Autor: Leandro Amorim

  • Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Cara, essa notícia me deixou pensando. O Brian Windhorst, do ESPN, soltou uma bomba no podcast dele: a Nike perdeu 15% do valor nas ações e parte da culpa pode ser dos próprios astros da NBA que não conseguem mais vender tênis como antigamente.

    Olha só que loucura — desde o Michael Jordan nos anos 90, a Nike e a NBA eram praticamente inseparáveis. Quem não queria ter um Air Jordan? Mas agora a situação tá complicada. Windhorst falou que a receita da empresa despencou nos últimos 18 meses e o mercado tá sentindo.

    O que realmente tá acontecendo?

    A parada fica mais séria quando você vê que analistas independentes do UBS (que só se importam com números, não com hype) chegaram na mesma conclusão: os jogadores de basquete não são mais tão populares quanto eram antes. E isso impacta diretamente na venda de tênis de basquete.

    Sinceramente? Faz sentido. Pensa comigo — quantos jogadores hoje em dia têm o mesmo apelo global que o Jordan tinha? O LeBron ainda vende, o Curry também, mas depois disso… fica difícil. Os caras são monstros na quadra, mas não conseguem transcender o esporte como os ícones do passado faziam.

    Mas calma, NBA ainda fatura pesado

    Por outro lado, a liga não tá exatamente quebrada. Os números são absurdos: a franquia mais valiosa vale $5.4 bilhões (segundo a Forbes), com o Warriors liderando em $11 bilhões. E a NBA como um todo deve faturar $14.3 bilhões só nesta temporada.

    É meio contraditório, né? A liga vale mais que nunca, as franquias são negócios bilionários, mas os jogadores individualmente não conseguem mais vender produtos como antes. Talvez seja reflexo de uma geração mais diversificada — hoje temos muitas estrelas, mas nenhuma que domine completamente o cenário cultural.

    E vocês, o que acham? Os astros de hoje realmente perderam aquele “algo a mais” que fazia a gente querer comprar o tênis deles? Ou será que é só o mercado que mudou mesmo? Uma coisa é certa: a Nike precisa repensar a estratégia se quiser voltar aos tempos áureos do basquete.

  • Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Heat precisa decidir: Bam e Herro são o futuro ou é hora de mudar?

    Olha, eu não esperava estar escrevendo isso, mas parece que a era Bam Adebayo e Tyler Herro no Miami Heat tá chegando numa encruzilhada. E quem tá cobrando uma definição é nada menos que Kendrick Perkins — e o cara não poupou palavras.

    O Heat fechou mais uma temporada fora dos playoffs depois de perder no play-in para o Charlotte Hornets. Quatro anos consecutivos brigando no play-in, gente. QUATRO. Pra uma franquia que se acostumou com finais e títulos, isso tem que doer.

    Perkins mandou a real sobre Pat Riley

    No podcast Road Trippin, Perkins foi cirúrgico ao criticar Pat Riley. “Cara, você quer pescar uma baleia todo verão, todo deadline de trocas. Mas só consegue trazer peixinhos”, disse o ex-pivô. E continuou: “É hora de ter uma conversa honesta: Bam Adebayo e Tyler Herro são os caras que vão levar o Heat onde ele quer chegar? A resposta é não.”

    Sinceramente? Perkins tem um ponto. O Heat tentou ir atrás do Kevin Durant (que não quis), não foi no Damian Lillard quando teve chance, e agora tá nessa situação meio sem rumo.

    O que esperar do futuro em Miami

    Bam é um monstro defensivo, isso ninguém discute. Triple-double quando quer, defesa de elite, joga em qualquer posição. Mas será que ele é a peça principal de um time campeão? Tyler Herro tem o arremesso de 3 e consegue criar jogadas, mas na hora H das decisões importantes, ele some do mapa.

    O Heat terminou com 43-39, décimo no Leste. Acima dos Bucks (que decepção) e Bulls, mas atrás dos Hornets e Magic. Pra uma franquia com a cultura Miami Heat, isso é inaceitável.

    Na minha visão, Riley vai ter que tomar uma decisão difícil nesse verão. Ou aposta todas as fichas na dupla Bam-Herro e constrói um elenco competitivo ao redor deles, ou usa um dos dois (provavelmente o Herro) como moeda de troca pra ir atrás de uma estrela de verdade.

    E aí, vocês acham que o Heat deveria apostar nessa dupla ou é hora de uma reformulação geral? Porque do jeito que tá, só dá pra brigar por play-in mesmo.

  • Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Jaquez Jr. mostrou que é gigante: ano de ressurreição no Heat

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que o Jaime Jaquez Jr. ia dar essa resposta toda depois das especulações de trade que rolaram o ano inteiro. O cara simplesmente ignorou a pressão e mandou ver na temporada.

    E que temporada, meu amigo! Médias de carreira em tudo: 15.4 pontos, 50.7% nos arremessos de quadra, 5.0 rebotes e 4.7 assistências saindo do banco. Compare isso com a temporada passada, quando ele passou pelo famoso ‘slump do segundo ano’ que derruba muito calouro promissor por aí.

    Spoelstra não escondeu a empolgação

    O Erik Spoelstra, que já viu muita coisa boa passar pelo Heat, não economizou nos elogios. Segundo ele, o que mais impressiona no Jaquez é a capacidade de penetrar no garrafão e criar jogadas para os companheiros. “Ele teve um grande ano de ressurreição. Foi trabalhar no verão passado e voltou com uma temporada impactante para nós”, disse o técnico.

    E cara, isso que o Spoelstra falou sobre a melhora no passe é real. O Jaquez evoluiu muito na visão de jogo — coisa que separa os bons dos grandes na liga.

    Disputando espaço com os gigantes

    A parte mais impressionante? O cara conquistou seus minutos (28.3 por jogo) mesmo com o Heat tendo um batalhão de alas: Andrew Wiggins, Norman Powell, Nikola Jovic, Simone Fontecchio. Não é fácil se destacar nesse meio.

    Aliás, vocês acham que ele merece algumas considerações para Sexto Homem do Ano? Eu acho que sim, embora o próprio Jaquez tenha se mostrado modesto sobre suas chances quando perguntaram.

    Infelizmente, a temporada do Heat acabou naquela derrota dolorosa para o Charlotte Hornets no play-in. Mas o Jaquez fez sua parte: 13 pontos, 6 rebotes e 8 assistências. Um veterano de 25 anos que claramente encontrou seu lugar no esquema do Spoelstra.

    Sinceramente, acho que Miami acertou em apostar no garoto. Depois de toda essa pressão de trade e críticas, ele respondeu da melhor forma possível: dentro de quadra. E isso, meus amigos, é o que separa os guerreiros dos meros jogadores.

  • 3 destinos perfeitos pro Kawhi se os Clippers cansarem dessa novela

    3 destinos perfeitos pro Kawhi se os Clippers cansarem dessa novela

    Olha, eu vou ser bem direto: Kawhi Leonard nos Clippers foi uma das maiores decepções da NBA nos últimos anos. Quando o cara chegou em 2019, a gente pensou “pronto, agora os Clippers vão roubar a cena de Los Angeles”. Cinco anos depois… bem, vocês sabem como é.

    O Intuit Dome novinho em folha refletiu mais uma vez as caras de desapontamento da torcida. Load management eterno, lesões no pior momento possível, e eliminações precoces nos playoffs viraram marca registrada. A última foi contra o Warriors no Play-In, 126-121, e foi doloroso de assistir.

    A realidade bateu na porta

    Sinceramente, chegou a hora dos Clippers tomarem uma decisão. O elenco tá envelhecendo, não têm mais picks de draft pra negociar, e o sonho do título parece cada vez mais distante. Kawhi continua sendo um monstro quando tá saudável – dois Finals MVP com times diferentes não é brincadeira -, mas aí que tá: “quando tá saudável” virou a palavra-chave.

    E se os Clippers decidirem recomeçar do zero? Onde o Kawhi poderia parar? Vou listar os três destinos que fazem mais sentido na minha cabeça.

    Miami Heat: Pat Riley não perdoa

    Se tem uma coisa que eu aprendi é: nunca subestimem Pat Riley. O cara tá sempre caçando uma oportunidade, e com o Heat fora dos playoffs de novo, ele deve tá louco pra fazer alguma coisa grande.

    Kawhi no Heat faz sentido demais. A cultura defensiva de Miami, a disciplina tática, tudo casa perfeitamente com o perfil do Leonard. Imaginem ele junto com o Bam Adebayo? Tyler Herro provavelmente seria incluído na negociação, talvez o Kel’el Ware também, mais uma pick de loteria.

    Pro Heat, seria ter um veterano clutch que pode decidir jogos. Pros Clippers, seria começar uma nova era com juventude e peças interessantes.

    Golden State Warriors: a revanche

    Tem uma ironia deliciosa nisso aqui. O time que eliminou o Kawhi pode ser o próximo lar dele. Os Warriors querem desesperadamente estender a janela de títulos do Curry, e Leonard seria perfeito pra isso.

    Imaginem uma defesa com Draymond Green E Kawhi Leonard. Meu Deus, seria o pesadelo de qualquer técnico adversário. E no ataque? Curry criando espaço pro Kawhi operar no meio da quadra, ou vice-versa. Seria lindo de ver.

    Claro, os Warriors teriam que abrir mão de peças importantes, mas com Curry já com 36 anos, o tempo tá correndo.

    E aí, vocês acham que algum desses cenários rola? Ou os Clippers vão insistir nessa aposta até o fim? Uma coisa eu garanto: se o Kawhi sair de LA, vai ser uma das maiores novelas da offseason. E olha que a NBA não tá faltando drama ultimamente…

  • LeBron manda recado pesado antes do jogo 1: ‘Metam o rabo lá’

    LeBron manda recado pesado antes do jogo 1: ‘Metam o rabo lá’

    Olha, quando o LeBron fala desse jeito, é porque a coisa tá séria mesmo. Às vésperas do jogo 1 dos playoffs contra o Houston Rockets, o Rei não teve papas na língua e mandou um recado bem direto pros companheiros de Lakers sobre o rebote.

    “A mensagem é: metam o rabo lá dentro, façam o bloqueio e peguem o rebote”, disparou LeBron após o treino de quinta-feira. “Vocês não precisam de mensagem não, somos todos homens adultos, façam o trabalho de vocês.”

    E não é que ele tem razão? Os números não mentem, pessoal.

    Houston = máquina de rebote

    Os Rockets chegam nos playoffs como o melhor time de rebote da liga: 48,1 por jogo. Os Lakers? Cara, 27º lugar com apenas 41 rebotes por partida. É uma diferença absurda que pode decidir a série.

    “Eu não tenho mensagem. Eles são o melhor time de rebote dos últimos 25 anos. O que vocês querem que eu fale?”, completou LeBron, sendo bem realista sobre o desafio.

    Houston tem um lineup gigantesco com Kevin Durant, Alperen Sengun, Amen Thompson e Jabari Smith Jr. Enquanto isso, os Lakers perderam peças importantes no rebote como Austin Reaves (espera, acho que houve confusão no texto original aqui, mas enfim…).

    Preparação old school

    O técnico JJ Redick não tá brincando em serviço. Na terça-feira, ele botou o time pra fazer aqueles drills clássicos de bloqueio e rebote – sabe aqueles treinos “raiz” que todo mundo odeia mas que funcionam?

    LeBron curtiu a pegada dos últimos treinos: “Tivemos dias muito bons. Ainda temos mais um amanhã e um tempinho no sábado pra se preparar pro jogo 1. Mas são os playoffs, é o que a gente esperava… é basquete competitivo de verdade.”

    E tem um detalhe histórico rolando: se os Lakers passarem dessa fase, LeBron vai empatar com John Stockton e Karl Malone em participações nos playoffs – 19 vezes. Monstro demais, né?

    Mas pra ele, a receita não muda: “Nada muda pra mim da temporada regular pros playoffs, só o foco que fica ainda mais intenso. Mas minha preparação continua a mesma.”

    Vocês acham que essa pegada direta do LeBron vai funcionar? Sinceramente, acho que os Lakers precisam mesmo dessa mentalidade “casca grossa” se quiserem ter alguma chance contra esse Houston gigantesco.

  • Bam Adebayo ajudando Kel’el Ware com o ‘inferno’ do Spoelstra

    Bam Adebayo ajudando Kel’el Ware com o ‘inferno’ do Spoelstra

    Olha, quem acompanha o Miami Heat sabe que o Erik Spoelstra não pega leve com ninguém — especialmente com os jovens. E o Kel’el Ware, coitado, tem sido o alvo preferido do técnico nos últimos dois anos. Mas sabe quem tá salvando a vida do garoto? O Bam Adebayo.

    É isso mesmo. O Bam virou mentor do Ware e tá ensinando como sobreviver ao “tratamento Spoelstra”. E sinceramente, foi a melhor coisa que podia ter acontecido pro pivô de 22 anos.

    A Parceria que Tá Funcionando

    Os dois jogaram juntos em 49 jogos nesta temporada — uma dupla que os fãs do Heat adoram ver em quadra. E pelo que o próprio Ware falou, ter o Bam do lado faz toda diferença:

    “Bam é um grande mentor, ele passou por tudo que eu passei, lidou com o Spo, conversa comigo sobre isso… Estou desenvolvendo um relacionamento melhor com o Spo também”

    Cara, imagina estar no segundo ano da NBA e ter que aguentar o Spoelstra pegando no seu pé 24 horas por dia? Eu ficaria louco. Mas o Ware tá crescendo justamente por causa disso — e o Bam sabe disso melhor que ninguém.

    “Wade e Haslem me Deixavam Maluco”

    O mais interessante é ouvir o Bam contando como foi a própria experiência quando era novato. O cara confessou que D-Wade e Udonis Haslem faziam a mesma coisa com ele:

    “Wade costumava me irritar o tempo todo quando eu era rookies. Ele e o UD — um ficava me enchendo o saco em quadra, e quando eu ia pro banco, o UD continuava me irritando.”

    Mas olha o que ele falou depois (e isso é ouro puro): “Você precisa disso se quiser alcançar seu teto. Se você quer chegar em lugares que nem imagina, precisa dessas conversas honestas onde as pessoas vão te falar que você tá errado.”

    Monstro demais essa mentalidade, né? É a cultura Heat funcionando na prática.

    O Heat Não Perdeu o DNA

    Mesmo com a temporada decepcionante — primeira vez fora dos playoffs desde 2018-19 — o Heat mantém aquela pegada de formar jogadores na pressão. O Spoelstra admitiu que o crescimento do Ware “não foi linear”, teve altos e baixos, mas o garoto mostrou que consegue produzir nos momentos decisivos.

    E vocês sabem como é: no Heat, ou você aguenta a pressão ou sai pela porta dos fundos. O Ware tá claramente escolhendo aguentar — e com o Bam como mentor, as chances de dar certo são enormes.

    Sinceramente, acho que essa dupla Bam-Ware pode ser o futuro do garrafão do Miami. Se o pivô jovem continuar crescendo nesse ritmo, o Heat pode ter algo especial nas mãos. E aí, vocês acham que o Ware vai conseguir virar peça fundamental mesmo com toda essa pressão?

  • Metta World Peace avisa: não durmam no ponto com os Lakers

    Metta World Peace avisa: não durmam no ponto com os Lakers

    Olha só quem resolveu dar pitaco nos playoffs: Metta World Peace. E cara, quando esse cara fala de Lakers vs Rockets, a gente escuta — afinal, ele jogou pelos dois times e sabe o que tá falando.

    O ex-jogador tá vendo todo mundo dormindo com os Lakers por causa das lesões do Luka Doncic and Austin Reaves. Mas na visão dele, galera tá subestimando demais o Lake Show. E eu concordo com ele.

    Bronny cresceu e Knecht tá pegando fogo

    A análise do World Peace foi bem certeira: “Eu vejo muita gente dormindo com os Lakers. Sei que o Luka tá se recuperando, mas vocês têm um elenco ali. O Bronny James tá jogando melhor. Ele não é o que vocês pensavam, e não é mais aquele rookie perdido. E tem o Dalton Knecht também — aquele lança-chamas saindo do banco.”

    Sinceramente, o cara tem razão. O Bronny realmente evoluiu muito desde o início da temporada, e o Knecht… meu Deus, que arremesso de 3 é esse? O garoto simplesmente não erra quando entra em quadra.

    LeBron aos 41 ainda é monstro

    Mas vamos falar do óbvio: LeBron James aos 41 anos continua sendo LeBron James. O cara teve 53 vitórias numa temporada cheia de lesões e garantiu a quarta posição. Isso não é sorte, é craque puro.

    Do outro lado, Houston fez 52 vitórias e pegou a quinta colocação. Kevin Durant e Alperen Sengun comandaram bem o time, mesmo com Fred VanVleet e Steven Adams machucados. Vai ser um confronto interessante — duas equipes que sabem jogar mesmo com peças importantes fora.

    World Peace conhece os dois lados da moeda. Ganhou título com os Lakers em 2010 (que time absurdo aquele com Kobe e Pau Gasol) e também defendeu Houston. Quando ele fala que a série vai ser boa, pode apostar que será mesmo.

    O primeiro jogo rola dia 18 de abril, às 20h30. E aí, vocês acham que o LeBron consegue mais uma vez surpreender nos playoffs ou Houston leva a melhor?

  • A resposta ÉPICA de Anthony Edwards pros haters do Draft 2020

    A resposta ÉPICA de Anthony Edwards pros haters do Draft 2020

    Lembram quando todo mundo duvidava do Anthony Edwards antes do Draft de 2020? Cara, que absurdo isso era.

    O garoto tinha 19 anos e os “especialistas” ficavam questionando se ele realmente AMAVA basquete. Imaginem só — um moleque que vivia respirando bola sendo questionado sobre paixão pelo jogo. Era o tipo de crítica que me deixava irritado só de ouvir.

    “Vocês tão loucos se acham isso”

    Chris Hines, que trabalhava com os Timberwolves na época, contou uma história que virou lenda dentro da franquia. Ele decidiu confrontar o Edwards diretamente sobre essas críticas malucas do draft.

    A resposta? Puro ouro.

    “Aquele garoto olhou nos meus olhos e disse: ‘Vocês tão me sacaneando’ (tradução livre da versão original bem mais pesada). Eu quero ser o melhor que já fez isso.”

    Mano, só de imaginar a cena já me arrepia. Um pivete de 19 anos, primeira pick geral, olhando nos olhos de um veterano da NBA e basicamente dizendo: “Vocês não sabem de nada”.

    Seis anos depois, quem tá rindo agora?

    Olha só onde o Ant chegou. O cara virou candidato a MVP perene e é literalmente o motor dos Timberwolves no Oeste. Mesmo com uma lesão chata no joelho que o tirou dos últimos jogos da temporada regular, os números falam por si só.

    No último jogo que disputou (10 de abril, vitória épica por 136-132 sobre os Rockets), o monstro fez 22 pontos, 3 assistências e 2 rebotes com 50% de aproveitamento nos arremessos. Isso depois de uma temporada onde teve médias de 28.8 pontos, 5.0 rebotes e 3.7 assistências por jogo.

    A NBA negou a elegibilidade dele para alguns prêmios por causa da regra dos 65 jogos — que regra idiota, por sinal. Mas sinceramente? O Edwards tá pensando em coisa maior.

    Agora os Wolves são o sexto colocado e vão enfrentar os Nuggets na primeira rodada dos playoffs. O garoto que questionavam a paixão pelo basquete tá correndo atrás da grandeza no palco que mais importa.

    E vocês, ainda duvidam do coração desse cara?

  • Celtics viraram uma fábrica de talentos – e isso é absurdo

    Celtics viraram uma fábrica de talentos – e isso é absurdo

    Cara, vocês viram o que rolou no último jogo dos Celtics da temporada regular? Time descansou OITO titulares contra o Orlando Magic e mesmo assim ganhou de 113-108. Isso não é sorte — é pura ciência.

    O Baylor Scheierman, que foi draftado lá no finalzinho da primeira rodada em 2024, meteu 30 pontos. Career high do cara! Ron Harper Jr., que nem conseguia minutos no Toronto e Detroit, explodiu com 27 pontos poucos dias depois de ter seu contrato two-way convertido pra standard. E o Luka Garza? 27 pontos e 12 rebotes depois de não conseguir se firmar em Minnesota.

    O “Stay Ready Group” não é brincadeira

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e nunca vi uma máquina de desenvolvimento como essa dos Celtics. Eles literalmente chamam o banco de “Stay Ready Group” (Grupo Fique Pronto). Payton Pritchard era pick 26 em 2020, Sam Hauser nem foi draftado, Jordan Walsh foi pick 38 em 2023. Todos viraram jogadores importantes.

    E tem mais: Hugo Gonzalez, um moleque de 20 anos que foi pick 28 este ano, já mostrou que tem potencial de two-way player em várias ocasiões. Isso é desenvolvimento acelerado, monstro.

    Neemias Queta é o exemplo perfeito

    Mas se vocês querem um case de sucesso, olhem pro Neemias Queta. O português estava na geladeira depois que o Sacramento dispensou ele em 2023. Boston deu uma chance — e cara, que transformação! O maluco virou titular no garrafão dos Celtics e teve uma temporada tão boa que quase levou o Most Improved Player.

    Na minha opinião, isso mostra como o ambiente faz diferença. Queta tinha talento, só precisava do lugar certo pra florescer.

    O Brad Stevens, presidente de operações do time, soltou uma que resume tudo: “Se você não está melhorando aqui, o problema pode ser seu”. Meio pesado, mas é a real. Os Celtics criaram um sistema onde, se você se dedicar, vai virar jogador de NBA de verdade.

    E aí, vocês acham que outros times conseguem replicar isso? Porque sinceramente, Boston tá anos-luz na frente no quesito desenvolvimento de jogadores.

  • Por que os Spurs acham que vão quebrar a regra da experiência

    Por que os Spurs acham que vão quebrar a regra da experiência

    Olha, eu sei que vocês vão achar que estou viajando, mas os San Antonio Spurs realmente acreditam que podem furar essa história de que time jovem não ganha título. E sabe de uma coisa? Eu tô começando a acreditar neles também.

    A regra é conhecida: Michael Jordan levou seis tentativas até quebrar o jejum. LeBron perdeu seis vezes seguidas antes de ganhar com o Heat. Todo craque passou por isso — você precisa sofrer antes de aprender a ganhar. Mas os Spurs de 2026 acham que são diferentes.

    “Por que não a gente?” perguntou Julian Champagnie quando questionado sobre essa pressão da inexperiência. E cara, a confiança desse garoto é absurda. 62 vitórias na temporada regular não é brincadeira — especialmente com um elenco que ainda tá aprendendo a jogar junto.

    Wemby mudou tudo

    Vamos ser honestos: Victor Wembanyama é um monstro diferente de tudo que a NBA já viu. O francês de 2,21m não é só alto — ele é um alienígena que joga basquete. E quando você tem um cara desses protegendo o garrafão, rodeado de defensores físicos como Stephon Castle, Dylan Harper e o próprio Champagnie, a matemática muda.

    “A diferença é que muitos times jovens não têm a defesa no ponto”, explicou De’Aaron Fox. “Com Vic no time, temos uma das melhores defesas da liga.” Terceira melhor defesa da temporada regular, quarta melhor em meia quadra. Números que impressionam.

    E aqui que fica interessante: playoffs é sobre defender quando os arremessos não caem. Quando você tem uma noite fria de 3 pontos (e vai acontecer), precisa segurar o adversário do outro lado. Os Spurs construíram exatamente isso.

    O trabalho que ninguém vê

    Mas não é só talento — esses caras ralaram mesmo. A história do Champagnie é perfeita pra entender a mentalidade do time. O garoto chegou da St. John’s como arremessador puro, aí o Popovich sentou ele e mandou a real: “Seu arremesso vai ser inútil se você não souber defender.”

    Pop foi mais direto ainda — disse pro cara ser “nasty” na defesa. E Champagnie comprou a briga, foi pra G League, suou, voltou diferente. Esse é o ADN dos Spurs: não importa se você é rookie ou veterano, vai ralar.

    “No começo eu não tinha certeza se ia conseguir”, admitiu Champagnie rindo. “Era um nível totalmente diferente.” Mas ele viu Keldon Johnson, Devin Vassell e principalmente Wembanyama colocando a cabeça no lugar desde o primeiro dia. Cultura se constrói assim.

    Sinceramente? Eu ainda acho que a experiência conta muito em playoffs. Mas quando você tem Wemby fazendo coisas que desafiam a física, um técnico que já ganhou cinco títulos e uma defesa top 3 da liga… cara, talvez eles tenham razão mesmo.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem quebrar essa maldição da juventude? Ou vão ter que esperar mais alguns anos igual todo mundo?