz, Detroit teve sua melhor temporada em uma geração graças a ele.

    Defensor do Ano: Era do Wemby começa agora

    Aqui não tem conversa: Victor Wembanyama. O cara faz coisas em quadra que nunca vi na vida. Liderou a liga em tocos, na soma de roubos e tocos, e várias outras categorias defensivas.

    O Chet Holmgren chegou perto – aliás, Oklahoma City teve DE LONGE a melhor defesa da liga (San Antonio foi terceira). Mas cara, enquanto o Wemby estiver saudável, esse prêmio vai ser dele pelos próximos anos.

    Rudy Gobert em terceiro porque Minnesota era quase 8 pontos piores por 100 posses sem ele. O francês não vai ser o primeiro cinco vezes vencedor, mas ainda é um muro.

    A questão é: Wemby já é candidato real ao título?

    Olhando esses números todos, uma coisa me chama atenção: os Spurs podem ser uma ameaça real nos playoffs. Com Wemby dominando dos dois lados da quadra assim, quem consegue parar?

    E vocês, o que acham? SGA mereceu o MVP ou era pra ser do Jokic mesmo? E esse Wembanyama… já dá pra sonhar com anel em San Antonio?

  • LaMelo diz que não tem treta com Bam: ‘É só basquete’

    LaMelo diz que não tem treta com Bam: ‘É só basquete’

    Cara, o LaMelo Ball finalmente se pronunciou sobre aquela jogada polêmica com o Bam Adebayo — e sinceramente? Eu meio que acredito nele.

    O armador do Hornets foi multado em 60 mil dólares (35 mil pela falta flagrante 2 e mais 25 mil por falar palavrão na entrevista pós-jogo), mas escapou da suspensão pro jogo decisivo contra o Magic. E olha, considerando que o Charlotte não vai aos playoffs há nove anos — NOVE! — foi um alívio pra torcida.

    “Só queria saber se ele tá bem”

    O que me chamou atenção foi o tom do LaMelo falando sobre o Bam. O cara parecia genuinamente preocupado: “Principalmente só quero ter certeza de que ele está bem. Não queremos ninguém machucado nesta liga nunca.”

    E vocês sabem como é, né? Quando alguém se machuca por causa da sua jogada, mesmo que sem querer, fica aquele peso na consciência. O LaMelo até tentou falar com o Bam depois do jogo, ficou esperando do lado do vestiário do Heat… mas imagina a situação: time eliminado, temporada acabada, cara machucado. Normal que o Bam não quisesse papo.

    Histórico ou coincidência?

    Agora, o que complicou as coisas foi quando apareceu um vídeo de janeiro de 2024 — LaMelo fazendo uma jogada meio suspeita no Bam de novo. Aí já fica difícil defender, né?

    Mas o armador do Hornets foi categórico: “É tudo basquete. Sinto que o Bam sabe. Nunca tivemos nada rolando, sabe? Eu nunca tive realmente nada com ninguém.”

    Olha, eu acompanho o LaMelo desde que chegou na NBA e, sinceramente, nunca vi ele como jogador sujo. Impulsivo? Com certeza. Às vezes meio inconsequente? Também. Mas sujo mesmo? Não sei não.

    Spoelstra deu a palavra final

    E o Erik Spoelstra, técnico do Miami, meio que confirmou minha impressão. Mesmo puto com a jogada (e com razão), ele foi claro: “Não acho que ele seja um jogador sujo. Foi uma jogada suja e perigosa, deveria ter sido marcada na hora. Mas não foi, e agora seguimos em frente.”

    Isso aí é classe, viu? Spoelstra podia ter desandado a falar mal do garoto, mas escolheu ser profissional.

    No fim das contas, o LaMelo tá focado no que importa: quebrar a seca de nove anos sem playoffs do Charlotte. E convenhamos, seria absurdo se ele perdesse esse jogo por conta de uma jogada que — na minha visão — foi mais desajeitada que maldosa.

    E aí, vocês acham que foi intencional ou só azar mesmo? Eu tô no time do “azar”, mas admito que aquele vídeo de 2024 deixou a situação meio complicada…

  • O conselho do Hakeem que mudou a mentalidade do Wembanyama

    O conselho do Hakeem que mudou a mentalidade do Wembanyama

    Cara, vocês viram o que o Wembanyama falou sobre o conselho que recebeu do Hakeem Olajuwon? Eu fiquei impressionado com a simplicidade e ao mesmo tempo a força da mensagem.

    “Você não precisa esperar para ganhar. Pode fazer isso agora mesmo. Se você é bom o suficiente, vai fazer seu time vencer de qualquer jeito.” Pronto. Simples assim. Mas vindo do Dream, né… a coisa tem outro peso.

    A lição do maior pivô de todos os tempos

    Olha, eu sempre acreditei nessa história de que time jovem precisa “amadurecer” antes de brigar por título. Mas o Hakeem sabe do que tá falando — o cara chegou na NBA em 1984 e já no primeiro ano levou o Houston Rockets de 29 vitórias para 48. Absurdo, né?

    E é exatamente isso que tá acontecendo com o Spurs agora. Seis temporadas seguidas sem conseguir nem 35 vitórias, e de repente — BOOM — 62-20. Ficaram apenas dois jogos atrás do Thunder, que são os atuais campeões. Dois jogos!

    O que mais me impressiona é como o Wemby internalizou essa mentalidade. Não é só sobre técnica ou físico (que ele obviamente tem de sobra com seus 2,24m). É sobre acreditar que você pode mudar tudo AGORA, não daqui a três anos.

    Os números não mentem

    E sinceramente, quando você olha os números dele nessa temporada… cara, é de outro mundo mesmo. 25 pontos, 11.5 rebotes, 3.1 assistências e líder da liga em tocos com 3.1 por jogo. Shooting 51.2% dos arremessos e 34.9% das bolas de três.

    Com 22 anos. Vinte e dois!

    O elenco ao redor dele também não tá brincando. De’Aaron Fox no All-Star, Stephon Castle como Rookie of the Year, Keldon Johnson disputando o Sixth Man of the Year… É um time completo, cara. Não é só o show do Wembanyama (embora ele seja o grande diferencial).

    E aí, vocês acham que o Spurs realmente pode surpreender e levar tudo nessa primeira participação nos playoffs do Wemby? Eu tô começando a acreditar. Principalmente depois de ver como ele absorveu a lição do Hakeem. Às vezes a mentalidade faz toda a diferença — e parece que esse monstro francês tem mentalidade de campeão desde cedo.

  • O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    O que poderia ter sido: a dupla Herro-Powell que não vingou no Heat

    Cara, eu fico pensando nisso desde que o Heat foi eliminado pelos Hornets no play-in. Tyler Herro e Norman Powell juntos deveriam ter sido algo especial, mas virou uma das maiores frustrações da temporada. E o Spoelstra foi bem direto sobre isso nas entrevistas de fim de temporada.

    Os números são brutais: os dois jogaram apenas 21 partidas juntos. Vinte e uma! Herro perdeu 48 jogos por lesão, Powell virou All-Star pela primeira vez na vida (merecido, diga-se), mas depois começou a quebrar também com problemas na virilha e ainda pegou uma gripe que derrubou ele por semanas.

    A matemática não fechou

    Olha, quando os dois estavam em quadra ao mesmo tempo, o Heat tinha -1.8 de rating. Negativo. Isso é preocupante pra caramba, especialmente quando você tem dois caras que fizeram mais de 20 pontos de média na temporada. O problema é óbvio: ambos são criadores de jogada, gostam da bola na mão, e acabavam se atropelando.

    Spoelstra admitiu que foi um “desafio” fazer a coisa funcionar. No final da temporada, Herro voltou pro quinteto inicial e Powell foi pro banco – imagina como deve ter sido difícil pro cara que tinha acabado de ser All-Star pela primeira vez na carreira?

    O que poderia ter sido

    “Acho que eles poderiam ter sido dinâmicos, foi só azar mesmo”, disse o Spo. E eu concordo com ele. Dois caras talentosos, Powell fazendo a melhor temporada da vida (21.7 pontos de média), Herro mostrando que é um talento único no ataque quando tá saudável.

    Mas aí que tá – quando um estava bem, o outro estava machucado. Era um vai-e-vem que não deixou os caras desenvolverem química. E química no basquete não é algo que você inventa da noite pro dia, ainda mais quando você muda todo o sistema ofensivo como o Heat fez essa temporada.

    Powell foi honesto: “Não tivemos uma chance real de descobrir como fazer funcionar”. E faz sentido. Como você vai criar entrosamento se mal consegue treinar junto?

    Lições pra próxima temporada

    O Heat vai ter decisões difíceis no verão. Manter os dois? Trocar um deles? Sinceramente, acho que mereciam uma chance real de jogarem saudáveis juntos por uma temporada inteira. Mas na NBA você não sempre tem esse luxo.

    O que mais me deixa frustrado é que dava pra sentir o potencial ali. Dois caras que sabem marcar, que podem criar pro time todo. Se tivessem conseguido 50, 60 jogos juntos e saudáveis, talvez a história seria diferente.

    E vocês, acham que o Heat deveria insistir nessa dupla ou partir pra outra? Porque pra mim, 21 jogos juntos é muito pouco pra julgar qualquer coisa.

  • Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Spoelstra se irrita com críticas após eliminação dolorosa do Heat

    Cara, que dor no peito foi ver o Heat ser eliminado assim, né? Perder por UM ponto na prorrogação pro Charlotte Hornets no Play-In… sinceramente, essas são as derrotas que mais doem. 127 a 126 e tchau temporada.

    Erik Spoelstra não gostou nem um pouco das críticas que vieram depois. E olha, eu entendo o cara perfeitamente — seis anos consecutivos de playoffs não é brincadeira nessa liga. Agora galera tá falando que foi uma temporada perdida? Spoelstra mandou a real:

    “Eu realmente senti que poderíamos ter tido de quatro a seis vitórias a mais, mas isso não aconteceu. Isso também poderia ter mudado como nos sentíamos sobre este time.”

    A dura realidade da NBA

    O técnico foi direto ao ponto sobre como é difícil manter o sucesso na NBA. E cara, ele tem razão. Quantos times conseguem ir aos playoffs seis anos seguidos? É coisa de time grande mesmo.

    “Não gostamos nem um pouco dessa sensação de estar fora no meio de abril. Mas também acho que vocês não podem simplesmente descartar ou desacreditar isso dizendo como é horrível que fizemos playoffs seis anos seguidos e não ganhamos um título. Este é um negócio difícil, e não há muitos times que conseguem fazer isso todo ano.”

    Mano, quando você para pra pensar… desde aquela final em 2023 contra o Denver (que dor), o Heat vem sofrendo. Duas eliminações seguidas na primeira rodada e agora nem pros playoffs chegaram. Mas 43-39 é uma melhora de seis vitórias em relação à temporada passada.

    Os garotos deram trabalho

    Uma coisa que eu gostei foi o Spoelstra destacar os jovens. Jaime Jaquez Jr., Kel’el Ware, Pelle Larsson e Kasparas Jakucionis… esses moleques têm potencial. E vocês, acham que o Heat consegue se reerguer na próxima temporada com essa base jovem?

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que o Spoelstra tá certo em defender o trabalho. Seis anos de playoffs consecutivos não é pouca coisa, mesmo sem título. Agora é hora de renovar e voltar mais forte — porque cultura Heat não morre assim não.

  • Giannis pode sair! 3 nomes que os Bucks devem negociar AGORA

    Giannis pode sair! 3 nomes que os Bucks devem negociar AGORA

    Gente, a situação em Milwaukee tá ficando séria mesmo. Giannis Antetokounmpo claramente não tá feliz com os Bucks, e depois de uma temporada desastrosa (32-50), parece que o Greek Freak pode mesmo estar de saída. Sinceramente? Eu não culpo ele.

    A franquia tá numa situação complicadíssima – não controlam suas próprias escolhas de primeira rodada até 2031! É basicamente depender da sorte dos outros pra conseguir picks decentes. Com Giannis no mercado, os Bucks precisam acelerar o processo e decidir quem fica e quem vai embora nessa reconstrução.

    O intocável que ninguém esperava

    Olha, se tem alguém que os Bucks NÃO podem negociar é Ryan Rollins. O cara de 23 anos simplesmente explodiu essa temporada – 17.3 pontos, 4.6 rebotes e 5.6 assistências por jogo. Monstro!

    Rollins aproveitou a lesão/saída do Damian Lillard e mostrou que veio pra ficar. O mais legal? Tá ganhando mixaria (4 milhões por ano) e tem opção de jogador pra 2027-28. Os Bucks foram espertos em não incluir ele na troca que traria o Ja Morant. Esse garoto é o futuro da franquia, pode anotar.

    Os que podem rolar uma negociação

    Bobby Portis é aquele cara que sempre aparece em rumores de troca, né? Veterano de 30 anos, respeitado no vestiário, mas será que ainda faz sentido manter ele numa reconstrução? Fez 14 pontos e 6 rebotes por jogo com aproveitamentos decentes (49/46/71).

    Na minha opinião, Portis poderia ajudar algum time brigando por título. É aquele sexto homem confiável que todo mundo quer. Mas o salário não é absurdo, então não é urgência total pros Bucks se livrar dele.

    AJ Green é outro caso interessante. O cara se tornou um dos melhores atiradores em movimento da liga – 3.0 cestas de 3 por jogo com 41.9% de aproveitamento. Absurdo! E ainda tá com contrato justo: 45 milhões por quatro temporadas.

    Esse tipo de especialista sempre tem mercado, principalmente entre os contenders. Mas é exatamente por isso que Milwaukee deveria pensar duas vezes antes de trocar ele. É difícil encontrar um sniper desse nível por esse preço.

    A realidade dura dos Bucks

    Cara, vou ser sincero: a situação dos Bucks tá bem complicada. Sem Giannis, sem picks próprios até 2031… é praticamente começar do zero. A única saída mesmo é apostar na development e torcer pra Ryan Rollins continuar evoluindo.

    Vocês acham que os Bucks conseguem convencer Giannis a ficar? Ou é melhor mesmo negociar ele agora e conseguir uma montanha de assets? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar. Uma coisa é certa: 2024 vai ser um ano decisivo pra franquia de Milwaukee.